Postado por Allex Lourenço em 30/set/2022 -

Vencedora de importantes concursos internacionais e reconhecida como uma das pianistas mais brilhantes dos últimos anos, Ksenia Kogan se apresenta na segunda-feira, dia 3 de outubro, às 20h, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, acompanhada da Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB), sob regência do maestro americano Ira Levin, com produção da Dellarte. No programa, Edvard Grieg – Concerto para piano em Lá menor, op. 16; e Robert Schumann – Sinfonia Nº 4 em Ré menor, op. 120.
A Série O Globo/Dellarte Concertos Internacionais, edição 2022 apresentará em 27 de outubroa presença revigorante do conjunto Interpreti Veneziani e, em 24 de novembro, o pianista britânico Benjamin Grosvenor.
A Série Concertos Internacionais é apresentada pelo Ministério do Turismo e Bradesco Seguros, corealização da Stretto e Secretaria Especial de Cultura – Ministério do Turismo e apoio da Forship Engenharia.
Nascida e criada em uma família de músicos profissionais, Ksenia se viu cercada por grandes artistas desde a infância e teve a oportunidade de aprender com músicos de diferentes perfis: maestros, compositores, instrumentistas, cantores e músicos de jazz.
Ksenia Kogan se formou com a mais alta distinção no lendário Conservatório Tchaikovsky da capital russa. Vencedora de importantes competições internacionais, a pianista Ksenia Kogan se apresenta nas salas de concerto mais prestigiadas do mundo e é convidada habitual de famosos festivais na Europa, onde apresenta seu vasto repertório, composto por obras de compositores de diferentes estilos e épocas, do Barroco à música contemporânea. Ela participa com frequência de concursos internacionais como membro do júri ou presidente da comissão.
Ela também é criadora de projetos onde música, literatura, teatro e dança se unem, como a performance “Report on the Blind”, em dupla com o ator americano John Malkovich.
Ksenia participa de projetos musicais para a Paz da UNESCO e dedica parte de seu tempo e atenção ao desenvolvimento de jovens músicos, cuidando da educação e carreira de crianças talentosas. Ela dá masterclass em várias cidades da Europa.
Fundada em 1940, a Orquestra Sinfônica Brasileira é considerada um dos conjuntos sinfônicos mais importantes do país. Em seus 81 anos de trajetória ininterrupta, a OSB já realizou mais de cinco mil concertos e é reconhecida pelo pioneirismo de suas ações, tendo sido a primeira orquestra a realizar turnês pelo Brasil e exterior, apresentações ao ar livre e projetos de formação de plateia. Em abril de 2021, a Orquestra Sinfônica Brasileira foi registrada como patrimônio cultural imaterial da cidade do Rio de Janeiro.
Composta atualmente por mais de 70 músicos brasileiros e estrangeiros, a OSB contempla uma programação regular de concertos, apresentações especiais e ações educativas, além de um amplo projeto de responsabilidade social e democratização de acesso à cultura.
Internacionalmente conhecido pela grande versatilidade, Ira Levin regeu mais de 1200 récitas de 95 títulos de ópera, além de possuir um vasto repertório sinfônico.
Trabalhou com renomados instrumentistas, cantores e diretores de todo o mundo, e regeu em importantes casas de ópera e salas de concerto na Europa e nas Américas. Ira Levin gravou discos com a Sinfônica de Londres, a Orquestra Nacional da Escócia, a Orquestra Estadual de Brandemburgo e a Orquestra Sinfônica de Norrland (Suécia). Publicou mais de 40 obras, incluindo transcrições para piano, além de sete grandes orquestrações.
Notável pianista, Ira Levin foi o primeiro vencedor do prêmio do Concurso Chopin Nacional Americano de 1980. Segue atuando em recitais e concertos, muitas vezes regendo concertos ao piano, incluindo obras de Bach, Mozart, Beethoven, Mendelssohn e Brahms.
PROGRAMA:
Abertura
(a ser anunciada)
Edvard Grieg
Concerto para piano em Lá menor, op. 16
Robert Schumann
Sinfonia Nº 4 em Ré menor, op. 120
PROGRAMAÇÃO DELLARTE 2022 – SUJEITA A ALTERAÇÕES
SÉRIE O GLOBO/DELLARTE CONCERTOS INTERNACIONAIS
03 de outubro, segunda-feira, às 20h
Orquestra Sinfônica Brasileira
Ira Levin, regente
Ksenia Kogan, piano
Ingressos:
Frisas e Camarotes: R$ 3.000,00
Plateia/Balcão Nobre: R$ 500,00
Balcão Superior: R$ 200,00
Galeria: R$ 100,00 / R$ 50,00
Classificação livre
Acessibilidade garantida
VENDAS EM:
dellarte.com.br/concertos ou 4002 0019 – de 2a. a 6a., das 9h às 16h.
https://www.facebook.com/DellarteSolucoes
instagram.com/dellartesolucoes
PRÓXIMAS ATRAÇÕES SÉRIE CONCERTOS INTERNACIONAIS
Interpreti Veneziani
27 de outubro, quinta-feira, às 20h
Benjamin Grosvenor, piano
24 de novembro, quinta-feira, às 20h
Postado por Allex Lourenço em 23/set/2022 -

No Centenário da Semana de Arte Moderna o Theatro Municipal do Rio abre as portas para um projeto inclusivo que reverbera e enaltece a arte e o ineditismo dos artistas modernistas por meio da dança
Dança, movimento dos corpos, além de um seleto repertório e muita história, para comemorar o Centenário da Semana de Arte Moderna de 1922 e tudo que esse movimento icônico representou para a repercussão da arte e dos artistas nacionais. Inspirada no movimento Modernista do início do século XX, a Semana de Arte Moderna de São Paulo reuniu os mais importantes artistas da época, pintores, músicos, poetas, arquitetos e visionários, mudou a arte, fez eclodir novas tendências e pluralidades, abriu espaço para o novo, e influencia artistas até os dias de hoje. O espetáculo inédito e inclusivo “De 22 a 22, Aonde Vamos Parar?”, idealizado pela dramaturga Paty Lopes, estreia com única apresentação aberta ao público e gratuita, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, no dia 11 de outubro, às 17 horas.
Durante os cinco dias de apresentações, ocorridas entre 13 e 17 de fevereiro de 1922, um único espetáculo de dança foi apresentado, por três dias, pela bailarina Yvonne Daumerie, que vestida de libélula com asas enristadas nas costas saiu do palco apavorada e chorando debaixo de vaias. Segundo Paty Lopes, idealizadora do projeto, dessa vez será diferente. “Saudaremos Yvonne, que dançou ao lado da pianista Guiomar Novaes e também outros artistas não tão conhecidos do grande público, que marcaram presença e foram fundamentais para que essa manifestação artística, política e cultural feita por jovens, irreverentes e contestadores artistas brasileiros, se tornasse um dos marcos mais importantes na história cultural do Brasil”, afirma a produtora.
