Postado por Allex Lourenço em 01/abr/2023 -
O Quarteto Atlântico chega ao Salão Assyrio, no domingo, dia 30 de abril, às 11h, para apresentar um repertório focado na pesquisa e execução de obras de compositores brasileiros e latino-americanos, inclusive estreando e gravando peças de compositores atuais, muitas delas dedicadas especialmente ao grupo. O Quarteto formado por Bruno Valente (Cello), Ivan Scheinvar (Violino), Thiago Teixeira (Violino) e Luiz Felipe Ferreira (Viola), também trabalha e executa o rico repertório tradicional para quartetos de cordas. Completando uma década de existência em 2023, o grupo apresenta uma grande afinidade artística e musical entre os integrantes que, por sua vez, individualmente também se destacam no cenário da música, com extensa experiência em recitais individuais, em outros pequenos grupos, nas principais orquestras do estado e inclusive como solistas de nível nacional.

O grupo conta, em seu currículo, com premiações importantes em competições destacadas no Brasil, tais como: Vencedor do Concurso de Música de Câmara da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro; Menção Honrosa no Concurso Internacional de Música de Câmara do Festival Villa-Lobos e Vencedor da categoria “Jovens Talentos” do edital BNDES.
O Quarteto Atlântico tem se apresentado nas principais salas de concerto do Rio de Janeiro como: Theatro Municipal do Rio de Janeiro; Cidade das Artes; Espaço Cultural BNDES; Centro Cultural da Justiça Federal, dentre tantas outras. Além disso, se apresentou em outras cidades e estados do país e, por fim, o mais importante: no começo de 2023 foi convidado para integrar a programação de um projeto em Berlim, Alemanha, tocando em uma das principais salas de concerto do mundo, a Sala Filarmônica de Berlim.

Serviço:
Música no Assyrio – Quarteto Atlântico
Data: 30 de abril (domingo)
Horário: 11h
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Centro
Entrada pelo Boulevard da Treze de Maio
Preços populares: R$20,00 (inteira) e R$10,00 (meia – entrada)
na bilheteria do Theatro
Classificação: Livre
Duração: 50 minutos
Assessoria de Imprensa TMRJ:
Cláudia Tisato – tisato.cultura@gmail.com
Assessor Chefe de Comunicação TMRJ
Felipe Gelani – gelani.tmrj@gmail.com
Postado por Daniel Bruschi em 01/abr/2023 -

A mais antiga instituição de dança clássica do país está de aniversário. São 96 anos proporcionando uma formação reconhecida no Brasil a milhares de alunas que já passaram pela Escola Estadual de Dança Maria Olenewa como as primeiras bailarinas do Theatro Municipal Márcia Jaqueline, Claudia Mota, Juliana Valadão, Nora Esteves, o primeiro bailarino Cícero Gomes, além de tantos outros importantes representantes da dança nacional e internacional: Márcia Haydée, Dennis Gray, Eleonora Oliosi, Irene Orazem, Aurea Hammerli e a primeira bailarina negra do Municipal, Mercedes Baptista. Até hoje, a formação dos alunos é gratuita e a Escola, conta com um currículo bem abrangente de matérias como Dança Caráter, Repertório, Pas de Deux, Composição, Dança Contemporânea, Música, História da Arte, História da Dança, Terminologia, Comportamento e Atitude profissional.
Depois de nove anos completamente envolvida com o mundo da dança, a estudante de balé chega a graduação e, a partir daí, está pronta para o mercado de trabalho. Atualmente, a EEDMO possui aproximadamente 300 alunas.

Sobre Maria Olenewa
A bailarina russa estreou na Ópera de Zemin, logo após ingressou na Cia de Anna Pavlova onde se tornou primeira bailarina. Contratada por Leonide Massine, excursionou por diversos países da América do Sul, tendo se apresentado no Brasil em 1921. No Brasil, estabeleceu-se em 1927, fundando a primeira escola profissionalizante de ballet: A Escola de Danças Clássicas do Theatro Municipal do Rio de Janeiro (atual EEDMO), oficializada em 1931. Assim, uma geração pioneira de bailarinos foi formada, tornando possível a criação do Corpo de Baile do Theatro Municipal, em 1936. Maria Olenewa deixou o Rio de Janeiro em 1943 para assumir o cargo de diretora da Escola Municipal de Bailados em São Paulo. No Rio de Janeiro, a Escola de Danças Clássicas do Theatro Municipal recebeu seu nome em 1982, tornando-se: Escola Estadual de Dança Maria Olenewa. Sua biografia integra a série memória do Theatro Municipal – lançada em 2001 – Maria Olenewa: a sacerdotisa do ritmo, de Adriana Pavlova.

A dança também toma conta do Theatro Municipal na sexta-feira, dia 28 de abril, em única apresentação gratuita, no Salão Assyrio, com o espetáculo da Márcia Milhazes Companhia de Dança. Depois de ser selecionado no edital Municipal em Cena, Paz e Amor II revela dois solos que se entrelaçam e se comunicam para falar da alma humana. É uma declaração de amor, esperança no outro e liberdade para um mundo mais sensível. O espetáculo contará com a presença da pianista japonesa Yuka Shimizu.
