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O Barbeiro de Sevilha virou Podcast

Postado por Allex Lourenço em 19/dez/2022 -

O Theatro Municipal do Rio de Janeiro lança o seu quinto episódio do podcast “Municipal para você”, publicado em diversas plataformas. Hoje falamos sobre a ópera “O Barbeiro de Sevilha, com apresentação de Eric Herrero, diretor artístico do Theatro Municipal. Convidamos para este Episódio a responsável pela concepção e direção cênica do espetáculo, Julianna Santos e os solistas Lara Cavalcanti e Vinicius Atique.

Ficha Técnica: Apresentação: Eric Herrero.

Participação: Julianna Santos, Lara Cavalcanti e Vinicius Atique.

Gravação e Edição: Fábio Aquino.

Roteiro: Eric Herrero e Gustavo Durán.

Arte: Luisa Matos

Introdução: Allex Lourenço.

Ficha Técnica do Espetáculo: Música de Gioachino Rossini – Libreto de Cesare Sterbini.

Direção Musical e Regência: Felipe Prazeres.

Coro e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal (OSTM).

Regência do Coro: Priscila Bomfim.

Concepção e Direção cênica: Julianna Santos.

Cenografia: Giorgia Massetani.

Figurinos: Olintho Malaquias.

Iluminação: Fabio Retti e Paulo Ornellas.

Direção Artística do TMRJ: Eric Herrero

Serviço: O Barbeiro de Sevilha. Récitas: 16/ 11 (ensaio aberto), 18/11, 23/11 e 26/11 – às 19h, 20/11 às 17h, 22/11 às 14h (fechado para escolas).

Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

Endereço: Praça Floriano, s/nº – Centro.

Classificação: livre.

Apoio: Livraria da Travessa, Rádio MEC, Rádio SulAmérica Paradiso, Rádio Roquette Pinto – 94.1 FM.

Patrocínio Ouro Petrobras. Lei de Incentivo à Cultura.

Realização Institucional: Fundação Teatro Municipal, Associação dos Amigos do Teatro Municipal.

Realização: Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal.

Orquestra Sanfônica faz shows em homenagem aos 110 anos de Luiz Gonzaga

Postado por Allex Lourenço em 18/dez/2022 -

Para celebrar os 110 anos do nascimento de Luiz Gonzaga, imortalizado em dezembro com o Dia do Forró, a Orquestra Sanfônica do Rio de Janeiro se apresenta na Sala Mário Tavares, do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Em formato acústico, com tradução simultânea em Libras, a “Sanfonada na escadaria” reúne vinte e seis músicos sanfoneiros nos dias 20 e 21 de dezembro, 3ªf e 4ªf, às 17h para encantar trabalhadores do bairro do Centro no horário de retorno para casa. Originalmente o evento seria realizado na escadaria do Theatro, sendo alterado para a Mário Tavares devido ao risco de chuva.

Um delicioso e inovador encontro com o repertório de grandes sucessos de Gonzagão, canções que todos sabem cantar e que fazem parte da memória coletiva do brasileiro, a  Sanfonada pretende reacender a memória e o legado musical de Luiz Gonzaga, suas tradições nordestinas, além de resgatar a sanfona para o cotidiano da população fluminense.

Com direção musical de Marcelo Caldi, maestro e idealizador da Orquestra, pioneira no Estado, a Orquestra Sanfônica surgiu em 2015 e se confirmou como a maior expressão musical viva da cultura nordestina na cidade. Formada por 25 musicistas, o grupo reúne com diversidade mulheres e homens, jovens, adultos e idosos, de todas as gerações e classes sociais, moradores das mais diversas áreas da região metropolitana da capital. Desde 2021, a Orquestra vem se apresentando em locais abertos na cidade e na ilha de Paquetá.

