Postado por Allex Lourenço em 28/jul/2022 -
No mês do aniversário, o Theatro Municipal do Rio de janeiro lança o seu primeiro podcast da história! É o ‘Municipal para você’ que já está disponível nos principais agregadores, como Spotify, a partir de dessa semana. O projeto consiste em apresentar ao público os bastidores da temporada artística de 2022.
Para iniciar a série, a ópera-concerto ‘Carmen’ de Bizet, realizada nos dias 10 e 11 de junho no TMRJ, dentro da Série Vozes. Com mediação de Eric Herrero, diretor artístico do Municipal, o bate-papo terá sempre convidados diferentes. O primeiro episódio contou com as presenças ilustres da maestrina Priscila Bomfim, regente do espetáculo Carmen, e da mezzo-soprano, Luciana Bueno, que protagonizou a montagem recente de Carmen.
O Diretor Artístico do Theatro Municipal Rj, Eric Herrero, está muito entusiasmado com essa novidade:
“Pela primeira vez na história, o Theatro Municipal do Rio de Janeiro produz um podcast! O “Municipal Para Você”. Mais uma forma do Theatro estar próximo de todos, de uma forma rápida e prática, levando curiosidades e bastidores da nossa programação, através de entrevistas e diálogos com os artistas de nossa temporada, abordando importantes temas relacionados aos títulos que o TMRJ apresentará. Cantores, bailarinos, maestros, diretores, figurinistas, maquiadores…os mais importantes profissionais do meio de forma acessível e democrática”.
Ficha Técnica:
Apresentação: Eric Herrero
Convidados: Priscila Bomfim e Luciana Bueno
Gravação e edição: Fabio Aquino
Roteiro: Eric Herrero e Gustavo Durán
Produção: Gustavo Durán
Introdução: Allex Lourenço
Serviço:
Municipal para você’ – Carmen de Bizet
Spotify : https://open.spotify.com/show/39CHOsKrKcIDwWoRlcWMHd?si=3d1f902013fd4f30
Tema: Concerto Série Vozes – Carmen de Georges Bizet
Com OSTM & Coro TMRJ, ocorreu nos dias 10 e 11 de junho, às 19h
Patrocínio Ouro Petrobras
Lei de Incentivo à Cultura
Realização Institucional: Fundação Teatro Municipal, Associação dos Amigos do Teatro Municipal
Realização: Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal
Postado por Allex Lourenço em 27/jul/2022 -
Concerto da retomada. É assim que o maestro Isaac Karabtchevsky define o concerto que a Orquestra Petrobras Sinfônica apresentará no Theatro Municipal do Rio de Janeiro no dia 31 de julho, domingo, às 16h. Em uma tarde especial, mais de 150 artistas, entre regente, músicos, solistas e coro, estarão no palco para interpretar o “Concerto para violino, em Ré maior” e a “Nona Sinfonia”, de Ludwig van Beethoven.
O concerto contará com a participação especial do solista alemão Linus Roth, ao violino, na primeira obra, e dos cantores Ludmilla Bauerfeldt (soprano), Carolina Faria (contralto), Paulo Mandarino (tenor) e Sávio Sperandio (barítono), além do Coro Sacra Vox Sinfônico, dirigido pela professora Valéria Matos, da UFRJ, na emblemática “Nona Sinfonia”, uma das mais populares obras de todo o repertório sinfônico-coral.
Segundo Karabtchevsky, executar este belíssimo programa no Theatro Municipal traz um sentimento especial. “Será uma alegria interpretar as canções de Beethoven, especialmente a Nona Sinfonia, uma das obras máximas do repertório cultural contemporâneo com um contingente propício”, afirma entusiasmado o maestro.
Composta por Beethoven em 1824, poucos anos antes de sua morte e baseada no texto de Schiller, a “Nona Sinfonia” – declarada patrimônio mundial pela Unesco – tem uma importância singular para a arte. Karabtchevsky atesta que, ao reger tal obra, todo maestro precisa ter a justa dimensão da influência e inovação que esta sinfonia trouxe. “O elemento primordial reside no fato de que, pela primeira vez, Beethoven emprega a grandeza e a expressividade do coro na massa orquestral no quarto movimento”, explica. “Será a homenagem da Orquestra Petrobras Sinfônica ao maior gênio sinfônico de todos os tempos. E nada melhor do que a ‘Nona’ para exprimir a gratidão de estarmos vivos e por podermos transmitir, com nossos corações, a grande música”, completa.
“Esse é o espírito dessa obra,
que marca este concerto de retomada, num dia,
digamos, de libertação”, declara o maestro.
O concerto ganhará um toque especial com a participação do ilustre convidado, o violinista Linus Roth. Diretor artístico dos festivais internacionais “Ibiza Conciertos” e “Swabian Spring” e professor da Universidade de Augsburgo, na Alemanha, o solista alemão estará ao lado da Orquestra Petrobras Sinfônica para a interpretação de “Concerto para violino, em Ré maior”. O violinista, que se preparava para o concerto em 2020 – não realizado por conta da escalada da pandemia à época – celebra agora a oportunidade de realizar a apresentação. “Podemos enfim nos encontrar no palco, pois ensaiamos juntos há dois anos. Lembro-me da recepção calorosa de todos os músicos e da grande condução do maestro Karabtchevsky. Será incrível”, comemora o músico.
Um dos destaques do concerto é a participação de 70 cantores, que se integrarão à Orquestra Petrobras Sinfônica. A maestrina do coro Sacra Vox Sinfônico, Valéria Matos, está entusiasmada com a oportunidade de apresentar uma das mais importantes páginas da literatura musical universal. “O retorno ao Municipal, especialmente por se tratar da ‘Nona’, é um entusiasmo para todos”, conclui Valéria.
