Arquivo da Categoria "Uncategorized"

Sob a regência do maestro Isaac Karabtchevsky, Orquestra Petrobras Sinfônica retorna ao Theatro Municipal no dia 31 de julho

Postado por Allex Lourenço em 27/jul/2022 -

Concerto da retomada. É assim que o maestro Isaac Karabtchevsky define o concerto que a Orquestra Petrobras Sinfônica apresentará no Theatro Municipal do Rio de Janeiro no dia 31 de julho, domingo, às 16h. Em uma tarde especial, mais de 150 artistas, entre regente, músicos, solistas e coro, estarão no palco para interpretar o “Concerto para violino, em Ré maior” e a “Nona Sinfonia”, de Ludwig van Beethoven.

O concerto contará com a participação especial do solista alemão Linus Roth, ao violino, na primeira obra, e dos cantores Ludmilla Bauerfeldt (soprano), Carolina Faria (contralto), Paulo Mandarino (tenor) e Sávio Sperandio (barítono), além do Coro Sacra Vox Sinfônico, dirigido pela professora Valéria Matos, da UFRJ, na emblemática “Nona Sinfonia”, uma das mais populares obras de todo o repertório sinfônico-coral.

Segundo Karabtchevsky, executar este belíssimo programa no Theatro Municipal traz um sentimento especial. “Será uma alegria interpretar as canções de Beethoven, especialmente a Nona Sinfonia, uma das obras máximas do repertório cultural contemporâneo com um contingente propício”, afirma entusiasmado o maestro.  

Composta por Beethoven em 1824, poucos anos antes de sua morte e baseada no texto de Schiller, a “Nona Sinfonia” – declarada patrimônio mundial pela Unesco – tem uma importância singular para a arte. Karabtchevsky atesta que, ao reger tal obra, todo maestro precisa ter a justa dimensão da influência e inovação que esta sinfonia trouxe. “O elemento primordial reside no fato de que, pela primeira vez, Beethoven emprega a grandeza e a expressividade do coro na massa orquestral no quarto movimento”, explica. “Será a homenagem da Orquestra Petrobras Sinfônica ao maior gênio sinfônico de todos os tempos. E nada melhor do que a ‘Nona’ para exprimir a gratidão de estarmos vivos e por podermos transmitir, com nossos corações, a grande música”, completa.

“Esse é o espírito dessa obra,

que marca este concerto de retomada, num dia,

digamos, de libertação”, declara o maestro.

O concerto ganhará um toque especial com a participação do ilustre convidado, o violinista Linus Roth. Diretor artístico dos festivais internacionais “Ibiza Conciertos” e “Swabian Spring” e professor da Universidade de Augsburgo, na Alemanha, o solista alemão estará ao lado da Orquestra Petrobras Sinfônica para a interpretação de “Concerto para violino, em Ré maior”. O violinista, que se preparava para o concerto em 2020 – não realizado por conta da escalada da pandemia à época – celebra agora a oportunidade de realizar a apresentação. “Podemos enfim nos encontrar no palco, pois ensaiamos juntos há dois anos. Lembro-me da recepção calorosa de todos os músicos e da grande condução do maestro Karabtchevsky. Será incrível”, comemora o músico.  

Um dos destaques do concerto é a participação de 70 cantores, que se integrarão à Orquestra Petrobras Sinfônica. A maestrina do coro Sacra Vox Sinfônico, Valéria Matos, está entusiasmada com a oportunidade de apresentar uma das mais importantes páginas da literatura musical universal. “O retorno ao Municipal, especialmente por se tratar da ‘Nona’, é um entusiasmo para todos”, conclui Valéria.  

Serviço:

Orquestra Petrobras Sinfônica

Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Praça Floriano, S/N – Centro, Rio de Janeiro

Data: 31 de Julho, domingo, 16h

https://theatromunicipalrj.eleventickets.com/#!/apresentacao/a5b9d738a5bebbe737a80ec4eacf60a06b03dac2

Programa:

Orquestra Petrobras Sinfônica

Isaac Karabtchevsky, regente

Linus Roth, violino

Ludmilla Bauerfeldt, soprano

Carolina Faria, contralto

Paulo Mandarino, tenor

Sávio Sperandio, barítono

Coro Sacra Vox Sinfônico

LUDWIG VAN BEETHOVEN

Concerto para violino, em Ré maior, op. 61

I. Allegro non troppo

II. Larghetto

III. RONDO | Allegro

LUDWIG VAN BEETHOVEN

Sinfonia nº 9, em ré menor, op. 125, [“Coral”]

I. Allegro ma non troppo e um poco maestoso

II. Molto vivace

III. Adagio molto e cantabile

IV. Presto

Sobre a Orquestra Petrobras Sinfônica

Aos 47 anos, a Orquestra Petrobras Sinfônica se consolida como uma das mais conceituadas do país e ocupa um lugar de prestígio entre os maiores conjuntos musicais da América Latina. Criada pelo maestro Armando Prazeres, a orquestra se firmou como um ente cultural que expressa a pluralidade da música brasileira e transita fluentemente por distintos estilos e linguagens. Tem como Diretor Artístico e Maestro Titular Isaac Karabtchevsky, o mais respeitado regente brasileiro e um nome consagrado no panorama internacional.

Site: https://petrobrasinfonica.com.br

Facebook: @PetrobrasSinfonica | Instagram: @petrobras_sinfonica | Youtube: @OPESinfonica

Modelo de gestão

A Orquestra Petrobras Sinfônica possui uma proposta administrativa inovadora, sendo a única orquestra do país gerida por seus próprios músicos.

Sobre a Petrobras

Patrocinadora oficial da Orquestra Petrobras Sinfônica há 35 anos, a Petrobras oferece uma parceria essencial para mantê-la entre os principais conjuntos da América Latina, sempre desenvolvendo um importante trabalho de acesso à música clássica, de formação de jovens talentos egressos de projetos sociais diversos, bem como de formação de plateia. Ao incentivar diversos projetos, a Petrobras coloca em prática a crença de que a cultura é uma importante energia que transforma a sociedade. Por meio do Petrobras Cultural, apoia a cultura brasileira como força transformadora e impulsionadora deste desenvolvimento, nas áreas de artes cênicas, música, audiovisual e múltiplas expressões.

Il Pomo D’oro & Jakub Jozef Orlinski

Postado por Allex Lourenço em 22/jul/2022 -

Se você estivesse passando na rua de uma metrópole e se deparasse com um simpático astro do breakdance e do skate, com incursões no mundo da capoeira, jamais sonharia estar diante de um astro internacional do canto lírico e um dos maiores contratenores da atualidade.

Personalidade das mais carismáticas, esse jovem polonês, que nos últimos anos conquistou o público da Europa e dos Estados Unidos, cativa às primeiras palavras. Vai logo dizendo que seus esportes radicais têm vários pontos em comum com a sua arte vocal, seja na postura como concertista ou na flexibilidade corporal, que o auxilia no desempenho cênico e na composição dos personagens.

