Postado por Marietta Trotta em 19/jul/2022 -

Duas únicas apresentações – Rio de Janeiro – 27 de julho e São Paulo – 28 de Julho
Criado há 30 anos na Rússia, o Coro Turetsky, chega ao Brasil para apresentação única e inédita no Theatro Municipal do Rio de Janeiro no dia 27 de julho e no Memorial América Latina no dia 28 de julho em São Paulo.
O Coro russo Turetsky é composto por 10 solistas e apresenta o espetáculo Unity Songs com um repertório sem fronteiras: do clássico ao rock, do pop a ópera, do jazz ao folk. Na Rússia, são campeões de popularidade com mais de 7.000 apresentações e shows sempre esgotados.
Além de clássicos da cultura russa, serão apresentados a cappella com acompanhamento instrumental grandes sucessos internacionais incluindo canções em italiano, português, espanhol e até releituras do Queen como Bohemian Rhapsody em formato lírico.
“Vamos fortalecer as pontes de amizade no mundo, fortalecer o amor e o respeito pela cultura russa e brasileira. Preparamos surpresas em português especialmente selecionados para o público carioca e paulista”, salientou o soprano Mikhail Turetsky.
A turnê Unity Songs é um evento musical emocionante que tem como mensagem a união de povos e gerações em nome da cultura. A entrada é franca.
Onde: Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Dia 27.07.22 – Quarta-feira – 19hs
Entrada gratuita. Ingressos na bilheteria do Theatro Municipal ou pelo site: https://theatromunicipalrj.eleventickets.com/#!/home
Postado por Allex Lourenço em 19/jul/2022 -

Primeiro conjunto de câmara argentino a conquistar uma posição de prestígio nas Américas, Europa e Ásia, a Camerata Bariloche é a terceira atração da Série O Globo/Dellarte Concertos Internacionais na terça-feira, dia 26 de julho, às 20h, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, sob regência do maestro e violinista Freddy Varela Montero.
A orquestra de câmara conta com mais de 25 bem sucedidas turnês por 33 países. São mais de mil concertos nas províncias argentinas e em importantes salas e festivais do mundo, aí incluídos o Carnegie Hall de Nova York e o Musikverein de Viena. A Camerata Bariloche colaborou com solistas como Ástor Piazzolla, Yehudi Menuhin, Karl Richter, Maxim Vengerov, Mstislav Rostropovich e Martha Argerich.
A programação da Série, que vai até novembro, apresentará ainda o virtuosismo dos pianistas Benjamin Grosvenor, Khatia Buniatishvili e Ksenia Kogan, a presença revigorante do conjunto Interpreti Veneziani, além das orquestras Sinfônica Brasileira (OSB) e a canadense Symphonique de Longueuil.
A Série Concertos Internacionais é apresentada pelo Ministério do Turismo e Bradesco Seguros, e corealização da Stretto, Secretaria Especial de Cultura – Ministério do Turismo, Governo Federal/Pátria Amada Brasil.
CAMERATA BARILOCHE
Desde a sua criação, em 1967, a Camerata Bariloche apresentou mais de 2 mil concertos nas 23 províncias argentinas e em importantes salas e festivais no mundo, tais como o Carnegie Hall (Nova York), Sala Tchaikovsky (Moscou), Musikverein (Viena), Ópera Cômica de Berlim, Salle Pleyel (Paris), Festival de Salzburgo, NHK (Tóquio), Centro Internacional da Índia (Nova Déli), Sala São Paulo e Teatro Colón (Buenos Aires), entre muitos outros.
Também recebeu uma infinidade de distinções, com destaque para o emblemático “Prêmio Konex de Platino” para o melhor conjunto de câmara na história da música argentina.
Na abundante lista de solistas nacionais e estrangeiros que atuaram com a Camerata, destaque para os nomes de Astor Piazzolla, Gerardo Gandini, Lierko Spiller, Yehudi Menuhin, János Staker, Karl Richter, Nicolás Chumachenko, Maxim Vengerov, Jean-Pierre Rampal, Vadin Repin, Cho-Liang Lin, Jean-Yves Thibaudet, Frederica von Stade, Mstislav Rostropovich e Martha Argerich.
A crítica especializada sempre destacou a qualidade do conjunto, tanto em suas apresentações como nos registros discográficos realizados na Argentina, Estados Unidos e Europa. Mas sua conquista do grande público se deu indiscutivelmente em seu histórico concerto no Parque Centenário de Buenos Aires, diante de 60 mil pessoas, e na inesquecível apresentação no Hipódromo Argentino de Palermo, que teve suas instalações lotadas por 130 mil espectadores, que se encantaram com o espetáculo pirotécnico que acompanhou a Música para os fogos de artifício reais de Händel executada pela Camerata.
A Camerata Bariloche também fez incursões no cinema, atuando e interpretando a música dos filmes Argentinísima (1972), El Canto Cuenta su Historia (1976), El Hombre Olvidado (1981), Un Lugar en el Mundo (1991), Vidas Privadas (2002) e Manuel de Falla, músico de dos mundos (2006).
Seu primeiro diretor musical foi Alberto Lysy, logo sucedido por Rubén González, Elías Khayat e Fernando Hasai – todos eles regentes inesquecíveis para a Argentina e o mundo. Atualmente seu concertino e diretor musical é o violinista Freddy Varela Montero.
FREDDY VARELA MONTERO
Iniciou seus estudos de violino aos sete anos em Concepción (Chile), sua cidade natal. Desde cedo se destacou pelo talento conquistando competições regionais e nacionais, o que o levou a ganhar uma bolsa de estudos aos dezesseis anos para estudar com o famoso professor Daniel Heifetz em Pittsburgh (EUA). Depois mudou-se para a Universidade de Maryland em Washington, onde continuou seus estudos com Heifetz e membros do famoso Quarteto Guarnerious. Ao terminar seus estudos, passou a trabalhar de forma independente com a professora e famosa violinista Dylana Jerson, discípula de Nathan Milstein, até conquistar o cargo de Concertmaster Assistente da Orquestra Filarmônica de Santiago do Chile, onde logo iniciou sua carreira como concertmaster. Também foi Concertmaster da Orquestra Sinfônica de Concepción até que em 2012 ganhou o primeiro concurso de Concertmaster da Orquestra Estável do Teatro Colón. Após a morte do lendário solista e diretor uruguaio Fernando Hasaj, assumiu o cargo de primeiro violino e diretor musical da prestigiada Camerata Bariloche, cargo que ocupa atualmente.
PROGRAMA
Franz Schubert
“Quartettsatz” em Dó menor, D.703
LEOŠJANÁČEK
Suíte para orquestra de cordas
Piotr Ilyich Tchaikovsky
Andante cantabile para violoncelo e orquestra de cordas, op. 11
Stanimir Todorov, violoncelo
Béla Bartók
Divertimento para orquestra, Sz. 13 BB118
Pablo de Sarasate
Navarra, op. 33
Solistas: Freddy Varela, Pablo Sangiorgio
George Gershwin
The Man I Love
Solistas: Freddy Varela Montero, violino – Stanimir Todorov, violoncelo
PROGRAMAÇÃO DELLARTE 2022 – SUJEITA A ALTERAÇÕES
SÉRIE O GLOBO/DELLARTE CONCERTOS INTERNACIONAIS
CAMERATA BARILOCHE
FREDDY VARELA MONTERO, diretor musical e concertino
26 de julho de 2022, terça-feira, às 20h
Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Assinaturas com 50% de desconto:
Frisas e Camarotes: R$ 12.000,00
Plateia/Balcão Nobre: R$ 2.000,00
Bacão Superior: R$ 800,00
Galeria: R$400,00
Desconto de 50% (eventos avulsos) Idoso, Estudante e Clube Sou + Rio O Globo.
