Postado por Daniel Bruschi em 13/abr/2023 -

Em única apresentação o cantor, compositor e pianista, dono de muitos sucessos que encantam e ultrapassam gerações com sua voz, apresenta o show Ivan Lins In Concert no Teatro Municipal do Rio de Janeiro.
Uma noite repleta de emoções em um concerto com clássicos como “Começar de Novo”, “Madalena”, “Lembra de Mim” e outros grandes sucessos que marcaram história na música popular brasileira.
Ivan Lins ficou conhecido pelas inúmeras gravações de suas obras em todo mundo, por suas harmonias diferenciadas e por seus arranjos, ao mesmo tempo refinados e populares.
Passou grande parte da infância nos Estados Unidos e é desde tempo que vem suas primeiras influencias. Na volta ao Brasil, teve contato com grandes interpretes e canções da época, além do fado que escutava na casa dos avós.
Mais tarde o Jazz e a música brasileira em especial a bossa nova, se somariam a este caldeirão de influencias.
Por fim, Ivan Lins sobe ao palco do teatro municipal para uma noite inesquecível, cheia de surpresas e emoções.
Ingressos disponíveis aqui!
Serviço:
Música: Ivan Lins In Concert
Duração: 1h30
Data: 23/05, às 19h30
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Endereço: Praça Floriano, s/nº – Centro
Classificação: Livre
Ingressos disponíveis na bilheteria do Theatro ou através do site
Frisas e Camarotes – R$340,00 (ingresso individual)
Plateia e Balcão Nobre – R$340,00
Balcão Superior – R$280,00
Galeria – R$220,00
Postado por Daniel Bruschi em 13/abr/2023 -

Uma declaração de amor, esperança no outro e liberdade para um mundo mais sensível. Em “Paz e Amor II”, a Marcia Milhazes Companhia de Dança apresenta dois solos que se entrelaçam e se comunicam para falar da alma humana. Desdobramento do projeto “Paz e Amor I”, iniciado durante a pandemia, a obra com direção artística, concepção e coreografia de Marcia Milhazes terá única apresentação gratuita em 28 de abril, no Salão Assyrio, no Theatro Municipal, com a presença da pianista japonesa Yuka Shimizu. O espetáculo “Paz e Amor II” foi contemplado pelo “Edital Municipal em Cena”.
No palco, os bailarinos Ana Amélia e Domenico Salvatore trazem uma gestualidade criada durante e após o isolamento social. Eles se cruzam, incorporando imagens afetivas, gestos carregados de fantasia, como paisagens em movimento. “Meu desejo é falar dos laços humanos, do sensível e do amor. O meu trabalho quer tocar nisso, com otimismo e esperança”, diz Marcia Milhazes, que pela primeira vez apresenta um espetáculo no Salão Assyrio – um dos importantes espaços da história do Theatro Municipal. “Estou absolutamente encantada de levar o meu trabalho para esse templo arquitetônico, que carrega as memórias de artistas que passaram por ali ao longo de décadas”, destaca a diretora.
Desde o final dos anos 1990, a pianista japonesa Yuka Shimizu se divide entre o Japão e o Brasil. Apaixonada pela música brasileira, Shimizu tocará no espetáculo obras de Heitor Villa-Lobos e Ernesto Nazareth. “Vamos apresentar uma peça pouco conhecida de Villa-Lobos chamada ‘Ondulando’, de 1914”, diz a diretora. “É esse Brasil esquecido que quero trazer para o espetáculo. Percebo uma valorização só do presente, em que não existe passado e nem futuro, construindo uma sociedade distanciada das suas memórias mais genuínas e afetivas”, observa.
Além da já citada “Ondulando”, o repertório inclui “Melodia Sentimental”, “Prelúdio – Op.20”, “Prelúdio –Bachianas Brasileiras nº4”, “Impressões Seresteiras” e “Festão no Sertão”, de Heitor Villa-Lobos; e “Improviso” e “Fon-fon”, de Ernesto Nazareth. O repertório se relaciona diretamente com o centenário da Semana de Arte Moderna de 1922, tema principal do “Edital Municipal em Cena”. “Villa-Lobos foi um grande protagonista do movimento modernista, com seus concertos emblemáticos. Tenho uma relação com a sua obra que atravessa minhas criações e a trajetória da companhia”, diz Milhazes.
A obra “Paz e Amor II” é terceira parceria entre a coreógrafa e a pianista. A primeira foi em 2012, quando Shimizu participou do espetáculo “O Bosque”, ao lado do violoncelista David Chew. No ano passado, ela se apresentou com a performance “Gamboa 3”, dentro da exposição “Sagrada Mistura”, da artista plástica Beatriz Milhazes, na The Pace Gallery, em Nova York.
