Postado por Daniel Bruschi em 11/jan/2023 -
No Theatro Municipal do Rio de Janeiro, a criançada vai poder apreciar, sob o comando de seu maestro titular, Felipe Prazeres, O Carnaval dos Animais, de Camille Saint-Saëns.
O concerto didático será no dia 15 de março, quarta-feira, às 12h, somente para escolas e dia 16, quinta-feira, às 14h, aberto ao público, e contará com a participação da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal (OSTM), além dos pianistas Katia Baloussier e Murilo Emereciano.
A obra do compositor francês foi escrita em 1886 como uma brincadeira para divertir os amigos do compositor na época do Carnaval. Imperdível.

Serviço:
O Carnaval dos Animais – Camille Saint-Saëns
Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal
Pianistas: Katia Baloussier, Murilo Emereciano
Narração: Guilherme Quadrado
Regente: Felipe Prazeres
Datas: 15/03 – quarta-feira, às 12h (somente para escolas)
16/03 – quinta-feira, às 14h (aberto ao público)
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Endereço: Praça Floriano, S/N – Centro
Classificação: Livre
Ingressos à venda no site www.theatromunicipal.rj.gov.br e na bilheteria
R$ 20,00 (inteira), R$ 10,00 (meia-entrada)
Haverá uma pequena palestra sobre a obra, um pouco antes do início do Concerto.
Assessoria de Imprensa TMRJ:
Assessor Chefe de Comunicação TMRJ
Postado por Daniel Bruschi em 04/jan/2023 -

O projeto Música no Assyrio, grande sucesso das manhãs de domingo no Theatro Municipal, está de volta em 2023 com várias atrações. Para a abertura do ano, no dia 19 de março, às 11h da manhã, o conjunto de violinos Os Pequenos Mozart, composto por crianças a partir de três anos de idade que se vestem como o genial compositor.
A curadoria do grupo é da violinista Suray Soren, que desenvolveu o método Suzuki Tropical de violinos no Rio de Janeiro e que também faz parte da Orquestra Sinfônica do Municipal.
Participação especial de Liana Vasconcelos, bailarina contratada do Ballet do Theatro Municipal, é também pesquisadora e professora da Escola Estadual de Dança Maria Olenewa (EEDMO). Todas as apresentações contam com preços populares (R$20,00 inteira) e ( R$10,00 – meia-entrada).
“Muito feliz em proporcionar ao público uma Série com os músicos da OSTM aos domingos pela manhã no imponente Salão Assyrio! Como foi um sucesso, estamos de volta! Para este ano, serão 21 concertos com os músicos da orquestra e convidados. Abrindo a série, no próximo domingo, dia 19 de março, teremos Os Pequenos Mozart e convidados! Venham conferir!”- ressalta a Curadora da Série Música no Assyrio e violinista da OSTM, Suray Soren.

No Salão Assyrio, local de muita história, funcionou diariamente, por 90 anos, um restaurante que era considerado um local de convivência relevante para a alta sociedade carioca. No salão aconteceram diversas apresentações do primeiro grupo de música popular brasileira a obter prestígio internacional, “Os oito batutas”. Também, quem liderava os músicos era, nada mais nada menos, do que o mestre Pixinguinha. Sucesso absoluto!
Sobre Os Pequenos Mozart
O conjunto de violinos “Os Pequenos Mozart” é composto por crianças a partir de três anos que se vestem com roupas da época do grande compositor Wolfgang Amadeus Mozart, tocando desde clássicos à música popular brasileira. O grupo foi criado após um convite do maestro Yeruham Scharovski, diretor artístico da Orquestra Sinfônica Brasileira, ao participar da série “De Bach a Mozart”, na Sala Cecília Meireles. A partir daí, o grupo fez inúmeras apresentações e em 2001, gravou ao vivo no concerto da Igreja da Candelária o seu primeiro CD. Em 2008 e 2009, os integrantes realizaram apresentações nas escolas em Santiago, Chile, divulgando a música brasileira. Por vários anos, participaram das comemorações de aniversário do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Já se apresentaram no Festival Vale do Café, Festival de Inverno de Petrópolis, Centro Cultural Banco do Brasil, BNDES, Concerto dos 500, reunindo cerca de 500 violinos no palco do Theatro Municipal e ainda tiveram a oportunidade de fazer uma participação especial no show com a violinista clássica-pop Vanessa Mae.
Por sete anos consecutivos realizaram uma Série de concertos pela Europa (Alemanha, Áustria, França, Inglaterra, Holanda, Itália, República Tcheca e Portugal), mais uma vez divulgando a música brasileira.

Sobre Liana Vasconcelos
Bailarina formada pela Escola Estadual de Dança Maria Olenewa e pela Royal Academy of Dance. É bacharel em Produção Cultural pela Universidade Federal Fluminense (UFF), Mestre pela Fundação Casa de Rui Barbosa/UFRJ e Doutoranda em Artes Cênicas pela Unirio. Desde 2014 atua como bailarinacontratada do Corpo de Baile do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. É bailarina e produtora do Duo Cello & Movimento. Em 2017 representou o Ballet Clássico brasileiro no BRICS Cultural Festival em Xiamen, na China. Foi indicada ao Prêmio Cesgranrio de Dança 2018, na categoria Melhor Bailarina. É professora de História da Dança e Terminologia da Escola Estadual de Dança Maria Olenewa.
Serviço:
Música no Assyrio – Os Pequenos Mozart
Data: 19 de março (domingo)
Horário: 11h
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Centro
Entrada pelo Boulevard da Treze de Maio
Preços populares: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia – entrada)
na bilheteria do Theatro
Classificação: Livre
Duração: 1h30 com intervalo de 15 minutos
Assessoria de Imprensa TMRJ:
Assessor Chefe de Comunicação TMRJ
Postado por Daniel Bruschi em 04/jan/2023 -
O Theatro Municipal do Rio de Janeiro recebe nesta quarta-feira, 15 de março, às 14h, o músico irlandês Patrick Dexter e convidados em mais uma edição do Boulevard de Portas Abertas.
Patrick tocou violoncelo com a Trinity Orchestra, parte da Trinity College Dublin. Suas apresentações domésticas e compartilhadas pela internet cativaram milhares de fãs, atraindo inclusive a atenção de celebridades, como o ator norte-americano Mark Hamill e o presidente dos EUA, Joe Biden.
Atualmente, Patrick toca violoncelo com Markéta Irglova, vencedora do Oscar, além de trabalhar juntamente ao County Hall Arts em Londres e em suas composições originais.
Durante o mês de março ele faz uma turnê pelo Brasil, se apresentando como embaixador diplomático da música nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.