E para completar a comemoração, a Cia. Bemo, Companhia formada por alunos e ex-alunos da Escola Estadual de Dança Maria Olenewa vai apresentar “Ballet Suites: Paquita e Raymonda”, dois clássicos do ballet de repertório, nos dias 6 de maio, sábado, às 19h e 7 de maio, domingo, às 17h, no palco principal do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Ingressos à venda através do site (theatromunicipal.rj.gov.br) e na Bilheteria do Theatro.
“Com este novo espetáculo, da Cia. BEMO, encerramos as comemorações dos 96 anos da nossa EEDMO, sempre acreditando que novos tempos virão e com isso novas possibilidades para seguirmos firmes no propósito de nos utilizarmos da nossa arte, o Ballet, como ferramenta para educar” – conclui Hélio Bejani, Diretor da EEDMO e do Ballet do Theatro Municipal.
Assessoria de Imprensa TMRJ:
Assessor Chefe de Comunicação TMRJ
Postado por Daniel Bruschi em 01/abr/2023 -

O Música no Assyrio traz uma nova atração musical no próximo domingo, dia 7 de maio. É o grupo Tango Revirado que une a tradição do tango, da milonga e da valsa, ao Tango Novo, de Astor Piazzolla. Formado pelo argentino Martin Lima (bandoneon), o uruguaio Fecundo Estefanell (baixo) e o brasileiro Marcio Sanchez (violino), o concerto com duração de uma hora, vai criar toda a atmosfera dos bailes portenhos.
O maestro argentino Martín Lima fez parte de diversas orquestras típicas de Buenos Aires. Atuou como solista com a Banda Sinfônica de São Paulo para o espetáculo “O tango e suas histórias”, no MASP. Integrou as Companhias Tango e Paixão, Argentango de São Paulo, El Abrazo Tango, de Minas Gerais, entre outras. Atualmente, coordena o Trio Revirado que participou de Festivais como o |ll Congresso Brasileiro de Tango e o Festival Rio Tango, em 2016 e 2019, na cidade do Rio de Janeiro.
Considerado um dos mais importantes artistas da área músico-dramática, Márcio Sanchez participou da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP) e Orquestra Mercosul (Argentina), como spalla. É violinista nas orquestras do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Petrobras Sinfônica e fundador da Johann Sebastian Rio. Especializou-se na Academia Franz Lizst, em Budapeste. Como camerista, excursionou em turnês pela Europa, EUA, México, Argentina e Brasil.
Facundo Estelanell, contrabaixista uruguaio, pesquisa a música erudita, tango, candombe e destaca-se como compositor e instrumentista na cena do Jazz do Rio de Janeiro. Foi primeiro contrabaixo na Orquestra Sinfônica Cesgranrio e pertenceu à Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro (OSTM) e YOA, Orquestra Sinfônica das Américas, fazendo turnê pela Alemanha, Espanha, França e Canadá. Participou ainda da Orquestra Sinfônica do Sodre, de Montevideo.
Serviço:
Música no Assyrio – Tango Revirado
Data: 7 de maio (domingo)
Horário: 11h
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Centro
Entrada pelo Boulevard da Treze de Maio
Preços populares: R$20,00 (inteira) e R$10,00 (meia – entrada)
na bilheteria do Theatro
Classificação: Livre
Duração: 60 minutos
Assessoria de Imprensa TMRJ:
Cláudia Tisato – tisato.cultura@gmail.com
Assessor Chefe de Comunicação TMRJ
Felipe Gelani – gelani.tmrj@gmail.com
Postado por Daniel Bruschi em 29/mar/2023 -
A Orquestra Sinfônica Jovem Fluminense se apresenta no icônico Theatro Municipal para o concerto “Pixinguinha Sinfônico”, em homenagem ao Dia Nacional do Choro. A apresentação será no próximo dia 24/4, segunda-feira, às 19h, com obras do mestre Pixinguinha no repertório. Serão 54 músicos com idades entre 18 e 22 anos, todos alunos da rede pública de ensino do Estado do Rio de Janeiro, no palco, nesta programação que terá as participações especiais da flautista Aline Silveira e do bandolinista Bruno Rian, solitas, professores, pesquisadores e com carreiras consagradas neste ritmo musical. Os ingressos têm preços populares: R$ 2 e R$ 1 (meia-entrada).
Os integrantes da Orquestra Sinfônica Jovem Fluminense, sob a batuta do maestro Anderson Alves, tocarão instrumentos como violino, viola, violoncelo, contrabaixo acústico, flauta transversal, clarineta, trompete, trombone, trompa, fagote e percussão. O grupo faz parte do projeto sociocultural Geração de Sons, que tem como meta formar novos jovens músicos para transformar suas vidas, e de seus familiares, a partir do reconhecimento de oportunidades e acesso à cultura do país.
