Postado por Allex Lourenço em 28/out/2022 -

As favelas são universos a parte de toda sociedade e carregam, dentro de si, uma multiplicidade de artes, culturas, movimentos e sentimentos. Pensando nessa multiplicidade de atores e produtos periféricos, foi criada a Semana de Arte Favelada (SAF), que será realizada no Theatro Municipal do Rio de Janeiro e no Complexo de Favelas da Maré, entre os dias 2 e 29 de novembro, com programação totalmente gratuita.
A SAF é uma releitura da Semana de Arte Moderna, que aconteceu no Theatro Municipal de São Paulo, e 100 anos depois o Theatro Municipal do Rio recebe a Semana de Arte Favelada, que objetiva dar protagonismo aos produtores culturais favelados e periféricos, das mais diversas vertentes artísticas, visando dar mais oportunidades e visibilidade a quem produz cultura dentro das quebradas, valorizando artistas e coletivos.
A primeira edição será no Theatro Municipal e no Complexo de Favelas da Maré, sob os apoios dos editais ‘Retomada Cultural RJ 2’ e ‘Municipal em Cena’, ambos da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro (Secec RJ), com programação diversificada e estruturada em três eixos principais: Artes visuais: Exposição de fotos, pinturas, esculturas e demais expressões da arte visual com programação educativa; Artes Cênicas: Festival Multilinguagem composto de 10 atrações culturais de dança, música e teatro; e Arte Literária: Seleção de 25 textos de autores favelados para lançamento de um e-book e participarem do sarau literário.
Na celebração do Dia da Favela, comemorado dia 4 de novembro, será exibido o filme Marte Um, produção indicada pelo Brasil para concorrer ao Oscar 2023, na Sessão de Cria. Além de Marte Um, também serão exibidos os filmes “Expresso Parador” e “Noite das Estrelas”, no Museu da Maré, a partir das 18h.
Para o articulador social e idealizador e diretor geral da SAF, Wellington de Oliveira, o evento é mais uma mostra da potência que as favelas representam no Brasil e revela o objetivo principal da SAF. “É com o desejo de projetar toda a cultura potente presente nas favelas que nasce a Semana de Arte Favelada, que visa romper com a lógica mercadológica, evidenciando assim que arte favelada já acontece, mas de acordo com nossas próprias formas e estruturas”, enfatiza.
O processo
A seleção artística das obras foi realizada por editais e conta com uma seleção de curadoria para cada eixo temático e uma das exigências é que 50% das vagas sejam preenchidas por artistas dos territórios onde a edição é realizada. Wellington lembra que todo processo criativo periférico vem cercado de dificuldades e impossibilidades, mas cada oportunidade precisa ser abraçada e aproveitada. “É na guerrilha que temos construído a SAF, com poucos investimentos, mas sabendo que é o momento de plantar a semente, na esperança de poder contemplar o seu crescimento, certos de que a colheita será abundante e de ótimos frutos. Meu maior legado é poder ver o protagonismo da favela, ainda mais no campo da arte, contribuindo para desmistificar o olhar hegemônico para nossos territórios de origem”, explica Wellington de Oliveira, produtor.
“Com a Semana de Arte Favelada queremos reivindicar o direito de nós, artistas favelados e periféricos, historicamente marginalizados e invisibilizados, acessarmos e produzirmos ARTE. Quebrar a elitização das manifestações artísticas é uma estratégia de (re)existência que nos possibilita a construção de novas/nossas próprias narrativas”, finaliza.
Programação Abertura
Dia 02 de novembro – As Crias no Municipal
Às 9h – Circuito Cultural da Herança Africana com um Passeio-Aula a pé, com o objetivo de difundir a cultura afro-brasileira, que se inicia em frente à Estátua da Bailarina Mercedes Batista, a primeira bailarina negra a integrar o corpo de baile do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
A partir das 13h – EXPOSIÇÃO SAF – Abertura do Salão Assyrio.
13h20 – Trocas Faveladas – Uma roda de conversa com mediação da historiadora e educadora Pâmela Carvalho, e participação dos profissionais Wallace Lino (teatro), Camila Rocha (dança), Rodrigo Maré (música), Jean Carlos Azuos (Artes Visuais), Lais Dantas (audiovisual) e Marcos Diniz (literatura)
15h40 – Apresentação da performance aCORdo, no Salão Assyrio.
16h30 – Apresentação de dança Mulheres ao Vento (MAV), no Salão de
Espetáculos.
17h30 – Apresentação de dança Imperadores da Dança, no Salão de Espetáculos do Theatro Municipal.
18h20 – Palavras Finais e encerramento – Salão de Espetáculos.
Dia 04 de novembro – Sessão de Cria
A partir das 18h, no Museu da Maré, exibição dos curtas “Expresso Parador” e “Noite das Estrelas”, e do filme “Marte Um”.
Semana de Arte Favelada: Edição Mareense
Dia 16 de novembro – Abertura da Exposição no Galpão Bela Maré (até dia 29/11)
Dias 26 e 27 de novembro – Festival Multilinguagem no Centro de Artes da Maré
SERVIÇO:
SEMANA DE ARTE FAVELADA
ABERTURA – THEATRO MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO
Data: quarta-feira, 2 de novembro
Hora: A partir de 13h
Endereço: Praça Floriano, S/N – Centro, Rio de Janeiro – RJ
Ingressos: GRATUITOS – Serão liberados no local, dia 2/11
SESSÃO DE CRIA – MUSEU DA MARÉ
Data: sexta-feira, 4 de novembro
Hora: a partir de 18h
Endereço: Av. Guilherme Maxwel, 26 – Maré, Rio de Janeiro – RJ
Ingressos: Gratuitos, serão disponibilizados 200 ingressos, sendo 100 virtualmente por meio do link: https://linktr.ee/semanadeartefavelada e 100 presencialmente no dia e local da exibição
Postado por Allex Lourenço em 28/out/2022 -

A Sala Mário Tavares, anexo do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, recebe na sexta-feira, dia 28 de outubro, às 18h30m, com entrada franca, uma nova leitura da “Il Pigmalione”, ópera em um ato de Gaetano Donizetti, baseada no Livro X das “Metamorfoses”, de Ovídio. Com direção musical de Cláudio Ávila e cênica de Antonio Ventura, a apresentação traz o tenor Jessé Bueno como Pigmaleão e a soprano Karla Calistrato como Galatéia, com acompanhamento do pianista e diretor Cláudio Ávila.