No seleto repertório, músicas brasileiras de todos os tempos, que carregam as referências desses artistas e de suas obras. Durante as coreografias, criadas pela coreógrafa Rita Serpa, inspiradas em obras de arte e poesia, apresentadas por dez bailarinos do Projeto Luar, serão enaltecidos alguns dos principais nomes do movimento, como Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti, Candido Portinari, Anita Malfatti, Heitor Villa-Lobos, Estevão Silva entre outros. Com o roteiro do espetáculo conectado à atualidade, uma “modernista” representante do movimento LGBTQIA+, a drag queen Mikaella Mendy, recepcionará o público e trará representativos estandartes durante o espetáculo. No corpo de dança, um bailarino portador de deficiência física (PDI), poderá representar todos os artistas, que com algumas adaptações, não se permitem limitar, são capazes de expressar talento e arte, como a própria pintora Anita Malfatti, também PDI.
Esse projeto foi contemplado pelo edital “Municipal em Cena” da Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro e é uma realização da Arte Rede — Associação Cultural Rede de Amigos para o Entretenimento, empresa sem fins lucrativos, que trabalha dando acesso às pessoas a arte e a espaços culturais do Rio de Janeiro e de São Paulo e é mantida com o apoio de amigos e colaboradores, que prestam serviços de forma voluntária.
“A idealização desse projeto nasceu de uma produtora cultural oriunda da formação de plateia, o que reforça a importância de democratizar a Cultura e engrandece o trabalho desenvolvido pela Arte Rede. E especialmente este ano, precisamosfestejar os cem anos dessa semana tão representativa e importante para o país. Precisamos celebrar os artistas e as suas obras, todos que não se calaram diante da história. Como também, nós, promotores culturais, precisamos reconhecer e divulgar o trabalho desenvolvido há anos, pela Arte Rede, que propaga Cultura, divulga e ocupa espaços culturais e espetáculos de todos os gêneros e para todas as idades, contribui na formação de plateia, trazendo benefícios às produções, ao público e a toda sociedade. Amplia as possibilidades, cria novas perspectivas, leva o público a lugares diferentes, fomenta pensamentos, ideias e opiniões e mesmo diante dos enfrentamentos vividos pela Cultura e por toda classe artística, que passam por momentos difíceis, segue trabalhando firme e com fé”, conclui Paty Lopes.
DEPOIMENTOS:
“Um projeto lindo, linca perfeitamente com este edital, veio na hora certa!” Clara Paulino – Presidente do Theatro Municipal do Rio de Janeiro
“Participar da Semana de Arte Moderna, considerada um divisor de águas na cultura brasileira, é muito importante, pois manifestar a Cultura brasileira por meio da dança e ainda contribuir com a construção de uma identidade genuinamente nacional, nos traz a responsabilidade e a felicidade de mostrar ao povo brasileiro a riqueza de nossa Cultura.”
Carol Fidelis – bailarina
“Um sonho inalcançável que me alcançou!”
Maria Eduarda – bailarina
“Ainda hoje, seguimos imersos nessa liberdade de cores, que grita e reverencia nossa nacionalidade! A Semana de Arte Moderna continua refletida em pincéis, músicas, letras e corpos que dançam.” Paty Lopes
SERVIÇO:
De 22 a 22, Aonde Vamos Parar?
Única apresentação
Terça-feira, dia 11/10/2022, às 17 horas
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro (Boulevard)
Ingressos gratuitos
Espetáculo de Dança Moderna
Classificação Livre
Duração 90 minutos
FICHA TÉCNICA:
Idealização, produção, pesquisa e curadoria: Paty Lopes
Cenário: Marcelo Aouila
Figurinista: Mayra Barroso
Assistente de produção: Mariana Rodriguez
Fotografia: Okoto Produções
Identidade visual: Ricardo Malize/Signus Design
Som e iluminação: Leandro Mendes
Caracterização: Gahbie Figueira, Ana Ladeira e Keila Santos
Apresentação e estandarte: Mikaella Mendy (representatividade LGBTQIA+) Assessoria de imprensa: Renata Couto
Direção executiva: Arte Rede
Corpo de dança Projeto Luar
Coreógrafa: Rita Serpa
Assistente de coreografia: Deco Baptista
Elenco/bailarinos(as): Aloane de Assis, Carol Fidelis, Daiane da Silva, Renan Souza, Kessen Horowitz, Wallace Martins, Maria Eduarda Assis, Luís Barreto, Gabriel Galdino e Mel Oliveira
Postado por Allex Lourenço em 16/set/2022 -

Baseado no livro homônimo de Mário de Andrade, o balé
Macunaíma terá estreia mundial no dia 22 de setembro, no
palco do Municipal com Corpo de Baile e Orquestra
Sinfônica da casa. Com música especialmente composta
pelo premiado Ronaldo Miranda, coreografia inédita de
Carlos Laerte, concepção e roteiro de André Cardoso, o
espetáculo em um ato e quatro quadros terá como cenário
inicial a selva amazônica, na região do rio Uraricoera, a
terra natal de Macunaíma, onde vivem os índios
Tapanhumas.
A Presidente da Fundação Teatro Municipal ressalta o
ineditismo do espetáculo, que conta com realização
institucional da Associação de Amigos do Teatro
Municipal e Patrocínio Ouro Petrobras: “Macunaíma é um
dos pontos altos da nossa temporada artística de 2022 e
estamos muito felizes com a expectativa de entregar à
população uma obra tão importante para a cultura nacional,
feita em um formato jamais visto, que com certeza vai gerar
impacto ao público presente. ”

A temporada de Macunaíma é fruto da parceria entre o TMRJ, a Fundação Nacional de artes – Funarte e a Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ, por meio dos projetos Bossa Criativa – Arte de Toda Gente (que entre suas iniciativas, contempla a dança) e Sistema Nacional de Orquestras Sociais – Sinos (com foco na música), com curadoria de sua Escola de Música. A escolha da data não foi à toa, como explica André Cardoso, maestro, professor da UFRJ e coordenador do Projeto Sinos: “Macunaíma é o mais emblemático livro do modernismo brasileiro. No ano do centenário da Semana de Arte Moderna o personagem criado por Mário de Andrade sobe ao palco em um balé inédito, cuja produção se torna ainda mais relevante por ser decorrente de uma parceria entre três importantes instituições culturais brasileiras, a Funarte, a Universidade Federal do Rio de Janeiro e o Theatro Municipal. ”
Para celebrar os 100 anos da Semana de Arte Moderna de 22, algumas curiosidades: a maquiagem de Macunaíma será inspirada nos grandes pintores da história e suas cores como o amarelo de Anita Malfati, o azul cobalto de Portinari, o verde de Ismael Nery, o azul claro de John Graz, o laranja de Di Cavalcanti, o rosa de Milton da Costa e o vermelho de Tarsila do Amaral. O material utilizado em cena, será praticamente todo reciclado pelo Coletivo Trouxinha da UFRJ que vai criar um lixão com sacolas plásticas e tecidos. O figurinista fará uma releitura de figurinos do acervo do TMRJ. Espelhos vão servir de cenário para a confecção de arte, trazendo a parte urbana ao palco por uma equipe de grafiteiros do Museu do Grafite.
