Postado por Allex Lourenço em 09/set/2022 -

A “Pequena Missa Solene”, de Gioachino Rossini, é qualquer coisa menos pequena ou solene. Composta em 1863, décadas após suas últimas óperas, a Missa é uma peça que mistura e tem em sua música pitadas de ópera, de música sacra, de música coral e de câmera.
O Coral Ars et Anima é um grupo formado por jovens cantores líricos cariocas que viram suas carreiras serem mandatoriamente interrompidas com o isolamento social. Oriundos das principais universidades de música do estado do Rio e muitos recém ingressados no coro do Theatro Municipal em seu último concurso, os vinte cantores serão acompanhados por um piano e (em substituição ao harmônio originalmente previsto na partitura), um acordeon.
A concepção do concerto pretende aproximar a música clássica do público através de um espetáculo semi-encenado, com recursos não convencionais de iluminação e um jogo de espacialização no Salão Assyrio, um dos mais impressionantes espaços do Rio de Janeiro.
Desta forma, a ideia é evidenciar os artistas e o espaço, explorando outras relações entre o público, a sala e o repertório. Sem isso, o repertório tradicional não se diferencia de uma obra de arte em um museu, ou um artefato arqueológico. Acreditar que a conexão é, portanto, identificação, o projeto busca questionar, sem descaracterizar, essa tradição da experiência de assistir um concerto. Preservando a obra em sua integridade e ao mesmo tempo oferecendo uma nova experiência, tão necessária, para o público, este fresco material artístico e a responsabilidade na promessa desta experiência imersiva fica nas mãos de jovens cantores, diretores e mobilizadores culturais de música de concerto.
A direção musical e regência é de Kaique Stumpf, a direção cênica de Antonio Ventura e a realização do espetáculo da Euterpe Cultural, através dos recursos do Edital Municipal em Cena, promovido pela Fundação do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
FICHA TÉCNICA
Coral Ars et Anima
Direção musical e regência: Kaique Stumpf
Cantores: Sophia Dornellas, Carolina Morel, Gabriela Meira, Maria Gerk, Mariana Gomes (sopranos), Erika Henriques, Helena Lopes, Julia Riera, Ivy Szot, Sarah Salotto (contraltos), André Cisco, Jessé Bueno, Guilherme Gonnçalves, João Campelo, Edvan Moraes (tenores), Calebe Faria, Cristobal Rioseco, Iago Cirino, Paulo Maria e Fernando Lourenço
Piano: Thalyson Rodrigues
Acordeon: Tibor Fittel
Direção cênica: Antonio Ventura
Direção de produção: Júlia Requião
Produção executiva: Ana Clara Miranda
Iluminação: Nina Balbi
Transmissão audiovisual: Rawziski Registros Musicais
Designer: Astryd Velloso
Comunicação: Luisa Lima
Realização: Euterpe Cultural
Postado por Allex Lourenço em 08/set/2022 -

Em homenagem ao centenário do rádio no Brasil, principalmente por este veículo ter difundindo e revelado inúmeros cantores e cantoras, o Theatro Municipal do Rio de Janeiro vai realizar, no dia 11 de setembro, às 17 horas, o espetáculo “As Rainhas do Rádio em Concerto”. O evento foi idealizado pela artista Mona Vilardo, cuja intenção é manter viva a memória dessas grandes mulheres, levando a sua música para todo público num palco onde elas também fizeram história. Todas as cantoras homenageadas se apresentaram no Theatro Municipal do Rio, lotando a plateia. O Concurso de Rainha do Rádio surgiu na década de 30, no Rio de Janeiro, e fez parte da famosa Era do Rádio, coroando jovens meninas talentosas que viam no rádio uma maneira de realizar seu sonho de ser cantora.
Acompanhada de 18 musicistas que fazem parte da Orquestra Sinfônica de Mulheres do Brasil, com regência da maestrina Priscila Bomfim, Mona Vilardo vai cantar músicas que foram sucesso na voz de Linda Batista (Rainha do Rádio de 1937), Marlene (Rainha do Rádio de 1949 – cujo centenário também é em 2022), Dalva de Oliveira (Rainha do Rádio de 1951), Emilinha Borba (Rainha do Rádio de 1953) e Angela Maria (Rainha do Rádio de 1954). Marcelo Caldi e Alexandre Caldi assinam os arranjos escritos para a ocasião.
O Concerto também contará com a participação da personagem Miranda,
representada pelo figurinista e performer Ney Madeira. Miranda irá trazer
a memória da pequena notável Carmen Miranda, ícone do rádio e
inspiração para as Rainhas do Rádio.
Pesquisadora desse assunto desde 2017, Mona também irá contar histórias e curiosidades dessas cinco cantoras, promovendo um concerto que irá relembrar o que era muito recorrente naquela época: as apresentações com orquestra, onde todas essas cantoras se apresentavam e gravavam acompanhadas por orquestras e bandas sinfônicas. A produção do evento levará jovens da Orquestra da Grota (Niterói) para fazerem parte desse momento. No espetáculo, serão interpretadas 11 canções entre elas: Risquev- interpretada por Linda Batista e Se queres saber – que foi sucesso na voz de Emilinha Borba e cantada pela mesma no palco do Theatro Municipal no ano de 1990.
