Postado por Daniel Bruschi em 12/abr/2023 -

O Theatro Municipal do Rio de Janeiro apresenta o segundo concerto do Projeto Municipal ao Meio-Dia, Piedade, de João Guilherme Ripper, com a Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal (OSTM), que acontece no dia 28 de abril, sexta- feira, às 12h, com ingressos a R$2,00 (dois reais). A récita do dia 29 de abril, sábado, começará às 17h, com preços de acordo com tabela abaixo. Com realização AATM e patrocínio Ouro Petrobras, Piedade contará com os solistas Gabriella Pace, Johnny França e Ricardo Gaio, Cyro Delvizio no violão e movimentação cênica de Daniel Salgado. A regência será de Silvio Viegas e a Direção Artística do TMRJ é de Eric Herrero.
Haverá uma palestra antes de cada récita. No dia 28, A Tragédia de Euclides da Cunha, no olhar de Daniel Salgado, com a participação de Daniel e Eric Herrero, às 11h45, no palco principal. E dia 29, será a vez de A Brasilidade na Ópera Contemporânea, uma conversa com João Guilherme Ripper e Sofia Ceccato, às 16h, no Salão Assyrio.
O Concerto Cênico narra episódios da vida do escritor Euclides da Cunha e contará com projeções que complementam a história contada no palco.
Ficha Técnica:
Solistas: Gabriella Pace (Ana de Assis), Johnny França (Euclides da Cunha) e Ricardo Gaio (Dilermando)
Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal (OSTM)
Violão: Cyro Delvizio
Movimentação Cênica: Daniel Salgado
Regente: Silvio Viegas
Direção artística Theatro Municipal: Eric Herrero
Serviço:
Municipal ao Meio-Dia (dia 28 de abril – 12h)
Piedade de João Guilherme Ripper
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Endereço: Praça Floriano, s/nº – Centro
Classificação: Livre
Haverá uma palestra gratuita antes de cada espetáculo
Palestra do dia 28 de abril, 11h45, na Sala de Espetáculos
A Tragédia de Euclides da Cunha, no olhar de Daniel Salgado
Com Eric Herrero e Daniel Salgado
Palestra do dia 29 de abril, 16h, no Salão Assyrio
A Brasilidade na Ópera Contemporânea, uma conversa com João
Guilherme Ripper
Com João Guilherme Ripper e Sofia Ceccato
Municipal ao Meio-Dia – Dia 28 de abril – pré-estreia às 12h (ingressos a R$2,00)
Dia 29 de abril – às 17h
Preços dos ingressos:
Frisas e Camarotes – R$60,00 (ingresso individual) ou R$360,00 (6 lugares)
Plateia e Balcão Nobre – R$40,00
Balcão Superior – R$30,00
Balcão Superior Lateral – R$30,00
Galeria Central – R$15,00
Galeria Lateral – R$15,00
Ingressos à venda através do site theatromunicipal.rj.gov.br (https://theatromunicipalrj.eleventickets.com/#!/evento/425b777d1fc9fe47c28a8795c6a2255f7ee615f2) ou na Bilheteria do Theatro
Lei de incentivo à cultura
Patrocínio Ouro Petrobras
Apoio: Livraria da Travessa, Rádio MEC, Rádio SulAmérica Paradiso, Rádio Roquette Pinto – 94.1 FM
Realização Institucional: Fundação Teatro Municipal, Associação dos Amigos do Teatro Municipal
Realização: Secretaria de Cultura e Economia Criativa, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Petrobras, por meio do programa Petrobras Cultural, Governo Federal.
Assessoria de Imprensa TMRJ:
Cláudia Tisato – tisato.cultura@gmail.com
Assessor Chefe de Comunicação TMRJ
Felipe Gelani – gelani.tmrj@gmail.com
Postado por Daniel Bruschi em 12/abr/2023 -

O lançamento do álbum “Senzala e Favela” é o evento imperdível que vai aquecer sua alma! Com a participação de músicos renomados, esse espetáculo emocionante é uma homenagem especial a Wilson das Neves, um dos maiores ícones da música brasileira. Junte-se a nós em uma viagem musical pelos clássicos de composições autorais de Wilson das Neves , com um toque moderno e vibrante, que vai fazer você dançar e cantar junto. Você contribui com a preservação da nossa cultura e história musical garantindo seu ingresso. Prepare-se para uma noite inesquecível!