Eles recebem aulas de formação gratuitamente, acesso a todos os instrumentos e também a infraestrutura adequada para ensaios, viagens e apresentações diversas. A orquestra tem patrocínio da CAIXA e Governo Federal, além de apoio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro e Fundação Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
REPERTÓRIO
PIXINGUINHA SINFÔNICO
ORQUESTRA SINFÔNICA JOVEM FLUMINENSE
Aline Silveira (flauta), Bruno Rian (bandolim) Direção musical e regência: Anderson Alves
PROGRAMA
Anderson Alves | Pixinguinha – Suíte Pixinguinha (I – Uma Rosa para Glória)
Pixinguinha | Adap: Anderson Alves – PULA SAPO
Pixinguinha | Vinícius de Moraes | Adap: Anderson Alves – LAMENTOS
Patápio Silva | Orq: Anderson Alves – SONHO (para flauta e orquestra)
Jacob do Bandolim | Arr: Anderson Alves – O VÔO DA MOSCA (para bandolim e orquestra)
Pixinguinha | Arr: Anderson Alves – Suíte Pixinguinha (II – Os Oito Batutas) Anderson Alves | Pixinguinha – Suíte Pixinguinha (IV – Segura Seu Lourenço), para flauta, bandolim e orquestra
Jacob do Bandolim | Arr: Anderson Alves – SANTA MORENA
Pixinguinha | Adap: Anderson Alves – CERCANDO O FRANGO
Pixinguinha | Adap: Anderson Alves – QUEM É VOCÊ?
Anderson Alves | Pixinguinha – Suíte Pixinguinha (V – Ainda me Recordo)
Sobre a ORQUESTRA SINFÔNICA JOVEM FLUMINENSE
A orquestra é formada por alunos da rede pública de ensino do Rio de Janeiro, com idades entre 18 e 22 anos e parte do programa sociocultural Geração de Sons, que tem patrocínio da CAIXA. Eles integram polos de estudos em diversos bairros da cidade, como em Santa Cruz e em Duque de Caxias. A orquestra, com jovens entre dezoito e vinte e dois anos, tem como objetivo fortalecer e proporcionar a experiência dos jovens para o mundo do trabalho, prepará-los para as universidades, orquestras profissionais e bandas militares. A parceria oferece, para estas crianças e jovens, aulas gratuitas de formação musical em violino, viola, violoncelo, trompa, trombone, trompete, tuba, clarineta, contrabaixo acústico, flauta doce, flauta transversal, percussão e canto e coral.
Um caminho para a conquista de representatividade social para todos os envolvidos, e já muito além do sonho, com a formação da OSJF e sua estreia no dia 23 de agosto, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, com a participação mais que especial do cantor e compositor, João Bosco. Além da apresentação no dia 29 de agosto pela celebração do Dia Mundial da Juventude, realizada pelos grupos musicais formados pelo polo de estudos do projeto no bairro de Santa Cruz e concertos realizados em celebração ao Bicentenário da Independência.
SERVIÇO
Pixinguinha Sinfônico – Concerto em Comemoração ao Dia do Choro
Dia 24/4/2023
19h
Com a Orquestra Sinfônica Jovem Fluminense
Maestro – Anderson Alves
PATROCÍNIO:
Patrocínio: CAIXA e Governo Federal
Apoio: Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro e Fundação Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Praça Floriano, S/N – Centro, Rio de Janeiro
Telefone: (21) 2332-9191
Capacidade – 2.361 lugares
Classificação Livre
Ingressos – R$2 e R$1 (meia-entrada)
FOTOS
Download pelo link: https://we.tl/t-z2J0BMdnkc
Sobre os convidados solistas
Aline Silveira é flautista, professora e pesquisadora. Estudou com grandes nomes da música como Odette Ernest Dias, Altamiro Carrilho, Nelson Nilo Hack e Adamo Prince. Solou com a Orquestra de Câmara Pró-Música e Orquestra de Jazz Pró-Música. Gravou Cds com gêneros e repertórios diferenciados. Tem tocado, ao longo de sua trajetória musical, em duos, trios, orquestras de câmara, quartetos de sopro, grupos de choro e peças teatrais em Minas Gerais e Rio de Janeiro. Foi atriz e musicista do Grupo de Teatro Art-Vida, fundado e dirigido por Guaraci Silveira, em Juiz de Fora. Foi professora e coordenadora, durante seis anos, de um potente Projeto de Educação Musical na cidade de Paraty intitulado Educanção. Mestre em música pela Escola de Música UFRJ e doutora em educação pela PUC-Rio, atualmente é coordenadora geral dos Cursos de Extensão em música da Escola de Música da UFRJ e professora no curso de especialização em educação infantil da PUC-Rio, dando aulas especialmente na temática da educação musical e infância. Atualmente integra os grupos musicais ESPEM – Espaço e Palco Música, Viver com Yiddish, Conjunto de Choro Sarau e Sexteto Reviravolta.
Bruno Rian é bandolinista, professor e pesquisador. Tem uma vasta carreira no mundo do choro brasileiro, tendo realizado centenas de shows e várias gravações de CDs. É membro fundador do Conjunto de Choro Sarau e conselheiro do Instituto Jacob do Bandolim. Participou da gravação de diversos Cds de choro e de outros com gêneros e repertórios diferenciados. Trabalhou, dando aulas de bandolim, no projeto social Acordes da Vila, projeto de educação musical – Educanção – na cidade de Paraty, na Escola de música Vila Lobinhos e outros. Tem tocado, ao longo de sua trajetória musical, ao lado de ícones da música brasileira, como seu pai, Déo Rian, Altamiro Carrilho, Silvério Pontes, Zé da Velha, Paulinho da Viola, Conjunto Época de Ouro, Regional Imperial, dentre inúmeros outros. Atualmente integra os grupos musicais Conjunto de Choro Sarau, ESPEM – Espaço e Palco Música, Viver com Yiddish e Sexteto Reviravolta.
