Postado por Allex Lourenço em 15/dez/2025 -

“Municipal Para Você” – O Quebra-Nozes
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Conheça os convidados do novo episódio do nosso PodCast
O Theatro Municipal do Rio de Janeiro lançou o último episódio da quarta temporada do podcast “Municipal para você”, o tema desta edição foi o ballet ““O Quebra-Nozes”, de Tchaikovsky.
Eric Herrero, diretor artístico do Theatro Municipal, conversou nesse episódio com o maestro Felipe Prazeres e o diretor do BTM, Hélio Bejani.
Conheça cada um dos convidados:

HÉLIO BEJANI
Iniciou seus estudos de ballet em Campinas (SP), cursando o método da Royal Academy of Dancing, onde trabalhou no Corpo de Baile Lina Penteado sob a direção artística de Addy Addor e Cleusa Fernandes. Ingressou para o Corpo de Baile do Theatro Municipal do Rio de Janeiro em 1985, onde atuou como solista e bailarino principal nas suas principais montagens. Foi partner da bailarina Ana Botafogo e também coreografa para a mesma. Dançou e coreografou para os mais renomados grupos e escolas do Rio de Janeiro: Escola de Danças Maria Olenewa, Associação de Ballet do Rio de Janeiro, Stúdio 88, Escola de Dança Alice Arja, Escola de Danças Spinelli, Stúdio Bertha Rosanova, Cia Versátil de Dança, Rio Ballet, Ballet Dalal Achcar, Centro de Danças Johnny Franklin, Cia Brasileira de Danças, Ballet da Cidade de Niterói sendo premiado nos principais concursos e mostras de dança no Brasil. Dirigiu e coreografou o espetáculo Descobrimento do Brasil comemorativo aos 500 anos, na cidade de Fortaleza CE no Teatro José de Alencar. Com sua própria remontagem realizou os espetáculos A Bela Adormecida e Coppélia, no Teatro Sesi Rio. Coreografou e dirigiu o espetáculo, Made in Coração, realizado no Espaço Cultural FINEP e Teatro Cacilda Becker com participação dos bailarinos do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, que lhe valeu o Prêmio de Melhor Diretor de Grupo de 1999, outorgado pela revista “Você e a Dança” (SP). Remontou os ballets Giselle, O Lago dos Cisnes e Don Quixote para o Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e os ballets A Bela Adormecida, O Corsário, Giselle e O Quebra Nozes para Cia BEMO-TMRJ. Atualmente, é diretor do Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, da Escola Estadual de Dança Maria Olenewa do TMRJ e diretor da pós-graduação em Dança Clássica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

FELIPE PRAZERES
Maestro titular da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Atua também como spalla da Orquestra Sinfônica da UFRJ e da Orquestra Petrobras Sinfônica (OPES) desde 2001. Foi um dos criadores da Academia Juvenil, projeto educativo da OPES onde desenvolve um trabalho de orientação musical de cerca de 35 jovens músicos a cada ano, oriundos de projetos sociais. De 2014 a 2018, foi maestro assistente de Isaac Karabtchevsky. É diretor artístico e co-fundador da orquestra Johann Sebastian Rio, principal orquestra de câmara do Rio de Janeiro e uma das mais promissoras do país. Na função de regente, esteve à frente de orquestras como a World Youth Symphony, na Itália, Orquestra Petrobras Sinfônica, Orquestra Sinfônica da Bahia, Orquestra Sinfônica da UFRJ, Orquestra Sinfônica Nacional (OSN-UFF) e Camerata SESI. Seu repertório inclui a música barroca, grandes sinfonias e concertos clássicos, românticos e modernos, além de música popular. Foi o primeiro regente a dirigir uma obra de Mahler com a Orquestra Sinfônica da UFRJ, a Sinfonia nº 4. Em 2018 esteve à frente dessa mesma orquestra na ópera A Flauta Mágica, de Mozart.

ERIC HERRERO – DIRETOR ARTISTICO TMRJ
Um dos mais importantes cantores líricos do Brasil, o tenor tem em seu repertório quase 50 personagens interpretados na América do Sul e países da Europa. Eric Herrero assumiu a direção artística do TMRJ em fevereiro de 2020, desenvolvendo uma programação com grandes títulos da ópera e ballet de repertório, promovendo a volta do grande público ao maior teatro lírico do país, com casa lotada ao longo de todo o ano. Desenvolveu o projeto Municipal Para Você em parceria com a ASSCOM-TMRJ. Reconhecido no meio cultural, é Presidente do Conselho Estadual de Política Cultural e, recentemente, recebeu os títulos de Cidadão Honorário do Município do Rio de Janeiro e Embaixador do Turismo do Rio de Janeiro.