Conheça a Banda Base:
Piano e regência – Cristóvão Bastos
Baixo – Jorge Helder
Violão – Cláudio Jorge
Bateria – André Tandeta
Percussões – Zero e Marçal
Metais – Marlon Sette
Metais – José Carlos Bigorna
Metais – Diogo Gomes
Cavaco: Marcio Alexandre
Backing Vocals: Mariana Bernardes, Alice Passos, Nina Becker
Vozes (cantores principais) – Áurea Martins, Vidal Assis e Moyseis Marques
Confira as participações especiais confirmadas:
Moacyr Luz
Zé Renato
Roberta Sá
Marcelo D2
Gabriel Cavalcante
Paulão 7 cordas
Chico Batera
Alexandre Kassin
B Negão
Bia Fereira
Marcelinho da Lua
Velha Guarda do Império serrano
Velha Guarda – Aluísio Machado
Velha Guarda – Silvio Manoel da Silva
Velha Guarda – Alcir Jorge de Oliveira
Velha Guarda – Lindomar Fraga
Velha Guarda – Rachel Teixeira Valença
Velha Guarda – Vilma dos Santos Machado
Velha Guarda – Nilson Rangel Maria
Velha Guarda – Jovaci Manoel da Silva
Com produção executiva de Alexandre Segundo, o álbum “Senzala e Favela”, de Wilson das Neves e parcerias com Paulo César Pinheiro, traz 18 canções, 13 inéditas, compostas, arranjadas e interpretadas pela nata da música popular brasileira. O projeto vai ganhar uma noite de estreia de luxo, com um show que será gravado no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, no dia 9 de maio, as 19h, com participação de Áurea Martins, Bia Ferreira, Marcelo D2, Moyseis Marques, Moacyr Luz, Roberta Sá, Vidal Assis, Zé Renato, entre outros.
O álbum reúne parte da longa e riquíssima carreira de Wilson das Neves: tem produção musical de Alexandre Kassin e Jorge Helder; entre arranjos, letras, instrumentação e vozes, traz Claudio Jorge, Thiago Delegado, Chico Buarque, Zeca Pagodinho, Maria Rita, Ney Matogrosso, Roberta Sá, Emicida, Fabiana Cozza, Seu Jorge, Marcelo D2, BNegão, Rodrigo Amarante, Pretinho da Serrinha, Zero, Moacyr Luz, Gabriel Cavalcante, Áurea Martins, Paulo César Pinheiro, André Tandeta, Jaques Morelenbaum, Zé Carlos Bigorna, Marlon Sette, Cristóvão Bastos, João Lyra, Paulão Sete Cordas, Moyseis Marques e a Velha Guarda da Império Serrano.
Postado por Daniel Bruschi em 12/abr/2023 -

A peça mostra a história de D. Leopoldina em seu leito de morte, relatando ao público sua entrada no Brasil e os fatos históricos envolvidos. Começa por sua vinda da Áustria, já casada por procuração com o príncipe D. Pedro. Apaixonando-se perdidamente pelo marido e pelo novo país que conhecera, integrando-se com a cultura nacional e com a política de então. Dedicando-se aos pobres, exercendo a caridade e a compaixão, sobretudo com a população negra, mostrando-se contrária ao regime de escravidão e sendo voz isolada na Corte. No âmbito pessoal, sofrendo com mortes de filhos e a constante infidelidade de D. Pedro, principalmente com Domitila de Castro, futura Marquesa de Santos. No âmbito político, articulando o rompimento com as cortes portuguesas, junto de seu fiel aliado, José Bonifácio, tendo como resultado prático o que ficou conhecido como “Dia do Fico”. Com suas articulações políticas prosseguindo e convencendo D. Pedro, a partir de uma carta redigida por ela, a proclamar a independência do Brasil.
No espetáculo cria-se uma relação íntima do público com Dona Leopoldina, onde a mesma encontra na platéia um lugar seguro para contar sua versão dos fatos, fazer suas confissões. A peça mostra a figura humana, desde sua infância até o momento de sua morte. Apresentando o legado intelectual que Dona Leopoldina deixou para o Brasil e toda a sua importância para o nosso país.
Serviço
Local: Teatro Municipal do Rio de Janeiro – Salão Assyrio, nos dias 25/04 (terça-feira) às 19:00 e dia 30/04 (domingo) às 17:00.
Autor: André Faxas Direção: Sérgio Telles Produção: Patricia FioraniIluminação: Ademir LamegoOperadora de som: Juliana Gomes
Elenco: Carol Faxas, Elaine Vieira, Mário Ceita, Jeremias Flores, Maria Zenayde, Will Tom, Helder Renovato, Iasmim Caetano, Alexandra Carla e André Faxas.
