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“Theatro Municipal em turnê” leva sua história a Imprensa Oficial em Niterói

Postado por Allex Lourenço em 05/nov/2021 -

O Theatro Municipal do Rio de Janeiro rompe as barreiras do seu prédio histórico no Centro da capital fluminense e leva um pouco da sua trajetória para todo o Estado.  É o novo projeto “Theatro Municipal em turnê”, que começa na Imprensa Oficial, em Niterói. Neste circuito da exposição itinerante serão revelados diversos momentos de um dos maiores teatros do país: desde a construção e inauguração, em 1909, até os dias atuais. 

Pelos painéis, o público vai poder ter contato com os projetos originais do Theatro, fruto do concurso finalizado em 1904, além das pinturas e esculturas que adornam o prédio, de artistas como Eliseu Visconti e Rodolfo Amoedo.

Clássicos como O Lago dos Cisnes e O Quebra-Nozes, de Tchaikovsky, II Trovatore, de Giuseppe Verdi e O Guarany, de Carlos Gomes também são relembrados em textos e fotos.

Fazendo um paralelo com o contemporâneo, as reformas pelas quais o Theatro passou estão presentes – como a de 2008 – lembrando o quanto é importante a preservação desse rico patrimônio.

Os três corpos artísticos do TMRJ – o Corpo de Baile, o Coro e a Orquestra Sinfônica, todos foram criados na década de 1930 e também serão homenageados na exposição. Nomes como Francisco Braga, primeiro maestro titular da OSTM, passando pelas bailarinas Maria Olenewa, Ana Botafogo, entre tantas outras estrelas, marcaram a história do Municipal.

A duração do percurso da exposição leva em média 40 minutos e será um marco importante na trajetória do Municipal.

“A Exposição Itinerante Theatro Municipal em Turnê vai permitir que o público se sinta ainda mais próximo do TMRJ. Nos painéis que compõem o circuito, temos – além da própria história da instituição – contato com as grandes apresentações e artistas que já passaram pelo palco do Theatro, e também contamos um pouco sobre como funciona o TMRJ atualmente, ressalta a Presidente da Fundação Teatro Municipal, Clara Paulino”.

Cristina Batista, diretora-presidente da Imprensa Oficial do Estado do Rio de Janeiro revela a alegria de fazer parte deste projeto:

 “Lisonjeados e honrados. É assim que nós da Imprensa Oficial recebemos na Sala de Cultura Leila Diniz uma mostra imperdível desse gigante da nossa cultura que é o Theatro Municipal do Rio de Janeiro.”

A Coordenadora do Centro de Documentação do TMRJ, Laura Ghelman acrescenta: “Colocamos o Theatro Municipal em turnê para que todos possam viajar conosco”.

A exposição itinerante inaugura no dia 04 de novembro e vai mostrar ao público uma parte da magnitude deste teatro tão importante do Brasil.

Serviço:

Theatro Municipal em turnê

Local: Sala de Cultura Leila Diniz – Imprensa Oficial do Estado do Rio de Janeiro

Endereço: R. Prof. Heitor Carrilho, 81 – Centro, Niterói 

Abertura oficial para convidados: 4/11 (quinta-feira) às 10h

Abertura para o público: 5/11 (sexta-feira) às 9h

Funcionamento da Sala de Cultura: de segunda a sexta, das 9h às 16h

Gratuito

Classificação: Livre

Realização: Theatro Municipal do Rio de Janeiro e Imprensa Oficial do Estado do Rio de Janeiro

TMRJ de Portas Abertas e com entrada franca

Postado por Allex Lourenço em 26/out/2021 -

Depois de um ano e sete meses fechado ao público devido à pandemia, o Theatro Municipal do Rio de Janeiro reabre as portas a partir do dia 28 de outubro com espetáculo de balés de repertório

No dia 13 de março de 2020, as portas de um dos mais importantes e frequentados teatros do país foram fechadas. O perigo do contágio do coronavírus afastou o público e após decreto no Diário Oficial, a estreia da Série Grandes Vozes no Rio de Janeiro, que tinha como convidada o soprano norte-americano Sondra Radvanovsky, foi cancelada. Um ano e sete meses depois, o Theatro Municipal abre as cortinas para uma nova etapa, valorizando ainda mais os artistas da casa que não pararam neste período tão difícil. É o Theatro Municipal de Portas Abertas que, com o público reduzido, vai disponibilizar sessões gratuitas para a população.

“O Theatro Municipal é um patrimônio do estado do Rio de Janeiro. Esse período da pandemia foi difícil, então nada mais justo que os artistas do estado reinaugurem o teatro. Durante esse período, apoiamos a cultura fluminense com diversos editais, e recentemente lançamos o Pacto Cultural RJ, que vai injetar R$ 75 milhões ao fomento das artes até o final do ano”, disse o governador Cláudio Castro

Serão duas obras-primas do balé clássico: Paquita, com música de Ludwig Minkus e coreografia de Marius Petipa, do qual será apresentada uma abertura com as alunas da Escola Estadual de Dança Maria Olenewa do TMRJ, Des Enfants, e o famoso Grand Pas Classique; e Noite de Walpurgis, originalmente da ópera Fausto, com música de Charles Gounod e coreografia de Leonid Lavrovsky.

De acordo com a secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, Danielle Barros, a reabertura do Theatro Municipal é uma sinalização da retomada cultural em todo estado.

“O Estado do Rio avança na vacinação e para coroar este momento de retomada, reabrimos as portas do Theatro Municipal, que é a joia da coroa da cultura fluminense. Um verdadeiro presente para a população que poderá acompanhar lindas apresentações no nosso histórico palco, de forma gratuita”, afirmou Danielle Barros.

“É um orgulho muito grande poder compartilhar com a população fluminense esse momento tão importante para a cultura! Reabrir as portas do Theatro Municipal, ainda mais de forma gratuita e depois desse longo hiato, é um marco importantíssimo para nossa história. Contamos com a presença de todos!” – ressalta a Presidente da Fundação teatro Municipal do Rio de Janeiro, Clara Paulino.

O Diretor da EEDMO e Regente Interino do Ballet do TMRJ, Hélio Bejani fala da importância de investir nos talentos da casa: “Imprescindível retomarmos nossos espetáculos para, acima de tudo, preservarmos a possibilidade de nossos jovens talentos seguirem suas carreiras já bastante prejudicadas pelo momento de tantas incertezas que vivenciamos ”.

Durante o período em que o TMRJ não pode receber o público, também foi essencial manter a parceria como nossos Patrocinadores Ouro, Petrobras e Instituto Vale Cultural, que seguiram ao lado do Theatro Municipal do Rio de Janeiro ao longo de todos esses meses em que estivemos fechados.