Sua história como contratenor — registro mais raro da voz masculina — que faz uso do falsete para atingir a tessitura exigida pelos papéis, começou ainda menino, quando integrava um coro infantil. O grupo precisava de alguém que atingisse as notas mais altas. Ele conta que foi uma espécie de sorteio que ele acabou perdendo. Mas o mundo começaria ali a ganhar uma de suas vozes mais privilegiadas. Em 2019, Orliński foi apontado pela revista Gramophone como “Artista Jovem do Ano”. Como seria de se esperar, seu repertório básico é o mesmo que fez a fama dos “castrati”, autênticos “pop stars” entre os séculos XVI e XVIII, ídolos do público, especialmente na Itália. Hoje ninguém admitiria isto, mas à época, não era raro ver famílias que tinham filhos com vozes privilegiadas, incentivarem sua castração para que atingissem extensões vocais femininas e pudessem assim cantar em grandes óperas de caráter religioso. Daí o nome “castrati” ou castrados. O mais famoso deles foi Farinelli, tema de um filme homônimo, que denuncia a barbaridade da prática.

Com o fim do tempo dos castrati, os papéis escritos especialmente para eles por compositores como Cavalli, Bononcini e, especialmente Händel e Vivaldi, passaram a ser interpretados por contraltos. Somente bem recentemente os contratenores, cuja voz se aproxima bastante do que seria o registro dos “castrati”, passaram a assumir os papéis e a exumar obras, especialmente óperas barrocas, escritas para o registro. Apesar da enorme seriedade com que encara a sua arte, Orliński dá vida aos personagens com seu jeito irreverente e descontraído de encarar o mundo. E essa postura é seguramente um dos elementos-chave para seu sucesso em todo o mundo.

Para acompanhar o timbre argênteo de Orliński, nada mais indicado do que um conjunto de câmara que se expressa através de instrumentos de época. Daí a escolha de Il Pomo d’Oro, um dos melhores conjuntos barrocos do mundo, reconhecido por uma interpretação autêntica e dinâmica de óperas e obras instrumentais do período. A formação já acompanhou, além de Orliński, grandes nomes da cena lírica, como os contratenores Franco Fagioli, Max Emanuel Cencic, e Xavier Sabata; os mezzo-sopranos Ann Hallenberg e Joyce DiDonato e os sopranos Francesca Aspromonte e Emöke Barath.

PROGRAMA
Francesco Cavalli
La Calisto (1661) // 1. Sinfonia + Ato 2: “Erme, e solinghe cime … Lucidissima face (Endimione)

Giovanni Antonio Boretti
Eliogabalo (1668) // 2. “Chi scherza con Amor” (Eliogabalo)
Claudio Cesare (1672)* // 3. Sinfonia + “Crudo amor non hai pietà” (Claudio)

Giovanni Bononcini
La Costanza non gradita (1694) // 4. “Infelice mia costanza” (Aminta) //
5. Sinfonia – “La Nemica d’Amore fatta amante” – instrumental

Francesco Bartolomeo Conti
Don Chisciotte in Sierra Morena (1719) // 6. “Odio, vendetta, amor” (Fernando)

Luca Antonio Predieri
Scipione il Giovane (1731)* // 7. “Dovrian quest’occhi piangere” (Scipione)

Georg Friedrich Händel
Muzio Scevola (1721) // 8. “Spera che tra le care gioie” (Muzio)

Johann Adolf Hasse
Euridice e Orfeo // 9. “Sempre a si vaghi rai” (Orfeo) (aria escrita para Farinelli

Nicola Matteis
Don Chisciotte in Sierra Morena (1719) // 10. “Ballo dei Bagatellieri”

Luca Antonio Predieri
Scipione il Giovane (1731) // 11. “Finché salvo è l’amor suo” (Scipione)

Giuseppe Maria Orlandini / Johann Mattheson
Nerone (1721 // 12. “Che m’ami ti prega” (Nerone)

Serviço:

Data: 4 de agosto

Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Hora: 20:00

Classificação:  10 ANOS

Link:https://theatromunicipalrj.eleventickets.com/#!/apresentacao/27635d1a808a70290fe55f440f9d396840c44a61

Festival TIM Music Mulheres Positivas

Postado por Marietta Trotta em 22/jul/2022 -

Festival TIM Music Mulheres Positivas celebra as mulheres com shows de Ludmilla, Luísa Sonza, Liniker, Mart’nália e outras grandes cantoras no Centro do Rio

  • Em mais uma iniciativa da sua plataforma de música, TIM destaca também seu apoio à equidade de gênero, combate ao preconceito e à violência e inclusão de mulheres no mercado de trabalho;
  • Realizado pela Novo Traço, evento acontece no fim do mês e terá renda revertida para instituições de apoio à mulheres vítimas de violência.

“Cadê meu celular? / Eu vou ligar pro 180 / (…) Cê vai se arrepender de levantar a mão pra mim”, cantava Elza Soares na canção “Maria da Vila Matilde”, expondo a triste realidade de tantas mulheres vítimas de violência no Brasil. Relatório recente do Fórum de Segurança Pública mostra que cerca de 17 milhões de mulheres sofreram violência física, psicológica ou sexual no último ano. Nesse contexto, a TIM lança o Festival TIM Music Mulheres Positivas, utilizando sua plataforma de eventos musicais para dar mais visibilidade a causas como combate à violência e assédio e equidade de gênero. O evento, realizado pela Novo Traço Entretenimento, levará para o Theatro Municipal e para a Cinelândia, no Rio de Janeiro, dois dias de shows com grandes estrelas da música brasileira. A iniciativa conta com o patrocínio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura.

“Estamos cada vez mais usando nossa conexão com a música para tratar de temas relevantes para a sociedade, em linha com os valores da nossa marca – coragem, respeito e liberdade. São exemplos nossas campanhas recentes de combate ao assédio, em março, e para promover o ‘orgulho de ser’, no Mês do Orgulho LGBTI+. O Festival TIM Music Mulheres Positivas resume muito bem esse objetivo. Vamos levar música e entretenimento de qualidade para o público do Rio de Janeiro, com ações gratuitas e a preços populares, e – ao mesmo tempo – dialogar sobre violência doméstica, equidade de gênero, os problemas enfrentados pelas mulheres negras… A música também tem esse poder de reflexão e estamos orgulhosos de protagonizar esse movimento”, conta Ana Paula Castello Branco, diretora de Advertising e Branding da TIM.

O projeto envolve ainda a plataforma de empoderamentoMulheres Positivas, que promove o desenvolvimento pessoal e profissional das mulheres. A iniciativa é liderada pela operadora há um ano e já reúne 80 empresas em torno do aplicativo de mesmo nome, com oferta de vagas de emprego e cursos gratuitos para ampliar a participação das brasileiras no mercado de trabalho.