SERVIÇO:
Boulevard de Portas Abertas
Evento cultural de música clássica e antiga da Europa
Horário: 15 de março, a partir das 14h
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Entrada: Gratuita
Postado por Daniel Bruschi em 04/jan/2023 -
Petrobras, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Associação dos Amigos do Teatro Municipal, através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, apresentam a Temporada de Concertos 2023, do Theatro Municipal.

O Theatro Municipal do Rio de Janeiro inicia a temporada 2023 enaltecendo importantes compositores da história da música como Beethoven, Camile Saint-Saëns, Tchaikovsky, Wagner, Berlioz, Verdi, Adolphe Charles Adam e os brasileiros Ronaldo Miranda e João Guilherme Ripper. É a Série Celebrações que vai comemorar efemérides relevantes desses grandes artistas do repertório lírico e sinfônico.
O concerto de abertura acontecerá no dia 10 de março, sexta-feira, às 19h, no palco principal, com a Sinfonia nº 9 em opus 125, de Ludwig Van Beethoven, e contará com a participação do Coro e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal. Esse mesmo programa será apresentado também no dia 11 (sábado), às 17h. Os solistas serão Michele Menezes (soprano), Andressa Inácio (contralto), Fernando Portari (tenor) e Savio Sperandio (baixo). A regência ficará a cargo do maestro titular da OSTM, Felipe Prazeres, e a direção artística, de Eric Herrero.
“A 9ª Sinfonia de Beethoven é um apelo pela fraternidade universal, tal como caracterizado pelo poema Ode à Alegria, de Friedrich Schiller. Este é o sentimento que queremos compartilhar com nosso público em 2023, um ano de muitas novidades no Theatro Municipal. Apresentamos a Residência de Artes Cênicas, a Pós-Graduação em Ensino de Dança Clássica, e novas temporadas do Música no Assyrio, Boulevard de Portas Abertas, além das atrações no palco principal e outros espaços do Theatro. Por isso, convido a todos para que participem dessa nova temporada de muita cultura e arte no Theatro Municipal!”, explicou a presidente da Fundação Teatro Municipal, Clara Paulino.
“Teremos um ano de importantes celebrações, com uma série que contemplará efemérides de compositores de peso, como Verdi, Wagner, Berlioz e Tchaikovsky. Falando em celebração, e por se tratar de um ano em que o Coro do Theatro Municipal do Rio de Janeiro comemorará seu 90° aniversário, traremos duas peças, neste primeiro semestre, que há muito não são realizadas pelos Corpos Artísticos da casa: a 9ª Sinfonia de Beethoven e o Réquiem de Verdi. Duas peças icônicas para trazer ao público do Rio de Janeiro o Coro com toda sua força e exuberância, acompanhado por nossa grande OSTM e solistas de primeira linha. O ápice desta celebração, será uma importante gala no segundo semestre do ano, mais precisamente em agosto, mês de aniversário de nosso Coro, um dos mais importantes da América Latina e grande patrimônio da cultura brasileira, ao lado de nosso BTM e OSTM!”, afirma o diretor artístico do Theatro Municipal, Eric Herrero.
“A temporada 2023 do nosso Theatro conta com obras emblemáticas, mas gostaria de destacar o concerto que reunirá duas das mais tradicionais e importantes instituições sinfônicas do país, a OSTM e a OSB celebrando Berlioz – 220 anos de nascimento – e Wagner – 140 anos de falecimento – compositores que estão intrinsecamente ligados com a presença de uma das mais importantes artistas em atividade no Brasil e no mundo, Eliane Coelho”, destaca o maestro titular da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal, Felipe Prazeres.
Serviço:
Concerto de Abertura da Temporada 2023
Ludwig Van Beethoven
Sinfonia nº 9 em opus 125
Datas: 10 de março, (sexta), às 19h, e 11 de março (sábado), às 17h
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Endereço: Praça Floriano, s/nº – Centro
Classificação: Livre
Haverá uma palestra gratuita uma hora antes de cada espetáculo, realizada no Salão Assyrio.
Preços dos ingressos:
Frisas e Camarotes – R$60,00 (ingresso individual) ou R$360,00 (6 lugares)
Plateia e Balcão Nobre – R$40,00
Balcão Superior – R$30,00
Balcão Superior Lateral – R$30,00
Galeria Central – R$15,00
Galeria Lateral – R$15,00
Ficha Técnica do Concerto de Abertura:
Solistas: Michele Menezes, Andressa Inácio, Fernando Portari e Savio Sperandio
Coro e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal
Regente: Felipe Prazeres
Direção Artística: Eric Herrero
Postado por Daniel Bruschi em 03/jan/2023 -

Há uma alegria no ar. Chega ao público uma seleção de obras inéditas de ninguém menos que o genial Pixinguinha, um dos músicos mais completos que o Brasil já produziu. E para marcar a passagem dos 50 anos da morte (17 de fevereiro de 1973) do Gênio do Choro, espetáculo Pixinguinha como Nunca ganha récita especial no dia 16 de fevereiro no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
Dirigido pelo ator e cantor Marcelo Vianna, neto de Pixinguinha e contando com direção musical de Henrique Cazes, o elenco reúne um grupo de astros de nossa música instrumental, o exclusivo Sexteto do Nunca: Marcelo Caldi (sanfona), Carlos Malta (flauta e sax), Silvério Pontes (trompete e flugelhorn) Marcos Suzano (percussão), João Camarero (violão de 7 cordas) e Henrique Cazes (cavaquinho). Em participação especial, Marcelo Vianna canta e faz a condução narrativa. Na escolha dos músicos que compõe o sexteto do espetáculo, Cazes e Viana miraram um pouco fora do círculo habitual do choro e os arranjos escritos por Cazes dão ênfase a perene modernidade do Gênio do Choro. Um Pixinguinha como nunca se ouviu.
Pode parecer estranho que a obra de um nome tão impressionante da música brasileira, que alcançou tamanho respeito – Carinhoso, afinal, é tido como um hino não oficial da MPB – tenha ainda trechos de sombra. Henrique Cazes, que mergulhou na música de Pixinguinha há mais de 30 anos – fundou a Orquestra Pixinguinha, que saiu em disco em 1988, registrando as fantásticas orquestrações de Pixinga – vê algumas pistas. “Pixinguinha é uma figura mitificada, às vezes adorada em imagem, mas sua produção musical ainda não obteve a circulação que merece e sua música, quase sempre, foi rotulada como algo do passado, encobrindo sua atualidade. Esse é o objetivo principal do espetáculo: mostrar um Pixinguinha moderno no século XXI”.
Encantamento é palavra repetida pelo elenco do projeto. Pixinguinha como Nunca, genial como sempre.