Ingressos avulsos:
Frisas e Camarotes: R$ 3.000,00
Plateia/Balcão Nobre: R$ 500,00
Balcão Superior: R$ 200,00
Galeria: R$ 100,00 / R$ 50,00
Classificação livre
Acessibilidade garantida
Vendas em assinaturasdellarte.com ou dellarte.com.br/concertos ou 4002 0019 – de 2a. a 6a., das 9h às 16h.
PRÓXIMAS ATRAÇÕES SÉRIE CONCERTOS INTERNACIONAIS
7 de agosto, domingo, às 17h
Khatia Buniatishvili, piano
15 de agosto, segunda-feira, às 20h
Orchestre Symphonique de Longueuil
Alexandre da Costa, violino e direção
Jean-Philippe Sylvestre, piano
03 de outubro, segunda-feira, às 20h
Orquestra Sinfônica Brasileira
Ira Levin, regente
Ksenia Kogan, piano
27 de outubro, quinta-feira às 20h
Interpreti Veneziani
24 de novembro, quinta-feira, às 20h
Benjamin Grosvenor, piano
Postado por Marietta Trotta em 18/jul/2022 -

De quantos mediterrâneos são feitos nossos mundos? Alguns gigantescos, ganham força e voz nas notícias de jornais. Outros tão minúsculos que só cabem nas pegadas que deixam em nossas frentes. Uns visíveis, geram comoções e empáticas manifestações. Outros tão pálidos, que apenas os abandonos verbais podem alcança-los.
E o espetáculo Migrantes da Companhia de dança do Pantanal leva a refletir sobre quantas lutas épicas ou inglórias, calculadas ou precipitadas no seu fim, são feitos nossos gestos de acolhimento. Algumas registradas, comentadas, prometidas e esquecidas. Outras, cuja luminosidade atinge a quem interessa, sequer são sabidas.
E, entre tantas coisas, há um tempo que salva, o da arte. Assim me ensinou Manoel de Barros. E diferente do olhar poético para um firmamento prestes a desaparecer, ou de uma canção predestinada em tantas esquinas, a migração e a arte não têm finais.
E, falando em finais, quantas fronteiras eles devem passar e sonhos têm que ser deixados ao lado dos naufrágios diariamente enfrentados? Quantos vigores devem ser testado sob a malha fria da indiferença? Quantos modos de namorar ou amar, rituais de milagres que lembram seus avós, idiomas, cores de pele e registros de passaporte precisam ser tatuados nas decisões de aceita-los ou não?
Nesse enredo, tão forte e composto de riscos de faltas de vidas e políticas, a arte traz memórias, que não encerram em mim, tampouco em vós. O Moinho Cultural nos reaviva uma curva esperançosa. E disso não podemos abrir mão. Assim como os migrantes, a arte nos impõe sentidos, deixando a ideia de repetição incontida como ela realmente é: sem valor. ( Marco Aurélio Machado de Oliveira – Professor na UFMS e poeta)
Serviço:
Data: 19/07, terça-feira
Local: Espaço Boulevard do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
Horário: 12h30
Evento Gratuito
Postado por Allex Lourenço em 18/jul/2022 -

Músicas
HEITOR VILLA-LOBOS
PHILIP GLASS
Projeção de fotografias
SEBASTIÃO SALGADO
Direção musical e regência
SIMONE MENEZES
ORQUESTRA JOVEM DO
ESTADO DE SÃO PAULO
Soprano
CAMILA TITINGER
Sinopse
Durante seis anos, Sebastião Salgado cruzou a Amazônia brasileira, fotografando a floresta, os rios, as montanhas, o povo que lá vive. Esse universo profundo, onde o poder imenso da natureza é sentido como em poucos lugares do planeta, gravou no olhar do fotógrafo imagens extraordinárias, reveladas agora ao público pela primeira vez, em exposições e no presente concerto.
Neste programa, as imagens épicas e comoventes de Sebastião Salgado encontram a música de Heitor Villa-Lobos (1887-1959), que desenvolveu uma etnomusicologia ouvindo os cantos indígenas, os pássaros e a natureza, com os quais produziu uma de suas maiores obras, Floresta do Amazonas.
Villa-Lobos tinha 72 anos quando foi contratado pela MGM para compor a trilha sonora de Green Mansions, longa-metragem estrelado por Audrey Hepburn e Anthony Perkins, ambientado nas florestas tropicais da Venezuela. Seria sua primeira trilha sonora e, como se viu, também a última – ele morreu no ano seguinte. Infelizmente, não foi o sucesso que ele esperava. Sendo novo em compor para a tela grande, Villa-Lobos escreveu uma enorme partitura sinfônica para orquestra completa, provavelmente supondo que a trilha acompanharia o filme todo. Mas apenas fragmentos de sua obra acabaram sendo usados, e mesmo assim adaptados e reorquestrados sem sua consulta. Villa-Lobos ficou com oitenta minutos de música rejeitada, que não seria usada nem ouvida, a menos que fosse reaproveitada em outro lugar. Assim nasceu sua Floresta do Amazonas, um poema sinfônico da paisagem brasileira. É uma música profundamente visual e evocativa: um filme musical à sua maneira.
Floresta do Amazonas tornou-se a última grande obra de Villa-Lobos e, no entanto, essa extraordinária partitura quase não foi ouvida nos cinquenta anos seguintes, permanecendo intocada na biblioteca do compositor em sua forma original manuscrita, inédita e não executada. Foi finalmente resgatada em 2004 e gravada comercialmente, antes de ser novamente revista em 2017. Para Simone Menezes, é uma obra que a intriga há anos. “Floresta do Amazonas é música de uma beleza incrível. Cada movimento nos leva ao coração de diferentes paisagens da Amazônia. Alguns movimentos cantados são pura poesia.” Foi então uma imensa alegria quando a Filarmônica de Paris convidou Simone para trabalhar com Salgado para criar este concerto para ser tocado com sua exposição. Trabalhando juntos durante meses no projeto, Salgado, também admirador de Villa-Lobos, empenhou-se inteiramente em encontrar as imagens para esta música.
A justaposição de pessoas e lugares também é lindamente capturada nas duas obras que formam um prelúdio da Suíte de Floresta do Amazonas nesta apresentação. A primeira é extraída de uma das nove suítes que compõem as Bachianas Brasileiras de Villa-Lobos, as quais foram compostas para diversas combinações instrumentais e vocais entre 1930 e 1945. Combinando elementos do estilo bachiano e do contraponto com a tradição brasileira de ritmos e melodias, as suítes representam uma tentativa deliberada de aplicar procedimentos barrocos à música folclórica brasileira, como deixa claro o título.
O Prelúdio da Suíte No.4 foi originalmente composto para piano e posteriormente adaptado para uma versão para orquestra de cordas. É melancólico e nostálgico, construído em torno de um simples motivo repetido, que se eleva e suspira acima de uma linha de baixo gradualmente descendente. Villa-Lobos acreditava que o canto coletivo era a cura para os problemas da humanidade e, à medida que o Prelúdio avança, ouvimos novas vozes se unindo em solidariedade. Os dispositivos musicais que utiliza são simples, uma homenagem às práticas barrocas, mas com sutis efeitos texturais e harmônicos, Villa-Lobos os transforma em uma obra apaixonada, fílmica e profundamente comovente.
Ele é acoplado aqui com “Metamorphosis I”, de Philip Glass (n. 1937), parte de Águas da Amazônia (1988), arranjada para orquestra por Charles Coleman. Originalmente composta para a companhia brasileira de dança-teatro Grupo Corpo, Águas da Amazônia se inspira nos rios do Brasil, cada um dos quais dá nome a um dos movimentos. A “Metamorphosis I” é a única exceção a essa regra, oferecendo uma viagem musical mais abstrata e imaginada ao longo de um rio sem nome. Para Menezes, é o complemento perfeito para a partitura de Villa Lobos. “Philip Glass olha a floresta de fora, enquanto Villa-Lobos nos dá uma visão do interior”, escreve.
