Postado por Allex Lourenço em 13/Maio/2026 -

O Theatro Municipal do Rio de Janeiro traz de volta ao palco principal, o balé La Fille Mal Gardée, um dos títulos mais tradicionais do repertório clássico. A obra que ficou 20 anos fora da programação do Ballet e da Orquestra da casa, teve nova montagem apresentada em 2024, e agora, com o Patrocínio Oficial Petrobras, chega em mais uma temporada com dois atos, no mês de maio. A concepção e coreografia é de Ricardo Alfonso. A regência de Jésus Figueiredo, com supervisão artística de Hélio Bejani e Jorge Teixeira. As récitas serão nos dias 13/5 (Ensaio Geral), 14 (estreia), 15, 16, 20, 21 22 e 23, às 19h | 17 e 24, às 17h | 19, às 14h (Projeto Escola). Os ingressos estarão disponíveis a partir do dia 4 de maio (3º lote), através do site theatromunicipal.rj.gov.br ou na bilheteria do Theatro.
Criado no século XVIII, o balé estreou em julho de 1789 no Grand Théâtre de Bordeaux. Desde então, a obra vem sendo remontada por diferentes gerações de coreógrafos. Um dos principais nomes a revisitar o título foi Marius Petipa, que apresentou sua versão em 1885, em São Petersburgo. Ao longo do século XX, novas montagens mantiveram o balé em circulação nos principais palcos internacionais.

“La Fille Mal Gardée é um ballet de repertório que encanta a todos. Unindo o clássico com o cômico, está entre os mais pedidos pelo nosso público e por isso está de volta na temporada de 2026, que tem o patrocínio oficial da Petrobras. Não perca a oportunidade de assistir ao Corpo de Baile e a Orquestra Sinfônica do TMRJ. Esperamos você!”, ressalta a Presidente da Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro, Clara Paulino.
“La Fille Mal Gardée é uma obra atemporal do repertório clássico mundial, que continua a encantar plateias de todas as idades ao redor do mundo. Com coreografias vibrantes e personagens cativantes, esta versão do coreógrafo uruguaio Ricardo Alfonso, vem proporcionar aos nossos bailarinos a oportunidade de evidenciar o papel primordial da expressão facial, para além da gestualidade, na comunicação das diferentes emoções dos personagens e enfatizar a interpretação como ferramenta principal para fazer o público compreender a história e comover-se com ela”, afirma Hélio Bejani, Diretor do Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
“É uma grande honra fazer a direção musical e a regência deste balé, ao lado da Orquestra Sinfônica e do Balé do Theatro Municipal. A partitura de La Fille Mal Gardée tem uma história musical muito curiosa: nasceu no século XVIII como uma colagem de diferentes músicas e, ao longo do tempo, foi sendo retrabalhada por vários compositores até chegar à forma que conhecemos hoje. Essa trajetória dá à ela uma leveza e um frescor muito próprios, sempre a serviço da cena, e que continua conquistando o público”, destaca o maestro Jésus Figueiredo.

Sinopse:
Ato 1
Narra o romance de Lisa, filha de Simone, uma rica proprietária de uma fazenda, com um camponês chamado Colas. Este é despedido, pois Simone pretende casar sua filha com Alan, filho do rico Thomas. Em um encontro em pleno campo para reunir o gado, todos os personagens se definem. Lisa e Colas declaram seu grande amor. Alan brinca infantilmente e a viúva namora Tomás. Tudo é interrompido por uma tempestade.
Ato 2
A viúva continua preparando Lisa para o casamento e a filha finge consentir para afastar a desconfiança da mãe. Chegam Tomás, a mãe Simone e Alana no momento em que Lisa está experimentando o vestido de noiva. Enquanto os três tratam do casamento, a viúva entrega a chave do quarto de Lisa para Alan. Quando ele abre a porta do quarto, encontra Lisa nos braços de Colas, mas o destino premia os dois jovens que finalmente se casam com as bênçãos da mãe, a ira do velho Tomás e a indiferença infantil de Alan.


Sobre Jésus Figueiredo
Maestro Jésus Figueiredo é mestre pela Haute École de Musique de Genève (Suíça), com especialização em música antiga, regência, órgão e cravo. Atualmente é maestro colaborador da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, onde atua na preparação de óperas, concertos e regência de balés.
Foi maestro titular do Coro do Theatro Municipal por vários anos, participando de inúmeras produções operísticas. Entre as óperas que regeu destacam-se Orfeo (Monteverdi), Dido and Aeneas (Purcell), O Chalaça (Mignone), La Serva Padrona (Pergolesi), L’elisir d’amore (Donizetti), La tragédie de Carmen (Bizet/Brook), Theodora (Handel) e Rei Arthur (Purcell). Recebeu o Prêmio APCA pela preparação do coro em Don Quixote, de Massenet, O Colombo e Lo Schiavo, de Carlos Gomes, e esta última com destaque internacional pela crítica especializada.
Na regência de balés, conduziu títulos como O Quebra-Nozes, Don Quixote, O Corário, Giselle, Les Sylphides, Copélia, Raymonda, Le Spectre de la Rose e Catulli Carmina, com companhias como o Balé do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, a Escola do Teatro Bolshoi no Brasil e a Cia Brasileira de Balé. Em 2022, regeu a estreia mundial do balé Macunaíma, de Ronaldo Miranda, transmitido pela TV Brasil.
Vencedor do Concurso Nacional de Ópera de San Juan (Argentina, 2010), já regeu diversas orquestras no Brasil, Argentina e Suíça. Desde 2022, dirige o Ensemble Gravidades, com o qual vem divulgando repertórios barrocos e brasileiros na Europa. É também diretor musical da Associação de Canto Coral.

