Arquivo de março 29America/Sao_Paulo 2023

TMRJ recebe o concerto “Pixinguinha Sinfônico”, em homenagem ao Dia do Choro

Postado por Daniel Bruschi em 29/mar/2023 -

A Orquestra Sinfônica Jovem Fluminense se apresenta no icônico Theatro Municipal para o concerto “Pixinguinha Sinfônico”, em homenagem ao Dia Nacional do Choro. A apresentação será no próximo dia 24/4, segunda-feira, às 19h, com obras do mestre Pixinguinha no repertório. Serão 54 músicos com idades entre 18 e 22 anos, todos alunos da rede pública de ensino do Estado do Rio de Janeiro, no palco, nesta programação que terá as participações especiais da flautista Aline Silveira e do bandolinista Bruno Rian, solitas, professores, pesquisadores e com carreiras consagradas neste ritmo musical. Os ingressos têm preços populares: R$ 2 e R$ 1 (meia-entrada).

Os integrantes da Orquestra Sinfônica Jovem Fluminense, sob a batuta do maestro Anderson Alves, tocarão instrumentos como violino, viola, violoncelo, contrabaixo acústico, flauta transversal, clarineta, trompete, trombone, trompa, fagote e percussão. O grupo faz parte do projeto sociocultural Geração de Sons, que tem como meta formar novos jovens músicos para transformar suas vidas, e de seus familiares, a partir do reconhecimento de oportunidades e acesso à cultura do país.

Eles recebem aulas de formação gratuitamente, acesso a todos os instrumentos e também a infraestrutura adequada para ensaios, viagens e apresentações diversas. A orquestra tem patrocínio da CAIXA e Governo Federal, além de apoio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro e Fundação Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

REPERTÓRIO

PIXINGUINHA SINFÔNICO

ORQUESTRA SINFÔNICA JOVEM FLUMINENSE

Aline Silveira (flauta), Bruno Rian (bandolim) Direção musical e regência: Anderson Alves

PROGRAMA

Anderson Alves | Pixinguinha – Suíte Pixinguinha (I – Uma Rosa para Glória)

Pixinguinha | Adap: Anderson Alves – PULA SAPO

Pixinguinha | Vinícius de Moraes | Adap: Anderson Alves – LAMENTOS

Patápio Silva | Orq: Anderson Alves – SONHO (para flauta e orquestra)

Jacob do Bandolim | Arr: Anderson Alves – O VÔO DA MOSCA (para bandolim e orquestra)

Pixinguinha | Arr: Anderson Alves – Suíte Pixinguinha (II – Os Oito Batutas) Anderson Alves | Pixinguinha – Suíte Pixinguinha (IV – Segura Seu Lourenço), para flauta, bandolim e orquestra

Jacob do Bandolim | Arr: Anderson Alves – SANTA MORENA

Pixinguinha | Adap: Anderson Alves – CERCANDO O FRANGO

Pixinguinha | Adap: Anderson Alves – QUEM É VOCÊ?

Anderson Alves | Pixinguinha – Suíte Pixinguinha (V – Ainda me Recordo)

Sobre a ORQUESTRA SINFÔNICA JOVEM FLUMINENSE

A orquestra é formada por alunos da rede pública de ensino do Rio de Janeiro, com idades entre 18 e 22 anos e parte do programa sociocultural Geração de Sons, que tem patrocínio da CAIXA. Eles integram polos de estudos em diversos bairros da cidade, como em Santa Cruz e em Duque de Caxias. A orquestra, com jovens entre dezoito e vinte e dois anos, tem como objetivo fortalecer e proporcionar a experiência dos jovens para o mundo do trabalho, prepará-los para as universidades, orquestras profissionais e bandas militares. A parceria oferece, para estas crianças e jovens, aulas gratuitas de formação musical em violino, viola, violoncelo, trompa, trombone, trompete, tuba, clarineta, contrabaixo acústico, flauta doce, flauta transversal, percussão e canto e coral.

Um caminho para a conquista de representatividade social para todos os envolvidos, e já muito além do sonho, com a formação da OSJF e sua estreia no dia 23 de agosto, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, com a participação mais que especial do cantor e compositor, João Bosco. Além da apresentação no dia 29 de agosto pela celebração do Dia Mundial da Juventude, realizada pelos grupos musicais formados pelo polo de estudos do projeto no bairro de Santa Cruz e concertos realizados em celebração ao Bicentenário da Independência.

SERVIÇO

Pixinguinha Sinfônico – Concerto em Comemoração ao Dia do Choro

Dia 24/4/2023

19h

Com a Orquestra Sinfônica Jovem Fluminense

Maestro – Anderson Alves

PATROCÍNIO:

Patrocínio: CAIXA e Governo Federal

Apoio: Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro e Fundação Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Praça Floriano, S/N – Centro, Rio de Janeiro

Telefone: (21) 2332-9191

Capacidade – 2.361 lugares

Classificação Livre

Ingressos – R$2 e R$1 (meia-entrada)