O Projeto Elas por Ela – As Rainhas do Rádio por Mona Vilardo estreou em 2017 com “Mona canta Dalva”, em homenagem ao centenário de nascimento de Dalva de Oliveira, Rainha do Rádio de 1951. Mona canta Dalva ficou em cartaz no Teatro Maison de France, Teatro Dulcina, Teatro da UFF e Theatro Municipal de Niterói.
Em 2019, a artista lançou seu primeiro livro. “Dalva, minha vó e eu” é a primeira literatura no Brasil que conta a história de uma Rainha do Rádio para crianças e tem prefácio de Ricardo Cravo Albin. Também em 2019, comemorando o centenário de Linda Batista, Mona Vilardo estreou o espetáculo “Mona canta Linda” no Teatro Maison de France e depois apresentado no Theatro Municipal de Niterói.
Para este ano já está programada homenagem a Marlene – Rainha do Rádio de 1949. Mona Vilardo lançará em novembro o livro “Marlene no País das Melodias”, em homenagem ao Centenário da Cantora.
Mona Vilardo revela que essa apresentação no Theatro Municipal do Rio será uma espécie de apoteose, “pois fará desfilar as deusas de nossa musica no templo da cultura brasileira”. E acrescenta: “ Realizar uma homenagem às Rainhas do Rádio no mês do Centenário do Rádio no palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro é para mim uma emoção que nunca conseguirei explicar com palavras. A carreira dessas grandes mulheres está inteiramente ligada com a história desse teatro e, claro, do palco desse teatro. Dalva de Oliveira, Angela Maria, Emilinha Borba e Marlene fizeram história cantando no palco do Theatro Municipal também. Além disso, a minha trajetória profissional também está ligada ao Theatro Municipal do Rio, uma vez que comecei a cantar ainda criança fazendo parte do Coral Infantil do Rio de Janeiro, que se apresentava na óperas e concertos que aconteciam no início dos anos 90. Diversas programações do teatro incluíam o coral infantil regido pela maestrina Elza Lakschevitz, uma mulher à frente do seu tempo, que deixou um legado importante na história do canto coral no Brasil. Agora, em 2022, retorno com o meu projeto, acompanhada de uma orquestra de mulheres, regida por uma mulher e contando a história de grandes divas do rádio. Só tenho a agradecer!”
“As Rainhas do Rádio em Concerto” tem apoio institucional do Theatro Municipal do Rio de Janeiro através do Edital Municipal em Cena e da Secretaria de Cultura e Economia Criativa – Governo do Estado do Rio de Janeiro.
SERVIÇO
Theatro Municipal do Rio de Janeiro apresenta “As Rainhas do Rádio em Concerto”
Idealização: “Elas por Ela – As Rainhas do Rádio por Mona Vilardo” Produção: Mancuzo Entretenimento
Serviço:
Data: 11 de setembro
Horário: 17h
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Praça Floriano, S/N – Centro do Rio
Ingressos gratuitos em https://theatromunicipalrj.eleventickets.com/#!/home
Classificação Livre
Postado por Allex Lourenço em 08/set/2022 -

Depois do sucesso na Cidade das Artes e na abertura do Festival de Joinville, o espetáculo chega ao Theatro Municipal do Rio de Janeiro para apresentação única a preços populares no dia 09 de setembro.
“ST – Tragédias”, que comemora os 30 anos de parceria de Ana Botafogo e Marcelo Misailidis, apresenta duas obras de Shakespeare acompanhadas por poemas sinfônicos de Tchaikovsky: “Romeu e Julieta” e “Othello, o mouro de Veneza”.
“Romeu e Julieta” terá como intérpretes os primeiros bailarinos do Theatro Municipal, Cícero Gomes e Márcia Jaqueline, que dançam a coreografia criada por Marcelo Misailidis há 20 anos para um duo com Ana Botafogo.
“Othello, o mouro de Veneza”, nova criação deMarcelo Misailidis, conta com 16 bailarinos, entre eles Marcia Jaqueline, Edifranc Alves e Márcio Jahú.
“Romeu e Julieta” e “Othello, o mouro de Veneza”, escritas há mais de 400 anos por Shakespeare (1564-1616), tratam de assuntos ainda extremamente atuais, como a paixão, a inveja, o racismo e o feminicídio, temas que ganham ainda mais intensidade nas composições do russo Tchaikovsky (1840-1893).
A produção do espetáculo conta com a participação de 17 bailarinos no total, e uma ficha técnica que traz Paulo Cesar Medeiros na iluminação e João Bertini na criação dos figurinos, além do próprio Marcelo Misailidis assinando o cenário.