Projeto incentivado pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro e Secretaria de Estado da Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, no edital Municipal em Cena 2022

Repertório show:

1. Forrozinho aperreado (Dominguinhos)

2. Essa é boa (Dominguinhos/Anastácia)

3. Velhos tempos (Dominguinhos)

4. Homenagem a Januário (Dominguinhos)

5. Sabiá (Luiz Gonzaga e Zé Dantas)

6. A vida do viajante (Luiz Gonzaga e Hervê Cordovil)

7. Choro de fim de tarde (Marcelo Caldi)

8. Pensando em você (Marcelo Caldi e Raimundo Laureano) / Do nosso jeito (Marcelo Caldi e Gentil Cordeiro)

9. Fole funk (Marcelo Caldi)

10.  Cabaceira mon amour (Sivuca)

11. Lamento nordestino (Roberto Stanganelli e Oswaldinho)

12. Feira de mangaio (Sivuca e Glorinha Gadelha)

13. Simplificando (Marcelo Caldi e Roberto Kauffmann)

14. Lembrei do Ceará (Marcelo Caldi)

15. Eu só quero um Xodó (Dominguinhos e Anastácia)

QUADRILHAS:

16. Olha pro céu (Luiz Gonzaga e José Fernandes)

17. O sanfoneiro só tocava isso (Geraldo Medeiros dos Santos e Haroldo Lobo)

18.  Pedras que cantam (Dominguinhos e Fausto Nilo)

19. Asa branca (Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira)

Imagens para ver e ouvir Orquestra Sanfônica do Rio de Janeiro:

https://youtu.be/7NGeDhwcHSI

Redes digitais Orquestra Sanfônica:

https://www.youtube.com/orquestrasanfonicadoriodejaneirowww.facebook.com/orquestrasanfonicarj www.instagram.com/orquestrasanfonicarj

Serviço Show:

Orquestra Sanfônica do Rio de Janeiro | “Sanfonada na Escadaria” | Acústico

Homenagem aos 110 anos do mestre Luiz Gonzaga

Dia: 20 e 21 de dezembro de 2022 | 3ªf e 4ªf | 17h

Local: Sala Mário Tavares do Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Horário: 17h30 | Com tradução simultânea em Libras

Endereço: Praça Floriano, S/N – Centro, RJ

Classificação: Livre

Tempo: 110 minutos Gratuito

Sobre Orquestra Sanfônica do Rio de Janeiro:

Orquestra Sanfônica do Rio de Janeiro, a primeira do Estado, é uma ação arte-educativa, formada por sanfoneiras e sanfoneiros, cantoras e cantor, percussionistas, contrabaixista e rabequeiro, e revive os áureos tempos do instrumento de fole no Rio de Janeiro e no Brasil. Inova ao incluir em seu repertório canções regionais nordestinas – de autoria de Jackson do Pandeiro, Luiz Gonzaga, Dominguinhos e Sivuca, entre outros – ao lado de músicas autorais, criadas, em sua maioria, pelos membros do grupo.

O grupo é síntese da diversidade singular da cultura carioca, formado por 25 músicos, entre jovens, adultos e idosos de todas as camadas sociais, oriundas das diversas áreas da cidade. Em 2021, a Sanfônica se apresentou ao lado de Lucy Alves, Juliana Linhares e Marcelo Mimoso, celebrando os 80 anos de nascimento de Dominguinhos, destaque do Festival Toca, premiado pela Lei Aldir Blanc, Rio de Janeiro. Ainda em homenagem ao mestre, realizou uma parceria inédita com a Orquestra Sanfônica de Teresina, para produção de um clipe. Em 2022, foi o destaque do FIBRA – Festival de Música Instrumental, em homenagem a Dominguinhos, apresentando-se na Escadaria do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

Idealizada pelo maestro Marcelo Caldi, os músicos têm aulas uma vez por semana, contribuindo para educação musical da sanfona, um instrumento extremamente popular mas que carece de metodologia de aprendizagem. Dentre os componentes, destaca-se ainda a arte-educadora, regente e professora Norma Nogueira, coordenadora do Núcleo de Cultura Popular Céu na Terra e responsável pelo núcleo de acordeom da Escola Villa-Lobos, de onde saíram a maioria dos membros da Sanfônica.