“É motivo de muita alegria a viabilização dessa parceria! É fundamental a encomenda de novas obras a compositores brasileiros e, em se tratando de uma obra composta por Ronaldo Miranda, especialmente para um grupo da importância e tradição do Balé do Theatro Municipal, num ano que marca o centenário da Semana de Arte Moderna, temos todos os ingredientes para algo histórico!” – afirma o Diretor Artístico do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Eric Herrero.
Os ensaios iniciaram em junho e estão a todo o vapor. São quase 50 bailarinos trabalhando com muito empenho e dedicação, num espetáculo multimídia de uma hora de duração, com direção de imagem e fotografia de Igor Correa e supervisão artística de Hélio Bejani e Jorge Texeira.
“Macunaíma, obra inédita criada especialmente para o Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro vem consolidar todo um árduo trabalho que realizamos a partir de nossa retomada pós pandemia. Estamos, acima de tudo, comemorando a vitória da arte”, exalta Hélio Bejani , Diretor do Corpo de Baile do TMRJ.
A concepção coreográfica, de Carlos Laerte, dessa obra antológica, desconstrói os corpos dos bailarinos clássicos e traz a contemporaneidade da dança brasileira. Ele aguçou as características de cada bailarino em cima da identidade individual. Outra característica de Macunaíma é a narrativa contada através do audiovisual, já que os bailarinos contracenam com imagens e, em muitos momentos, eles entram e saem da tela, como se fosse o cotidiano deles. É uma conversa itinerante da peça. A tecnologia está o tempo inteiro falando com todos.
FICHA TÉCNICA:
Concepção: André Cardoso
Música especialmente composta: Ronaldo Miranda
Coreografia: Carlos Laerte
Regência: Jésus Figueiredo
Supervisão Artística: Hélio Bejani e Jorge Texeira
Direção de Imagem e Fotografia: Igor Correa
Com Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal e Ballet do Theatro Municipal
Direção Artística do TMRJ: Eric Herrero
Serviço:
MACUNAÍMA
Estreia mundial dia 22 de setembro – quinta-feira
Datas e horários: 22,23 e 24.09 – 19h
25.09 – 17h
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Endereço: Praça Floriano, s/nº – Centro
Classificação: 14 anos
Patrocínio Ouro Petrobras
Realização Institucional: Fundação Teatro Municipal, Associação dos Amigos do Teatro Municipal
Promoção: Bossa Criativa, SINOS – Sistema Nacional de Orquestras Sociais e Arte de Toda Gente
Realização: UFRJ, Escola de Música da UFRJ, Fundação José Bonifácio, FUNARTE, Secretaria Especial da Cultura e Ministério do Turismo
Ingressos: https://theatromunicipalrj.eleventickets.com/#!/evento/5cbb81f467a74130ba360b364ff5f2ac0366304d e na Bilheteria do TMRJ
Frisas e Camarotes – R$80,00 (ingresso individual)
Plateia e Balcão Nobre – R$60,00
Balcão Superior – R$40,00
Galeria – R$20,00
Postado por Allex Lourenço em 16/set/2022 -

A nova edição do projeto “A Escola vai à Ópera”, idealizado pela maestrina e
professora Maria José Chevitarese, traz um novo espetáculo voltado para o público infantil, “Pianíssimo – Um Musical de Tim Rescala”, na Sala Mário Tavares do Theatro Municipal do RJ. Contemplado no Edital Municipal Em Cena e com a realização da Ouro Verde Produções, “Pianíssimo” será encenado graças ao apoio institucional do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, do Governo do Estado do Rio de Janeiro e da UFRJ. “Pianíssimo” terá duas sessões no dia 24 de setembro, às 15h e às 17h30, na Sala Mário Tavares do Theatro Municipal, com entrada gratuita.
A escolha do musical escrito por Tim Rescala há 30 anos foi de Maria José
Chevitarese, idealizadora do projeto e coordenadora das ações de canto coral do projeto “Um novo olhar”, parceria entre a UFRJ e a Funarte. “A escola vai à ópera” já produziu dez óperas infantis, assistidas por mais de 25 mil crianças. Trabalhando há mais de 30 anos com o público infantil ela pôde perceber que as crianças são apaixonadas por óperas e musicais, mas, infelizmente, não têm acesso a esses tipos de espetáculos. A edição desse ano pretende contemplar esse público infantil com mais um bom espetáculo.
“Queria uma obra musical que fosse alegre, com uma linguagem dentro do
universo infantil, e que despertasse o interesse das crianças. ‘Pianíssimo’ é
perfeito para essa proposta. É divertido, tem texto atual e de alta qualidade, assim como as músicas compostas por Tim Rescala”, empolga-se Maria José.
O diferencial desta montagem para as anteriores é que sete c antores são
formandos em música e canto lírico pela Escola de Música da UFRJ. Apesar de cada montagem ser diferente da outra, o interessante é que o espetáculo – em que o piano é o protagonista, tem alma e fala – já atravessou várias gerações em três décadas, sempre encantando crianças e adultos.
“Fico muito feliz com cada remontagem de ‘Pianíssimo’ porque mostra que o musical pode agradar o público infantil de qualquer época. É ótimo quando encontro adultos que viram o espetáculo quando eram crianças e até hoje se lembram dele. Já conheci pessoas que viram 22 vezes o espetáculo”, conta Rescala.
“Pianíssimo” foi o primeiro musical de Tim Rescala, que partiu de uma peça de concerto, estudo para piano, em que a intérprete falava com seu instrumento. O sucesso dessa primeira experiência – que rendeu prêmios, disco e livro, também premiado – estimulou o autor a escrever mais óperas e musicais.