Sobre Ricardo Alfonso
Formado pela Escola Nacional de Dança de Montevidéu, Uruguai, em 1986 ingressou no Corpo de Dança SODRE de Montevidéu, Uruguai, onde participou de todos os trabalhos por ela apresentados, como Giselle, Lago dos Cisnes, Coppélia, Baile de Graduados, Interpley, Mozartíssimo, As Quatro Estações, Carmina Burana, Dom Quixote, Gayané, etc.
Para o Ballet Hoy, dirigido por Ines Camou, Alfonso cria as suas primeiras coreografias profissionais. Com a Sociedade Uruguaia Pró-Ópera e Ballet Hoy, Alfonso intervém na encenação de Maria de Buenos Aires (Piazzolla-Ferrer) como assistente de direção cênica e coreógrafo e interpretando um dos personagens principais (El Gato); em Evita como dançarino e coreógrafo, e em Jesus Christ Superstar como dançarino.
Em 1994, juntamente com o Ballet Hoy, apresentou Sonata (Bach) e Entre Azul y Verdi (G.Verdi), obra que passou a fazer parte do repertório do Ballet SODRE.
O jornal EL País de Montevidéu considera a sua obra Entre Azul y Verdi como uma das “melhores obras coreográficas dos últimos tempos”, considerando Alfonso a “revelação coreográfica do ano”.
No Brasil, ele trabalha ao lado de Maria Waleska Van Helden, participando de diversas edições do Dança Alegre Alegrete, prestigiado evento brasileiro de dança. Em Santa Fé, junto com outros profissionais, fundou a TAIARTE, assumindo a direção de seu próprio grupo, o Ballet Contemporâneo de Santa Fé, para o qual criou Opus 3, Solo Vivaldi, Aires y Danzas Antiguas, Brahms para 10 bailarinos, Estrofas al Viento, entre outros.
No Ballet del Sur, sob a direção de Violeta Janeiro, Alfonso é professor e coreógrafo onde encena obras como: Entre Azul y Verdi, Canon, Sonata, Opus 64, Acto de las Sombras de Bayadere, Gayané e La Fille Mal Gardée. Juntamente com o Prof. Edgardo Blumberg, realiza Seminários de História da Dança e da Música para a Dança, desde a Antiguidade até o Século XIX, no Instituto Superior de Música, da Faculdade de Letras e Ciências da Universidade Nacional do Litoral. De 2010 a 2021 foi Diretor Principal do Ballet del Sur de Bahia Blanca. Obras que apresentou: Dom Quixote, Carmina Burana, Lago dos Cisnes, La Fille Mal Gardée, Cinderela, Giselle, La Sylphide, Las Silfides, Gayane, Cantares, Adaggietto, Tangos en Gris, Carnaval dos Animais, Ato das Sombras de La Bayadere, Retrato in memoriam: Edith Piaf, Mozartissimo, As 4 Estações, Opus 64, Entre Azul e Verdi, Concerto, Opus 3, Stabat Mater, Ares e Danças Antigas, Estâncias ao Vento, Sempre Buenos Aires, Memórias de um Lugar Amado , Suíte Napoli, Suíte Raymonda, On Target, Rodeio, A Visita de Terpsicore, Pas de Deux de Sylvia, Pas de Deux de Tchaikovsky, La Source Pas de Deux, A Morte do Cisne. Passeios a Buenos Aires (Gala Internacional de Buenos Aires, La Sylphide com Ludmila Pagliero), A Frutillar, Chile (Giselle com Marianela Nuñez, La Sylphide com Ludmila Pagliero), Dança Alegre Alegrete, Brasil, Guamini, Necochea, Mar del Silver com Iñaki Urlezaga em sua despedida do palco. Rodolfo Lastra Belgrano, Oscar Araiz, Domingo Vera, Liliana Belfiore, Sabrina Streiff, Gigi Caciuleanu são alguns dos coreógrafos convidados durante sua gestão. Em 2015, Alfonso foi o vencedor do Prêmio Máscara concedido pela Prefeitura de Santa Fé em reconhecimento à sua carreira. Em 2016 foi jurado do Prêmio Escenário do jornal UNO, de Santa Fé e de 2017 até o momento, jurado do Bahia Blanca do “Prêmio Federal Hugo”. Em 2019, o Ballet del Sur recebeu a Menção ao Mérito dos Prêmios Konex por estar entre as cinco melhores companhias da Argentina nos últimos 10 anos, período que coincide com a gestão de Alfonso como Diretor Principal. Em 2023, apresentou sua versão de La Fille Mal Gardée no Ballet Nacional SODRE, em Montevidéu, Uruguai. Desde dezembro deste ano é Coordenador do Teatro Municipal e Produção Artística 1º de Mayo da cidade de Santa Fé, Argentina.