FOTOS

Download pelo link: https://we.tl/t-z2J0BMdnkc

Sobre os convidados solistas

Aline Silveira é flautista, professora e pesquisadora. Estudou com grandes nomes da música como Odette Ernest Dias, Altamiro Carrilho, Nelson Nilo Hack e Adamo Prince. Solou com a Orquestra de Câmara Pró-Música e Orquestra de Jazz Pró-Música. Gravou Cds com gêneros e repertórios diferenciados. Tem tocado, ao longo de sua trajetória musical, em duos, trios, orquestras de câmara, quartetos de sopro, grupos de choro e peças teatrais em Minas Gerais e Rio de Janeiro. Foi atriz e musicista do Grupo de Teatro Art-Vida, fundado e dirigido por Guaraci Silveira, em Juiz de Fora. Foi professora e coordenadora, durante seis anos, de um potente Projeto de Educação Musical na cidade de Paraty intitulado Educanção. Mestre em música pela Escola de Música UFRJ e doutora em educação pela PUC-Rio, atualmente é coordenadora geral dos Cursos de Extensão em música da Escola de Música da UFRJ e professora no curso de especialização em educação infantil da PUC-Rio, dando aulas especialmente na temática da educação musical e infância. Atualmente integra os grupos musicais ESPEM – Espaço e Palco Música, Viver com Yiddish, Conjunto de Choro Sarau e Sexteto Reviravolta.

Bruno Rian é bandolinista, professor e pesquisador. Tem uma vasta carreira no mundo do choro brasileiro, tendo realizado centenas de shows e várias gravações de CDs. É membro fundador do Conjunto de Choro Sarau e conselheiro do Instituto Jacob do Bandolim. Participou da gravação de diversos Cds de choro e de outros com gêneros e repertórios diferenciados. Trabalhou, dando aulas de bandolim, no projeto social Acordes da Vila, projeto de educação musical – Educanção – na cidade de Paraty, na Escola de música Vila Lobinhos e outros. Tem tocado, ao longo de sua trajetória musical, ao lado de ícones da música brasileira, como seu pai, Déo Rian, Altamiro Carrilho, Silvério Pontes, Zé da Velha, Paulinho da Viola, Conjunto Época de Ouro, Regional Imperial, dentre inúmeros outros. Atualmente integra os grupos musicais Conjunto de Choro Sarau, ESPEM – Espaço e Palco Música, Viver com Yiddish e Sexteto Reviravolta.

Série Celebrações tem início com Tchaikovsky no TMRJ

Postado por Daniel Bruschi em 29/mar/2023 -

Um Concerto Sinfônico em homenagem a um dos maiores gênios da música erudita, Tchaikovsky, que completa 130 anos de falecimento, é o ponto de partida da Série Celebrações do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.  Com realização AATM e patrocínio Ouro Petrobras, a Série chega aos palcos com uma grande novidade: no dia 20 de abril, quinta-feira, às 12h, a estreia será com o projeto Municipal ao Meio-Dia, que acontecerá em horário alternativo, a preços bem populares: R$2,00 (dois reais). No dia 22 (sábado), o Concerto acontecerá às 17h, dentro da programação habitual do Theatro.

O Concerto para violino em Ré Maior, Opus 35 e Concerto para piano nº 1 em si bemol menor, Opus 23, serão executados pela Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal junto com os solistas Ricardo Amado (violinista/spalla) e Alvaro Siviero (pianista). A regência será de Felipe Prazeres, maestro titular da OSTM.

“Com o espetáculo em homenagem a Tchaikovsky, o Theatro Municipal tem a oportunidade de inaugurar o projeto Municipal ao Meio-Dia, que oferece ingressos a apenas R$2. É mais um passo que damos rumo à democratização de acesso ao Theatro, aproximando o carioca dessa instituição centenária”, afirmou Clara Paulino, presidente da Fundação Theatro Municipal.

“O Concerto n.1 para piano e orquestra de Tchaikovsky é, dentro do repertório pianístico, dos mais celebrados. Grandes passagens virtuosísticas do piano caminham de mãos dadas com uma orquestração riquíssima, que resvala o celestial. Esse concerto, em especial, pede ao solista uma entrega ainda mais plena, devido ao forte caráter fortemente romântico da obra. Todas as vezes que o interpreto revigoro minha vida como músico. Tenho a certeza, assim espero, que os presentes também saiam desta apresentação renovados, revigorados, transformados. Essa é a finalidade da boa música” – afirma o pianista Álvaro Siviero.