“É uma grande realização para nós poder dar nome a um festival que reúne tamanha potência feminina. O Brasil precisa respeitar e acolher suas mulheres. No Mulheres Positivas, trabalhamos diariamente para construir caminhos de realização para a mulher brasileira e este evento também é para celebrar nosso sucesso nessa jornada”, diz a empreendedora e criadora da plataforma Mulheres Positivas, Fabi Saad, considerada uma das personalidades femininas mais influentes do Brasil pela revista Forbes.

O festival, que traz um line-up de mulheres diversas, começa no dia 29/07 (sexta-feira) com um concerto no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. A apresentação da Orquestra Mulheres Positivas, sob regência da maestra Priscila Bomfim, terá as participações de Ludmilla, Luísa Sonza, Mart’nália e outras atrações surpresas. Com ingressos a preços populares, toda a renda será revertida a instituições de apoio à violência contra mulher. Já no dia 30/07, o ‘Palco Elza Soares’ – em homenagem à grande artista que nos deixou em janeiro, aos 91 anos – será montado em plena Cinelândia, templo das artes e símbolo de movimentos que lutam pela igualdade e pela democracia. O show gratuito contará com importantes cantoras da nova geração, como Liniker, Larissa Luz (que interpretou Elza Soares no teatro), Juliana Linhares e Anna Lu. A direção artística do projeto é assinada por Zé Ricardo.

Também no sábado, o evento vai contar na Cinelândia com uma edição especial da Feira Crespa, ação afirmativa itinerante que tem como objetivos principais a valorização da mulher negra, o fortalecimento de afro-empreendedores e o aumento do repertório dos participantes sobre a cultura afro-brasileira e sua história. Com 7 anos de existência, o premiado projeto traz o eixo econômico juntamente com o social e cultural e é um produto da empresa Rainha Crespa.

Rafaello Ramundo, fundador da Novo Traço, conta que a empresa de entretenimento é formada por uma equipe majoritariamente de mulheres e o festival foi pensado e planejado por elas. “O objetivo do evento é empoderar as mulheres. Nada mais simbólico do que fazer no Theatro Municipal, um dos espaços culturais mais importantes do país, com toda a renda revertida para casas que apoiam vítimas de violência de gênero, e na Cinelândia, a céu aberto, gratuito e acessível a todos, com qualidade, segurança e organização”, comenta.

Mulheres Positivas: aplicativo com vagas e cursos foi baixado mais de 250 mil vezes

Criada em 2010 no Brasil, a plataforma Mulheres Positivas (MP) já está presente na Colômbia, nos Estados Unidos, no México e na Itália e oferece vagas de emprego, cursos, workshops online e mentorias para mulheres. Em julho de 2021, a TIM lançou um movimento em torno do aplicativo de mesmo nome e reuniu outras nove grandes empresas para ampliar a empregabilidade das brasileiras. Hoje, já são 80 companhias participantes do projeto, que oferecem cursos de capacitação e disponibilizam suas oportunidades de emprego no app, que foi baixado mais de 250 mil vezes. A estimativa é que os serviços oferecidos tenham impactado 25 milhões de mulheres. Gratuito, o aplicativo pode ser baixado no site da plataforma e nas lojas App Store e Google Play e clientes TIM navegam sem gastar seu pacote de dados.

Para marcar o Festival, a partir de 1º de julho e durante três meses, clientes TIM que enviarem um SMS com a palavra “MULHER” para 5550 terão acesso à versão Premium do app Mulheres Positivas por apenas R$ 4,90 ao mês. Nesta versão, além dos cursos de aperfeiçoamento profissional e banco de vagas de emprego, as usuárias terão acesso a um clube de benefícios exclusivo, apoio psicológico, podcast do dia e Elasflix.

Violência de gênero na pandemia: uma em cada quatro mulheres brasileiras acima de 16 anos sofreu violência entre maio de 2020 e maio de 2021

Além do indicador de que 17 milhões de mulheres sofreram violência física, psicológica ou sexual no último ano, a terceira edição do relatório “Visível e Invisível: A Vitimização das Mulheres no Brasil” (2021), elaborado pelo Fórum de Segurança Pública em parceria com o Instituto Datafolha, traz outros dados alarmantes. Cinco em cada 10 brasileiros (51,1%) relataram ter visto uma mulher sofrer algum tipo de violência no seu bairro ou comunidade ao longo dos últimos 12 meses e 73,5% acreditam que a violência contra as mulheres cresceu durante a pandemia de Covid-19. Já 48% das mulheres brasileiras afirmaram que a renda da família diminuiu e 33% perderam o emprego. Para 44,4%, o período da pandemia significou também momentos de mais estresse no lar. O relatório completo pode ser acessado aqui. Diante dessa realidade, o TIM Music Mulheres Positivas, além de valorizar o talento de mulheres, vai gerar recursos para entidades que acolhem as que são vítimas de violência.

Cultura, mulheres e futuro. O TIM Music Mulheres Positivas vem trazer destaque para as brasileiras que estão fazendo a diferença na nossa sociedade e reforçar que as vozes das mulheres são fonte de transformação para o Brasil. Vamos transformar a cidade do Rio na referência na equidade de gênero”, ressalta Joyce Trindade, Secretária de Políticas e Promoção da Mulher do Município do Rio de Janeiro.

SERVIÇO – TIM MUSIC MULHERES POSITIVAS

Data: 29 de julho (sexta-feira)

Local: Theatro Municipal (Praça Floriano, S/N – Centro, Rio de Janeiro)

Atrações: Orquestra Johann Sebastian Rio, sob regência da maestrina Priscila Bomfim e participação de Ludmilla, Luísa Sonza, Mart’nália e outras surpresas

Hora: 19 horas

Valores: R$ 15 (inteira)/R$ 7,50 (meia)

Ingressos: https://theatromunicipalrj.eleventickets.com/#!/apresentacao/43dafe34473385f06b9623fa10c52740d0b06f4a

Classificação: Livre

Data: 30 de julho (sábado)

Local: Palco Elza Soares, na Cinelândia (Praça Floriano, S/N – Centro, Rio de Janeiro)

Atrações:  Liniker, Larissa Luz, Juliana Linhares e Anna Lu

Hora: 15h às 20h

Gratuito

Camerata Bariloche sob regência do maestro e violinista Freddy Varela Montero.

Postado por Allex Lourenço em 19/jul/2022 -

Primeiro conjunto de câmara argentino a conquistar uma posição de prestígio nas Américas, Europa e Ásia, a Camerata Bariloche é a terceira atração da Série O Globo/Dellarte Concertos Internacionais na terça-feira, dia 26 de julho, às 20h, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, sob regência do maestro e violinista Freddy Varela Montero.

A orquestra de câmara conta com mais de 25 bem sucedidas turnês por 33 países. São mais de mil concertos nas províncias argentinas e em importantes salas e festivais do mundo, aí incluídos o Carnegie Hall de Nova York e o Musikverein de Viena. A Camerata Bariloche colaborou com solistas como Ástor Piazzolla, Yehudi Menuhin, Karl Richter, Maxim Vengerov, Mstislav Rostropovich e Martha Argerich.