Destilar a magnitude da partitura original de 80 minutos de Villa-Lobos na Suíte de Floresta do Amazonas para os 45 minutos que são aqui apresentados não foi tarefa fácil, mas Menezes adotou uma abordagem que une praticidade com integridade. A partitura original de Villa-Lobos inclui movimentos para coro de vozes masculinas (cantadas em tupi-guarani) e canções solo cantadas em português. Cada movimento nos leva a uma viagem a uma paisagem amazônica diferente, cada uma com seu próprio conjunto de imagens correspondentes. “Eu e o Sebastião Salgado trabalhamos de perto para aumentar o dinamismo proveniente da música e das imagens”, explica Menezes. “Salgado usou diferentes grupos de imagens para diferentes movimentos de uma forma muito orgânica: para movimentos como A Floresta ele usou fotos aéreas; para Dança de Guerra ele usou homens nativos da Amazônia indo caçar; para a Dança da Natureza, ele usou os retratos de mulheres nativas da Amazônia.
“Heitor Villa-Lobos disse que sua música deveria ser vista como uma carta para a posteridade”, explica Menezes. “Este projeto musical nos convida a descobrir vários tesouros, mas sobretudo a riqueza da Floresta Amazônica, esse tesouro da humanidade que deve ser protegido.”
Traduzido do original em inglês de Jo Kirkbride
Programa
HEITOR VILLA-LOBOS
Bachianas Brasileiras nº4
I. Prelúdio
PHILIP GLASS
Águas da Amazônia
[arr. Charles Coleman]
X. Metamorphosis I
HEITOR VILLA-LOBOS
Floresta do Amazonas
I. A floresta
II. Em plena floresta
III. Pássaro da floresta –
Canto I
IV. Dança da natureza
V. Conspiração e Dança
guerreira
VI. Veleiros
VII. Em caminhos para a caçada
VIII. Canção de amor
IX. Melodia sentimental
X. O fogo na floresta
XI. Epílogo
Serviço:
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Data: 23 de julho de 2022
Horário: 20:00
Classificação: LIVRE
Ingressos: https://theatromunicipalrj.eleventickets.com/#!/apresentacao/a09e93932f63418bf7a2ec71b848b6bc9730f946
Postado por Marietta Trotta em 17/jul/2022 -

O Theatro Municipal do Rio de janeiro completa 113 anos no dia 14 de julho, apresentando uma das óperas mais famosas do repertório: Don Giovanni, de Mozart e como de costume, no dia da pré-estreia da temporada, de portas abertas ao público. Com o patrocínio Ouro Petrobras e realização AATM, a montagem com direção cênica e concepção de André Heller-Lopes, será encenada no palco do Municipal depois de mais de trinta anos ausente das temporadas. A direção musical e regência são do maestro Tobias Volkmann.
“Nossa temporada artística de 2022 é um sucesso de público e crítica, estamos muito felizes em ver nosas sessões lotadas em todas as apresentações. Agora em julho temos mais um motivo para comemorar com os 113 anos do Theatro Municipal e preparamos uma programação especial pensada com muito carinho, que vai acontecer durante todo o dia 14, culminando na pré-estreia do clássico Don Giovanni”, celebra Clara Paulino, Presidente da Fundação Teatro Municipal.
Muito longe de um adorável sedutor, Don Giovanni é um nobre abusivo, um ser incapaz de se preocupar com o sofrimento alheio e apto a destruir quem cruzar o seu caminho. O visual do espetáculo é inspirado na Catedral de Sevilha e a encenação remete a uma obra que inspirou o libreto de Lorenzo da Ponte, o Don Juan de Molière.
No elenco, mais de 40 artistas, entre cantores, bailarinos e músicos do TMRJ, além dos solistas convidados: Homero Pérez-Miranda, Homero Velho, Ludmilla Bauerfeldt, Claudia Riccitelli, Fernando Portari, Sophia Dornellas, Murilo Neves e Pedro Olivero. Uma curiosidade é que o tenor Fernando Portari interpretou o mesmo papel, o de Don Ottavio, na última apresentação da ópera, em 1991, em sua estreia no Municipal do Rio.
A pré-estreia para instituições acontecerá no dia 12 de julho, às 19h. Na pré-estreia de aniversário do TMRJ, dia 14, às 19h, será entrada franca. Cada pessoa, apresentando o cpf, terá direito a dois convites. Os ingressos serão distribuídos apenas pela internet, através da plataforma Imply.
A temporada segue nos dias 16, 20, 22 e 24 de julho, sempre com uma palestra gratuita sobre a ópera no Salão Assyrio, uma hora antes da récita. É importante destacar que todos esses encontros vão oferecer acessibilidade auditiva e visual com linguagem de sinais e audiodescrição. Os ingressos de Don Giovanni estarão à venda na plataforma Imply ou na bilheteria do Theatro. Os preços variam entre 20 e 80 reais.
“É uma enorme alegria trazer de volta ao Theatro Municipal do Rio de Janeiro uma ópera da importância de Don Giovanni, ausente do palco carioca há mais de trinta anos! Com um elenco de primeira linha, a nova produção da casa contará com a direção musical e regência do Maestro Tobias Volkmann e a concepção e direção artística de André Heller-Lopes. Nossa OSTM, Coro e bailarinos do BTM juntos celebrando o aniversário de 113 anos do TMRJ, além de alunos do curso técnico da Escola Estadual de Dança Maria Olenewa!“- ressalta o Diretor Artístico da Fundação Teatro Municipal, Eric Herrero.
RESUMO DE DON GIOVANNI
ATO I – Don Giovanni mata o Commendatore em um duelo, após seduzir sua filha, Donna Anna, fazendo-se passar por seu noivo, Don Ottavio. Após sua fuga, Donna Anna clama por vingança diante do noivo e do cadáver do pai. A salvo, Don Giovanni evita o encontro com sua amante abandonada, Donna Elvira, enviando o criado Leporello para que relate a ela todas as suas conquistas (a famosa “ária do catálogo”). Em seguida, Don Giovanni tenta seduzir a camponesa Zerlina em sua própria festa de casamento com Masetto, mas é impedido por Ana, Elvira e Otavio.
ATO II – Don Giovanni troca de roupa com Leporello para tentar seduzir a criada de Donna Elvira. Acuado por todos, o criado foge e se reúne ao patrão em um cemitério, onde Don Giovanni debocha da estátua do túmulo do Commendatore. A estátua, por sua vez, começa a falar e Don Giovanni a convida para jantar. Convite aceito, a estátua chega ao salão do libertino e, depois de tentar, inutilmente, que ele se arrependa, o arrasta para o inferno. Aos restantes resta retomar a vida normal e a concluir “este é o fim de quem age mal”.
Ficha Técnica:
Elenco:
Don Giovanni (Homero Pérez-Miranda – baixo – barítono) — Um nobre
Leporello (Homero Velho – barítono) — O criado de Don Giovanni
Donna Anna (Ludmilla Bauerfeldt – soprano) — a filha do Commendatore
Donna Elvira (Claudia Riccitelli – soprano) — uma nobre seduzida por Don Giovanni
Don Ottavio (Fernando Portari – tenor) — Noivo de Donna Anna
Zerlina (Sophia Dornellas – soprano) — Uma camponesa, noiva de Masetto
Masetto (Murilo Neves – baixo) — O campesino noivo de Zerlina
Commendatore (Pedro Olivero – baixo) — Pai de Donna Anna
Orquestra Sinfônica e Coro do TMRJ
Bailarinos do BTM
Alunos do Curso Técnico de Dança da EEDMO
Direção Musical e Regência: Tobias Volkmann
Concepção e Direção Cênica: André Heller-Lopes
Cenografia: Renato Theobaldo
Figurinos: Marcello Marques
Iluminação: Fabio Retti
Coreografia: Bruno Fernandes
Assistente de Direção: Antonio Ventura
Serviço:
Don Giovanni
Pré-estreia para escolas – 12/07 – às 19h – récita para instituições
Pré-estreia de aniversário TMRJ – 14/07 – 19h – entrada franca
Demais récitas: 16/07(estreia), 20/07 e 22/07 às 19h / 24/07 às 17h
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Endereço: Praça Floriano, s/nº – Centro
Classificação: 14 anos
Apoio: Livraria da Travessa, Rádio MEC, Rádio SulAmérica Paradiso, Rádio Roquette Pinto – 94.1 FM
Patrocínio Ouro Petrobras
Lei de Incentivo à Cultura
Realização Institucional: Fundação Teatro Municipal, Associação dos Amigos do Teatro Municipal
Realização: Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal
Os ingressos da ópera Don Giovanni estão à venda na plataforma Imply e na bilheteria do Theatro: https://theatromunicipalrj.eleventickets.com/#!/evento/360685d8791565bc6fdcb2119d5f71fb0ecf9d64
Antes de cada espetáculo, haverá uma palestra sobre a ópera e suas curiosidades.