Essa adaptação traz uma leitura inovadora e contemporânea de um enredo tradicional. Através da transposição da personagem feminina para um avatar digital, a nova versão ganha uma roupagem tecnológica e busca discutir os limites entre real e virtual nas relações mediadas pela internet, tanto através do conteúdo quanto da forma da apresentação e de seus desdobramentos, físicos e digitais.
Curta e raramente encenada, “Il Pigmaleone” foi a primeira ópera de Donizetti, escrita em apenas seis dias, de 25 de setembro a 1º. de outubro de 1816, quando o compositor tinha 19 anos e era estudante na Academia de Bolonha. Sua estreia ocorreu apenas em 1960. Il Pigmalione é baseado no mito grego de Pigmaleão, rei de Creta, que, incapaz de se atrair por mulheres de carne e osso, esculpe Galatéia, por quem se apaixona.
A realização é da Euterpe Cultural, através dos recursos do Edital Municipal em Cena, promovido pela Fundação do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
CLÁUDIO ÁVILA
Formado pela Pró-Arte em Regência Coral e Análise Musical e mestrando em Música pela Unirio. Desde 1987 prepara coros e solistas. Preparou e regeu o Coro da 2ª. Igreja Batista de Barra do Piraí, o Coral Ars Plena e o Coral Feminino da Associação de Canto Coral (ACC). Desde 2005, realiza concertos cênicos com a Cia. Canto Brasil, dentre os quais “Música Negra: Brasil & EUA”. Em 2014 atuou como maestro interno, pianista e organista em “Suor Angelica”, de Puccini, na série Ópera do Meio Dia, no TMRJ. Foi diretor musical e pianista no espetáculo “Uma Tarde na Ópera”, na Casa da Arte e Cultura Julieta de Serpa. Foi pianista e preparador em “Gianni Schicchi”, de Puccini, em 2017. Em 2019 foi maestro, pianista e preparador na “Suor Angelica” realizada pela ACC. Em virtude da pandemia de COVID-19, realizou os “Saraus-Live” em parceria com a ACC, atingindo visualizações de mais de duas mil pessoas. Produziu durante este período também dois “Coros Virtuais” com o Coro Lírico Feminino.
ANTONIO VENTURA
Formado em Direção Teatral pela UFRJ, tem a ópera e os clássicos do teatro como foco. Dirigiu textos de Nelson Rodrigues (“Valsa nº6”) e Shakespeare (“Romeu e Julieta” e “O estupro de Lucrécia”, ambos em tradução própria). Encenou as óperas “Suor Angelica”, de Puccini, e “O gato de botas”, de Montsalvatge. Foi assistente de direção de André Heller-Lopes (óperas “Eugene Oneguin”, de Tchaikovsky, e “Don Giovanni”, de Mozart), de Felipe Hirsch (ópera “Orphée”, de Philip Glass) e de Julianna Santos (ópera “O barbeiro de Sevilha, de Rossini), produzidas no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. No Complexo TMRJ, encenou o concerto “Petite Messe Solennelle”, de Rossini, e agora debuta na direção operística com “Il Pigmalione”, de Donizetti.
JESSÉ BUENO
Bacharel em Canto pela Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ, Jessé Bueno, é atuante na cena lírica brasileira desde 2008. Destacam-se suas atuações como o protagonista Quintino, na estreia mundial da Ópera “O Diletante” de João Guilherme Ripper, considerado um dos 10 melhores espetáculos do ano de 2014, segundo Jornal O Globo. Em 2019, foi protagonista da Ópera “O Elixir do Amor” sob regência de Silvio Viégas. No mesmo ano, foi solista na estreia mundial da obra “Porque” de Villani Côrtes, no II Congresso Internacional de Música Sacra, sob a Regência do Maestro Eder Paolozzi. Ainda em 2019, foi um dos vencedores do primeiro Concurso de Canto Edmar Ferretti – Uberlândia e do XV Concurso Estímulo para Cantores Líricos em Campinas, onde participou de um concerto interpretando árias de Carlos Gomes, junto a Orquestra Sinfônica de Campinas, regido pelo maestro Carlos Prazeres.
KARLA CALISTRATO
Bacharel em Música e Canto pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2008) e Bacharel em Música Sacra (com especialização em canto) pelo Seminário Teológico Batista no Sul do Brasil (2004). Recebeu menção honrosa por ocasião do III Festival Francisco Mignone de Jovens Intérpretes (2007). Foi vencedora do Prêmio Especial do 9° Concurso de Canto Maria Callas (2009). Cantou Dido, em “Dido and Aeneas”, de Purcell, sob a direção de Valéria Mattos (2004); Livia, em “L’Italiana in Londra”, de Cimarosa, no projeto “Ópera no Bolso” da Prefeitura do Rio de Janeiro; Fiordiligi em “Così Fan Tutte”, de Mozart, no Festival de Inverno de Petrópolis (2006); Clorinda, em “La Cenerentola”, de Rossini (2008); Hélène, em “Uma Educação Incompleta”, de Chabrier (2010); e Suor Genovieffa, em “Suor Angelica”, de Puccini. Foi solista junto à Petrobras Sinfônica, na Sala Cecília Meireles, em “Sonho de uma noite de Verão”, de Mendelssohn, sob a regência de Isaac Karabtchevsky (2009). Integra o Coro Sinfônico do Rio de Janeiro, o conjunto de câmara Calíope e o coro Lírico Feminino da Associação de Canto Coral.
SERVIÇO:
IL PIGMALEONE
Direção musical e piano: Cláudio Ávila
Direção cênica: Antonio Ventura
Jessé Bueno (tenor): Pigmaleão
Karla Calistrato (soprano): Galatéia
Sexta-feira, dia 28 de outubro, às 18h30m
Sala Mário Tavares
Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Acesso pela Av. Almirante Barroso, 14/16- 1º. pavimento – Centro
Capacidade: 160 pessoas
Entrada Franca
Sujeito à lotação da casa
Postado por Allex Lourenço em 27/out/2022 -

Três fantásticos e inventivos compositores estarão no programa do concerto que a Orquestra Sinfônica Brasileira apresenta no dia 3 de novembro, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Por meio de obras de César Franck, Antonín Dvořák e Maurice Ravel, o espetáculo propiciará uma apaixonante incursão sonora que contempla os momentos finais do Romantismo e abarca, ainda, a música moderna. Sob a regência da maestra Mariana Menezes, a apresentação, que integra a Série Pianistas Guiomar Novaes, contará com a pianista Erika Ribeiro como solista.