“Nós temos uma alegria imensa de unirmos forças neste momento de retorno, para uma abertura festiva do nosso Theatro Municipal”, festeja Steffen Dauelsberg, vice-presidente da Dell’Arte, responsável pela coprodução do evento.

Paquita é um balé em dois atos produzido pela primeira vez em 1846 na Opéra de Paris (então sediada na Salle Le Peletier), com música de Édouard Deldevez e coreografia de Joseph Mazilier. Em 1847 foi montado no Bolshoi de São Petersburgo por Pierre Frédéric Malevergne e Marius Petipa, em sua estreia russa, na qual participou também como bailarino. Mas foi na remontagem de 1882 que Petipa, com o auxílio de Ludwig Minkus, criou as passagens mais famosas do balé: o Pas de Trois, a Mazurka des Enfants e o Grand Pas Classique.  

Programa:

Des Enfants (abertura)

Alunas da Escola Estadual de Dança Maria Olenewa do TMRJ

Coreografia Original – Marius Petipa

Remontagem e adaptação – Paula Albuquerque 

Ensaios – Cristiana Campello

Grand Pas Classique de Paquita

Companhia de Ballet da Escola Maria Olenewa / Cia BEMO

Música – Ludwig Minkus

Coreografia Original – Marius Petipa

Remontagem e adaptação – Jorge Texeira

Ensaios – Cristiane Quitan 

Figurinos – Tânia Agra

Cenografia – Carlos Dalarmelino

Direção Geral – Hélio Bejani

Elenco Paquita:

Companhia de Ballet da Escola Maria Olenewa | Cia BEMO

Participação dos alunos do segundo básico e primeiro médio da EEDMO

Paquita e Lucien  – Marcella Borges e Michael Willian

Pas de Trois – Ana Flavia Alvim, Diovana Piredda  (ou Tabata Salles), Tiago Tonini (ou Luiz Paulo Martins)

Solistas:

1ª Var – Olivia Zucarino

2ª Var – Luiz Paulo Martins

3ª Var – Tabata Salles (ou Diovana Piredda)

4ª Var – Marcelli Tatagiba (ou Isa Mattos)

Corpo de Baile – Fernanda Lima, Isa Mattos, Luana Macedo, Manuela Roçado e Marina Tessarin 

“Noite de Walpurgis” – ballet de um ato – é uma das cenas mais marcantes da ópera de Charles Gounod “Fausto”. Executada separadamente é considerada uma das obras–primas da dança mundial. Gounod criou uma música excepcionalmente colorida e rica para esta coreografia.

A cena da ópera “Noite de Walpurgis” é celebrada no Monte Broken, reino de Mefistófeles (Pan), quando ele procura desviar os pensamentos de Fausto e Marguerite, convidando-os a desfrutar de todos os benefícios da vida terrena.

Fausto vende a alma a Pan (diabo) em troca da imortalidade. Pan começa a mostrar a Fausto os prazeres da vida. Com esse intuito leva-o ao monte Broken, local onde é celebrado um culto à sensualidade e ao erotismo. Acontece por lá uma orgia, onde faunos e bacantes (mulheres adoradoras do Deus Bákkhos) dançam sensualmente. Ameniza o ambiente a presença das Três Graças, que simbolizam o amor espiritual, casto.  E o ballet termina numa dança vertiginosa, um bacanal.

Noite de Walpurgis

Ballet do Theatro Municipal / BTM

Música – Charles Gounod

Coreografia Original – Leonid Lavrovsky

Remontagem e adaptação – Jorge Texeira

Ensaios – Cristiane Quintan

Figurinos – Tania Agra

Cenografia – Carlos Dalarmelino

Direção Geral – Hélio Bejani

Elenco Noite de Walpurgis:

Ballet do Theatro Municipal | BTM

Marguerite – Márcia Jaqueline ou Juliana Valadão

Fausto – Alef Albert ou Alyson Trindade

Pan – Filipe Moreira ou Rodrigo Hermesmeyer

Sátiros – Luiz Paulo Martins, Raffael Lima, Nycollas de Abreu e Tiago Tononi (ou Rodrigo Hermesmeyer)   

Três Graças – Fernanda Martini (ou Olivia Zucarino), Rachel Ribeiro (ou Isa Mattos) e Liana Vasconcelos (ou Marcella Borges) 

Bacantes – Ana Flavia Alvim, Diovana Piredda, Fernanda Lima, Isa Mattos, Luana Macedo, Manuela Roçado, Marcella Borges, Marcella Tatagiba, Marina Tessarin, Olivia Zucarino, Tabata Salles, Saulo Finelon, Alyson Trindade, Gabriel Feleciano, Marcelo Soares, Michael Willian, Miguel Alves, Moisses Pepe, Romilton Santana e Tiago Tononi.

BTM

A história do Corpo de Baile do Theatro Municipal do Rio de Janeiro começa em 1927, quando a bailarina Maria Olenewa funda a primeira escola de dança do Brasil sediada no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

Inicialmente, Corpo de Baile e Escola de Dança se fundiam numa única estrutura na apresentação de espetáculos, até que em 1936, foi oficialmente criado o Corpo de Baile com a separação definitiva entre escola e companhia profissional.

A partir de então, o Ballet do Theatro Municipal do Rio De Janeiro vem cultivando ao longo de sua existência a tradição na excelência de seu repertório, na escolha de grandes nomes para sua direção, e de contar com coreógrafos e bailarinos de prestígio internacional.

Atualmente o Ballet do Theatro Municipal/BTM se destaca no cenário nacional, principalmente, como a única companhia a manter a tradição do Ballet de Repertório Clássico.

Cia BEMO

 A Cia BEMO – TMRJ (Cia de Ballet da Escola Maria Olenewa do Theatro Municipal do Rio de Janeiro) é uma companhia pré-profissional composta por alunos dos últimos anos de formação e alunos formados da Escola Estadual de Dança Maria Olenewa do Theatro Municipal do Rio de Janeiro (EEDMO), com a qual a renomada Companhia Brasileira de Ballet (CBB) se fundiu há dois anos.

O objetivo central da CIA. BEMO-TMRJ é propiciar aos seus integrantes experiências e amadurecimento profissional. Seus bailarinos têm a oportunidade de fazer estágio ou participar como profissionais contratados do Corpo de Baile do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, caminho natural para ingressar na principal companhia pública brasileira. A Cia BEMO – TMRJ vem cada vez mais se destacando no cenário da dança brasileira, pelo seu excelente nível de qualidade de trabalho desenvolvido com jovens de todas as classes sociais. Em apenas dois anos a companhia apresentou alguns dos mais importantes ballets do repertório clássico internacional, tais como: Giselle, Lago dos Cisnes, Don Quixote, A Flauta Mágica e O Quebra Nozes. 