Elenco:
Lise – Juliana Valadão / Manuela Roçado / Marcela Borges / Tabata Salles
Colas – Cícero Gomes / Alyson Trindade / Rodrigo Hermesmeyer
Madame Simone – Edifranc Alves / Saulo Finelon
Alain – Alyson Trindade / Luiz Paulo / Rodrigo Hermesmeyer
Datas elenco:
Dias 14/5 (estreia), 16 e 21
Juliana Valadão e Cícero Gomes
Dias 13/5 (geral), 17 e 23
Marcela Borges e Alyson Trindade
Dias 15/5, 20 e 24
Manuela Roçado e Rodrigo Hermesmeyer
Dias 19/5 (Projeto Escola) e 22/5
Tabata Salles e Rodrigo Hermesmeyer
Ficha Técnica:
Concepção e Coreografia: Ricardo Alfonso
Supervisão Artística: Hélio Bejani e Jorge Texeira
Coordenação de Remontagem: Jorge Texeira
Ensaiadores: Jorge Texeira, Mônica Barbosa, Celeste Lima e Filipe Moreira
Cenografia: Manoel dos Santos
Figurinos: Tania Agra
Iluminação: Paulo Ornellas
Regente: Jésus Figueiredo
Design Gráfico: Carla Marins
Direção Geral: Hélio Bejani
Direção Artística Temporada 2026: Eric Herrero
Presidente FTM: Clara Paulino
Serviço:
La Fille Mal Gardée
Ballet e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal
Dias: 13/5, às 19h (Ensaio Geral) | 14 (estreia), 15, 16, 20, 21 22 e 23/5, às 19h | 17 e 24/5, às 17h | 19/5, às 14h (Projeto Escola)
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Endereço: Praça Floriano, s/n° – Centro
Duração: 1h45 + intervalo
1º ato – 50 min
2º ato – 35 min
)
Ingressos:
Frisas e Camarotes – R$90,00 (ingresso individual)
Plateia e Balcão Nobre – R$80,00
Balcão Superior e Lateral – R$50,00
Galeria Central e Lateral– R$30,00
Ingressos através do site www.theatromunicipal.rj.gov.br ou na bilheteria do Theatro.
Palestras gratuitas antes dos espetáculos
Classificação: Livre
Patrocinador Oficial @Petrobras
Onde tem Patrocínio Petrobras, tem Governo do Brasil
Apoio: Livraria da Travessa, Rádio MEC, Rádio Paradiso Rio, Amadança
Realização Institucional: Fundação Teatro Municipal, Associação dos Amigos do Teatro Municipal
Lei de Incentivo à Cultura
Realização: Ministério da Cultura e Governo do Brasil, do Lado do Povo Brasileiro
Assessoria de imprensa TMRJ:
Cláudia Tisato – tisato.cultura@gmail.com
Assessoria de imprensa externa TMRJ:
Thaisa Barreto – vozesagenciacriativa@gmail.com
Assessora Chefe de Comunicação TMRJ:
Marietta Trotta – mariettatrotta.tmrj@gmail.com

Postado por Gabriel Mendes em 22/Maio/2026 -

A orquestra que hoje se apresenta é mais do que um grupo musical: é um verdadeiro celeiro de músicos. Aqui, pessoas de diversas idades, trajetórias e experiências se encontram unidas pela música. Nossa formação reúne jovens estudantes, músicos amadores dedicados e profissionais
experientes, em um ambiente de aprendizado mútuo, troca generosa e construção coletiva. A diversidade do grupo — social, geracional e artística — é também refletida no programa desta noite. Dedicado ao período Barroco, ele oferece uma ampla amostragem de estilos, formas e nacionalidades que marcaram o século XVIII, um dos momentos mais ricos da história da música ocidental. Este concerto é, portanto, uma viagem musical pela Europa do século XVIII — e também uma celebração do poder transformador da música como espaço de encontro, formação e expressão.
Um dos concertos mais célebres do repertório barroco, o Concerto BWV 1043 evidencia o extraordinário domínio de Johann Sebastian Bach sobre o diálogo entre solistas e conjunto. Os dois violinos não competem, mas se entrelaçam em permanente conversa, ora imitativa, ora complementar. O movimento central, de caráter contemplativo, apresenta uma das melodias mais expressivas do compositor, sustentada por um acompanhamento pulsante e delicado. Nos movimentos extremos, a energia rítmica e a escrita contrapontística criam uma sensação de fluxo contínuo e vitalidade.
No Concerto RV 100, Antonio Vivaldi explora com engenho a variedade de timbres ao reunir três solistas de naturezas distintas. O contraste entre o brilho do violino, a suavidade da flauta doce e a sonoridade grave do fagote cria uma paleta rica e dinâmica. O movimento lento oferece um momento de suspensão e lirismo, enquanto os movimentos rápidos evidenciam o estilo característico de Vivaldi, com ritmos vivos e estruturas claras. Menos conhecido hoje, Karl Kohaut foi um importante compositor da corte vienense. Seu concerto destaca um instrumento que raramente ocupa a posição solista nos períodos barroco e clássico: o contrabaixo. A obra explora tanto a agilidade quanto a expressividade do instrumento, alternando passagens virtuosísticas com momentos cantáveis. O resultado se revela surpreendente, que amplia nossa percepção das possibilidades do contrabaixo no século XVIII.
Os Concerts Royaux de François Couperin foram compostos para as apresentações na corte de Luís XIV e refletem o ideal francês de elegância e refinamento. Em vez do contraste dramático
típico do concerto italiano, encontramos aqui uma sucessão de danças estilizadas e movimentos característicos. Cada seção apresenta um caráter próprio — da solenidade inicial à leveza da siciliana — em uma música marcada pela sutileza, pelo ornamento delicado e pela clareza expressiva.
Prolífico e inventivo, Georg Philipp Telemann foi mestre em combinar influências nacionais diversas. Neste concerto, a formação pouco usual favorece um jogo de cores e texturas entre as flautas e o violino. O primeiro movimento já sugere um clima expressivo e introspectivo, contrastando com a vivacidade dos movimentos rápidos. A obra exemplifica o estilo galante emergente, com frases mais leves e diretas, sem abandonar a riqueza de invenção característica do compositor.
Serviço:
Orquestra Barroca da UNIRIO
Data: 22/06/26
Local: Sala Mário Tavares
Endereço: Av. Almirante Barroso, 14, Centro – RJ
Ingressos gratuitos, RETIRADA SOMENTE NO SITE http://theatromunicipal.rj.gov.br/
Postado por Allex Lourenço em 19/Maio/2026 -
A série O Globo/Dellarte Concertos Internacionais recebe a prestigiada Orchestre des Champs-Élysées, com regência de Philippe Herreweghe no dia 25 de maio, segunda-feira, às 19h, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. No programa, duas obras colossais do Romantismo: a sinfonia “Inacabada”, de Schubert, e a sétima sinfonia de Beethoven — duas obras centrais do repertório orquestral.
“A apresentação da Orchestre des Champs-Élysées, regida por Philippe Herreweghe, é imperdível pela sua originalidade musical e pela excelente reputação que esses artistas construíram ao longo das últimas décadas” diz Steffen Dauelsberg, diretor executivo da Dellarte.
A Orchestre des Champs-Élysées é a primeira formação sinfônica francesa de renome internacional a tocar com instrumentos de época. Desde junho de 1991, quando foi fundado pelo maestro Philippe Herreweghe, o conjunto tem se dedicado principalmente ao repertório sinfônico do Classicismo, do Romantismo e do início do Modernismo, submetendo-o a uma reavaliação fundamental com base em conhecimentos musicológicos atualizados e por meio de práticas interpretativas que buscam fidelidade a cada período histórico. Ao longo dos anos, o repertório da orquestra se expandiu consideravelmente, abrangendo, hoje, mais de 150 anos de música. Sua atuação também inclui a participação em pesquisas musicológicas e projetos educacionais.
Em seu concerto inaugural, a orquestra apresentou o oratório “A Criação” (de 1798), de Joseph Haydn, primeiro na cidade de Poitiers e depois no Théâtre des Champs-Élysées, em Paris. Com essa estreia marcante, a orquestra lançou as bases de uma carreira internacional que a levou a importantes salas de concerto da Europa — como Bruxelas, Viena, Amsterdã, Londres, Berlim, Frankfurt, Munique, Leipzig, Roma e Lucerna — e a centros musicais ao redor do mundo, incluindo o Lincoln Center de Nova York, além de turnês por Japão, Coreia, China e Austrália.
Sob a direção de Philippe Herreweghe, a orquestra mantém uma colaboração artística contínua com o Collegium Vocale Gent, com o qual gravou diversos CDs elogiados pela crítica internacional. Associada ao Théâtre Auditorium de Poitiers (TAP) e residente na região de Nouvelle-Aquitaine, a orquestra recebe subsídios da Directions Régionales des Affaires Culturelles (DRAC, órgão ligado ao Ministério da Cultura da França) de Nouvelle-Aquitaine e da cidade de Poitiers.