Serviço:
Orquestra Petrobras Sinfônica
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Praça Floriano, S/N – Centro, Rio de Janeiro
Data: 31 de Julho, domingo, 16h
Programa:
Orquestra Petrobras Sinfônica
Isaac Karabtchevsky, regente
Linus Roth, violino
Ludmilla Bauerfeldt, soprano
Carolina Faria, contralto
Paulo Mandarino, tenor
Sávio Sperandio, barítono
Coro Sacra Vox Sinfônico
LUDWIG VAN BEETHOVEN
Concerto para violino, em Ré maior, op. 61
I. Allegro non troppo
II. Larghetto
III. RONDO | Allegro
LUDWIG VAN BEETHOVEN
Sinfonia nº 9, em ré menor, op. 125, [“Coral”]
I. Allegro ma non troppo e um poco maestoso
II. Molto vivace
III. Adagio molto e cantabile
IV. Presto
Sobre a Orquestra Petrobras Sinfônica
Aos 47 anos, a Orquestra Petrobras Sinfônica se consolida como uma das mais conceituadas do país e ocupa um lugar de prestígio entre os maiores conjuntos musicais da América Latina. Criada pelo maestro Armando Prazeres, a orquestra se firmou como um ente cultural que expressa a pluralidade da música brasileira e transita fluentemente por distintos estilos e linguagens. Tem como Diretor Artístico e Maestro Titular Isaac Karabtchevsky, o mais respeitado regente brasileiro e um nome consagrado no panorama internacional.
Site: https://petrobrasinfonica.com.br
Facebook: @PetrobrasSinfonica | Instagram: @petrobras_sinfonica | Youtube: @OPESinfonica
Modelo de gestão
A Orquestra Petrobras Sinfônica possui uma proposta administrativa inovadora, sendo a única orquestra do país gerida por seus próprios músicos.
Sobre a Petrobras
Patrocinadora oficial da Orquestra Petrobras Sinfônica há 35 anos, a Petrobras oferece uma parceria essencial para mantê-la entre os principais conjuntos da América Latina, sempre desenvolvendo um importante trabalho de acesso à música clássica, de formação de jovens talentos egressos de projetos sociais diversos, bem como de formação de plateia. Ao incentivar diversos projetos, a Petrobras coloca em prática a crença de que a cultura é uma importante energia que transforma a sociedade. Por meio do Petrobras Cultural, apoia a cultura brasileira como força transformadora e impulsionadora deste desenvolvimento, nas áreas de artes cênicas, música, audiovisual e múltiplas expressões.
Postado por Allex Lourenço em 22/jul/2022 -

Se você estivesse passando na rua de uma metrópole e se deparasse com um simpático astro do breakdance e do skate, com incursões no mundo da capoeira, jamais sonharia estar diante de um astro internacional do canto lírico e um dos maiores contratenores da atualidade.
Personalidade das mais carismáticas, esse jovem polonês, que nos últimos anos conquistou o público da Europa e dos Estados Unidos, cativa às primeiras palavras. Vai logo dizendo que seus esportes radicais têm vários pontos em comum com a sua arte vocal, seja na postura como concertista ou na flexibilidade corporal, que o auxilia no desempenho cênico e na composição dos personagens.
Sua história como contratenor — registro mais raro da voz masculina — que faz uso do falsete para atingir a tessitura exigida pelos papéis, começou ainda menino, quando integrava um coro infantil. O grupo precisava de alguém que atingisse as notas mais altas. Ele conta que foi uma espécie de sorteio que ele acabou perdendo. Mas o mundo começaria ali a ganhar uma de suas vozes mais privilegiadas. Em 2019, Orliński foi apontado pela revista Gramophone como “Artista Jovem do Ano”. Como seria de se esperar, seu repertório básico é o mesmo que fez a fama dos “castrati”, autênticos “pop stars” entre os séculos XVI e XVIII, ídolos do público, especialmente na Itália. Hoje ninguém admitiria isto, mas à época, não era raro ver famílias que tinham filhos com vozes privilegiadas, incentivarem sua castração para que atingissem extensões vocais femininas e pudessem assim cantar em grandes óperas de caráter religioso. Daí o nome “castrati” ou castrados. O mais famoso deles foi Farinelli, tema de um filme homônimo, que denuncia a barbaridade da prática.
Com o fim do tempo dos castrati, os papéis escritos especialmente para eles por compositores como Cavalli, Bononcini e, especialmente Händel e Vivaldi, passaram a ser interpretados por contraltos. Somente bem recentemente os contratenores, cuja voz se aproxima bastante do que seria o registro dos “castrati”, passaram a assumir os papéis e a exumar obras, especialmente óperas barrocas, escritas para o registro. Apesar da enorme seriedade com que encara a sua arte, Orliński dá vida aos personagens com seu jeito irreverente e descontraído de encarar o mundo. E essa postura é seguramente um dos elementos-chave para seu sucesso em todo o mundo.
Para acompanhar o timbre argênteo de Orliński, nada mais indicado do que um conjunto de câmara que se expressa através de instrumentos de época. Daí a escolha de Il Pomo d’Oro, um dos melhores conjuntos barrocos do mundo, reconhecido por uma interpretação autêntica e dinâmica de óperas e obras instrumentais do período. A formação já acompanhou, além de Orliński, grandes nomes da cena lírica, como os contratenores Franco Fagioli, Max Emanuel Cencic, e Xavier Sabata; os mezzo-sopranos Ann Hallenberg e Joyce DiDonato e os sopranos Francesca Aspromonte e Emöke Barath.