Preços:
Frisas e Camarotes – R$80,00 (ingresso individual) ou R$480,00 (6 lugares)
Plateia e Balcão Nobre – R$60,00
Balcão Superior – R$40,00
Balcão Superior Lateral – R$40,00
Galeria Central – R$20,00
Galeria Lateral – R$20,00
Postado por Marietta Trotta em 15/jul/2022 -

O Música no Assyrio, que ocorre aos domingos, de 15 em 15 dias, e ocupa nosso histórico Salão Assyrio com uma vasta programação a preços populares, vem trazendo no dia 17.07, às 11h, a Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal em uma homenagem aos seus músicos aposentados.
Você não pode perder!
Programa:
Piotr Ilitch Tchaikovsky
Excertos de “O Lago dos Cisnes”
• ATO I
Abertura do ato 2
Var 2
Var 4
• ATO II
Pequenos cisnes (n.14)
Tout le monde danse (n.15)
• ATO III
Pas de deux (n.26) Cisne Negro
• ATO IV
Cena final (n.32)
Finale do ato 1
Professores da OSTM
Regência : Carlos Mendes
Narração: Hélio Bejani
Serviço:
Música no Assyrio – OSTM homenageia os seus músicos aposentados.
Data: 17 de julho – domingo
Horário: 11h
Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Centro
Entrada pelo Boulevard da Treze de Maio
Preços populares: R$10,00 (inteira) e R$5,00 (meia – entrada) – na bilheteria do Theatro ou em https://theatromunicipalrj.eleventickets.com/#!/home
Classificação: Livre
Postado por Marietta Trotta em 11/jul/2022 -

Após dois anos comemorando virtualmente, chegou a hora de estar de volta com o tradicional aniversário do Theatro Municipal de Portas Abertas ao público, durante todo o dia 14 de julho, quando completa 113 anos.
“Celebrar os 113 anos do Theatro Municipal abrindo as portas para o público é uma alegria e um marco na rica história da instituição, depois de dois anos fechada por conta da pandemia. Pensamos uma programação ampla, democrática, envolvendo todos os corpos artísticos do TM e culminando com uma apresentação gratuita de Don Giovanni. Esperamos todos vocês com a certeza de que teremos uma grande festa!” – destaca a presidente da Fundação Teatro Municipal, Clara Paulino.
“Idealizar a programação do aniversário do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, com toda a equipe da Direção Artística, após dois anos de pandemia é uma emoção muito grande. A construção da programação, o contato com os artistas que se apresentarão, as reuniões de pauta… são ingredientes maravilhosos de um processo de enorme trabalho. A data de 14 de julho é, por tradição, um dia em que todos os corpos artísticos e funcionários da casa se unem num grande ato de agradecimento ao público carioca por tanto carinho e amor pelo teatro.” – ressalta Eric Herrero, diretor artístico da Fundação Teatro Municipal.

A programação inicia às 9h com a participação da banda dos Fuzileiros Navais em frente à escadaria externa, na Rua Evaristo da Veiga. Às 10h, o Quarteto Ornamentos, que toca Vivaldi e Beatles, vai se apresentar no Foyer do Theatro com os músicos Marluce Ferreira (1º violino), Andrea Moniz (2º violino), Lígia Rangel (viola) e Lylian Moniz (violoncelo). Às 11h, a Camerata Vila, da Ação Social pela Música, grupo com 18 integrantes, vai mostrar um repertório erudito e popular, no Boulevard da Av. Treze de Maio.
A partir do meio-dia, acontecerá, no Salão Assyrio, o “GRAND DÉFILÉ”, uma série de atividades com bailarinos e músicos do Theatro. Para começar, 195 alunos da Escola Estadual de Dança Maria Olenewa. Em seguida, o Adágio do Cisne Negrocom os primeiros bailarinos do Municipal, Márcia Jaqueline e Cícero Gomes, acompanhados pelo pianista Itajara Dias. Haverá ainda o pas de deux do 2º ato do Lago dos Cisnes com a solista do BTM (Ballet do TMRJ), Fernanda Martiny e o novo contratado do BTM, bailarino Alyson Trindade. O pianista Itajara Dias, o violinista Daniel Albuquerque e o violoncelista Pablo Uzeda vão acompanhar a coreografia, ao vivo. Serão apresentados também o pas de deux de O Corsário, com os primeiros bailarinos do Theatro Juliana Valadão e Filipe Moreira, acompanhados pelo pianista Murilo Emerenciano. E pra fechar esta parte da programação, a Morte do Cisne, com a primeira bailarina Claudia Mota, ao som do pianista Valdemar Gonçalves e do violoncelista Pablo Uzeda.
Na escadaria interna do TMRJ, às 13h, será exibido O Sole Mio – As Mais Belas Canções Napolitanasinterpretadas pelos tenores do Coro do Municipal Ivan Jorgensen, Erick Alves, Jessé Bueno e Guilherme Moreira. O pianista será Murilo Emerenciano.
Já às 14h, no Foyer, haverá o recital da harpista Alice Emery. A partir das 15h, na escadaria interna, árias de óperas famosas interpretadas pelos cantores Carolina Morel, Erika Henriques, Hebert Augusto Campos, João Campelo e Calebe Faria, as Novas Vozes da Ópera do Municipal, com o pianista Murilo Emerenciano.
Durante a tarde, mais uma apresentação de uma orquestra jovem no Boulevard: a Orquestra Maré do Amanhã, às 16h. E, em frente ao Theatro Municipal, às 17h, será a vez da banda Sinfônica de Duque de Caxias – FUNDEC, formada por 45 músicos que irão interpretar um repertório variado.
E para encerrar as atividades do aniversário, na grande sala, a ópera Don Giovanni, de Mozart, com a Orquestra Sinfônica, Coro e Bailarinos do TMRJ, além de solistas convidados e alunos do curso técnico da EEDMO.
Programação Especial 113 anos TMRJ:
09h – Banda dos Fuzileiros Navais
Local: Frente do Theatro Municipal – Escadaria externa.
10h – Quarteto Ornamentos
Local: Foyer
11h – Camerata Vila – Ação Social Pela Música
Local: Boulevard
12:h– “GRAND DÉFILÉ”
Local: ASSYRIO
13h – O Sole Mio – As Mais Belas Canções Napolitanas
Local: Escadaria Interna do TMRJ
14h – Recital de Harpa
Local: Foyer
15h – Novas Vozes Da Ópera
Local: Escadaria Interna
16h – Orquestra Maré do Amanhã
Local: Boulevard
17h – Banda Sinfônica de Duque de Caxias – FUNDEC
Local: Frente do Theatro Municipal
19h – Ópera Don Giovanni de Mozart
Local: Grande Sala
Dentro da programação, haverá aindaduas turmas de visitas guiadas – às 11h e 16h. (as inscrições serão feitas pelo site da Imply a partir de hoje 11.07 e estarão sujeitas à lotação)
Serviço:
Theatro Municipal de Portas Abertas – aniversário 113 anos
Endereço: Praça Floriano, s/nº – Centro
Data: 14 de julho
Horários: 9h até 19h (ver programação acima)
Entrada franca sujeita à lotação
Ingressos para o dia 14 de julho:
Ingressos para o dia 14 de julho:
A retirada de ingressos será feita uma hora antes das apresentações, na bilheteria do Theatro, situada na lateral do TMRJ, na Avenida Rio Branco.