Postado por Daniel Bruschi em 29/mar/2023 -

Um Concerto Sinfônico em homenagem a um dos maiores gênios da música erudita, Tchaikovsky, que completa 130 anos de falecimento, é o ponto de partida da Série Celebrações do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Com realização AATM e patrocínio Ouro Petrobras, a Série chega aos palcos com uma grande novidade: no dia 20 de abril, quinta-feira, às 12h, a estreia será com o projeto Municipal ao Meio-Dia, que acontecerá em horário alternativo, a preços bem populares: R$2,00 (dois reais). No dia 22 (sábado), o Concerto acontecerá às 17h, dentro da programação habitual do Theatro.
O Concerto para violino em Ré Maior, Opus 35 e Concerto para piano nº 1 em si bemol menor, Opus 23, serão executados pela Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal junto com os solistas Ricardo Amado (violinista/spalla) e Alvaro Siviero (pianista). A regência será de Felipe Prazeres, maestro titular da OSTM.
“Com o espetáculo em homenagem a Tchaikovsky, o Theatro Municipal tem a oportunidade de inaugurar o projeto Municipal ao Meio-Dia, que oferece ingressos a apenas R$2. É mais um passo que damos rumo à democratização de acesso ao Theatro, aproximando o carioca dessa instituição centenária”, afirmou Clara Paulino, presidente da Fundação Theatro Municipal.
“O Concerto n.1 para piano e orquestra de Tchaikovsky é, dentro do repertório pianístico, dos mais celebrados. Grandes passagens virtuosísticas do piano caminham de mãos dadas com uma orquestração riquíssima, que resvala o celestial. Esse concerto, em especial, pede ao solista uma entrega ainda mais plena, devido ao forte caráter fortemente romântico da obra. Todas as vezes que o interpreto revigoro minha vida como músico. Tenho a certeza, assim espero, que os presentes também saiam desta apresentação renovados, revigorados, transformados. Essa é a finalidade da boa música” – afirma o pianista Álvaro Siviero.

Sobre Álvaro Siviero
O paulistano Alvaro Siviero é um apaixonado pelo piano, acumulando passagens por países como Alemanha, Portugal, Itália, USA, República Tcheca, Emirados Árabes, Áustria, Polônia, França, Inglaterra, Suíça, Argentina, Chile, Equador, África do Sul, Ilhas Maurício, Ilhas Reunião, Holanda, Espanha, Uruguai e Peru, apresentando-se em turnês com a London Festival Orchestra, Budapest Chamber Orchestra, Russian Virtuosi of Europe, The City of Prague Philharmonic Orchestra, Orquestra Académica de Madrid, Polska Filharmonia Baltycka, Sinfonia Rotterdam, Wiener Kammersymphonie, Orquesta Sinfónica de Loja, Cape Town Philharmonic Orchestra, Salzburg Chamber Soloists e I Musici de Montreal, além de ser solista convidado de diversas orquestras brasileiras, tais como a Orquestra Sinfônica Brasileira, Sinfônica de Brasília, Sinfônica de Goiânia, Sinfônica do Paraná, Sinfônica de Sergipe, Sinfônica de Santos, Sinfônica de Campinas, entre outras. Siviero foi o primeiro brasileiro a participar do curso de imersão na obra de Beethoven na Casa Orfeo-Fondazione Wilhelm Kempff, em Positano. Em 2007, realizou recital particular ao Papa Bento XVI, em Aparecida, São Paulo, quando da visita do Romano Pontífice ao Brasil. Em 2009, foi o artista que representou o Brasil no histórico Encontro Mundial de Artistas, celebrado na Capela Sistina, em Roma. Em 2011, em Maiorca, realizou o recital oficial de reabertura do verdadeiro local onde Chopin residiu na Cartoixa de Valldemossa. Especializado em multiculturalidade pelo Lesley College (Cambridge), graduado em Física pela Universidade de São Paulo e autor de blog sobre música clássica no jornal O Estado de São Paulo, Siviero recebeu a Comenda da Ordem do Mérito Cultural Carlos Gomes como reconhecimento por sua incansável dedicação à cultura e pelos serviços culturais prestados.