A programação da Série, que vai até novembro, apresentará ainda o virtuosismo dos pianistas Benjamin Grosvenor, Khatia Buniatishvili e Ksenia Kogan, a presença revigorante do conjunto Interpreti Veneziani, além das orquestras Sinfônica Brasileira (OSB) e a canadense Symphonique de Longueuil. 

A Série Concertos Internacionais é apresentada pelo Ministério do Turismo e Bradesco Seguros,  e corealização da Stretto, Secretaria Especial de Cultura – Ministério do Turismo, Governo Federal/Pátria Amada Brasil.

CAMERATA BARILOCHE

Desde a sua criação, em 1967, a Camerata Bariloche apresentou mais de 2 mil concertos nas 23 províncias argentinas e em importantes salas e festivais no mundo, tais como o Carnegie Hall (Nova York), Sala Tchaikovsky (Moscou), Musikverein (Viena), Ópera Cômica de Berlim, Salle Pleyel (Paris), Festival de Salzburgo, NHK (Tóquio), Centro Internacional da Índia (Nova Déli), Sala São Paulo e Teatro Colón (Buenos Aires), entre muitos outros.

Também recebeu uma infinidade de distinções, com destaque para o emblemático “Prêmio Konex de Platino” para o melhor conjunto de câmara na história da música argentina.

Na abundante lista de solistas nacionais e estrangeiros que atuaram com a Camerata, destaque para os nomes de Astor Piazzolla, Gerardo Gandini, Lierko Spiller, Yehudi Menuhin, János Staker, Karl Richter, Nicolás Chumachenko, Maxim Vengerov, Jean-Pierre Rampal, Vadin Repin, Cho-Liang Lin, Jean-Yves Thibaudet, Frederica von Stade, Mstislav Rostropovich e Martha Argerich.

A crítica especializada sempre destacou a qualidade do conjunto, tanto em suas apresentações como nos registros discográficos realizados na Argentina, Estados Unidos e Europa. Mas sua conquista do grande público se deu indiscutivelmente em seu histórico concerto no Parque Centenário de Buenos Aires, diante de 60 mil pessoas, e na inesquecível apresentação no Hipódromo Argentino de Palermo, que teve suas instalações lotadas por 130 mil espectadores, que se encantaram com o espetáculo pirotécnico que acompanhou a Música para os fogos de artifício reais de Händel executada pela Camerata.

A Camerata Bariloche também fez incursões no cinema, atuando e interpretando a música dos filmes Argentinísima (1972), El Canto Cuenta su Historia (1976), El Hombre Olvidado (1981), Un Lugar en el Mundo (1991), Vidas Privadas (2002) e Manuel de Falla, músico de dos mundos (2006). 

Seu primeiro diretor musical foi Alberto Lysy, logo sucedido por Rubén González, Elías Khayat e Fernando Hasai – todos eles regentes inesquecíveis para a Argentina e o mundo. Atualmente seu concertino e diretor musical é o violinista Freddy Varela Montero.

FREDDY VARELA MONTERO

Iniciou seus estudos de violino aos sete anos em Concepción (Chile), sua cidade natal. Desde cedo se destacou pelo talento conquistando competições regionais e nacionais, o que o levou a ganhar uma bolsa de estudos aos dezesseis anos para estudar com o famoso professor Daniel Heifetz em Pittsburgh (EUA). Depois mudou-se para a Universidade de Maryland em Washington, onde continuou seus estudos com Heifetz e membros do famoso Quarteto Guarnerious. Ao terminar seus estudos, passou a trabalhar de forma independente com a professora e famosa violinista Dylana Jerson, discípula de Nathan Milstein, até conquistar o cargo de Concertmaster Assistente da Orquestra Filarmônica de Santiago do Chile, onde logo iniciou sua carreira como concertmaster. Também foi Concertmaster da Orquestra Sinfônica de Concepción até que em 2012 ganhou o primeiro concurso de Concertmaster da Orquestra Estável do Teatro Colón. Após a morte do lendário solista e diretor uruguaio Fernando Hasaj, assumiu o cargo de primeiro violino e diretor musical da prestigiada Camerata Bariloche, cargo que ocupa atualmente. 

PROGRAMA

 Franz Schubert 

“Quartettsatz” em Dó menor, D.703

 LEOŠJANÁČEK

Suíte para orquestra de cordas

 Piotr Ilyich Tchaikovsky

Andante cantabile para violoncelo e orquestra de cordas, op. 11

Stanimir Todorov, violoncelo

 Béla Bartók

Divertimento para orquestra, Sz. 13 BB118

Pablo de Sarasate

Navarra, op. 33

Solistas: Freddy Varela, Pablo Sangiorgio

 George Gershwin

The Man I Love

Solistas: Freddy Varela Montero, violino – Stanimir Todorov, violoncelo

PROGRAMAÇÃO DELLARTE 2022 – SUJEITA A ALTERAÇÕES

SÉRIE O GLOBO/DELLARTE CONCERTOS INTERNACIONAIS

CAMERATA BARILOCHE

FREDDY VARELA MONTERO, diretor musical e concertino

26 de julho de 2022, terça-feira, às 20h

Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Assinaturas com 50% de desconto:

Frisas e Camarotes: R$ 12.000,00

Plateia/Balcão Nobre: R$ 2.000,00

Bacão Superior: R$ 800,00

Galeria: R$400,00

Desconto de 50% (eventos avulsos) Idoso, Estudante e Clube Sou + Rio O Globo.

Ingressos avulsos:

Frisas e Camarotes: R$ 3.000,00

Plateia/Balcão Nobre: R$ 500,00

Balcão Superior: R$ 200,00

Galeria: R$ 100,00 / R$ 50,00

Classificação livre

Acessibilidade garantida

Vendas em assinaturasdellarte.com ou dellarte.com.br/concertos ou 4002 0019 – de 2a. a 6a., das 9h às 16h.

PRÓXIMAS ATRAÇÕES SÉRIE CONCERTOS INTERNACIONAIS

7 de agosto, domingo, às 17h

Khatia Buniatishvili, piano

15 de agosto, segunda-feira, às 20h

Orchestre Symphonique de Longueuil

Alexandre da Costa, violino e direção

Jean-Philippe Sylvestre, piano

03 de outubro, segunda-feira, às 20h

Orquestra Sinfônica Brasileira

Ira Levin, regente

Ksenia Kogan, piano

27 de outubro, quinta-feira às 20h

Interpreti Veneziani

24 de novembro, quinta-feira, às 20h

Benjamin Grosvenor, piano

Concerto Amazônia

Postado por Allex Lourenço em 18/jul/2022 -

Músicas
HEITOR VILLA-LOBOS
PHILIP GLASS

Projeção de fotografias
SEBASTIÃO SALGADO

Direção musical e regência
SIMONE MENEZES

ORQUESTRA JOVEM DO
ESTADO DE SÃO PAULO

Soprano
CAMILA TITINGER

Sinopse

Durante seis anos, Sebastião Salgado cruzou a Amazônia brasileira, fotografando a floresta, os rios, as montanhas, o povo que lá vive. Esse universo profundo, onde o poder imenso da natureza é sentido como em poucos lugares do planeta, gravou no olhar do fotógrafo imagens extraordinárias, reveladas agora ao público pela primeira vez, em exposições e no presente concerto.