* Visitas Guiadas gratuitas -– Inscrições pelo site Imply a partir de segunda-feira (11 de julho)
* Pré-estreia Don Giovanni – Ingressos pelo site Imply, dois por CPF, a partir de sábado (09 de julho) para o dia 14 de julho. Nos outros dias, segue o link para venda: https://theatromunicipalrj.eleventickets.com/#!/evento/360685d8791565bc6fdcb2119d5f71fb0ecf9d64
Antes de cada espetáculo, haverá uma palestra sobre a ópera e suas curiosidades.
Classificação: Livre, exceto a ópera Don Giovanni -14 anos
Realização Institucional: Fundação Teatro Municipal, Associação dos Amigos do Teatro Municipal
Realização: Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal
Postado por Marietta Trotta em 28/jun/2022 -

Na próxima quarta-feira, dia 29 de junho, o ‘Boulevard de Portas Abertas’ recebe mais uma atração de forma gratuita para o boulevard do TMRJ na Av. Treze de maio.
Dessa vez vamos receber a Orquestra infanto-juvenil da Ação Social pela Música.
Fundada há mais de 25 anos, a Ação Social Pela Música do Brasil (ASMB) é uma organização não governamental, sem fins lucrativos, cuja missão é a educação social e cultural através do ensino coletivo da música clássica, a fim de promover a inclusão social de crianças, adolescentes e jovens de comunidades em situação de vulnerabilidade social. Como resultado de sua experiência e prática pedagógica bem-sucedida, da qual já se beneficiaram mais 12 mil alunos, a Orquestra infanto-juvenil da Ação Social pela Música, é formada por alunos com idade entre 11 e 21 anos, dos núcleos de aprendizado musical Complexo do Alemão, Morro dos Macacos e Rio das Pedras.

Repertório:
The British Grenardiers
Terra Nova
Sinfonia Mozart n 40 (Arranjo John Caponegro)
Ave Verum
Melodia Sentimental
Pompa Circunstância
Grensleaves
El Gato Pizzocatto
Sahara Crossing
Rhumbolero
Polka Dot
Esperando na Janela
Anunciação
Asa Branca
Eu só Quero um Xodó
Regência Henrique Machado.
A apresentação, aberta ao público, acontece às 17h. Não perca!
Serviço:
Boulevard de Portas Abertas – Orquestra infanto-juvenil da Ação Social pela Música.
Data: 29 de junho – quarta-feira
Horário: 17h
Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Endereço: Av. Treze de Maio – Boulevard – Centro
Entrada franca
Classificação: Livre
Postado por Allex Lourenço em 27/jun/2022 -

Eles já se apresentaram para o Papa, no Vaticano e no próximo dia 03 de julho, domingo, às 11h, serão a atração do Música no Assyrio. É o conjunto de violinos Amadeus, composto por adolescentes oriundos do grupo “Os pequenos Mozart”, que estreou a temporada do projeto no Municipal, em 15 de maio. Com direção artística da violinista da Orquestra Sinfônica do TMRJ, Suray Soren, os músicos se vestem com roupas da época do genial compositor Wolfgand Amadeus Mozart e são um sucesso por onde passam. No repertório, música do período barroco aos clássicos da MPB. Durante a apresentação haverá ainda a participação de antigos músicos do grupo. Os ingressos tem preços populares (10 a inteira e 5 a meia-entrada) e podem ser adquiridos a partir desta segunda ( 27 de junho), na bilheteria do Theatro e na plataforma imply.
Sobre Amadeus
O conjunto de violinos “Amadeus” é composto por adolescentes oriundos do grupo “Os pequenos Mozart”. Criado para trazer novos desafios aos jovens, os músicos foram se aprimorando com o passar dos anos. Com uma extensa agenda, o Amadeus fez inúmeras apresentações e em 2001, gravou ao vivo no concerto da Igreja da Candelária o seu primeiro CD. Em 2008 e 2009, realizou apresentações nas escolas em Santiago, Chile, divulgando a música brasileira. Por vários anos participou das comemorações de aniversário do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Já se apresentou no Festival Vale do Café, Festival de Inverno de Petrópolis, Centro Cultural Banco do Brasil, BNDES, Concerto dos 500, reunindo cerca de 500 violinos no palco do Theatro Municipal e os integrantes tiveram a oportunidade de fazer uma participação especial no show com a violinista clássica-pop Vanessa Mae. Desde 2014, consecutivamente o grupo realiza uma Série de concertos pela Europa (Alemanha, Áustria, França, Inglaterra, Holanda, Itália, República Tcheca e Portugal), mais uma vez divulgando a música brasileira. Os jovens violinistas se apresentaram para o Papa, no Vaticano, na Audiência Papal, sendo para o grupo uma experiência inesquecível.
Locais onde o conjunto “AMADEUS” já se apresentou:
Theatro Municipal – RJ (2001, 2002, 2003, 2004, 2005, 2006, 2012, 2013, 2014
e 2017); Centro Cultural Banco do Brasil–Sintonia Musical- oito shows (2006); Série “ Quintas no BNDES ” (2006); Tribunal de Contas do Município RJ – Solenidade de Entrega da Comenda (2006); Centro Cultural Banco do Brasil – Concertos de Páscoa (2005); Sala Cecília Meireles (com o violinista francês Nicolas Krassik/2003); Festival Ouro Preto (2005); Festival Vale do Café (2003, 2004, 2005, 2006, 2010, 2012, 2014, 2015, 2016 e 2018); CLARO HALL (com a violinista Vanessa Mae/2002), Igreja da Candelária (2001); Concerto dos 500 – Theatro Municipal (2010); Prêmio FINEP – Theatro Municipal (2014); Festival de Inverno – Itaipava (2004/2005); Bauernfest – (2013, 2014, 2015, 2016, 2017 e 2018); Festival de Harpas – Forte de Copacabana (2014); Shopping Leblon – Apresentações de Natal (2014 e 2015); Weltmuseum – Viena – Áustria (2014); Academia de Artes de Praga – República Tcheca (2015); Potsdam Museum – Alemanha (2015); Embaixada do Brasil – Paris (2016); Embaixada do Brasil – Roma (2017); Audiência Papal – Roma (2017); Sala Einstein Kultur –Munique (2018); Palácio Foz – Lisboa (2018); Mosteiro dos Jerônimos – Lisboa (2018); Embaixada do Brasil – Holanda (2020); Embaixada do Brasil – Alemanha (2020).

Suray Soren, direção artística
Violinista da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, iniciou seus estudos de piano aos três anos de idade e, aos onze anos, os estudos de violino na Escola de Música da UFRJ. Formou-se no curso superior de violino, aperfeiçoando-se mais tarde com o Professor Paulo Bosisio. Pioneira no ensino do Método Suzuki no Rio de Janeiro, há 30 anos adaptou o método japonês à nossa realidade, aproveitando a riqueza da música brasileira. Sendo assim, deu origem ao MÉTODO SUZUKI TROPICAL. Em 2010, realizou no Theatro Municipal o “Concerto dos 500”, reunindo 500 violinos: alunos, ex-alunos e convidados.Como violinista, representou o Brasil na Iª Orquestra Mundial, sob a regência do renomado maestro Carlo Maria Giulini, em Estocolmo, Suécia. Por vários anos tem realizado uma série de concertos com seus alunos, o grupo The Brazilian Tropical Violins pela Europa divulgando a música brasileira. Em 2018 dirigiu uma apresentação de seus alunos – grupo “Os Pequenos Mozart e Amadeus” – para o Papa Francisco na Audiência Papal, no Vaticano.