Podcast – Municipal Para Você
Episódio # 10 – Quarta Temporada – O Quebra-Nozes
Apresentação: Eric Herrero.
Participação: Hélio Bejani e Felipe Prazeres.
Gravação e Edição: Fábio Aquino, Davi Amorim, Renan Hubner e Uriel Curvelo.
Colaboração: Jayme Chaves e Eduardo Pereira.
Produção: Allex Lourenço.
Ficha técnica do Espetáculo: O Quebra-Nozes.
Elenco principal:
Fada Açucarada – Juliana Valadão / Márcia Jaqueline / Manuela Roçado / Marcela Borges / Tabata Salles.
Príncipe – Maynard Miranda / Cícero Gomes / Alyson Trindade / Rodrigo Hermesmeyer / Michael Willian
Sr. Drosselmeyer – Edifranc Alves / Romilton Santana / Rodolfo Saraiva.
Clara – Diovana Piredda / Katarina Santos / Pietra Rêgo.
Rainha das Neves – Isa Mattos / Manuela Roçado / Marcela Borges / Tabata Salles. Rei das Neves – Alyson Trindade / Owdrin Kaew / Michael Willian / Rodrigo Hermesmeyer.
Ficha Técnica:
Concepção e Adaptação: Hélio Bejani e Jorge Texeira a partir de Marius Petipa.
Ensaiadores: Jorge Texeira, Mônica Barbosa, Celeste Lima, Deborah Ribeiro, Filipe Moreira e Hélio Bejani.
Figurinos: Tania Agra.
Cenografia: Manoel Puoci.
Fotografia: Daniel Ebendinger.
Iluminação: Paulo Ornellas.
Regência: Felipe Prazeres.
Direção Geral: Hélio Bejani.
Direção Artística do TMRJ: Eric Herrero.
Presidente da Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro: Clara Paulino.
Serviço: O QUEBRA-NOZES – Tchaikovsky.
Ballet, Coro Feminino e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
Endereço: Praça Floriano, S/N – Centro.
Datas: 12/12 (ensaio geral), 13, 17, 18, 19, 20, 23, 26 e 27, às 19h. 14/12, 21 e 28, às 17h. 16/12 – 14h (Projeto Escola).
Duração: 1h40 + intervalo de 20 minutos.
Classificação: Livre.
Ingressos: ESGOTADOS
Acontecerá uma palestra gratuita no Salão Assyrio uma hora antes do início do espetáculo.
Patrocinador Oficial Petrobras
Apoio: Livraria da Travessa, Fever, Rádio MEC, Rádio Nova Paradiso, Amadança, Deeplab, Windsor Hotéis, Bloch, Gaynor Minden, @vult, @maballetshop, Fitting Ma Ballet.
Realização Institucional: Fundação Teatro Municipal, Associação dos Amigos do Teatro Municipal.
Lei de Incentivo à CulturaRealização: Ministério da Cultura e Governo do Brasil, do lado do povo brasileiro.
Assessoria de imprensa TMRJ: Cláudia Tisato – tisato.cultura@gmail.com
Assessoria externa TMRJ: Thaisa Barreto – vozesagenciacriativa@gmail.com
Assessora Chefe de Comunicação TMRJ: MariettaTrotta – mariettatrotta.tmrj@gmail.com
Postado por Allex Lourenço em 29/dez/2025 -

As Vozes que Ecoam na História
O palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro é feito de mármore, veludo e bronze, mas sua verdadeira sustentação é humana. Ao longo de décadas, as paredes deste teatro absorveram as harmonias de homens e mulheres que fizeram do canto não apenas uma profissão, mas um sacerdócio.
Na série Interações, o projeto “Gigantes do Municipal” abre as cortinas para quem, muitas vezes, foi o alicerce de produções monumentais. Neste recital, celebramos especificamente os artistas do nosso Coro. São cantores que emprestaram sua técnica e emoção para dar corpo às massas sonoras de Verdi, Puccini e Villa-Lobos, garantindo que a tradição lírica brasileira permaneça vibrante.
Serviço: Série Interações
Local: – Salão Assyrio – TMRJ
Datas: 04, 11, 18 e 25/01
Horário: 11h
Ingressos: http://theatromunicipal.rj.gov.br/
Postado por Allex Lourenço em 15/dez/2025 -
Dirigido por Luciana Paes, montagem já percorreu 33 cidades brasileiras e portuguesas
Espetáculo é uma comédia sobre a presença quase invisível da poesia no cotidiano
Gregorio Duvivier venceu o Prêmio Bibi Ferreira de Melhor Ator pelo trabalho

Quem tem medo de poesia? Gregório Duvivier não faz parte deste grupo e, como um apaixonado, faz de tudo para persuadir os outros das qualidades do seu objeto de encanto – até mesmo criar um espetáculo sobre o assunto. No monólogo cômico “O Céu da Língua”, o artista usa o seu discurso sedutor para convencer o público de que tropeçamos diariamente na poesia e o assunto é prazeroso e divertido.