Neste programa, as imagens épicas e comoventes de Sebastião Salgado encontram a música de Heitor Villa-Lobos (1887-1959), que desenvolveu uma etnomusicologia ouvindo os cantos indígenas, os pássaros e a natureza, com os quais produziu uma de suas maiores obras, Floresta do Amazonas.

Villa-Lobos tinha 72 anos quando foi contratado pela MGM para compor a trilha sonora de Green Mansions, longa-metragem estrelado por Audrey Hepburn e Anthony Perkins, ambientado nas florestas tropicais da Venezuela. Seria sua primeira trilha sonora e, como se viu, também a última – ele morreu no ano seguinte. Infelizmente, não foi o sucesso que ele esperava. Sendo novo em compor para a tela grande, Villa-Lobos escreveu uma enorme partitura sinfônica para orquestra completa, provavelmente supondo que a trilha acompanharia o filme todo. Mas apenas fragmentos de sua obra acabaram sendo usados, e mesmo assim adaptados e reorquestrados sem sua consulta. Villa-Lobos ficou com oitenta minutos de música rejeitada, que não seria usada nem ouvida, a menos que fosse reaproveitada em outro lugar. Assim nasceu sua Floresta do Amazonas, um poema sinfônico da paisagem brasileira. É uma música profundamente visual e evocativa: um filme musical à sua maneira.

Floresta do Amazonas tornou-se a última grande obra de Villa-Lobos e, no entanto, essa extraordinária partitura quase não foi ouvida nos cinquenta anos seguintes, permanecendo intocada na biblioteca do compositor em sua forma original manuscrita, inédita e não executada. Foi finalmente resgatada em 2004 e gravada comercialmente, antes de ser novamente revista em 2017. Para Simone Menezes, é uma obra que a intriga há anos. “Floresta do Amazonas é música de uma beleza incrível. Cada movimento nos leva ao coração de diferentes paisagens da Amazônia. Alguns movimentos cantados são pura poesia.” Foi então uma imensa alegria quando a Filarmônica de Paris convidou Simone para trabalhar com Salgado para criar este concerto para ser tocado com sua exposição. Trabalhando juntos durante meses no projeto, Salgado, também admirador de Villa-Lobos, empenhou-se inteiramente em encontrar as imagens para esta música.

A justaposição de pessoas e lugares também é lindamente capturada nas duas obras que formam um prelúdio da Suíte de Floresta do Amazonas nesta apresentação. A primeira é extraída de uma das nove suítes que compõem as Bachianas Brasileiras de Villa-Lobos, as quais foram compostas para diversas combinações instrumentais e vocais entre 1930 e 1945. Combinando elementos do estilo bachiano e do contraponto com a tradição brasileira de ritmos e melodias, as suítes representam uma tentativa deliberada de aplicar procedimentos barrocos à música folclórica brasileira, como deixa claro o título.

O Prelúdio da Suíte No.4 foi originalmente composto para piano e posteriormente adaptado para uma versão para orquestra de cordas. É melancólico e nostálgico, construído em torno de um simples motivo repetido, que se eleva e suspira acima de uma linha de baixo gradualmente descendente. Villa-Lobos acreditava que o canto coletivo era a cura para os problemas da humanidade e, à medida que o Prelúdio avança, ouvimos novas vozes se unindo em solidariedade. Os dispositivos musicais que utiliza são simples, uma homenagem às práticas barrocas, mas com sutis efeitos texturais e harmônicos, Villa-Lobos os transforma em uma obra apaixonada, fílmica e profundamente comovente.

Ele é acoplado aqui com “Metamorphosis I”, de Philip Glass (n. 1937), parte de Águas da Amazônia (1988), arranjada para orquestra por Charles Coleman. Originalmente composta para a companhia brasileira de dança-teatro Grupo Corpo, Águas da Amazônia se inspira nos rios do Brasil, cada um dos quais dá nome a um dos movimentos. A “Metamorphosis I” é a única exceção a essa regra, oferecendo uma viagem musical mais abstrata e imaginada ao longo de um rio sem nome. Para Menezes, é o complemento perfeito para a partitura de Villa Lobos. “Philip Glass olha a floresta de fora, enquanto Villa-Lobos nos dá uma visão do interior”, escreve.

Destilar a magnitude da partitura original de 80 minutos de Villa-Lobos na Suíte de Floresta do Amazonas para os 45 minutos que são aqui apresentados não foi tarefa fácil, mas Menezes adotou uma abordagem que une praticidade com integridade. A partitura original de Villa-Lobos inclui movimentos para coro de vozes masculinas (cantadas em tupi-guarani) e canções solo cantadas em português. Cada movimento nos leva a uma viagem a uma paisagem amazônica diferente, cada uma com seu próprio conjunto de imagens correspondentes. “Eu e o Sebastião Salgado trabalhamos de perto para aumentar o dinamismo proveniente da música e das imagens”, explica Menezes. “Salgado usou diferentes grupos de imagens para diferentes movimentos de uma forma muito orgânica: para movimentos como A Floresta ele usou fotos aéreas; para Dança de Guerra ele usou homens nativos da Amazônia indo caçar; para a Dança da Natureza, ele usou os retratos de mulheres nativas da Amazônia.

“Heitor Villa-Lobos disse que sua música deveria ser vista como uma carta para a posteridade”, explica Menezes. “Este projeto musical nos convida a descobrir vários tesouros, mas sobretudo a riqueza da Floresta Amazônica, esse tesouro da humanidade que deve ser protegido.”

Traduzido do original em inglês de Jo Kirkbride


Programa

HEITOR VILLA-LOBOS
Bachianas Brasileiras nº4
I. Prelúdio

PHILIP GLASS
Águas da Amazônia
[arr. Charles Coleman]
X. Metamorphosis I

HEITOR VILLA-LOBOS
Floresta do Amazonas
I. A floresta
II. Em plena floresta
III. Pássaro da floresta –
Canto I
IV. Dança da natureza
V. Conspiração e Dança
guerreira
VI. Veleiros
VII. Em caminhos para a caçada
VIII. Canção de amor
IX. Melodia sentimental
X. O fogo na floresta
XI. Epílogo

Serviço:

Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Data: 23 de julho de 2022
Horário: 20:00
Classificação: LIVRE
Ingressos: https://theatromunicipalrj.eleventickets.com/#!/apresentacao/a09e93932f63418bf7a2ec71b848b6bc9730f946

Música no Assyrio apresenta OSTM homenageia os seus músicos aposentados

Postado por Marietta Trotta em 15/jul/2022 -

O Música no Assyrio, que ocorre aos domingos, de 15 em 15 dias, e ocupa nosso histórico Salão Assyrio com uma vasta programação a preços populares, vem trazendo no dia 17.07, às 11h, a Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal em uma homenagem aos seus músicos aposentados.