Marcia Milhazes nasceu e trabalha no Rio de Janeiro. De 1970 a 1979, teve sua formação como bailarina clássica pela Escola de Danças Clássicas do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Pós-graduada em Estudos da Dança e Coreografia/Coreologia pela Laban Centre for Movement and Dance, em Londres (1991-1992). Atuou como professora convidada na Universidade de Tulane (Nova Orleans) e na New World School (Miami), em 2007; e como coreógrafa residente na Florida International University FIU (1999). Em 2010, foi reconhecida pela revista “Bravo!”como uma das mais importantes artistas brasileiras do Século XXI e entre as dez mais importantes da dança na década.
Durante a pandemia, montou o espetáculo “Paz e Amor” que integrou a programação do projeto “Em Casa com o Sesc SP”. A obra foi indicada a melhor espetáculo de Dança APCA (2020) e ganhou o primeiro Prêmio de Cultura Qualicult-Qualicorp (2021). No mesmo período, criou os vídeos-dança “Pássaros” e “Sonho de Primavera”, tendo sido premiada nos festivais Pool International Dance Film Festival (Berlim/2020), The London International Screen Dance Festival (Londres/2021) e The Vrystaat Arts Festival (África do Sul/2020). No Brasil, os trabalhos participaram do Dança em Foco 2020, Nova Dança International Film Festival 2021.
Em 2022, apresentou a performance “Gamboa 3” na The Pace Gallery, em Nova York, como parte da exposição “Sagrada Mistura”, da artista plástica Beatriz Milhazes. Em 2022, a obra “Paz e Amor” foi apresentada no Teatro Le Regard du Cygne, em Paris, e em turnê pelo Brasil (Belo Horizonte, Belém e São Paulo). No mesmo ano, estrou “Paisagens Experimentais em Tempo de Confinamento”, no Sesc Anchieta. Com sólida carreira profissional no Brasil e no exterior, tem 26 obras coreográficas; e projetos especiais: quatro óperas, seis vídeos-dança e projetos em arte performance e educação.
Yuka Shimizu – Pianista, natural de Saitama no Japão. Em 1995, ingressou na Faculdade de Música Kunitachi em Tóquio. Sua paixão pela música brasileira trouxe-a ao Brasil em 1997. Formou-se no Conservatório Brasileiro de Música em 2001. Recebeu vários prêmios nos concursos de piano no Brasil. Desde 1998, realiza recitais e participa de festivais nos principais teatros no país e no Japão. Lançou os CDs solo de piano “Ernesto Nazareth – Embalada pela brisa do Rio” e “Piano Brasil”. Integra o grupo “Trios Brasileiros” e o Duo Burajiru, com quem produziu o disco “Tacuchian e a Viola”.
Apresentou-se como solista da Orquestra Sinfônica Nacional UFF, Orquestra de Barra Mansa-RJ e Orquestra Camerata de Sesi-ES. Realizou o recital de encerramento na embaixada do Brasil em Tóquio no evento de Comemoração dos 130 anos de nascimento de Villa-Lobos e a história da Associação Villa-Lobos do Japão. Foi convidada no projeto “Candlelight Concerts by Fever”, no Hotel Copacabana Palace. Concerto em New York na The Pace Gallery como parte da performance “Gamboa III”, com Marcia Milhazes Companhia de Dança. Em 2023, faz recital no Shiodome Hall, em Tóquio.
Ficha Técnica
Direção artística, concepção e coreografia: Marcia Milhazes
Intérpretes: Ana Amélia Vianna e Domenico Salvatore
Pianista: Yuka Shimizu
Desenho de Luz: Marcia e Glauce Milhazes
Designer Gráfico: Domenico Salvatore
Desenho de Figurino: Marcia Milhazes
Assessoria de Imprensa: Andrea Gonçalves e Paula Catunda
Cinematógrafo: John CM
Costureira: Eunice Martins
Operador e técnico de luz: Paulinho
Produção de Montagem: Simone Lima
Serviço
Paz e Amor II – Marcia Milhazes Companhia de Dança
Duração: 50 minutos
Data: 28 de abril
Horário: 18h
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Sala: Salão Assyrio (150 lugares)
Endereço: Praça Floriano, s/nº – Centro
Classificação: Livre
Gratuito (os ingressos devem ser retirados no dia da apresentação no local, a partir das 16h e por ordem de chegada)
Postado por Daniel Bruschi em 12/abr/2023 -
O Grupo de Trompetes da UNIRIO foi uma das atrações de 2022 no projeto Música no Assyrio. Este ano, ele está de volta para mais uma apresentação no tradicional salão do Theatro Municipal e vai contar com a participação de Francisco Perez, Gabriel Ferraz, Jailson Varelo, Joaquim Simões, Juan Varela, Juliana Rodrigues, Kaellen Castro, Leonardo Neto, Maico Lopes, Nathan Medeiros, Sara Leite e Thales Sampaio. Os ingressos saem a preços populares, R$20,00(inteira) e R$10,00 (meia-entrada).