Sobre Ricardo Amado
Ricardo Amado é Natural de Uberlândia MG, iniciou seus estudos com os professores Micheli Virno, Klemes César Pires e Jurandy Poty Maurício. Posteriormente graduou-se em Licenciatura em Música na UnB – Universidade de Brasília, e paralelamente, continuou seus estudos com o Prof. Nicolas Merat. A partir de 1987 foi aceito e é aluno do Prof. Paulo Bosisio, concluindo o Bacharelado com o Prof. Paulo Bosisio na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO. Em 1989, foi vencedor do Concurso Nacional de Piracicaba e ainda no mesmo ano, obteve o primeiro prêmio e a designação de “Melhor Intérprete de Música Brasileira”, no Concurso Nacional para Instrumentistas de Cordas de Juiz de Fora. Conquistou também o primeiro prêmio no concurso “W. A. Mozart”, realizado pela Orquestra de Câmara da USP, em 1991. Já se apresentou como solista de diversas orquestras, dentre elas, a Orquestra Sinfônica Brasileira e a Orquestra Sinfônica Nacional, Orquestra Filarmônica do Espírito Santo, Orquestra Experimental de Ouro Preto, Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro com os maestros : Isaac Karabtchevsky, Carlos Moreno, Felipe Prazeres, David Machado, Roberto Duarte, Nelson Nilo Hack, Sílvio Viegas, Rodrigo Toffolo, Sílvio Barbato, Helder Trefzger, Carlos Prazeres , dentre outros grandes maestros. É spalla da Orquestra Petrobras Sinfônica desde junho de 2013, onde foi aprovado em concurso público em 2011, também é spalla do Theatro Municipal do Rio de Janeiro desde 2002, vem desenvolvendo um trabalho na divulgação da música de câmara brasileira como a gravação da integral das sonatas de Villa-Lobos junto ao pianista Flávio Augusto lançada pela Academia Brasileira de Música, com o Trio Aquarius, juntos desde 1991 e também em turnê com o Quarteto Atlas, em julho de 2018, pelas salas de concerto da Itália e Áustria, sempre divulgando a música brasileira juntamente com outros grandes compositores.
Ficha Técnica:
Solistas: Ricardo Amado – violino / Álvaro Siviero – Piano
Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal (OSTM)
Regente: Felipe Prazeres
Direção artística Theatro Municipal: Eric Herrero
Serviço:
Concerto Sinfônico – Série Celebrações
P.i. Tchaikovsky – 130 anos de falecimento
Concerto para violino em Ré Maior, Opus 35
Concerto para piano, Opus 23
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Endereço: Praça Floriano, s/nº – Centro
Classificação: Livre
Haverá uma palestra gratuita antes de cada espetáculo.
Palestra do dia 20 de abril, 11h45, na Sala de Espetáculos
Uma Conversa sobre Tchaikovsky
Com Eric Herrero e Antonella Pareschi,
Palestra do dia 22 de abril, 16h, no Salão Assyrio
Tchaikovsky e o brilho da orquestração
Com Priscila Bomfim e Álvaro Siviero
Mediação Jayme Chaves
Dia 20 – pré-estreia às 12h (ingressos a R$2,00) – Municipal ao Meio-Dia
Dia 22 – às 17h (preços da tabela)
Preços dos ingressos:
Frisas e Camarotes – R$60,00 (ingresso individual) ou R$360,00 (6 lugares)
Plateia e Balcão Nobre – R$40,00
Balcão Superior – R$30,00
Balcão Superior Lateral – R$30,00
Galeria Central – R$15,00
Galeria Lateral – R$15,00
Ingressos à venda através do site theatromunicipal.rj.gov.br (https://theatromunicipalrj.eleventickets.com/#!/evento/425b777d1fc9fe47c28a8795c6a2255f7ee615f2) ou na Bilheteria do Theatro
Lei de incentivo à cultura
Patrocínio Ouro Petrobras
Apoio: Livraria da Travessa, Rádio MEC, Rádio SulAmérica Paradiso, Rádio Roquette Pinto – 94.1 FM
Realização Institucional: Fundação Teatro Municipal, Associação dos Amigos do Teatro Municipal
Realização: Secretaria de Cultura e Economia Criativa, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Petrobras, por meio do programa Petrobras Cultural, Governo Federal.
Postado por Daniel Bruschi em 22/mar/2023 -

Com um repertório extenso e obras que abrangem todos os períodos da música ocidental, desde as mais tradicionais, compositores contemporâneos, até músicas de temas de filmes, videogame e musicais, o Música no Assyrio apresenta o grupo Metalizando Ensemble, no domingo, dia 16 de abril, às 11h, com preços populares.
Formado pelos principais músicos atuantes nas grandes orquestras do Rio de Janeiro, (Orquestra Sinfônica Brasileira, Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Orquestra Petrobras Sinfônica e Orquestra Sinfônica da UFF), o grupo Metalizando tem como objetivo a produção de espetáculos com grupo de câmara formado por instrumentos de metais e percussão. Dentro do repertório, a proposta é executar obras escritas originalmente para formação e transcrições dessa coletânia já consagrada em outras formações orquestrais, transitando entre os clássicos de Mozart e Beethoven, passando por compositores mais modernos como Chiquinha Gonzaga e estreando obras de compositores atuais como o carioca Gilson Santos. Como formação principal, a utilização do naipe de metais de orquestras sinfônicas, trompetes, trombones, trompas, tubas e eufônios, além de instrumentos de percussão e tímpanos.
O Metalizando Ensemble foi fundado pelos maestros Eliézer Rodrigues e Ricardo Santos, amigos de longa data, que sempre tiveram vontade de mostrar a versatilidade dos seus instrumentos: os metais. Trata-se de um grupo que busca a qualidade musical e o impacto sonoro com muita irreverência e diversão, levando esta formação camerística para diferentes plateias.