Nascido em Ghent, o maestro Philippe Herreweghe estudou tanto na universidade quanto no conservatório de música daquela cidade belga. Nesse período, iniciou sua atividade como regente e fundou o grupo musical Collegium Vocale Gent, em 1970. Sua abordagem enérgica e historicamente informada da música barroca (isto é, usando instrumentos e técnicas em voga na época de cada composição) rapidamente lhe rendeu reconhecimento.
Em 1977, ele fundou, em Paris, o ensemble La Chapelle Royale, com o qual interpretou música do período áureo francês. Ao longo de sua carreira, criou diversos conjuntos dedicados a interpretações de autenticidade histórica, abrangendo repertórios que vão do Renascimento à música contemporânea. Entre eles, contam-se o Ensemble Vocal Européen, especializado em polifonia renascentista, e a Orchestre des Champs-Élysées, fundada em 1991 com o objetivo de interpretar repertório pré-romântico e romântico com instrumentos de época.
Entre os destaques da temporada 2025/26 estão turnês com o Collegium Vocale Gent, incluindo apresentações na Ásia da “Missa em si menor”, de J.S. Bach, e concertos na Europa com a Orchestre des Champs-Élysées, interpretando o “Requiem” de Luigi Cherubini. Com essa orquestra, também realiza uma turnê pela América do Sul, tocando a sinfonia “Inacabada”, de Schubert, e a sétima de Beethoven, em São Paulo, Buenos Aires e Rio de Janeiro.
Em setembro de 2021, Herreweghe foi homenageado com o Musikfest Award Bremen por sua destacada trajetória artística. No mesmo ano, recebeu o prêmio cultural “Ultima”, do governo flamengo. Ao longo de sua carreira, acumulou numerosos reconhecimentos, incluindo o título de “Personalidade Musical do Ano” pela imprensa europeia, a nomeação como Embaixador Cultural de Flandres, o título de Officier des Arts et Lettres na Bélgica, doutorados honorários (incluindo os da Universidade de Leuven e da Universidade de Ghent), o título francês de Chevalier de la Légion d’Honneur em 2003 e a Medalha Bach da cidade de Leipzig.
Em sua 31ª temporada, a Série O Globo/Dellarte Concertos Internacionais traz ao Rio de Janeiro o que há de melhor na música de câmara internacional, com recitais de artistas consagrados e artistas em ascensão, com alto nível técnico de suas apresentações.
A Série Concertos Internacionais é apresentada pelo Ministério da Cultura e Bradesco Seguros, com o apoio da Lei Rouanet. O projeto conta com O Globo como parceiro de mídia, apoio do Windsor Hotéis e apoio institucional da Rádio MEC e Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Fundação Theatro Municipal do Rio de Janeiro. A produção é da Dell´Arte e a realização do Instituto Dell’Arte e Ministério da Cultura – Governo do Brasil do lado do povo brasileiro.
PROGRAMA:
FRANZ SCHUBERT (1797 – 1828)
Sinfonia nº 8 (“Inacabada”), em si menor, D. 759
I. Allegro moderato
II. Andante con moto
LUDWIG VAN BEETHOVEN (1770 – 1827)
Sinfonia nº 7, em lá maior, op. 92
I. Poco sostenuto – Vivace
II. Allegretto
III. Presto
IV. Allegro con brio
SERVIÇO:
SÉRIE DELLARTE CONCERTOS INTERNACIONAIS
Orchestre des Champs-Élysées & Philippe Herreweghe
25 de maio, segunda-feira, 19h
Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Praça Floriano, s/n – Cinelândia – Centro
Classificação 10 anos
Frisas e Camarotes: R$ 3.600,00
Plateia/Balcão Nobre: R$ 600,00
Balcão Superior: R$ 250,00
Galeria: R$ 120,00
Promocional: R$ R$ 50,00/inteira e R$ 25,00/meia (limitado a 20% de ocupação)
Vendas em ingresso.dellarte.com.br de 2a. a 6a., das 9h às 16h,
no whatsapp (21) 98698-1103
ou no e-mail dellarte@dellarte.com.br
MAIS INFORMAÇÕES:
Reg Murray – Assessoria de Imprensa
regmurray.jornalista@gmail.com
(21) 98892-1549 celular
e whatsapp (24) 2221-0987
Postado por Allex Lourenço em 09/abr/2026 -