“Unir Shakespeare e Tchaikovsky é, antes de tudo, a certeza de mergulhar num acervo singular quando falamos de literatura universal e música erudita. De um lado, um escritor genial que criou personagens que se tornaram arquétipos do comportamento humano, e base de estudo pela ciência de análise psíquica; e de outro, o compositor de maior destaque do repertório de balé clássico, capaz de traduzir em música de modo arrebatador os sentimentos da alma humana, extraindo de suas orquestrações uma emoção visceral.”, explica Misailidis.
Para Ana Botafogo, a motivação principal é “trabalhar com jovens bailarinos e ver como esses corpos do século XXI dialogam com Shakespeare, Tchaikovsky e Misailidis”. (…) Nestas obras-primas de Shakespeare, vemos os mesmos dramas dos dias de hoje. Às vezes, o que parece teatral ou só literário, se apresenta como vida real. Amor, ciúme, paixão, intriga, violência, assassinato, feminicídio, e tudo de forma muito inteira.”
Ao que completa Misailidis: “O gênero trágico é algo que nunca escapa ao radar da condição humana, dos antigos escritores e filósofos gregos aos dias atuais. Observamos sucessivamente as mesmas falhas estruturais, geralmente ligadas a poder, ganância, intolerância, vaidade. Hoje voltamos a ver o mundo enfrentando guerras, pandemias, preconceitos e violências de toda ordem que nos afastam uns dos outros, e da oportunidade de troca na relação com a arte e as coisas sublimes que o ser humano pode produzir.”
A MONTAGEM
Segundo Marcelo Misailidis, as coreografias têm por base a estética clássica unida a diferentes linguagens e gêneros de dança e teatro, resultando num espetáculo de encenação contemporânea.
“Nestas duas obras, meu foco principal como coreógrafo e encenador foi dar fluidez a narrativa, que tem por base temas como paixão, ódio, inveja, racismo, e feminicídio, sendo o mais fiel possível à cronologia e às sequências originais das cenas destas duas peças e, ainda, dar ênfase e protagonismo aos intérpretes, por acreditar que estes são o elo e fio condutor mais importante entre a obra e o público”, explica o diretor e coreógrafo.
ANA BOTAFOGO E MARCELO MISAILIDIS – 30 ANOS DE PARCERIA
Em comemoração aos 30 anos de parceria de Ana Botafogo e Marcelo Misailidis, este espetáculo pretende celebrar a trajetória do casal considerado partnership – a emblemática dupla de bailarinos do Theatro Municipal de forte empatia cênica e identidade com o público, que lotava as plateias de todo o país para vê-los dançar.
“Ao longo de minha carreira como bailarina, tive inúmeros partners, mas Marcelo Misailidis teve uma importância grande em minha trajetória pois, juntos, além de dançarmos muitos dos grandes balés clássicos, tivemos a possibilidade de criar novas coreografias. A conexão era tão grande, e nossa parceria tão intensa nos palcos, que pudemos também coreografar alguns balés para nós mesmos. Foi o caso de ‘Romeu e Julieta’, quando revisitamos uma ideia antiga de Maryla Gremo (bailarina, 1911-1985) e criamos uma coreografia onde pudemos experimentar toda a emoção do texto de Shakespeare aliada à extraordinária música de Tchaikovsky. A ideia de unir dois grandes artistas como S e T nos dá a certeza de falarmos de arte em muitas de suas possibilidades.”, comemora Ana Botafogo.
“A montagem de Romeu e Julieta na versão musical de Tchaikovsky, em ação compacta para um casal, não podia ser mais plena de tradução, pois surge a partir de uma longa convivência artística ao lado de Ana Botafogo, querida partner e bailarina-ícone do Brasil, com quem dividi os mais importantes momentos da minha carreira.”, retribui Misailidis.