Sobre o “Concerto- Metaverso Musical’
Para aqueles que pensam que os instrumentos de metais e percussão são instrumentos de “acompanhamento” para cordas ou madeiras em uma orquestra sinfônica, ou são aqueles instrumentos que servem apenas para a fanfarra da escola ou para bandas, ficarão surpresos com esse concerto! O repertório para grupos compostos por apenas instrumentos de metais e percussão é bem grande. Compositores de todas as nacionalidades já escreveram músicas para uma formação como essa, ou já realizaram adaptações de repertório sinfônico para tal. O concerto “Metaverso Musical” tem o objetivo de apresentar ao público esse vasto, fascinante e emocionante repertório, com o intuito de difundir a música clássica e instrumental de uma forma leve e engraçada, deixando a seriedade da música erudita de lado, usando brincadeiras e a participação da plateia diretamente nos concertos, transitando entre os gêneros musicais e períodos, trazendo uma verdadeira experiência de qualidade e variedade musical. Entre os grandes nomes; Mozart, Chiquinha Gonzaga, Jessé Sadoc,Gilson Santos, Eric Ewazen, Strauss, Gabrielli, Shostakovich, Tom Jobim entre outros…
Serviço:
Música no Assyrio – Metalizando Ensemble – Concerto- Metaverso Musical
Data: 16 de abril (domingo)
Horário: 11h
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Centro
Entrada pelo Boulevard da Treze de Maio
Preços populares: R$20,00 (inteira) e R$10,00 (meia – entrada)
na bilheteria do Theatro
Classificação: Livre
Duração: 70 minutos
Assessoria de Imprensa TMRJ:
Cláudia Tisato – tisato.cultura@gmail.com
Assessor Chefe de Comunicação TMRJ
Felipe Gelani – gelani.tmrj@gmail.com
Postado por Daniel Bruschi em 15/mar/2023 -
Giselle, um dos balés mais famosos do mundo, que estreou em 1841 na Ópera de Paris, está de volta ao palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Com realização AATM e patrocínio Ouro Petrobras, música de Adolphe Adam, libreto de Théophile Gautier e concepção e adaptação de Hélio Bejani e Jorge Texeira (segundo Jean Coralli e Jules Perrot), a temporada estreia no dia 5 de abril, às 19h e contará com dez récitas – sendo uma apresentação fechada para escolas públicas – com a participação do Ballet e da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal (BTM), sob a regência do maestro Jésus Figueiredo.
No libreto imaginado pelo grande poeta do romantismo francês Gautier, a jovem camponesa Giselle é traída e morre de amor, voltando para vingar-se do amante traidor na forma de uma Willi – espíritos de virgens que morreram antes de se casarem. Vingativas, elas fazem dançar até a morte os homens que encontram na estrada, às altas horas da noite.
Uma das curiosidades de Giselle é ser um dos poucos balés dançados ainda em tutu romântico – ou seja, saias das bailarinas na altura da panturrilha que remontam as crinolinas da segunda metade do século XIX. Giselle exige técnica e emoção de seus intérpretes, cuja expressão facial conta muito na apresentação da obra. O papel de Giselle é um dos mais ambicionados do repertório, já que exige tanto perfeição técnica, quanto graça e lirismo.
Várias das mais habilidosas bailarinas do mundo representaram esse papel ao longo dos tempos: as célebres Margot Fonteyn, Yvette Chauviré, Natalia Makarova e Carlotta Grisi (para quem o papel foi criado); O Theatro Municipal conheceu Giselle pela primeira vez em 27 de outubro de 1913, dançado pela Companhia de Bailados Russos de Diaghilev e por suas maiores estrelas, Tamara Karsavina e Vaslav Nijinski. Nosso Corpo de Baile apresentou-o pela primeira vez em 21 de novembro 1951, com coreografia de sua diretora Tatiana Leskova, que também dançou o papel título. Na vesperal do dia 25, Berta Rosanova deve ter sido a primeira brasileira a dançá-lo em sua versão completa. Duas de suas grandes intérpretes foram as primeiras bailarinas do TMRJ, Aurea Hämmerli e Ana Botafogo.
Depois de anos apresentando a tradicional produção de Sir Peter Wright, o BTM mostra uma versão baseada na coreografia original de Jean Coralli e Jules Perrot. A iluminação é assinada por Paulo Ornellas, a cenografia é de Manuel Puoci e o figurino de Tânia Agra. A direção artística do Theatro Municipal do Rio de Janeiro é de Eric Herrero.
A Presidente da Fundação Teatro Municipal, Clara Paulino, comemora a estreia de Giselle nesta nova temporada de dança do ano:
“Giselle é um clássico dos ballets. O espetáculo foi encenado no Theatro Municipal algumas vezes, sempre com grande sucesso. Atendendo às demandas do público, encenamos essa obra novamente, como o primeiro título de balé de 2023. Também é uma data muito especial, pois será a última interpretação de Giselle da nossa primeira bailarina, Cláudia Mota.
“Dando sequência à nossa temporada artista 2023, o Theatro Municipal traz seu primeiro ballet do ano: Giselle! A mais tradicional companhia de ballet brasileira no palco mais importante do país. Com os solistas Claudia Mota, Márcia Jaqueline, Juliana Valadão, Marcella Borges, Manuela Roçado, Cícero Gomes, Filipe Moreira e Rodrigo Hermesmeyer. Uma alegria enorme poder oferecer ao público espetáculo de tão alta qualidade artística e técnica!”, ressaltou o diretor artístico do Theatro Municipal, Eric Herrero.