O espetáculo estreou em Portugal em 2024, chegou do Brasil em fevereiro de 2025, onde cumpriu uma extensa turnê que já acumula mais de 170 mil espectadores em 178 sessões por 33 cidades do Brasil e de Portugal. O trabalho rendeu a Gregorio o troféu de Melhor Ator na última edição do Prêmio Bibi Ferreira.
Para comemorar o sucesso, de 5 a 8 de fevereiro de 2026, ‘O Céu da Língua’ estará de volta ao Rio de Janeiro para sessões especiais no Theatro Municipal.
“A poesia é uma fonte de humor involuntário, motivo de chacota”, reconhece o ator, que cursou a faculdade de Letras na PUC do Rio de Janeiro e publicou três livros sobre o gênero literário. “Escrevi uma peça que pode ajudar alguém a enxergar melhor o que os poetas querem dizer e, para isso, a gente precisa trocar os óculos de leitura”.
A direção é da atriz Luciana Paes, parceira de Gregório nos improvisos do espetáculo Portátil. No palco, com cenografia de Dina Salem Levy, o instrumentista Pedro Aune cria ambientação musical com o seu contrabaixo, e a designer Theodora Duvivier, irmã do comediante, manipula as projeções exibidas ao fundo da cena. O resto é só o comediante e sua lábia desafiadora:
“Acredito que o Gregório tem ideias para jogar no mundo e, com essa crença, a coisa me move independentemente de qualquer rótulo”, diz Luciana, uma das fundadoras da celebrada Cia. Hiato, que estreia na função de diretora teatral.
“O Céu da Língua” não é um recital e tampouco o artista declama Castro Alves, Fernando Pessoa ou Carlos Drummond de Andrade. Por outro lado, garante Luciana, a dramaturgia de Gregório não deixa de ser poética neste “stand-up comedy pegadinha”, como ela bem define.
“O Gregório simpático e engraçado está no palco ao lado do Gregório intelectual com seu fluxo de pensamento ininterrupto e imagino que, por isso, a plateia deve embarcar na proposta”, aposta a diretora. “Ele, graças aos seus recursos de ator, pega o público distraído e ninguém resiste quando é surpreendido por alguém apaixonado.”
Toda linguagem é um acordo e, se você entende, tudo bem. Gregório, desde a infância, carrega uma obsessão pela palavra, pela comunicação verbal, pela língua portuguesa. Assim o protagonista, por exemplo, brinca com códigos, como aqueles que, em sua maioria, só são decifrados por pais e filhos ou casais enamorados.
As reformas ortográficas que tiram letras de circulação e derrubam acentos capazes de alterar o sentido das palavras inspiram o artista em tiradas bem-humoradas. O mesmo acontece quando ele comenta a ressurreição de palavras esquecidas, como “irado”, “sinistro” e “brutal”, que voltaram ressignificadas ao vocabulário dos jovens. E aquelas que só de ouvi-las geram sensações estranhas, a exemplo de afta, íngua, seborreia, ou outras, inventadas, repetidas à exaustão, como “atravessamento”, “namorido” ou “almojanta”? Até destas Gregório extrai humor.
Para o artista, a língua é algo que nos une, nos move, mas raramente damos atenção a ela. É só pensar nas metáforas usadas no cotidiano – “batata da perna”, “céu da boca”, “pisando em ovos”. Nesta hora, usamos a poesia e nem percebemos. Para provar que a poesia é popular, Gregório chama atenção para os grandes letristas da música brasileira, como Orestes Barbosa e Caetano Veloso, citados em “O Céu da Língua” através das canções “Chão de Estrelas” (1937) e “Livros” (1997). “Os nossos compositores conseguiram realizar o sonho de Oswald de Andrade de levar poesia para as massas”, festeja o ator.
Nesta cumplicidade com a plateia, Gregório mostra gradativamente que a poesia não tem nada de hermética e, claro, homenageia Portugal, o país que emprestou ao Brasil a sua língua para que todos se comunicassem. Além de Fernando Pessoa, o ator evoca o poeta Eugênio de Andrade e lembra de que a origem de “O Céu da Língua” está relacionada ao espetáculo “Um Português e Um Brasileiro Entram no Bar”. O divertido intercâmbio linguístico colocou no mesmo palco Gregório e o humorista luso Ricardo Araújo Pereira em improvisações sobre o idioma que os une.