FICHA TÉCNICA
Coreografia e concepção artística: Marcelo Misailidis
Codireção: Ana Botafogo
Romeu e Julieta (bailarinos):
Julieta: Marcia Jaqueline
Romeu: Cícero Gomes
Othello (bailarinos):
Othello: Edifranc Alves
Desdemona: Marcia Jaqueline
Iago: Marcio Jahú
Emília: Thais Danello
Brabancio: Joao Wlamir
Doge: Areias Herbert
Cássio: Cristian Aguilar
Rodrigo: Leo Oliveira
Bianca: Liana Vasconcelos
Ludovico: Rodolfo Saraiva
Guardas: Aloani Bastos, Ágatha Bull, Bárbara Várady, Jessica Lessa, Marcelle Gomes, Rafaella Brum
Standins: Thais de Carvalho e Anyel Aram
Iluminação: Paulo Cesar Medeiros
Figurino: João Paulo Bertini
Cenografia: Marcelo Misailidis
Assistente de direção :Aloani Bastos
Direção de produção: Rômulo Rodrigues
Produção executiva: Romero Monteiro
Visagismo: Domitila Ferreira
Criação do Lenço: Larissa Lessa – Lensoul
Cenotécnicos: Leandro Assis, João Lopes e Derô Martin
Equipe de palco: Manoel Puoci e Murilo Oliveira
Fotografias: Wagner Brum
Programação Visual e mídias sociais: Eliomar Bonavita
Assessoria de Imprensa: JSPontes Comunicação – João Pontes e Stella Stephany
APRESENTAÇÃO ÚNICA: dia 09 de setembro (6ªf) às 19h
ONDE: Theatro Municipal do Rio de Janeiro
. Praça Floriano, S/Nº – Centro / RJ Tel: (21) 2332-9191
INGRESSOS POPULARES: R$10 e R$5 (meia entrada) / DURAÇÃO: 70 min / CLASS: 12 anos
https://www.instagram.com/st.tragedias/
Postado por Allex Lourenço em 06/set/2022 -
O Theatro Municipal do Rio de Janeiro traz, no domingo, dia 11 de setembro, mais uma atração do projeto Música no Assyrio. Desta vez, o destaque será o Art Metal Quinteto. Reconhecido como um dos quintetos mais respeitados do país possui a característica de expandir o repertório da música de câmara brasileira. Os ingressos estarão à venda, a partir do dia 5 de setembro, na plataforma Imply ou na bilheteria do Theatro. Os preços são bem populares (R$10,00 – inteira) e (R$5,00 – meia-entrada).
Sobre o Art Metal Quinteto
O Art Metal Quinteto é um raro exemplo de longevidade na música de câmara de nosso país. Desfruta a reputação de ser um dos melhores quintetos de metais do Brasil e é reconhecido pela sua virtuosidade, carisma e dedicação em expandir o repertório brasileiro para esta formação.
O primeiro Cd do grupo, Da Renascença ao Jazz – Velas, 1995 – foi aclamado pelo jornal O Estado de S. Paulo, como o melhor lançamento instrumental do ano. Em janeiro de 2000, em parceria com a Banda Anacleto de Medeiros, lançou o CD Sempre Anacleto (Kuarup, 2000), inteiramente dedicado à obra de Anacleto de Medeiros, um dos pilares da música brasileira e um dos primeiros compositores a escrever para banda no Brasil. Este Cd teve enorme repercussão na imprensa, tendo matérias publicadas nos principais jornais do Brasil.
Em sua clara opção pela divulgação da música brasileira escrita para instrumentos de metais, o Art Metal Quinteto tem apresentado ao público brasileiro o resultado de um intenso trabalho de pesquisa sobre o tema. Neste sentido, destaca-se o levantamento das obras de compositores amazônicos do início do século XIX, como Meneleu Campos, Henrique Gurjão,Teóphilo Magalhães, Cincinato Ferreira Jr, Ernesto Dias e outros.
Serviço:
Música no Assyrio / Art Metal Quinteto
Data: 11 de setembro – domingo
Horário: 11h
Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Centro
Entrada pelo Boulevard da Treze de Maio
Preços populares: R$10,00 (inteira) e R$5,00 (meia – entrada) – na bilheteria do Theatro e na plataforma Imply
Classificação: Livre
Postado por Allex Lourenço em 05/set/2022 -
Em comemoração ao bicentenário da Independência, o Teatro Municipal do Rio apresenta em seu foyer, no dia 7 de setembro, às 16h, a ópera Domitila”, dirigida por André Heller-Lopes e estrelada por Gabriella Pace (soprano). O espetáculo ainda terá apresentações no dia 10, no Conservatório de Tatuí SP), e no dia 13, no Teatro Municipal de São Paulo.
O libreto é inspirado pela correspondência amorosa entre D. Pedro I e Domitila de Castro, e as músicas do espetáculo levam a assinatura de João Guilherme Ripper. Durante os sete anos em que o Imperador do Brasil manteve um romance com a Marquesa de Santos, eles trocaram 143 cartas, que mostram a história íntima e não-oficial do regente do Brasil e sua mais famosa amante, que já foi retratada na TV nas minisséries “O Quinto dos Infernos” (2002, na Globo) e “Marquesa de Santos” (1984, na Manchete).
“Domitila é uma mulher, de certa forma, contemporânea, pois passa por situações que vemos acontecer todos os dias. Ela lutou para sair de um casamento desastroso, foi atrás do imperador para conseguir a guarda dos filhos, virou suaamante, teve filhos com ele e circulava pelo meio político da época exercendo bastante influência”, recorda Gabriella Pace.
Por meio da ópera “Domitila”, renascem as palavras de paixão do Imperador à sua amante e também seus conflitos políticos por causa dessa polêmica relação, que existiu entre 1822 e 1829. O relacionamento acabou com uma carta de despedida para a Marquesa, que foi forçada a deixar o Rio de Janeiro na época em que D. Pedro I se casou com Dona Amélia, princesa de Leuchtenberg, o que pacificou a imagem do Imperador nas cortes europeias.