PROGRAMA
Francesco Cavalli
La Calisto (1661) // 1. Sinfonia + Ato 2: “Erme, e solinghe cime … Lucidissima face (Endimione)
Giovanni Antonio Boretti
Eliogabalo (1668) // 2. “Chi scherza con Amor” (Eliogabalo)
Claudio Cesare (1672)* // 3. Sinfonia + “Crudo amor non hai pietà” (Claudio)
Giovanni Bononcini
La Costanza non gradita (1694) // 4. “Infelice mia costanza” (Aminta) //
5. Sinfonia – “La Nemica d’Amore fatta amante” – instrumental
Francesco Bartolomeo Conti
Don Chisciotte in Sierra Morena (1719) // 6. “Odio, vendetta, amor” (Fernando)
Luca Antonio Predieri
Scipione il Giovane (1731)* // 7. “Dovrian quest’occhi piangere” (Scipione)
Georg Friedrich Händel
Muzio Scevola (1721) // 8. “Spera che tra le care gioie” (Muzio)
Johann Adolf Hasse
Euridice e Orfeo // 9. “Sempre a si vaghi rai” (Orfeo) (aria escrita para Farinelli
Nicola Matteis
Don Chisciotte in Sierra Morena (1719) // 10. “Ballo dei Bagatellieri”
Luca Antonio Predieri
Scipione il Giovane (1731) // 11. “Finché salvo è l’amor suo” (Scipione)
Giuseppe Maria Orlandini / Johann Mattheson
Nerone (1721 // 12. “Che m’ami ti prega” (Nerone)
Serviço:
Data: 4 de agosto
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Hora: 20:00
Classificação: 10 ANOS
Link:https://theatromunicipalrj.eleventickets.com/#!/apresentacao/27635d1a808a70290fe55f440f9d396840c44a61
Postado por Marietta Trotta em 22/jul/2022 -

Festival TIM Music Mulheres Positivas celebra as mulheres com shows de Ludmilla, Luísa Sonza, Liniker, Mart’nália e outras grandes cantoras no Centro do Rio
“Cadê meu celular? / Eu vou ligar pro 180 / (…) Cê vai se arrepender de levantar a mão pra mim”, cantava Elza Soares na canção “Maria da Vila Matilde”, expondo a triste realidade de tantas mulheres vítimas de violência no Brasil. Relatório recente do Fórum de Segurança Pública mostra que cerca de 17 milhões de mulheres sofreram violência física, psicológica ou sexual no último ano. Nesse contexto, a TIM lança o Festival TIM Music Mulheres Positivas, utilizando sua plataforma de eventos musicais para dar mais visibilidade a causas como combate à violência e assédio e equidade de gênero. O evento, realizado pela Novo Traço Entretenimento, levará para o Theatro Municipal e para a Cinelândia, no Rio de Janeiro, dois dias de shows com grandes estrelas da música brasileira. A iniciativa conta com o patrocínio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura.
“Estamos cada vez mais usando nossa conexão com a música para tratar de temas relevantes para a sociedade, em linha com os valores da nossa marca – coragem, respeito e liberdade. São exemplos nossas campanhas recentes de combate ao assédio, em março, e para promover o ‘orgulho de ser’, no Mês do Orgulho LGBTI+. O Festival TIM Music Mulheres Positivas resume muito bem esse objetivo. Vamos levar música e entretenimento de qualidade para o público do Rio de Janeiro, com ações gratuitas e a preços populares, e – ao mesmo tempo – dialogar sobre violência doméstica, equidade de gênero, os problemas enfrentados pelas mulheres negras… A música também tem esse poder de reflexão e estamos orgulhosos de protagonizar esse movimento”, conta Ana Paula Castello Branco, diretora de Advertising e Branding da TIM.
O projeto envolve ainda a plataforma de empoderamentoMulheres Positivas, que promove o desenvolvimento pessoal e profissional das mulheres. A iniciativa é liderada pela operadora há um ano e já reúne 80 empresas em torno do aplicativo de mesmo nome, com oferta de vagas de emprego e cursos gratuitos para ampliar a participação das brasileiras no mercado de trabalho.
“É uma grande realização para nós poder dar nome a um festival que reúne tamanha potência feminina. O Brasil precisa respeitar e acolher suas mulheres. No Mulheres Positivas, trabalhamos diariamente para construir caminhos de realização para a mulher brasileira e este evento também é para celebrar nosso sucesso nessa jornada”, diz a empreendedora e criadora da plataforma Mulheres Positivas, Fabi Saad, considerada uma das personalidades femininas mais influentes do Brasil pela revista Forbes.
O festival, que traz um line-up de mulheres diversas, começa no dia 29/07 (sexta-feira) com um concerto no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. A apresentação da Orquestra Mulheres Positivas, sob regência da maestra Priscila Bomfim, terá as participações de Ludmilla, Luísa Sonza, Mart’nália e outras atrações surpresas. Com ingressos a preços populares, toda a renda será revertida a instituições de apoio à violência contra mulher. Já no dia 30/07, o ‘Palco Elza Soares’ – em homenagem à grande artista que nos deixou em janeiro, aos 91 anos – será montado em plena Cinelândia, templo das artes e símbolo de movimentos que lutam pela igualdade e pela democracia. O show gratuito contará com importantes cantoras da nova geração, como Liniker, Larissa Luz (que interpretou Elza Soares no teatro), Juliana Linhares e Anna Lu. A direção artística do projeto é assinada por Zé Ricardo.
Também no sábado, o evento vai contar na Cinelândia com uma edição especial da Feira Crespa, ação afirmativa itinerante que tem como objetivos principais a valorização da mulher negra, o fortalecimento de afro-empreendedores e o aumento do repertório dos participantes sobre a cultura afro-brasileira e sua história. Com 7 anos de existência, o premiado projeto traz o eixo econômico juntamente com o social e cultural e é um produto da empresa Rainha Crespa.
Rafaello Ramundo, fundador da Novo Traço, conta que a empresa de entretenimento é formada por uma equipe majoritariamente de mulheres e o festival foi pensado e planejado por elas. “O objetivo do evento é empoderar as mulheres. Nada mais simbólico do que fazer no Theatro Municipal, um dos espaços culturais mais importantes do país, com toda a renda revertida para casas que apoiam vítimas de violência de gênero, e na Cinelândia, a céu aberto, gratuito e acessível a todos, com qualidade, segurança e organização”, comenta.