Sobre o grupo Trompetes da UNIRIO
O Grupo de Trompetes da UNIRIO foi criado em 1999 pelo professor Dr. Nailson Simões. Formado pelos alunos de Trompete dos Cursos de Graduação e Pós-graduação da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) é atualmente coordenado pelo Professor Dr. Maico Lopes. O Grupo tem como objetivo desenvolver o trabalho de música de câmera para trompete, destacando, sobretudo, a pesquisa e divulgação da música brasileira.
Dedicando-se ainda a ser laboratório para os compositores, estreou ao longo destes anos peças de Claudia Caldeira, Celso Mojola, Nikolai Brucher, Leandro Braga, Orlando Alves, Gilson Santos, Itiberê Zwarg, entre outros. Em seus principais trabalhos constam apresentações e masterclasses com grandes nomes do trompete mundial, como o primeiro trompetista da Boston Symphony Orchestra, Charles Schlueter, o fundador do Canadian Brass, Fred Mills, e o renomado trompetista de jazz, Cláudio Roditi. O GTU já representou o Brasil em duas oportunidades, quando participou das conferências do International Trumpet Guide, nos U.S.A. Pertencendo ao laboratório de pesquisa CT-INFRA, que conta com o apoio da UNIRIO, desenvolve intensa pesquisa sobre música de câmara para metais no Brasil.
Grupo de Trompetes da UNIRIO: Francisco Perez, Gabriel Ferraz, Jailson Varelo, Joaquim Simões, Juan Varela, Juliana Rodrigues, Kaellen Castro, Leonardo Neto, Maico Lopes, Nathan Medeiros, Sara Leite e Thales Sampaio.
Serviço:
Música no Assyrio – Grupo de Trompetes da UNIRIO
Data: 21 de maio (domingo)
Horário: 11h
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Centro
Entrada pelo Boulevard da Treze de Maio
Preços populares: R$20,00 (inteira) e R$10,00 (meia – entrada)
na bilheteria do Theatro
Classificação: Livre
Duração: 60 minutos
Assessoria de Imprensa TMRJ:
Cláudia Tisato – tisato.cultura@gmail.com
Assessor Chefe de Comunicação TMRJ
Felipe Gelani – gelani.tmrj@gmail.com
Postado por Daniel Bruschi em 12/abr/2023 -

O Theatro Municipal do Rio de Janeiro apresenta o segundo concerto do Projeto Municipal ao Meio-Dia, Piedade, de João Guilherme Ripper, com a Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal (OSTM), que acontece no dia 28 de abril, sexta- feira, às 12h, com ingressos a R$2,00 (dois reais). A récita do dia 29 de abril, sábado, começará às 17h, com preços de acordo com tabela abaixo. Com realização AATM e patrocínio Ouro Petrobras, Piedade contará com os solistas Gabriella Pace, Johnny França e Ricardo Gaio, Cyro Delvizio no violão e movimentação cênica de Daniel Salgado. A regência será de Silvio Viegas e a Direção Artística do TMRJ é de Eric Herrero.
Haverá uma palestra antes de cada récita. No dia 28, A Tragédia de Euclides da Cunha, no olhar de Daniel Salgado, com a participação de Daniel e Eric Herrero, às 11h45, no palco principal. E dia 29, será a vez de A Brasilidade na Ópera Contemporânea, uma conversa com João Guilherme Ripper e Sofia Ceccato, às 16h, no Salão Assyrio.
O Concerto Cênico narra episódios da vida do escritor Euclides da Cunha e contará com projeções que complementam a história contada no palco.
Ficha Técnica:
Solistas: Gabriella Pace (Ana de Assis), Johnny França (Euclides da Cunha) e Ricardo Gaio (Dilermando)
Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal (OSTM)
Violão: Cyro Delvizio
Movimentação Cênica: Daniel Salgado
Regente: Silvio Viegas
Direção artística Theatro Municipal: Eric Herrero
Serviço:
Municipal ao Meio-Dia (dia 28 de abril – 12h)
Piedade de João Guilherme Ripper
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Endereço: Praça Floriano, s/nº – Centro
Classificação: Livre
Haverá uma palestra gratuita antes de cada espetáculo
Palestra do dia 28 de abril, 11h45, na Sala de Espetáculos
A Tragédia de Euclides da Cunha, no olhar de Daniel Salgado
Com Eric Herrero e Daniel Salgado
Palestra do dia 29 de abril, 16h, no Salão Assyrio
A Brasilidade na Ópera Contemporânea, uma conversa com João
Guilherme Ripper
Com João Guilherme Ripper e Sofia Ceccato
Municipal ao Meio-Dia – Dia 28 de abril – pré-estreia às 12h (ingressos a R$2,00)
Dia 29 de abril – às 17h
Preços dos ingressos:
Frisas e Camarotes – R$60,00 (ingresso individual) ou R$360,00 (6 lugares)
Plateia e Balcão Nobre – R$40,00
Balcão Superior – R$30,00
Balcão Superior Lateral – R$30,00
Galeria Central – R$15,00
Galeria Lateral – R$15,00
Ingressos à venda através do site theatromunicipal.rj.gov.br (https://theatromunicipalrj.eleventickets.com/#!/evento/425b777d1fc9fe47c28a8795c6a2255f7ee615f2) ou na Bilheteria do Theatro
Lei de incentivo à cultura
Patrocínio Ouro Petrobras
Apoio: Livraria da Travessa, Rádio MEC, Rádio SulAmérica Paradiso, Rádio Roquette Pinto – 94.1 FM
Realização Institucional: Fundação Teatro Municipal, Associação dos Amigos do Teatro Municipal
Realização: Secretaria de Cultura e Economia Criativa, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Petrobras, por meio do programa Petrobras Cultural, Governo Federal.