SulAmérica

A SulAmérica é uma companhia de 125 anos que se dedica a entregar Saúde Integral para seus mais de 7 milhões de clientes por meio de produtos e serviços de Saúde, Odonto, Vida, Previdência e Investimentos. A companhia tem como missão melhorar a vida das pessoas, oferecendo apoio, segurança e autonomia em cada momento e decisão de saúde física, emocional e financeira. Para isso, conta com colaboradores engajados e comprometidos, além de uma rede de distribuição com milhares de corretores de seguros em todo o Brasil. Em 2020, a companhia registrou receitas operacionais de R$ 20 bilhões, além de mais de R$ 45,9 bilhões sob gestão de sua asset. Para mais informações, acesse: www.sulamerica.com.br.

Circuito SulAmérica Música e Movimento

O Circuito SulAmérica Música e Movimento apoia 38 iniciativas em todo o país por meio das leis de incentivo à cultura e ao esporte. Desde 2008, mais de 2,8 milhões de brasileiros já foram impactados por projetos socioculturais e socioesportivos incentivados pela SulAmérica, como espetáculos que foram sucesso em todo o país, como Tim Maia – Vale Tudo, As Noviças Rebeldes, Cazuza – Pro Dia Nascer Feliz, Palavra Cantada, Turma da Mônica – O Show e muitos outros, além de evento, ações e iniciativas voltadas ao esporte em diversas cidades do Brasil, que buscam incentivar a Saúde Integral das novas gerações e o acesso a oportunidades, como o circuito Up Night Run e o projeto social Escolinha de Triathlon Formando Campeões.

Serviço:

Theatro Municipal de Portas Abertas

Des Enfants/ Paquita Grand Pas Classique/Noite de Walpurgis

Entrada Franca

Datas:

28/10 – 19h – Récita 1

29/10 – 19h – Récita 2

30/10 – 16h – Récita 3

31/10 – 16h – Récita 4

Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Praça Floriano, s/ nº – Cinelândia                                                    

Classificação: Livre

Redes Oficiais do TMRJ

http://theatromunicipal.rj.gov.br

https://www.youtube.com/c/theatromunicipaldoriodejaneiro

https://www.facebook.com/theatro.municipal.3

https://www.instagram.com/theatromunicipalrj/?hl=pt-br

Patrocínio Ouro Instituto Cultural Vale e Petrobras

Patrocínio SulAmérica 

Apoio Livraria da Travessa, Rádio MEC, Rádio SulAmérica Paradiso, Rádio Roquette Pinto – 94.1 FM

Coprodução: Instituto Dell’Aarte 

Realização: Interlúdio

Realização Institucional: Fundação Teatro Municipal, Associação dos Amigos do Teatro Municipal

De acordo com decreto municipal, o Theatro Municipal segue todos os protocolos de segurança de prevenção à covid-19 e para ingressar no espetáculo, será necessário apresentar o passaporte de vacinação.

Theatro Municipal de Portas Abertas On-line – 90 anos da OSTM

Postado por Allex Lourenço em 24/set/2021 -

No mês em que a Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro completa 90 anos de sua primeira apresentação, que aconteceu em 05 de setembro de 1931 com o grande concerto Tito Schipa, uma série de quatro obras de Mozart será apresentada a partir desta sexta-feira (24) nas redes oficiais do TMRJ. A regência é do maestro titular Ira Levin.

Pra dar início as comemorações, o Concerto para Trompa No3 em Mi Bemol Maior K447que tem como solista o premiado trompista Philip Doyle, da OSTM. 

Sobre Philip Doyle

Radicado no Brasil desde 1977, começou seus estudos de trompa na Inglaterra com Adrian Leaper em 1973. No Rio de Janeiro, estudou com João Jeronimo Meneses e Zdenék Svab. Aulas com Norman Schweikert, Gregory Hustis, Roland Pandolfi, Hermann Baumann, Frank Lloyd e Vladimira Klanská aprimoraram seus estudos. Philip obteve seu Mestrado em Música pela Escola de Música da UFRJ, onde atualmente leciona. Trompista solista da Orquestra Petrobras Sinfônica e da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, também é membro do Quinteto Villa-Lobos desde 1987. Recebeu prêmios como: Prêmio BR-Rival em 2008 pelo CD “Quintetos de Sopro Brasileiros 1926-1974”; indicação ao Grammy Latino em 2011 pelo CD “Rasgando Seda”; Prêmio Carlos Gomes, promovido pelo Governo do Estado de São Paulo, como melhor grupo de câmara em 2001 e 2009. Foi condecorado em 2018, com a Ordem de Rio Branco por serviços culturais.

Desde 2010, é professor de trompa na Escola de Música da UFRJ, e leciona nos principais festivais de música do país.

Sobre Wolfgang Amadeus Mozart (1757-1791)

Johannes Chrysostomus Wolfgangus Theophilus Mozart nasceu em Salzburgo, Áustria. Aos três anos de idade, já fazia acordes no cravo, aos quatro tocava peças curtas, e aos cinco, compunha suas primeiras obras e se apresentava em Munique e na corte imperial de Viena. Aos sete anos viajou pelos principais centros musicais europeus, passando três anos se apresentando nas cortes, nas igrejas e para o público em geral. Suas primeiras sinfonias foram escritas aos dez anos de idade e sua primeira ópera, aos doze. De 1769 a 1773 o jovem Mozart viajou pela Itália, onde aprendeu a dominar com maestria todas as técnicas de composição operística. Em Roma, teria ouvido o Miserere de Gregorio Allegri cantado pelo coro da Capela Sistina e o copiado de memória. Após servir na corte de Salzburgo, viajou para Paris e depois estabeleceu-se em Viena em 1781, onde viveu e trabalhou até sua morte em 1791, aos 35 anos de idade. Mozart é amplamente reconhecido como um dos maiores compositores da história da música ocidental. Com Haydn e Beethoven, ele levou ao auge as conquistas da assim chamada Primeira Escola de Viena. Ao contrário de qualquer outro compositor na história da música, ele escreveu em todos os gêneros musicais de sua época. Ocioso seria tentar destacar algumas de suas obras dado o gigantismo de sua produção, mas podemos citar as óperas Le nozze di Figaro (1786), Don Giovanni (1786) – para alguns a maior de todas as óperas – Così fan tutte (1790) e Die Zauberflöte, (1791); suas quarenta e uma sinfonias; seus vinte e sete concertos para piano e orquestra, seus vinte e três quartetos de cordas e sua imensa produção de música sacra, na qual se destaca sua última obra, o Requiem.