Duração: 90 minutos
Ingressos : 80,00 ( inteira) 40,00 ( meia)
Apresentando o print do Flyer todos pagam meia .
Postado por Daniel Bruschi em 12/abr/2023 -

O Theatro Municipal do Rio de Janeiro traz ao palco um novo Concerto da Série Celebrações: a Missa de Requiem, de Giuseppe Verdi, importante compositor italiano de óperas do período romântico, considerado um dos mais influentes do século XIX, assim como Richard Wagner, na Alemanha. Com o patrocínio Ouro Petrobras e realização AATM, a Missa de Requiem, composta em homenagem ao primeiro aniversário de morte do escritor Alessandro Manzoni (1785-1873), em comemoração aos 210 anos de nascimento de Verdi, contará com o Coro e Orquestra Sinfônica do TMRJ, além dos solistas Marly Montoni (soprano), Denise de Freitas (mezzo-soprano), Paulo Mandarino (tenor) e Christian Peregrino (baixo) As récitas acontecerão no dia 12 de maio, sexta, às 19h e no sábado (13), às 17h. A regência será do maestro Tobias Volkmann, diretor artístico da Orquestra Sinfônica da Universidade Nacional de Cuyo – Mendoza, Argentina. Os ingressos já estão à venda através do site theatromunicipal.rj.gov.br.
“Abrindo o mês de maio, recebemos a Missa de Requiem de Verdi, obra de um dos compositores mais influentes do século XIX. As obras de Verdi eram de grande sucesso popular da época, atraindo críticas da elite italiana. Mas a qualidade do trabalho dele se provou atemporal, chegando até aos dias de hoje e ao público do Theatro. Não perca esse espetáculo!”, ressaltou a presidente da Fundação Teatro Municipal, Clara Paulino.
“O concerto que homenageia os 210 anos de Verdi será um dos pontos altos deste primeiro semestre no Theatro Municipal, com toda força e doçura do nosso Coro, acompanhado magistralmente pela OSTM. Um quarteto de solistas de primeira linha nos oferecerá também momentos memoráveis. A regência será de Tobias Volkmann, parceiro do Theatro de muito tempo que traz na bagagem e na memória o Requiem de Verdi que acabara de reger na Argentina. É uma alegria poder oferecer ao público um obra tão emblemática, em ano tão importante!”, enaltece o diretor artístico do Theatro Municipal, Eric Herrero.
“O Requiem de Verdi, que apesar de ser uma obra sacra, é uma das obras mais dramáticas do compositor, parece ter sido escrito sob medida para o Coro do TMRJ e a OSTM. Fico muito feliz em voltar ao Theatro Municipal com esta magnífica obra e tenho certeza de que este será um dos pontos altos da temporada de concertos do Rio!”- afirma o diretor artístico da Orquestra Sinfônica da Universidade Nacional de Cuyo – Mendoza.

Ficha Técnica:
“Missa de Requiem”
Coro e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Solistas: Marly Montoni, Denise de Freitas, Paulo Mandarino, Christian Peregrino
Regência: Tobias Volkmann
Direção Artística do TMRJ: Eric Herrero

Serviço:
Concerto Coral Sinfônico – Série Celebrações
G. Verdi – 210 anos de nascimento “Missa de Requiem”
Datas: 12 de maio (sexta),às 19h e 13 de maio, sábado, às 17h
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Endereço: Praça Floriano, s/nº – Centro
Classificação: Livre
Haverá uma palestra gratuita antes de cada espetáculo
Dia 12 de maio – 18h – A Beleza do canto que Homenageia a Vida e a Morte, com Tobias Volkmann e Marcos Menescal
Dia 13 de maio – 16h – Uma Oração para Alessandro Manzoni – Salão Assyrio, com Félix Ferrà e Jayme Chaves
Preços dos ingressos:
Frisas e Camarotes – R$60,00 (ingresso individual) ou R$360,00 (6 lugares)
Plateia e Balcão Nobre – R$40,00
Balcão Superior – R$30,00
Balcão Superior Lateral – R$30,00
Galeria Central – R$15,00
Galeria Lateral – R$15,00
Ingressos à venda através do site: http://theatromunicipal.rj.gov.br/ ou na bilheteria do Theatro
Lei de incentivo à cultura
Patrocínio Ouro Petrobras
Apoio: Livraria da Travessa, Rádio MEC, Rádio SulAmérica Paradiso, Rádio Roquette Pinto – 94.1 FM
Realização Institucional: Fundação Teatro Municipal, Associação dos Amigos do Teatro Municipal
Realização: Secretaria de Cultura e Economia Criativa, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Petrobras, por meio do programa Petrobras Cultural, Governo Federal
Assessoria de Imprensa TMRJ:
Cláudia Tisato – tisato.cultura@gmail.com
Assessor Chefe de Comunicação TMRJ
Felipe Gelani – gelani.tmrj@gmail.com
Postado por Daniel Bruschi em 12/abr/2023 -
Oswaldo Montenegro partiu para a estrada aos 17 anos, onde fixou residência. Jamais parou de criar, em suas constantes viagens. Tornou-se um trovador contemporâneo que parece viver dentro da arte, num turbilhão de projetos de tirar o fôlego de quem o acompanha.
