Postado por Allex Lourenço em 18/fev/2025 -
Anne Carrere chega ao Brasil em maio de 2025. Considerada a maior intérprete de Édith Piaf, a cantora francesa volta à América Latina com o show “Piaf! Non, je ne regrette rien”. E o novo espetáculo traz, junto com os eternos sucessos de Piaf, a “Homenagem a Charles Aznavour”, o cantor do século, grande amigo e parceiro de Piaf, em tour que segue até o mês de junho.
No Brasil, Anne Carrere se apresentará em 29 de maio no Auditório Araújo Vianna em Porto Alegre (RS), 30 de maio, no Teatro Positivo, em Curitiba, 31 de maio, no Palácio das Artes em Belo Horizonte (MG); 6 de junho, em São Paulo (SP), na Vibra São Paulo; dias 7 e 8 de junho, no Theatro Municipal no Rio de Janeiro e 14 de junho no Multiplan Hall em Ribeirão Preto.
Em cena, Carrere será acompanhada por quatro maestros, em um espetáculo que percorre a história de vida de Piaf desde os anos 30 quando, sem dinheiro, cantava nas ruas e nos bares de Paris para sobreviver, tempo da “La Mome” (La Vie En Rose), até 1961, quando se apresentou no palco do Olympia, em um dos mais memoráveis concertos de sua vida. Um mergulho, na vida de Édith Piaf, trazendo ao público durante 90 minutos uma experiência de tirar o fôlego. Os arranjos ficam a cargo de Guy Giuliano.
O show terá uma grande homenagem a Charles Aznavour. Carrere interpretará sucessos do cantor do século, como La Bohème, Jezebel – em duo com Piaf -, Je m’voyais déjà / Formidable e Les Deux Guitares. Simplesmente emocionante.
A primeira vez que Anne Carrere esteve na América Latina foi em 2015, para comemorar o centenário de nascimento de Édith Piaf, interpretando a carreira de Piaf através de suas grandes canções, que fazem parte do patrimônio musical mundial.
“A intenção do show não é simplesmente cantar ou trazer ao palco, mais uma vez, a canção de Piaf, mas sim colocar o tom na música e seguir em direção à sensibilidade para alcançar o íntimo e apresentar a mulher por trás da artista”, diz Anne Carrere.
CRÍTICAS INTERNACIONAIS
“Só houve uma e nunca haverá outra Édith Piaf, insubstituível e única, mas a voz de Anne é sua melhor representação em 50 anos!”
Germaine Ricord, cantora e amiga de Édith Piaf
“Anne Carrere pode milagrosamente capturar a alma de Piaf e habilmente reviver seu espírito…”
The New York Times
“A voz e a personalidade de Anne Carrere nos remetem a Édith Piaf no topo de sua carreira”
Bernard Marchois, Presidente do Comitê PIAF e diretor do Museu Piaf de Paris
“Anne Carrere é a voz de Piaf no século XXI”
El Diario, Mexico
ANNE CARRERE
Nascida em Toulon, sul de França, em 15 de agosto de 1985, Anne Carrere começou cedo nas artes, já cantando com apenas 3 anos, em família. Na autobiografia, escreveu: “Apaixonada pela música, passei a minha infância a aprender dança clássica, jazz, piano, solfejo, flauta transversal, teatro, comédia musical e CANTO” – assim mesmo, em maiúsculas.
Foi isso que a levou a diversos palcos e programas de televisão, aprendendo jazz vocal com Michel Pettruciani, sendo apresentada por Michel Fugain no seu programa “Attention Mesdames et Messieurs” e conhecendo a cantora Germaine Ricord, que nos anos 1960 fizera primeiras partes dos concertos de Piaf e acabou por ser decisiva no seu caminho artístico posterior.
Mas, Piaf chegou ainda mais cedo. “Ela entrou na minha vida quando eu tinha 3 anos”, diz Carrere. “Não imaginava que um dia iria fazer Piaf, nem que iria desempenhar esse papel num musical tão importante. A minha avó ouvia Piaf em casa e foi com ela que conheci as suas maiores canções, embora ainda não as entendesse naquela idade”.
“O que mais me dá prazer nesse espetáculo é poder interpretar as canções de Édith Piaf, bem como a oportunidade de cantar como quero. Porque eu não sou Édith Piaf, nem posso cantar como ela. Canto com a minha alma, com o meu corpo, com o que me dá a minha voz, as minhas emoções e sentimentos. É por isso que gosto do espetáculo. É sobre Piaf, mas não é uma imitação, o que correria o risco de parecer uma caricatura”.