“Quando ela lê a carta de despedida de D. Pedro I, em que lhe é pedido que não se magoe, é um misto gigante de beleza e crueldade. Certamente, é um dos momentos mais belos da ópera. Durante o espetáculo, há muitas mudanças dramáticas e expressivas da Marquesa. Está sendo, para mim, um grande desafio”, explica a cantora, que flerta ainda com a ária lírica italiana e com a canção brasileira.
“Domitila” utiliza uma fusão entre o erudito e o lundus, modinhas ou choros, para revisitar a famosa história de amor da corte brasileira. Nas escadarias dentro do Municipal, a ópera é conduzida pelos músicos Priscila Bomfim (piano), Lisiane de Los Santos (violoncelo) e Cristiano Alves (clarineta). A ação se desenrola nas escadarias, cobertas por milhares de rosas.
“D. Pedro I, sabidamente, teve muitas amantes, mas nenhuma ocupou o mesmo lugar que Domitila. Ela está no imaginário do Brasil como a grande história de paixão, a mais especial da vida do Imperador — que assinava as cartas como ‘Demonão’ ou ‘Foguinho’. Na montagem, Gabriella conversa com sua imaginação e com o público, resgatando cartas e revivendo as diferentes fases dessa história de amor. Elas são ora divertidas, ora dramáticas, e também alegres e tristes”, pontua o diretor André Heller-Lopes.
Escrita em 2000 por João Guilherme Ripper para a série “Palavras Brasileiras”, concebida e dirigida por André Heller-Lopes, “Domitila” se tornou, nos últimos 20 anos, uma das óperas mais bem-sucedidas, com inúmeras montagens não só no Brasil como em Portugal, onde também foi gravada em CD, também disponível no streaming, por Carla Caramujo e Toy Ensemble.
Ficha técnica:
. Composição: João Guilherme Ripper
.Cantora protagonista: Gabriella Pace – soprano
. Piano: Priscila Bomfim
. Violoncelo: Lisiane de los Santos
. Clarineta – Cristiano Alves
. Direção Musical: João Guilherme Ripper
. Direção Cênica: André Heller-Lopes
. Produção: Maria Angela Menezes
Programa:
http://theatromunicipal.rj.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/Domitila-programa.pdf
Serviço:
Local: Foyer do Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Data: 7 de setembro de 2022
Horário: 16 h
Entrada Franca (Os ingressos poderão ser retirados a partir do dia 29/08 no site do Theatro Municipal: https://theatromunicipalrj.eleventickets.com/#!/home)
Lotação limitada a 100 lugares
Classificação: Livre
Duração: 50 minutos
Postado por Allex Lourenço em 02/set/2022 -

No dia em que se comemora a independência do Brasil, o Theatro Municipal do Rio de Janeiro serve de palco para uma grande festa: os 100 anos do Rádio! E foi neste templo da música erudita que aconteceu, há um século, a primeira transmissão de Rádio com O Guarany, de Carlos Gomes. Em 2022, no dia 07 de setembro, duas Orquestras se apresentam no Municipal do Rio: a Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal e a Orquestra Sinfônica Nacional.
“É um marco histórico para essa casa secular celebrar o centenário do Rádio em nosso palco, nessa linda parceria com a EBC e em uma data tão emblemática como o 07 de setembro. Será uma noite muito especial, com um programa primoroso apresentando obras de Carlos Gomes e Heitor Villa-Lobos” – celebra a Presidente da Fundação Teatro Municipal, Clara Paulino.
O Presidente da EBC, Empresa Brasil de Comunicação, Glen Valente destaca a importância desta comemoração:
“A primeira transmissão de rádio feita em 1922 a partir das estações instaladas no Rio de Janeiro, então capital federal, revolucionou a comunicação e a cultura brasileira. Hoje, o veículo mantém sua relevância e permanece em constante transformação. Ao integrarem o território nacional pela informação, boa música e veiculação de utilidade pública, as emissoras de rádio geridas pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC) escrevem sua históriajunto com a própria história das transmissões radiofônicas no país”.
O Diretor Artístico do Theatro Municipal, o tenor Eric Herrero que também vai se apresentar na data, enaltece esta parceria:
“A celebração do centenário do rádio não poderia acontecer em outro palco que não fosse o Theatro Municipal do Rio de Janeiro! Dele foi feita a primeira transmissão em 7 de setembro de 1922. Toda a Cinelândia pôde ouvir a ópera O Guarani, de Carlos Gomes, naquela data histórica! Agora, 100 anos depois, em parceria com a EBC, nossa OSTM volta a executar trechos desta ópera brasileira para todo o país e para o mundo, graças à internet! É uma alegria enorme para todos nós poder contribuir para a viabilização e execução de tão importante festa desse veículo de comunicação que nos acompanha e ajuda no desenvolvimento da sociedade!” .