O Theatro Municipal é o templo de luxo para comemorar os 50 anos de carreira deste artista indomável que, com uma liberdade criativa selvagem, não se parece com ninguém, traçando uma trajetória única e original.
O show conta com a presença da eterna parceira de andanças, Madalena Salles, a flautista-irmã do Menestrel, a quem o imenso público que segue Montenegro passou a adorar como alguém que fosse da própria família.
Outros músicos brilhantes comparecem à festa. A atração inusitada compete ao multi-instrumentista Milton Guedes, artista que começou com Oswaldo e volta a tocar com o mestre, depois de mais de vinte anos de saudades.
Um imenso telão colore a festa com imagens da vida e trajetória deste compositor que, sem nunca recuar um milímetro na feitura de sua arte, entrou definitivamente na alma do povo brasileiro.
A Poladian Produções, exponente no mercado do show business brasileiro desde 1961, realiza o projeto “Mestres da Canção”, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, homenageando grandes nomes da música brasileira.
Oswaldo Montenegro – Celebrando 50 anos de Estrada
Dia 19 de maio de 2023, sexta-feira – 20h
Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Praça Floriano, S/N – Centro, Rio de Janeiro
Ingressos à venda www.poladian.com.br – De R$90,00 a R$300,00
Postado por Daniel Bruschi em 12/abr/2023 -

Dionne Warwick está de volta ao Brasil. Uma das maiores cantoras da música internacional, cinco vezes vencedora do Grammy, Dionne chega ao país em maio para a turnê “One Last Time”.
Aos 82 anos, Warwick se despede dos palcos em grande estilo, com shows que prometem aos seus milhares de fãs uma última chance de ouvir, ao vivo, um repertório histórico e icônico, repleto de sucessos que alcançaram o topo da lista das músicas mais tocadas no mundo.
Serão quatro apresentações: dia 19 de maio, no Teatro Guaíra, em Curitiba (PR); dia 20 de maio, no Teatro Municipal, no Rio de Janeiro (RJ); dia 23 de maio, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília (DF); e dia 28 de maio, no Espaço Unimed, em São Paulo (SP).
A turnê “One Last Time” reúne o melhor da carreira desta grande intérprete, que traz em seu repertório inúmeros sucessos como “That’s What Friends Are For”, “I’ll Never Love This Way Again” e “Heartbreaker”, entre muitos outros.
Dona de uma voz única e marcante, Warwick se tornou um dos pilares da cultura e música pop americana com mais de 100 milhões de discos vendidos. Considerada por muitos a cantora que preencheu a lacuna entre o soul e o pop, foi a primeira artista feminina a ganhar o prêmio Grammy de Melhor Performance Feminina de Pop e Melhor Performance Feminina de R&B.
Recentemente, a artista foi homenageada no Toronto International Film Festival com uma exibição especial de “Dionne Warwick: Don’t Make Me Over”, com ótimas críticas. O premiado documentário estreou na CNN Internacional e foi um dos filmes originais de maior audiência da rede, com datas adicionais de exibição. No Brasil, o mesmo poderá ser visto ainda este mês na HBO Max. O documentário traz uma combinação de filmagens originais, fotos e gravações da própria estrela, entrevistas autênticas, histórias sobre música e uma vida inteira quebrando fronteiras na indústria.
Narrado pela própria Dionne Warwick, o documentário detalha a infância da lendária vocalista e conta as histórias por trás de alguns de seus sucessos no topo das paradas, com participações mais que especiais de nomes como Elton John, Alicia Keys e Paul McCartney.