Foto: Jefferson Pancieri – Álvaro Siviero

Sobre Álvaro Siviero

O paulistano Alvaro Siviero é um apaixonado pelo piano, acumulando passagens por países como Alemanha, Portugal, Itália, USA, República Tcheca, Emirados Árabes, Áustria, Polônia, França, Inglaterra, Suíça, Argentina, Chile, Equador, África do Sul, Ilhas Maurício, Ilhas Reunião, Holanda, Espanha, Uruguai e Peru, apresentando-se em turnês com a London Festival Orchestra, Budapest Chamber Orchestra, Russian Virtuosi of Europe, The City of Prague Philharmonic Orchestra, Orquestra Académica de Madrid, Polska Filharmonia Baltycka, Sinfonia Rotterdam, Wiener Kammersymphonie, Orquesta Sinfónica de Loja, Cape Town Philharmonic Orchestra, Salzburg Chamber Soloists e I Musici de Montreal, além de ser solista convidado de diversas orquestras brasileiras, tais como a Orquestra Sinfônica Brasileira, Sinfônica de Brasília, Sinfônica de Goiânia, Sinfônica do Paraná, Sinfônica de Sergipe, Sinfônica de Santos, Sinfônica de Campinas, entre outras. Siviero foi o primeiro brasileiro a participar do curso de imersão na obra de Beethoven na Casa Orfeo-Fondazione Wilhelm Kempff, em Positano. Em 2007, realizou recital particular ao Papa Bento XVI, em Aparecida, São Paulo, quando da visita do Romano Pontífice ao Brasil. Em 2009, foi o artista que representou o Brasil no histórico Encontro Mundial de Artistas, celebrado na Capela Sistina, em Roma. Em 2011, em Maiorca, realizou o recital oficial de reabertura do verdadeiro local onde Chopin residiu na Cartoixa de Valldemossa. Especializado em multiculturalidade pelo Lesley College (Cambridge), graduado em Física pela Universidade de São Paulo e autor de blog sobre música clássica no jornal O Estado de São Paulo, Siviero recebeu a Comenda da Ordem do Mérito Cultural Carlos Gomes como reconhecimento por sua incansável dedicação à cultura e pelos serviços culturais prestados.

Foto: Junior Barros – Ricardo Amado, spalla da OSTM durante um dos concertos da Casa
Foto: Lipe Portinho – Ricardo Amado

Sobre Ricardo Amado

Ricardo Amado é Natural de Uberlândia MG, iniciou seus estudos com os professores Micheli Virno, Klemes César Pires e Jurandy Poty Maurício. Posteriormente graduou-se em Licenciatura em Música na UnB – Universidade de Brasília, e paralelamente, continuou seus estudos com o Prof. Nicolas Merat. A partir de 1987 foi aceito e é aluno do Prof. Paulo Bosisio, concluindo o Bacharelado com o Prof. Paulo Bosisio na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO. Em 1989, foi vencedor do Concurso Nacional de Piracicaba e ainda no mesmo ano, obteve o primeiro prêmio e a designação de “Melhor Intérprete de Música Brasileira”, no Concurso Nacional para Instrumentistas de Cordas de Juiz de Fora. Conquistou também o primeiro prêmio no concurso “W. A. Mozart”, realizado pela Orquestra de Câmara da USP, em 1991. Já se apresentou como solista de diversas orquestras, dentre elas, a Orquestra Sinfônica Brasileira e a Orquestra Sinfônica Nacional, Orquestra Filarmônica do Espírito Santo, Orquestra Experimental de Ouro Preto, Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro com os maestros : Isaac Karabtchevsky, Carlos Moreno, Felipe Prazeres, David Machado, Roberto Duarte, Nelson Nilo Hack, Sílvio Viegas, Rodrigo Toffolo, Sílvio Barbato, Helder Trefzger, Carlos Prazeres , dentre outros grandes maestros. É spalla da Orquestra Petrobras Sinfônica desde junho de 2013, onde foi aprovado em concurso público em 2011, também é spalla do Theatro Municipal do Rio de Janeiro desde 2002, vem desenvolvendo um trabalho na divulgação da música de câmara brasileira como a gravação da integral das sonatas de Villa-Lobos junto ao pianista Flávio Augusto lançada pela Academia Brasileira de Música, com o Trio Aquarius, juntos desde 1991 e também em turnê com o Quarteto Atlas, em julho de 2018, pelas salas de concerto da Itália e Áustria, sempre divulgando a música brasileira juntamente com outros grandes compositores.

Ficha Técnica:

Solistas: Ricardo Amado – violino / Álvaro Siviero – Piano

Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal (OSTM)

Regente: Felipe Prazeres

Direção artística Theatro Municipal: Eric Herrero

Serviço:

Concerto Sinfônico – Série Celebrações

P.i. Tchaikovsky – 130 anos de falecimento

Concerto para violino em Ré Maior, Opus 35

Concerto para piano, Opus 23

Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Endereço: Praça Floriano, s/nº – Centro

Classificação: Livre

Haverá uma palestra gratuita antes de cada espetáculo.

Palestra do dia 20 de abril, 11h45, na Sala de Espetáculos

Uma Conversa sobre Tchaikovsky

Com Eric Herrero e Antonella Pareschi,

Palestra do dia 22 de abril, 16h, no Salão Assyrio

Tchaikovsky e o brilho da orquestração

Com Priscila Bomfim e Álvaro Siviero

Mediação Jayme Chaves

Dia 20 – pré-estreia às 12h (ingressos a R$2,00) – Municipal ao Meio-Dia

Dia 22 – às 17h (preços da tabela)

Preços dos ingressos:

Frisas e Camarotes – R$60,00 (ingresso individual) ou R$360,00 (6 lugares)

Plateia e Balcão Nobre – R$40,00

Balcão Superior – R$30,00

Balcão Superior Lateral – R$30,00

Galeria Central – R$15,00

Galeria Lateral – R$15,00

Ingressos à venda através do site theatromunicipal.rj.gov.br (https://theatromunicipalrj.eleventickets.com/#!/evento/425b777d1fc9fe47c28a8795c6a2255f7ee615f2) ou na Bilheteria do Theatro

Lei de incentivo à cultura

Patrocínio Ouro Petrobras

Apoio: Livraria da Travessa, Rádio MEC, Rádio SulAmérica Paradiso, Rádio Roquette Pinto – 94.1 FM

Realização Institucional: Fundação Teatro Municipal, Associação dos Amigos do Teatro Municipal

Realização: Secretaria de Cultura e Economia Criativa, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Petrobras, por meio do programa Petrobras Cultural, Governo Federal.