Mulheres Positivas: aplicativo com vagas e cursos foi baixado mais de 250 mil vezes
Criada em 2010 no Brasil, a plataforma Mulheres Positivas (MP) já está presente na Colômbia, nos Estados Unidos, no México e na Itália e oferece vagas de emprego, cursos, workshops online e mentorias para mulheres. Em julho de 2021, a TIM lançou um movimento em torno do aplicativo de mesmo nome e reuniu outras nove grandes empresas para ampliar a empregabilidade das brasileiras. Hoje, já são 80 companhias participantes do projeto, que oferecem cursos de capacitação e disponibilizam suas oportunidades de emprego no app, que foi baixado mais de 250 mil vezes. A estimativa é que os serviços oferecidos tenham impactado 25 milhões de mulheres. Gratuito, o aplicativo pode ser baixado no site da plataforma e nas lojas App Store e Google Play e clientes TIM navegam sem gastar seu pacote de dados.
Para marcar o Festival, a partir de 1º de julho e durante três meses, clientes TIM que enviarem um SMS com a palavra “MULHER” para 5550 terão acesso à versão Premium do app Mulheres Positivas por apenas R$ 4,90 ao mês. Nesta versão, além dos cursos de aperfeiçoamento profissional e banco de vagas de emprego, as usuárias terão acesso a um clube de benefícios exclusivo, apoio psicológico, podcast do dia e Elasflix.
Violência de gênero na pandemia: uma em cada quatro mulheres brasileiras acima de 16 anos sofreu violência entre maio de 2020 e maio de 2021
Além do indicador de que 17 milhões de mulheres sofreram violência física, psicológica ou sexual no último ano, a terceira edição do relatório “Visível e Invisível: A Vitimização das Mulheres no Brasil” (2021), elaborado pelo Fórum de Segurança Pública em parceria com o Instituto Datafolha, traz outros dados alarmantes. Cinco em cada 10 brasileiros (51,1%) relataram ter visto uma mulher sofrer algum tipo de violência no seu bairro ou comunidade ao longo dos últimos 12 meses e 73,5% acreditam que a violência contra as mulheres cresceu durante a pandemia de Covid-19. Já 48% das mulheres brasileiras afirmaram que a renda da família diminuiu e 33% perderam o emprego. Para 44,4%, o período da pandemia significou também momentos de mais estresse no lar. O relatório completo pode ser acessado aqui. Diante dessa realidade, o TIM Music Mulheres Positivas, além de valorizar o talento de mulheres, vai gerar recursos para entidades que acolhem as que são vítimas de violência.
“Cultura, mulheres e futuro. O TIM Music Mulheres Positivas vem trazer destaque para as brasileiras que estão fazendo a diferença na nossa sociedade e reforçar que as vozes das mulheres são fonte de transformação para o Brasil. Vamos transformar a cidade do Rio na referência na equidade de gênero”, ressalta Joyce Trindade, Secretária de Políticas e Promoção da Mulher do Município do Rio de Janeiro.
SERVIÇO – TIM MUSIC MULHERES POSITIVAS
Data: 29 de julho (sexta-feira)
Local: Theatro Municipal (Praça Floriano, S/N – Centro, Rio de Janeiro)
Atrações: Orquestra Johann Sebastian Rio, sob regência da maestrina Priscila Bomfim e participação de Ludmilla, Luísa Sonza, Mart’nália e outras surpresas
Hora: 19 horas
Valores: R$ 15 (inteira)/R$ 7,50 (meia)
Classificação: Livre
Data: 30 de julho (sábado)
Local: Palco Elza Soares, na Cinelândia (Praça Floriano, S/N – Centro, Rio de Janeiro)
Atrações: Liniker, Larissa Luz, Juliana Linhares e Anna Lu
Hora: 15h às 20h
Gratuito
Postado por Marietta Trotta em 19/jul/2022 -

Duas únicas apresentações – Rio de Janeiro – 27 de julho e São Paulo – 28 de Julho
Criado há 30 anos na Rússia, o Coro Turetsky, chega ao Brasil para apresentação única e inédita no Theatro Municipal do Rio de Janeiro no dia 27 de julho e no Memorial América Latina no dia 28 de julho em São Paulo.
O Coro russo Turetsky é composto por 10 solistas e apresenta o espetáculo Unity Songs com um repertório sem fronteiras: do clássico ao rock, do pop a ópera, do jazz ao folk. Na Rússia, são campeões de popularidade com mais de 7.000 apresentações e shows sempre esgotados.
Além de clássicos da cultura russa, serão apresentados a cappella com acompanhamento instrumental grandes sucessos internacionais incluindo canções em italiano, português, espanhol e até releituras do Queen como Bohemian Rhapsody em formato lírico.
“Vamos fortalecer as pontes de amizade no mundo, fortalecer o amor e o respeito pela cultura russa e brasileira. Preparamos surpresas em português especialmente selecionados para o público carioca e paulista”, salientou o soprano Mikhail Turetsky.
A turnê Unity Songs é um evento musical emocionante que tem como mensagem a união de povos e gerações em nome da cultura. A entrada é franca.
Onde: Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Dia 27.07.22 – Quarta-feira – 19hs
Entrada gratuita. Ingressos na bilheteria do Theatro Municipal ou pelo site: https://theatromunicipalrj.eleventickets.com/#!/home
Postado por Allex Lourenço em 19/jul/2022 -

Primeiro conjunto de câmara argentino a conquistar uma posição de prestígio nas Américas, Europa e Ásia, a Camerata Bariloche é a terceira atração da Série O Globo/Dellarte Concertos Internacionais na terça-feira, dia 26 de julho, às 20h, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, sob regência do maestro e violinista Freddy Varela Montero.
A orquestra de câmara conta com mais de 25 bem sucedidas turnês por 33 países. São mais de mil concertos nas províncias argentinas e em importantes salas e festivais do mundo, aí incluídos o Carnegie Hall de Nova York e o Musikverein de Viena. A Camerata Bariloche colaborou com solistas como Ástor Piazzolla, Yehudi Menuhin, Karl Richter, Maxim Vengerov, Mstislav Rostropovich e Martha Argerich.