Ainda neste mês, “Peace Like a River”, o aguardado dueto Gospel de Dionne com a superstar Dolly Parton, estará disponível em todas as plataformas digitais. E entre Maio/Junho, Dionne promete um álbum de estúdio com novas músicas Gospel.
Para mais informações, acesse: www.poladian.com.br
Um pouco mais de Dionne Warwick
A carreira de Dionne Warwick, que atualmente comemora mais de 50 anos, a consolidou como um ícone da música e show internacional. Ao longo desse tempo, ganhou 75 canções de sucesso nas paradas.
Começou a cantar profissionalmente em 1961, após ser descoberta por uma equipe de jovens compositores, Burt Bacharach e Hal David. E teve seu primeiro sucesso em 1962 com “Don’t Make Me Over”.
Menos de uma década depois, lançou mais de 18 singles consecutivos no Top 100, incluindo suas gravações clássicas de Bacharach/David, “Walk on By”, “Anyone Who Had a Heart”, “Message to Michael”, “Promises Promises”, “A House is Not a Home”, “Alfie”, “Say a Little Prayer”, “This Girl’s in Love With You”, “I’ll Never Fall in Love Again”, “Reach Out For Me” e o tema de “Valley of the Dolls”.
Juntos, Warwick e sua equipe de compositores, de Burt Bacharach e Hal David, acumularam mais de 30 singles de sucesso e quase 20 álbuns mais vendidos, durante sua primeira década juntos.
Dionne recebeu o primeiro prêmio Grammy em 1968 por seu grande sucesso, “Do You Know the Way to San Jose?”, e um segundo Grammy em 1970 pelo álbum mais vendido, “I’ll Never Fall in Love Again”. Ela se tornou a primeira artista solo feminina afro-americana de sua geração a ganhar o prestigioso prêmio de Melhor Performance de Vocalista Feminina Contemporânea. Este prêmio foi concedido apenas a uma outra lenda, Miss Ella Fitzgerald.
Conhecida como a artista que “preencheu a lacuna”, a mistura comovente de música pop, gospel e R&B de Warwick transcendeu raça, cultura e fronteiras musicais. Em 1970, após o segundo Grammy, começou mais uma década de sucessos com a Warner Bros. Records. Em 1974, atingiu o topo das paradas com “Then Came You”, um dueto com The Spinners, que vendeu um milhão de cópias.
Em 1976, Warwick assinou com a Arista Records, iniciando depois uma terceira década de sucessos. O colega de selo da Arista Records, Barry Manilow, produziu seu primeiro álbum Platinum, “Dionne”, que incluiu consecutivos sucessos: “I’ll Never Love This Way Again” e “Déjà vu”. Ambas as gravações ganharam prêmios Grammy.
O álbum de Warwick de 1982, “Heartbreaker”, co-produzido por Barry Gibb e os Bee Gees, tornou-se um sucesso internacional. E em 1985, ela se reuniu com o compositor Burt Bacharach e os amigos de longa data, Gladys Knight, Elton John e Stevie Wonder, para gravar a canção histórica “That’s What Friends Are For”, que se tornou um hit número um em todo o mundo e a primeira gravação dedicada a aumentar a conscientização e gerar grandes fundos (mais de $ 3 milhões) para a causa da AIDS, em apoio à AMFAR, que Warwick continua a apoiar.
Warwick recebeu o prestigiado prêmio Steve Chase Humanitarian Arts & Activism 2011 pelo Desert Aids Project e foi reconhecida por sua carreira estelar por Clive Davis em sua lendária festa Pré-GRAMMY® em Los Angeles. Adicionando a sua lista de honras históricas, Warwick ganhou em 2013 a cobiçada Medalha de Honra de Ellis Island em Nova York e foi incluída no Hall da Fama de Nova Jersey de 2013.
Foi homenageada com um especial da PBS Television, “Dionne Warwick: Then Came You”, e nomeada embaixadora no Smithsonian Institutes Year in Music de 2019. Recebeu o Grammy Lifetime Achievement Award de 2019 da National Academy of Recording Arts & Sciences.
O orgulho e a alegria de Warwick são seus dois filhos, o cantor/artista David Elliott e o premiado produtor musical Damon Elliott, e sua família.
Postado por Daniel Bruschi em 05/abr/2023 -

Sob a batuta do maestro Ira Levin e com o pianista Fabio Martino como solista, a Orquestra Sinfônica Brasileira sobe ao palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro no dia 19 de abril para celebrar os 150 anos de nascimento de Max Reger e de Sergei Rachmaninoff. No repertório, uma seleção de obras dos dois compositores.