Programa:
Fiocco- Allegro
Corelli – La folia
Grétry – Tambourin
Fauré – Pavane
Vivaldi – concerto para 4 violinos em Si menor
Back- A thousand years
Webber- O fantasma da ópera
Louiguy/Piaf- La vie en rose
Bee Gees- How deep is your love
Morricone- Cinema Paradiso
Toquinho- Tarde em Itapuã
Jobim- Garota de Ipanema
Direção artística Suray Soren
Serviço:
Música no Assyrio /Amadeus
Data: 03 de julho – domingo
Horário: 11h
Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Centro
Entrada pelo Boulevard da Treze de Maio
Preços populares: R$10,00 (inteira) e R$5,00 (meia – entrada) – na bilheteria do Theatro e na plataforma Imply : https://theatromunicipalrj.eleventickets.com/#!/apresentacao/f0f7f5e63fc8ddce552e35bcfbbbd83b7c953a89
Classificação: Livre
Postado por Allex Lourenço em 24/jun/2022 -

Em dezembro de 2021 começava o FIMA – Festival Interativo de Música e Arquitetura, evento que vem convidando o público a viver experiências imersivas que unem música e arquitetura em construções emblemáticas da cidade do Rio de Janeiro e que também já passou por Itaguaí e Mangaratiba. A primeira edição do festival chega ao fim no dia 28 de junho, em grande estilo: com um grande concerto no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. A apresentação da Orquestra Sinfônica de Barra Mansa, sob regência do maestro Anderson Alves, contará com participação dos solistas Angélica de la Riva (soprano) e Homero Velho (barítono) e a performance musical será mesclada com comentários da pesquisadora Nubia Melhem Santos e da arquiteta Noemia Barradas. A entrada é gratuita. O FIMA é patrocinado via Lei Federal de Incentivo à Cultura e este concerto também foi contemplado pelo edital Municipal em Cena.
Uma das mais importantes casas de espetáculo da América do Sul, considerada a joia mais exuberante da arquitetura eclética desenvolvida no Rio de Janeiro no início do século XX. Uma obra executada com os materiais mais nobres importados da Europa que, em sua arte decorativa, contou com a participação dos mais importantes pintores e escultores de seu tempo. Este é o Theatro Municipal do Rio de Janeiro, cenário escolhido para a culminância do FIMA. “Por meio de projeções, convidaremos o público para uma experiência multissensorial na qual a casa é a protagonista. Será o Municipal, de fato em cena, no palco do próprio Municipal”, adianta o Diretor Artístico do FIMA, Pablo Castellar.
Em sua primeira edição, o evento desbravou locais como Real Gabinete Português de Leitura, Igreja da Antiga Sé, Sítio Burle Marx, Parque Lage, Outeiro da Glória, MAM, entre outras construções icônicas da cidade, sempre com renomados músicos brasileiros interpretando repertórios especialmente escolhidos para cada local e grandes historiadores e arquitetos explicando ao público detalhes sobre cada edificação. Além dos concertos presenciais, o FIMA também oferece ao público um rico e inédito conteúdo nas redes. Websérie, podcast e concertos on-line em formato tradicional e 360º estão na programação do FIMA DIGITAL. A edição 2022 do FIMA já está sendo preparada.
Programa do concerto dialoga com a história e o estilo arquitetônico do Theatro Municipal
Mesmo acomodados nos assentos da sala de espetáculos, o público viverá a experiência de uma visita guiada musical e visual pelos espaços do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Imagens projetadas no palco, atrás da orquestra, percorrerão os pontos mais importantes da casa, desbravando toda sua arte decorativa, história e características arquitetônicas. O “passeio” pelo teatro terá início na entrada frontal, passando pelo foyer do balcão nobre, a sala de espetáculos e terminando no Salão Assyrio. O repertório executado pela Orquestra Sinfônica de Barra Mansa e os cantores Angelica de la Riva e Homero Velho vai dialogar diretamente com aspectos da construção, transportando o público presente para os momentos mais importantes do TMRJ desde a sua fundação. Já os comentários ficarão a cargo da pesquisadora e editora Nubia Melhem Santos, autora do livro “Theatro Municipal, um século em cartaz” e da arquiteta e urbanista Noemia Barradas, que coordenou a parte técnica da obra de restauro do Theatro Municipal de 2009 a 2012. O concerto terá, ainda, a participação especial de membros da Orquestra Jovem de Itaguaí e músicos do município que participaram das aulas e oficinas de música do FIMA nos meses de abril e maio de 2022.
O programa terá início com a apresentação do Episódio sinfônico, de Francisco Braga. Composta em 1898, a obra levará os presentes para a virada do século XX, momento em que se empreende a grande reforma urbana e sanitária na capital federal promovida pelo prefeito Francisco Pereira Passos. Processo no qual está inserida a inauguração do TMRJ, em 14 de julho de 1909, onde este compositor regeu o concerto de abertura e apresentou uma obra sua autoria. O passeio multissensorial começará no foyer de entrada do Theatro, onde as estátuas de bronze que celebram a dança e a poesia de Raoul Verlet serão refletidas em uma música que ecoa a Belle Époque e o Art Nouveau, na ária Mon coeur s’ouvre à ta voix, da ópera Sansão e Dalila,de Camille Saint-Saëns, na voz de Angélica de la Riva. Dialogando musicalmente com a estátua da “Verdade”, em mármore de Carrara, de Jean Antoine Injalbert, o ideal grego de beleza se junta à dança e à poesia das estátuas de Verlet em Dança do Espíritos Abençoados, da ópera Orfeu e Eurídice,de C. W. Gluck. Uma música que evoca a dança, a poesia e a verdade absoluta do amor de Orfeu por Eurídice, uma verdade que nutre o artista na sua criação, na sua arte e no seu viver.
E nesse espírito, o programa “sobe” ao foyer do balcão nobre e se depara com o enorme painel de Eliseu Visconti. Neste momento, o espetáculo entra no universo do pontilhismo impressionista do pintor com os movimentos En bateau (Andantino) e Cortège (Moderato) da Petit Suíte, de Claude Debussy. Ali poderão ser apreciados os três grandes vitrais alemães desenhados por Feuerstein e Fugel, com suas deusas da dança, do drama e da música, ao som de Morgen!, a última das quatro cançõesde 4 Lieder, Op.27, de Richard Strauss, celebrando a luz do sol que penetra no teatro. O compositor esteve duas vezes no Theatro Municipal, em 1920 e em 1923, já como regente da Filarmônica de Viena. Durante a apreciação das obras de Rodolfo Bernardelli e Henrique Bernardelli, um dos mais importantes compositores brasileiros deste período será lembrado: Alberto Nepomuceno, que, ao se mudar para o Rio de Janeiro, morou na residência da família desses mesmos artistas. Dele, serão ouvidas Epitalâmio e Amo-te Muito.
Em seguida, ainda no foyer, será possível avistar o piano de Chiquinha Gonzaga. E para celebrar esta grande compositora brasileira, será apresentada sua valsa Saudade, escrita quando do falecimento do compositor Carlos Gomes, com arranjo do compositor Paulo Aragão. Esta primeira parte do programa será finalizada lembrando dos painéis de danças de Rodolfo Almoedo nas rotundas do Theatro Municipal, com o último movimento de El Sombrero de Três Picos, de Manuel De Falla.
No momento seguinte, as projeções guiam o público para “entrar” na Sala de Espetáculos e observar aspectos da grande reforma de 1934. Serão exibidas imagens antigas comparando as alterações feitas neste período. Neste momento, será ecoado e celebrado o Modernismo e seu compositor maior, Heitor Villa-Lobos. Serão executados: o primeiro movimento Ária (Cantilena), da Bachianas Brasileiras nº 5para oito violoncelos, novamente com Agelica de la Riva, e, em seguida, o quarto movimento Tocata (O trenzinho do caipira), da Bachianas Brasileiras Nº 2.