O CÉU DA LÍNGUA
Texto: Gregorio Duvivier e Luciana Paes
Interpretação: Gregorio Duvivier
Direção: Luciana Paes
Direção musical e execução da trilha: Pedro Aune
Assistente de direção e projeções: Theodora Duvivier
Iluminação: Ana Luzia de Simoni
Cenografia: Dina Salem Levy
Assistente de cenografia: Alice Cruz
Figurinos: Elisa Faulhaber e Brunella Provvidente
Visagismo: Vanessa Andrea
Designer gráfico publicação: Estúdio M-CAU – Maria Cau Levy e Ana David
Identidade visual divulgação: Laercio Lopo
Comunicação: Raquel Murano
Marketing digital: Renato Passos
Assessoria de Comunicação: Pedro Neves
Fotos: Demian Jacob, Priscila Prade, Joana Calejo Pires e Raquel Pelicano
Diretor técnico: Lelê Siqueira
Diretor de palco: Reynaldo Thomaz
Técnico de som: Dugg Mont
Assistente de palco: Daniela Mattos
Gerente de Projetos: Andréia Porto
Assistente de produção: João Byington de Faria
Produção executiva: Lucas Lentini
Direção de produção: Clarissa Rockenbach e Fernando Padilha
Produção: Pad Rok
SERVIÇO
Theatro Municipal do Rio de Janeiro
De 5 a 8 de fevereiro de 2026
Vendas abertas pela Fever – https://feverup.com/m/460035
Classificação indicativa: 12 anos
Duração: 70 minutos
Postado por Allex Lourenço em 09/dez/2025 -

Dezembro marca a retomada de O Quebra-Nozes, de Tchaikovsky, ao Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Após o sucesso das apresentações de 2024, com ingressos esgotados, o balé volta ao palco pelo segundo ano seguido, com Patrocínio Oficial Petrobras. A produção reúne o Ballet, o Coro Feminino e a Orquestra Sinfônica do TMRJ. A concepção e adaptação são de Hélio Bejani e Jorge Texeira, a partir da versão de Marius Petipa. A regência ficará a cargo do maestro titular da OSTM, Felipe Prazeres. A direção geral é de Hélio Bejani. As récitas acontecerão nos dias 12 (ensaio geral), 13, 17, 18, 19, 20, 23, 26 e 27, às 19h, e nos dias 14, 21 e 28, às 17h. No dia 16, às 14h, será a vez do espetáculo para o Projeto Escola Arte Educação Petrobras.
O Quebra-Nozes teve sua estreia em 1892, na Rússia. A primeira apresentação no ocidente só aconteceu em 1934, no Sadler’s Wells Theatre, em Londres. Desde então, tornou-se um dos balés mais montados em todo o mundo.
“É com imensa alegria que atendemos ao pedido do nosso público e trouxemos de volta ao palco do Theatro Municipal o ballet “O Quebra-Nozes”. Com o Patrocínio Oficial Petrobras, garantimos a magia desse espetáculo de Tchaikovsky para encerrar a temporada 2025. Somos gratos a todos que estiveram presente durante todo o ano lotando a Casa. Contamos com a sua presença também no encerramento!”, destaca Clara Paulino – Presidente da Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro.
“Esta nossa versão foi pensada e elaborada para encantar, proporcionando momentos de paz, alegria e amor fazendo com que nosso público deslize de sua própria realidade e vivencie toda a emoção e magia que a época do natal nos traz” – afirma Hélio Bejani, Diretor do Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
“‘O Quebra-Nozes’ carrega uma tradição centenária, mas cada apresentação é nova. No Theatro Municipal, esse encontro entre música, dança e imaginação ganha uma energia especial. É uma obra que emociona crianças, adultos e toda a cadeia de artistas envolvidos” – ressalta Felipe Prazeres, Maestro Titular da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

Sinopse
A narrativa se passa em Nuremberg, na Alemanha, no final do século XIX e conta a história de Drosselmeyer, um misterioso fabricante de relógios e brinquedos. Drosselmeyer trabalhava no palácio Real, onde inventou uma armadilha que exterminou a metade dos ratos do reino. Para se vingar, o Rei dos Ratos decidiu raptar o sobrinho de Drosselmeyer e o enfeitiçou fazendo com que seu tio não mais o reconhecesse, deixando-o no orfanato para meninos. O menino também se transformaria em um boneco Quebra-Nozes nas noites de Natal. A única maneira para que Drosselmeyer voltasse a reconhecer seu sobrinho, seria o boneco Quebra-Nozes lutar com o Rei dos Ratos e derrotá-lo. É véspera de Natal. O médico e Prefeito da Cidade, Jans Stahlbaum e sua esposa, atendendo ao pedido de sua generosa filha Clara e imbuídos pelo espírito natalino, convidam os meninos do orfanato para sua linda festa que oferecem todo ano para seus parentes e amigos. A tradicional celebração é esperada com ansiedade pelos filhos do casal, Clara, Fritz e Louise, pois nesta noite eles terão a oportunidade de fazerem novos amigos. Para Clara este será um Natal ainda mais especial!