SINOPSE
O musical de Tim Rescala conta a história de Clara, uma menina de nove anos, e um piano encantado. A menina era obrigada a ir às aulas de piano, mesmo sem gostar. Até que tudo muda, quando ela ganha um piano verdadeiro, um Steinway, e, como mágica, ele passa a falar, cantar e conversar com ela, revelando que seu maior medo é não ser tocado e ficar empoeirado num canto da sala, sendo tratado como um móvel qualquer. Surge então uma grande amizade entre Clara e seu piano, que, por meio da música, faz despertar os melhores sentimentos, as vontades de aprender a tocar, cantar, dançar, a criatividade e traz alegria para todos que a apreciam.
FICHA TÉCNICA
Autor e Compositor (Música Original): Tim Rescala
Direção Geral e Musical: Maria José Chevitarese
Assistente de Produção Musical: Isaias Ferreira
Direção Cênica: José Henrique Moreira
Elenco: Carolina Morel (Clara) / Paulo Maria (Carregador) / Renata Vianna (Gema) / Edilene Melo (Euterpe) / Guilherme Moreira (Steinway) / Iago Cirino (Kri-Kri) / Julia Riera (Leilinha)
Participação: Isabele Barbiere Montanholi (Bailarina) / Bichos: Carolina Campos / Caterina Benedetto Scaini / Hosana Miguel dos Santos / Nicole Costa / Rebeca Aira Chagas
Direção de Movimento: Marcellus Ferreira
Tratamento de Áudio: Zeh Netto
Direção de Produção: Anacris Monteiro
Produção executiva: André Garcez
Assistente de Produção: Fernanda Capão, Luana Nascimento
Cenografia: Andrea Renck
Assistente de Cenografia: Sophia Chueke
Estagiárias de cenografia: Larissa Sousa, Luana Rodrigues, Bruna Cimbra
Cenotécnico: Humberto Silva JR. e equipe
Figurino e caracterização: Leo Jesus
Assistentes de figurino: Alice Araújo, Carla Teixeira e Carlos Almeida
Estagiários de Caracterização e Figurino: Beatriz Gandra, Ellen Mucci , Joaquim Sotero, Nícolas Rodrigues, Stephanie Guimarães, Taiane Araújo e Yuri Ramundo
Registro de Vídeo: Aurélio Oliosi
Fotografia: Marcos Monteiro
Operação de Luz: SUAT
Design Gráfico: Fernanda Esteves
Assessoria de Imprensa: Sheila Gomes
Coordenação de Projeto: Anacris Monteiro
Realização: OURO VERDE PRODUÇÕES
Apoio Institucional: UFRJ / ESCOLA DE MÚSICA DA UFRJ / FÓRUM DE CIÊNCIA E CULTURA UFRJ / PROART / ECO / EBA / SUAT / THEATRO MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO, SECRETARIA DE ESTADO DE CULTURA E ECONOMIA CRIATIVA E GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO.
SERVIÇO THEATRO MUNICIPAL DO RJ:
ÚNICO DIA – DUAS APRESENTAÇÕES
Dia: 24/09, sábado – às 15h e 17h30
SALA MÁRIO TAVARES – Theatro Municipal do Rio de Janeiro – RJ
Av. Alm. Barroso, 14/16 – Centro, Rio de Janeiro – RJ
INGRESSO GRATUITO – retirada pelo site .
Lotação: 160 lugares.
Classificação indicativa: Livre para todos os públicos
Duração: 60 minutos.
Postado por Allex Lourenço em 13/set/2022 -

O Theatro Municipal do Rio de Janeiro apresenta de 12 de setembro a 31 de outubro, a exposição de arte contemporânea Intermezzo, do artista ítalo-brasileiro Lucio Salvatore. São 30 obras, a maioria inédita, e instalações que dialogam com a arquitetura e com uma das missões do Theatro que é a de oferecer a arte para o público desenvolver, cada vez mais, o senso crítico.
A Presidente da Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro, Clara Paulino e Salvatore, escolheram como ponto de partida, abrir uma discussão sobre a própria arquitetura do prédio. Desta forma, o novo trabalho do artista vai oferecer obras de arte nos andares mais altos do Theatro, designados para a população menos privilegiada e que agora, poderá usufruir bem de perto desta exposição.
“Nosso prédio histórico, que já abriga tantas referências à arte e à cultura, recebe agora a exposição Intermezzo, trazendo para o público um olhar diferenciado através de obras que dialogam com a nossa estética.” – ressalta Clara Paulino.
“As obras apresentadas dialogam com os materiais e as técnicas decorativas usadas no prédio, mármores e mosaicos e também com o próprio propósito da instituição, trazendo fragmentos de teatro das ruas” – destaca o artista plástico.

Uma obra central é o mosaico realizado em homenagem à Mercedes Batista. Reconhecida como protagonista central do movimento afro-brasileiro de emancipação antirracista, a primeira bailarina afrodescendente a compor o Corpo de Baile do Theatro Municipal é homenageada na exposição.
Um dos destaques da exposição é uma série de obras intitulada Tolomeo, mosaicos decoloniais realizada com micro tesselas de papelão, pintada à mão com tinta a óleo, uma arte simbólica que ressignifica o material descartado com um próprio estilo ‘euro-africano’ de inspiração alto medieval.
Intermezzo fica em cartaz de 12 de setembro até dia 31 de outubro. Quem assistir as apresentações do Municipal ou participar das tradicionais visitas guiadas da instituição poderá completar o programa com essas obras de arte.