Uma das mais importantes orquestras do país está de aniversário. Fundada há 90 anos, a Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro (OSTM) revela talentos, apresenta obras-primas de compositores nacionais e internacionais, consegue atrair plateias do mundo todo para ouvir e assistir a música de concerto neste templo cultural histórico do país.

Fundada em 02 de maio de 1931, a OSTM tem uma trajetória com muitas. curiosidades como o nome de Francisco Braga, o primeiro maestro titular do Theatro e autor do Hino da Bandeira. A Orquestra fez a primeira apresentação no dia 05 de setembro de 1931, às vésperas da data comemorativa da Independência do Brasil. O concerto de estreia da Orquestra Sinfônica contou com a participação de Tito Schipa, considerado um dos maiores tenores italianos da primeira metade do século 20, que gostava muito do Brasil, onde vinha com a Companhia Lírica da Itália.

Compositor, professor do Instituto Nacional de Música e criador da Sociedade de Concertos Sinfônicos, Braga foi aluno do compositor francês Jules Massenet e participou ativamente da história do Theatro Municipaldesde os primeiros anos. Ele comandou o espetáculo de inauguração do Theatro Municipal, em 14 de julho de 1909, ao lado do amigo e contemporâneo Alberto Nepomuceno. E foi o maestro que lançou, nos concertos, a música do talentoso compositor Heitor Villa-Lobos.

Francisco Braga foi um dos maiores responsáveis pelo Theatro ter, hoje em dia, o Coro e a Orquestra Sinfônica, porque participou da comissão criada nos anos de 1930 para estudar a implementação dos corpos estáveis do Municipal do Rio e transformar isso em lei.  Foi então nomeado o primeiro maestro da OSTM, e acabou sendo o regente que mais realizou concertos no TMRJ, onde ficou até meados de 1935, quando se afastou por problemas de saúde. O maestro selecionou os primeiros 60 músicos da Orquestra que foram recrutados através de concurso público.

Depois de Braga, sucederam-se no comando da OSTM inúmeros regentes como Henrique Spedini, Mário Tavares, Henrique Morelenbaum, Silvio Barbato, Guilherme Bernstein Seixas, Roberto Minczuk, Silvio Viegas, Tobias Volkmann, Cláudio Cruz, Luiz Fernando Malheiro, e atualmente o americano Ira Levin, que também é Diretor Artístico.

Ao longo de toda a trajetória a OSTM dedicou- se ao repertório sinfônico, às composições líricas e aos balés. Os maiores nomes da regência mundial já estiveram à frente da Orquestra, como Ettore PanizzaTullio SerafinGino MarinuzziGennaro PapiAlbert WolffFritz Bush, Erich KleiberEugen Szenkar, Karl Elmendorff, Hans Swarowsky, Edoardo Di Guarnieri, Antonino Votto, Werner Janssen, Oliviero de Fabritiis, Jean Paul Morel, Francesco Molinari-Pradelli, Eleazar de Carvalho, Ettore Gracis, Jacques Pernoo, Antonio Tauriello, Anton Guadagno, Michelangelo VeltriGarcía Navarro, Romano Gandolfi, Mstislav Rostropovitch, Neeme Jarvi, Gabor Ötvos e Anton Nanut.

E compositores muito famosos como Igor Stravinsky, Paul Hindemith,  e os brasileiros Heitor Villa-Lobos, Francisco Mignone, Oscar Lorenzo Fernandez, Radamés Gnatalli, José Siqueira, Camargo Guarnieri, Guerra-Peixe, Cláudio Santoro, entre outros.

A OSTM, além de se apresentar em casa, no palco do Municipal, circula em outros importantes espaços culturais: Sala Cecília Meireles, Teatro João Caetano e Museu de Arte Moderna, dentre outros. Desenvolve importante ação cultural apresentando-se para um público muito amplo e diversificado em diversas cidades do Estado do Rio de Janeiro, tendo participado também de eventos como os Festivais de Música da Guanabara, o Festival Villa-Lobos, a Bienal de Música Brasileira Contemporânea e o Projeto Aquarius.

Sobre o maestro Francisco Braga

Compositor e professor do Instituto Nacional de Música, Francisco Braga foi aluno de Massenet, na França, e participou ativamente da história do Municipal desde os seus primeiros anos: foi o maestro que mais regeu concertos no Theatro. Comandou o espetáculo de estreia, em 14 de julho de 1909, e foi, juntamente com Nepomuceno, o maestro que lançou, em seus concertos, a música do compositor Heitor Villa-Lobos. Braga foi um dos maiores responsáveis por termos, hoje, o Coro e a Orquestra Sinfônica, pois participou da Comissão, nos anos 30, para o estudo da implementação dos Corpos Estáveis do Theatro. Como merecido reconhecimento, foi nomeado o 1º maestro da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, cargo que exerceu de 1931 a 1934, quando se afastou por problemas de saúde.

Sobre o maestro Ira Levin

Ira Levin é atualmente o diretor artístico da Fundação Teatro Municipal e maestro titular da Orquestra Sinfônica doTheatro Municipal do Rio de Janeiro. Ele foi o diretor artístico e musical do Theatro Municipal de São Paulo, bem como o principal maestro convidado do Teatro Colón em Buenos Aires, tornando-o o único maestro estrangeiro a ocupar posições de liderança em todas as maiores e mais importantes casas de ópera do Brasil e da Argentina. Conhecido internacionalmente pela grande versatilidade de suas atividades musicais, Ira já realizou mais de 1200 apresentações de 95 títulos de óperas e está igualmente à vontade em concertos, com um vasto repertório sinfônico. Trabalhou com muitos dos principais instrumentistas, compositores e diretores de palco e regeu em importantes casas de ópera e orquestras em todo o mundo. Ira estudou com o lendário pianista Jorge Bolet no Instituto Curtis, mais tarde se tornando seu assistente. Também em Curtis, obteve orientações de Felix Galimir, Mischa Schneider e Mieczyslaw Horszowski, além de tocar para Leonard Bernstein. Trabalhou por dois anos com Max Rudolf, um dos principais professores de regência do século 20, até ser contratado por Michael Gielen em 1985 para a
Ópera de Frankfurt. Ira Levin ocupou cargos como maestro assistente na Ópera de Frankfurt (1985-88), maestro principal da Ópera de Bremen (1988-1996) e na Deutsche Oper am Rhein, Düsseldorf-Duisburg (1996-2002) e como maestro convidado principal da Kassel Opera (1994-1998). Foi Diretor de Música e Diretor Artístico do Theatro Municipal em São Paulo (2002-2005) e do Teatro Nacional do Brasil em Brasília (2007-2010), trazendo reconhecimento internacional a ambas as organizações