A importância de Piaf, segundo Anne Carrere, não se perderá com o tempo. “Ela teve um grande sucesso na sua época, porque representava verdadeiramente uma história de vida, com vários infortúnios, e muita gente a conhecia não apenas pela sua música, mas também por esses episódios que viveu. Mas, Piaf atravessou o século e as suas canções tornaram-se intemporais, as letras são histórias que nos contam as coisas da vida, as emoções, e as melodias fazem já parte da vida das pessoas. Quando falamos de Piaf, falamos da sua vida, sobretudo, e naturalmente da sua carreira”.
Em 2014, Carrere passou no teste para ser escalada em musicais, começando pelo que celebrava os 100 anos de Édith Pìaf, com apresentações agendadas ao redor do mundo – em países como o Brasil, a Grécia, a Polônia e os Estados Unidos.
Anne Carrere, é desde então, a intérprete de Édith Piaf mais ouvida nos últimos tempos.
Postado por Allex Lourenço em 17/fev/2025 -
O Theatro Municipal do Rio de Janeiro, nos dias 20, 21, 22 e 23 de março, recebe novamente, após 40 anos, a montagem “A Floresta do Amazônica”, com a Cia de Ballet Dalal Achcar, de Dalal Achcar, um dos maiores nomes do balé nacional, que revolucionou a história da dança no Brasil. O espetáculo é apresentado pelo Ministério da Cultura, com patrocínio master do Instituto Cultural Vale, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, com produção da Aventura, de Aniela Jordan e Luiz Calainho.
O espetáculo “A Floresta do Amazônica” foi inspirado na sinfonia homônima escrita pelo renomado compositor brasileiro Heitor Villa-Lobos em 1958. Essa obra musical icônica retrata de forma única a exuberância da Amazônia. O projeto, celebra não apenas a grandiosidade da região, mas também faz alusão aos 64 anos de falecimento de Villa-Lobos, um talentoso compositor, instrumentista e regente.
O ballet contará com bailarinos e solistas, entre paraenses selecionados de audições, trazendo à cena a essência da brasilidade. Através dessa performance, busca-se reforçar o sentimento de pertencimento nacional e prestar reverência ao legado musical de Heitor Villa-Lobos.
A primeira versão da obra, criada pela coreógrafa Dalal Achcar em 1975, estreou no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, com os bailarinos da Associação de Ballet do Rio de Janeiro, tendo como protagonistas David Wall e a grande primeira-bailarina do Royal Ballet, Dame Margot Fonteyn. Agora, quarenta e oito anos depois de sua estreia, “Floresta Amazônica” volta aos palcos do TMRJ com a Cia de Ballet Dalal Achcar.
A montagem tem concepção, coreografia e mise en scène de Dalal Achcar – que trabalhou movimentos diferentes e inesperados dentro do universo do ballet clássico e inseriu ginástica natural e acrobacia – com cenários de Hélio Eichbauer, figurino de Jose Varona e Dalal Achcar e iluminação de Felício Mafra, somos transportados para dentro do coração da floresta.
Enredo
“Floresta Amazônica” é um balé em dois atos, conta a história do romance entre um homem branco e uma deusa indígena da floresta, que, por amor ao estrangeiro, transforma-se em mulher. A paixão entre eles é vista pelos índios como profana. Entretanto, é este amor que salvará a floresta da destruição causada por exploradores que invadem a aldeia em busca de plantas e aves raras.
A música de Heitor Villa-Lobos
Villa-Lobos foi inspirado por sua experiência pessoal na Região Amazônica, onde viveu por um período durante sua juventude. De acordo com sua biografia, ele ficou fascinado pelo ambiente exótico, a rica fauna e flora, e a cultura indígena que permeava a floresta. Essa admiração profunda levou o compositor a compor “A Floresta do Amazonas”, uma sinfonia que retrata a exuberância e a energia vital da maior floresta tropical do mundo.
A peça é dividida em várias partes, cada uma com uma atmosfera única e evocativa. Ela começa com uma seção chamada “Introdução”, que apresenta um tema majestoso, como uma preparação para a imersão nessa vasta floresta. Em seguida, vem a “Série dos Pássaros”, uma seção na qual Villa-Lobos utiliza instrumentos de percussão para imitar os diversos cantos e sons dos animais da Amazônia. Essa parte é considerada uma das mais impressionantes da obra, pois transmite a sensação de estar cercado pelos sons da natureza.