Os violinistas Priscila Rato e Michael Machado, o violista Samuel Passos e a
violoncelista Lisiane de los Santos – todos membros da OSB – se juntam a Erika Ribeiro para a primeira peça da noite, o Quinteto para Piano e Cordas, de César Franck, compositor que em 2022 é celebrado pelos 200 anos de seu nascimento. Intensa, pungente e cheia de contrastes, a obra põe em cena uma amplitude esmagadora de emoções, todas unificadas através de um sofisticado tratamento cíclico dos temas.
Sabe-se que o compositor francês Maurice Ravel (1875 – 1937) trabalhou
simultaneamente naquelas que seriam suas duas últimas composições de fôlego: o Concerto de Piano para a mão esquerda e o Concerto para Piano em Sol Maior, que será ouvido neste programa. Uma peça solar, divertida e cheia de vida, na qual as mais diversas influências – do lirismo mozartiano ao jazz americano – se unem. A obra se assenta sob a costumeira divisão tripartite, mas todos os movimentos carregam absoluto frescor e aquele colorido tão característico da música de Ravel.
O conjunto de Variações Sinfônicas, Op. 78 de Antonín Dvořák (1841 — 1904) está, certamente, entre as obras mais famosas do gênero. A composição foi escrita no verão de 1877, a partir de um suposto desafio apresentado por um amigo ao compositor. A tarefa consistia em desdobrar a canção “Já jsem husle”, do próprio Dvořák, em uma série de variações. A veracidade da história permanece em dúvida, mas o fato é que o ompositor não parece ter encontrado muitos obstáculos na sua incumbência criativa. Pelo contrário: ao longo de 27 variações e um finale de tirar o fôlego, o tcheco exibe toda a sua força criadora e demonstra um esplendoroso manejo orquestral, desdobrando com brilho e virtuosismo um temade aparente simplicidade.
A ORQUESTRA SINFÔNICA BRASILEIRA:
Fundada em 1940, a Orquestra Sinfônica Brasileira é considerada um dos conjuntos sinfônicos mais importantes do país. Em seus 82 anos de trajetória ininterrupta, a OSB já realizou mais de cinco mil concertos e é reconhecida pelo pioneirismo de suas ações, tendo sido a primeira orquestra a realizar turnês pelo Brasil e exterior, apresentações ao ar livre e projetos de formação de plateia. Composta atualmente por mais de 70 músicos brasileiros e estrangeiros, a OSB contempla uma programação regular de concertos, apresentações especiais e ações educativas, além de um amplo projeto de responsabilidade social e democratização de acesso à cultura.
Para viabilizar suas atividades, a Fundação conta com a Lei Federal de Incentivo à Cultura, tem o Instituto Cultural Vale como mantenedor, a NTS – Nova Transportadora do Sudeste, como patrocinadora master, Brookfield como patrocinador, e Vibra, Sergio Bermudes Advogados e Telemont como
copatrocinadores, além de um conjunto de apoiadores culturais e institucionais.
Saiba mais em www.osb.com.br
PROGRAMA:
CÉSAR FRANCK – Quinteto para Piano e Cordas em Fá menor
I. Molto moderato quasi lento
II. Lento, con molto sentimento
III. Allegro non troppo, ma con fuoco
MAURICE RAVEL – Concerto para Piano em Sol Maior
I. Allegramente
II. Adagio assai
III. Presto
ANTONÍN DVORÁK – Variações Sinfônicas Op. 78
Tema, 27 Variações e Final
Tema. Lento molto e tranquillo
Variação 1. Un poco più mosso, quasi allegretto
Variação 2. (L’istesso tempo)
Variação 3. (L’istesso tempo)
Variação 4. Più allegro
Variação 5. (L’istesso tempo)
Variação 6. (L’istesso tempo)
Variação 7. Tempo I
Variação 8. (L’istesso tempo)
Variação 9. Tempo I
Variação 10. Vivace
Variação 11. Meno mosso, quasi Tempo I
Variação 12. Poco andante
Variação 13. Allegro
Variação 14. Lento
Variação 15. Maestoso, l’istesso tempo
Variação 16. Vivace
Variação 17. Scherzo. Allegro vivace
Variação 18. Larghetto
Variação 19. Tempo di valse
Variação 20. Più animato
Variação 21. L’istesso tempo
Variação 22. L’istesso tempo
Variação 23. L’istesso tempo
Variação 24. Andante
Variação 25. Più mosso, quasi allegretto
Variação 26. (L’istesso tempo)
Variação 27. Moderato L’istesso tempo
Final. Allegro maestoso
SERVIÇO:
Série Pianistas Guiomar Novaes
Dia 3 de novembro de 2022 (quinta-feira), às 19h
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro (Praça Floriano, s/nº – Centro, Rio de
Janeiro)
Ingressos:
Frisa/Camarote 80,00 (R$40,00 meia)
Plateia/Balcão Nobre 80,00 (R$40,00 meia)
Balcão Superior 50,00 (R$25,00 meia)
Balcão Superior Lateral 40,00 (R$20,00 meia)
Galeria 30,00 (R$15,00 meia)
Galeria Lateral 20,00 (R$10,00 meia)
Ingressos à venda na bilheteria do TMRJ e no site Eleven Tickets
Postado por Allex Lourenço em 27/out/2022 -

Este ano comemoramos os 80 anos de um grande personagem de nossa história musical: Paulinho da Viola. O famoso sambista é também legítimo herdeiro de mestres chorões como Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Canhoto da Paraíba e Radamés Gnattali. “O choro é o gênero musical que mais me comove”, diz Paulinho. Seus choros e suas valsas dão sentido a essa afirmação. Ele é aclamado como um dos principais compositores e intérpretes contemporâneos desses gêneros.