Assessoria de Imprensa TMRJ:
Cláudia Tisato – tisato.cultura@gmail.com
Assessor Chefe de Comunicação TMRJ
Felipe Gelani – gelani.tmrj@gmail.com
Postado por Daniel Bruschi em 12/abr/2023 -

O lançamento do álbum “Senzala e Favela” é o evento imperdível que vai aquecer sua alma! Com a participação de músicos renomados, esse espetáculo emocionante é uma homenagem especial a Wilson das Neves, um dos maiores ícones da música brasileira. Junte-se a nós em uma viagem musical pelos clássicos de composições autorais de Wilson das Neves , com um toque moderno e vibrante, que vai fazer você dançar e cantar junto. Você contribui com a preservação da nossa cultura e história musical garantindo seu ingresso. Prepare-se para uma noite inesquecível!
Conheça a Banda Base:
Piano e regência – Cristóvão Bastos
Baixo – Jorge Helder
Violão – Cláudio Jorge
Bateria – André Tandeta
Percussões – Zero e Marçal
Metais – Marlon Sette
Metais – José Carlos Bigorna
Metais – Diogo Gomes
Cavaco: Marcio Alexandre
Backing Vocals: Mariana Bernardes, Alice Passos, Nina Becker
Vozes (cantores principais) – Áurea Martins, Vidal Assis e Moyseis Marques
Confira as participações especiais confirmadas:
Moacyr Luz
Zé Renato
Roberta Sá
Marcelo D2
Gabriel Cavalcante
Paulão 7 cordas
Chico Batera
Alexandre Kassin
B Negão
Bia Fereira
Marcelinho da Lua
Velha Guarda do Império serrano
Velha Guarda – Aluísio Machado
Velha Guarda – Silvio Manoel da Silva
Velha Guarda – Alcir Jorge de Oliveira
Velha Guarda – Lindomar Fraga
Velha Guarda – Rachel Teixeira Valença
Velha Guarda – Vilma dos Santos Machado
Velha Guarda – Nilson Rangel Maria
Velha Guarda – Jovaci Manoel da Silva
Com produção executiva de Alexandre Segundo, o álbum “Senzala e Favela”, de Wilson das Neves e parcerias com Paulo César Pinheiro, traz 18 canções, 13 inéditas, compostas, arranjadas e interpretadas pela nata da música popular brasileira. O projeto vai ganhar uma noite de estreia de luxo, com um show que será gravado no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, no dia 9 de maio, as 19h, com participação de Áurea Martins, Bia Ferreira, Marcelo D2, Moyseis Marques, Moacyr Luz, Roberta Sá, Vidal Assis, Zé Renato, entre outros.
O álbum reúne parte da longa e riquíssima carreira de Wilson das Neves: tem produção musical de Alexandre Kassin e Jorge Helder; entre arranjos, letras, instrumentação e vozes, traz Claudio Jorge, Thiago Delegado, Chico Buarque, Zeca Pagodinho, Maria Rita, Ney Matogrosso, Roberta Sá, Emicida, Fabiana Cozza, Seu Jorge, Marcelo D2, BNegão, Rodrigo Amarante, Pretinho da Serrinha, Zero, Moacyr Luz, Gabriel Cavalcante, Áurea Martins, Paulo César Pinheiro, André Tandeta, Jaques Morelenbaum, Zé Carlos Bigorna, Marlon Sette, Cristóvão Bastos, João Lyra, Paulão Sete Cordas, Moyseis Marques e a Velha Guarda da Império Serrano.
Postado por Daniel Bruschi em 12/abr/2023 -

A peça mostra a história de D. Leopoldina em seu leito de morte, relatando ao público sua entrada no Brasil e os fatos históricos envolvidos. Começa por sua vinda da Áustria, já casada por procuração com o príncipe D. Pedro. Apaixonando-se perdidamente pelo marido e pelo novo país que conhecera, integrando-se com a cultura nacional e com a política de então. Dedicando-se aos pobres, exercendo a caridade e a compaixão, sobretudo com a população negra, mostrando-se contrária ao regime de escravidão e sendo voz isolada na Corte. No âmbito pessoal, sofrendo com mortes de filhos e a constante infidelidade de D. Pedro, principalmente com Domitila de Castro, futura Marquesa de Santos. No âmbito político, articulando o rompimento com as cortes portuguesas, junto de seu fiel aliado, José Bonifácio, tendo como resultado prático o que ficou conhecido como “Dia do Fico”. Com suas articulações políticas prosseguindo e convencendo D. Pedro, a partir de uma carta redigida por ela, a proclamar a independência do Brasil.