A programação da Série, que vai até novembro, apresentará ainda o virtuosismo dos pianistas Benjamin Grosvenor, Khatia Buniatishvili e Ksenia Kogan, a presença revigorante do conjunto Interpreti Veneziani, além das orquestras Sinfônica Brasileira (OSB) e a canadense Symphonique de Longueuil.
A Série Concertos Internacionais é apresentada pelo Ministério do Turismo e Bradesco Seguros, e corealização da Stretto, Secretaria Especial de Cultura – Ministério do Turismo, Governo Federal/Pátria Amada Brasil.
CAMERATA BARILOCHE
Desde a sua criação, em 1967, a Camerata Bariloche apresentou mais de 2 mil concertos nas 23 províncias argentinas e em importantes salas e festivais no mundo, tais como o Carnegie Hall (Nova York), Sala Tchaikovsky (Moscou), Musikverein (Viena), Ópera Cômica de Berlim, Salle Pleyel (Paris), Festival de Salzburgo, NHK (Tóquio), Centro Internacional da Índia (Nova Déli), Sala São Paulo e Teatro Colón (Buenos Aires), entre muitos outros.
Também recebeu uma infinidade de distinções, com destaque para o emblemático “Prêmio Konex de Platino” para o melhor conjunto de câmara na história da música argentina.
Na abundante lista de solistas nacionais e estrangeiros que atuaram com a Camerata, destaque para os nomes de Astor Piazzolla, Gerardo Gandini, Lierko Spiller, Yehudi Menuhin, János Staker, Karl Richter, Nicolás Chumachenko, Maxim Vengerov, Jean-Pierre Rampal, Vadin Repin, Cho-Liang Lin, Jean-Yves Thibaudet, Frederica von Stade, Mstislav Rostropovich e Martha Argerich.
A crítica especializada sempre destacou a qualidade do conjunto, tanto em suas apresentações como nos registros discográficos realizados na Argentina, Estados Unidos e Europa. Mas sua conquista do grande público se deu indiscutivelmente em seu histórico concerto no Parque Centenário de Buenos Aires, diante de 60 mil pessoas, e na inesquecível apresentação no Hipódromo Argentino de Palermo, que teve suas instalações lotadas por 130 mil espectadores, que se encantaram com o espetáculo pirotécnico que acompanhou a Música para os fogos de artifício reais de Händel executada pela Camerata.
A Camerata Bariloche também fez incursões no cinema, atuando e interpretando a música dos filmes Argentinísima (1972), El Canto Cuenta su Historia (1976), El Hombre Olvidado (1981), Un Lugar en el Mundo (1991), Vidas Privadas (2002) e Manuel de Falla, músico de dos mundos (2006).
Seu primeiro diretor musical foi Alberto Lysy, logo sucedido por Rubén González, Elías Khayat e Fernando Hasai – todos eles regentes inesquecíveis para a Argentina e o mundo. Atualmente seu concertino e diretor musical é o violinista Freddy Varela Montero.
FREDDY VARELA MONTERO
Iniciou seus estudos de violino aos sete anos em Concepción (Chile), sua cidade natal. Desde cedo se destacou pelo talento conquistando competições regionais e nacionais, o que o levou a ganhar uma bolsa de estudos aos dezesseis anos para estudar com o famoso professor Daniel Heifetz em Pittsburgh (EUA). Depois mudou-se para a Universidade de Maryland em Washington, onde continuou seus estudos com Heifetz e membros do famoso Quarteto Guarnerious. Ao terminar seus estudos, passou a trabalhar de forma independente com a professora e famosa violinista Dylana Jerson, discípula de Nathan Milstein, até conquistar o cargo de Concertmaster Assistente da Orquestra Filarmônica de Santiago do Chile, onde logo iniciou sua carreira como concertmaster. Também foi Concertmaster da Orquestra Sinfônica de Concepción até que em 2012 ganhou o primeiro concurso de Concertmaster da Orquestra Estável do Teatro Colón. Após a morte do lendário solista e diretor uruguaio Fernando Hasaj, assumiu o cargo de primeiro violino e diretor musical da prestigiada Camerata Bariloche, cargo que ocupa atualmente.
PROGRAMA
Franz Schubert
“Quartettsatz” em Dó menor, D.703
LEOŠJANÁČEK
Suíte para orquestra de cordas
Piotr Ilyich Tchaikovsky
Andante cantabile para violoncelo e orquestra de cordas, op. 11
Stanimir Todorov, violoncelo
Béla Bartók
Divertimento para orquestra, Sz. 13 BB118
Pablo de Sarasate
Navarra, op. 33
Solistas: Freddy Varela, Pablo Sangiorgio
George Gershwin
The Man I Love
Solistas: Freddy Varela Montero, violino – Stanimir Todorov, violoncelo
PROGRAMAÇÃO DELLARTE 2022 – SUJEITA A ALTERAÇÕES
SÉRIE O GLOBO/DELLARTE CONCERTOS INTERNACIONAIS
CAMERATA BARILOCHE
FREDDY VARELA MONTERO, diretor musical e concertino
26 de julho de 2022, terça-feira, às 20h
Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Assinaturas com 50% de desconto:
Frisas e Camarotes: R$ 12.000,00
Plateia/Balcão Nobre: R$ 2.000,00
Bacão Superior: R$ 800,00
Galeria: R$400,00
Desconto de 50% (eventos avulsos) Idoso, Estudante e Clube Sou + Rio O Globo.
Ingressos avulsos:
Frisas e Camarotes: R$ 3.000,00
Plateia/Balcão Nobre: R$ 500,00
Balcão Superior: R$ 200,00
Galeria: R$ 100,00 / R$ 50,00
Classificação livre
Acessibilidade garantida
Vendas em assinaturasdellarte.com ou dellarte.com.br/concertos ou 4002 0019 – de 2a. a 6a., das 9h às 16h.