O show, que tem direção geral de José Schiller, lançará um álbum com choros e valsas do homenageado. A direção musical está a cargo de Mário Sève – flautista, saxofonista, pesquisador e parceiro de Paulinho –, que integra seu grupo há 25 anos. Com Sève (sopros e arranjos), estarão no palco músicos do calibre de Kiko Horta (acordeão), Adriano Souza (piano), Jorge Filho (cavaquinho), Luiz Otávio Braga (violão), Dininho (baixo) e Celsinho Silva (pandeiro). O repertório traz peças de Paulinho, entre conhecidas e inéditas, e de suas principais referências, como seu pai, Pixinguinha, Canhoto da Paraíba e Jacob do Bandolim.
OS REALIZADORES
Mário Sève – curador e diretor musical
Saxofonista, flautista e compositor, Mário Sève é fundador dos quintetos Nó em Pingo D’Água e Aquarela Carioca. Integra o grupo de Paulinho da Viola. Foi diretor do Centro de Referência da Música Carioca. É mestre e doutor em música. Ministrou oficinas de música no Brasil e no exterior. Escreveu os livros “Vocabulário do Choro”, “Songbook Choro” e “Choro Duetos”. Gravou os CDs “Bach & Pixinguinha”, “Choros, por que sax?”, “Pixinguinha + Benedito” e “Casa de Todo Mundo”. Junto a Cecilia Stanzione, lançou o DVD “Samba errante” e o CD “Canción necesaria”. Produziu o CD “A paixão segundo Catulo”. Mário Sève dirigiu: Festival Rio Choro 2000 – “Novos compositores”; Rio Choro 2001 – “Nova Discografia”; Rio Choro 2002 – “Grupos”; Rio Choro 2003 – “Instrumentos”; Rio Choro 2004 – “Maratona do Choro”, para a SMC-RJ; Série MP, A e B — Argentina e Brasil (2011), para o CCBB; “Encontros virtuais” (2015); e “A paixão segundo Catulo” (2016), para o CCBB.
José Schiller – diretor geral
Músico, produtor e diretor de programas para a TV Educativa e TV Brasil de 1980 a 2015. Produtor das séries “Concerto das Américas”, “Américas em Concerto” e “Música nas Américas”. Produziu apresentações musicais em estúdio e em teatros. Coordenador do Núcleo de Imagem e Som da UNIRIO, responsável pelos programas para o Canal Universitário da NET-Rio, de 1999 a 2013. Diretor das gravações e editor dos DVDs “Quadros de uma alma brasileira”, “Motetos de Bach” e “Ofício 1816 & Missa Pastoril” com a Cia. Bachiana Brasileira; e “Noel Rosa 100 anos”, com Gilson Peranzzetta, Mauro Senise e Quarteto Bessler. Diretor da gravação das XX e XXI Bienais de Música Brasileira Contemporânea para o Instituto Nacional de Música, Funarte. Produtor executivo do “ABSTRAI ensemble” desde 2016. Coordenador de Música de Concerto da Funarte de 2017 a 2019, responsável pelas XXII e XXIII Bienais de Música Brasileira Contemporânea e pela 1ª Bienal de Música e Cidadania, entre outras políticas públicas para a música.
FICHA TÉCNICA
PAULINHO DA VIOLA 80 ANOS: Choros e Valsas
Projeto contemplado pelo edital Municipal em Cena
– Direção geral: José Schiller
– Direção musical: Mário Sève
– Produção executiva: Antonio Cerdeira | Cultura & ARTE
– Coordenação administrativa: Anacris Monteiro | Ouro Verde Produções
– Desenho gráfico: Bento Andreato
– Comunicação integrada: Carla Paes Leme
– Iluminação: Djalma Sarão
– Sonorização de palco: Fernando Capão
– Captação de áudio: Studio Araras
– Realização: Bem-Te-Vi Produções
– Apoio: Cultura & ARTE Projetos e Ação Cultural, Ouro Verde Produções
– Apoio institucional: Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro e Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
SERVIÇO
PAULINHO DA VIOLA 80 ANOS: Choros e Valsas
Show em homenagem aos 80 anos de Paulinho da Viola
Quarta-feira, 16 de novembro de 2022, em duas sessões: às 17h e às 19h
SALA MÁRIO TAVARES – Theatro Municipal do Rio de Rio de Janeiro
Av. Almirante Barroso, 14/16 – Centro, Rio de Janeiro, RJ
Ingressos a R$10 e R$ 5 estarão disponíveis pelo theatromunicipalrj.eleventickets.com
Postado por Marietta Trotta em 26/out/2022 -

Há mais de 30 anos nascia em Veneza um dos conjuntos de música clássica mais importante da cena artística mundial. Reconhecido pela marcante presença, o Interpreti Veneziani se apresenta na quinta-feira, dia 27 de outubro, às 20h, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. O repertório terá obras majoritariamente de Vivaldi, mas inclui também peças de Giusepe Tartini e Niccolò Paganini. Os Interpreti Veneziani ainda fazem concertos em São Paulo (dia 25, no Teatro B32) e em Curitiba (dia 30, no Teatro Positivo). A produção é da Dellarte.
O grupo foi criado em 1987, quando uma nova geração de artistas italianos se propôs a trabalhar em conjunto na pesquisa e interpretação da música antiga. Com sede em Veneza, o conjunto é formado pelos músicos Giovanni Agazzi, Giuliano Fontanella, Frederico Braga, Davide De Ascaniis e Francesco Zanchetta (violinos), Sonia Amadio (viola), Angelo Liziero (contrabaixo) e Paolo Cognolato (cravo).
Esta já é a 33ª temporada de concertos do Interpreti Veneziani, que atrai mais de 60 mil espectadores todos os anos nas principais salas de concerto do mundo. O conjunto também se apresenta regularmente em grandes festivais de música, como os Festivais de Melbourne, na Austrália, Bayreuth, na Alemanha e Václav Hudeček, em Praga, na República Tcheca.
Os locais escolhidos para a turnê brasileira estão à altura da importância do grupo, que já fez concertos no Palácio Real de Estocolmo, na Suécia, participou da telemaratona realizada no Teatro Kirov de Leningrado, pela recuperação do nome da cidade de São Petersburgo, o concerto no Symphony Hall em Osaka transmitido ao vivo pela rádio japonesa e os concertos no Suntory Hall e Kjoi Hall em Tóquio.
A Série Concertos Internacionais é apresentada pelo Ministério do Turismo e Bradesco Seguros e correalização da Stretto e Secretaria Especial de Cultura – Ministério do Turismo e apoio da Forship Engenharia e trará ainda, em 24 de novembro, o pianista britânico Benjamin Grosvenor.