16/04 – Música no Assyrio Apresenta o Grupo Metalizando Ensemble

Postado por Daniel Bruschi em 22/mar/2023 -

Com um repertório extenso e obras que abrangem todos os períodos da música ocidental, desde as mais tradicionais, compositores contemporâneos, até músicas de temas de filmes, videogame e musicais, o Música no Assyrio apresenta o grupo Metalizando Ensemble, no domingo, dia 16 de abril, às 11h, com preços populares.

Formado pelos principais músicos atuantes nas grandes orquestras do Rio de Janeiro, (Orquestra Sinfônica Brasileira, Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Orquestra Petrobras Sinfônica e Orquestra Sinfônica da UFF), o grupo Metalizando tem como objetivo a produção de espetáculos com grupo de câmara formado por instrumentos de metais e percussão. Dentro do repertório, a proposta é executar obras escritas originalmente para formação e transcrições dessa coletânia já consagrada em outras formações orquestrais, transitando entre os clássicos de Mozart e Beethoven, passando por compositores mais modernos como Chiquinha Gonzaga e estreando obras de compositores atuais como o carioca Gilson Santos. Como formação principal, a utilização do naipe de metais de orquestras sinfônicas, trompetes, trombones, trompas, tubas e eufônios, além de instrumentos de percussão e tímpanos.

O Metalizando Ensemble foi fundado pelos maestros Eliézer Rodrigues e Ricardo Santos, amigos de longa data, que sempre tiveram vontade de mostrar a versatilidade dos seus instrumentos: os metais. Trata-se de um grupo que busca a qualidade musical e o impacto sonoro com muita irreverência e diversão, levando esta formação camerística para diferentes plateias.

Sobre o “Concerto- Metaverso Musical’

Para aqueles que pensam que os instrumentos de metais e percussão são instrumentos de “acompanhamento” para cordas ou madeiras em uma orquestra sinfônica, ou são aqueles instrumentos que servem apenas para a fanfarra da escola ou para bandas, ficarão surpresos com esse concerto! O repertório para grupos compostos por apenas instrumentos de metais e percussão é bem grande. Compositores de todas as nacionalidades já escreveram músicas para uma formação como essa, ou já realizaram adaptações de repertório sinfônico para tal. O concerto “Metaverso Musical” tem o objetivo de apresentar ao público esse vasto, fascinante e emocionante repertório, com o intuito de difundir a música clássica e instrumental de uma forma leve e engraçada, deixando a seriedade da música erudita de lado, usando brincadeiras e a participação da plateia diretamente nos concertos, transitando entre os gêneros musicais e períodos, trazendo uma verdadeira experiência de qualidade e variedade musical. Entre os grandes nomes; Mozart, Chiquinha Gonzaga, Jessé Sadoc,Gilson Santos, Eric Ewazen, Strauss, Gabrielli, Shostakovich, Tom Jobim entre outros…

Serviço:

Música no Assyrio – Metalizando Ensemble – Concerto- Metaverso Musical

Data: 16 de abril (domingo)

Horário: 11h

Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Centro

Entrada pelo Boulevard da Treze de Maio

Preços populares: R$20,00 (inteira) e R$10,00 (meia – entrada)

na bilheteria do Theatro

Classificação: Livre

Duração: 70 minutos 

Assessoria de Imprensa TMRJ:

Cláudia Tisato – tisato.cultura@gmail.com

Assessor Chefe de Comunicação TMRJ

Felipe Gelani – gelani.tmrj@gmail.com

Um dos Balés mais famosos do mundo está de volta ao TMRJ – “GISELLE”

Postado por Daniel Bruschi em 15/mar/2023 -

Giselle, um dos balés mais famosos do mundo, que estreou em 1841 na Ópera de Paris, está de volta ao palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Com realização AATM e patrocínio Ouro Petrobras, música de Adolphe Adam, libreto de Théophile Gautier e concepção e adaptação de Hélio Bejani e Jorge Texeira (segundo Jean Coralli e Jules Perrot), a temporada estreia no dia 5 de abril, às 19h e contará com dez récitas – sendo uma apresentação fechada para escolas públicas – com a participação do Ballet e da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal (BTM), sob a regência do maestro Jésus Figueiredo.

No libreto imaginado pelo grande poeta do romantismo francês Gautier, a jovem camponesa Giselle é traída e morre de amor, voltando para vingar-se do amante traidor na forma de uma Willi – espíritos de virgens que morreram antes de se casarem. Vingativas, elas fazem dançar até a morte os homens que encontram na estrada, às altas horas da noite.

Uma das curiosidades de Giselle é ser um dos poucos balés dançados ainda em tutu romântico – ou seja, saias das bailarinas na altura da panturrilha que remontam as crinolinas da segunda metade do século XIX. Giselle exige técnica e emoção de seus intérpretes, cuja expressão facial conta muito na apresentação da obra. O papel de Giselle é um dos mais ambicionados do repertório, já que exige tanto perfeição técnica, quanto graça e lirismo.