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Programa:

24/09 (sexta- feira)

Concerto para Trompa No3 em Mi Bemol Maior K447- Solista: Philip Doyle       (2 clarinetes, 2 fagotes, cordas)

01/10 (sexta- feira)

Concerto para Fagote em Si Bemol Maior K191 – Solista: Marcio Zen                (2 oboés, 2 trompas, cordas)

08/10 (sexta- feira)

Concerto para Flauta No2 em Ré Maior K314 – Solista: Eugênio Ranevsky      (2 oboés, 2 trompas, cordas)

15/10 (sexta- feira)

Concerto para Trompa No4 em Mi Bemol Maior K495 – Solista: Daniel Soares (2 oboés, 2 trompas, cordas)

Serviço:

Theatro Municipal de Portas Abertas On-line

90 anos da OSTM

Datas: 24 de setembro, 1º, 08 e 15 de outubro (sextas-feiras)

Horário: 18h

Concepção e Direção Artística – Ira Levin

Pesquisa de Texto: Jayme Chaves

Fotos: Junior Barros

Site

http://theatromunicipal.rj.gov.br/

Canal do YouTube

https://www.youtube.com/c/theatromunicipaldoriodejaneiro

Facebook

https://www.facebook.com/theatro.municipal.3

Instagram

https://www.instagram.com/theatromunicipalrj/?hl=pt-br

Classificação: Livre

Apoio: Livraria da Travessa, Rádio MEC, Rádio SulAmérica Paradiso, Rádio Roquette Pinto – 94.1 FM

Patrocínio Ouro Petrobras e Instituto Vale Cultural

Lei de Incentivo à Cultura

Realização Institucional: Fundação Teatro Municipal, Associação dos Amigos do Teatro Municipal

Realização: Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal

Coro do TMRJ – Série Mozart On-Line

Postado por Allex Lourenço em 15/set/2021 -

O Coro do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, comandado pelo maestro titular, Jésus Figueiredo, apresenta a Série Mozart, que começa na próxima quarta-feira (15), nas redes oficiais do TMRJ. No vídeo inicial, os cantores interpretam os três primeiros motetos da antífona Miserere mei, Deus – K. 85, do compositor austríaco. Esta é uma das raras obras corais escritas por ele neste formato, que utiliza apenas três vozes e baixo contínuo.

Wolfgang Amadeus Mozart nasceu em 1756 e compôs a antífona por volta de 1770, ainda na adolescência. Segundo historiadores, o que motivou a criação deste trabalho foi a sua visita à Capela Sistina quando ouviu, do compositor Gregorio Allegri, uma obra coral sobre o mesmo texto, extraído do Salmo 51. 

O vídeo traz também o moteto Sepulto Domino – CPM 223, do compositor brasileiro José Maurício Nunes Garcia (1767-1830). Escrito provavelmente em 1789, com textura homofônica, apresenta uma curiosa e sistemática utilização de acordes dissonantes associados ao acento prosódico de cada palavra do texto, fazendo clara referência ao sofrimento do Cristo sepultado.

A Série Mozart com o Coro do TMRJ continua nos próximos dias 22 e 29 de setembro, sempre às 19h, no Canal do YouTube e Facebook.

Programa:

Dia 15 de setembro

Vídeo Coro On-Line 1

Moteto de José Maurício Nunes Garcia

•          Sepulto Domino, CPM 223          

Miserere mei, Deus k. 85 – Motetos de Mozart

•          Miserere mei, Deus

•          Amplius lava me     

•          Tibi soli peccavi

Dia 22 de setembro

Homenagem pelo aniversário de José Maurício Nunes

Vídeo Coro On-Line 2     

Miserere mei, Deus k. 85 – Motetos de Mozart 

• Ecce enim in veritatem   

• Auditui meo dabis gaudium      

• Cor mundum crea in me

• Redde mihi laetitiam salutaris tui         

• Libera me de sanguinibus        

Moteto de José Maurício Nunes Garcia

• Domine Jesu, CPM 208

Dia 29 de setembro

Vídeo Coro On-Line 3     

Moteto de Mozart    

• Ave Verum Corpus, k. 618        

Moteto de José Maurício Nunes Garcia

• Popule Meus, CPM 222

Serviço:

Coro do Theatro Municipal do Rio de Janeiro na Série Mozart On-Line

Datas: 15, 22 e 29 de setembro (quartas-feiras)

Horário: 19h    

Diretor Artístico: Ira Levin                  

Direção Musical: Maestro titular do Coro do Theatro Municipal Jésus Figueiredo

Direção de imagem e tradução: Menelick de Carvalho

Edição de Áudio: Miguel Torres

Edição de Vídeo: Fred Vreuls

Site 

http://theatromunicipal.rj.gov.br/

Canal do YouTube

https://www.youtube.com/c/theatromunicipaldoriodejaneiro

Facebook

https://www.facebook.com/theatro.municipal.3

Classificação: Livre

Apoio: Livraria da Travessa, Rádio MEC, Rádio SulAmérica Paradiso, Rádio Roquette Pinto – 94.1 FM

Patrocínio Ouro Instituto Cultural Vale e Petrobras

Lei de Incentivo à Cultura

Realização Institucional: Fundação Teatro Municipal, Associação dos Amigos do Teatro Municipal

Realização: Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal

Sala Mário Tavares do Theatro Municipal do Rio de Janeiro prorroga edital de ocupação

Postado por Allex Lourenço em 10/set/2021 -

Você conhece a Sala Mário Tavares?

A sala é um espaço no prédio anexo do Theatro Municipal com preparação acústica, palco, telão, serve como um pequeno teatro, auditório, cinema, estamos com o Edital de Ocupação da Sala Mário Tavares aberto até o dia 30/09/2021. 

O Edital de Ocupação da Sala Mário Tavares tem como objetivo selecionar propostas com a finalidade de ocupação cultural/educativa, sem cobrança de aluguel ou repasse financeiro ao proponente. Nela entrarão projetos sociais, culturais e educacionais, além projetos de músicas, cine clubes, havendo uma abertura para concepções que serão avaliadas. As propostas selecionadas para se apresentar no período de 2021/2022.

Edital:

Esse edital contará com duas categorias de atuação:

Categoria 1 – Oficinas e cursos livres de capacitação e/ou formação. 