PROGRAMA RIO DE JANEIRO:
Antonio Vivaldi
Concerto em Si menor para violino, cordas e cravo, RV. 387 “per Sig.ra Anna Maria”
Giuliano Fontanella, violino
Concerto em Sol menor para viola, violoncelo, cordas e cravo, RV. 531
Sonia Amadio, viola – Davide Amadi, violoncelo
Concerto em Ré maior para violino, cordas e cravo, RV. 222, “per Sig.ra Chiara”
Giovanni Agazzi, violino
Concerto em Si menor, opus 3 n. 10 para 4 violinos, violoncelo, cordas e cravo, RV. 580 – “L’ Estro Armonico”
Giuliano Fontanella, Giovanni Agazzi, Federico Braga, Davide De Ascaniis, violinos
Davide Amadio, violoncelo
Giuseppe Tartini
Concerto em Ré maior para violoncelo, cordas e cravo
Davide Amadio, violoncelo
Niccolò Paganini
XXIV Capriccio em Lá menor para violino e cordas, op. 1
Davide De Ascaniis, violino
SERVIÇO:
Turnê 2022 Interpreti Veneziani – Brasil
São Paulo -terça-feira, 25 de outubro, às 20h – Teatro B32
Rio de Janeiro – quinta-feira, 27 de outubro, às 20h
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Praça Floriano, S/N – Centro
Ingressos:
Frisas e Camarotes: R$ 3.000,00
Plateia/Balcão Nobre: R$ 500,00
Balcão Superior: R$ 200,00
Galeria: R$ 100,00 / R$ 50,00
Classificação livre
Acessibilidade garantida
Curitiba – domingo, dia 30 de outubro, às 19h – Teatro Positivo
VENDAS:
Central de atendimento Dellarte Soluções Culturais: callcenter@dellarte.com.br e dellarte.com.br/concertos ou 4002 0019 Horário de funcionamento: das 8h às 18h, nos dias úteis
https://www.facebook.com/DellarteSolucoes
Postado por Allex Lourenço em 25/out/2022 -

No Dia Mundial da Ópera, na próxima terça – feira (25), o Theatro Municipal do Rio de Janeiro, em parceria com a OSB, celebra o centenário do lendário soprano italiano Renata Tebaldi. Num concerto regido pela maestrina Priscila Bomfim, serão apresentados trechos de oito das nove óperas cantadas pela Tebaldi na casa. Os sopranos Flávia Fernandes, Ludmilla Bauerfeldt, Marianna Lima e Tatiana Carlos revezam-se no palco do TMRJ, interpretando célebres árias das óperas La Forza del Destino, Aida, La Traviata, Andrea Chénier, Adriana Lecouvreur, La Bohème, Tosca e Otello.
No mesmo dia, acontecerá pela primeira vez fora de São Paulo, o Ópera em Pauta, o encontro do Fórum Brasileiro de Ópera, Dança e Música de Concerto, entre 10h e 17h, com representantes de todo o país que estarão debatendo os caminhos da arte lírica no país. Este encontro tem entrada gratuita. Os interessados podem se inscrever através desse link: https://forms.gle/Cst1jHz4GazDrf6h6.
O concerto “Renata Tebaldi e o Theatro Municipal”, às 19h, é o evento que fechará com chave de ouro as celebrações do Dia Mundial da Ópera.
PRISCILA BOMFIM:
Nasceu e iniciou seus estudos musicais em Portugal, onde venceu seu primeiro concurso de piano, aos nove anos de idade. Na Universidade Federal do Rio de Janeiro, graduou-se em Piano, Regência Orquestral, e concluiu o seu Mestrado em Performance em Piano com um relevante trabalho sobre Leitura à Primeira Vista. Em cursos de regência no Brasil e exterior, estudou sob a orientação dos maestros Leonid Grin (Chile), Alexander Polianychko (Rússia), Fabio Mechetti, Abel Rocha, Isaac Karabtchevsky (Brasil), Neeme Järvi e Paavo Järvi (Estônia), além de sua formação com o maestro Ernani Aguiar. Além de seu reconhecido trabalho como pianista, Priscila desenvolve carreira como regente, tendo sido a primeira mulher e diretora musical a reger óperas da temporada do Theatro Municipal.
Site: www.priscilabomfim.com
Perfil no Instagram: @priscilabomfim.insta
A ORQUESTRA SINFÔNICA BRASILEIRA:
Fundada em 1940, a Orquestra Sinfônica Brasileira é considerada um dos conjuntos sinfônicos mais importantes do país. Em seus 82 anos de trajetória ininterrupta, a OSB já realizou mais de cinco mil concertos e é reconhecida pelo pioneirismo de suas ações, tendo sido a primeira orquestra a realizar turnês pelo Brasil e exterior, apresentações ao ar livre e projetos de formação de plateia.
Composta atualmente por mais de 70 músicos brasileiros e estrangeiros, a OSB contempla uma programação regular de concertos, apresentações especiais e ações educativas, além de um amplo projeto de responsabilidade social e democratização de acesso à cultura.
Para viabilizar suas atividades, a Fundação conta com a Lei Federal de Incentivo à Cultura, tem o Instituto Cultural Vale como mantenedor, a NTS – Nova Transportadora do Sudeste, como patrocinadora master, Brookfield como patrocinador, e Vibra, Sergio Bermudes Advogados e Telemont como copatrocinadores, além de um conjunto de apoiadores culturais e institucionais.