Na primeira parte do concerto, a OSTM vai executar trechos da Ópera II Guarany, com a Abertura, Balada de Cecilia: C’era una volta un príncipe, Aria de Pery – Vanto io pur superba cuna e o famoso dueto Sento una forza indomita. Como solistas, Maria Gerk (Cecilia) e Eric Herrero (Pery). A regência será do maestro titular da OSTM, Felipe Prazeres.
Após o intervalo, será lançado o Selo Comemorativo dos Correios “100 anos de Rádio no Brasil”, feito em parceria com a EBC.
“É uma honra para a Rádio MEC ter esta oportunidade de celebrar o centenário no rádio no Brasil com um espetáculo que apresenta o mesmo Guarani da transmissão inaugural do veículo, no mesmo Theatro Municipal que em 1922 mostrava aos brasileiros o poder que esta então nova tecnologia teria de compartilhar cultura e educação pelas ondas sonoras. Além de todo este espetáculo, teremos a oportunidade de lançar nesta noite um selo postal comemorativo com os Correios, que traz a figura de Edgar Roquette-Pinto na sua ilustração, um brasileiro à frente do seu tempo, e que nos orgulha muito de ser o patrono do rádio no nosso país.”- enalteceThiago Regotto, Gerente da Rádio MEC
Na segunda parte da noite, a Orquestra Sinfônica Nacional, grupo formado por músicos oriundos da Rádio Nacional e que nos seus primeiros 20 anos de existência foi a Orquestra da Rádio MEC, apresentará o magistral Choro número 6 de Heitor Villa-Lobos.
O Concerto será transmitido ao vivo na Rádio MEC e na Rádio Nacional, emissoras da Rede Nacional de Comunicação Pública, e ainda nas Redes Sociais da EBC (Youtube, Facebook e Twitter). O concerto será gravado ainda pela TV Brasil, para exibição no fim de semana. A apresentação será dos locutores da Rádio MEC (Sidney Ferreira) e da Rádio Nacional (Luciana Valle).
Programação do Concerto:
100 Anos do Rádio – OSTM & OSN UFF
Primeira parte – OSTM (Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal)
Trechos da ópera “II Guarany de Carlos Gomes
Abertura
Balada de Cecilia: C’era una volta un principe
Aria de Pery – Vanto io pur superba cuna
Dueto: Sento una forza indomita
Solistas: Maria Gerk (Cecilia) e Eric Herrero (Pery)
Regência: Felipe Prazeres
Segunda parte – OSN (Orquestra Sinfônica Nacional)
Heitor Villa-Lobos
“Choros N. 6
Regência: Javier Logioia Obe
Fotos: Daniel A. Rodrigues
Serviço:
100 Anos do Rádio – OSTM & OSN
Data: 07 de setembro – quarta-feira
Horário: às 19h
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Endereço: Praça Floriano, s/nº – Centro
Realização Institucional: EBC, Rádio MEC, Fundação Teatro Municipal, Associação dos Amigos do Teatro Municipal
Ingressos: gratuitos através do site da Imply.
Classificação: Livre
Postado por Allex Lourenço em 30/ago/2022 -
A pianista ucraniana e estrela do YouTube, Valentina Lisitsa, se apresenta no dia 05 de setembro, segunda-feira, às 20h, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Com uma atuação no palco descrita como “deslumbrante”, Lisitsa inclui em seu repertório de Bach e Mozart a Shostakovich e Bernstein.
O concerto é apresentado por Zurich Santander Brasil Seguros e Previdência, com apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, realização Stretto e Secretaria Especial de Cultura.
Valentina Lisitsa é a primeira artista de música clássica a transformar seu sucesso no YouTube numa potente carreira internacional. Publicou seu primeiro vídeo em 2007 tocando o Estudo op. 39 nº 6 de Rachmaninov. A quantidade de visualizações foi inesperada e os acessos cresceram à medida que ela adicionava mais vídeos, com uma dedicação constante em se comunicar diretamente com seu público digital.
Seu canal YouTube tem hoje mais de 500 mil assinantes, mais de 140 milhões de acessos, e uma média de 75 mil visualizações por dia, enquanto sua conta no Spotify tem mais de um milhão de ouvintes mensalmente.
Lisitsa já se apresentou com sucesso de público e crítica nas principais salas de concerto da Europa, Estados Unidos, América do Sul e Ásia, como a Philharmonie de Berlin, au Théâtre des Champs-Élysées em Paris, a Grande Sala do Conservatório de Moscou, a Wigmore Hall em Londres, o Teatro Príncipe Regente em Munique, o Carnegie Hall em Nova York, o Centro Nacional de Artes em Beijing, o Teatro Major em Bogotá, a Sala Cecília Meireles, no Rio de Janeiro, além de festivais como BBC Proms, Festival Dvorák de Praga e o Festival de Câmara Música Mundi em Bruxelas.
Foi solista junto a orquestras célebres como a Sinfônica de Londres, Filarmônica Real de Estocolmo, Orquestra de Paris, Capela Estadual de Dresden, Sinfônica Brasileira e Filarmônica de Seul. Um dos destaques de sua carreira foi em 2012, no Royal Albert Hall de Londres, onde se apresentou para oito mil pessoas com um programa voltado online – uma forma de participação do público que se tornou uma das marcas registradas de Valentina.