Outras seções notáveis incluem “Festa no Sertão”, um momento festivo com referências à cultura popular brasileira, e “Danças”, que combina elementos folclóricos com a música clássica, criando um movimento animado e ritmicamente empolgante. A peça culmina com um final grandioso e triunfante, encerrando a jornada musical pela Floresta Amazônica.
“A Floresta do Amazonas” é uma obra única que destaca a capacidade de Villa-Lobos de fundir elementos da música erudita ocidental com os ritmos e melodias da música popular e folclórica brasileira. Ela representa uma busca em trazer a natureza e a cultura brasileira para as salas de concerto, uma das marcas distintivas do estilo composicional de Villa-Lobos.
A música de Villa-Lobos, e em particular “A Floresta do Amazonas”, foi fundamental para consolidar o reconhecimento e a importância da música brasileira no cenário internacional. A obra é considerada um ponto alto de seu legado, retratando a riqueza e a diversidade do Brasil e da Amazônia de maneira vívida e emocionante.
HEITOR VILLA-LOBOS
Compositor (1887-1959)
Compositor, instrumentista, regente e professor brasileiro, começou a tocar violoncelo profissionalmente aos doze anos de idade. Preferia os grupos musicais populares do Rio de Janeiro ao estudo acadêmico. Viajou muito pelo Brasil antes de firmar-se como compositor, adotando em sua música a linguagem do modernismo europeu, ao lado de elementos folclóricos brasileiros. Estadas em Paris (1923-30) consolidaram sua posição como maior figura musical brasileira. Dedicou-se durante 15 anos a revolucionar a educação musical no Brasil de acordo com as tendências políticas da época.
Foi extraordinariamente produtivo, inaugurando uma linguagem viva e folclórica, representadas pelas “9 Bachianas Brasileiras” (1930-45), uma síntese da música europeia e brasileira, “Uirapuru”, poema sinfônico, “Valsa da Dor”, tema para piano, série dos “Quartetos de Cordas” além de uma série de “12 Choros” e o célebre “Trenzinho Caipira”. Duas das principais músicas de Villa-Lobos, as suítes “O Descobrimento do Brasil” e “Floresta Amazônica”, foram escritas originalmente para o cinema.
DALAL ACHCAR
(Coreógrafa)
Bailarina, professora e coreógrafa, Dalal nasceu no Rio de Janeiro. Iniciou seus estudos de balé com Pierre Klimov e teve grande influência artística de Madame Maria Makarova. Aprimorou seus conhecimentos em Paris, Nova York e Londres.
Dalal Achcar tornou-se, por suas diversas atividades e seu trabalho dinâmico, a mais importante educadora de dança do Brasil. Como coreógrafa, sua carreira inclui balés apresentados em vários centros internacionais como Los Angeles, São Francisco, Nova York, Hamburgo, Stuttgart, Tóquio, Havana e Santiago.
À frente da Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro e de seu Corpo de Balé, Dalal estabeleceu a tradição de apresentar produções de alta qualidade técnica e artística, como os Festivais de Inverno, O Quebra Nozes, Coppélia, Giselle, D. Quixote, Floresta Amazônica entre outros tantos, além de ser responsável pela vinda de importantes companhias de dança do mundo, como o Royal Ballet de Londres e o Ballet da Ópera de Paris, formando um público de centenas de milhares de pessoas que regularmente comparecem aos espetáculos.
Dalal criou várias coreografias premiadas entre as quais O Quebra Nozes (considerado pela crítica internacional uma das melhores montagens desse ballet). Don Quixote, Abelardo e Heloisa e Something Special apresentada em vários centros culturais internacionais.
Apaixonada pela dança e pela questão da educação, Dalal sempre viu Brasil como um país com imensa capacidade para se tornar um expoente mundial.
CIA DE BALLET DALAL ACHCAR
A Cia de Ballet Dalal Achcar baseia sua trajetória em mais de 50 anos de história ligada a dança de sua fundadora a diretora e coreografa Dalal Achcar, começando em 2001 quando ela criou a Cia Jovem de Ballet do Rio de Janeiro, dando oportunidade à jovens talentos de ingressar no mercado de trabalho nacional e internacional.
A Cia Jovem tornou-se a semente que, muito bem plantada, cresceu, deu frutos, sendo um deles o projeto A Dança como Poder de Transformação onde a Cia de Ballet Dalal Achcar está trabalhando lado a lado com os jovens talentos do projeto social.
A Cia BDA é formada por 20 bailarinos profissionais das mais variadas origens que trazem em sua bagagem amor pela dança e muitas histórias para compartilhar e dançar.