Você não pode perder!

Programa:

Piotr Ilitch Tchaikovsky
Excertos de “O Lago dos Cisnes”

• ATO I
Abertura do ato 2
Var 2
Var 4

• ATO II
Pequenos cisnes (n.14)
Tout le monde danse (n.15)

• ATO III
Pas de deux (n.26) Cisne Negro

• ATO IV
Cena final (n.32)
Finale do ato 1

Professores da OSTM
Regência : Carlos Mendes
Narração: Hélio Bejani

Serviço:
Música no Assyrio – OSTM homenageia os seus músicos aposentados.
Data: 17 de julho – domingo
Horário: 11h
Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Centro
Entrada pelo Boulevard da Treze de Maio
Preços populares: R$10,00 (inteira) e R$5,00 (meia – entrada) – na bilheteria do Theatro ou em https://theatromunicipalrj.eleventickets.com/#!/home
Classificação: Livre

113 anos de excepcionalidades

Postado por Marietta Trotta em 14/jul/2022 -

O Setor #EducativoTMRJ comemora os 113 anos da inauguração do Theatro
Municipal do Rio de Janeiro! Um espaço centenário como o TMRJ está repleto de histórias
fascinantes, onde cada um – seja do nosso corpo artístico ou vocês como espectadores –
contribuíram para tornar essa história tão especial. Abordaremos alguns dos diversos aspectos
que tornam o Theatro um espaço tão único.
Inaugurado em 1909, o Theatro Municipal é hoje um grande símbolo da Belle Époque
do Rio de Janeiro, carregando em sua decoração e arquitetura imponente um símbolo da
cultura nacional. Com uma coleção de nomes ímpares responsáveis por sua ornamentação
como Eliseu Visconti, Rodolfo Amoedo, Henrique e Rodolfo Bernadelli, o TMRJ reúne no
Centro de Documentação em conjunto com o Museu dos Teatros uma das mais completas
coleções de documentação das artes cênicas, tornando-se uma instituição de referência da
história e da memória acerca dessa temática do país.
Seu espaço interno conta com diversas obras de arte exclusivas feitas sob medidas
para preencher o espaço do Theatro. Algumas das principais que podemos notar são o
conjunto de decorações em cerâmica esmaltada do Salão Assírio (no intuito de imitar a
aparência de alguns originais presentes no Museu do Louvre) e as obras-primas que decoram
as ante salas dos camarotes de gala – com painéis de seda e mobiliário forrado de tapeçaria
Aubusson – todas em estilo Luís XVI.

Mural no Salão Assyrio
Sala do Presidente da República – Imagens do livro
“Theatro Municipal” (João do Rio, 1913) – Acervo CEDOC

O conjunto artístico do Theatro foi o maior do início do século XX, e o grande
escritor João do Rio retrata essa magnificência ao citar que a caixa cênica é uma das maiores
do mundo (somente a Boca de Cena possui: 16 x 14m) e caracterizar o TMRJ como “o
grande teatro do Brasil, o grande teatro da América do Sul, um dos mais belos templos de
arte modernos”.

Planta do pavimento das frisas – Imagem do livro “Theatro Municipal” (João do Rio, 1913) – Acervo
CEDOC

Considerado a principal casa de espetáculo do Brasil e uma das mais importantes da
América do Sul, o Theatro Municipal é um dos únicos teatros a contar com os três corpos
artísticos.

Fotografia Maria Olenewa, s/d – Acervo CEDOC

Em 1927, depois de alguns esforços, Maria Olenewa, bailarina e coreógrafa russa
fundou a primeira escola de dança do Brasil sediada no TMRJ. A EEDMO até hoje faz parte
de uma grande parte do Theatro, sendo muitas das vezes, a porta de entrada para dezenas de
bailarinos que passam a fazer parte do nosso Corpo de Baile (que surge oficialmente em
1936). Olenewa foi um marco para história do ballet brasileiro, marcando uma geração e
deixando seu nome – e sua eterna dança – na história.

Imagem da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal, 1931 – Acervo CEDOC

Alguns anos depois, às vésperas da comemoração da Independência do Brasil, a Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal passa a ganhar forma e seu concerto de estreia
conta com a participação de Tito Schipa, um dos maiores tenores da primeira metade do século XX. Fundada em 02 de maio de 1931, a OSTM tem uma trajetória com muitas curiosidades como o nome de Francisco Braga, o primeiro maestro titular do Theatro, autor
do Hino da Bandeira e ainda comandou o espetáculo de inauguração do Theatro Municipal,
em 14 de julho de 1909.

Imagem do Coro do Theatro Municipal, s/d – Acervo CEDOC

Ainda em 1931, para fechar o nosso corpo artístico, através de um decreto o Coro do
Theatro Municipal é fundado, ainda que sua primeira apresentação tenha ocorrido somente
dois anos depois, em agosto de 1933. Intitulado como Diretor do Coro, o maestro Santiago
Guerra, regeu o coral em uma montagem da ópera Andrea Chénier, um drama lírico em 4
atos. O espetáculo contou também com a coreografia da Maria Olenewa e com a regência de
Gino Marinuzzi. Posteriormente, entre 1978 e 1982, o Coro do Theatro Municipal do Rio de
Janeiro foi considerado um dos melhores do mundo em seu gênero pela revista Opera News,
tendo como regente na época o maestro Andrés Maspero.
Esses são alguns dos principais aspectos que fazem o nosso Theatro ser tão
excepcional, um espaço renomado que carrega diversas histórias e memórias. E pra você, já
visitou o TMRJ? Quais memórias construiu aqui? Conta mais pra gente no post original! E
para acompanhar essa e mais postagens sobre o Theatro Municipal, confira a nossa página no
Instagram: @theatromunicipalrj.

Theatro Municipal em Cena Apresenta Entre Horizontes Móveis

Postado por Marietta Trotta em 13/jul/2022 -

Entre territórios móveis, aborda a questão dos corpos, dos lugares, das peles, dos gêneros, e a partir dessa mistura traça um plano comum na resposta à questão que perpassa séculos: Como viver juntos? Como viver juntos nas diferenças e por elas? Como caminhar juntos na horizontalidade e entre a verticalidade dos prédios, dos monumentos, da cidade, do concreto?

Neste caldo caótico desejamos abrir a escuta aos acontecimentos que traçam a mobilidade dos corpos no chão da composição, no chão do Rio, no chão do Brasil, no chão do mundo. Tudo começou caminhando, e eu não sabia mais onde estava. No começo era o céu e a terra. Eu sou uma pessoa? Eu não sei o que é ser uma pessoa. Eu? Eu acho que nunca fui uma pessoa.
Isso não acaba nunca. Deixa os corpos dançarem.
A dança não pode parar.
É preciso continuar.
Entre.