Sobre Lucio Salvatore
Lucio Salvatore (1975) vive e trabalha entre o Rio de Janeiro e Sant’Elia Fiumerapido, na Itália. Salvatore é um artista e economista ítalo-brasileiro que pesquisa sobre o processo de criação de expectativas a partir de narrativas que influenciam a perceção e formam as categorias mentais que Salvatore tenta deslocar para territórios mais incertos e abertos. As obras de Salvatore estão incluídas nas coleções públicas do Museu de Arte Moderna MAM Rio de Janeiro, do Museu de Arte Contemporânea MAC Niterói e do Museu Nacional de Belas Artes no Rio de Janeiro. Bio Criado em Sant’Elia Fiumerapido, no Sul da Itália, Salvatore se mudou para Milão, onde se formou em economia e estudou filosofia. Contrário a obrigatoriedade do serviço militar, em 1998 Salvatore se impôs um exílio voluntário em Caracas e, desde 1999 mudou-se para o Rio de Janeiro, a cidade que o adotou e que, juntamente com Nova York, esteve no centro de seu crescimento artístico. A partir da experiência de estrangeiro em contextos socioculturais complexos, com feridas abertas, surge uma reflexão sobre a natureza líquida, invasiva e transversal dos poderes que geram essas feridas, cujas historias são contadas através da arte, vivida como um caminho para a compreensão de si. Estudos Escola de Artes Visuais Parque Lage, Rio de Janeiro Laurea in economia, Universitá Bocconi, Milano Liceo Classico “G.Carducci’, Cassino Exposições individuais selecionadas 2022 Fluxo Gênico, Museu do Meio Ambiente, Jardim Botânico, Rio de Janeiro 2021 Artemide, Chiesa di Santa Maria Maggiore (Sec XII), Sant’Elia Fiumerapido Una Vetrina: Brasil!, Operativa Arte, Roma Campo, Museu Nacional de Belas Artes, MNBA, Rio de Janeiro 2020 Combustioni, Martha Pagy Gallery, Rio de Janeiro 2019 Combustioni, Galeria Rabieh, São Paulo Black Square, Space Gallery Soho, New York Linee, Martha Pagy Gallery, Rio de Janeiro 2018 Metaelementi, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, MAM Controvalori, Martha Pagy gallery, Rio de Janeiro 2017 Parque Lage, Palazzo Pamphilj, Roma 2016 Arte Capital, Centro Cultural Correios, Rio de Janeiro 2015 Fragmento, Centro Cultural Correios, Rio de Janeiro 2014 Redução Espacial, Centro Cultural Correios, Rio de Janeiro 2011 Untitled, Museu Brasileiro de Escultura, São Paulo 2010 Untitled, Centro Cultural Correios, Rio de Janeiro Eros = Physis, Galeria Arte em Dobro, Rio de Janeiro 2009 Studio, Openhouse Gallery, New York Untitled, Space SBH, Saint Barthelemy 2008 Dell’Origine, Superstudio, Milano Untitled, Teatro Romano, Cassino Inserzione Ambientale, Jardim Botanico, Rio de Janeiro 2007 Untitled, Space SBH, Saint Barthelemy Untitled, Grant Gallery, New York City 2006 Combustioni, To Be Art Gallery, Saint Barthelemy 2005 Untitled, Potzdamer Platz, Berlin Exposições coletivas selecionadas 2019 Winter Show, Space Gallery Soho, New York 2018 Videoarte agora videoarte, A Gentil Carioca, Rio de Janeiro 2015 Quinta Mostra, EAV Parque Lage, Rio de Janeiro 2014 Coletiva 2014, EAV Parque Lage, Rio de Janeiro 2011 Single Fare, Sloan Fine Art, New York 2009 Visonnaire, Fuorisalone, Milano 2008 Poiesis, Fabriano, Italy Mobjects+Art, Milano 2007 Bally, Fuorisalone, Milano Chelsea Art pool, New York City
Fotos: Estúdio Lucio Salvatore
Serviço:
Intermezzo – exposição do artista ítalo-brasileiro Lucio Salvatore no TMRJ
Data: 12 de setembro a 31 de outubro
Horário: durante as visitas guiadas e espetáculos da casa
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Endereço: Praça Floriano, s/nº – Centro
Classificação: Livre
Postado por Allex Lourenço em 13/set/2022 -

Baseado no livro de Stefan Zweig, “24 horas na vida de uma mulher” é um espetáculo de dança e teatro que dialoga com o teatro, a literatura, a performance corporal e a música. O projeto é uma pesquisa do diretor Gabriel Bulcão sobre o corpo e a palavra, baseado nos espetáculos de dança-teatro criados pela atriz e bailarina Marilena Ansaldi.
Em um hotel em Monte Carlo, em meio a um grupo de ricos viajantes, o caso de uma mulher que trocou o marido por um sedutor domina a discussão. Uma das senhoras presentes acaba fazendo uma confissão sobre as 24 horas mais importantes da sua vida: um dia ocorrido décadas atrás, em que ela conheceu e se apaixonou por um jovem viciado em jogo.
O texto “24 horas na vida de uma mulher” de Stefan Zweig, narra a libertação da mulher. Um jovem garoto ouve uma mulher de 67 anos que estava guardando um “segredo” há décadas pelo simples fato de ser mulher. O texto fala sobre a coragem que todas as mulheres ainda precisam ter só por serem mulheres.
“Encenar ’24 horas na vida de uma mulher’ é um ato de coragem, pois nos coloca em contato direto com uma problemática milenar: a repressão à mulher. Contudo, o que me move é ter certeza de que o teatro é o melhor lugar para ousar espelhar a sociedade a ela mesma, este é o nosso ofício: perceber, investigar, criticar um ou vários aspectos da condição humana e oferecer ao público a possibilidade de uma mudança quando em contato consigo mesmo e suas próprias fragilidades e fortalezas”, comenta o diretor Gabriel Bulcão.
Biografia do elenco
Concepção Geral e Direção Artística Gabriel Bulcão é ator, diretor e produtor formado pela Faculdade CAL de Artes Cênicas e pós-graduado em Literatura e Arte pela PUC-Rio. Iniciou seus trabalhos profissionais em 2016, percorrendo pelo Teatro e pelo Cinema. Seu último trabalho foi a direção de “Maravilhoso Escândalo” adaptação da obra “Água Viva de
Clarice Lispector.
Atriz/Dançarina
Luciana Bicalho é dançarina formada pela Faculdade Angel Vianna e formada pelo Método Ivaldo Bertazzo. Pós-graduada em Terapia através do Movimento: corpo e subjetivação. Co-fundadora da Cia. AtoresBailarinos sob direção de Regina Miranda, em 1979, desde então sua principal pesquisa e trabalho é o Sistema LABAN/Bartenieff de Análise do Movimento.
.Assistente de direção, produção e figurino
A atriz Dayanna Maia é realizadora e produtora formada pela Faculdade CAL de Artes Cênicas. No cinema, trabalhou recentemente nos longas: “Níobe” com direção de Fernando Mamari – selecionado para o festival “Blood Window – Ventana Sur” na Argentina – dando vida a Cíntia, prostituta de luxo, ao lado de André Ramiro, Bárbara França, Roberto Pirillo, entre outros; e em “Enaldinho e o mistério da lagoa” com direção de Fábio Brasil (Netflix/2023), longa infanto-juvenil em que interpretou a blogueira Nina. No teatro o seu último trabalho foi o espetáculo “Maravilhoso Escândalo”, uma adaptação do romance “Água Viva” de Clarice Lispector, onde atuou, idealizou e produziu ao lado do diretor Gabriel Bulcão. Na TV trabalhou na novela Gênesis (Record) e Rock Story (Globo). Foi contemplada com o prêmio de melhor atriz no Festival de Teatro de Guaranésia (FETEG) – Minas Gerais por seu trabalho na peça “Efêmera” com direção de Rodrigo Lima.