PRÓXIMAS ATRAÇÕES SÉRIE CONCERTOS INTERNACIONAIS
7 de agosto, domingo, às 17h
Khatia Buniatishvili, piano
15 de agosto, segunda-feira, às 20h
Orchestre Symphonique de Longueuil
Alexandre da Costa, violino e direção
Jean-Philippe Sylvestre, piano
03 de outubro, segunda-feira, às 20h
Orquestra Sinfônica Brasileira
Ira Levin, regente
Ksenia Kogan, piano
27 de outubro, quinta-feira às 20h
Interpreti Veneziani
24 de novembro, quinta-feira, às 20h
Benjamin Grosvenor, piano
Postado por Marietta Trotta em 18/jul/2022 -

De quantos mediterrâneos são feitos nossos mundos? Alguns gigantescos, ganham força e voz nas notícias de jornais. Outros tão minúsculos que só cabem nas pegadas que deixam em nossas frentes. Uns visíveis, geram comoções e empáticas manifestações. Outros tão pálidos, que apenas os abandonos verbais podem alcança-los.
E o espetáculo Migrantes da Companhia de dança do Pantanal leva a refletir sobre quantas lutas épicas ou inglórias, calculadas ou precipitadas no seu fim, são feitos nossos gestos de acolhimento. Algumas registradas, comentadas, prometidas e esquecidas. Outras, cuja luminosidade atinge a quem interessa, sequer são sabidas.
E, entre tantas coisas, há um tempo que salva, o da arte. Assim me ensinou Manoel de Barros. E diferente do olhar poético para um firmamento prestes a desaparecer, ou de uma canção predestinada em tantas esquinas, a migração e a arte não têm finais.
E, falando em finais, quantas fronteiras eles devem passar e sonhos têm que ser deixados ao lado dos naufrágios diariamente enfrentados? Quantos vigores devem ser testado sob a malha fria da indiferença? Quantos modos de namorar ou amar, rituais de milagres que lembram seus avós, idiomas, cores de pele e registros de passaporte precisam ser tatuados nas decisões de aceita-los ou não?
Nesse enredo, tão forte e composto de riscos de faltas de vidas e políticas, a arte traz memórias, que não encerram em mim, tampouco em vós. O Moinho Cultural nos reaviva uma curva esperançosa. E disso não podemos abrir mão. Assim como os migrantes, a arte nos impõe sentidos, deixando a ideia de repetição incontida como ela realmente é: sem valor. ( Marco Aurélio Machado de Oliveira – Professor na UFMS e poeta)
Serviço:
Data: 19/07, terça-feira
Local: Espaço Boulevard do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
Horário: 12h30
Evento Gratuito
Postado por Allex Lourenço em 18/jul/2022 -

Músicas
HEITOR VILLA-LOBOS
PHILIP GLASS
Projeção de fotografias
SEBASTIÃO SALGADO
Direção musical e regência
SIMONE MENEZES
ORQUESTRA JOVEM DO
ESTADO DE SÃO PAULO
Soprano
CAMILA TITINGER
Sinopse
Durante seis anos, Sebastião Salgado cruzou a Amazônia brasileira, fotografando a floresta, os rios, as montanhas, o povo que lá vive. Esse universo profundo, onde o poder imenso da natureza é sentido como em poucos lugares do planeta, gravou no olhar do fotógrafo imagens extraordinárias, reveladas agora ao público pela primeira vez, em exposições e no presente concerto.
Neste programa, as imagens épicas e comoventes de Sebastião Salgado encontram a música de Heitor Villa-Lobos (1887-1959), que desenvolveu uma etnomusicologia ouvindo os cantos indígenas, os pássaros e a natureza, com os quais produziu uma de suas maiores obras, Floresta do Amazonas.
Villa-Lobos tinha 72 anos quando foi contratado pela MGM para compor a trilha sonora de Green Mansions, longa-metragem estrelado por Audrey Hepburn e Anthony Perkins, ambientado nas florestas tropicais da Venezuela. Seria sua primeira trilha sonora e, como se viu, também a última – ele morreu no ano seguinte. Infelizmente, não foi o sucesso que ele esperava. Sendo novo em compor para a tela grande, Villa-Lobos escreveu uma enorme partitura sinfônica para orquestra completa, provavelmente supondo que a trilha acompanharia o filme todo. Mas apenas fragmentos de sua obra acabaram sendo usados, e mesmo assim adaptados e reorquestrados sem sua consulta. Villa-Lobos ficou com oitenta minutos de música rejeitada, que não seria usada nem ouvida, a menos que fosse reaproveitada em outro lugar. Assim nasceu sua Floresta do Amazonas, um poema sinfônico da paisagem brasileira. É uma música profundamente visual e evocativa: um filme musical à sua maneira.
Floresta do Amazonas tornou-se a última grande obra de Villa-Lobos e, no entanto, essa extraordinária partitura quase não foi ouvida nos cinquenta anos seguintes, permanecendo intocada na biblioteca do compositor em sua forma original manuscrita, inédita e não executada. Foi finalmente resgatada em 2004 e gravada comercialmente, antes de ser novamente revista em 2017. Para Simone Menezes, é uma obra que a intriga há anos. “Floresta do Amazonas é música de uma beleza incrível. Cada movimento nos leva ao coração de diferentes paisagens da Amazônia. Alguns movimentos cantados são pura poesia.” Foi então uma imensa alegria quando a Filarmônica de Paris convidou Simone para trabalhar com Salgado para criar este concerto para ser tocado com sua exposição. Trabalhando juntos durante meses no projeto, Salgado, também admirador de Villa-Lobos, empenhou-se inteiramente em encontrar as imagens para esta música.
A justaposição de pessoas e lugares também é lindamente capturada nas duas obras que formam um prelúdio da Suíte de Floresta do Amazonas nesta apresentação. A primeira é extraída de uma das nove suítes que compõem as Bachianas Brasileiras de Villa-Lobos, as quais foram compostas para diversas combinações instrumentais e vocais entre 1930 e 1945. Combinando elementos do estilo bachiano e do contraponto com a tradição brasileira de ritmos e melodias, as suítes representam uma tentativa deliberada de aplicar procedimentos barrocos à música folclórica brasileira, como deixa claro o título.