Uma das vozes mais extraordinárias da história da música do século XX, símbolo absoluto do fado e da alma portuguesa, Amália Rodrigues ganha uma grandiosa homenagem sinfônica no espetáculo Amália Rodrigues Sinfônico, que chega ao Brasil para três apresentações especiais em maio de 2026.
O espetáculo une a voz original de Amália, selecionada a partir de gravações históricas a um trio tradicional de fado, incluindo a famosa guitarra portuguesa, uma orquestra de formação clássica e a interpretação da cantora Anabela, sob direção do maestro Laurent Rossi. A produção incorpora ainda projeções audiovisuais que combinam imagens de arquivo da artista com recursos visuais contemporâneos, criando uma experiência imersiva que amplia a conexão do fado com a linguagem sinfônica.
Amália Rodrigues Sinfônico fará única apresentação, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro no dia 28 de maio de 2026, quinta-feira as 19:30horas.
Em parceria com a Fundação Amália Rodrigues, o projeto tem direção artística do maestro francês Laurent Rossi, músico, produtor e diretor musical com sólida carreira internacional
e responsável pela concepção musical e pelos arranjos que transportam o repertório de
Amália para a dimensão sinfônica, preservando sua identidade e ampliando sua potência sonora.
No palco, a voz original de Amália Rodrigues dialoga com a interpretação da cantora portuguesa Anabela, uma das mais respeitadas artistas de sua geração. Com quatro décadas de carreira, vencedora da Grande Noite do Fado e do Festival da Canção de Portugal, Anabela construiu trajetória sólida que transita entre a música popular, o fado e o teatro musical, sendo reconhecida pela sensibilidade interpretativa e pelo rigor técnico.
No espetáculo, sua participação estabelece uma ponte entre tradição e contemporaneidade.
Informação
📅 Quinta-Feira 28 de Maio de 2026 – 19h30 – Abertura das Portas 18h30
⏳ Duração: 115 minutos com 15 min de intervalo
📍 Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro
👤 Idade: livre para todas as idades
Postado por Allex Lourenço em 13/Maio/2026 -

Devido ao grande sucesso, está de volta, dentro do Música no Assyrio do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, o espetáculo Kabarett ao Revés. Formado por integrantes da vanguarda do TMRJ, com direção, roteiro e coreografia de Roberto Lima, a apresentação reúne música, dança e teatro, rompendo paradigmas da idade ao trazer artistas de 60+.
A obra nasceu do desejo da bailarina Irene Orazem de festejar os seus 70 anos de carreira no Municipal do Rio e tornou-se uma celebração da longevidade, da criatividade e da resistência de artistas que dedicaram anos de suas vidas à arte.
A estreia foi em 19 de julho, no Salão Assyrio. A montagem conquistou o Troféu Regina Ribeiro e recebeu uma Moção de Louvor e Aplausos aprovada pela Câmara Municipal do Rio de Janeiro. Em agosto, Kabarett Revés também integrou a programação do XXXI Encontro Fluminense de Dança, no Teatro Popular Oscar Niemeyer, em Niterói.
O espetáculo acontecerá no dia 24 de maio, domingo, às 11h, com ingressos a preços populares, através do site theatromunicipal.rj.gov.br ou na bilheteria: R$50(inteira) e R$25 (meia-entrada).

Repertório:
La Vie em Rose (Edith Piaf) / What Keeps Mankind Alive (Tom Waits) / Overture Johnny’s Melody / Johnny Johnson Medley (Kurt Weill) / The Cannon Song (Kurt Weill)/ The Ballad of the Soldier’s Wife (Kurt Weill) / Youkali Tango (Kurt Weill) / Padam, Padam (Édith Piaf) / Milord (Édith Piaf) / Ballad of the Mac the Knife (Kurt Weill).

Serviço
Música no Assyrio / Kabarett ao Revés
Data: 24 de maio – domingo
Horário: 11h
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Centro
Entrada pelo Boulevard da Av. Treze de Maio
Preços populares: R$50 (inteira) e R$25 (meia-entrada) na bilheteria do
Theatro ou através do site www.theatromunicipal.rj.gov.br
Classificação: Livre
Assessoria de imprensa TMRJ:
Cláudia Tisato – 21 99256 7350
Assessora Chefe de Comunicação TMRJ:
MariettaTrotta – 21 99519 5270
Postado por Gabriel Mendes em 22/Maio/2026 -