Várias das mais habilidosas bailarinas do mundo representaram esse papel ao longo dos tempos: as célebres Margot Fonteyn, Yvette Chauviré, Natalia Makarova e Carlotta Grisi (para quem o papel foi criado); O Theatro Municipal conheceu Giselle pela primeira vez em 27 de outubro de 1913, dançado pela Companhia de Bailados Russos de Diaghilev e por suas maiores estrelas, Tamara Karsavina e Vaslav Nijinski. Nosso Corpo de Baile apresentou-o pela primeira vez em 21 de novembro 1951, com coreografia de sua diretora Tatiana Leskova, que também dançou o papel título. Na vesperal do dia 25, Berta Rosanova deve ter sido a primeira brasileira a dançá-lo em sua versão completa. Duas de suas grandes intérpretes foram as primeiras bailarinas do TMRJ, Aurea Hämmerli e Ana Botafogo.

Depois de anos apresentando a tradicional produção de Sir Peter Wright, o BTM mostra uma versão baseada na coreografia original de Jean Coralli e Jules Perrot. A iluminação é assinada por Paulo Ornellas, a cenografia é de Manuel Puoci e o figurino de Tânia Agra. A direção artística do Theatro Municipal do Rio de Janeiro é de Eric Herrero.

A Presidente da Fundação Teatro Municipal, Clara Paulino, comemora a estreia de Giselle nesta nova temporada de dança do ano:

“Giselle é um clássico dos ballets. O espetáculo foi encenado no Theatro Municipal algumas vezes, sempre com grande sucesso. Atendendo às demandas do público, encenamos essa obra novamente, como o primeiro título de balé de 2023. Também é uma data muito especial, pois será a última interpretação de Giselle da nossa primeira bailarina, Cláudia Mota.

“Dando sequência à nossa temporada artista 2023, o Theatro Municipal traz seu primeiro ballet do ano: Giselle! A mais tradicional companhia de ballet brasileira no palco mais importante do país. Com os solistas Claudia Mota, Márcia Jaqueline, Juliana Valadão, Marcella Borges, Manuela Roçado, Cícero Gomes, Filipe Moreira e Rodrigo Hermesmeyer. Uma alegria enorme poder oferecer ao público espetáculo de tão alta qualidade artística e técnica!”, ressaltou o diretor artístico do Theatro Municipal, Eric Herrero. 

“Considerando a importância de nossa Companhia dentro da tradição dos grandes clássicos de repertório e sendo a única no país a preservar estas características apresentamos o Ballet Giselle, uma das obras mais importantes no cenário mundial. Com esta versão procuramos passar com clareza todas as sensações necessárias para que o público, mesmo sem conhecer o libreto, possa sentir a dramaticidade e perceber as variações emocionais sugeridas dentro das características de cada personagem”- afirma Hélio Bejani, diretor geral de Giselle.

 “Giselle é a mais conhecida obra do compositor Adolphe Charles Adam, compositor francês, do período romântico da música. Ele escreve dezenas de óperas e 14 balés, além de muitas cantatas como Oh Noite Santa! reconhecida canção natalina. O ballet Giselle foi criado em 1841 e se tornou uma referência, não só na parte coreográfica, mas também na parte musical, influenciando vários outros compositores das gerações seguintes, entre eles o próprio Tchaikovsky. Adam utiliza formas musicais muito curtas, porém sempre muito bem construídas e bem interessantes e belas” – destaca o maestro Jésus Figueiredo.

Ficha Técnica:

Solistas: 

5 e 15 de abril Cláudia Mota e Cícero Gomes

6 e 11 de abril   Marcella Borges e Filipe Moreira

8,13 e 16 de abril – Márcia Jaqueline e Cícero Gomes

9 e 14 de abril – Juliana Valadão e Filipe Moreira

12 de abril – Manuela Roçado e Rodrigo Hermesmeyer 

Ensaiadores: Jorge Texeira, Aurea Hammerli, Cristiane Quintan, Mônica Barbosa, Priscila Albuquerque

Figurino: Tânia Agra 

Iluminação: Paulo Ornellas

Cenografia: Manoel Puoci

Confecção: Pará Produções e Eventos

Concepção e Adaptação: Hélio Bejani e Jorge Texeira, segundo Jean Coralli e Jules Perrot

Balé e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal

Regência: Jésus Figueiredo 

Direção Geral: Hélio Bejani

Direção Artística do TMRJ: Eric Herrero

Serviço: 

Giselle com Balé e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal

Ballet dramático em 2 atos

Música: Adolphe Adam, revisada por Joseph Horovitz

Libreto: Théophile Gautier, segundo Heinrich Heine

Duração:

Primeiro ato de 70 minutos, intervalo de 20 minutos, segundo ato de 60 minutos.