“Considerando a importância de nossa Companhia dentro da tradição dos grandes clássicos de repertório e sendo a única no país a preservar estas características apresentamos o Ballet Giselle, uma das obras mais importantes no cenário mundial. Com esta versão procuramos passar com clareza todas as sensações necessárias para que o público, mesmo sem conhecer o libreto, possa sentir a dramaticidade e perceber as variações emocionais sugeridas dentro das características de cada personagem”- afirma Hélio Bejani, diretor geral de Giselle.
“Giselle é a mais conhecida obra do compositor Adolphe Charles Adam, compositor francês, do período romântico da música. Ele escreve dezenas de óperas e 14 balés, além de muitas cantatas como Oh Noite Santa! reconhecida canção natalina. O ballet Giselle foi criado em 1841 e se tornou uma referência, não só na parte coreográfica, mas também na parte musical, influenciando vários outros compositores das gerações seguintes, entre eles o próprio Tchaikovsky. Adam utiliza formas musicais muito curtas, porém sempre muito bem construídas e bem interessantes e belas” – destaca o maestro Jésus Figueiredo.
Ficha Técnica:
Solistas:
5 e 15 de abril – Cláudia Mota e Cícero Gomes
6 e 11 de abril – Marcella Borges e Filipe Moreira
8,13 e 16 de abril – Márcia Jaqueline e Cícero Gomes
9 e 14 de abril – Juliana Valadão e Filipe Moreira
12 de abril – Manuela Roçado e Rodrigo Hermesmeyer
Ensaiadores: Jorge Texeira, Aurea Hammerli, Cristiane Quintan, Mônica Barbosa, Priscila Albuquerque
Figurino: Tânia Agra
Iluminação: Paulo Ornellas
Cenografia: Manoel Puoci
Confecção: Pará Produções e Eventos
Concepção e Adaptação: Hélio Bejani e Jorge Texeira, segundo Jean Coralli e Jules Perrot
Balé e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal
Regência: Jésus Figueiredo
Direção Geral: Hélio Bejani
Direção Artística do TMRJ: Eric Herrero
Serviço:
Giselle com Balé e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal
Ballet dramático em 2 atos
Música: Adolphe Adam, revisada por Joseph Horovitz
Libreto: Théophile Gautier, segundo Heinrich Heine
Duração:
Primeiro ato de 70 minutos, intervalo de 20 minutos, segundo ato de 60 minutos.
Datas: 5, 6, 8, 12, 13, 14 e 15 – 19h / Dias 9 e 16 – 17h / Dia 11 às 14h (somente escolas)
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Endereço: Praça Floriano, s/nº – Centro
Classificação: Livre
Haverá uma palestra gratuita uma hora antes de cada espetáculo, realizada no Salão Assyrio. Segue a lista dos palestrantes e temas:
5/4, quarta-feira – 18h – Salão Assyrio (récita 1)
∙ Os criadores de Giselle –Jayme Chaves e Paulo Melgaço
6/4, quinta-feira -18h – Salão Assyrio (récita 2)
∙ O Romantismo na música e na literatura – Edvan Moraes e Jayme Chaves
8/4, sábado -18h – Salão Assyrio (récita 3)
∙ O Ballet Romântico – Teresa Augusta e Paulo Melgaço
9/4, domingo- 16h – Salão Assyrio (récita 4)
∙ Giselle no TMRJ – Paulo Melgaço
11/4, terça-feira – 14h Palco/frente da cortina (escolas)
∙ Descobrindo os personagens – Ana Botafogo
12/4, quarta-feira – 18h (récita 6)
∙ O simbolismo em Giselle – Jayme Chaves e Paulo Melgaço
13/4, quinta-feira – 18h (récita 7)
∙ Sílfides, Willis e o sobrenatural – Jayme Chaves
14/4, sexta-feira – 18h (récita 8)
∙ O papel do corpo de baile no ballet clássico – Vera Aragão
15/4, sáb – 18h (récita 9)
∙ A magia da cena: cenário e figurino – Leonardo Bora
16/4, dom –16h (récita 10)
∙ O símbolo da leveza: a sapatilha de ponta – Liana Vasconcelos
Ingressos:
Na bilheteria do TMRJ ou através do site theatromunicipal.rj.gov.br
Frisas e Camarotes – R$80,00 (ingresso individual)
Plateia e Balcão Nobre – R$60,00
Balcão Superior – R$40,00
Galeria – R$20,00
Lei de incentivo à cultura
Apoio: Livraria da Travessa, Rádio MEC, Rádio SulAmérica Paradiso, Rádio Roquette Pinto – 94.1 FM
Realização Institucional: Fundação Teatro Municipal, Associação dos Amigos do Teatro Municipal
Realização: Secretaria de Cultura e Economia Criativa, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Petrobras, por meio do programa Petrobras Cultural, Governo Federal.