Marcelo Vianna – curadoria, direção e voz
Cantor, compositor e ator. Iniciou sua carreira na década de 1990, dividindo palco com Paulinho da Viola, Baden Powell e João Nogueira. Foi semifinalista do Prêmio Visa – Edição Vocal e indicado ao Prêmio Rival BR de música. Neto de Pixinguinha e herdeiro das mais expressivas e referentes expressões da nossa cultura, o Samba, Marcelo tem em sua discografia dois discos emblemáticos “Teu Nome” – Biscoito Fino, dedicado a obra de Pixinguinha, e, “Cai dentro” – Lua Music, sobre a parceria de Baden Powell e Paulo César Pinheiro, discos que lhe renderam elogios da crítica especializada. Participou do projeto de compositores Novo de Novo: o Brasil de Pixinguinha no CCBB/SP, ao lado de Tom Zé, Carlos Careqa e Itamar Assumpção. É diretor artístico da “Série Pixinguinha”, projeto que lançou em 2009 três discos sinfônicos com arranjos originais de Pixinguinha e a Exposição Pixinguinha, no Centro Cultural Banco do Brasil de Brasília, em 2012. No teatro musical, participou dentre outras, das montagens de “Teatro Musical Brasileiro”, “Pianíssimo”, “Samba Valente de Assis”, “Orlando Silva – o cantor das multidões” e “O bem do mar”.
Henrique Cazes – diretor musical e cavaquinho
Músico, produtor e pesquisador. Começou a tocar violão com seis anos de idade e gradativamente foi incorporando o cavaquinho, o bandolim, o violão tenor, o banjo, a viola caipira e a guitarra elétrica, sempre como autodidata. Em 1988, Henrique iniciou sua carreira de solista de cavaquinho, com o lançamento do primeiro disco “Henrique Cazes”, simultaneamente com o método “Escola Moderna do Cavaquinho”. A este, se seguiram vário discos sempre abordando a musicalidade chorística de forma inovadora, como os quatro CDs da série “Beatles n’Choro” e “Bach in Brazil”, lançado em 40 países. Fundou e dirige a Orquestra Pixinguinha, a Camerata Brasil e o Novo Quinteto. Tem sido apontado como o melhor solista de cavaquinho e um dos mais ativos músicos de choro do país.
Marcelo Caldi – sanfona
Ao romper barreiras entre diferentes paisagens da música, aproximar o tango argentino do forró brasileiro e se apresentar como cantor e instrumentista, além de compositor e arranjador sinfônico, Marcelo Caldi se tornou um dos músicos mais completos de sua geração. É um dos responsáveis pela revitalização da sanfona no cenário contemporâneo, autor do livro “Tem sanfona no choro”, que inclui CD homônimo, lançado em 2012 pelo Instituto Moreira Salles, em parceria com a Funarte (Prêmio Centenário de Luiz Gonzaga), em que resgata um material inédito, as partituras de choros da primeira fase do rei do baião..
Carlos Malta – flauta, flautim e sax tenor
Conhecido como “Escultor do Vento”, o músico dos sopros Carlos Malta é multi-soprista, compositor, orquestrador e educador. Colaborou com artistas tão variados como Hermeto Pascoal, Michel Legrand, e Gilberto Gil. Criou e dirige o grupo “Pife Muderno”, que tem obtido recepção consagradora em festivais de música étnica em diversos países. Compôs e solou a “Rapsódia das Rochas Cariocas” em homenagem aos 450 anos do Rio de Janeiro. Com experiência de quatro décadas, Malta segue esculpindo seus múltiplos timbres nos saxofones e flautas, traduzindo através de seu sopro, a alma da música do Brasil.
Silvério Pontes – trompete e flugelhorn
Responsável pela volta do trompete à linha de frente do choro, Silvério começou criança em bandas de música, passou pelo pop, tendo tocado quinze anos com Tim Maia e há trinta anos encontrou seu parceiro Zé da Velha, com quem realizou uma vasta discografia. Lançou recentemente dois discos autorais e tem liderado o coletivo “Choro na Rua”, que desde 2016 tem devolvido o choro a sua expressão mais popular.
Marcos Suzano – pandeiro
Apontado como o responsável por redimensionar o pandeiro na era contemporânea, Suzano começou no choro no grupo Nó em Pingo D’água e mais tarde abriu as portas para o instrumento as portas da MPB e do pop, em trabalhos marcantes com Marisa Monte, Djavan e Lenine. Tem realizado experiências inovadoras de combinação de sons eletrônicos com a percussão do samba e da tradição religiosa afro-brasileiro.
João Camarero – violão de 7 cordas
Apontado como um dos maiores talentos da novíssima geração do violão brasileiro, João tem ampliado seu universo de atuação com incursões na música de concerto e a MPB. Acompanhador amplamente consagrado, a partir de 2017 passou a integrar o Conjunto Época de Ouro e, em paralelo, tem se apresentado como solista, função na qual já lançou dos discos.
Serviço
Dia 16 de fevereiro, quinta-feira, às 19h
Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Praça Floriano, s/n
Cinelândia – Centro
Postado por Daniel Bruschi em 02/jan/2023 -

O concerto “Vertentes Modernistas – 100 Anos da Semana de Arte de 22”, com direção musical e regência da maestra Priscila Bomfim e tendo como solistas a soprano Chiara Santoro e a mezzo-soprano Luciana Costa et Silva, acompanhadas por uma orquestra de 16 musicistas mulheres terá apresentação única na quarta-feira, dia 15 de fevereiro, às 19h, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Os ingressos, a preços populares, custam R$10,00 (inteira) e R$5,00 (meia) em todos os setores e já estão à venda.
“Vertentes Modernistas” é um espetáculo que celebra o centenário da Semana de Arte Moderna, enfatizando o seu impacto artístico e cultural ao longo do último século na música brasileira, por meio de canções com versões totalmente inéditas para voz e orquestra.
O repertório é inteiramente composto por obras brasileiras do movimento de 22 e de compositores influenciados pelos modernistas. Com arranjos de Tibor Fittel, o concerto inclui canções de Ernani Braga, Claudio Santoro, Francisco Mignone e Almeida Prado, e de compositores atuais como Ronaldo Miranda, Ricardo Tacuchian e João Guilherme Ripper. O programa também terá duas canções das compositoras Leticia de Figueiredo e Olga Pedrário, arranjadas pela compositora paulista Juliana Ripke. Além disso, o público poderá apreciar a estreia mundial do ciclo “Aceitação e Chegada”, do compositor Guilherme Bernstein.
Guilherme Bernstein é regente e compositor, professor na UNIRIO. A peça “Aceitação e Chegada” era originalmente um ciclo de duas canções para voz e piano e que ele orquestrou especialmente este concerto.