Datas: 5, 6, 8, 12, 13, 14 e 15 – 19h / Dias 9 e 16 – 17h / Dia 11 às 14h (somente escolas)

Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Endereço: Praça Floriano, s/nº – Centro

Classificação: Livre

Haverá uma palestra gratuita uma hora antes de cada espetáculo, realizada no Salão Assyrio. Segue a lista dos palestrantes e temas:

5/4, quarta-feira – 18h – Salão Assyrio (récita 1)

∙         Os criadores de Giselle –Jayme Chaves e Paulo Melgaço

6/4, quinta-feira -18h – Salão Assyrio (récita 2)

∙         O Romantismo na música e na literatura – Edvan Moraes e Jayme Chaves

8/4, sábado -18h – Salão Assyrio (récita 3)

∙         O Ballet Romântico – Teresa Augusta e Paulo Melgaço

9/4, domingo- 16h – Salão Assyrio (récita 4)

∙         Giselle no TMRJ – Paulo Melgaço

11/4, terça-feira – 14h Palco/frente da cortina (escolas)

∙         Descobrindo os personagens – Ana Botafogo

12/4, quarta-feira – 18h (récita 6)

∙         O simbolismo em Giselle – Jayme Chaves e Paulo Melgaço

13/4, quinta-feira – 18h (récita 7)

∙         Sílfides, Willis e o sobrenatural – Jayme Chaves

14/4, sexta-feira – 18h (récita 8)

∙         O papel do corpo de baile no ballet clássico – Vera Aragão

15/4, sáb – 18h (récita 9)

∙         A magia da cena: cenário e figurino – Leonardo Bora

16/4, dom –16h (récita 10)

∙         O símbolo da leveza: a sapatilha de ponta – Liana Vasconcelos

Ingressos:

Na bilheteria do TMRJ ou através do site theatromunicipal.rj.gov.br

Frisas e Camarotes – R$80,00 (ingresso individual)

Plateia e Balcão Nobre – R$60,00

Balcão Superior – R$40,00

Galeria – R$20,00

Lei de incentivo à cultura

Apoio: Livraria da Travessa, Rádio MEC, Rádio SulAmérica Paradiso, Rádio Roquette Pinto – 94.1 FM

Realização Institucional: Fundação Teatro Municipal, Associação dos Amigos do Teatro Municipal

Realização: Secretaria de Cultura e Economia Criativa, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Petrobras, por meio do programa Petrobras Cultural, Governo Federal.

Assessoria de Imprensa TMRJ:

Cláudia Tisato – tisato.cultura@gmail.com

Assessor Chefe de Comunicação TMRJ

Felipe Gelani – gelani.tmrj@gmail.com









PEÇA EUFRÁSIA — UMA MULHER À FRENTE DO TEMPO

Postado por Daniel Bruschi em 13/mar/2023 -

Você conhece Eufrásia? Sabia que uma brasileira foi a primeira mulher a investir na bolsa de valores de Paris? Não? Pois bem, Eufrásia vem diretamente de Vassouras ao Rio, mais de cem anos depois, só para contar sua história!

A montagem inédita da peça teatral Eufrásia – Uma Mulher à Frente do Tempo estreia no sábado, dia 1º de abril, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Não é mentira! Eufrásia retorna ao Rio, quase um século depois, para fazer uma reparação histórica! Por essa razão, a peça também será transmitida ao vivo e on-line para todo o país.

Com criatividade, leveza e muito bom humor a peça convida o público a um passeio pelas montanhas do Vale do Café e pelas memórias de Eufrásia.

O texto foi inicialmente criado para participar de um edital de audiovisual da cidade São João Marcos, durante a pandemia, acabou virando uma esquete teatral para um festival no Rio de Janeiro, e após um mergulho mais profundo feito pela premiada dramaturga Paty Lopes e pela atriz Mariana Rodriguez na vida de Eufrásia, vira peça teatral. Ambas fizeram um laboratório durante o processo de construção da personagem. Visitaram Vassouras e a Casa Hera, onde nasceu e viveu Eufrásia. A casa da abastada família é hoje um museu conhecido na cidade de Vassouras e guarda preciosas memórias do passado. A Prefeitura Municipal de Vassouras inclusive, já convidou, ofereceu apoio e reservou agenda para receber a produção da peça na cidade.

Para contar essa história, Paty Lopes contou também com o apoio do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e de talentosos profissionais fazedores de Cultura, que integram a ficha técnica. Coordenados por Helene Nascimento, o coletivo está responsável por toda produção, que contará com figurinos de época do acervo do Theatro Municipal, a ambiência cenográfica e o requinte do Salão Assyrio, a música do século XIX de Chiquinha Gonzaga, pelas mãos do pianista Murilo Emerenciano, sob a coordenação de GilbertoBartholo e a direção artística e musical de Ananda K., indicada ao prêmio Shell 2023, na categoria direção musical, pelo espetáculo “Candeia”.

Segundo a idealizadora do projeto, a quarta parede será rompida e o espectador será convidado a interagir. Paty revela ainda, que o público irá conhecer mais da história de Eufrásia e do próprio país dando boas gargalhadas, algo imprescindível nos dias de hoje.

“A comédia apresenta ao público uma mulher real, nascida em Vassouras, no final do século XIX, durante o ciclo do café. Eufrásia Teixeira Leite, pioneira, abolicionista, empresária, investidora e ainda assim, desconhecida. E justamente, para reparar esse erro, Eufrásia assume os palcos e compartilha sua vida com os espectadores, em um bate-papo informal regado a boas memórias, música e café. Eufrásia, sempre com uma xícara de café em mãos, conta fofocas do Império, defende ideias que naquela época não podia nem pensar em falar. A personagem vem com a idade avançada, mas cheia de vida e simpatia, fala sobre Chiquinha Gonzaga e Dom Pedro de maneira maliciosa e divertidíssima. Já tomou um cafezinho hoje?” (Sinopse)