Regência: Priscila Bomfim (TMRJ)
Solistas: Flávia Fernandes (TMRJ) Marianna Lima (TMRJ), Ludmilla Bauerfeldt e Tatiana Carlos
PROGRAMA:
Giuseppe Verdi – La Forza del Destino
Abertura | Pace, pace, mio Dio
Giacomo Puccini – La Bohème
Donde lieta uscì
Giacomo Puccini – Tosca
Prelúdio Ato 3 | Vissi d’arte
Giuseppe Verdi – Otello
Ballet Ato 3 | Ave Maria
Francesco Cilea – Adriana Lecouvreur
Prelúdio Ato 4 | Poveri fiori
Umberto Giordano – Andrea Chénier
La mamma morta
Giuseppe Verdi – Aida
Ballet Ato 2 | O patria mia
Giuseppe Verdi – La Traviata
È strano … Ah, fors’è lui … Sempre libera
SERVIÇO:
Dia Mundial da Ópera
Renata Tebaldi e o Theatro Municipal do Rio de Janeiro | Celebração do Centenário de Renata Tebaldi com Orquestra Sinfônica Brasileira e solistas
Data: 25 de outubro de 2022 (terça-feira)
Horário: 19h
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro (Praça Floriano, s/nº – Centro, Rio de Janeiro)
Ingressos:
Disponíveis em https://theatromunicipalrj.eleventickets.com/#!/apresentacao/9f4173f0be293a6a5a5338a2872a6460478bb8c1
Frisa/Camarote 60,00 (R$30,00 meia)
Plateia/Balcão Nobre 40,00 (R$20,00 meia)
Balcão Superior 30,00 (R$15,00 meia)
Galeria 15,00 (R$7,50 meia)
Ingressos à venda na bilheteria do TMRJ e no site Eleven Tickets
Apoio: Livraria da Travessa
Realização: Fundação OSB, Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Secretaria de Cultura e Economia Criativa, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria Especial da Cultura e Ministério do Turismo.
Postado por Marietta Trotta em 25/out/2022 -

Sob a regência do maestro Isaac Karabtchevsky, a Orquestra Petrobras Sinfônica realiza a primeira apresentação aberta ao público, no Brasil, de “Cartas Portuguesas: Monodrama para soprano e orquestra”, de João Guilherme Ripper. O concerto conta com a participação especial das sopranos Carolina Morel, Michele Menezes e Sophia Dornellas, com solo da também soprano Carla Caramujo, portuguesa que vem ao Brasil a convite do Instituto Camões. Na mesma ocasião, a Orquestra executa a “Sinfonia nº 4, em Sol maior”, de Gustav Mahler. O concerto acontece em 28 de outubro (sexta-feira), às 19h, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
A ópera “Cartas Portuguesas” conta a história da freira Mariana Alcoforado (1640-1723), que deixou registrada, em cinco cartas, a ardente paixão pelo oficial francês Noël de Chamilly. Suas linhas acabaram publicadas em Paris, no ano de 1669, sem autorização da remetente, sob o título ‘Lettres d’amour d’une religieuse Portugaise écrites au Chevalier de C. – Officier François en Portugal’, uma das mais importantes obras da literatura lusitana. Este será o primeiro concerto aberto ao público no Brasil da obra de João Guilherme Ripper – as produções na Sala São Paulo e Sala Minas, em 2020 e 2021, aconteceram com os teatros fechados durante o período de isolamento social.
Segundo o maestro Isaac Karabtchevsky, o Monodrama de João Guilherme Ripper é um dos mais importantes trabalhos da cena lírica do Brasil. “A obra apresenta a relação conturbada de Mariana Alcoforado com seu amante e mergulha num universo de paixões e amores não correspondidos”, conta. “As similaridades entre o Monodrama e a 4ª Sinfonia de Mahler são a ênfase dada à figura da cantora principal que, na obra de Ripper, evoca amores e traições terrestres, e, na peça de Mahler, as delícias do Paraíso. Ao inserir as duas obras num mesmo programa, com a mesma solista (a soprano portuguesa Carla Caramujo), cria-se um elo profundo e uma relação, ainda que tecnicamente bem diferenciada, entre os dois compositores”, revela o maestro.
O compositor João Guilherme Ripper conta que numa visita feita ao Convento de Nossa Senhora da Conceição, município de Beja, em Portugal, teve a oportunidade de conhecer de perto a história da ilustre moradora. As declarações de amor da freira despertaram nele o desejo de escrever uma ópera, só finalizada alguns anos depois, em 2018, por encomenda da Orquestra Gulbenkian, de Lisboa, onde teve sua estreia mundial. “É uma imensa alegria ter ‘Cartas Portuguesas’ finalmente no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, com o querido maestro Isaac Karabtchevsky regendo a Orquestra Petrobras Sinfônica e a soprano Carla Caramujo no papel de Mariana Alcoforado”, comemora Ripper.
Mestre pelas Guildhall School of Music and Drama, de Londres, e dona de uma das mais belas vozes de sua geração, a soprano Carla Caramujo também estará no palco, ao lado da Orquestra Petrobras Sinfônica, na “Sinfonia nº 4”. “É uma grande honra estar com a Orquestra e o maestro Isaac em obras pelas quais tenho especial carinho. A Sinfonia Nº 4 de Mahler é uma das minhas composições favoritas e uma grande fonte de inspiração. ‘Cartas Portuguesas’ me emociona muito, não apenas pela escrita belíssima do autor, mas pela complexidade da personagem, a freira Mariana Alcoforado, autora de algumas das cartas de amor mais famosas da literatura europeia”, conta a solista.
O compositor Gustav Mahler levou um ano para compor sua “Sinfonia nº 4”. Começou durante as férias de verão de 1899, finalizando a obra, escrita para soprano e orquestra, apenas no verão seguinte. “Sempre adorei reger Mahler. Nele estão presentes sua universalidade e a procura de uma linguagem que incluía todo o espectro de forma e angústias do romantismo tardio. Sempre vi em suas obras o caráter premonitório da I e II Guerras, que dividiram o mundo e trouxeram à tona tanto desespero. A ‘4ª Sinfonia’ precede a obscuridade, tão evidente na ‘9ª Sinfonia’, por exemplo, e nos remete a um plano acústico e sensorial onde estão presentes o otimismo e a esperança. Será uma oportunidade formidável para todos os ouvintes descobrirem duas linguagens que, apesar de separadas por diferentes visões harmônicas, se fundem no propósito de elevar a voz humana a um patamar místico”, descreve o maestro.
Serviço:
Orquestra Petrobras Sinfônica
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro (Praça Floriano, S/N – Centro)
Data: 28 de outubro, sexta-feira, 19h
Programa:
Orquestra Petrobras Sinfônica
Isaac Karabtchevsky, regente
Carla Caramujo, solista
Carolina Morel, soprano
Michele Menezes, soprano
Sophia Dornellas, soprano
JOÃO GUILHERME RIPPER
Cartas portuguesas: Monodrama para soprano e orquestra (Formato concerto)
GUSTAV MAHLER
Sinfonia nº 4, em Sol maior
I. Bedächtig, nicht eilen
II. In gemächlicher Bewegung, ohne Hast
III. Ruhevoll, poco adagio
IV. Wir genissen die Himmlischen Freuden. Sehr behaglich
Sobre a Orquestra Petrobras Sinfônica
Aos 47 anos, a Orquestra Petrobras Sinfônica se consolida como uma das mais conceituadas do país e ocupa um lugar de prestígio entre os maiores conjuntos musicais da América Latina. Criada pelo maestro Armando Prazeres, a orquestra se firmou como um ente cultural que expressa a pluralidade da música brasileira e transita fluentemente por distintos estilos e linguagens. Tem como Diretor Artístico e Maestro Titular Isaac Karabtchevsky, o mais respeitado regente brasileiro e um nome consagrado no panorama internacional.