A idealização do concerto é de Chiara Santoro, Luciana Costa et Silva e Marina Considera, a direção musical e regência são de Priscila Bomfim. A realização do espetáculo é da Euterpe Cultural, através dos recursos do Edital Municipal em Cena, promovido pela Fundação do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
Em fevereiro de 1922 acontecia, no Teatro Municipal de São Paulo, a memorável Semana de Arte Moderna. O movimento contava com uma geração de artistas e intelectuais dispostos a romper com a tradição do academicismo por meio da modernização das linguagens artísticas, e com a necessidade de um caráter essencialmente nacional. Chamados de “futuristas”, estes brasileiros questionaram a estética vigente e o papel subjetivo do público na apreciação da arte em suas diferentes manifestações.
Quais os frutos deste movimento artístico na arte atual? Como as gerações seguintes incorporaram as diretrizes artísticas de Mário de Andrade ao longo dos últimos 100 anos? Como construir uma identidade musical brasileira neste novo e globalizado milênio? O espetáculo “Vertentes Modernistas” tem como objetivo responder a estas perguntas de forma dinâmica e artística.
Priscila Bomfim – direção musical e regência
Priscila Bomfim foi a primeira mulher e diretora musical a reger óperas da temporada oficial do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Em 2021, regeu concertos com as Orquestra Petrobras Sinfônica – OPES (RJ), Orquestra Sinfônica Brasileira – OSB (RJ), Orquestra Sinfônica de Porto Alegre – OSPA (RS), Academia de Ópera do Theatro São Pedro (SP) e o concerto de reinauguração do Teatro Copacabana Palace (RJ), além dos espetáculos Armida, Arianna a Naxos, Pierrot Lunaire (RJ). Em 2022, regeu a ópera Carmen em concerto com a Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do RJ, a estreia de óperas inéditas dos compositores Mario Ferraro, Armando Lôbo, Arrigo Barnabé e Tim Rescala, o Concerto em celebração aos 100 anos de Renata Tebaldi com a Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB) e a zarzuela O Barberillo de Lavapiés, no Theatro São Pedro, em São Paulo, dentre outros concertos. Participou da fundação da Orquestra Sinfônica de Mulheres do Brasil e é regente da Orquestra Sinfônica Juvenil Carioca Chiquinha Gonzaga, formada exclusivamente por alunas da rede pública, que em 2022 se apresentou em turnê por Portugal e Espanha. Foi uma das seis maestras escolhidas internacionalmente para participar da 4ª Residência do “Linda and Mitch Hart Institute” para Mulheres Regentes – The Dallas Opera (Texas/EUA), em 2018. Priscila é pianista e maestra no Theatro Municipal do Rio de Janeiro e graduou-se na Universidade Federal do Rio de Janeiro em Piano e Regência Orquestral. É Mestre em Performance em Piano, com um relevante trabalho publicado sobre Leitura à Primeira Vista. Priscila nasceu em Braga, Portugal, onde iniciou seus estudos musicais e venceu seu primeiro concurso de piano.
Chiara Santoro – soprano
Chiara Santoro é bacharel em canto pela UniRio, com pós-graduação no Conservatório Santa Cecília de Roma. Concluiu o Biennio com nota máxima e menção de louvor. Venceu o 1o prêmio no VII Concorso Nazionale di Canto A.Gi.Mus em Roma e o prêmio de “Melhor Interpretação” no VII Concorso Principessa Trivulzio em Milão. Foi vencedora do 1o Concurso de Canto Lírico Joaquina Lapinha em São Paulo. Aperfeiçoou-se no Opera Studio da Accademia Nazionale di Santa Cecilia com Renata Scotto na Itália e na França com Teresa Berganza no Festival de Bougival. Integrou a Academia de Ópera do Theatro São Pedro em São Paulo, onde debutou como “A Moça” na ópera inédita “O menino e a liberdade” de Ronaldo Miranda, regida por Roberto Duarte, com direção de Mauro Wrona, e como “Nannetta” em “Falstaff” de Verdi, regida por Emiliano Patarra e direção cênica de Stefano Vizzioli entre outros inúmeros recitais e concertos. Em suas performances destaca-se o repertório mozartiano: Susanna em ”As Bodas de Fígaro” no Theatro Municipal do Rio de Janeiro com Tobias Volkmann e direção de Livia Sabag, Aminta em “Il Re Pastore” com a OSB Ópera & Repertório regida por Henrique Morelenbaum, “Bastien und Bastienne” no papel título com a Atlantis Opera Orchestra com regência de Evandro Rodriguese na Cidade das Artes, Pamina em “A Flauta Mágica” (Rome Festival Orchestra) na Itália, e na Alemanha como solista no “”Requiem”” com a Praga Simphonietta e “Litaniae di Altaris Venerabilis” com a Sinfônica de Karlovy Vary. Cantou no Theatro São Pedro de Porto Alegre como Valencianne em “A Viúva Alegre” com a OSPA, regida por Evandro Matté e com direção cênica de William Pereira e no Festival de Música Erudita do Espírito Santo em Carmen de Bizet como Frasquita com regência de Gabriel Rhein-Schirato e direção cênica de Menelick de Carvalho. Dedica-se ao repertório de câmara brasileiro, o recital de canções brasileiras já foi apresentado com a colaboração de diversos pianistas: Castelo Ruspoli em Vignanello na Itália com Mario Montore, Teatro Keiros em Roma, com Eugenia Tamburri, Theatro São Pedro em São com Daniel Gonçalves, Festival de Música de Santa Catarina na UFSC com Helena Scheffel, 59o Festival Villa-Lobos com Maria Luisa Lundberg e mais recentemente no Festival MIMO na Cidade do Porto em Portugal com o pianista Fabio Centanni.
Luciana Costa et Silva – mezzo-soprano
Mestre em Ópera pela Royal Scottish Academy of Music and Drama, com o patrocínio da bolsa de estudos RSAMD Endowment Trust e Mestre em Voice Performance pela Guildhall School of Music and Drama com bolsa da CAPES. Obteve o Primeiro Lugar dos Concursos de Canto: Amália Conde, no Rio de Janeiro; Academia Vocalis Tirolensis, em Wörgl (Áustria); The Margret Dick Award, em Glasgow (Escócia). Foi regida por maestros renomados, destacando-se: Ligia Amadio, Christian Corning, Roberto Duarte, Isaac Karabtchevsky, Luiz Fernando Malheiro, Roberto Minczuk, Carlos Moreno, Guillermo Scarabino, Silvio Viegas, Tobias Volkmann dentre outros. Apresentou-se em diversos festivais de música clássica, entre eles: Festival Internacional de Sarrebourg, na França; Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga de Juiz de Fora, em Minas Gerais; Festival Vale do Café, Rio de Janeiro; Festival Amazonas de Ópera, no Amazonas. Dentre os papéis em óperas que executou, destacam-se: Mensageira, em L’Orfeo, de Monteverdi; Orfeo, em Orfeo ed Euridice, de Glück; Cherubino, em Le Nozze di Figaro, de Mozart; Hermia, em A Midsummer Night’s Dream, de Britten; Sméraldine, em L’Amour des Trois Oranges, de Prokofiev; Sertaneja e Íris, em Chagas, de Silvio Barbato e Alexandre Schubert. Em concerto, atuou em: Gloria, de Vivaldi; Stabat Mater, de Pergolesi; Messiah, de Handel; Missa em Si Menor, de Bach; Requiem, de Mozart; Nona Sinfonia, de Beethoven; Lobgesang, de Mendelssohn; El Amor Brujo, de De Falla; Les Noces, de Stravinsky. Desde 2002, Luciana dedica-se ao repertório de câmara internacional e de música brasileira de concerto.