O programa começa com cinco composições de Rachmaninoff transcritas para orquestra pelo próprio maestro Ira Levin. A suíte abarca quatro obras
originalmente escritas para piano, além de um hino ortodoxo extraído de Vespers, para coro a capella. Todas elas foram produzidas entre os anos de 1893 e 1917 e, agrupadas nesta brilhante transcrição orquestral, ganham novos matizes, texturas e contrastes, formando uma surpreendente e emocionante unidade de sentimento.
Em seguida, o pianista Fabio Martino sobe ao palco para interpretar o Concerto para Piano e Orquestra em Fá sustenido menor, Op.1. Escrito quando Rachmaninoff tinha apenas 17 anos, o concerto exala ardor juvenil e impetuosidade, mas já evidencia a precoce maturidade estilística do compositor russo.
A segunda parte do espetáculo, dedicada à música de Max Reger, abre com o primeiro de seus Quatro Poemas Sinfônicos sobre A. Böcklin, Op.128. Escritas na maturidade artística do compositor, essas peças ilustram bem o gosto de Reger pelo universo soturno das pinturas de Arnold Böcklin (artista que, vale dizer, também inspirou o compositor Sergei achmaninoff). Se o quadro “O Eremita Violinista” ilustra um homem de túnica absorto em sua música enquanto é observado por querubins, a obra de Reger coloca o violino no centro do discurso musical: amparado pelos sopros e pelas cordas, o instrumento tece uma espécie de recitativo ambiguamente caloroso e desolador.
Encerrando o espetáculo, a OSB interpreta a transcrição para orquestra das
Variações e Fuga sobre um Tema de J. S. Bach, Op.81. Originalmente escrita
para piano, a obra, uma das mais complexas que Reger escreveu, apresenta ao intérprete uma série de desafios técnicos e é, sem dúvidas, um dos pináculos do gênero. Nessa orquestração de Levin, a monumental partitura é iluminada por novas perspectivas, oferecendo ao ouvinte uma excelente oportunidade de se embrenhar no universo luminoso do engenhoso compositor alemão.
A ORQUESTRA SINFÔNICA BRASILEIRA:
Fundada em 1940, a Orquestra Sinfônica Brasileira é reconhecida como um dos conjuntos sinfônicos mais importantes do país. Em seus 82 anos de trajetória ininterrupta, a OSB já realizou mais de cinco mil concertos e é reconhecida pelo pioneirismo de suas ações, tendo sido a primeira orquestra a realizar turnês pelo Brasil e exterior, apresentações ao ar livre e projetos de formação de plateia.
Composta atualmente por mais de 70 músicos brasileiros e estrangeiros, a OSB contempla uma programação regular de concertos, apresentações especiais e ações educativas, além de um amplo projeto de responsabilidade social e democratização de acesso à cultura.
Para viabilizar suas atividades, a Fundação conta com a Lei Federal de Incentivo à Cultura, tem o Instituto Cultural Vale como mantenedor, a Shell e a NTS – Nova Transportadora do Sudeste como patrocinadores master, Brookfield e Eletrobras Furnas como patrocinadores, Sergio Bermudes Advogados e SulAmérica como copatrocinadores, além de um conjunto de apoiadores culturais e institucionais.