Reconhecida internacionalmente como a principal referência da dança espanhola e do flamenco, a Compañía Antonio Gades, criada pelo coreógrafo que redefiniu o papel do flamenco no século XX, retorna ao Brasil em junho de 2026 trazendo dois pilares de seu repertório histórico: Bodas de Sangre, obra que transformou o flamenco em linguagem dramática de alcance universal, e Suite Flamenca, síntese coreográfica que revela a força e a arquitetura estética da tradição sob a linguagem depurada concebida por Antonio Gades.
Figura central da dança europeia do século passado, Gades elevou o flamenco à dimensão teatral contemporânea, estabelecendo um diálogo sólido entre cultura popular, dramaturgia e construção cênica moderna.
Bodas de Sangre foi criada há 50 anos por Antonio Gades e consagrou o flamenco como linguagem capaz de narrar histórias profundas, estabelecendo um diálogo natural entre dança, teatro e vanguarda. Um dos mais importantes textos da dramaturgia espanhola, pertence à trilogia que se completa com “Yerma” e “A Casa de Bernarda Alba”, do poeta, dramaturgo e escritor Federico Garcia Lorca. A adaptação para o balé foi feita por Alfredo Mañas, que já havia colaborado com Gades em “Don Juan”. Estreou em 74 na Itália e em 81, em colaboração com o consagrado diretor de cinema Carlos Saura, foi transformado em filme de grande sucesso. Suite Flamenca reúne sete performances que destacam a estética da dança flamenca, incluindo solos, duos e danças de grupo – Soleá, Soleá por Bulerías, Farruca, Zapateado, Tanguillo, Tangos de Málaga e Rumba – todas as facetas do gênero, dentro da perspectiva de Antonio Gades. Oportunidade única para ver uma forma de dançar flamenco que em seus dias foi qualificada de vanguardista e atualmente é considerada um clássico. Apresentada pelo Ministério da Cultura e Bradesco Seguros, com o apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura e patrocínio da Repsol Sinopec Brasil, a turnê é uma realização da DELLARTE, em parceria com o do Ministério da Cultura e Governo do Brasil – Do lado do povo brasileiro. No Rio de Janeiro, as apresentações acontecem no Theatro Municipal, nos dias 19, 20 e 21 de junho.
Bodas de Sangre
“O Guernica da dança espanhola. Essa luta final em câmera lenta é uma imagem que se crava na retina do espectador.”
ABC Cultura
“Obra complexa, sintética, de risco vanguardista, que se mantém fiel ao universo lorquiano.” El País
Em 2 de abril de 2026, irão se completar 52 anos da estreia, no Teatro Olímpico de Roma, de Bodas de Sangre, de Antonio Gades, monumento da dança que, apesar de sua natureza coreográfica, entrou para a história como uma das melhores traduções universais da obra de Lorca.
Referência primordial no mundo da dança, Bodas de Sangre consagra o flamenco como linguagem dramática capaz de contar histórias, tornando-se um difusor da obra de Federico García Lorca no mais alto nível. Uma união que hoje consideramos quase natural e que tem raízes na obra da bailarina e coreógrafa Argentinita, figura central da renovação da dança espanhola no início do século XX, e em sua relação com as vanguardas que floresceram na Espanha naquele período.
Primeira criação de Gades estruturada a partir de um enredo dramático completo — característica que se tornaria uma marca de sua trajetória —, este balé deu origem a outro fato histórico: a primeira das colaborações de Antonio Gades com o cineasta Carlos Saura, cuja parceria contribuiu de maneira decisiva para a universalização desta arte. Sete anos após a estreia da coreografia, ambos realizaram um filme conjunto com o mesmo título, que mostrava um ensaio geral da obra com uma perspectiva inovadora que unia dança e cinema.
Suite Flamenca
“uma grande obra que revela um Gades inquieto e renovador.”
El País
“Que as novas gerações assistam e possam compreender que não se trata apenas de sapatear incansavelmente ou fazer acrobacias. Aqui estão as raízes do que hoje é o flamenco narrativo e coreográfico.”
El Mercurio
A partir das danças com as quais Antonio Gades começou sua carreira solo (1963), foram sendo construídos os números que, cinco anos depois, passariam a se chamar Suite Flamenca. São números de dança flamenca tradicional sob o prisma vanguardista de Gades. Esta Suite foi apresentada por sua companhia, que incluía, entre outros, a grande Cristina Hoyos, parceira artística por vinte anos e autora de algumas das coreografias, como “Soleá”, “Bulerías” e “Tanguillo”. Suite Flamenca é composta por uma série de peças que oferecem uma representação surpreendente da estética do gênero. Inclui solos, duos e formações de grupo vistas a partir da perspectiva de Antonio Gades. É uma excelente oportunidade para conhecer um estilo que hoje quase não se vê em cena, descrito em sua época como vanguardista e atualmente reconhecido como um clássico.
SERVIÇO:
Bodas de Sangre
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Datas e horários:
19/06/2026 – 19h (sexta-feira)
20/06/2026 – 20h (sábado)
21/06/2026 – 15h (domingo)
Vendas em https://feverup.com/
Classificação: 10 anos
Postado por Gabriel Mendes em 19/Maio/2026 -

A Companhia de Dança Deborah Colker apresenta “Remix”, espetáculo que reúne cenas icônicas de obras como “Vulcão”, “Rota”, “4×4” e “Belle”. A montagem revisita mais de 30 anos de trajetória em uma criação que destaca a potência e a ousadia da Companhia.
Com 16 bailarinos e uma grande estrutura cênica, o espetáculo traz elementos marcantes como vasos suspensos e uma roda gigante. Dividido em dois atos, transita entre intensidade e leveza. “Remix” é um convite ao reencontro com diferentes fases da criação coreográfica.
Serviço:
reMIX – Cia. de Dança Deborah Colker
Data: 03/06/26 a 07/06/26
Horário: 19h
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Endereço: Praça Marechal Floriano, S/N, Centro – RJ
Postado por Allex Lourenço em 30/mar/2026 -

Após o grande sucesso em 2025, com sessões esgotadas, Carmina Burana, de Carl Orff, retorna ao palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro com o Coro e a Orquestra Sinfônica da casa, reunindo um elenco de mais de trezentos profissionais. São atores, bailarinos e artistas de diversas modalidades como Vogue, Burlesco, Pole Dance, Breakdance, Passinho, Arte Drag e até Passista, além de duzentos e trinta figurinos. A montagem, que abre a temporada lírica do Theatro, com Patrocínio Oficial da Petrobras, é apresentada em formato de ópera-balé e, marcada por estéticas contrastantes, aposta em uma leitura cênica contemporânea da obra. Com coreografias, concepção e direção cênica de Bruno Fernandes e Mateus Dutra, figurinos de Desirée Bastos, o espetáculo conta com direção musical e regência do maestro chileno Victor Hugo Toro. As apresentações acontecem nos dias 8, 9, 10 e 11, às 19h, e no dia 12, às 17h.