Serviço
PROGRAMA:
Arranjos de Tibor Fittel
Ouve o silêncio
Claudio Santoro (1919-1989)
texto de Vinicius de Moraes (1913-1980)
Tríptico
Ronaldo Miranda (1948)
texto de Mário de Andrade (1893-1945)
Engenho Novo
Ernani Braga (1888-1948)
texto de Canção folclórica nordestina
São João Dararão
Ernani Braga (1888-1948)
texto de Canção folclórica nordestina
Sinfonia do Morro
Letícia de Figueiredo (1910-1990)
texto de Alberto Heckesher (?)
*arranjo de Juliana Ripke
Trem de Ferro
José Almeida Prado (1943-2010)
texto de Manuel Bandeira (1886-1968)
Oração para Denise
do ciclo Portinari
João Guilherme Ripper (1959)
texto de Candido Portinari (1903-1962)
Eu
Olga Pedrário
texto de Florbela Espanca (1894-1930)
*arranjo orquestral de Juliana Ripke
Nayá (Canção regional amazônica)
Waldemar Henrique (1905-1995)
música e texto
Cantiga de Ninar
Francisco Mignone (1897-1986)
texto de Sybika (Sylvia Autuori) (?)
Dona Janaína
Francisco Mignone (1897-1986)
texto de Manuel Bandeira (1886-1968)
Aceitação e chegada
estreia mundial
Guilherme Berstein (1968)
música e texto
Festa no brejo
Guerra-Peixe (1914-1993)
texto de Carlos Drummond de Andrade (1902-1987)
Berimbau
Ricardo Tacuchian (1939)
texto de Manuel Bandeira (1886-1968)
Canção do Violeiro
Edino Krieger (1928-2022)
texto de Castro Alves (1847-1871)
SERVIÇO:
“Vertentes Modernistas – 100 Anos da Semana de Arte de 22” – direção musical e regência da maestra Priscila Bomfim – solistas: a soprano Chiara Santoro (soprano) Luciana Costa et Silva (mezzo-soprano) acompanhadas por uma orquestra de 16 musicistas mulheres
Dia 15 de fevereiro, quarta-feira, às 19h
Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Praça Floriano, s/n
Cinelândia – Centro
Ingressos disponíveis na bilheteria no Theatro: R$10,00 (inteira) e R$5,00 (meia) em todos os setores e em https://theatromunicipalrj.eleventickets.com/#!/apresentacao/d1e6c6a1b76f87f15de795f14567006482493e49
Serviço
Em apresentação única, o espetáculo acontecerá no dia 15 de fevereiro às 19h no palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Os ingressos estão disponíveis no site da bilheteria oficial do Theatro, com valores de R$10,00 (inteira) e R$5,00 (meia) em todos os setores.
A idealização do concerto é de Chiara Santoro, Luciana Costa et Silva e Marina Considera, a direção musical e regência são de Priscila Bomfim e o desenho de luz e produção de Júlia Requião. A realização do espetáculo é da Euterpe Cultural, através dos recursos do Edital Municipal em Cena, promovido pela Fundação do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
Compre aqui seu ingresso!
Ficha Técnica
Chiara Santoro | soprano
Luciana Costa et Silva | mezzo-soprano
Priscila Bomfim | direção musical e regência
Júlia Requião | direção de produção
Tibor Fittel, Juliana Ripke | arranjos e orquestração
Edvan Moraes | pianista correpetidor
Orquestra
Gabriela Queiroz (spalla), Andrea Carizzi, Inah Pena, Renata Athayde | violino I
Marluce Ferreira, Keeyth Vianna, Camila Bastos | violino II
Cindy Folly, Rubia Siqueira | viola
Gretel Paganini , Nora Fortunato | cello
Voila Marques | contrabaixo
Paula Martins | flauta
Vanessa Prado | clarinete
Ana Letícia, Rafaela Calvet | percussão
Equipes
Rafael Eveno | produção executiva
Rubem Calazans | coordenação de palco
Diogo Gauziski | registro em vídeo
Emanuela Palma, Cristiano Requião | registro teasers
Calebe Faria | artes gráficas
Luisa Lima | assessoria de comunicação
Reg Murray | assessoria de imprensa
Ana Clara Miranda | fotografia
Idealização: Chiara Santoro, Luciana Costa et Silva, Marina Considera
Postado por Daniel Bruschi em 02/jan/2023 -
O Theatro Municipal do Rio de Janeiro lançou o sexto episódio do podcast “Municipal para você”, o tema desta edição foi o ballet “Don Quixote”. O apresentador Eric Herrero, diretor artístico do Theatro Municipal, teve como convidados um dos responsáveis pela concepção, remontagem e adaptação do espetáculo, Hélio Bejani e os bailarinos Marcia Jaqueline e Cícero Gomes, primeiros bailarinos do Theatro Municipal.
Conheça cada um dos convidados

HÉLIO BEJANI – REGENTE DO BTM
Graduado em Licenciatura em Dança pela UniverCidade. Ingressou para o ballet no Lyons Club de Piracicaba, trabalhou no Corpo de Baile Lina Penteado em Campinas, sob a direção artística de Addy Addor e Cleusa Fernandes. Diplomado Advanced pela Royal Academy of London. Ingressou no Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro como Solista e Bailarino Principal, foi assistente de direção e ensaiador na direção de Dalal Achcar. Foi Coordenador do BTM e do Corpo Artístico da OSTM. Dirigiu o BTM entre 2009 a 2013 e desde 2016 dirige a Escola Estadual de Dança Maria Olenewa

MÁRCIA JAQUELINE – PRIMEIRA BAILARINA TMRJ
Ingressou no corpo de baile do Theatro Municipal aos 14 anos. Em 2007 tornou-se Primeira Bailarina, dançando papéis principais em todos os espetáculos entre os quais destacam-se: Fada Açucarada e Rainha das Neves em O Quebra Nozes, Ninfa em Floresta Amazônica e Kitri em Don Quixote, todos de Dalal Aschcar, Odette e Odile em O Lago dos Cisnes de Yelena Pankova, Tatiana e Olga em Onegin e Julieta em Romeo e Julieta ambos de John Cranko, Swanilda em Coppélia de Enrique Martinez, Aurora em A Bela Adormecida de Jaroslav Slavick, Giselle em Giselle de Peter Wright, Lise em La Fille Mal Gardée de Frederick Ashton, Nikyia e Gamzatti em La Bayadère de Luíz Ortigosa, Carmem e L’arlesienne de Roland Petit. Em 2017 esteve no Ballet Landestheater de Salzburg, onde fez os papéis principais em Medea, Othello e Romeu e Julieta (Reginaldo Oliveira) e Cinderela (Peter Breuer). Desde 2019 é Embaixadora das sapatilhas russas Grishko.