No trabalho de sua companhia Dalal une a técnica e arte com personalidade, emoção e identidade, acreditando que todo processo na humanidade passa pelo afeto.
Afeto em sua forma ampla infiltrando, despertando e levando as pessoas a aventurar-se nessa grande viagem que é a fruição.
O repertorio é trabalhado de forma universal com Clássicos e Contemporâneos, criados por renomados coreógrafos nacionais e internacionais, sem esquecer do trabalho experimental que traz o futuro, o novo.
Sobre o Instituto Cultural Vale
O Instituto Cultural Vale parte do princípio de que viver a cultura possibilita às pessoas ampliarem sua visão de mundo e criarem perspectivas de futuro. Tem um importante papel na transformação social e busca democratizar o acesso, fomentar a arte, a cultura, o conhecimento e a difusão de diversas expressões artísticas do nosso país, ao mesmo tempo em que contribui para o fortalecimento da economia criativa. Nos anos 2020-2022, o Instituto Cultural Vale patrocinou mais de 600 projetos em mais de 24 estados e no Distrito Federal. Dentre eles, uma rede de espaços culturais próprios, patrocinados via Lei Federal de Incentivo à Cultura, com visitação gratuita, identidade e vocação únicas: Memorial Minas Gerais Vale (MG), Museu Vale (ES), Centro Cultural Vale Maranhão (MA) e Casa da Cultura de Canaã dos Carajás (PA). Onde tem Cultura, a Vale está. Visite o site do Instituto Cultural Vale: institutoculturalvale.org
Sobre a Aventura
Fundada em 2008, e liderada por Aniela Jordan, diretora artistica e produção e geral, e por Luiz Calainho, diretor de marketing e negócios, a Aventura é referência na produção de espetáculos de altíssima qualidade, que tornou o mercado de teatro musical um dos principais segmentos da economia criativa no Brasil. A empresa se estabeleceu como uma grande aliada da multiplicidade artística, fundamental para o desenvolvimento social, econômico e cultural. A sua missão é transformar grandes ideias em realidade, criando fortes conexões entre marcas e projetos. São mais de 40 produções, de espetáculos inéditos e de versões da Broadway, como “Elis, a musical”, “A Noviça Rebelde”, “Sete”, “O Mágico de Oz”, “SamBRA”, “Chacrinha, o musical”, “Romeu & Julieta, ao som de Marisa Monte”, “Merlin e Arthur, um sonho de liberdade” e o infantil “Zaquim”. Em 2022, a produtora inovou com o primeiro musical em formato de série do país, o “Vozes Negras – A Força do Canto Feminino”, e com o musical “Seu Neyla”, apresentado em dois palcos com o uso da internet para criar uma experiência diferenciada no espectador, além de estrear uma parceria com a Disney – Pixar com o espetáculo “Pixar in Concert”. Com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, criou a Cia Stone de Teatro, projeto de teatro itinerante no interior do Brasil e é a responsável pela produção da Cia de Ballet Dallal Achcar. Ao todo, foram mais de 3,8 mil apresentações e cerca de 4,5 milhões de espectadores, números que não param de crescer.
SERVIÇO
Dias e horários:
19 MAR – ensaio geral aberto para estudantes rede pública / palestra
20 e 21 MAR – 20H
22 e 23 MAR – 16H
Duração: 1h e 30 minutos (com intervalo)
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Classificação livre
Postado por Allex Lourenço em 25/fev/2025 -

A Série Música no Assyrio, criada há quatro anos, pela violinista da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Suray Soren, inicia 2025 com Um Encontro com Chiquinha Gonzaga, uma homenagem ao Dia Internacional da Mulher e aos 90 anos de falecimento da compositora, pianista e maestrina brasileira. O espetáculo é formado por Georgia Szpilman (soprano do TMRJ); Maria Luisa Lundberg (piano) e Moisés Santos (1º clarinete OSTM). Szpilman e Lundberg fazem uma retrospectiva política e social da época, em um bate-papo com a plateia, revivendo as ousadias e vitórias da renomada musicista brasileira. As apresentações da Série acontecem de quinze em quinze dias, nos domingos, às 11h, sempre a preços populares: R$40 (inteira) e R$20 (meia-entrada). Um Encontro com Chiquinha Gonzaga será no dia 16 de março, às 11h. Os ingressos estarão disponíveis a partir do dia 6 de março através do site www.theatromunicipal.rj.gov.br ou na bilheteria do Theatro.