O Prelúdio da Suíte No.4 foi originalmente composto para piano e posteriormente adaptado para uma versão para orquestra de cordas. É melancólico e nostálgico, construído em torno de um simples motivo repetido, que se eleva e suspira acima de uma linha de baixo gradualmente descendente. Villa-Lobos acreditava que o canto coletivo era a cura para os problemas da humanidade e, à medida que o Prelúdio avança, ouvimos novas vozes se unindo em solidariedade. Os dispositivos musicais que utiliza são simples, uma homenagem às práticas barrocas, mas com sutis efeitos texturais e harmônicos, Villa-Lobos os transforma em uma obra apaixonada, fílmica e profundamente comovente.
Ele é acoplado aqui com “Metamorphosis I”, de Philip Glass (n. 1937), parte de Águas da Amazônia (1988), arranjada para orquestra por Charles Coleman. Originalmente composta para a companhia brasileira de dança-teatro Grupo Corpo, Águas da Amazônia se inspira nos rios do Brasil, cada um dos quais dá nome a um dos movimentos. A “Metamorphosis I” é a única exceção a essa regra, oferecendo uma viagem musical mais abstrata e imaginada ao longo de um rio sem nome. Para Menezes, é o complemento perfeito para a partitura de Villa Lobos. “Philip Glass olha a floresta de fora, enquanto Villa-Lobos nos dá uma visão do interior”, escreve.
Destilar a magnitude da partitura original de 80 minutos de Villa-Lobos na Suíte de Floresta do Amazonas para os 45 minutos que são aqui apresentados não foi tarefa fácil, mas Menezes adotou uma abordagem que une praticidade com integridade. A partitura original de Villa-Lobos inclui movimentos para coro de vozes masculinas (cantadas em tupi-guarani) e canções solo cantadas em português. Cada movimento nos leva a uma viagem a uma paisagem amazônica diferente, cada uma com seu próprio conjunto de imagens correspondentes. “Eu e o Sebastião Salgado trabalhamos de perto para aumentar o dinamismo proveniente da música e das imagens”, explica Menezes. “Salgado usou diferentes grupos de imagens para diferentes movimentos de uma forma muito orgânica: para movimentos como A Floresta ele usou fotos aéreas; para Dança de Guerra ele usou homens nativos da Amazônia indo caçar; para a Dança da Natureza, ele usou os retratos de mulheres nativas da Amazônia.
“Heitor Villa-Lobos disse que sua música deveria ser vista como uma carta para a posteridade”, explica Menezes. “Este projeto musical nos convida a descobrir vários tesouros, mas sobretudo a riqueza da Floresta Amazônica, esse tesouro da humanidade que deve ser protegido.”
Traduzido do original em inglês de Jo Kirkbride
Programa
HEITOR VILLA-LOBOS
Bachianas Brasileiras nº4
I. Prelúdio
PHILIP GLASS
Águas da Amazônia
[arr. Charles Coleman]
X. Metamorphosis I
HEITOR VILLA-LOBOS
Floresta do Amazonas
I. A floresta
II. Em plena floresta
III. Pássaro da floresta –
Canto I
IV. Dança da natureza
V. Conspiração e Dança
guerreira
VI. Veleiros
VII. Em caminhos para a caçada
VIII. Canção de amor
IX. Melodia sentimental
X. O fogo na floresta
XI. Epílogo
Serviço:
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Data: 23 de julho de 2022
Horário: 20:00
Classificação: LIVRE
Ingressos: https://theatromunicipalrj.eleventickets.com/#!/apresentacao/a09e93932f63418bf7a2ec71b848b6bc9730f946
Postado por Marietta Trotta em 17/jul/2022 -

O Theatro Municipal do Rio de janeiro completa 113 anos no dia 14 de julho, apresentando uma das óperas mais famosas do repertório: Don Giovanni, de Mozart e como de costume, no dia da pré-estreia da temporada, de portas abertas ao público. Com o patrocínio Ouro Petrobras e realização AATM, a montagem com direção cênica e concepção de André Heller-Lopes, será encenada no palco do Municipal depois de mais de trinta anos ausente das temporadas. A direção musical e regência são do maestro Tobias Volkmann.
“Nossa temporada artística de 2022 é um sucesso de público e crítica, estamos muito felizes em ver nosas sessões lotadas em todas as apresentações. Agora em julho temos mais um motivo para comemorar com os 113 anos do Theatro Municipal e preparamos uma programação especial pensada com muito carinho, que vai acontecer durante todo o dia 14, culminando na pré-estreia do clássico Don Giovanni”, celebra Clara Paulino, Presidente da Fundação Teatro Municipal.
Muito longe de um adorável sedutor, Don Giovanni é um nobre abusivo, um ser incapaz de se preocupar com o sofrimento alheio e apto a destruir quem cruzar o seu caminho. O visual do espetáculo é inspirado na Catedral de Sevilha e a encenação remete a uma obra que inspirou o libreto de Lorenzo da Ponte, o Don Juan de Molière.
No elenco, mais de 40 artistas, entre cantores, bailarinos e músicos do TMRJ, além dos solistas convidados: Homero Pérez-Miranda, Homero Velho, Ludmilla Bauerfeldt, Claudia Riccitelli, Fernando Portari, Sophia Dornellas, Murilo Neves e Pedro Olivero. Uma curiosidade é que o tenor Fernando Portari interpretou o mesmo papel, o de Don Ottavio, na última apresentação da ópera, em 1991, em sua estreia no Municipal do Rio.
A pré-estreia para instituições acontecerá no dia 12 de julho, às 19h. Na pré-estreia de aniversário do TMRJ, dia 14, às 19h, será entrada franca. Cada pessoa, apresentando o cpf, terá direito a dois convites. Os ingressos serão distribuídos apenas pela internet, através da plataforma Imply.