CÍCERO GOMES – PRIMEIRO BAILARINO TMRJ
Formado pela Escola Estadual de Dança Maria Olenewa, estudou na Escola de Dança da Ópera de Viena (Áustria) e Elmhurst School for Dance (Birmingham Royal Ballet, Inglaterra). Ingressou no Ballet do Teatro Municipal em 2008 e, no mesmo ano, estreou como protagonista. Trabalhou com célebres nomes como Sérgio Lobato, Dalal Achcar, Maria Luísa Noronha, Mariza Estrella, Noêmia Edelman, Hélio Bejani, Marcelo Misailidis, Dennis Gray, Luigi Bonino, Marco Pierin, Boris Storjokov, Tatiana Leskova, Luís Ortigoza, Márcia Haydee, David Parsons, Cirryl Atanasof, Rose Muñoz, entre muitos outros. Em seu repertório estão obras consagradas de John Cranko, Roland Petit, Fokine, Nijinsky, Uwe Scholz, Marcia Haydee, Enrique Martinez, Vicente Nebrada, além de todo repertório clássico.
Podcast – Municipal Para Voçê
Episódio # 6 – Don Quixote
Apresentação: Eric Herrero.
Participação: Hélio Bejani, Marcia Jaqueline e Cícero Gomes.
Gravação e Edição: Fábio Aquino.
Roteiro: Eric Herrero, Anna Júlia Bernardo e Allex Lourenço.
Introdução: Allex Lourenço.
Ficha Técnica do Espetáculo:
Música Ludwig Minkus – Libreto Marius Petipa baseado no romance de Miguel de Cervantes.
Coreografia: Marius Petipa.
Solistas: Dias 14 e 22/12 – Márcia Jaqueline e Cícero Gomes, Dias 15 e 17/ 12 – Juliana Valadão e Alyson Trindade, Dias 16 e 18/12 – Marcella Borges e Filipe Moreira, Dia 20/12 – Manuela Roçado e Rodrigo Hermesmeyer, Dias 21 e 23/12 – Cláudia Mota e José Ailton.
Concepção, Remontagem e Adaptação: Hélio Bejani e Jorge Texeira.
Ensaiadores: Hélio Bejani, Jorge Texeira, Aurea Hammerli, Cristiane Quintan, Monica Barbosa, Priscila Albuquerque.
Figurino: Tania Agra e João Corrêa.
Cenografia: Pará Produções, Glauco Bernardi e Manoel Puoci.
Iluminação: Paulo Ornellas.
Diretor Artístico BTM: Hélio Bejani.
Maître convidado e ensaiador: Jorge Texeira.
Ballet e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
Regência: Jésus Figueiredo.
Diretor Artístico TMRJ: Eric Herrero.
Serviço:
Don Quixote – Ballet em 3 atos.
Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
Endereço: Praça Floriano, S/N – Centro.
Datas e Horários: 13/12 – 19h – ensaio aberto, 14, 15, 16, 17, 21, 22 e 23/12 – 19h, 18/12 – 17h, 20/12 – 14h (fechado para escolas).
Duração do Ballet: 2h – com 15 minutos de intervalo.
Classificação: Livre.
Lei de incentivo à cultura.
Apoio: Livraria da Travessa, Rádio MEC, Rádio SulAmérica Paradiso, Rádio Roquette Pinto – 94.1 FM.
Realização Institucional: Fundação Teatro Municipal, Associação dos Amigos do Teatro Municipal.
Postado por Daniel Bruschi em 02/jan/2023 -

“2016” é o nome do concerto multimídia, que estreou em Paris e Lisboa em 2019, e reúne obras musicais inéditas para piano, violino e violoncelo, da autoria de João Vasco, pianista erudito com vinte anos de carreira e um percurso assinalado em países de 4 continentes. O projeto foi contemplado pelo edital “Municipal em Cena” e conta com o apoio do Theatro Municipal, Secretaria de Cultura e Economia Criativa, Governo do Estado do Rio de Janeiro. Para cada obra musical, o pianista (e também videasta premiado) João Vasco, criou filmes inéditos que, em palco, dialogam com a performance musical.
Para além da influência de todo o repertório interpretado durante o seu percurso, que compreende os estilos musicais eruditos desde o Barroco até à contemporaneidade, João Vasco assume em ”2016” influências estéticas delineadas, entre elas o compositor Ryuichi Sakamoto que é marcadamente a principal, concretamente através do disco “1996”. Além deste, inspirou-se em obras de compositores como Schubert, Chopin, Stravinsky, Schnitke e Ligeti, minimalistas como Steve Reich e Philip Glass e também portugueses como Carrapatoso e Sassetti.
O projeto conta ainda com o apoio do Governo da República Portuguesa, através da Direção Geral das Artes (DG Artes)
Sobre o diretor artístico e autor
João Vasco é professor de piano na Escola de Música do Conservatório Nacional, divide-se entre os palcos, o ensino, a fotografia e o vídeo. Atuou em vários países na Europa, América do Norte e do Sul, África e Ásia, e nas salas e teatros mais importantes em Portugal. Além de outros projetos que tem apresentado em vários países, é também autor e intérprete do CD “Alémfado”, para piano – solo; o DVD “Tocando Portugal” do trio Rumos Ensemble; o CD “2016”, que é o seu primeiro trabalho como compositor e intérprete, para trio com piano; o CD “20Fingers – de Mozart a Chico Buarque, com o pianista Eduardo Jordão.
Durante o confinamento de 2020 compôs o seu primeiro concerto para piano e orquestra, que estreou no último ano.
É diplomado pelo Conservatório Nacional de Lisboa (prof. António Toscano) licenciado pela ESML (prof. Miguel Henriques) e Mestre em Artes Musicais pela Universidade Nova de Lisboa. Como designer gráfico, fotógrafo e videasta atua com instituições culturais e músicos portugueses. Desde 2010 coordena o departamento de imagem da Escola Artística de Música do Conservatório Nacional (EMCN). Em 2014 realizou o curta metragem “A Carruagem”, indicada no 9º Concurso do Inatel, apresentada no “Shortfilm Corner” em Cannes e vencedora do “Grand Prix Cinerail” em Paris. Em 2017 realizou a curta metragem documental “O Entalhador ou A Oficina Mais Bela do Mundo” seleccionado para festivais de cinema na América e Europa e transmitido em países de quatro continentes, tendo ganho o prémio do público na 18ª edição do “Lucania Film Festival” no sul de Itália. O seu último filme “111 671 – Balada para um piano” é uma longa metragem documental já selecionado e chancelado em Festivais Internacionais de Cinema.