Repertório:
Abre-Alas, Anita, Machuca, Corte na Roça, Mulatinha, Meditação, A Feijoada Brasileira, Não insista Rapariga, Lua Branca, Corta Jaca, Água da Fonte do Vintém, Tango Brasileiro para Piano, Beijo, Atraente, Flor Amorosa e Valsa do Amor.
Serviço:
Estreia da Quarta Temporada Música no Assyrio
Um Encontro com Chiquinha Gonzaga
Data: 16 de março (domingo)
Horário: 11h
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Centro
Entrada pelo Boulevard da Av. Treze de Maio
Preços populares: R$40 (inteira) e R$20 (meia-entrada) na bilheteria do Theatro ou através do site www.theatromunicipal.rj.gov.br a partir do dia 6 de março
Classificação: Livre
Duração: 50 minutos
Assessoria de imprensa TMRJ:
Cláudia Tisato – 21 99256 7350
Assessora Chefe de Comunicação TMRJ:
MariettaTrotta – 21 99519 5270
Postado por Allex Lourenço em 17/fev/2025 -
Para dar início à Temporada 2025, a OSB Jovem apresenta um concerto de abertura especial, conduzido pelo regente titular do grupo, Anderson Alves. A apresentação será no dia 8 de março, às 19h, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, com um programa dedicado a compositoras de destaque na música sinfônica.
O concerto começa com a Sinfonia nº1, de Emilie Mayer e, em seguida, a orquestra interpreta a Suíte Callirhoe, Op. 37, de Cécile Chaminade, conhecida por suas composições refinadas. Fechando a apresentação, a Abertura The Wreckers (Os Destruidores), de Ethel Smyth, uma das figuras mais importantes do movimento feminista na música clássica.
PROGRAMA:
EMILIE MAYER – Sinfonia No. 1 em Dó menor
I. Adagio – Allegro energico
II. Adagio
III. Allegro vivace – Minuetto. Moderato – Allegro vivace
IV. Finale. Adagio – Allegro
– INTERVALO –
CÉCILE CHAMINADE – Suíte Callirhoe Op.37
I. Prelúdio
II. “Sem cachecóis”
III. Scherzettino
IV. “Sem pratos”
ETHEL SMYTH – Abertura “The Wreckers” (“Os destruidores”)
SERVIÇO:
OSB Jovem | Concerto de Abertura da Temporada 2025
Dia 8 de março (sábado), às 19h
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro (Praça Floriano, S/N – Centro – Rio de Janeiro, RJ)
Ingressos:
Frisas e Camarotes: R$60 (R$30 meia) | Plateia/Balcão Nobre: R$60 (R$30 meia) | Balcão Superior: R$40 (R$20 meia) | Balcão Superior Lateral: R$30 (R$15 meia) | Galeria: R$25 (12,50 meia) | Galeria Lateral: R$15 (R$7,50 meia)
MAIS INFORMAÇÕES PARA IMPRENSA:
Érica Avelar
erica.avelar@osb.com.br
(21) 98119-4559
Gabriella Pereira
gabriella.pereira@osb.com.br
(21) 98029-7593
Postado por Allex Lourenço em 10/fev/2025 -

A Festa da Primavera Chinesa é o maior feriado anual do país e marca a comemoração do ano novo, simbolizando a esperança por novos tempos. A tradição milenar – comemorada em janeiro – também será celebrada no Brasil. No dia 19 de fevereiro, às 19h, a Orquestra Forte de Copacabana convida para o Festival da Primavera, uma noite de atividades gratuitas dedicadas à cultura chinesa, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. O destaque é o concerto em celebração à data, com a ilustre participação da soprano Marília Vargas, que se une ao grupo na execução das tradicionais obras chinesas “Minha Pátria” e “I Love You, China”. A apresentação abre o ano de atividades da Orquestra, que foi reconhecida em outubro de 2024 como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado do Rio de Janeiro.
Além de canções chinesas, o repertório contará com clássicos da Música Popular Brasileira. A regência é de Luiz Potter e a direção artística é de Márcia Melchior. A noite ainda terá apresentações da Dança do Leão e da Dança do Dragão, tradicionais números artísticos chineses.
Também serão distribuídos, gratuitamente, 500 exemplares do livro “CNOOC – A Inteligência do Futuro” (Editora Fórum da Cultura), primeiro livro em quadrinhos do cantor e compositor Antonio Carlos, da dupla Antonio Carlos e Jocafi, que também é diretor musical do projeto. A obra é direcionada ao público jovem e infanto-juvenil, traz aspectos da cultura chinesa e brasileira, e é escrita em português e mandarim. Uma oportunidade para o público presente conhecer um pouco mais sobre o país asiático.