“Carmina Burana está de volta ao palco do Municipal na temporada de 2026, atendendo ao pedido do nosso público. Sair do óbvio foi a escolha mais acertada dos diretores cênicos, especialmente por colocar nos holofotes tanta diversidade em um único espetáculo. Com o patrocínio oficial da Petrobras, estamos com tudo pronto para recebê-los aqui”, destaca Clara Paulino, Presidente da Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro.
“Sendo Carmina Burana originalmente uma cantata cênica, mas normalmente apresentada em forma de concerto ou coreografada para balé, a nossa montagem apresenta características praticamente inéditas: foi construído um enredo que faz a ligação entre os diversos poemas que compõem a obra, formando um espetáculo de estrutura contínua, com participação cênica tanto do coro como dos solistas, além de bailarinos e artistas das mais diversas especialidades e procedências. Não seria inadequado dizer que estamos apresentando a Carmina Burana em formato de ópera-balé”, diz Eric Herrero, diretor artístico da Fundação Teatro Municipal.
“Eu estou muito feliz em retornar ao Theatro Municipal do Rio de Janeiro, não só porque eu tenho um belíssimo relacionamento artístico e profissional com os corpos artísticos, mas também, porque tenho esta oportunidade de remontar e apresentar novamente o espetáculo Carmina Burana. Lembro muito bem como estava lotada a casa, como o público foi ao delírio em cada uma das apresentações que fizemos no ano passado. E fico muito feliz em poder, novamente, apresentar este espetáculo com mais récitas do que em 2025. Tenho certeza que os ingressos vão esgotar e que será uma grande experiência artística”, celebra o maestro Victor Hugo Toro.
A primeira parte, “Primo Vere”, que celebra a chegada da primavera e o despertar da natureza, tem sua estética inspirada nos retábulos do flamengo primitivo, em especial na obra de Hieronymus Bosch, “O Jardim das Delícias”. A segunda metade do espetáculo, “In Taberna” e “Cours D’Amour”, transporta a ação para o cenário de uma boate contemporânea. Esta ambientação oferece uma visão satírica de um mundo hedonista e da frustração amorosa que acompanha suas relações. O ponto de maior destaque da produção, nesta parte, é a integração de diversas linguagens de movimento. Em cena, haverá também o uso da pintura do Museu Nacional de Belas Artes, de Pedro Américo: “A Noite”, acompanhada dos gênios do estudo e do amor (1883). E na versão de 2026, uma imagem da artista carioca Marcela Cantuária faz parte do projeto.

Sinopse Carmina Burana
A obra de Carl Orff é uma coleção de poemas que constituem um manuscrito do século XIII, encontrado no Mosteiro de Benediktbeuern, na Bavária. A cantata aborda temas como o amor, a fortuna, a natureza e a vida cotidiana, refletindo a cultura e as preocupações da época. Os autores desses poemas são desconhecidos e encontram-se escritos em latim medieval e em diversos vernáculos, incluindo o alemão, o inglês, o francês e o provençal.
Carmina Burana estreou no Theatro Municipal do Rio de Janeiro em dezembro de 1994, com o Coro e a Orquestra da casa, sob a regência do maestro David Machado. Em julho de 2000, o inglês Lionel Friend regeu a cantata, seguido pelo maestro André Cardoso. Em 2002, Cardoso e Sílvio Barbato comandaram a Orquestra e o Coro do Municipal. Em novembro de 2010, foi a vez do maestro Silvio Viegas. Em 2013, pela primeira vez, foi encenada com o Ballet do Theatro e coreografia de Mauricio Wainrot. Sua última apresentação foi em 15 de junho de 2017, com o regente Tobias Volkmann. Em 2025, uma nova versão foi apresentada no palco principal com Coro e Orquestra do Theatro, a participação do balé e artistas diversos.