PRIMEIRO ATO
Cena I – Orfanato
Em um pequeno orfanato na Alemanha, viviam meninos que sonhavam com um Natal mágico. Entre eles estava Claus, um menino de coração puro e cheio de esperança. O orfanato era um lugar simples, mas cheio de amor e amizade.
Na mesma cidade, vivia Clara, uma menina rica que morava em uma casa luxuosa com sua família, os Stahlbaum. Clara sempre teve tudo o que queria, mas sentia que algo faltava em sua vida. Ela desejava compartilhar a alegria do Natal com aqueles que não tinham tanto quanto ela.
Sendo assim, Clara, pede aos seus pais para convidarem os meninos do orfanato para uma noite de Natal especial em sua casa.
A governanta do orfanato recebe o convite da família Stahlbaum e mostra aos meninos que ficam radiantes de alegria, mal podem esperar pela grande noite!

Cena II – Na casa dos Stahlbaum
Na véspera de Natal, a casa de Clara estava decorada com luzes brilhantes e uma linda árvore. Clara e seus irmãos, Louise e Fritz, chegam arrumados para a grande noite e se juntam aos seus pais para receberem todos os convidados.
A festa começa e a alegria das danças dá o tom da noite! Clara se encanta por Klaus, um dos meninos do orfanato.
Entre os convidados está o padrinho de Clara, Drosselmeyer, um mágico misterioso e encantador. Drosselmeyer entretêm todos com seus bonecos dançantes de aparência humana. Clara recebe de presente do seu padrinho um lindo quebra-nozes em forma de soldado. Seu irmão Fritz com ciúmes, disputa o quebra-nozes com Clara e acaba quebrando seu presente especial. Clara fica triste e desapontada. Drosselmeyer conserta o brinquedo e nota no menino do orfanato, Klaus, algo familiar que o faz lembrar-se de seu sobrinho. Com o quebra-nozes consertado, o menino o entrega a Clara, que agradece e dá um beijo no novo amigo.
A noite foi cheia de risos, danças e canções. As crianças do orfanato nunca tinham experimentado um Natal tão maravilhoso.
Após a festa, quando Clara já estava em seu quarto, ela volta à sala para buscar seu quebra-nozes, escuta um ruído, se assusta e adormece. Um clima de magia e mistério toma conta do ambiente, quando surge Drosselmeyer, se utilizando de seus dotes mágicos, para conduzi-la a um mundo de sonho e fantasia.
Nesse momento, acontece uma batalha épica entre ratos gigantes e soldadinhos de brinquedo. No meio da batalha, o quebra-nozes ganha vida, lidera os soldadinhos e enfrenta o Rei dos Ratos com coragem e determinação.
O quebra-nozes com a ajuda de Clara vence o Rei dos Ratos! Exausto o boneco desmaia e Clara desesperada se põe a chorar por achar que o quebra-nozes que tanto ama está morto. Drosselmeyer reaparece, se aproxima do quebra-nozes e, para sua surpresa, percebe que o feitiço lançado pelo Rei dos Ratos foi quebrado. Com isso, Drosselmeyer enfim, reconhece seu sobrinho Klaus que estava no orfanato.

Cena III – Reino das Neves
Drosselmeyer leva Clara e Claus em uma mágica viagem para o Reino das Neves, onde encontram o Rei e a Rainha das Neves. Flocos de neve dançam pelo ar e tudo brilha como cristais. As crianças ficam maravilhadas com a beleza do lugar.
SEGUNDO ATO
Reino dos Doces
Seguindo viagem, eles chegam ao Reino dos Doces, onde tudo é feito de guloseimas deliciosas. São recebidos pela Rainha, uma personagem mágica e poderosa, que assume a forma da mãe de Clara para protegê-la e guiá-la durante sua jornada.
A Rainha apresenta Clara e Claus para a Fada Açucarada e seu Príncipe. Clara pede a Klaus que conte a eles como conseguiram derrotar o Rei dos Ratos. Em honra aos visitantes, a Fada e o Príncipe convocam todo o povo do Reino para um grande espetáculo.
Inicia-se então uma grande festa com muitas danças, transmitindo a magia e beleza daquele mundo encantado. Madame Bombom, com sua alegria, transborda doçura contagiando a todos no reino.
Eis que todos sentem um agradável perfume de flores no ar, anunciando a chegada da “Valsa das Flores”. Para encerrar a grande celebração, a Fada Açucarada e seu Príncipe dançam de forma encantadora e memorável.
Clara e Claus se divertiram imensamente, explorando os reinos mágicos e provando todas as delícias. Eles estavam radiantes de felicidade, sentindo que aquele era o Natal mais mágico da vida!