Concepção e Direção: Daphne Madeira 

Colaboração: Denise Milfont

Assistentes: Tais Almeida, Mery Horta, Laís castro

Trilha sonora e performance: Dany Roland, Fernando Alves Pinto e Murilo O’Reilly

Figurino: Josef Chasilev

Vídeos: Mó Coletivo

Design de luz: Fernanda Mantovani

Comunicação: INOVA BRAND
Assessoria De Imprensa: Carlos Pinho
Fotos de Divulgação: Zucca

Direção de Produção: Filomena Mancuzo
Produção Executiva: Marcela Rosario

Assistente de Produção: Celso Rodrigues

Produção Geral: Sérgio Lopes
Coordenação e Realização: SL Produções

Performers Criadores

Amanda Gouveia – José Rodrigues – Lagarthixaa – Laís Castro – Luana Bezerra –

Mery Horta – Salasar  Junior – Tais Almeida – Theuse Luz da Pavuna

Local

Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Salão Assyrio
Praça Marechal Floriano s/n

Entrada pelo Boulevard Treze de Maio

Dia 15 de julho as 20h
300 lugares
Entrada Franca

Theatro Municipal do Rio de Janeiro comemora os 113 anos com uma grande festa.

Postado por Marietta Trotta em 11/jul/2022 -

Após dois anos comemorando virtualmente, chegou a hora de estar de volta com o tradicional aniversário do Theatro Municipal de Portas Abertas ao público, durante todo o dia 14 de julho, quando completa 113 anos.

Celebrar os 113 anos do Theatro Municipal abrindo as portas para o público é uma alegria e um marco na rica história da instituição, depois de dois anos fechada por conta da pandemia. Pensamos uma programação ampla, democrática, envolvendo todos os corpos artísticos do TM e culminando com uma apresentação gratuita de Don Giovanni. Esperamos todos vocês com a certeza de que teremos uma grande festa!” – destaca a presidente da Fundação Teatro Municipal, Clara Paulino.

“Idealizar a programação do aniversário do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, com toda a equipe da Direção Artística, após dois anos de pandemia é uma emoção muito grande. A construção da programação, o contato com os artistas que se apresentarão, as reuniões de pauta… são ingredientes maravilhosos de um processo de enorme trabalho. A data de 14 de julho é, por tradição, um dia em que todos os corpos artísticos e funcionários da casa se unem num grande ato de agradecimento ao público carioca por  tanto carinho e amor pelo teatro.” – ressalta Eric Herrero, diretor artístico da Fundação Teatro Municipal.

A programação inicia às 9h com a participação da banda dos Fuzileiros Navais em frente à escadaria externa, na Rua Evaristo da Veiga.  Às 10h, o Quarteto Ornamentos, que toca Vivaldi e Beatles, vai se apresentar no Foyer do Theatro com os músicos Marluce Ferreira (1º violino), Andrea Moniz (2º violino), Lígia Rangel (viola) e Lylian Moniz (violoncelo). Às 11h, a Camerata Vila, da Ação Social pela Música, grupo com 18 integrantes, vai mostrar um repertório erudito e popular, no Boulevard da Av. Treze de Maio. 

A partir do meio-dia, acontecerá, no Salão Assyrio, o “GRAND DÉFILÉ”, uma série de atividades com bailarinos e músicos do Theatro. Para começar, 195 alunos da Escola Estadual de Dança Maria Olenewa. Em seguida, o Adágio do Cisne Negrocom os primeiros bailarinos do Municipal, Márcia Jaqueline e Cícero Gomes, acompanhados pelo pianista Itajara Dias. Haverá ainda o pas de deux do 2º ato do Lago dos Cisnes com a solista do BTM (Ballet do TMRJ), Fernanda Martiny e o novo contratado do BTM, bailarino Alyson Trindade. O pianista Itajara Dias, o violinista Daniel Albuquerque e o violoncelista Pablo Uzeda vão acompanhar a coreografia, ao vivo. Serão apresentados também o pas de deux de O Corsário, com os primeiros bailarinos do Theatro Juliana Valadão e Filipe Moreira, acompanhados pelo pianista Murilo Emerenciano.  E pra fechar esta parte da programação, a Morte do Cisne, com a primeira bailarina Claudia Mota, ao som do pianista Valdemar Gonçalves e do violoncelista Pablo Uzeda.

Na escadaria interna do TMRJ, às 13h, será exibido O Sole Mio – As Mais Belas Canções Napolitanasinterpretadas pelos tenores do Coro do Municipal Ivan Jorgensen, Erick Alves, Jessé Bueno e Guilherme Moreira. O pianista será Murilo Emerenciano.

Já às 14h, no Foyer, haverá o recital da harpista Alice Emery. A partir das 15h, na escadaria interna, árias de óperas famosas interpretadas pelos cantores Carolina Morel, Erika Henriques, Hebert Augusto Campos, João Campelo e Calebe Faria, as Novas Vozes da Ópera do Municipal, com o pianista Murilo Emerenciano.

Durante a tarde, mais uma apresentação de uma orquestra jovem no Boulevard: a Orquestra Maré do Amanhã, às 16h. E, em frente ao Theatro Municipal, às 17h, será a vez da banda Sinfônica de Duque de Caxias – FUNDEC, formada por 45 músicos que irão interpretar um repertório variado.

E para encerrar as atividades do aniversário, na grande sala, a ópera Don Giovanni, de Mozart, com a Orquestra Sinfônica, Coro e Bailarinos do TMRJ, além de solistas convidados e alunos do curso técnico da EEDMO.

Programação Especial 113 anos TMRJ:

09h – Banda dos Fuzileiros Navais

Local: Frente do Theatro Municipal – Escadaria externa.

10h – Quarteto Ornamentos

Local: Foyer

11h – Camerata Vila – Ação Social Pela Música

Local: Boulevard

12:h– “GRAND DÉFILÉ”

Local: ASSYRIO

13h – O Sole Mio – As Mais Belas Canções Napolitanas

Local: Escadaria Interna do TMRJ

14h – Recital de Harpa

Local: Foyer

15h – Novas Vozes Da Ópera

Local: Escadaria Interna

16h – Orquestra Maré do Amanhã

Local: Boulevard

17h – Banda Sinfônica de Duque de Caxias – FUNDEC

Local: Frente do Theatro Municipal

19h – Ópera Don Giovanni de Mozart

Local: Grande Sala

Dentro da programação, haverá aindaduas turmas de visitas guiadas – às 11h e 16h. (as inscrições serão feitas pelo site da Imply a partir de hoje 11.07 e estarão sujeitas à lotação)

Serviço:

Theatro Municipal de Portas Abertas – aniversário 113 anos

Endereço: Praça Floriano, s/nº – Centro

Data: 14 de julho

Horários: 9h até 19h (ver programação acima)

Entrada franca sujeita à lotação

Ingressos para o dia 14 de julho:

Ingressos para o dia 14 de julho:

A retirada de ingressos será feita uma hora antes das apresentações, na bilheteria do Theatro, situada na lateral do TMRJ, na Avenida Rio Branco.