A temporada segue nos dias 16, 20, 22 e 24 de julho, sempre com uma palestra gratuita sobre a ópera no Salão Assyrio, uma hora antes da récita. É importante destacar que todos esses encontros vão oferecer acessibilidade auditiva e visual com linguagem de sinais e audiodescrição. Os ingressos de Don Giovanni estarão à venda na plataforma Imply ou na bilheteria do Theatro. Os preços variam entre 20 e 80 reais.
“É uma enorme alegria trazer de volta ao Theatro Municipal do Rio de Janeiro uma ópera da importância de Don Giovanni, ausente do palco carioca há mais de trinta anos! Com um elenco de primeira linha, a nova produção da casa contará com a direção musical e regência do Maestro Tobias Volkmann e a concepção e direção artística de André Heller-Lopes. Nossa OSTM, Coro e bailarinos do BTM juntos celebrando o aniversário de 113 anos do TMRJ, além de alunos do curso técnico da Escola Estadual de Dança Maria Olenewa!“- ressalta o Diretor Artístico da Fundação Teatro Municipal, Eric Herrero.
RESUMO DE DON GIOVANNI
ATO I – Don Giovanni mata o Commendatore em um duelo, após seduzir sua filha, Donna Anna, fazendo-se passar por seu noivo, Don Ottavio. Após sua fuga, Donna Anna clama por vingança diante do noivo e do cadáver do pai. A salvo, Don Giovanni evita o encontro com sua amante abandonada, Donna Elvira, enviando o criado Leporello para que relate a ela todas as suas conquistas (a famosa “ária do catálogo”). Em seguida, Don Giovanni tenta seduzir a camponesa Zerlina em sua própria festa de casamento com Masetto, mas é impedido por Ana, Elvira e Otavio.
ATO II – Don Giovanni troca de roupa com Leporello para tentar seduzir a criada de Donna Elvira. Acuado por todos, o criado foge e se reúne ao patrão em um cemitério, onde Don Giovanni debocha da estátua do túmulo do Commendatore. A estátua, por sua vez, começa a falar e Don Giovanni a convida para jantar. Convite aceito, a estátua chega ao salão do libertino e, depois de tentar, inutilmente, que ele se arrependa, o arrasta para o inferno. Aos restantes resta retomar a vida normal e a concluir “este é o fim de quem age mal”.
Ficha Técnica:
Elenco:
Don Giovanni (Homero Pérez-Miranda – baixo – barítono) — Um nobre
Leporello (Homero Velho – barítono) — O criado de Don Giovanni
Donna Anna (Ludmilla Bauerfeldt – soprano) — a filha do Commendatore
Donna Elvira (Claudia Riccitelli – soprano) — uma nobre seduzida por Don Giovanni
Don Ottavio (Fernando Portari – tenor) — Noivo de Donna Anna
Zerlina (Sophia Dornellas – soprano) — Uma camponesa, noiva de Masetto
Masetto (Murilo Neves – baixo) — O campesino noivo de Zerlina
Commendatore (Pedro Olivero – baixo) — Pai de Donna Anna
Orquestra Sinfônica e Coro do TMRJ
Bailarinos do BTM
Alunos do Curso Técnico de Dança da EEDMO
Direção Musical e Regência: Tobias Volkmann
Concepção e Direção Cênica: André Heller-Lopes
Cenografia: Renato Theobaldo
Figurinos: Marcello Marques
Iluminação: Fabio Retti
Coreografia: Bruno Fernandes
Assistente de Direção: Antonio Ventura
Serviço:
Don Giovanni
Pré-estreia para escolas – 12/07 – às 19h – récita para instituições
Pré-estreia de aniversário TMRJ – 14/07 – 19h – entrada franca
Demais récitas: 16/07(estreia), 20/07 e 22/07 às 19h / 24/07 às 17h
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Endereço: Praça Floriano, s/nº – Centro
Classificação: 14 anos
Apoio: Livraria da Travessa, Rádio MEC, Rádio SulAmérica Paradiso, Rádio Roquette Pinto – 94.1 FM
Patrocínio Ouro Petrobras
Lei de Incentivo à Cultura
Realização Institucional: Fundação Teatro Municipal, Associação dos Amigos do Teatro Municipal
Realização: Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal
Os ingressos da ópera Don Giovanni estão à venda na plataforma Imply e na bilheteria do Theatro: https://theatromunicipalrj.eleventickets.com/#!/evento/360685d8791565bc6fdcb2119d5f71fb0ecf9d64
Antes de cada espetáculo, haverá uma palestra sobre a ópera e suas curiosidades.
Preços:
Frisas e Camarotes – R$80,00 (ingresso individual) ou R$480,00 (6 lugares)
Plateia e Balcão Nobre – R$60,00
Balcão Superior – R$40,00
Balcão Superior Lateral – R$40,00
Galeria Central – R$20,00
Galeria Lateral – R$20,00
Postado por Marietta Trotta em 15/jul/2022 -

O Música no Assyrio, que ocorre aos domingos, de 15 em 15 dias, e ocupa nosso histórico Salão Assyrio com uma vasta programação a preços populares, vem trazendo no dia 17.07, às 11h, a Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal em uma homenagem aos seus músicos aposentados.
Você não pode perder!
Programa:
Piotr Ilitch Tchaikovsky
Excertos de “O Lago dos Cisnes”
• ATO I
Abertura do ato 2
Var 2
Var 4
• ATO II
Pequenos cisnes (n.14)
Tout le monde danse (n.15)
• ATO III
Pas de deux (n.26) Cisne Negro
• ATO IV
Cena final (n.32)
Finale do ato 1
Professores da OSTM
Regência : Carlos Mendes
Narração: Hélio Bejani
Serviço:
Música no Assyrio – OSTM homenageia os seus músicos aposentados.
Data: 17 de julho – domingo
Horário: 11h
Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Centro
Entrada pelo Boulevard da Treze de Maio
Preços populares: R$10,00 (inteira) e R$5,00 (meia – entrada) – na bilheteria do Theatro ou em https://theatromunicipalrj.eleventickets.com/#!/home
Classificação: Livre