Antes da experiência ganhar o Salão Assyrio, ainda em seu saguão de acesso, será possível apreciar os painéis em mosaicos do ateliê de Gian Domenico Facchina, em especial os oito quadros que representam cenas de óperas e peças famosas da dramaturgia universal. Uma delas é a cena na qual “Tosca” está com “Scarpa” e canta Vissi d’arte, da ópera de Giacomo Puccini – ária que será interpretada para o público. Já no Salão Assyrio, será proposta uma viagem no tempo pelo Oriente Médio. Primeiro, ao Egito de O Patria Mia, da ópera Aída; depois à Pérsia com Airs de Ballet, Allegro ma non troppo, da música incidental da peça teatral Parisátide, de Camille Saint-Saens. Ali, será apresentada, ainda, a ária para soprano e barítono Te souviens tu du lumineux voyage, da ópera Thais, de Jules Massenet, para um libreto em francês de Louis Gallet. Encerrando a incursão, uma mensagem de amor ao Theatro Municipal com a apresentação de Lippen Schweigen, da ópera Viúva Alegre, de Franz Lehár, que contará com a participação de jovens músicos contemplados pelas aulas de música e oficinas oferecidas pelo FIMA em Itaguaí.
Siga o FIMA nas redes sociais:
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ORQUESTRA SINFÔNICA DE BARRA DE MANSA (OSBM)
A Orquestra Sinfônica de Barra Mansa foi criada em 2005, pelo Projeto Música nas Escolas, que vem transformando estudantes de Barra Mansa em músicos qualificados. Além de democratizar o ensino da música clássica e erudita, desenvolvendo a autoestima, a socialização e propiciando a inclusão de crianças e jovens do município, o Projeto também visa a oferecer oportunidades de profissionalização através da formação musical dos alunos, ampliando o horizonte cultural e promovendo a transformação social.
A Orquestra é formada pelos professores e monitores do Projeto, juntamente com os alunos avançados, os quais são professores de música nas escolas municipais de Barra Mansa e atendem desde a educação infantil – por meio de aulas de iniciação musical – até o ensino fundamental – com aulas práticas com instrumentos. Até hoje, mais 22 mil jovens já foram atendidos pelo Projeto. A OSBM já se apresentou em importantes palcos como o Theatro Municipal do Rio de Janeiro e a Sala Cecília Meireles, ambas na capital do Estado do Rio, Theatro Municipal de São Paulo, Theatro Santa Isabel, em Recife, Teatro Arthur Rubinstein – da Hebraica, em São Paulo, dentre outros.
ANDERSON ALVES (regente)
Anderson Alves tem regido importantes conjuntos sinfônicos no Brasil e exterior, dentre eles a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, Orquestra da Costa Atlântica – Portugal, Orquestra Sinfônica da Bahia, Orquestra Sinfônica Heliópolis – Instituto Baccarelli, Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, Orquestra Sinfônica de Barra Mansa e Orquestra Sinfônica Nacional UFF, onde tem atuado como regente convidado desde 2014.
Aperfeiçoou-se em regência com Isaac Karabtchevsky; Kirk Trevor; Luis Clemente (Portugal); Collin Metters (Portugal); Ricardo Rocha e Fabio Mechetti. Estudou regência com Eduardo Lopes (prof. Conservatoire de Bordeaux, au Pôle Supérieur Musique et Danse en Aquitaine na França), com ênfase nas obras de Berio, Ravel, Poulenc e Stravinsky.
Como compositor, tem obras para diversas formações, dentre elas destacam-se: Divertimento para Trio (parte do CD “Novos Ventos” do Trio Capitu); Fantasia para Orquestra Sinfônica, Canções Lunares para oboé e orquestra (obra composta por encomenda do oboísta americano William Wielgus, oboísta da National Symphony Orchestra – EUA).
Anderson Alves atua como regente na Orquestra Sinfônica de Barra Mansa. No Rio de Janeiro, rege a Orquestra Sinfônica Juvenil Carioca, grupo formado por jovens e adolescentes estudantes de música. Estuda regência na Academia Internacional de Direção de Orquestra da Costa Atlântica – Universidade Católica Portuguesa, Portugal. É fundador e regente titular do Coro de Câmara Carioca – grupo formado por cantores profissionais e que realiza um repertório que vai da renascença à música popular Brasileira. Desde 2020 é aluno do maestro Felipe Cattapan (Prof. da Musikprojektes an der Universität Bern e da Hochschule der Künste Bern, Suiça). www.maestroanderson.com
ANGELICA DE LA RIVA (soprano)
Angelica de la Riva é uma reconhecida soprano brasileira, de raízes cubano-espanholas, que desenvolveu a maior parte de sua carreira profissional em Nova Iorque onde estudou (The Juilliard School, Brooklyn College e Mannes School of Music) e morou por 15 anos.
Alguns dos teatros onde Angelica se apresentou são o Carnegie Hall, David Garden Hall – sede da orquestra Filarmônica de Nova York- ou Alice Tully Hall – também no Lincoln Center, assim como o ShenZhen Grand Concert Hall na China e no Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Outros países onde De la Riva cantou incluem França, Itália, Inglaterra, Dubai e AbuDhabi.
Como solista, colaborou com Orquestras como a de St Luke’s, Orquestra Sinfônica de Praga e a Orquestra Sinfônica Brasileira, com maestros como E. Plasson, R. Boudharam e L. Mills. Cabe destacar entre suas interpretações operísticas Tosca, Poppea em “A Coroação de Poppea”, sua Condessa nas “Bodas de Fígaro” e Nedda em “I Pagliacci”. Recentemente Angelica cantou o “Réquiem de Mozart” no auditório Nacional de Madrid sob a batuta do Maestro Pascual Osa e a Orquestra Filarmonia de Madrid.
Sua versatilidade e presença cênica, provavelmente adquiridas na Universidade de Teatro e algo na Universidade de Direito, alinhados de maneira sinergica com sua habilidade vocal, permitem a Angelica navegar também pelo teatro musical. De la Riva começou sua carreira com a produção da Broadway de “A Bela e a Fera”, dirigida por Sam Scalamoni e Michael Kosarin em São Paulo. Em seguida, já em Nova York, interpretou Titânia, na adaptação musical de “Sonho de uma Noite de Verão” com Manhattan Ensamble Theater (off Broadway) com quem também atuou em outra adaptação de Shakespeare “A Tempestade”. No Brooklyn Center for Performing Arts viveu o papel de Desiree em “A Little Night Music” de Stephen Sondheim.
Prêmios recentes incluem “Prêmio Excelência Educacional 2022” de Música e Cultura. Desde 2019, Angelica exerce como professora de “Música Africana nas Américas” na New Jersey City University, onde atua como “Artista Visitante” e acaba de ser nomeada Embaixadora Artística para Diversidade e Inclusão.