Site: https://petrobrasinfonica.com.br
Facebook: @PetrobrasSinfonica | Instagram: @petrobras_sinfonica | Youtube: @OPESinfonica
Modelo de gestão
A Orquestra Petrobras Sinfônica possui uma proposta administrativa inovadora, sendo a única orquestra do país gerida por seus próprios músicos.
Sobre a Petrobras
Patrocinadora oficial da Orquestra Petrobras Sinfônica há 35 anos, a Petrobras oferece uma parceria essencial para mantê-la entre os principais conjuntos da América Latina, sempre desenvolvendo um importante trabalho de acesso à música clássica, de formação de jovens talentos egressos de projetos sociais diversos, bem como de formação de plateia. Ao incentivar diversos projetos, a Petrobras coloca em prática a crença de que a cultura é uma importante energia que transforma a sociedade. Por meio do Programa Petrobras Cultural, apoia a cultura brasileira como força transformadora e impulsionadora deste desenvolvimento, nas áreas de artes cênicas, música, audiovisual e múltiplas expressões.
Postado por Marietta Trotta em 21/out/2022 -

Com 55 integrantes e sob a regência de Claudio Cruz, a apresentação será gratuita e terá como solista o violinista alemão Koh Gabriel Kameda
A Orquestra Sinfônica Jovem do Rio de Janeiro, composta por 55 jovens de baixa renda de 22 comunidades da cidade do Rio de Janeiro, subirá ao palco do Theatro Municipal no dia 24 de outubro, segunda, às 19h, para apresentar o “Concerto para a Juventude Carioca”. Sob a regência do maestro Claudio Cruz, e tendo como solista o premiado violinista alemão Koh Gabriel Kameda, a Orquestra vai apresentar a Sinfonia n° 9 “Do Novo Mundo” de Dvořák, além do Concerto para Violino e Orquestra de Tchaikovsky. A apresentação é gratuita.
O concerto será especialmente significativo para o maestro Claudio Cruz, que começou numa orquestra jovem, foi spalla da Orquestra Sinfônica Jovem do Rio de Janeiro, quando adolescente na década de 1980, e que conduzirá o grupo pela primeira vez. Atualmente, ele é regente da Orquestra Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo.
“Adoro trabalhar com jovens, tem sido uma descoberta na minha carreira, essa troca, os ensinamentos… Então, estou indo para o Rio com a melhor das expectativas e prevendo um belíssimo concerto”, diz.
O violinista Koh Gabriel Kameda também é conhecido dos jovens desde 2017, quando voluntariamente e em parceria com a Ação Social Pela Música do Brasil (ASMB), mantenedora da orquestra, começou a ensinar violino a crianças e adolescentes que vivem em comunidades do Rio de Janeiro. Em 2019, Kameda também realizou concertos em Genebra, Zurique, Düsseldorf, Berlim e em outras cidades europeias, com um grupo da Orquestra Sinfônica Jovem do Rio de Janeiro.
Em sua grande maioria, os 55 componentes da orquestra são oriundos de comunidades do Rio de Janeiro, e graças ao ensino de música clássica e à oportunidade oferecida pelo projeto, a grande maioria já ingressou em faculdades de música e/ou orquestras profissionais. No dia 24, eles vão mostrar duas obras clássicas ao público: o Concerto para Violino e Orquestra de Tchaikovsky e a Sinfonia n° 9 “Do Novo Mundo” do compositor tcheco Dvořák, repertórios dos mais tradicionais das grandes salas de concertos.
O “Concerto para a Juventude Carioca” é produzido pela Ação Social Pela Música do Brasil (ASMB), numa iniciativa da Fundação Theatro Municipal e da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado do Rio de Janeiro, por meio do edital Municipal em Cena.
Sobre a Orquestra Sinfônica Jovem do Rio de Janeiro
A Orquestra Sinfônica Jovem do Rio de Janeiro (OSJRJ) é composta por 55 jovens de grande talento e dedicação, com idades entre 15 e 26 anos e, em sua grande maioria, residentes de comunidades do Rio de Janeiro. Foi criada inicialmente em 1982, pelo Maestro David Machado, que cuidou do projeto até 1987. Em 2014, após assistir a um concerto realizado por vários alunos da ONG Ação Social pela Música do Brasil (ASMB), o presidente do Conselho Consultivo, o advogado e melômano Ronald Riess, idealizou a retomada da atual Orquestra Sinfônica Jovem.
O objetivo da OSJRJ é dar suporte aos jovens músicos, aperfeiçoando a prática orquestral e conduzindo-os à universidade e à profissionalização. Alguns desses talentos, inclusive, já se apresentaram recentemente em concertos na Alemanha, Holanda, Suíça e nos Estados Unidos.
A OSJRJ tem se apresentado no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, na Cidade das Artes, na Sala Cecília Meireles, na Fundação Getúlio Vargas, em centros culturais, escolas e universidades. Nos anos de 2018 e 2019 realizou com sucesso concertos em parceria com o consulado da Alemanha e Suíça. Em 2021, a convite da Funarte, executou o concerto inaugural da XXIV Bienal de Música Contemporânea. Também exerce um papel relevante de divulgação da música clássica nas comunidades do Rio e, em parceria com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado do Rio, no interior do estado.
Nos últimos anos, a orquestra tem acompanhado com sucesso solistas da envergadura do violinista Gabriel Kameda, da cantora lírica Elizeth Gomes e do violonista Yamandu Costa, entre outros.
SERVIÇO:
Concerto para a Juventude Cariocacom a Orquestra Sinfônica Jovem do Rio de Janeiro
Local: Theatro Municipal RJ
Data: 24 de outubro de 2022
Horário: 19h
Endereço: Praça Floriano, S/N – Centro, Rio de Janeiro – RJ.