A viagem chega ao fim e todos se despedem de Clara e Claus, quando Drosselmeyer reaparece e, enfim, leva o seu sobrinho e Clara de volta para casa.
E assim, aquele Natal tornou-se inesquecível. Clara e Claus prometeram manter a amizade e continuar a espalhar a magia do Natal para todos ao seu redor.

Sobre Felipe Prazeres
Um dos mais conceituados músicos de sua geração, Felipe Prazeres é maestro titular da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e maestro associado da Orquestra Petrobras Sinfônica. Na Petrobras Sinfônica foi maestro assistente de Isaac Karabtchevsky, entre 2014 e 2018. É um dos fundadores da Academia Juvenil, projeto socioeducativo que oferece formação gratuita para jovens entre 15 e 20 anos, oriundos de escolas de música e orquestras comunitárias. No Theatro Municipal do Rio de Janeiro, onde é titular desde 2022, participou como regente e diretor musical das óperas O Barbeiro de Sevilha, de Rossini, Carmen, de Bizet, e O Elixir do Amor, de Donizetti e Le Ville, de Puccini, além de ter atuado como regente nas três últimas Aberturas de Temporada. Em 2023 regeu a Sinfônica do Theatro Municipal e OSB juntas em umconcerto dedicado a Berlioz e Wagner.É diretor artístico e fundador da orquestra Johann Sebastian Rio, uma das mais importantes orquestras de câmara do país. Neste grupo de câmara dirige concertos com repertório de todas as épocas, mas com especial atenção à música barroca e à música brasileira. Com a Johann Sebastian Rio gravou em 2023 o álbum Sambach, com o premiado violinista alemão Linus Roth e se apresentou em agosto de 2024 no renomado Rheingau Musik Festival, na Alemanha. E maio de 2025 fez uma turnê pela Europa passando pela Alemanha, Suíça e Polônia. Em outubro, regeu o Concerto Bizet e seus Contemporâneos, com a Ópera de Paris e a Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Em dezembro, estará à frente da OSTM em O Quebra-Nozes com o Ballet e Coro do TMRJ.

Elenco principal:
Fada Açucarada – Juliana Valadão / Márcia Jaqueline / Manuela Roçado / Marcela Borges / Tabata Salles
Príncipe – Maynard Miranda / Cícero Gomes / Alyson Trindade / Rodrigo Hermesmeyer / Michael Willian
Sr. Drosselmeyer – Edifranc Alves / Romilton Santana / Rodolfo Saraiva
Clara – Diovana Piredda / Katarina Santos / Pietra Rêgo
Rainha das Neves – Isa Mattos / Manuela Roçado / Marcela Borges / Tabata Salles
Rei das Neves – Alyson Trindade / Owdrin Kaew / Michael Willian / Rodrigo Hermesmeyer
Datas elenco principal:
12/12 – Sexta-feira – Marcela Borges e Alyson Trindade (ensaio geral)
13/12- Sábado – 1ª Récita – Márcia Jaqueline e Rodrigo Hermesmeyer
14/12 – Domingo – 2ª Récita – Márcia Jaqueline e Rodrigo Hermesmeyer
16/12 – Terça-feira – 3ª Récita – Projeto Escola – Tabata Salles e Michael Willian
17/12 – Quarta-feira – 4ª Récita – Márcia Jaqueline e Rodrigo Hermesmeyer
18/12 – Quinta-feira – 5ª Récita – Marcela Borges e Alyson Trindade
19/12 – Sexta-feira – 6ª Récita – Manuela Roçado e Rodrigo Hermesmeyer
20/12 – Sábado – 7ª Récita – Marcela Borges e Alyson Trindade
21/12 – Domingo – 8ª Récita – Manuela Roçado e Rodrigo Hermesmeyer
23/12 – Terça-feira – 9ª Récita – Manuela Roçado e Rodrigo Hermesmeyer
26/12 – Sexta-feira – 10ª Récita – Juliana Valadão e Cícero Gomes
27/12 – Sábado – 11ª Récita – Juliana Valadão e Cícero Gomes
28/12 – Domingo – 12ª Récita – Juliana Valadão e Cícero Gomes
Ficha Técnica:
Concepção e Adaptação: Hélio Bejani e Jorge Texeira a partir de Marius Petipa
Ensaiadores: Jorge Texeira, Mônica Barbosa, Celeste Lima, Deborah Ribeiro, Filipe Moreira e Hélio Bejani
Figurinos: Tania Agra
Cenografia: Manoel Puoci
Fotografia: Daniel Ebendinger
Iluminação: Paulo Ornellas
Regência: Felipe Prazeres
Direção Geral: Hélio Bejani
Direção Artística do TMRJ: Eric Herrero
Presidente da Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro: Clara Paulino
Serviço:
O QUEBRA-NOZES – Tchaikovsky
Ballet, Coro Feminino e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Endereço: Praça Floriano, S/N – Centro
Datas: 12/12 (ensaio geral), 13, 17, 18, 19, 20, 23, 26 e 27, às 19h
14/12, 21 e 28, às 17h
16/12 – 14h (Projeto Escola)
Duração: 1h40 + intervalo de 20 minutos
Classificação: Livre
Ingressos: ESGOTADOS
Acontecerá uma palestra gratuita no Salão Assyrio uma hora antes do início do espetáculo.