Próximas atuações incluem concerto com a Orquestra Sinfônica de Murcia no Foro Romano de Cartagena com a regente Virginia Martinez, lançamento do disco “Musica Feramente Humana” monólogo-lírico com New World Ensamble no Monasterio de Ucles, no Teatro Zorrila de Valladolid, Teatro do Escorial na Espanha, Teatro Cervantes em Londres, masterclass e concerto no Margaret William Theater na NJCU e na Americas Society em NY. Para mais informações: www.angelicadelariva.es
HOMERO VELHO (barítono)
O barítono Homero Velho dedica-se ao canto lírico desde os 18 anos. Estudou na Universidade de Indiana, em Bloomington, nos EUA. Participou de diversos festivais de ópera, interpretando papéis principais como Figaro em The Ghosts of Versailles (Corigliano) e Don Giovanni (Mozart). Foi ainda artista residente da National Opera Company. De volta ao Brasil, Homero rapidamente se estabeleceu como um dos artistas mais requisitados da cena lírica nacional. Sua lista de estreias mundiais é extensa em obras como O Caixeiro da Taverna (G. Bernstein), A Tempestade (R. Miranda), Olga (J. Antunes), O Pescador e sua Alma (M. Lucas), Piedade e Kawah Ijen (J. G. Ripper). Fora do Brasil, o barítono apresentou Dr. Malatesta (Don Pasquale, Donizetti), na Ópera de Colômbia e Buenos Aires Lírica. Foi Belcore em L’Elisir d’Amore e Figaro em Il Barbiere di Siviglia em Montevideo. Cantou no Michigan Opera Theatre, em Detroit, o papel de Escamillo (Carmen, Bizet), e fez a estreia europeia de Pedro Malazarte (Guarnieri), no Festival Feldkirch, na Áustria. Em 2019 teve grande sucesso no Rio de Janeiro interpretando Valentin em Faust e Eugene Onegin na ópera de mesmo título, de Tchaikovsky, ambas no Theatro Municipal. Teve enorme sucesso de público e crítica com a ópera Sonho de uma noite de verão, de Benjamin Britten, no Theatro São Pedro em São Paulo. Em 2022 fez a estreia da ópera Navalha na Carne, de Leonardo Martinelli, no Theatro Municipal de São Paulo. Homero Velho é também professor de canto na UFRJ e doutor em música pela UNESP.
NUBIA MELHEM SANTOS (pesquisadora)
Pesquisadora e editora com formação em Letras, Literatura Brasileira e Portuguesa (PUC-RJ). Publicou “Era uma vez o Morro do Castelo” (IPHAN – 2000), “Burle Marx: jardins e ecologia” (Jauá Editora e Senac RJ – 2002), “O Porto e a Cidade: o Rio de Janeiro de 1565 a 1910” (Editora Casa da Palavra) Prêmio Jabuti 2006 de Melhor livro de Arquitetura, Urbanismo, Fotografia, Comunicação e Artes, “Theatro Municipal do Rio de Janeiro: um século em cartaz” (Jauá Editora – 2011).
Fez o argumento e pesquisa do documentário “Marcia Haydée, uma vida pela dança” (Indiana Filmes). E recentemente, como coordenadora editorial, “Amazônia das Palavras” (Associação Mapinguari, 2020), “Capanema Maru: O Ministério da Educação e Saúde” (2021), “Panorama da ópera no Brasil” (Edições Funarte). Trabalhou no IPHAN de 1986 a 2003 onde atuou como editora, a partir de 1993 publicando títulos relacionados a pesquisas sobre o patrimônio histórico e artístico.
NOEMIA BARRADAS (arquiteta)
Arquiteta e Urbanista formada pela I. M. Bennet (1995), mestre em arquitetura pelo PROARQ-UFRJ (2006) e doutoranda em arquitetura e urbanismo pelo PPGAU-UFF, participou de cursos no Brasil e exterior no campo da Preservação do Patrimônio e Projeto.
Desde 1996 leciona em instituições públicas e privadas em cursos de graduação e pós-graduação. Possui larga experiência no campo da Preservação do Patrimônio Cultural, atuando em investigações, ciência da conservação, projetos e obras de conservação e restauro de bens integrados, arquitetura e conjuntos urbanos. Ao longo dos últimos anos tem desenvolvido trabalhos junto aos órgãos de preservação do patrimônio (UNESCO, IPHAN, INEPAC), possui escritório e é colaboradora em escritórios no Brasil, Colômbia, Espanha e Portugal.
Foi Diretora Administrativa do IAB-RJ (2004-2005), e é Conselheira do IAB-RJ e sua representante no Fórum de Entidades em Defesa do Patrimônio Cultural Brasileiro. Atualmente é Conselheira Titular e Vice-presidente do CAU-RJ (Gestão 2021-2023).
PABLO CASTELLAR (Diretor artístico)
Compositor e produtor cultural brasileiro formado em composição pelo Instituto Villa-Lobos da UNIRIO com aperfeiçoamento na Manhattan School of Music, sob orientação de Richard Danielpour, e especialização em música de cinema pela New York University. É atualmente diretor presidente da Artemundi Produções Culturais. De julho de 2011 a março de 2019 ocupou o cargo de diretor artístico da Fundação Orquestra Sinfônica Brasileira, onde lançou 8 temporadas com mais de 400 programas. Elogiados pela crítica, muitos figuraram na lista dos melhores concertos do ano no jornal O Globo. Escreveu e apresentou durante este período o programa semanal Rádio OSB, na MEC FM.
Após 10 anos como diretor artístico e coordenador de produção na G.L. Produções, fundou em 2009 a Artemundi Produções Culturais. Neste mesmo ano assumiu como professor nos cursos de Pós-Graduação em Produção Cultural e MBA em Gestão Cultural, na Universidade Cândido Mendes. Também já realizou cursos, seminários e palestras em outros estados e no exterior. Trabalhou com importantes instituições, tais como os teatros municipais de São Paulo e Rio de Janeiro, Sala Cecília Meireles, Academias Brasileiras de Letras e de Música, FUNARTE, Instituto Moreira Salles, Centro Cultural Banco do Brasil e Caixa Cultural. Construiu parcerias institucionais com diversas embaixadas tais como Áustria, Estados Unidos, Itália, França, Portugal, Espanha, México e Azerbaijão.
Participou da criação de projetos de celebrações nacionais e internacionais, como os 450 anos do Rio de Janeiro, os 200 anos da Revolução de Maio, na Argentina, a Copa da Cultura, na Alemanha, e os 110 anos da Academia Brasileira de Letras. Produziu diversas óperas, séries de concertos, shows, CDs, DVDs, filme de longa-metragem, festivais de teatro e música, circuitos musicais nacionais e eventos de difusão da cultura brasileira no exterior.
PROGRAMA:
FRANCISCO BRAGA – Episódio Sinfônico
CAMILLE SAINT-SAËNS – Mon couer s’ouvre à ta voix, da ópera Sansão e Dalila
CHRISTOPH W. GLUCK – Dança dos Espíritos Abençoados
CLAUDE DEBUSSY – Petit Suíte
I. En bateau (Andantino)
II. Cortège (Moderato)
RICHARD STRAUSS – 4 Lieder, Op.27
IV. Morgen!
ALBERTO NEPOMUCENO – Amo-te Muito (orquestração: Anderson Alves)
ALBERTO NEPOMUCENO – Epitalâmio
CHIQUINHA GONZAGA – Valsa da Saudade (orquestração: Paulo Aragão)
MANUEL DE FALLA – El Sombreiro de Três Picos
Parte II
V. Danza Final
– INTERVALO –
HEITOR VILLA-LOBOS – Bachianas Brasileiras nº 5
Ária (Cantilena)
HEITOR VILLA-LOBOS – Bachianas Brasileiras nº 2
IV. Toccata (O Trenzinho do Caipira)
GIACOMO PUCCINI – Vissi d’arte, da ópera Tosca
GIUSEPPE VERDI – O Patria Mia, da ópera Aída
CAMILlE SAINT-SAENS – Airs de Ballet, da peça Parisátide
I. Allegro ma non troppo
JULES MASSENET – Te Souvens Tu Du Lumineux Voyage, da ópera Thaís
FRANZ LEHÁR – Lippen Schweigen, da ópera Viúva Alegre
SERVIÇO:
I FIMA | Festival Interativo de Música e Arquitetura
Orquestra Sinfônica de Barra Mansa
Anderson Alves, regência
Angélica de la Riva, soprano
Homero Velho, barítono
Palestrante: Nubia Melhem Santos (pesquisadora) e Noemia Barradas (arquiteta)
Dia 28 de junho (terça-feira)
Horário: 20h
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro (Praça Floriano, s/nº)
Entrada Gratuita
Livre
Ingressos : https://theatromunicipalrj.eleventickets.com/#!/apresentacao/1249c71179a96b6514f4a8e3746609a9c8195ea7