Saiba mais em:
www.osb.com.br
www.conexõesmusicais.com.br
PROGRAMA:
Sergei Rachmaninoff (transc. Ira Levin) – Cinco Peças para Orquestra
I. Oriental Sketch
II. Bogoroditse Devo – All Night Vigil, Op.37, No.6
III. Etude Tableau, Op.33, No. 6
IV. Prelude, Op.32, No. 10
V. Humoresque, Op.10, No. 5
Sergei Rachmaninoff – Concerto para Piano nº. 1, em Fá Sustenido Menor, Op. 1
I. Vivace Moderato
II. Andante
III. Allegro Vivace
Max Reger – Quatro Poemas Sinfônicos sobre A. Böcklin, Op.128
I. O Eremita Violinista
Max Reger (transcr. Ira Levin) – Variações e Fuga sobre um Tema de J. S. Bach,
Op.81
Tema
10 Variações
Fuga
SERVIÇO:
Série Pianistas Rachmaninoff 150 Anos
Dia 19 de abril (quarta-feira), às 19h
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro (Praça Floriano, s/nº – Centro, Rio de Janeiro)
INGRESSOS:
Frisa/Camarote 80,00 (R$40,00 meia)
Plateia/Balcão Nobre 80,00 (R$40,00 meia)
Balcão Superior 50,00 (R$25,00 meia)
Balcão Superior Lateral 40,00 (R$20,00 meia)
Galeria 30,00 (R$15,00 meia)
Galeria Lateral 20,00 (R$10,00 meia)
Ingressos à venda na bilheteria do TMRJ e no site Eleven Tickets
MAIS INFORMAÇÕES PARA IMPRENSA:
Érica Avelar
erica.avelar@osb.com.br
(21) 98119-4559
Postado por Allex Lourenço em 01/abr/2023 -
O Quarteto Atlântico chega ao Salão Assyrio, no domingo, dia 30 de abril, às 11h, para apresentar um repertório focado na pesquisa e execução de obras de compositores brasileiros e latino-americanos, inclusive estreando e gravando peças de compositores atuais, muitas delas dedicadas especialmente ao grupo. O Quarteto formado por Bruno Valente (Cello), Ivan Scheinvar (Violino), Thiago Teixeira (Violino) e Luiz Felipe Ferreira (Viola), também trabalha e executa o rico repertório tradicional para quartetos de cordas. Completando uma década de existência em 2023, o grupo apresenta uma grande afinidade artística e musical entre os integrantes que, por sua vez, individualmente também se destacam no cenário da música, com extensa experiência em recitais individuais, em outros pequenos grupos, nas principais orquestras do estado e inclusive como solistas de nível nacional.

O grupo conta, em seu currículo, com premiações importantes em competições destacadas no Brasil, tais como: Vencedor do Concurso de Música de Câmara da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro; Menção Honrosa no Concurso Internacional de Música de Câmara do Festival Villa-Lobos e Vencedor da categoria “Jovens Talentos” do edital BNDES.
O Quarteto Atlântico tem se apresentado nas principais salas de concerto do Rio de Janeiro como: Theatro Municipal do Rio de Janeiro; Cidade das Artes; Espaço Cultural BNDES; Centro Cultural da Justiça Federal, dentre tantas outras. Além disso, se apresentou em outras cidades e estados do país e, por fim, o mais importante: no começo de 2023 foi convidado para integrar a programação de um projeto em Berlim, Alemanha, tocando em uma das principais salas de concerto do mundo, a Sala Filarmônica de Berlim.

Serviço:
Música no Assyrio – Quarteto Atlântico
Data: 30 de abril (domingo)
Horário: 11h
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Centro
Entrada pelo Boulevard da Treze de Maio
Preços populares: R$20,00 (inteira) e R$10,00 (meia – entrada)
na bilheteria do Theatro
Classificação: Livre
Duração: 50 minutos
Assessoria de Imprensa TMRJ:
Cláudia Tisato – tisato.cultura@gmail.com
Assessor Chefe de Comunicação TMRJ
Felipe Gelani – gelani.tmrj@gmail.com
Postado por Daniel Bruschi em 01/abr/2023 -

A mais antiga instituição de dança clássica do país está de aniversário. São 96 anos proporcionando uma formação reconhecida no Brasil a milhares de alunas que já passaram pela Escola Estadual de Dança Maria Olenewa como as primeiras bailarinas do Theatro Municipal Márcia Jaqueline, Claudia Mota, Juliana Valadão, Nora Esteves, o primeiro bailarino Cícero Gomes, além de tantos outros importantes representantes da dança nacional e internacional: Márcia Haydée, Dennis Gray, Eleonora Oliosi, Irene Orazem, Aurea Hammerli e a primeira bailarina negra do Municipal, Mercedes Baptista. Até hoje, a formação dos alunos é gratuita e a Escola, conta com um currículo bem abrangente de matérias como Dança Caráter, Repertório, Pas de Deux, Composição, Dança Contemporânea, Música, História da Arte, História da Dança, Terminologia, Comportamento e Atitude profissional.
Depois de nove anos completamente envolvida com o mundo da dança, a estudante de balé chega a graduação e, a partir daí, está pronta para o mercado de trabalho. Atualmente, a EEDMO possui aproximadamente 300 alunas.