No espetáculo cria-se uma relação íntima do público com Dona Leopoldina, onde a mesma encontra na platéia um lugar seguro para contar sua versão dos fatos, fazer suas confissões. A peça mostra a figura humana, desde sua infância até o momento de sua morte. Apresentando o legado intelectual que Dona Leopoldina deixou para o Brasil e toda a sua importância para o nosso país.
Serviço
Local: Teatro Municipal do Rio de Janeiro – Salão Assyrio, nos dias 25/04 (terça-feira) às 19:00 e dia 30/04 (domingo) às 17:00.
Autor: André Faxas Direção: Sérgio Telles Produção: Patricia FioraniIluminação: Ademir LamegoOperadora de som: Juliana Gomes
Elenco: Carol Faxas, Elaine Vieira, Mário Ceita, Jeremias Flores, Maria Zenayde, Will Tom, Helder Renovato, Iasmim Caetano, Alexandra Carla e André Faxas.
Duração: 90 minutos
Ingressos : 80,00 ( inteira) 40,00 ( meia)
Apresentando o print do Flyer todos pagam meia .
Postado por Daniel Bruschi em 12/abr/2023 -

O Theatro Municipal do Rio de Janeiro traz ao palco um novo Concerto da Série Celebrações: a Missa de Requiem, de Giuseppe Verdi, importante compositor italiano de óperas do período romântico, considerado um dos mais influentes do século XIX, assim como Richard Wagner, na Alemanha. Com o patrocínio Ouro Petrobras e realização AATM, a Missa de Requiem, composta em homenagem ao primeiro aniversário de morte do escritor Alessandro Manzoni (1785-1873), em comemoração aos 210 anos de nascimento de Verdi, contará com o Coro e Orquestra Sinfônica do TMRJ, além dos solistas Marly Montoni (soprano), Denise de Freitas (mezzo-soprano), Paulo Mandarino (tenor) e Christian Peregrino (baixo) As récitas acontecerão no dia 12 de maio, sexta, às 19h e no sábado (13), às 17h. A regência será do maestro Tobias Volkmann, diretor artístico da Orquestra Sinfônica da Universidade Nacional de Cuyo – Mendoza, Argentina. Os ingressos já estão à venda através do site theatromunicipal.rj.gov.br.
“Abrindo o mês de maio, recebemos a Missa de Requiem de Verdi, obra de um dos compositores mais influentes do século XIX. As obras de Verdi eram de grande sucesso popular da época, atraindo críticas da elite italiana. Mas a qualidade do trabalho dele se provou atemporal, chegando até aos dias de hoje e ao público do Theatro. Não perca esse espetáculo!”, ressaltou a presidente da Fundação Teatro Municipal, Clara Paulino.
“O concerto que homenageia os 210 anos de Verdi será um dos pontos altos deste primeiro semestre no Theatro Municipal, com toda força e doçura do nosso Coro, acompanhado magistralmente pela OSTM. Um quarteto de solistas de primeira linha nos oferecerá também momentos memoráveis. A regência será de Tobias Volkmann, parceiro do Theatro de muito tempo que traz na bagagem e na memória o Requiem de Verdi que acabara de reger na Argentina. É uma alegria poder oferecer ao público um obra tão emblemática, em ano tão importante!”, enaltece o diretor artístico do Theatro Municipal, Eric Herrero.
“O Requiem de Verdi, que apesar de ser uma obra sacra, é uma das obras mais dramáticas do compositor, parece ter sido escrito sob medida para o Coro do TMRJ e a OSTM. Fico muito feliz em voltar ao Theatro Municipal com esta magnífica obra e tenho certeza de que este será um dos pontos altos da temporada de concertos do Rio!”- afirma o diretor artístico da Orquestra Sinfônica da Universidade Nacional de Cuyo – Mendoza.