Valentina Lisitsa nasceu em Kiev, Ucrânia, e começou a aprender piano aos três anos de idade. Aos quatro anos já dava seu primeiro recital. A artista se formou pelo Conservatório de Kiev e em seguida foi para os Estados Unidos, dando seu primeiro recital profissional em Nova York em 1995.
Valentina lançou nove álbuns para a Decca com obras de Rachmaninov, Chopin, Philipp Glass, Liszt e Scriabin, bem como o CD “Love Story – Piano Themes from the Cinema’s Golden Age” com grandes filmes música da década de 1920. Seu mais recente lançamento, em janeiro de 2022, foi um álbum dedicado a Chopin pela gravadora francesa Naïve. Ela soma mais de 30 gravações.
Sobre Santander Seguros e Previdência e Zurich Santander
Santander Seguros e Previdência é a marca comercial dos produtos comercializados pela joint venture dos Grupos Zurich e Santander, dois dos maiores conglomerados do mundo nos setores segurador e financeiro. Criada em 2011, a partir de um acordo global em que a Zurich adquiriu 51% das operações de seguros, opera como Zurich Santander no Brasil, México, Chile, Argentina e Uruguai. Atualmente, ocupa a 3ª posição em seguros de pessoas e 5ª maior empresa de previdência do país.
PROGRAMA
SERGEI RACHMANINOV
Doze Prelúdios selecionados
(a serem anunciados pela pianista)
FRÉDÉRIC-FRANÇOIS CHOPIN
Polonaise Fantasia em Lá bemol maior
Balada Nº 4 em Fá menor
Polonaise em Fá sustenido menor
RICHARD WAGNER/FRANZ LISZT
Abertura Tannhäuser
SERVIÇO:
VALENTINA LISITSA, piano
05 de setembro, segunda-feira, às 20h
Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Ingressos
Frisas e Camarotes: 1.200,00 (seis lugares)
Plateia/Balcão Nobre: R$ 200,00
Balcão Superior: R$ 100,00
Galeria: R$ 50,00
Classificação livre
Acessibilidade garantida
Vendas em www.dellarte.com.br ou 4002 0019 – de 2a. a 6a., das 9h às 16h.
https://www.facebook.com/DellarteSolucoes
instagram.com/dellartesolucoes
youtube.com/dellartesolucoes
Postado por Allex Lourenço em 29/ago/2022 -

Coro do Theatro Municipal em Foco é o concerto da Série Vozes que será realizado na próxima quinta, dia 01 de setembro, às 19h, em única récita. Especializado no repertório lírico e coral-sinfônico, desta vez o Coro do TMRJ, com a participação de 46 cantores, se apresentará em um repertório camerístico, abordando composições do Padre José Maurício Nunes Garcia (1767 – 1830), considerado o maior compositor do classicismo brasileiro, um nome a ser reverenciado neste ano em que se comemora o bicentenário da Independência. José Maurício foi músico de destaque nas cortes de D. João VI e de D. Pedro I. O programa contará ainda com peças de Mozart (1756-1791) e Brahms (1833-1897).
Com o patrocínio Ouro Petrobras e realização AATMRJ, o concerto contará com a presença dos pianistas Priscila Bomfim e Murilo Emerenciano e com a regência do maestro titular do Coro do TMRJ, Jésus Figueiredo.
“Mozart é um dos compositores que mais influenciaram o Padre José Maurício Nunes Garcia, o principal compositor brasileiro do início do século 19. No programa serão mostrados três motetos a capela, e duas obras de Mozart, de dois períodos distintos da sua produção: uma da adolescência (Miserere mei) e outra de 1791, ano de sua morte (Ave Verum Corpus). Na segunda parte, passamos do classicismo ao romantismo focalizando a música de Brahms para coro e dois pianos: as ‘Valsas de amor’ e o Geistliches Lied (Canção espiritual).” – completa Jésus Figueiredo.

Programa:
Padre José Maurício Nunes Garcia, Mozart e Brahms
Sepulto Domino, CPM 223
Popule Meus, CPM 222
Domine Jesu, CPM 208
W.A. Mozart
Miserere mei, Deus – K.85
Ave Verum Corpus – K. 618
Johannes Brahms
Liebeslieder Walzer Op. 52
Geistliches Lied, Op.30
Coro do Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Priscila Bomfim, piano
Murilo Emericiano, órgão e piano
Jésus Figueiredo, regência
Eric Herrero, diretor artístico
Serviço:
Série Vozes – Coro do Theatro Municipal em Foco
Data: 01 de setembro
Horário: às 19h
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Endereço: Praça Floriano, s/nº – Centro
Apoio: Livraria da Travessa, Rádio MEC, Rádio SulAmérica Paradiso
Patrocínio Ouro Petrobras
Lei de Incentivo à Cultura
Realização Institucional: Fundação Teatro Municipal, Associação dos Amigos do Teatro Municipal
Realização: Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal
Preços:
R$10,00 – sujeito à lotação
Os ingressos para a Série Vozes- Coro do Theatro Municipal em Foco estarão à venda na plataforma Imply ou através do site theatromunicipal.rj.gov.br e também na bilheteria do Theatro.