Sobre a produção
Fabrício Chianello é formado ator pela escola de Teatro Vila Lobos, no Rio de Janeiro, e Publicitário pela UNESA. Atua no segmento cultural desde 2006, tendo produzido os mais diversos artistas e espetáculos teatrais. No segmento publicitário, chefiou a parte de marketing do Teatro da Associação Médica Fluminense (UNIMED), tendo realizado as mais diversas ações junto a empresas como Porto Seguro Seguradora, Unimed, O Globo, TVA, Leroy Merlin. Além das empresas no segmento publicitário, nas leis de incentivo a cultura, já atuou com promoção e relacionamento junto a Transpetro/BR, State Grid Holding S.A., SESI Nacional e CEMIG/MG. Foi o último Produtor do ator Pedro Paulo Rangel, falecido em 2022, e com quem circulou por cidades brasileiras o espetáculo “O Ator e o Lobo”. Produziu os espetáculos “Parabéns Sr. Presidente” com Danielle Winits e Christine Fernandes; “Em Casa a Gente Conversa” com Cássio Reis e Juliana Knust e atualmente circula com o espetáculo “Autobiorgrafia Autorizada” com o ator Paulo Betti. Com mais de cem espetáculos na carreira, o produtor também realiza e idealiza eventos culturais, como foi o caso do projeto “Vem Pra Brasil”, lançado em 2022 na cidade de Foz do Iguaçu, idealizado pelo profissional.
SERVIÇO
2016
Concerto Multimídia
Elenco Fernando Costa, João Vasco e Pedro Lopes
Produção: Fabrício Chianello
Dia 10 de fevereiro às 19h
Entrada franca
Ingressos: http://theatromunicipal.rj.gov.br/
Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Sala Assyrio
Praça Floriano S/N
Lotação 300 lugares
Classificação etária: 10 anos
Realização: Espaço Carioca, Smille Produções Artísticas e Ymbu Entretenimento
Contato para entrevistas: (21) 99116-0478 – Fabrício Chianello
Postado por Daniel Bruschi em 01/jan/2023 -
O espetáculo “Entrecruzos” se apresenta gratuitamente no Salão Assyrio, nos dias 26, 27 e 28 de janeiro, sempre às 18h. A montagem, escrita e encenada por Lau Mollica e Carolina Bezerra, com direção de Catia Costa, parte de uma distopia para abordar temas como violência contra mulher, diversidade e relações inter-raciais.
Na trama, Ayla e Kehinde vivem no Brasil de 2300. As fiadoras do destino recebem uma missão da grande mãe: reprogramar a história de Leo e Swalea, duas jovens que nasceram em Moçambique em 1942. Viajando no tempo e no espaço, as duas se lançam nas encruzilhadas da vida para tentar impedir que um abuso sexual aconteça.
O embrião começou em 2015 quando Lau Mollica esboçou um texto a partir de um sonho que a visitava quase toda as noites: uma menina negra que confidenciava um abuso sexual. “Eu lembro da roupa que a criança estava usando, um pulôver rosa. Lembro também que subíamos juntas uma escada até que ela me mostrava um cômodo e, sem precisar dizer uma palavra, eu entendi que ela havia sofrido um abuso”, afirma Lau.
Em 2019 o esboço deste texto se transformou em “Limbo”, uma cena de 20 minutos apresentada em um evento de celebração ao Dia Internacional dos Direitos Humanos. Neste mesmo ano Lau se junta a Carolina com a missão de desdobrar essa cena em um espetáculo. Durante o processo, as duas descobriram como as escritas atuais de Carolina se assemelhavam aos primeiros rascunhos confeccionados por Lau em 2015. Assim, as duas foram entendendo que poderiam criar uma história que atravessasse o tempo-espaço, dialogando com o passado, o presente e o futuro ao mesmo tempo. Cartas de Tarô e oráculos também serviram de estímulos para a dramaturgia.
“Esse processo foi de muito amadurecimento, descobertas e aprendizado. Trazer à superfície temas delicados mexem nas estruturas da equipe como um todo”, relata Carolina.
“Entrecruzos” conta com o patrocínio da Prefeitura da cidade do Rio de Janeiro, através do Fomento à Cultura Carioca (FOCA), da Secretaria Municipal de Cultura e do edital Municipal em Cena do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa e Fundação Teatro Municipal FTM/RJ.
SERVIÇO:
Entrecruzos
Theatro Municipal do Rio de Janeiro (Salão Assyrio)
Quando: 26, 27 e 28 de janeiro de 2023
Dia/hora: Quinta, sexta e sábado, às 18h
Endereço: Praça Floriano, S/N – Centro,
Ingresso: gratuito
Duração: 90 minutos
Faixa etária: 14 anos
Gênero: dança/teatro
Instagram: @entrecruzos
Ficha Técnica
Texto: Lau Mollica e Carolina Bezerra
Diretora artística: Catia Costa
Elenco: Lau Mollica e Carolina Bezerra
Músicos: Laura Gabriela, Tauã de Lorena, Geiza Carvalho
Direção musical: Laura Gabriela, Tauã de Lorena
Trilha sonora original: Laura Gabriela, Tauã de Lorena, Geiza Carvalho
Canções originais: Lau Mollica e Stella Matsombe
Assistente de direção: Luísa Logun
Iluminação: Nina Balbi
Cenário: Tarso Gentil
Figurinos: Carolina Bezerra e Mirely de Jesus
Direção de Movimento, preparação corporal e coreografias: Elton Sacramento
Coreografias: Ludmilla Almeida
Consultoria Espiritual: Iya Gelisa – Ilê Aşé Omi Tò Ojú Obá
Fotógrafo: Benoit Fournier
Visagismo e maquiagem – sessão de fotos: Syl Oliveira e Fernanda Vieira
Designer Gráfico e Programação Visual: André Mello
Marketing e Design Gráfico Mídias Sociais: Liana Martins Israel
Assessoria de Imprensa: Lyvia Rodrigues (Aquela que Divulga)
Direção de Produção: Joana D’Aguiar
Assistente de Produção: André Mello
Produção: Sopro Escritório de Cultura
Realização: Leoninna
Postado por Daniel Bruschi em 01/jan/2023 -

Para comemorar o Dia Internacional das Mulheres, a boa dica é o concerto “De mulher para mulher”, com a participação de Maria Gadu, no icônico Theatro Municipal do Rio de Janeiro, no próximo dia 6/3 (segunda-feira), 19h, e ingressos a preços populares: a R$ 2 e R$ 1 (meia entrada). No palco, 45 meninas, com idades entre 10 e 20 anos, que integram a Orquestra Sinfônica Juvenil Chiquinha Gonzaga, sob regência de Priscila Bomfim e com patrocínio do Santander.