Assessoria de Imprensa TMRJ:
Cláudia Tisato – tisato.cultura@gmail.com
Assessor Chefe de Comunicação TMRJ
Felipe Gelani – gelani.tmrj@gmail.com
Postado por Daniel Bruschi em 06/mar/2023 -
O Theatro Municipal do Rio de Janeiro lançou o primeiro episódio da segunda série de podcasts “Municipal para você”, o tema desta edição foi a “Nona Sinfonia” de Beethoven, concerto de abertura da temporada artística de 2023. O apresentador Eric Herrero, diretor artístico do Theatro Municipal, teve como convidados o tenor Fernando Portari e o soprano Michele Menezes.
Conheça cada um dos convidados.

FERNANDO PORTARI – TENOR
Já se apresentou em mais de 40 óperas, concertos, musicais, novelas, shows e espetáculos em teatros do Brasil e do mundo. Cantou no Teatro Alla Scala de Milão Fausto e Romeo e Julieta, de Gounod. Em Berlim, ao lado de Anna Netrebko, interpretou Des Grieux na ópera Manon, de Massenet, sob a regência do maestro Daniel Barenboim.
Em 2022, no Theatro Municipal de São Paulo, participou, como Vado, da estreia mundial de Navalha na Carne, baseada na peça homônima de Plínio Marcos, com música de Leonardo Martinelli, direção cênica de Fernanda Maia e direção musical de Roberto Minczuk. Com o maestro Rubens Ricciardi realiza o projeto CANTO BRASILEIRO, uma preciosa pesquisa de resgate das raízes do canto no Brasil.
Ainda na temporada passada, Fernando Portari volta a interpretar o seu primeiro grande papel, Don Otávio, que estreou há 31 anos atrás no TMRJ, no Don Giovanni assinado por Gianni Ratto e regido por Henrique Morelembaum.

MICHELE MENEZES – SOPRANO
Bacharel em canto pela UFRJ e pós-graduada em canto lírico pelo IBRA. Se apresentou em importantes salas de concerto como Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Teatro Amazonas, Sala Cecília Meireles, Cidade das Artes, entre outras. Destacou-se nas óperas: Così Fan Tutte (Fiordiligi), Anjo Negro (Ana Maria), Condor (Adin), Os Contos de Hoffmann (Antônia), Serse (Romilda), La Cenerentola (Clorinda), João e Maria (Maria), Jenůfa (Jano), Gianni Schicchi (Nella), Medeia (criada), As bodas de Fígaro (Barbarina), Dido e Aeneas (Belinda), A Flauta Mágica (Gênio) e O Cavalinho Azul (Mãe) Ópera de Tim Rescala.
Participou do XVII Festival de Ópera de Manaus nas óperas Un Ballo in Maschera (Oscar) e Parsifal (2°dama e 1°escudeiro) ambas sobre a regência de Luiz Fernando Malheiro.
Em concertos solou Carmina Burana de Carl Orff, 9° Sinfonia de Beethoven, A criação de Haydn, a Missa Pastoril do Padre José Maurício, Missa em Si Menor de Bach, o Réquiem de Faurè, o Psalmfest de Rutter, a Fantasia Coral de Beethoven, a Missa em Dó de Stravinsky, Glória de Vivaldi, oratório Elias de Mendelssohn, O Pequeno Príncipe de Tim Rescala e o Oratório de Natal de Saint-Saëns.
Integra o Coro do TMRJ e o Trio Reale.
Podcast – Municipal Para Voçê
Episódio # 07 – Nona Sinfonia
Apresentação: Eric Herrero.
Participação: Fernando Portari e Michele Menezes.
Gravação e Edição: Fábio Aquino.
Produção: Allex Lourenço.
Ficha Técnica do Espetáculo:
Solistas: Michele Menezes, Andressa Inácio, Fernando Portari e Savio Sperandio.
Coro e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal.
Regente: Felipe Prazeres.
Direção Artística: Eric Herrero.
Apoio Petrobras, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Associação dos Amigos do Theatro Municipal, através da Lei de Incentivo à Cultura.
Postado por Daniel Bruschi em 31/jan/2023 -
Após um grande sucesso no ano que se encerra, o Música no Assyrio estará de volta para uma nova temporada em 2023. O evento ocorre aos domingos, de 15 em 15 dias, e ocupa nosso histórico Salão Assyrio com uma vasta programação musical a preços populares.
Postado por Daniel Bruschi em 31/jan/2023 -
O Theatro Municipal está abrindo inscrições para grupos artísticos que queiram se apresentar no Boulevard de Portas Abertas. A iniciativa traz para o Theatro, semanalmente, uma orquestra, banda, companhia ou artista musical em geral. O repertório mistura música clássica e popular para orquestras e destaca a relevância do TMRJ como equipamento cultural para a população.
As apresentações são realizadas no nosso Boulevard, localizado na lateral do prédio histórico, na Avenida Treze de Maio. As apresentações ocorrem às quartas-feiras, a partir das 17h, e duram cerca de 40 minutos. A entrada é livre.
O projeto é direcionado a diversos tipos de músicos, desde iniciantes aos já estabelecidos, que têm a oportunidade de se apresentar no espaço de uma das maiores instituições artísticas do país.
Neste ano, o Theatro Municipal traz uma novidade: as apresentações vão ter temas definidos mensalmente. Teremos apresentações voltadas para o samba, para o jazz, para o rock, dentre outros estilos.
Para inscrever seu grupo ou banda para apresentação, acesse o formulário no link abaixo.