Sobre Victor Hugo Toro
Nascido em Santiago do Chile, realizou estudos de regência orquestral e formou-se na Faculdade de Artes da Universidade do Chile. Foi vencedor do II Concurso Internacional de Regência Orquestral –Prêmio OSESP – Organizado pela Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo.
Em seus mais de 20 anos de carreira tem sido convidado a reger as maiores orquestras do Chile, a Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB), Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo, Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal de Rio de Janeiro, Amazonas Filarmônica, Camerata Antigua de Curitiba, Sinfônicas de Campinas, Paraná, Porto alegre, Bahía, Sergipe, Espirito Santo, Guarulhos, Orquestra do Teatro Massimo de Palermo e da Arena de Verona (Itália), Orquestra estável do Teatro Colón de Buenos Aires, Sinfônicas de Rosario (Argentina), do SODRE (Uruguai) e de Xalapa (México), além das filarmónicas de Montevidéu, Mendoza, Buenos Aires, Oltenia (Romênia), da Universidade Nacional Autônoma do México (OFUNAM) e de Xiamen (China), entre muitas outras. Além do seu importante trabalho com orquestras jovens de seu país e ter sido professor assistente no programa de regência orquestral da Faculdade de Artes da Universidade do Chile, Victor Hugo Toro é também compositor e suas obras têm sido interpretadas por diversos grupos sinfônicos e de câmara. Ele foi escolhido um dos 100 líderes jovens do Chile pelo jornal “El Mercúrio” e recebeu uma homenagem da Câmara Municipal de São Paulo pelo seu trabalho em prol da música, a sociedade paulistana e o acercamento cultural entre Chile e Brasil. Também foi Laureado pela Sociedade Brasileira de Artes Cultura e Ensino com a Ordem do Mérito Cultural “Carlos Gomes” no grau de comendador e recebeu de parte da Câmara Municipal de Campinas a medalha “Carlos Gomes” e a medalha “Samuel Lisman” de Artes, conferida pela Academia Campineira de Letras e Artes (ACLA) pelos relevantes serviços prestados à cidade. Notável por suas performances vibrantes em uma ampla diversidade de estilos musicais, Victor Hugo Toro foi regente assistente da OSESP, regente principal da Orquestra Sinfônica do SODRE, em Uruguai, regente residente da Companhia Brasileira de Opera, assessor da direção artística do Teatro Municipal de São Paulo e, por 10 anos, diretor artístico e regente titular da Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas, uma das maiores e mais tradicionais orquestras sinfônicas do Brasil. Atualmente é regente titular da Orquestra Sinfónica da Universidade de Talca, no Chile, e professor da escola superior de música da mesma universidade.
Elenco principal:
Dias 8, 9, 10, 11 de abril, às 19h / Dia 12 de abril, às 17h
A Noite – Michele Menezes – dias 8,10 e 12 de abril / Loren Vandal – dias 9 e 11 de abril
O Cisne – Guilherme Moreira – dias 8,10 e 12 de abril / Herbert Campos – dias 9 e 11 de abril
O Louco – Santiago Vilalba – dias 8,10 e 12 de abril/ Johnny França – dias 9 e 11 de abril
Ficha Técnica:
Carmina Burana – Cantata Cênica – Carl Orff (1895-1982)
Coro e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Solistas: Michele Menezes, Loren Vandal, Guilherme Moreira, Herbert Campos, Santiago Villalba e Johnny França
Cenografia: Bruno Fernandes e Matheus Simões
Figurinos: Desirée Bastos
Iluminação: Jonas Soares
Design Gráfico: Carla Marins
Atores e bailarinos convidados
Solistas: Tiago Tononi, Glayson Mendes, Manuela Roçado e Tabata Salles
Adereços: Renan Garcia, Taísa Magalhães e Penha Maria Lima, Raquel de Loiola, Lorena Couto, Nalanda Rodrigues, Jasmine Lara
Visagismo: Antônio Ulysses
Direção de Arte: Matheus Simões
Direção cênica, concepção e coreografias: Bruno Fernandes e Mateus Dutra
Direção Musical e Regência: Victor Hugo Toro
Diretor Artístico do TMRJ: Eric Herrero
Presidente da Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro: Clara Paulino
Serviço:
Carmina Burana, de Carl Orff
De 8 a 11/4, às 19h e 12/4, às 17h
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Endereço: Praça Floriano, S/N – Centro
Classificação: 16 anos
Ingressos:
Frisas e Camarotes – R$90 (ingresso individual)
Plateia e Balcão Nobre – R$80
Balcão Superior e Lateral – R$50
Galeria Central e Lateral – R$20
Ingressos através do site www.theatromunicipal.rj.gov.br ou na bilheteria do Theatro
Antes de cada espetáculo, haverá uma palestra gratuita sobre a obra e suas curiosidades com a presença de um intérprete de libras.
Patrocinador Oficial Petrobras
Onde tem Patrocínio, tem Governo do Brasil
Apoio: Livraria da Travessa, Rádio MEC, Rádio NOVA Paradiso e FEVER
Realização Institucional: Fundação Teatro Municipal, Associação dos Amigos do Teatro Municipal
Lei de Incentivo à Cultura
Realização: Ministério da Cultura e Governo do Brasil, do lado do povo brasileiro
Assessoria de imprensa TMRJ:
Cláudia Tisato – tisato.cultura@gmail.com
Assessoria de imprensa externa TMRJ:
Thaisa Barreto – vozesagenciacriativa@gmail.com
Assessora Chefe de Comunicação TMRJ:
Marietta Trotta – mariettatrotta.tmrj@gmail.com

Postado por Gabriel Mendes em 06/abr/2026 -

No dia 14 de Abril, o grupo Aragão Music irá realizar duas oficinas musicais na Sala Mário Tavares, voltadas ao grande público e profissionais da área. Das 15h às 16h30, acontece uma oficina de cordas ministrada por Jerominho Fernandes, Leandro Saramago e Vitor de Souza, e a oficina de percussão acontece das 17h até as 18h30, realizada por Junior Moraes, Diego Delavega, Neném Chama e Leonardo Balanço.
As oficinas do projeto são atividades gratuitas voltadas à formação e capacitação de músicos e artistas. Ministradas pelos próprios integrantes da banda de Jorge Aragão, elas incluem aulas práticas de instrumentos — como cordas e percussão — além de palestras temáticas.
A proposta é oferecer aprendizado acessível ao público em geral, especialmente estudantes de música, contribuindo para o desenvolvimento profissional e a troca de conhecimento dentro do universo do samba.
Serviço:
Data: 14 de abril de 2026
Local: Sala Mário Tavares (Anexo do Theatro Municipal RJ)
Endereço: Prédio Anexo do Theatro Municipal – Av. Almirante Barroso, 14/16, Centro – RJ
Horário: das 15 às 16h30 (Oficina de Cordas) / 17h às 18:30h (Oficina de Percussão)
Ingressos: gratuitos, RETIRADA SOMENTE NO SITE http://theatromunicipal.rj.gov.br/
Postado por Allex Lourenço em 20/mar/2026 -

No dia 14 de abril, terça, às 19h, a Orquestra Petrobras Sinfônica retorna ao Theatro Municipal para apresentar um concerto que explora diferentes caminhos da música do século XIX e XX, unindo tradição e modernidade.
Com regência do maestro Carlos Prazeres, o programa se inicia com as Bachianas brasileiras nº 9, de Heitor Villa-Lobos, obra que sintetiza a fusão entre a tradição clássica europeia e os elementos rítmicos e melódicos brasileiros. Na sequência, a premiada pianista Erika Ribeiro interpreta os solos da célebre Rhapsody in Blue, de George Gershwin, peça que incorpora elementos do jazz à linguagem sinfônica e se tornou um símbolo da música americana do século XX.
Encerrando a noite, a Sinfonia nº 7, de Ludwig van Beethoven, destaca-se por sua energia contagiante, sendo uma das obras mais vibrantes do repertório sinfônico e concluindo uma noite que atravessa estilos, épocas e linguagens.
ORQUESTRA PETROBRAS SINFÔNICA
Carlos Prazeres, regência
Erika Ribeiro, piano
HEITOR VILLA-LOBOS
Bachianas brasileiras nº 9, A449
I. Prelúdio
II. Fuga
GEORGE GERSHWIN
Rhapsody in Blue
LUDWIG VAN BEETHOVEN
Sinfonia nº 7, em Lá maior, op. 92
I. Poco sostenuto
II. Allegretto
III. Presto
IV. Allegro con brio