Sobre Maria Olenewa
A bailarina russa estreou na Ópera de Zemin, logo após ingressou na Cia de Anna Pavlova onde se tornou primeira bailarina. Contratada por Leonide Massine, excursionou por diversos países da América do Sul, tendo se apresentado no Brasil em 1921. No Brasil, estabeleceu-se em 1927, fundando a primeira escola profissionalizante de ballet: A Escola de Danças Clássicas do Theatro Municipal do Rio de Janeiro (atual EEDMO), oficializada em 1931. Assim, uma geração pioneira de bailarinos foi formada, tornando possível a criação do Corpo de Baile do Theatro Municipal, em 1936. Maria Olenewa deixou o Rio de Janeiro em 1943 para assumir o cargo de diretora da Escola Municipal de Bailados em São Paulo. No Rio de Janeiro, a Escola de Danças Clássicas do Theatro Municipal recebeu seu nome em 1982, tornando-se: Escola Estadual de Dança Maria Olenewa. Sua biografia integra a série memória do Theatro Municipal – lançada em 2001 – Maria Olenewa: a sacerdotisa do ritmo, de Adriana Pavlova.

A dança também toma conta do Theatro Municipal na sexta-feira, dia 28 de abril, em única apresentação gratuita, no Salão Assyrio, com o espetáculo da Márcia Milhazes Companhia de Dança. Depois de ser selecionado no edital Municipal em Cena, Paz e Amor II revela dois solos que se entrelaçam e se comunicam para falar da alma humana. É uma declaração de amor, esperança no outro e liberdade para um mundo mais sensível. O espetáculo contará com a presença da pianista japonesa Yuka Shimizu.
E para completar a comemoração, a Cia. Bemo, Companhia formada por alunos e ex-alunos da Escola Estadual de Dança Maria Olenewa vai apresentar “Ballet Suites: Paquita e Raymonda”, dois clássicos do ballet de repertório, nos dias 6 de maio, sábado, às 19h e 7 de maio, domingo, às 17h, no palco principal do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Ingressos à venda através do site (theatromunicipal.rj.gov.br) e na Bilheteria do Theatro.
“Com este novo espetáculo, da Cia. BEMO, encerramos as comemorações dos 96 anos da nossa EEDMO, sempre acreditando que novos tempos virão e com isso novas possibilidades para seguirmos firmes no propósito de nos utilizarmos da nossa arte, o Ballet, como ferramenta para educar” – conclui Hélio Bejani, Diretor da EEDMO e do Ballet do Theatro Municipal.
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Assessor Chefe de Comunicação TMRJ
Postado por Daniel Bruschi em 01/abr/2023 -

O Música no Assyrio traz uma nova atração musical no próximo domingo, dia 7 de maio. É o grupo Tango Revirado que une a tradição do tango, da milonga e da valsa, ao Tango Novo, de Astor Piazzolla. Formado pelo argentino Martin Lima (bandoneon), o uruguaio Fecundo Estefanell (baixo) e o brasileiro Marcio Sanchez (violino), o concerto com duração de uma hora, vai criar toda a atmosfera dos bailes portenhos.
O maestro argentino Martín Lima fez parte de diversas orquestras típicas de Buenos Aires. Atuou como solista com a Banda Sinfônica de São Paulo para o espetáculo “O tango e suas histórias”, no MASP. Integrou as Companhias Tango e Paixão, Argentango de São Paulo, El Abrazo Tango, de Minas Gerais, entre outras. Atualmente, coordena o Trio Revirado que participou de Festivais como o |ll Congresso Brasileiro de Tango e o Festival Rio Tango, em 2016 e 2019, na cidade do Rio de Janeiro.
Considerado um dos mais importantes artistas da área músico-dramática, Márcio Sanchez participou da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP) e Orquestra Mercosul (Argentina), como spalla. É violinista nas orquestras do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Petrobras Sinfônica e fundador da Johann Sebastian Rio. Especializou-se na Academia Franz Lizst, em Budapeste. Como camerista, excursionou em turnês pela Europa, EUA, México, Argentina e Brasil.
Facundo Estelanell, contrabaixista uruguaio, pesquisa a música erudita, tango, candombe e destaca-se como compositor e instrumentista na cena do Jazz do Rio de Janeiro. Foi primeiro contrabaixo na Orquestra Sinfônica Cesgranrio e pertenceu à Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro (OSTM) e YOA, Orquestra Sinfônica das Américas, fazendo turnê pela Alemanha, Espanha, França e Canadá. Participou ainda da Orquestra Sinfônica do Sodre, de Montevideo.
Serviço:
Música no Assyrio – Tango Revirado
Data: 7 de maio (domingo)
Horário: 11h
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Centro
Entrada pelo Boulevard da Treze de Maio
Preços populares: R$20,00 (inteira) e R$10,00 (meia – entrada)
na bilheteria do Theatro
Classificação: Livre
Duração: 60 minutos
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