Ficha técnica
Texto: Stefan Zweig
Concepção Geral e Direção Artística: Gabriel Bulcão
Tradução e Adaptação: Ricardo Ventura
Atores/Dançarinos: Luciana Bicalho e Gabriel Bulcão
Direção assistente: Dayanna Maia
Coreografia: Luciana Bicalho
Direção de movimento e Supervisão Coreográfica: Bruna Fiuza
Preparação Corporal: Helena Matriciano (ballet) e Tatiana Pará (Gyrotonic®)
Figurino: Dayanna Maia e Gabriel Bulcão
Instalação Cênica: Gabriel Bulcão e Lucas Toledo
Iluminação: Leysa Vidal
Trilha sonora: Gabriel Bulcão
Videografismo e Identidade Visual: Lucas Toledo
Assessoria de Imprensa: Lead Comunicação – Flávia Tenório
Direção de Produção: Dayanna Maia e Gabriel Bulcão
Produção Executiva: Fernanda Guerreiro
Produtora Assistente: Manu Hashimoto
Controller: Sabrine Müller
Assessoria Jurídica: Luana Almeida
Produção: BULC Produções e AMAIA Produções
Sinopse
Em um hotel em Monte Carlo, em meio a um grupo de ricos viajantes, o caso de uma mulher que trocou o marido por um sedutor domina a discussão. Uma das senhoras presentes acaba fazendo uma confissão sobre as 24 horas mais importantes da sua vida: um dia ocorrido décadas atrás, em que ela conheceu e se apaixonou por um jovem viciado em jogo. O espetáculo reflete a libertação da mulher, mas principalmente a libertação dos instintos e impulsos femininos que até hoje continuam sendo reprimidos. “24 horas na vida de uma mulher” é um espetáculo de dança-teatro que busca dialogar com o teatro, a literatura, a performance corporal e a música.
Serviço
“24 horas na vida de uma mulher” (dança-teatro)
Dias e horários: 17/9 – 19h e 18/09 – 16h
Salão Assyrio do Theatro Municipal, Rio de Janeiro,
Praça Floriano, S/N – Centro, Rio de Janeiro – RJ, 20031-050
Informação para imprensa
Flávia Tenório
LEAD Comunicação – Rio de Janeiro | Brazil
(55 21) 99348-9189
leadcom@terra.com.br skype: lead.comunicacao1
www.leadcomunicacao.com
Postado por Allex Lourenço em 09/set/2022 -

A “Pequena Missa Solene”, de Gioachino Rossini, é qualquer coisa menos pequena ou solene. Composta em 1863, décadas após suas últimas óperas, a Missa é uma peça que mistura e tem em sua música pitadas de ópera, de música sacra, de música coral e de câmera.
O Coral Ars et Anima é um grupo formado por jovens cantores líricos cariocas que viram suas carreiras serem mandatoriamente interrompidas com o isolamento social. Oriundos das principais universidades de música do estado do Rio e muitos recém ingressados no coro do Theatro Municipal em seu último concurso, os vinte cantores serão acompanhados por um piano e (em substituição ao harmônio originalmente previsto na partitura), um acordeon.
A concepção do concerto pretende aproximar a música clássica do público através de um espetáculo semi-encenado, com recursos não convencionais de iluminação e um jogo de espacialização no Salão Assyrio, um dos mais impressionantes espaços do Rio de Janeiro.
Desta forma, a ideia é evidenciar os artistas e o espaço, explorando outras relações entre o público, a sala e o repertório. Sem isso, o repertório tradicional não se diferencia de uma obra de arte em um museu, ou um artefato arqueológico. Acreditar que a conexão é, portanto, identificação, o projeto busca questionar, sem descaracterizar, essa tradição da experiência de assistir um concerto. Preservando a obra em sua integridade e ao mesmo tempo oferecendo uma nova experiência, tão necessária, para o público, este fresco material artístico e a responsabilidade na promessa desta experiência imersiva fica nas mãos de jovens cantores, diretores e mobilizadores culturais de música de concerto.
A direção musical e regência é de Kaique Stumpf, a direção cênica de Antonio Ventura e a realização do espetáculo da Euterpe Cultural, através dos recursos do Edital Municipal em Cena, promovido pela Fundação do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
FICHA TÉCNICA
Coral Ars et Anima
Direção musical e regência: Kaique Stumpf
Cantores: Sophia Dornellas, Carolina Morel, Gabriela Meira, Maria Gerk, Mariana Gomes (sopranos), Erika Henriques, Helena Lopes, Julia Riera, Ivy Szot, Sarah Salotto (contraltos), André Cisco, Jessé Bueno, Guilherme Gonnçalves, João Campelo, Edvan Moraes (tenores), Calebe Faria, Cristobal Rioseco, Iago Cirino, Paulo Maria e Fernando Lourenço
Piano: Thalyson Rodrigues
Acordeon: Tibor Fittel
Direção cênica: Antonio Ventura
Direção de produção: Júlia Requião
Produção executiva: Ana Clara Miranda
Iluminação: Nina Balbi
Transmissão audiovisual: Rawziski Registros Musicais
Designer: Astryd Velloso
Comunicação: Luisa Lima
Realização: Euterpe Cultural
Postado por Allex Lourenço em 08/set/2022 -

Em homenagem ao centenário do rádio no Brasil, principalmente por este veículo ter difundindo e revelado inúmeros cantores e cantoras, o Theatro Municipal do Rio de Janeiro vai realizar, no dia 11 de setembro, às 17 horas, o espetáculo “As Rainhas do Rádio em Concerto”. O evento foi idealizado pela artista Mona Vilardo, cuja intenção é manter viva a memória dessas grandes mulheres, levando a sua música para todo público num palco onde elas também fizeram história. Todas as cantoras homenageadas se apresentaram no Theatro Municipal do Rio, lotando a plateia. O Concurso de Rainha do Rádio surgiu na década de 30, no Rio de Janeiro, e fez parte da famosa Era do Rádio, coroando jovens meninas talentosas que viam no rádio uma maneira de realizar seu sonho de ser cantora.
Acompanhada de 18 musicistas que fazem parte da Orquestra Sinfônica de Mulheres do Brasil, com regência da maestrina Priscila Bomfim, Mona Vilardo vai cantar músicas que foram sucesso na voz de Linda Batista (Rainha do Rádio de 1937), Marlene (Rainha do Rádio de 1949 – cujo centenário também é em 2022), Dalva de Oliveira (Rainha do Rádio de 1951), Emilinha Borba (Rainha do Rádio de 1953) e Angela Maria (Rainha do Rádio de 1954). Marcelo Caldi e Alexandre Caldi assinam os arranjos escritos para a ocasião.
O Concerto também contará com a participação da personagem Miranda,
representada pelo figurinista e performer Ney Madeira. Miranda irá trazer
a memória da pequena notável Carmen Miranda, ícone do rádio e
inspiração para as Rainhas do Rádio.