Ficha Técnica:
“Missa de Requiem”
Coro e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Solistas: Marly Montoni, Denise de Freitas, Paulo Mandarino, Christian Peregrino
Regência: Tobias Volkmann
Direção Artística do TMRJ: Eric Herrero

Serviço:
Concerto Coral Sinfônico – Série Celebrações
G. Verdi – 210 anos de nascimento “Missa de Requiem”
Datas: 12 de maio (sexta),às 19h e 13 de maio, sábado, às 17h
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Endereço: Praça Floriano, s/nº – Centro
Classificação: Livre
Haverá uma palestra gratuita antes de cada espetáculo
Dia 12 de maio – 18h – A Beleza do canto que Homenageia a Vida e a Morte, com Tobias Volkmann e Marcos Menescal
Dia 13 de maio – 16h – Uma Oração para Alessandro Manzoni – Salão Assyrio, com Félix Ferrà e Jayme Chaves
Preços dos ingressos:
Frisas e Camarotes – R$60,00 (ingresso individual) ou R$360,00 (6 lugares)
Plateia e Balcão Nobre – R$40,00
Balcão Superior – R$30,00
Balcão Superior Lateral – R$30,00
Galeria Central – R$15,00
Galeria Lateral – R$15,00
Ingressos à venda através do site: http://theatromunicipal.rj.gov.br/ ou na bilheteria do Theatro
Lei de incentivo à cultura
Patrocínio Ouro Petrobras
Apoio: Livraria da Travessa, Rádio MEC, Rádio SulAmérica Paradiso, Rádio Roquette Pinto – 94.1 FM
Realização Institucional: Fundação Teatro Municipal, Associação dos Amigos do Teatro Municipal
Realização: Secretaria de Cultura e Economia Criativa, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Petrobras, por meio do programa Petrobras Cultural, Governo Federal
Assessoria de Imprensa TMRJ:
Cláudia Tisato – tisato.cultura@gmail.com
Assessor Chefe de Comunicação TMRJ
Felipe Gelani – gelani.tmrj@gmail.com
Postado por Daniel Bruschi em 12/abr/2023 -
Oswaldo Montenegro partiu para a estrada aos 17 anos, onde fixou residência. Jamais parou de criar, em suas constantes viagens. Tornou-se um trovador contemporâneo que parece viver dentro da arte, num turbilhão de projetos de tirar o fôlego de quem o acompanha.
O Theatro Municipal é o templo de luxo para comemorar os 50 anos de carreira deste artista indomável que, com uma liberdade criativa selvagem, não se parece com ninguém, traçando uma trajetória única e original.
O show conta com a presença da eterna parceira de andanças, Madalena Salles, a flautista-irmã do Menestrel, a quem o imenso público que segue Montenegro passou a adorar como alguém que fosse da própria família.
Outros músicos brilhantes comparecem à festa. A atração inusitada compete ao multi-instrumentista Milton Guedes, artista que começou com Oswaldo e volta a tocar com o mestre, depois de mais de vinte anos de saudades.
Um imenso telão colore a festa com imagens da vida e trajetória deste compositor que, sem nunca recuar um milímetro na feitura de sua arte, entrou definitivamente na alma do povo brasileiro.
A Poladian Produções, exponente no mercado do show business brasileiro desde 1961, realiza o projeto “Mestres da Canção”, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, homenageando grandes nomes da música brasileira.
Oswaldo Montenegro – Celebrando 50 anos de Estrada
Dia 19 de maio de 2023, sexta-feira – 20h
Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Praça Floriano, S/N – Centro, Rio de Janeiro
Ingressos à venda www.poladian.com.br – De R$90,00 a R$300,00
Postado por Daniel Bruschi em 12/abr/2023 -

Dionne Warwick está de volta ao Brasil. Uma das maiores cantoras da música internacional, cinco vezes vencedora do Grammy, Dionne chega ao país em maio para a turnê “One Last Time”.
Aos 82 anos, Warwick se despede dos palcos em grande estilo, com shows que prometem aos seus milhares de fãs uma última chance de ouvir, ao vivo, um repertório histórico e icônico, repleto de sucessos que alcançaram o topo da lista das músicas mais tocadas no mundo.
Serão quatro apresentações: dia 19 de maio, no Teatro Guaíra, em Curitiba (PR); dia 20 de maio, no Teatro Municipal, no Rio de Janeiro (RJ); dia 23 de maio, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília (DF); e dia 28 de maio, no Espaço Unimed, em São Paulo (SP).
A turnê “One Last Time” reúne o melhor da carreira desta grande intérprete, que traz em seu repertório inúmeros sucessos como “That’s What Friends Are For”, “I’ll Never Love This Way Again” e “Heartbreaker”, entre muitos outros.
Dona de uma voz única e marcante, Warwick se tornou um dos pilares da cultura e música pop americana com mais de 100 milhões de discos vendidos. Considerada por muitos a cantora que preencheu a lacuna entre o soul e o pop, foi a primeira artista feminina a ganhar o prêmio Grammy de Melhor Performance Feminina de Pop e Melhor Performance Feminina de R&B.
Recentemente, a artista foi homenageada no Toronto International Film Festival com uma exibição especial de “Dionne Warwick: Don’t Make Me Over”, com ótimas críticas. O premiado documentário estreou na CNN Internacional e foi um dos filmes originais de maior audiência da rede, com datas adicionais de exibição. No Brasil, o mesmo poderá ser visto ainda este mês na HBO Max. O documentário traz uma combinação de filmagens originais, fotos e gravações da própria estrela, entrevistas autênticas, histórias sobre música e uma vida inteira quebrando fronteiras na indústria.