Mais informações para a imprensa:

Passarim Comunicação www.passarimcomunicacao.com

Silvana Cardoso | silvana.cardoso@gmail.com | (21) 99249-0947

Juliana Feltz | (21) 99570-4169 | juliana.feltz@gmail.com

Municipal em Cena – Espetáculo de dança “Mudo”, em duas apresentações

Postado por Allex Lourenço em 06/dez/2022 -

O Theatro Municipal do Rio de Janeiro apresenta nos dias 16 e 17 de dezembro, sexta-feira às 18h e sábado em duas sessões, às 18h e 19h, o espetáculo de dança inédito “MUDO”, sob a direção coreográfica de Bruno Gregório, com entrada gratuita. O projeto foi selecionado no Edital Municipal em Cena 2022, e conta com patrocínio integral da Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro – FTMRJ, em parceria com a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa – SECEC, do Governo do Estado do Rio de Janeiro.

“Mudo” é uma palavra que pode significar estados de silêncio e mudança. No contexto deste espetáculo de arte conceitual e dança contemporânea, o nome abraça ambos significados. O ímpeto de João Pacca, idealizador do projeto, é criar uma narrativa que demonstre uma metáfora sobre o autorretrato: este mecanismo que inventa nosso estado presente se deparando com provisório e o silêncio no cerne de sua formulação.

O criador comenta que “por meio de imagens-discursos, somos atravessados por projeções que nos nomeiam e auxiliam nossa própria elaboração sobre o que sou ‘EU’”. A coreografia de Bruno Gregório é interpretada pelo bailarino Matheus Pergolizzi que constrói um diálogo com a outras obras trazidas através da videoarte, em meio da apresentação de sua performance solo. 

O público é convidado a refletir sobre nossa condição enquanto seres que observam suas cias e arredores sendo incapazes de se ver da mesma maneira. Nas palavras dos criadores do espetáculo, Bruno Gregório e João Pacca: “se eu pudesse me ver como vejo você, deixaria de ser quem eu sou para perceber ele em nós.”, e completam que “a individualidade é uma ilusão”.

A produção está a cargo de Anderson Eleotério da ADUPLA Produção Cultural, empresa que vem realizando importantes projetos itinerantes pelo Brasil, como: VideoRio – Festival de Videoarte do Rio de Janeiro, Di Cavalcanti, Rugendas, Debret, Farnese de Andrade, Athos Bulcão, Milton Dacosta, Antonio Bandeira, Rubem Valentim, Bandeira de Mello, Carlos Scliar, Mário Gruber, Manoel Santiago, Raymundo Colares, Leila Danziger, Celina Portella, Vítor Mizael, Bruno Miguel, entre outros. 

Serviço:

Espetáculo de dança contemporânea: “MUDO”

Coreografia: Bruno Gregório

Bailarino: Matheus Pergolizzi

Videoarte cenográfica: João Pacca

Direção de produção: Anderson Eleotério

Local: Sala Mário Tavares – Theatro Municipal do Rio de Janeiro (Prédio Anexo)

Endereço: Av. Almirante Barroso, 14/16 – Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)

Telefone: (21) 2332-9191

Apresentações: dia 16 de dezembro, sexta-feira às 19h, e

dia 17 de dezembro, sábado às 18h e 19h (duas sessões)

Classificação Indicativa: A partir de 14 anos (contém cenas de nudez)

Entrada Franca

Acesso para pessoas com deficiência

Patrocínio/Realização: Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro – FTMRJ / Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa – SECEC / Governo do Estado do Rio de Janeiro.