* Visitas Guiadas gratuitas -– Inscrições pelo site Imply a partir de segunda-feira (11 de julho)

* Pré-estreia Don Giovanni – Ingressos pelo site Imply, dois por CPF, a partir de sábado (09 de julho) para o dia 14 de julho. Nos outros dias, segue o link para venda: https://theatromunicipalrj.eleventickets.com/#!/evento/360685d8791565bc6fdcb2119d5f71fb0ecf9d64

Antes de cada espetáculo, haverá uma palestra sobre a ópera e suas curiosidades.

Classificação: Livre, exceto a ópera Don Giovanni -14 anos

Realização Institucional: Fundação Teatro Municipal, Associação dos Amigos do Teatro Municipal

Realização: Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal

Amadeus no projeto Música no Assyrio do Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Postado por Allex Lourenço em 27/jun/2022 -

Eles já se apresentaram para o Papa, no Vaticano e no próximo dia 03 de julho, domingo, às 11h, serão a atração do Música no Assyrio. É o conjunto de violinos Amadeus, composto por adolescentes oriundos do grupo “Os pequenos Mozart”, que estreou a temporada do projeto no Municipal, em 15 de maio. Com direção artística da violinista da Orquestra Sinfônica do TMRJ, Suray Soren, os músicos se vestem com roupas da época do genial compositor Wolfgand Amadeus Mozart e são um sucesso por onde passam. No repertório, música do período barroco aos clássicos da MPB.  Durante a apresentação haverá ainda a participação de antigos músicos do grupo. Os ingressos tem preços populares (10 a inteira e 5 a meia-entrada) e podem ser adquiridos a partir desta segunda ( 27 de junho),  na bilheteria do Theatro e na plataforma imply.

Sobre Amadeus

O conjunto de violinos “Amadeus” é composto por adolescentes oriundos do grupo “Os pequenos Mozart”. Criado para trazer novos desafios aos jovens, os músicos foram se aprimorando com o passar dos anos. Com uma extensa agenda, o Amadeus fez inúmeras apresentações e em 2001, gravou ao vivo no concerto da Igreja da Candelária o seu primeiro CD. Em 2008 e 2009, realizou apresentações nas escolas em Santiago, Chile, divulgando a música brasileira.  Por vários anos participou das comemorações de aniversário do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Já se apresentou no Festival Vale do Café, Festival de Inverno de Petrópolis, Centro Cultural Banco do Brasil, BNDES, Concerto dos 500, reunindo cerca de 500 violinos no palco do Theatro Municipal e os integrantes tiveram a oportunidade de fazer uma participação especial no show com a violinista clássica-pop Vanessa Mae. Desde 2014, consecutivamente o grupo realiza uma Série de concertos pela Europa (Alemanha, Áustria, França, Inglaterra, Holanda, Itália, República Tcheca e Portugal),  mais uma vez divulgando a música brasileira. Os jovens violinistas se apresentaram para o Papa, no Vaticano, na Audiência Papal, sendo para o grupo uma experiência inesquecível.      

Locais onde o conjunto “AMADEUS” já se apresentou:

  

Theatro Municipal – RJ (2001, 2002, 2003, 2004, 2005, 2006, 2012, 2013, 2014
e 2017); Centro Cultural Banco do Brasil–Sintonia Musical- oito shows (2006); Série “ Quintas no BNDES ” (2006); Tribunal de Contas do Município RJ – Solenidade de Entrega da Comenda (2006); Centro Cultural Banco do Brasil – Concertos de Páscoa (2005); Sala Cecília Meireles (com o violinista francês Nicolas Krassik/2003); Festival Ouro Preto (2005); Festival Vale do Café (2003, 2004, 2005, 2006, 2010, 2012, 2014, 2015, 2016 e 2018); CLARO HALL (com a violinista Vanessa Mae/2002), Igreja da Candelária (2001); Concerto dos 500 – Theatro Municipal (2010); Prêmio FINEP – Theatro Municipal (2014); Festival de Inverno – Itaipava (2004/2005); Bauernfest – (2013, 2014, 2015, 2016, 2017 e 2018); Festival de Harpas – Forte de Copacabana (2014); Shopping Leblon – Apresentações de Natal (2014 e 2015); Weltmuseum – Viena – Áustria (2014); Academia de Artes de Praga – República Tcheca (2015); Potsdam Museum – Alemanha (2015); Embaixada do Brasil – Paris (2016); Embaixada do Brasil – Roma (2017); Audiência Papal – Roma (2017); Sala Einstein Kultur –Munique (2018); Palácio Foz – Lisboa (2018); Mosteiro dos Jerônimos – Lisboa (2018); Embaixada do Brasil – Holanda (2020); Embaixada do Brasil – Alemanha (2020).

Suray Soren, direção artística

Violinista da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, iniciou seus estudos de piano aos três anos de idade e, aos onze anos, os estudos de violino na Escola de Música da UFRJ. Formou-se no curso superior de violino, aperfeiçoando-se mais tarde com o Professor Paulo Bosisio. Pioneira no ensino do Método Suzuki no Rio de Janeiro, há 30 anos adaptou o método japonês à nossa realidade, aproveitando a riqueza da música brasileira. Sendo assim, deu origem ao MÉTODO SUZUKI TROPICAL. Em 2010, realizou no Theatro Municipal o “Concerto dos 500”, reunindo 500 violinos: alunos, ex-alunos e convidados.Como violinista, representou o Brasil na Iª Orquestra Mundial, sob a regência do renomado maestro Carlo Maria Giulini, em Estocolmo, Suécia. Por vários anos tem realizado uma série de concertos com seus alunos, o grupo The Brazilian Tropical Violins pela Europa divulgando a música brasileira. Em 2018 dirigiu uma apresentação de seus alunos – grupo “Os Pequenos Mozart e Amadeus” – para o Papa Francisco na Audiência Papal, no Vaticano.

Programa:

Fiocco- Allegro

Corelli – La folia

Grétry – Tambourin

Fauré – Pavane

Vivaldi – concerto para 4 violinos em Si menor

Back- A thousand years

Webber- O fantasma da ópera

Louiguy/Piaf- La vie en rose

Bee Gees- How deep is your love

Morricone- Cinema Paradiso

Toquinho- Tarde em Itapuã

Jobim- Garota de Ipanema

Direção artística Suray Soren

Serviço:

Música no Assyrio /Amadeus

Data: 03 de julho – domingo

Horário: 11h

Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Centro

Entrada pelo Boulevard da Treze de Maio

Preços populares: R$10,00 (inteira) e R$5,00 (meia – entrada) – na bilheteria do Theatro e na plataforma Imply : https://theatromunicipalrj.eleventickets.com/#!/apresentacao/f0f7f5e63fc8ddce552e35bcfbbbd83b7c953a89

Classificação: Livre