Narrado pela própria Dionne Warwick, o documentário detalha a infância da lendária vocalista e conta as histórias por trás de alguns de seus sucessos no topo das paradas, com participações mais que especiais de nomes como Elton John, Alicia Keys e Paul McCartney.
Ainda neste mês, “Peace Like a River”, o aguardado dueto Gospel de Dionne com a superstar Dolly Parton, estará disponível em todas as plataformas digitais. E entre Maio/Junho, Dionne promete um álbum de estúdio com novas músicas Gospel.
Para mais informações, acesse: www.poladian.com.br
Um pouco mais de Dionne Warwick
A carreira de Dionne Warwick, que atualmente comemora mais de 50 anos, a consolidou como um ícone da música e show internacional. Ao longo desse tempo, ganhou 75 canções de sucesso nas paradas.
Começou a cantar profissionalmente em 1961, após ser descoberta por uma equipe de jovens compositores, Burt Bacharach e Hal David. E teve seu primeiro sucesso em 1962 com “Don’t Make Me Over”.
Menos de uma década depois, lançou mais de 18 singles consecutivos no Top 100, incluindo suas gravações clássicas de Bacharach/David, “Walk on By”, “Anyone Who Had a Heart”, “Message to Michael”, “Promises Promises”, “A House is Not a Home”, “Alfie”, “Say a Little Prayer”, “This Girl’s in Love With You”, “I’ll Never Fall in Love Again”, “Reach Out For Me” e o tema de “Valley of the Dolls”.
Juntos, Warwick e sua equipe de compositores, de Burt Bacharach e Hal David, acumularam mais de 30 singles de sucesso e quase 20 álbuns mais vendidos, durante sua primeira década juntos.
Dionne recebeu o primeiro prêmio Grammy em 1968 por seu grande sucesso, “Do You Know the Way to San Jose?”, e um segundo Grammy em 1970 pelo álbum mais vendido, “I’ll Never Fall in Love Again”. Ela se tornou a primeira artista solo feminina afro-americana de sua geração a ganhar o prestigioso prêmio de Melhor Performance de Vocalista Feminina Contemporânea. Este prêmio foi concedido apenas a uma outra lenda, Miss Ella Fitzgerald.
Conhecida como a artista que “preencheu a lacuna”, a mistura comovente de música pop, gospel e R&B de Warwick transcendeu raça, cultura e fronteiras musicais. Em 1970, após o segundo Grammy, começou mais uma década de sucessos com a Warner Bros. Records. Em 1974, atingiu o topo das paradas com “Then Came You”, um dueto com The Spinners, que vendeu um milhão de cópias.
Em 1976, Warwick assinou com a Arista Records, iniciando depois uma terceira década de sucessos. O colega de selo da Arista Records, Barry Manilow, produziu seu primeiro álbum Platinum, “Dionne”, que incluiu consecutivos sucessos: “I’ll Never Love This Way Again” e “Déjà vu”. Ambas as gravações ganharam prêmios Grammy.
O álbum de Warwick de 1982, “Heartbreaker”, co-produzido por Barry Gibb e os Bee Gees, tornou-se um sucesso internacional. E em 1985, ela se reuniu com o compositor Burt Bacharach e os amigos de longa data, Gladys Knight, Elton John e Stevie Wonder, para gravar a canção histórica “That’s What Friends Are For”, que se tornou um hit número um em todo o mundo e a primeira gravação dedicada a aumentar a conscientização e gerar grandes fundos (mais de $ 3 milhões) para a causa da AIDS, em apoio à AMFAR, que Warwick continua a apoiar.
Warwick recebeu o prestigiado prêmio Steve Chase Humanitarian Arts & Activism 2011 pelo Desert Aids Project e foi reconhecida por sua carreira estelar por Clive Davis em sua lendária festa Pré-GRAMMY® em Los Angeles. Adicionando a sua lista de honras históricas, Warwick ganhou em 2013 a cobiçada Medalha de Honra de Ellis Island em Nova York e foi incluída no Hall da Fama de Nova Jersey de 2013.
Foi homenageada com um especial da PBS Television, “Dionne Warwick: Then Came You”, e nomeada embaixadora no Smithsonian Institutes Year in Music de 2019. Recebeu o Grammy Lifetime Achievement Award de 2019 da National Academy of Recording Arts & Sciences.
O orgulho e a alegria de Warwick são seus dois filhos, o cantor/artista David Elliott e o premiado produtor musical Damon Elliott, e sua família.
Postado por Daniel Bruschi em 05/abr/2023 -

Sob a batuta do maestro Ira Levin e com o pianista Fabio Martino como solista, a Orquestra Sinfônica Brasileira sobe ao palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro no dia 19 de abril para celebrar os 150 anos de nascimento de Max Reger e de Sergei Rachmaninoff. No repertório, uma seleção de obras dos dois compositores.