Telefone: (21) 2332-9191
Grátis.
Livre.
Postado por Allex Lourenço em 21/out/2022 -

Se você quer aproveitar o seu domingo assistindo música de qualidade e com preços bem populares, o projeto Música no Assyrio do Theatro Municipal do Rio de Janeiro traz um dos grupos mais destacados da atualidade: o Quarteto Atlas.
Formado por músicos premiados em diversos concursos nacionais e internacionais, o Quarteto Atlas é o resultado da união dos talentos de Ricardo Amado, Carlos Mendes, José Ricardo Taboada e Ricardo Santoro, todos músicos de destaque das orquestras Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Sinfônica Brasileira, Petrobras Sinfônica e Sinfônica da UFRJ, atuando também como recitalistas e solistas à frente dos principais conjuntos orquestrais da América do Sul.
Embora tenha sido formado há apenas quatro anos, o Quarteto Atlas vem obtendo resultados expressivos em sua principal missão, que é a de demonstrar as várias possibilidades técnicas e timbrísticas de um quarteto de cordas, utilizando para isso a fusão da música popular mundial, como o rock e o tango, ao célebre e tradicional repertório internacional para esta riquíssima formação, valorizando ainda nossos grandes mestres brasileiros, como Villa-Lobos, Guerra-Peixe e vários outros.
Os músicos já se apresentaram nas principais salas de concertos do Brasil e, em 2019, fizeram a sua primeira turnê internacional, tocando na Itália e na Áustria, com grande sucesso de público e da crítica especializada.
O Concerto começa às 11h, no dia 23 de outubro, próximo domingo, no Salão Assyrio e os ingressos custam (10 reais) e (5 reais a meia-entrada).

Ficha Técnica:
Ricardo Amado, violino
Carlos Mendes, violino
José Ricardo Taboada, viola
Ricardo Santoro, violoncelo
Supervisão artística do projeto Música no Assyrio: Suray Soren
Direção Artística do TMRJ: Eric Herrero
Programa:
“Música no Assyrio” – domingo – dia 23 de outubro
RICARDO CÂNDIDO – FANTASIA ROCK (Temas de Led Zeppelin, Metalica, Eagles, AC-DC e Guns N’ Roses)
ALEXANDRE CALDI – FANTASIA TANGO (El Choclo, La Cumparsita, A La Gran Muñeca, Caminito, Adiós Muchachos, Por Una Cabeza, Invierno Porteño, Primavera Porteña e Adiós Nonino)
RICARDO CÂNDIDO – FANTASIA CINEMA (007, Harry Potter, Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida, Missão Impossível, E.T. O Extraterrestre e Guerra nas Estrelas).
Serviço:
Música no Assyrio / Quarteto Atlas
Data: 23 de setembro – domingo
Horário: 11h
Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Centro
Entrada pelo Boulevard da Treze de Maio
Preços populares: R$10,00 (inteira) e R$5,00 (meia – entrada)
Ingressos à venda na bilheteria do TMRJ e no site Eleven Tickets
Classificação: Livre
Postado por Allex Lourenço em 18/out/2022 -
Manter-se por 43 anos na ativa com grande sucesso e realizando turnês pelos quatro cantos do mundo não é coisa para qualquer um. Trata-se de uma façanha da qual Richard Clayderman pode se orgulhar. Considerado o pianista de maior sucesso no mundo, ele retornará ao Rio de Janeiro no dia 29 de Outubro de 2022 para uma apresentação mais que especial no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
O repertório do show, Greatest Hits, reúne as músicas mais conhecidas já interpretadas por este virtuoso pianista conhecido também como“o príncipe do romance”.
Lógico que uma música nunca fica fora de seu set list, a marcante “Ballade Pour Adeline”, seu primeiro sucesso, lançada em 1977 é um dos temas instrumentais de piano mais conhecidos em todo o planeta.
Richard Clayderman tocou pela primeira vez no Brasil em 1981, e desde então sempre conta com o grande carinho e devoção por parte de seus inúmeros fãs por aqui. Ele já nos visitou diversas vezes, com direito a participar com destaque da cerimônia de encerramento das Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016.
“De um certo modo”, diz o consagrado músico francês, “desejo que meus shows no Brasil sejam muito românticos e cheios de emoção. De outro, gostaria que sejam também muito alegres e divertidos. Afinal de contas, como todos os seres humanos, preciso tanto de amor como de alegria para viver a minha vida da melhor forma possível”.
RICHARD CLAYDERMAN EM NÚMEROS
Em 42 anos de carreira, Richard Clayderman:
-realizou mais de 2 100 concertos em todo o mundo.
-gravou mais de 1.200 músicas.
-vendeu mais de 150 milhões de álbuns
-ganhou mais de 340 discos de platina e ouro.
-já realizou mais de 850 concertos no Japão
-recebeu no palco mais de 50 000 buquê de flores.
-ofereceu à plateia de mais de 3 000 rosas
-voou mais de 3 milhões de quilômetros, ou seja, 70 vezes ao redor do mundo, ou ainda, nove vezes a distância entre a Terra e a Lua!
-voou em mais de 5.000 aeronaves diferentes.
-viajou para o Japão mais de 50 vezes.
-viajou mais de 60 vezes na América do Sul
-viajou para a China mais de 30 vezes
-viajou para a Austrália mais de 10 vezes
-viajou para a América do Norte mais de 20 vezes.
-tocou em 4.000 pianos diferentes
-foi convidado para mais de 700 aparições na TV.
-hospedou-se em mais de 5.000 hotéis diferentes
-Apresentou-se em concerto na frente de mais de 6 milhões de espectadores.
-assinou mais de 70.000 autógrafos
-tocou “Ballade pour Adeline” mais de 8.000 vezes
Apresentou-se com:
A Orquestra Filarmônica Real de Londres
A Orquestra Sinfônica de Tóquio
A orquestra Sinfônica de Queensland Austrália
A Orquestra Sinfônica da Nova Zelândia
A Orquestra do lendário maestro James Last
A Orquestra Sinfônica Beijing de Radio
A Orquestra Sinfônica de Hong Kong
A Orquestra Filarmônica de Xangai
E não perca o seu tempo tentando decorar esses números, pois eles aumentam a cada dia, mês e ano dessa carreira impressionante!
Serviço:
Data: 29/10/2022
Horário:20h