As propostas selecionadas nesta categoria deverão desenvolver processos educacionais

que promovam:

Cursos ou Palestras nas seguintes áreas: Dança, Música, Museologia, Conservação de

Patrimônio, Literatura, Audiovisual, Artes Cênicas;

Cursos ou Palestras que envolvam formação de professores e fins educativos;

Cursos ou Palestras que promovam ou tenham como temática: democratização do

acesso e diversidade;

Categoria 2 – Programação Cultural. 

As propostas selecionadas nesta categoria deverão atender às seguintes temáticas e/ou

Gêneros: Música Erudita; Música Popular Brasileira; Música Instrumental; Jazz; Apresentações destinadas ao público infantil; Apresentações cênicas; Apresentações de ballet; Audiovisual: Cineclubes, estreia de filmes, festivais de curtas; Literárias: lançamento de livros, rodas de conversa, debates;

Dúvidas? Vamos a alguns exemplos:

COMO INSCREVER O PROJETO CULTURAL?

O projeto deverá ser inscrito através do sistema desenvolve cultural.

QUANTOS PROJETOS PODEM SER INSCRITOS POR PERÍODO DE INSCRIÇÃO?

Cada proponente poderá submeter no máximo 02 (duas) propostas, conforme o item 8.2 do Edital de Ocupação da Sala Mário Tavares 2021/2022.

PESSOA FÍSICA TAMBÉM PODE INSCREVER PROJETO?

Sim, é permitida a inscrição de proponente pessoa física e pessoa jurídica, conforme previsto no item 7 do Edital de Ocupação da Sala Mário Tavares 2021/2022.

PROPONENTE DE OUTRO ESTADO PODE INSCREVER PROJETO?

Não. Somente proponente do estado do Rio de Janeiro.

ESTA CHAMADA PÚBLICA FARÁ REPASSE DE VALORES AO PROPONENTE?

Não. Este Edital só cederá o uso da Sala Mário Tavares, conforme previsto em publicação. Todo recurso orçamentário é de responsabilidade do proponente.

Os PROJETOS APROVADOS PODERÃO COBRAR VALORES?

Sim. 

O PROPONENTE DEVERÁ PAGAR ALGUM VALOR PARA A FUNDAÇÃO TEATRO MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO?

Somente se o projeto arrecadar valores. Nesse caso, 20% deverá ser revertido para a FTM/RJ.

Caso queira saber mais, o canal do Youtube do Theatro Municipal preparou uma live sobre: https://www.youtube.com/watch?v=UfpVBkU7xrk


Para se inscrever, é necessário acessar o Sistema Desenvolve Cultura até o dia 30/09/2021 e submeter a sua proposta. Mais informações, link dos documentos: Edital e Anexos.

Para se inscrever acesse: www.cultura.rj.gov.br/desenvolve-cultura e em caso de dúvidas entre em contato pelo email: editaltmrj@gmail.com.

II Tabarro – Puccini e seus Contemporâneos

Postado por Allex Lourenço em 10/set/2021 -

O mês de setembro segue com a programação on-line apresentando “II Tabarro – Puccini e seus Contemporâneos”, uma série com três atrações artísticas, a primeira apresentada em 03 de setembro, já está disponível on-line nas redes oficiais do Theatro Municipal.  Serão publicados ainda mais dois concertos líricos com árias de óperas do Verismo italiano.

Nesta sexta-feira (10), além de Puccini, serão homenageados os compositores Francesco Cilea e Ruggero Leoncavallo. Já em 17 de setembro, será a vez de Umberto Giordano, Puccini e Cilea.

(Fotos: Ana Clara Miranda) – Ira Levin, maestro titular do TMRJ e diretor artístico da FTM ao piano

                          No elenco, as sopranos Eliane Coelho e Flávia Fernandes*, a mezzo –soprano Lara Cavalcanti*,  o tenor Eric Herrero,  o barítono Leonardo Neiva e o baixo Murilo Neves. Ao piano, o maestro titular da Orquestra Sinfônica e diretor artístico da Fundação Teatro Municipal, Ira Levin. As apresentações acontecem sempre às 18h de sexta-feira, no canal do YouTube https://www.youtube.com/c/theatromunicipaldoriodejaneiro e no Facebook https://www.facebook.com/theatro.municipal.3

Programa:

ÁRIAS DE PUCCINI, CILEA E LEONCAVALLO

ADRIANA LECOUVREUR

Francesco CILEA

Io son l’umile ancella – Flavia Fernandes, soprano

Acerba voluttà – Lara Cavalcanti, mezzo – soprano

PAGLIACCI

Ruggero LEONCAVALLO

Si può? Si può? – Leonardo Neiva, barítono

Vesti la giubba – Eric Herrero, tenor

MANON LESCAUT

Giacomo PUCCINI

Sola, perduta, abbandonata – Eliane Coelho, soprano

                                                                                                 

Serviço:

II Tabarro Puccini e seus Contemporâneos – Concerto 2

Programa: Árias de Puccini, Cilea e Leoncavallo
Solistas: Eliane Coelho (soprano), Flavia Fernandes* (soprano), Lara Cavalcanti*(mezzo- soprano),Eric Herrero (tenor) e Leonardo Neiva (barítono).
*Solistas do Theatro Municipal

Piano: Ira Levin                                                                                                                          

Datas: 10 e 17 de setembro (sexta-feira)                                            

Horário: 18h                                                                                     

Concepção e Direção Artística – Ira Levin                                                   

Fotos: Ana Clara Miranda                                                                                         

Classificação: Livre

Apoio: Livraria da Travessa, Rádio MEC, Rádio SulAmérica Paradiso, Rádio Roquette Pinto – 94.1 FM

Patrocínio Ouro Instituto Cultural Vale e Petrobras

Lei de Incentivo à Cultura

Realização Institucional: Fundação Teatro Municipal, Associação dos Amigos do Teatro Municipal

Realização: Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal

Pierrot Lunaire, de Arnold Schoenberg

Postado por Marietta Trotta em 03/ago/2021 -

(Crédito da foto: Daniel Ebendinger)

Nos 70 anos de morte de Schoenberg, Pierrot Lunaire, uma das mais marcantes obras do revolucionário compositor austríaco, vai tomar conta das redes oficiais do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. No dia 06 de agosto, a partir das 18h, o Canal do YouTube vai apresentar um ciclo de vinte e uma canções baseadas nos poemas do belga Albert Giraud, traduzidos para o alemão por Otto Erich Hartleben, para soprano e um pequeno conjunto de câmara.