DEPOIMENTOS

“Realizar esse espetáculo e fazer jus a sua história grandiosa, é mostrar que apesar de tentarem dissolver nossa história como fazem com açúcar no café, ela vive!” (Mariana Rodrigues – Atriz)

“Eufrásia é viva para nós vassourenses, traz um admirável pioneirismo e características pessoais tão marcantes, que podemos nos referir a ela como uma mulher atemporal!” (Ângela Maria – Secretaria de Cultura de Vassouras)

“É preciso coragem para trazer artistas ao palco sem aporte financeiro. O medo e outras questões ficam permeando em nossas cabeças, mas existe algo mais forte, que nos transforma em tratores, atropelando os questionamentos. Produzir esse experimento é temeroso e revigorante, porque sei que sigo as pegadas de grandes artistas.” (Paty Lopes – Crítica teatral e dramaturga)

Sobre Paty Lopes

A dramaturga Paty Lopes, que é também crítica de Teatro, teve inúmeros textos premiados em 2022. “A Fúria dos Modernistas” foi premiado pelo governo do Estado do Rio de Janeiro, pelo Theatro Prudential e pelo SESI-RJ. “Luz e Fogo” foi premiado no Festival Paixão de Ler, promovido pela Prefeitura do Rio de Janeiro em 2022, abordando o tema Carlos Drummond de Andrade. Ainda em 2022, a dramaturgia infantil “Maria Felipa Para Crianças” foi convidada pelo SESC/Valença a realizar uma apresentação e a participar de um bate-papo sobre a dramaturgia.

Sobre a atriz Mariana Rodriguez

Atriz, bacharelada em Cinema e História da Arte. Atuou em inúmeras peças teatrais e esquetes, entre elas a esquete Eufrásia, escrita e dirigida por Paty Lopes, selecionada para o Festival de Esquetes Teatros da Barra, em 2022. Atuou como atriz em “Cabaré”, também dirigida e produzida por Paty Lopes (2021), em “Romeu e Julieta.Doc” on-line, durante a pandemia (2021), produziu a peça “Tenho Morada em Mim” também on-line (2021), foi responsável pela produção e pelo visagismo do espetáculo “O Conselheiro da Favela” (2021) e produziu “Alcoólica” (2021).

“O que é um(a) ator/atriz de Teatro? O que é um(a) ator/atriz de Comédia? Uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa. Falemos desta “outra coisa”. Ser ator/atriz de Comédia não é para quem quer; é para quem pode, quem já tem, no sangue, o “bichinho que nos faz rir”. É muito onstrangedor ver alguém que quer mostrar que é engraçado, sem o ser. Mariana Rodriguez é uma atriz de Teatro, que sabe fazer Comédia. Ela só precisa aflorar, ser descoberta. E nós estamos aqui para isso: apresentar ao público uma nova atriz de Teatro, Comediante. Atentem para o talento de Mariana Rodriguez.” (Gilberto Bartholo – Crítico teatral e supervisor teatral do espetáculo).

Sobre o pianista Murilo Emerenciano

Bacharelado em Piano Erudito pela Faculdade Santa Marcelina, em São Paulo, pós-graduação em Pianista Acompanhador pelo Conservatório Brasileiro de Música (CBM – RJ), atualmente é pianista do coro do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, das aulas de ballet da Escola Estadual de Dança Maria Olenewa do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e dos coros da Associação de Canto Coral do Rio de Janeiro. Obteve diversos prêmios: 1o, 2o e 3o lugar nos mais importantes concursos nacionais de piano erudito. ArtLivre (1olugar/1996), (2olugar/1994); Magda Tagliaferro (1olugar/1997); Souza Lima (2olugar/1995 e 1997) e (3olugar/1998), Concurso do Festival Internacional de Brasília – Pianista Correpetidor (2olugar/2007). Foi solista na Orquestra Jovem do Estado de São Paulo, sob regência do Maestro João Maurício Galindo, e na Orquestra Acadêmica da UNESP, sob regência do maestro Lutero Rodrigues. Entre outros.

Sobre a diretora artística e musical Ananda K.

Nascida em Natal/RN, Ananda K é formada em Licenciatura em Teatro, pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte, atua profissionalmente desde 2006, quando integrou o elenco dos Autos Natalinos da cidade, tradicionais na cultura potiguar. Em 2014, foi convidada a participar do Grupo Estação de Teatro, pelo qual atua nos espetáculos “Um Sonho de Rabeca no Reino da Bicharada”, “Quintal de Luis” e “Candeia”, que circularam o país em diversos festivais e programações. Em “Candeia”, atua como atriz e
diretora musical, o espetáculo integrou a programação do Pulsar 2022, no Sesc Tijuca/RJ, e lhe rendeu a indicação ao PRÊMIO SHELL 2023, na categoria Direção Musical. Multi-instrumentista, canta e toca sanfona, violão e percussão. Como cantora, compositora e instrumentista, atua profissionalmente desde os 13 anos, tocou nos maiores festivais do estado do Rio Grande do Norte e recebeu em 2021 prêmio revelação no Prêmio Hangar de Música.