O programa começa com cinco composições de Rachmaninoff transcritas para orquestra pelo próprio maestro Ira Levin. A suíte abarca quatro obras
originalmente escritas para piano, além de um hino ortodoxo extraído de Vespers, para coro a capella. Todas elas foram produzidas entre os anos de 1893 e 1917 e, agrupadas nesta brilhante transcrição orquestral, ganham novos matizes, texturas e contrastes, formando uma surpreendente e emocionante unidade de sentimento.
Em seguida, o pianista Fabio Martino sobe ao palco para interpretar o Concerto para Piano e Orquestra em Fá sustenido menor, Op.1. Escrito quando Rachmaninoff tinha apenas 17 anos, o concerto exala ardor juvenil e impetuosidade, mas já evidencia a precoce maturidade estilística do compositor russo.
A segunda parte do espetáculo, dedicada à música de Max Reger, abre com o primeiro de seus Quatro Poemas Sinfônicos sobre A. Böcklin, Op.128. Escritas na maturidade artística do compositor, essas peças ilustram bem o gosto de Reger pelo universo soturno das pinturas de Arnold Böcklin (artista que, vale dizer, também inspirou o compositor Sergei achmaninoff). Se o quadro “O Eremita Violinista” ilustra um homem de túnica absorto em sua música enquanto é observado por querubins, a obra de Reger coloca o violino no centro do discurso musical: amparado pelos sopros e pelas cordas, o instrumento tece uma espécie de recitativo ambiguamente caloroso e desolador.
Encerrando o espetáculo, a OSB interpreta a transcrição para orquestra das
Variações e Fuga sobre um Tema de J. S. Bach, Op.81. Originalmente escrita
para piano, a obra, uma das mais complexas que Reger escreveu, apresenta ao intérprete uma série de desafios técnicos e é, sem dúvidas, um dos pináculos do gênero. Nessa orquestração de Levin, a monumental partitura é iluminada por novas perspectivas, oferecendo ao ouvinte uma excelente oportunidade de se embrenhar no universo luminoso do engenhoso compositor alemão.
A ORQUESTRA SINFÔNICA BRASILEIRA:
Fundada em 1940, a Orquestra Sinfônica Brasileira é reconhecida como um dos conjuntos sinfônicos mais importantes do país. Em seus 82 anos de trajetória ininterrupta, a OSB já realizou mais de cinco mil concertos e é reconhecida pelo pioneirismo de suas ações, tendo sido a primeira orquestra a realizar turnês pelo Brasil e exterior, apresentações ao ar livre e projetos de formação de plateia.
Composta atualmente por mais de 70 músicos brasileiros e estrangeiros, a OSB contempla uma programação regular de concertos, apresentações especiais e ações educativas, além de um amplo projeto de responsabilidade social e democratização de acesso à cultura.
Para viabilizar suas atividades, a Fundação conta com a Lei Federal de Incentivo à Cultura, tem o Instituto Cultural Vale como mantenedor, a Shell e a NTS – Nova Transportadora do Sudeste como patrocinadores master, Brookfield e Eletrobras Furnas como patrocinadores, Sergio Bermudes Advogados e SulAmérica como copatrocinadores, além de um conjunto de apoiadores culturais e institucionais.
Saiba mais em:
www.osb.com.br
www.conexõesmusicais.com.br
PROGRAMA:
Sergei Rachmaninoff (transc. Ira Levin) – Cinco Peças para Orquestra
I. Oriental Sketch
II. Bogoroditse Devo – All Night Vigil, Op.37, No.6
III. Etude Tableau, Op.33, No. 6
IV. Prelude, Op.32, No. 10
V. Humoresque, Op.10, No. 5
Sergei Rachmaninoff – Concerto para Piano nº. 1, em Fá Sustenido Menor, Op. 1
I. Vivace Moderato
II. Andante
III. Allegro Vivace
Max Reger – Quatro Poemas Sinfônicos sobre A. Böcklin, Op.128
I. O Eremita Violinista
Max Reger (transcr. Ira Levin) – Variações e Fuga sobre um Tema de J. S. Bach,
Op.81
Tema
10 Variações
Fuga
SERVIÇO:
Série Pianistas Rachmaninoff 150 Anos
Dia 19 de abril (quarta-feira), às 19h
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro (Praça Floriano, s/nº – Centro, Rio de Janeiro)
INGRESSOS:
Frisa/Camarote 80,00 (R$40,00 meia)
Plateia/Balcão Nobre 80,00 (R$40,00 meia)
Balcão Superior 50,00 (R$25,00 meia)
Balcão Superior Lateral 40,00 (R$20,00 meia)
Galeria 30,00 (R$15,00 meia)
Galeria Lateral 20,00 (R$10,00 meia)
Ingressos à venda na bilheteria do TMRJ e no site Eleven Tickets
MAIS INFORMAÇÕES PARA IMPRENSA:
Érica Avelar
erica.avelar@osb.com.br
(21) 98119-4559