Pesquisadora desse assunto desde 2017, Mona também irá contar histórias e curiosidades dessas cinco cantoras, promovendo um concerto que irá relembrar o que era muito recorrente naquela época: as apresentações com orquestra, onde todas essas cantoras se apresentavam e gravavam acompanhadas por orquestras e bandas sinfônicas. A produção do evento levará jovens da Orquestra da Grota (Niterói) para fazerem parte desse momento. No espetáculo, serão interpretadas 11 canções entre elas: Risquev- interpretada por Linda Batista e Se queres saber – que foi sucesso na voz de Emilinha Borba e cantada pela mesma no palco do Theatro Municipal no ano de 1990.
O Projeto Elas por Ela – As Rainhas do Rádio por Mona Vilardo estreou em 2017 com “Mona canta Dalva”, em homenagem ao centenário de nascimento de Dalva de Oliveira, Rainha do Rádio de 1951. Mona canta Dalva ficou em cartaz no Teatro Maison de France, Teatro Dulcina, Teatro da UFF e Theatro Municipal de Niterói.
Em 2019, a artista lançou seu primeiro livro. “Dalva, minha vó e eu” é a primeira literatura no Brasil que conta a história de uma Rainha do Rádio para crianças e tem prefácio de Ricardo Cravo Albin. Também em 2019, comemorando o centenário de Linda Batista, Mona Vilardo estreou o espetáculo “Mona canta Linda” no Teatro Maison de France e depois apresentado no Theatro Municipal de Niterói.
Para este ano já está programada homenagem a Marlene – Rainha do Rádio de 1949. Mona Vilardo lançará em novembro o livro “Marlene no País das Melodias”, em homenagem ao Centenário da Cantora.
Mona Vilardo revela que essa apresentação no Theatro Municipal do Rio será uma espécie de apoteose, “pois fará desfilar as deusas de nossa musica no templo da cultura brasileira”. E acrescenta: “ Realizar uma homenagem às Rainhas do Rádio no mês do Centenário do Rádio no palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro é para mim uma emoção que nunca conseguirei explicar com palavras. A carreira dessas grandes mulheres está inteiramente ligada com a história desse teatro e, claro, do palco desse teatro. Dalva de Oliveira, Angela Maria, Emilinha Borba e Marlene fizeram história cantando no palco do Theatro Municipal também. Além disso, a minha trajetória profissional também está ligada ao Theatro Municipal do Rio, uma vez que comecei a cantar ainda criança fazendo parte do Coral Infantil do Rio de Janeiro, que se apresentava na óperas e concertos que aconteciam no início dos anos 90. Diversas programações do teatro incluíam o coral infantil regido pela maestrina Elza Lakschevitz, uma mulher à frente do seu tempo, que deixou um legado importante na história do canto coral no Brasil. Agora, em 2022, retorno com o meu projeto, acompanhada de uma orquestra de mulheres, regida por uma mulher e contando a história de grandes divas do rádio. Só tenho a agradecer!”
“As Rainhas do Rádio em Concerto” tem apoio institucional do Theatro Municipal do Rio de Janeiro através do Edital Municipal em Cena e da Secretaria de Cultura e Economia Criativa – Governo do Estado do Rio de Janeiro.
SERVIÇO
Theatro Municipal do Rio de Janeiro apresenta “As Rainhas do Rádio em Concerto”
Idealização: “Elas por Ela – As Rainhas do Rádio por Mona Vilardo” Produção: Mancuzo Entretenimento
Serviço:
Data: 11 de setembro
Horário: 17h
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Praça Floriano, S/N – Centro do Rio
Ingressos gratuitos em https://theatromunicipalrj.eleventickets.com/#!/home
Classificação Livre
Postado por Allex Lourenço em 08/set/2022 -

Depois do sucesso na Cidade das Artes e na abertura do Festival de Joinville, o espetáculo chega ao Theatro Municipal do Rio de Janeiro para apresentação única a preços populares no dia 09 de setembro.
“ST – Tragédias”, que comemora os 30 anos de parceria de Ana Botafogo e Marcelo Misailidis, apresenta duas obras de Shakespeare acompanhadas por poemas sinfônicos de Tchaikovsky: “Romeu e Julieta” e “Othello, o mouro de Veneza”.
“Romeu e Julieta” terá como intérpretes os primeiros bailarinos do Theatro Municipal, Cícero Gomes e Márcia Jaqueline, que dançam a coreografia criada por Marcelo Misailidis há 20 anos para um duo com Ana Botafogo.
“Othello, o mouro de Veneza”, nova criação deMarcelo Misailidis, conta com 16 bailarinos, entre eles Marcia Jaqueline, Edifranc Alves e Márcio Jahú.
“Romeu e Julieta” e “Othello, o mouro de Veneza”, escritas há mais de 400 anos por Shakespeare (1564-1616), tratam de assuntos ainda extremamente atuais, como a paixão, a inveja, o racismo e o feminicídio, temas que ganham ainda mais intensidade nas composições do russo Tchaikovsky (1840-1893).
A produção do espetáculo conta com a participação de 17 bailarinos no total, e uma ficha técnica que traz Paulo Cesar Medeiros na iluminação e João Bertini na criação dos figurinos, além do próprio Marcelo Misailidis assinando o cenário.
“Unir Shakespeare e Tchaikovsky é, antes de tudo, a certeza de mergulhar num acervo singular quando falamos de literatura universal e música erudita. De um lado, um escritor genial que criou personagens que se tornaram arquétipos do comportamento humano, e base de estudo pela ciência de análise psíquica; e de outro, o compositor de maior destaque do repertório de balé clássico, capaz de traduzir em música de modo arrebatador os sentimentos da alma humana, extraindo de suas orquestrações uma emoção visceral.”, explica Misailidis.
Para Ana Botafogo, a motivação principal é “trabalhar com jovens bailarinos e ver como esses corpos do século XXI dialogam com Shakespeare, Tchaikovsky e Misailidis”. (…) Nestas obras-primas de Shakespeare, vemos os mesmos dramas dos dias de hoje. Às vezes, o que parece teatral ou só literário, se apresenta como vida real. Amor, ciúme, paixão, intriga, violência, assassinato, feminicídio, e tudo de forma muito inteira.”
Ao que completa Misailidis: “O gênero trágico é algo que nunca escapa ao radar da condição humana, dos antigos escritores e filósofos gregos aos dias atuais. Observamos sucessivamente as mesmas falhas estruturais, geralmente ligadas a poder, ganância, intolerância, vaidade. Hoje voltamos a ver o mundo enfrentando guerras, pandemias, preconceitos e violências de toda ordem que nos afastam uns dos outros, e da oportunidade de troca na relação com a arte e as coisas sublimes que o ser humano pode produzir.”