Patrocinador Oficial Petrobras
Apoio: Livraria da Travessa, Fever, Rádio MEC, Rádio Nova Paradiso, Amadança, Deeplab, Windsor Hotéis, Bloch, Gaynor Minden, @vult , @maballetshop , Fitting Ma Ballet
Realização Institucional: Fundação Teatro Municipal, Associação dos Amigos do Teatro Municipal
Lei de Incentivo à Cultura
Realização: Ministério da Cultura e Governo do Brasil, do lado do povo brasileiro
Assessoria de imprensa TMRJ:
Cláudia Tisato – tisato.cultura@gmail.com
Assessoria de imprensa externa TMRJ:
Thaisa Barreto – vozesagenciacriativa@gmail.com
Assessora Chefe de Comunicação TMRJ:
MariettaTrotta – mariettatrotta.tmrj@gmail.com
Postado por Allex Lourenço em 15/dez/2025 -
Coro Juvenil do Rio de Janeiro apresenta concerto natalino gratuito no
Boulevard do Theatro Municipal do Rio de Janeiro no dia 17 de dezembro

Para celebrar as festas de fim de ano, o Boulevard do Theatro Municipal do Rio de Janeiro recebe, no dia 17 de dezembro (quarta-feira, às 17h), o Coro Juvenil do Rio de Janeiro para o concerto gratuito Natal de Luz.
Iniciativa do Instituto Brasileiro de Música e Educação (IBME), o grupo convida o público a celebrar a chegada do Natal com um repertório temático repleto de canções que embalam esta época do ano como “White Christmas”, “We wish you a merry Christmas”, “All I Want for Christmas is You” e “Oh, Happy Day”.
Sob a regência do maestro Douglas França, o Coro Juvenil do Rio de Janeiro é uma formação artística que reúne 30 jovens entre 12 e 19 anos, todos estudantes da rede pública de ensino. Muito além da música, o grupo se destaca por unir o canto coral à expressividade corporal, criando performances potentes, sensíveis e marcadas pelo vigor da juventude.
A apresentação, com entrada gratuita, começa às 17h e integra a programação do Boulevard de Portas Abertas, iniciativa promovida pelo próprio Theatro Municipal que tem como objetivo aproximar o público das expressões artísticas que compõem a identidade cultural do país.
Natal de Luz
Boulevard do Theatro Municipal do Rio de Janeiro
17/12: Coro Juvenil do Rio de Janeiro
Horário: 17h
Endereço: Av. 13 de Maio – Centro do Rio de Janeiro
Entrada gratuita
17/12, às 17h
Coro Juvenil do Rio de Janeiro
Douglas França, regente
A Joyful Song
White Christmas
We Wish You a Merry Christmas
All I Want for Christmas is You
Santa Claus is Coming to Town
Oh, Happy Day
Patrocínio: Nova Transportadora do Sudeste – NTS, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, CAIXA e Governo Federal
Apoio: Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Assessoria de imprensa
Catharina Rocha
(21) 99205-8856
Paula Catunda
(21) 98795-6583
Postado por Allex Lourenço em 09/dez/2025 -
A história da música de concerto para cordas desenha um arco que conecta o barroco italiano às expressões nacionalistas e modernistas do século XX. No centro dessa jornada, encontramos o Concerto para dois violinos em Lá menor, RV 522 de Antonio Vivaldi. Publicado em L’Estro Armonico (Op. 3, No. 8), ele é um modelo canônico do concerto grosso barroco, onde um pequeno grupo solista (o concertino) dialoga com a orquestra (oripieno). Sua forma clara, a energia rítmica e o uso do contraponto definiram a linguagem instrumental que influenciaria gerações.
Saltando séculos, o Mini concerto grosso para cordas de Cláudio Santoro evoca Vivaldi já no nome. Santoro, um modernista brasileiro, faz aqui uma referência formal explícita à estrutura barroca. No entanto, ele a preenche com uma linguagem harmônica dissonante e rítmica tensa, transformando o conceito de diálogo entre grupos.