O estilo de canto é o “sprechgesang”, o canto-falado, algo entre o melodrama teatral, a declamação e o canto propriamente dito. Com direção artística de Ira Levin, maestro titular do TMRJ, concepção cênica de Julianna Santos e regência de Priscila Bomfim, maestrina assistente do TMRJ, o espetáculo terá a participação especial da artista lírica brasileira de maior destaque internacional, a soprano que foi Kammersängerin da Ópera de Viena, Eliane Coelho. Ela acaba de completar 70 anos de vida, em plena forma.  Esta obra, escrita para a voz feminina e considerada um marco na superação da música tonal, tem sido raramente executada no Brasil.

(Crédito da foto: Daniel Ebendinger)

“Pierrot Lunaire é uma obra emblemática dentro do repertório do século XX, não somente pelo fato de abrir um caminho na música atonal, mas principalmente pela forma como Schoenberg conseguiu dar significado a estes 21 poemas de Giraud, traduzidos para o alemão. Poder interpretá-los com o célebre soprano Eliane Coelho, sem dúvida é um marco na carreira de qualquer músico e maestro” – destaca Priscila Bomfim.

(Crédito da foto – Lipe Portinho)

A montagem conta ainda com a participação do grupo, denominado tradicionalmente como Ensemble Pierrot, composto por cinco solistas, integrantes da Orquestra Sinfônica do TMRJ: Sofia Ceccato (flauta e piccolo), Marcos Passos (clarinete e clarone), Marcio Sanchez (violino e viola), Pablo Uzeda (violoncelo) e a pianista convidada Katia Balloussier.

A apresentação inédita será transmitida no dia 06 de agosto, sexta-feira, a partir das 18h, no Canal do YouTube do Theatro.

Arnold Schoenberg foi o fundador da “Escola de Viena”. Sua primeira obra conhecida e, talvez, a mais popular, é o sexteto “Noite transfigurada”, posteriormente arranjada para orquestra de cordas. A partir de 1907 começa, gradativamente, a abandonar o sistema tonal tradicional e consequentemente seguiram-se os primeiros de uma série de escândalos, com o “Quarteto em ré menor” e o “Quarteto em fá sustenido menor”. Recebeu grande aclamação pública pelos “Gurrelieder”, espécie de epitáfio do romantismo alemão, mas novos escândalos se seguiriam com a “Sinfonia de Câmara”, as “Peças para piano Op. 11” e o “Pierrot Lunaire”. Na “Suíte para piano op.25”, de 1923, e nas obras seguintes, Schoenberg aperfeiçoou um novo método para o relacionamento tonal numa composição, o qual ficou conhecido como Dodecafonismo (sistema que faz suceder de acordo com uma ordem fixa os 12 tons da gama cromática). Com a ascensão do nazismo, emigrou para os Estados Unidos e naturalizou-se cidadão norte-americano. Morreu em Los Angeles, deixando inacabada a ópera “Moses und Aron”.

Serviço:

Theatro Municipal de Portas Abertas On-line

Pierrot Lunaire, de Arnold Schoenberg

Data: 06 de agosto (sexta-feira)

Horário: 18h

Concepção e Direção Artística – Ira Levin

Fotos: Daniel Ebendinger e Lipe Portinho

Canal do YouTube

https://www.youtube.com/c/theatromunicipaldoriodejaneiro

Facebook

https://www.facebook.com/theatro.municipal.3

Instagram

https://www.instagram.com/theatromunicipalrj/?hl=pt-br

Classificação: Livre

Apoio: Livraria da Travessa, Rádio MEC, Rádio SulAmérica Paradiso, Rádio Roquette Pinto – 94.1 FM

Patrocínio Ouro Petrobras

Lei de Incentivo à Cultura

Realização Institucional: Fundação Teatro Municipal, Associação dos Amigos do Teatro Municipal

Realização: Secretaria Especial da Cultura e Governo Federal

Theatro Municipal de Portas Abertas – Online

Postado por Daniel Bruschi em 13/jul/2021 -

O maestro titular da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e diretor artístico da Fundação Teatro Municipal, Ira Levin, gravou um Concerto inédito para o aniversário do Theatro. Exímio pianista, o maestro apresentará Antonín DVORÁK com Quinteto para Piano e Cordas Nº 2 Op. 81. Com a participação do Quarteto Atlas, formado por três integrantes da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal, os spallas Ricardo Amado e Carlos Mendes e o chefe do naipe das violas José Ricardo Taboada, o Concerto é um presente artístico do Theatro ao público assíduo do Municipal que ainda não pode assistir aos espetáculos presencialmente.

A apresentação inédita será transmitida no dia 14 de julho (quarta-feira), a partir das 18h, no Canal do YouTube do Theatro.

Mas a programação não para por aí. Outro vídeo inédito está sendo preparado para o mês de aniversário. No dia 23 de julho, será exibido um recital de piano, com o maestro titular e diretor artístico do Theatro Municipal, Ira Levin com música de Frédéric Chopin e Franz Liszt. Fique de olho em nossa programação nas redes oficiais.

THEATRO MUNICIPAL DE PORTAS ABERTAS ON-LINE


ANTONÍN DVOŘÁK Quinteto para Piano e Cordas N°2  Op.81
I.   Allegro ma non tanto II.  Dumka: Andante con moto III. Scherzo (Furiant): Molto vivace IV. Finale: Allegro
Ira Levin, Piano
QUARTETO ATLASRicardo Amado, ViolinoCarlos Mendes, ViolinoJosé Ricardo Taboada, ViolaRicardo Santoro, Violoncelo

Acompanhem a programação nas nossas redes oficiais!

Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Diretor Artístico: Ira Levin

Classificação: Livre

Lei de Incentivo à Cultura 

Apoio: Rádio SulAmérica Paradiso 95,7 FM, Rádio Roquete- Pinto  94.1 FM,  Rádio MEC 99.3 FM, Livraria da Travessa.

Patrocínio Ouro Vale e Petrobras

Realização Institucional: Associação dos Amigos do Teatro Municipal, Fundação Teatro Municipal, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa e Governo do Estado do Rio de Janeiro.

Realização: Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal.

GALA BALLET 112 ANOS DO TMRJ

Postado por Daniel Bruschi em 13/jul/2021 -

O Theatro Municipal do Rio de Janeiro está de aniversário! No dia 14 de julho, um dos mais importantes teatros do país completa 112 anos de vida! E para comemorar junto ao público, foi elaborada uma programação especial on-line.

No dia 13 de julho, será apresentada uma Gala de Ballet, que contará com a apresentação de trechos de três espetáculos alegres coreografados por Marius Petipa: Paquita Grand Pas Classique,  Animated Frescoes e O Corsário Grand Pas de Deux. 