SERVIÇO

EUFRÁSIA — UMA MULHER À FRENTE DO TEMPO

Curtíssima temporada em abril
Theatro Municipal do Rio de Janeiro, salão Assyrio
Praça Floriano, S/N, Centro, Rio de Janeiro
Sábado, dia 1/4, às 19h
Segunda-feira, dia 17/4, às 19h
Terça-feira, dia 25/4, às 19h
Domingo, dia 30/4, às 19h
Classificação 16 anos
Gênero Comédia
Duração aprox. 60 minutos
Capacidade 200 lugares
Ingressos R$ 20 (meia) e R$ 40 (inteira)
Vendas pela bilheteria do Theatro Municipal e pela plataforma Sympla
Informações (21) 2332-9191

FICHA TÉCNICA

Dramaturgia e idealização: Paty Lopes
Elenco: Mariana Rodriguez
Pianista: Murilo Emerenciano
Supervisão teatral: Gilberto Bartholo
Direção artística e musical: Ananda K
Coordenação de produção: Helene Nascimento
Figurino: Acervo Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Comunicação visual: Ricardo Malize/Signus Design
Assessoria de imprensa: Renata Couto/Portal Produções

SERVIÇO – VASSOURAS

Curtíssima temporada em maio
Centro Cultural Cazuza
Rua Custódio Guimarães, 65, Centro, Vassouras, RJ
Entrada franca
Classificação 16 anos
Gênero Comédia
Duração: 60 minutos

As apresentações em Vassouras contam com a participação da pianista Paula Ibrahim.
As apresentações serão patrocinadas pela Prefeitura de Vassouras.

Nona Sinfonia – Conheça os convidados do primeiro episódio da segunda temporada do podcast

Postado por Daniel Bruschi em 06/mar/2023 -

O Theatro Municipal do Rio de Janeiro lançou o primeiro episódio da segunda série de podcasts “Municipal para você”, o tema desta edição foi a “Nona Sinfonia” de Beethoven, concerto de abertura da temporada artística de 2023. O apresentador Eric Herrero, diretor artístico do Theatro Municipal, teve como convidados o tenor Fernando Portari e o soprano Michele Menezes.

Conheça cada um dos convidados.

FERNANDO PORTARI – TENOR

Já se apresentou em mais de 40 óperas, concertos, musicais, novelas, shows e espetáculos em teatros do Brasil e do mundo. Cantou no Teatro Alla Scala de Milão Fausto e Romeo e Julieta, de Gounod. Em Berlim, ao lado de Anna Netrebko, interpretou Des Grieux na ópera Manon, de Massenet, sob a regência do maestro Daniel Barenboim.

Em 2022, no Theatro Municipal de São Paulo, participou, como Vado, da estreia mundial de Navalha na Carne, baseada na peça homônima de Plínio Marcos, com música de Leonardo Martinelli, direção cênica de Fernanda Maia e direção musical de Roberto Minczuk. Com o maestro Rubens Ricciardi realiza o projeto CANTO BRASILEIRO, uma preciosa pesquisa de resgate das raízes do canto no Brasil.

Ainda na temporada passada, Fernando Portari volta a interpretar o seu primeiro grande papel, Don Otávio, que estreou há 31 anos atrás no TMRJ, no Don Giovanni assinado por Gianni Ratto e regido por Henrique Morelembaum.

MICHELE MENEZES – SOPRANO

Bacharel em canto pela UFRJ e pós-graduada em canto lírico pelo IBRA. Se apresentou em importantes salas de concerto como Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Teatro Amazonas, Sala Cecília Meireles, Cidade das Artes, entre outras. Destacou-se nas óperas: Così Fan Tutte (Fiordiligi), Anjo Negro (Ana Maria), Condor (Adin), Os Contos de Hoffmann (Antônia), Serse (Romilda), La Cenerentola (Clorinda), João e Maria (Maria), Jenůfa (Jano), Gianni Schicchi (Nella), Medeia (criada), As bodas de Fígaro (Barbarina), Dido e Aeneas (Belinda), A Flauta Mágica (Gênio) e O Cavalinho Azul (Mãe) Ópera de Tim Rescala.

Participou do XVII Festival de Ópera de Manaus nas óperas Un Ballo in Maschera (Oscar) e Parsifal (2°dama e 1°escudeiro) ambas sobre a regência de Luiz Fernando Malheiro. 

Em concertos solou Carmina Burana de Carl Orff, 9° Sinfonia de Beethoven, A criação de Haydn, a Missa Pastoril do Padre José Maurício, Missa em Si Menor de Bach, o Réquiem de Faurè, o Psalmfest de Rutter, a Fantasia Coral de Beethoven, a Missa em Dó de Stravinsky, Glória de Vivaldi, oratório Elias de Mendelssohn, O Pequeno Príncipe de Tim Rescala e o Oratório de Natal de Saint-Saëns. 

Integra o Coro do TMRJ e o Trio Reale.

Podcast – Municipal Para Voçê

Episódio # 07 – Nona Sinfonia

Apresentação: Eric Herrero.

Participação: Fernando Portari e Michele Menezes.

Gravação e Edição: Fábio Aquino.

Produção: Allex Lourenço.

Ficha Técnica do Espetáculo:

Solistas: Michele Menezes, Andressa Inácio, Fernando Portari e Savio Sperandio.

Coro e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal.

Regente: Felipe Prazeres.

Direção Artística: Eric Herrero.

Apoio Petrobras, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Associação dos Amigos do Theatro Municipal, através da Lei de Incentivo à Cultura.