O nacionalismo e o folclore brasileiro entram em cena com Mourão de César Guerra-Peixe e os Quatro Momentos no. 3 de Ernani Aguiar. Guerra-Peixe, compositor e musicólogo, buscou nas raízes populares a essência de sua obra. Mourão, com sua melodia marcante e sabor regional, é uma homenagem à música popular nordestina. Aguiar, por sua vez, também utiliza o folclore como alicerce, tecendo um lirismo brasileiro em seus momentos.
Fechando o círculo, o Andante Festivo de Jean Sibelius, apesar de não ser um concerto grosso, é um hino solene e elegante, adaptado para orquestra de cordas. Ele compartilha com os compositores brasileiros o uso da orquestra de cordas para evocar uma profunda expressão nacional e lirismo.
Assim, o diálogo rítmico de Vivaldi se transforma na revisitação formal de Santoro, na alma folclórica de Guerra-Peixe e Aguiar, e na dignidade nacional de Sibelius, provando
a versatilidade e a atemporalidade do conjunto de cordas.
Postado por Allex Lourenço em 01/dez/2025 -
A Sala Mário Tavares, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro
recebe, nos dias 7 e 14 de dezembro, em duas sessões às 14h e 17h, o monólogo “A Efêmera Beleza das Flores”, nova produção da Fermento Cultural contemplada pelo edital Fluxos Fluminenses (SECEC-RJ). Com texto de Cícero Nogueira, coautoria e atuação da artista Luellem de Castro, o espetáculo apresenta a história de Ayodele, mulher negra e periférica que enfrenta o luto pela perda de seus seis filhos.
A coautoria do texto, também assinada por Luellem, aprofunda ainda mais a perspectiva sensível que atravessa o espetáculo. Sua contribuição artística transforma Ayodele em uma presença pulsante, viva, ritualística. Uma mulher que, mesmo atravessada pelo luto, revela camadas de coragem, ironia, ancestralidade e luminosidade. A direção de Larissa Porto e Teddy Zany potencializa essa entrega, conduzindo a atriz a uma performance íntima, de respiração e corpo inteiros, em que cada pausa, cada gesto e cada palavra constroem uma narrativa de dor e renascimento.
“Ayodele me atravessou antes mesmo de eu entendê-la por completo. Adaptar esse texto foi um processo de devolver a ela — e a tantas mulheres negras que conheço — uma voz que é firme, terna e indestrutível. No palco, eu não interpreto apenas uma personagem: eu celebro as sobreviventes, as que seguem, as que lutam e as que florescem mesmo depois das tempestades”, explica Luellem.
Para Cícero Nogueira, que estreia como dramaturgo, a peça nasce da síntese das mulheres negras que encontrou ao longo de sua trajetória em projetos socioculturais e instituições públicas. “Ayodele não nasceu apenas da ficção. Ela é, de alguma forma, a síntese de todas as mulheres negras que conheci ao longo da minha caminhada, nas salas de aula, nos projetos socioculturais que coordenei, nas comunidades onde trabalhei e, principalmente, dentro do DEGASE, onde testemunhei histórias de coragem e silenciamento convivendo no mesmo corpo”, afirma o autor.
Cícero reúne mais de duas décadas de atuação na cultura como produtor, roteirista e gestor, e revela que o monólogo é resultado direto desse percurso. Ele cita duas referências centrais que orientaram sua escrita: o romance Hibisco Roxo, de Chimamanda Ngozi Adichie, e um artigo acadêmico que escreveu sobre juventude, raça e colonialidade. “Esses fundamentos estéticos e críticos atravessam o espetáculo e ajudam a construir uma narrativa que articula subjetividade e discurso social a partir de uma perspectiva feminina negra”, explica.
O espetáculo se passa no presente, ou em um passado muito recente como gosta de destacar o autor, reforçando seu diálogo com o cotidiano de milhares de mulheres brasileiras.
SERVIÇO
“A Efêmera Beleza das Flores”
Datas e Horários:
07/12 – 14h e 17h
14/12 – 14h e 17h
Local: Sala Mário Tavares – prédio anexo ao Theatro Municipal (Avenida Almirante Barroso, 14-16 – Centro, Rio de Janeiro)
Ingressos: gratuitos: retirada somente no site: http://theatromunicipal.rj.gov.br/
Lotação: 160 lugares
Duração: 60 minutos
Gênero: drama
Classificação: 16 anos
FICHA TÉCNICA
Dramaturgia: Cícero Nogueira
Coautoria: Luellem de Castro
Direção de Larissa Porto e Teddy Zany
Técnica de Luz: Vivian dos Santos Ferreira Lima
Produção Executiva: Luciana Meireles
Designer: Luciana Almeida
Intérprete de libras: Filipa Silveira
Designer: Luciana Almeida
Assessoria de Imprensa: Gamarc Comunicação