A MONTAGEM
Segundo Marcelo Misailidis, as coreografias têm por base a estética clássica unida a diferentes linguagens e gêneros de dança e teatro, resultando num espetáculo de encenação contemporânea.
“Nestas duas obras, meu foco principal como coreógrafo e encenador foi dar fluidez a narrativa, que tem por base temas como paixão, ódio, inveja, racismo, e feminicídio, sendo o mais fiel possível à cronologia e às sequências originais das cenas destas duas peças e, ainda, dar ênfase e protagonismo aos intérpretes, por acreditar que estes são o elo e fio condutor mais importante entre a obra e o público”, explica o diretor e coreógrafo.
ANA BOTAFOGO E MARCELO MISAILIDIS – 30 ANOS DE PARCERIA
Em comemoração aos 30 anos de parceria de Ana Botafogo e Marcelo Misailidis, este espetáculo pretende celebrar a trajetória do casal considerado partnership – a emblemática dupla de bailarinos do Theatro Municipal de forte empatia cênica e identidade com o público, que lotava as plateias de todo o país para vê-los dançar.
“Ao longo de minha carreira como bailarina, tive inúmeros partners, mas Marcelo Misailidis teve uma importância grande em minha trajetória pois, juntos, além de dançarmos muitos dos grandes balés clássicos, tivemos a possibilidade de criar novas coreografias. A conexão era tão grande, e nossa parceria tão intensa nos palcos, que pudemos também coreografar alguns balés para nós mesmos. Foi o caso de ‘Romeu e Julieta’, quando revisitamos uma ideia antiga de Maryla Gremo (bailarina, 1911-1985) e criamos uma coreografia onde pudemos experimentar toda a emoção do texto de Shakespeare aliada à extraordinária música de Tchaikovsky. A ideia de unir dois grandes artistas como S e T nos dá a certeza de falarmos de arte em muitas de suas possibilidades.”, comemora Ana Botafogo.
“A montagem de Romeu e Julieta na versão musical de Tchaikovsky, em ação compacta para um casal, não podia ser mais plena de tradução, pois surge a partir de uma longa convivência artística ao lado de Ana Botafogo, querida partner e bailarina-ícone do Brasil, com quem dividi os mais importantes momentos da minha carreira.”, retribui Misailidis.
FICHA TÉCNICA
Coreografia e concepção artística: Marcelo Misailidis
Codireção: Ana Botafogo
Romeu e Julieta (bailarinos):
Julieta: Marcia Jaqueline
Romeu: Cícero Gomes
Othello (bailarinos):
Othello: Edifranc Alves
Desdemona: Marcia Jaqueline
Iago: Marcio Jahú
Emília: Thais Danello
Brabancio: Joao Wlamir
Doge: Areias Herbert
Cássio: Cristian Aguilar
Rodrigo: Leo Oliveira
Bianca: Liana Vasconcelos
Ludovico: Rodolfo Saraiva
Guardas: Aloani Bastos, Ágatha Bull, Bárbara Várady, Jessica Lessa, Marcelle Gomes, Rafaella Brum
Standins: Thais de Carvalho e Anyel Aram
Iluminação: Paulo Cesar Medeiros
Figurino: João Paulo Bertini
Cenografia: Marcelo Misailidis
Assistente de direção :Aloani Bastos
Direção de produção: Rômulo Rodrigues
Produção executiva: Romero Monteiro
Visagismo: Domitila Ferreira
Criação do Lenço: Larissa Lessa – Lensoul
Cenotécnicos: Leandro Assis, João Lopes e Derô Martin
Equipe de palco: Manoel Puoci e Murilo Oliveira
Fotografias: Wagner Brum
Programação Visual e mídias sociais: Eliomar Bonavita
Assessoria de Imprensa: JSPontes Comunicação – João Pontes e Stella Stephany
APRESENTAÇÃO ÚNICA: dia 09 de setembro (6ªf) às 19h
ONDE: Theatro Municipal do Rio de Janeiro
. Praça Floriano, S/Nº – Centro / RJ Tel: (21) 2332-9191
INGRESSOS POPULARES: R$10 e R$5 (meia entrada) / DURAÇÃO: 70 min / CLASS: 12 anos
https://www.instagram.com/st.tragedias/
Postado por Allex Lourenço em 06/set/2022 -
O Theatro Municipal do Rio de Janeiro traz, no domingo, dia 11 de setembro, mais uma atração do projeto Música no Assyrio. Desta vez, o destaque será o Art Metal Quinteto. Reconhecido como um dos quintetos mais respeitados do país possui a característica de expandir o repertório da música de câmara brasileira. Os ingressos estarão à venda, a partir do dia 5 de setembro, na plataforma Imply ou na bilheteria do Theatro. Os preços são bem populares (R$10,00 – inteira) e (R$5,00 – meia-entrada).
Sobre o Art Metal Quinteto
O Art Metal Quinteto é um raro exemplo de longevidade na música de câmara de nosso país. Desfruta a reputação de ser um dos melhores quintetos de metais do Brasil e é reconhecido pela sua virtuosidade, carisma e dedicação em expandir o repertório brasileiro para esta formação.
O primeiro Cd do grupo, Da Renascença ao Jazz – Velas, 1995 – foi aclamado pelo jornal O Estado de S. Paulo, como o melhor lançamento instrumental do ano. Em janeiro de 2000, em parceria com a Banda Anacleto de Medeiros, lançou o CD Sempre Anacleto (Kuarup, 2000), inteiramente dedicado à obra de Anacleto de Medeiros, um dos pilares da música brasileira e um dos primeiros compositores a escrever para banda no Brasil. Este Cd teve enorme repercussão na imprensa, tendo matérias publicadas nos principais jornais do Brasil.
Em sua clara opção pela divulgação da música brasileira escrita para instrumentos de metais, o Art Metal Quinteto tem apresentado ao público brasileiro o resultado de um intenso trabalho de pesquisa sobre o tema. Neste sentido, destaca-se o levantamento das obras de compositores amazônicos do início do século XIX, como Meneleu Campos, Henrique Gurjão,Teóphilo Magalhães, Cincinato Ferreira Jr, Ernesto Dias e outros.
Serviço:
Música no Assyrio / Art Metal Quinteto
Data: 11 de setembro – domingo
Horário: 11h
Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Centro
Entrada pelo Boulevard da Treze de Maio
Preços populares: R$10,00 (inteira) e R$5,00 (meia – entrada) – na bilheteria do Theatro e na plataforma Imply
Classificação: Livre