Postado por Marietta Trotta em 27/ago/2022 -

O Instituto Cultural Cravo Albin, convida a todos para a Missa no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, cuja liturgia será toda acompanhada pela obra sacra Credo de D Pedro I.A Missa será presidida pelo Reitor do Santuário Cristo Redentor, Padre Omar Raposo, acompanhado do Coral Oficial do Cristo Redentor, o Coro da Princesa formado por 24 cantores profissionais, cujo nome homenageia sua neta, a abolicionista Princesa Isabel, regido pelo Maestro Leonardo Randolfo.
Será um evento único onde o publico poderá imergir na alma do Imperador através de uma viagem sonora ao Séc. XIX
Postado por Allex Lourenço em 25/ago/2022 -

O Theatro Municipal do Rio de Janeiro apresenta no próximo domingo mais uma atração no projeto Música no Assyrio. Desta vez, o destaque será o Baile de Quarteto com música instrumental pra fazer todo mundo curtir e dançar. Com um repertório eclético, o espetáculo de domingo, às 11h, será com músicas de artistas consagrados como Adoniran Barbosa, Luiz Gonzaga, Gonzaguinha, Sivuca, Guerra-Peixe, Caetano, Gil, entre outros. Os ingressos já estão à venda com preços bem populares (R$10,00 – inteira) e (R$5,00 – meia-entrada).

Sobre o Baile de Quarteto
O Baile de Quarteto é um conjunto de música de câmara do Rio de Janeiro, em atividade desde 2020. Busca através de instrumentos tradicionalmente associados às salas de concerto – como o violino, a viola e o violoncelo – executar um repertório popular brasileiro acessível a todos, oferecendo ao público uma nova perspectiva musical dessa formação instrumental. Por vezes acompanhados de uma percussionista, o grupo busca retratar as especificidades técnica-interpretativas de cada gênero musical que compõe seu repertório, tais como o samba, o baião, o forró, o xote, o pagode e o pop. Parte dos arranjos foi desenvolvida conjuntamente de forma oral, e a maioria das músicas possui sessões de improvisação onde os músicos revezam o protagonismo entre si, enquanto que o restante do grupo sustenta um acompanhamento harmônico baseado nas particularidades rítmicas do gênero abordado. Uma das grandes motivações do grupo é de conseguir minimizar as fronteiras entre artista e espectador, ao fazer da apresentação um verdadeiro Baile de Quarteto onde todos possam participar, seja cantando, dançando ou contemplando as músicas.
Sobre a apresentação
O espetáculo é voltado para um público de todas as idades, iniciado ou não na música de câmara, e tem a duração de aproximadamente 60 minutos de música instrumental. Eventualmente, pequenas interações são feitas com a plateia a fim de explicar alguma curiosidade técnica ou rítmica específica nos instrumentos para a execução de determinada música ou gênero musical.
Repertório
– Um tom pra Jobim (Sivuca) – Bebê (Hermeto Pascoal) – Viramundo (Gilberto Gil) – Lamento Sertanejo (Dominguinhos e Gilberto Gil) – Xique-Xique (Tom Zé e J.M.Wisnik) – Mourão (C. Guerra-Peixe) – Mas, que nada! (Jorge Benjor) – Vem Morena (Luiz Gonzaga) – Cajuína (Caetano Veloso) – Samurai (Djavan) – Trem das Onze (Adoniran Barbosa) – O que é, o que é (Gonzaguinha) – Cheia de Manias (Raça Negra) – Tá Escrito (Xande de Pilares) – Frevo Palmeira (William Doyle) – Feira de Mangaio (Sivuca)
Músicos
Violino 1: William Doyle Violino 2: Renata Neves
Viola: Denis Rangel Cello: Lauro Lira
Arranjadores William Doyle,
Baile de Quarteto, Oswaldo Carvalho e Verónica Fernandes
Idealizador e direção artística William Doyle
Produção gráfica Stephanie Doyle
Mídias sociais e contato
Instagram: https://www.instagram.com/bailedequarteto/
Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCvD1hncyjt-XFhaappqyRYA
Email: quartetobaile@gmail.com
Serviço
Música no Assyrio /Baile de Quarteto
Data: 28 de agosto – domingo
Horário: 11h
Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Centro
Entrada pelo Boulevard da Treze de Maio
Preços populares: R$10,00 (inteira) e R$5,00 (meia – entrada) – na bilheteria do Theatro e em: https://theatromunicipalrj.eleventickets.com/#!/apresentacao/b288918bc24b433a3acd59ada2c36c0ee8a265f1
Classificação: Livre