“É com imensa emoção que organizamos este evento e o concerto especial em homenagem ao Festival da Primavera, a vibrante celebração do Ano Novo Chinês. Não é apenas uma oportunidade de encantar o público com a riqueza musical e cultural da China, mas também um passo importante para fortalecer os laços entre nossas culturas. A música tem o poder de unir povos, contar histórias e criar pontes, e é uma honra para a Orquestra Forte de Copacabana levar essa tradição milenar aos cariocas”, diz Márcia Melchior, diretora artística da Orquestra e presidente da Associação de Arte e Cultura RioMont, que promove o intercâmbio cultural entre Brasil e China.
Em dezembro de 2024, a Organização das Nações Unidas para a Educação e a Cultura (Unesco) inscreveu a Festa da Primavera na lista representativa do Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, o que é considerado um passo muito importante para o reconhecimento, valorização e disseminação da cultura chinesa globalmente. O Festival da Primavera é realizado pela Orquestra Forte de Copacabana em parceria com o Consulado Geral da República Popular da China no Rio de Janeiro. O patrocínio é da CNOOC, por meio da Lei Rouanet.
Orquestra realizou sua primeira turnê à China em setembro de 2024
O Festival da Primavera vem reforçar a vocação da Orquestra Forte de Copacabana de promover a cultura chinesa no Brasil. Em 2024, por exemplo, o grupo foi convidado para fazer uma turnê na China, se apresentando para importantes personalidades, como o vice-presidente Han Zheng e em locais nobres, como a Beijing University e a Beijing Technology and Business University. A viagem fez parte de uma série de atividades culturais em comemoração aos 50 anos de amizade diplomática entre os países, que incluíram também atividades no Brasil. Na ocasião, a Orquestra enviou uma carta ao Presidente Xi Jinping, agradecendo ao apoio da China ao grupo, que foi respondida por ele na ocasião do G20, gerando grande repercussão na mídia chinesa. Por sua vez, a soprano Marília Vargas também possui vínculos com a China. Ela cantou para o Presidente Xi Jinping durante o G20, no Brasil.
Sobre a Orquestra Forte de Copacabana
A Orquestra Forte de Copacabana teve início apenas com violões, mas hoje possui uma formação de big band e reúne instrumentos como clarineta, flauta transversa, saxofone, trompete, trombone e uma base formada por violão, baixo, guitarra, teclado, percussão e bateria. Os jovens são convidados a apresentar músicas do repertório tradicional da MPB, muito conhecido pelo público, assim como músicas belíssimas de grandes nomes da nossa música, porém não tão conhecidas pelo grande público. Em outubro de 2024, o grupo foi registrado como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado do Rio de Janeiro.
O projeto é idealizado pelo Instituto Rudá, por meio da Lei Rouanet – Lei de Incentivo à Cultura e conta como mantenedora a CNOOC – PETROLEUM BRASIL e o Grupo Shalom como patrocinador master. Já o patrocínio é da TIJOÁ Energia. O projeto conta ainda com o apoio cultural da FHE-POUPEX e da Associação de Arte e Cultura RioMont.
O Instituto Rudá é especializado em gestão de orquestras, e com idealização da produtora e empresária Márcia Melchior, a Orquestra Forte de Copacabana é formada por
28 jovens que possuem de 13 a 21 anos, alunos da rede pública de ensino. Os componentes ensaiam uma vez por semana no Forte de Copacabana e ainda contam com ensino de apoio, como aulas de inglês. A Orquestra também é parceira da Orquestra Shalom, que a acompanha há 12 anos.
“O objetivo da Orquestra é capacitar os jovens para que eles cheguem a ingressar em orquestras profissionais, em orquestras das Forças Armadas, e que tenham um caminho profissionalizante, graças à música. Felizmente, ao longo dos anos, diversos estudantes da Orquestra ingressaram em projetos musicais e culturais, na academia, alguns chegando mesmo ao doutorado. Essa é a nossa maior missão”, diz Márcia Melchior.
Festival da Primavera, com a Orquestra Forte de Copacabana
Data: 19 de fevereiro, quarta-feira
Horário: 19h
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Praça Floriano, S/N – Centro, RJ Grátis. Livre.
Acesse o site oficial da OFC: www.orquestrafortedecopacabana.com.br/
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