As jovens instrumentistas, todas estudantes da rede pública de ensino do Estado do Rio de Janeiro, se apresentam tocando instrumentos como violino, viola, violoncelo, contrabaixo acústico, flauta transversal, clarineta, trompete, trombone, trompa, fagote e percussão. No repertório, verdadeiros clássicos nacionais como “Abre Alas” (Chiquinha Gonzaga); “Maria, Maria” (Milton Nascimento); “Garota de Ipanema” (Tom Jobim); “Asa Branca” (Luiz Gonzaga); “Ne Me Quitte Pas” (Jacques Brel), “Shimbalaiê” (Maria Gadu), entre outros.
E vale lembrar que se hoje esse é também um espaço ocupado pelas mulheres, boa parte desta conquista é fruto da luta de representantes femininas que batalharam muito para se impor profissionalmente. Um destes nomes de destaque é justamente o de Chiquinha Gonzaga, pianista, compositora e maestrina que, por sua atuação corajosa e de excelência, representou um marco na música brasileira. E hoje batiza o nome da Orquestra Sinfônica que se apresentará neste dia 6/3 no Theatro Municipal fluminense. Primeira mulher a reger uma orquestra no Brasil, Chiquinha Gonzaga sofreu todo tipo de preconceito, mas transformou a sua música como instrumento de voz, liberdade e oportunidade.
Essa programação que celebra o Dia Internacional das Mulheres – data que marca a luta global pelo direito das mulheres – no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, com a OSJCG e participação especial de Maria Gadu, tem patrocínio do Santander; Santander Seguros e Previdência; Petrogal Brasil, Joint Venture Galp/Sinopec; Ministério da Cultura e Governo Federal. Tem apoio institucional da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro e Fundação Theatro Municipal do Rio de Janeiro. O apoio é da Secretaria da Mulher e Governo do Estado do Rio de Janeiro.
Turnê internacional
A Orquestra Sinfônica Juvenil Chiquinha Gonzaga realizou, em novembro do ano passado, a sua primeira turnê internacional, passando por dois países da Europa: Portugal e Espanha. Trinta alunas, acompanhadas da maestra Priscila Bomfim, desembarcaram em solos internacionais para concertos em Cascais, Braga, em Portugal, e em Madrid, na Espanha, levando a música brasileira para os palcos. A turnê fez parte das comemorações pelo Bicentenário da Independência do Brasil e teve patrocínio do Santander e Santander Seguros e Previdência, além do apoio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro.

Sobre a OSJCG
Com o intuito de ampliar a representatividade e a diversidade das instrumentistas femininas, a Orquestra Sinfônica Juvenil Chiquinha Gonzaga nasce em 2021 através da parceria de patrocínio do Santander e Santander Seguros e Previdência, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. O grupo é formado exclusivamente por meninas – crianças e jovens, alunas da rede pública de ensino do Rio de Janeiro. Sob a batuta da regente Priscila Bomfim, o grupo, com 45 integrantes, estreou em junho de 2021 em um concerto que teve participação especial da cantora Elba Ramalho. De lá pra cá, as integrantes já passaram por palcos como Teatro Imperator, Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Casa França-Brasil, entre outros locais do Brasil e Europa.
“A Orquestra Sinfônica Juvenil Chiquinha Gonzaga nasceu com o objetivo de mostrar a importância da representatividade da mulher em diversas áreas, inclusive da área musical. Essa orquestra tem meninas ainda tão jovens, mas sedentas por conhecimento e aprendizado. Vamos mostrar a todos a sua capacidade musical e artística, por isso é um privilégio muito grande trabalhar com esse grupo”, comenta Priscila Bomfim, maestrina convidada da orquestra.
REPERTÓRIO
Abre Alas – Chiquinha Gonzaga (Arranjo: Anderson Alves)
Maria, Maria – Milton Nascimento (Arranjo: Mateus Araújo)
Garota de Ipanema – Tom Jobim (Elmir Deodato)
Forrobodó – Chiquinha Gonzaga (Arranjo: Vinícius Louzada)
Que Nem Jiló – Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira (Arranjo: Aline Falcão)
Tico-tico no fubá – Zequinha de Abreu (Arranjo: Vinicius Louzada)
Asa Branca – Luiz Gonzaga (Arranjo: Agatha Lima)
Feira de Mangaio – Sivuca (Arranjo: Vinícius Louzada)
Participação: Maria Gadu
Bela Flor – Maria Gadu
Tudo Diferente – André Carvalho
Ne Me Quitte Pas – Jacques Brel
Quase Sem Querer – Renato Russo/Renato Rocha/Dado Villa-Lobos
Shimbalaiê – Maria Gadu
SERVIÇO
CONCERTO ‘DE MULHER PARA MULHER’ – em comemoração ao Dia Internacional das Mulheres
Com a Orquestra Sinfônica Juvenil Chiquinha Gonzaga
Instrumentos – Violino, viola, violoncelo, contrabaixo acústico, flauta transversal, clarineta,
trompete, trombone, trompa, fagote e percussão
Participação especial: Maria Gadu
DIA 6/3 – 19h
Regente: Priscila Bomfim
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Praça Floriano, S/N – Centro, Rio de Janeiro
Telefone: (21) 2332-9191
2.361 lugares
Classificação Livre
Ingressos: a R$ 2 e R$1 (meia entrada)
Ingressos pelo link:
https://theatromunicipalrj.eleventickets.com/#!/apresentacao/e746fc0d72b2d1a7af2a9d5b51
Patrocínio:
Santander
Santander Seguros e Previdência
Petrogal Brasil, Joint Venture Galp/Sinopec
Ministério da Cultura e Governo Federal
Apoio institucional:
Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, Fundação Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Apoio:
Secretaria da Mulher e Governo do Estado do Rio de Janeiro
Assessoria de imprensa Orquestra Sinfônica Juvenil Chiquinha Gonzaga
pgramado@gmail.com – 21 97947-7777
Assessoria de imprensa Santander (Cultura e Patrocínios)
Marra Comunicação
Vinícius Oliveira: vinicius@paulomarra.com.br – 11 95946-2063
Isabella Fonte: isabella@paulomarra.com.br – 11 99329-4056
Paulo Marra: marracomunica@gmail.com – 11 99255-3149
Redação: redacao@paulomarra.com.br – 11 3258-4780