Paquita Grand Pas Classique é um importante balé do repertório clássico internacional que se apresentou pela primeira vez, exatamente pelo Paris Opera Ballet, a Companhia de Ballet da Ópera de Paris, que serviu de inspiração para a construção do TMRJ. Esta peça, que conta uma história de amor entre uma cigana e o filho de um Conde, fez sucesso pelas suas alegres danças espanholas e mostrará uma divertida abertura das apresentações da noite.


Animated Frescoes trata-se de uma inclusão coreográfica de Petipa com música de Riccardo Drigo à trilha original de Pugni ao balé Little Humpbacked Horse que tinha coreografia original de Arthur Saint-Léon. A história é baseada em um conto de fadas sobre um tolo que com a ajuda de um cavalo mágico, derrota um malvado Khan e ganha a mão da donzela.


O Corsário, estreado em 1856 também pelo Ballet da Ópera de Paris, conta a história de Medora, uma escrava e de Conrado, líder dos corsários que se apaixonam à primeira vista, porém Conrado ao ver sua amada ser sequestrada, jura resgatá-la. 

PROGRAMA

GALA DE BALLET – 112 ANOS DO TMRJ

I. PAQUITA GRAND PAS CLASSIQUE

Cia de Ballet da Escola Maria Olenewa

Bailarino Convidado: Cícero Gomes – 1º Bailarino do Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Coreografia: Marius Petipa 

Música: Ludwig Minkus 

Bailarinas da Cia de Ballet da Escola Maria Olenewa:

Adalgisa Tobias 

Ana Flávia Alvim 

Diovanna Piredda

Fernanda Lima 

Luana Macedo 

Marcella Borges 

Marcelli Tatagiba

Marina Tessarim 

Pamela Philigret 

Olivia Zucarino 

II. ANIMATED FRESCOES 

Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Coreografia: Marius Petipa 

Música: Riccardo Drigo

Fernanda Martiny – 1ª Solista do Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Juliana Valadão – 1ª  Solista do Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Rachel Ribeiro – 2ª  Solista do Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Liana Vasconcelos – Bailarina Convidada

III. O CORSÁRIO – GRAND PAS DE DEUX

Coreografia: Marius Petipa 

Música: Adolphe Adam / Riccardo Drigo 

Claudia Mota – 1ª Bailarina do Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Cícero Gomes – 1º Bailarino do Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro

SERVIÇO:

GALA  BALLET 112 anos DO TMRJ

Data: 13 de julho – terça-feira

Horário: 18h

Fotos: Igor Corrêa/Verus Films

Site

Canal do YouTube

https://www.youtube.com/c/theatromunicipaldoriodejaneiro

Facebook

https://www.facebook.com/theatro.municipal.3

Instagram

https://www.instagram.com/theatromunicipalrj/?hl=pt-br

Classificação: Livre

Apoio: Livraria da Travessa, Rádio MEC, Rádio SulAmérica Paradiso, Rádio Roquette Pinto – 94.1 FM

Patrocínio Ouro Petrobras

Lei de Incentivo à Cultura

Realização Institucional: Fundação Teatro Municipal, Associação dos Amigos do Teatro Municipal.

Realização: Secretaria Especial da Cultura e Governo Federal.


Ópera de Câmara Série Vozes Femininas

Postado por Daniel Bruschi em 01/jul/2021 -

O Theatro Municipal do Rio de Janeiro, através do patrocínio Ouro Petrobras apresenta: Ópera de Câmara Série Vozes Femininas, com duas apresentações on-line e gratuitas à população! A primeira, “Armida Abbandonata”, de Handel, e a segunda, “Arianna a Naxos” de Haydn, ambas em formato audiovisual, serão mostradas em versão encenada com grandes artistas líricas brasileiras como Ludmilla Bauerfeldt e Luisa Francesconi. Com regência da maestrina Priscila Bomfim e concepção e direção artística do maestro Ira Levin, no programa, as duas obras serão apresentadas com a participação da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e com direção de Julianna Santos. A diretora explica que se trata de uma proposta inovadora, com duas cantatas especialmente encenadas para o público do Theatro Municipal. “Senti em todos os profissionais envolvidos um profundo empenho, dedicação e felicidade em poder realizar algo nesse momento e levar arte ao público, ainda que não presencial, é uma forma de sentir proximidade.”, conclui  a diretora Julianna Santos. 

O PROGRAMA

 PARTE 1

“Armida Abbandonata”

Música: George Freideric Händel

Solista: Ludmilla Bauerfeldt – Soprano

“Armida Abbandonata” de Händel foi apresentada ao público pela primeira vez em 1711 e é inspirada no épico “Gerusalemme Liberata” do poeta renascentista Torquato Tasso. O mito de derivação tassiana inspirou compositores e se tornou tema presente em diversas óperas. Entre árias e recitativos Händel demonstra em sua obra o leque de reações da personagem e exibe a profundidade de sentimentos típicos das suas cantatas dedicadas as figuras femininas.

PARTE 2

“Arianna a Naxos”

Música: Joseph Haydn

Solista: Luisa Francesconi – Mezzo Soprano 

A famosa lenda antiga da princesa Ariadne, que foi abandonada por seu amado Teseu, é um dos temas favoritos na história da ópera. Em sua obra “Arianna a Naxos”, provavelmente escrita no final de 1789, Haydn teve sucesso na elaboração de um drama psicológico cativante de uma das mulheres mais profundamente feridas da mitologia grega. Em dois recitativos e duas árias, a princesa deve suportar tudo, da traição à ira, da tristeza ao amor desesperado de uma maneira musicalmente enfática.

SERVIÇO:

Temporada 2021 Ópera de Câmara Série Vozes Femininas

Armida Abbandonata e Arianna a Naxos

Datas: 02 de julho –  Armida Abbandonata

             03 de julho – Arianna a Naxos

Horário:18h, nas redes sociais do TMRJ

Concepção e Direção Artística: Ira Levin

Regência: Priscila Bomfim

Direção: Julianna Santos

Figurino: Marcelo Marques

Ambientação Cênica: Manoel Puoci

Iluminação: Paulo Ornellas 

Cordas da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Fotos: Lipe Portinho

Canal do YouTube – 18h

https://www.youtube.com/c/theatromunicipaldoriodejaneiro

Facebook – 18h

https://www.facebook.com/theatro.municipal.3

Instagram

https://www.instagram.com/theatromunicipalrj/?hl=pt-br

Classificação: Livre

Apoio: Livraria da Travessa, Rádio MEC, Rádio SulAmérica Paradiso, Rádio Roquette Pinto – 94.1 FM

Patrocínio Ouro Petrobras

Lei de Incentivo à Cultura

Realização Institucional: Fundação Teatro Municipal, Associação dos Amigos do Teatro Municipal.

Realização: Secretaria Especial da Cultura e Governo Federal.