Assessoria de Imprensa:

Fabio Cezanne

cezannedivulgacao@yahoo.com.br 

(21) 99197-7465









Ópera “o Vinho Encantado”, de Frank Martin, tem estreia nacional no salão Assyrio do Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Postado por Marietta Trotta em 06/dez/2022 -

Oitenta anos após sua estreia mundial absoluta, em Zurique, em 1942, o Brasil finalmente assistirá pela primeira vez a célebre ópera “O Vinho Encantado” (“Le Vin Herbé” em tradução livre), do compositor suíço Frank Martin (1890-1974), em única apresentação, gratuita, no dia 11 de dezembro, domingo, no Salão Assyrio do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, com idealização e direção artística de André Heller-Lopes – projeto contemplado no Edital Municipal em Cena.

Um Tristão com uma diferença. Assim foi definida esta original ópera, que flerta com o oratório e com a associação ao famoso drama de Richard Wagner, “Tristan und Isolde”. Porém, há nesta versão algo mais: o universo das lendas celtas e medievais recontado pela poesia de Joseph Bédier em “Le Roman de Tristan et Iseult”, onde aparecem personagens estranhos à trama wagneriana, como a mãe de Isolda, o Duque Hoel ou ainda uma segunda Isolda, com quem Tristan casa-se para esquecer a outra Isolda.

A lenda da poção mágica que libertou o amor trágico de Tristão e Isolda, na versão de Martin, alcançou fama mundial após sua estréia cênica no Festival de Salzburgo de 1948. Seguiram-se produções em dezenas de grandes teatros mundo afora. Elas garantiram a “Le Vin Herbé” seu lugar de destaque dentre as obras do nosso tempo. Seu formato mistura as funções de artistas do coro e solistas, colocando-os em contato com a platéia de uma forma poucas vezes explorada nos palcos líricos.

E, cumpre ressaltar que, segundo a Ed Universal, detentora dos direitos da obra, não há igualmente registros de execuções em outros países da América Latina — o que faria do presente espetáculo a estréia latino-americana de “Le Vin Herbé”.

Nesta apresentação no Theatro Municipal do Rio de Janeiro os solistas estarão espalhados pela imensidão do fascinante Salão Assyrio e sua arquitetura art nouveau que dialoga perfeitamente com o exotismo da música. Para dar voz e vida ao espetáculo, um elenco de 12 jovens cantores assumem todos os papéis, acompanhados de 7 instrumentistas da Orquestra Sinfônica Brasileira/OSB, numa especial participação, mais o pianista Silas Barbosa.

É talvez a única ópera em todo repertório em que um grupo de cantores divide-se entre as partes de canto coral e solos, com jovens artistas, em torno de 25 anos, muitos saídos dos quadros da UFRJ, na aurora de suas carreiras, e com ênfase na diversidade.

“O Vinho Encantado” é uma obra de formato original, transitando entre ópera e oratório: talvez a melhor forma de definir esta obra que transita entre luz e sombra seria chama-la de “oratório profano”. Nela, os cantores são ora vozes invisíveis que narram a ação e as emoções, ora protagonistas e personagens da célebre história do amor encantado de Isolda e Tristão. A encenação segue, assim, esses caminhos: vozes na escuridão que manipulam fios de luz, e cantores que entram num corredor de luz para defender seus papéis”, adianta André Heller.

Ficha técnica
Elenco
Soprano 1 – Gabriela Meira
Soprano 2/Isolde (la blonde) – Sophia Dornellas
Soprano 3/ Brangaene – Cinthia Fortunato
Alto 4/ isolde aux blanche mains – Sarah Salotto
Alto 5/mae de isolda – Cintia Graton 
Alto 6 – Andressa Inácio 
Tenor 1 – Guilherme Moreira  
Tenor 2 / Tristan – Ricardo Gaio
Tenor 3/ Karhedin – João Campelo
Baritono 4/ Rei Marke – Paulo Maria
Baixo 5/ Le Duc Hoel – Murilo Neves
Baixo 6 – Leo Thieze
Piano: Silas Barbosa
Participações especial: músicos da Orquestra Sinfônica Brasileira OSB
Direção artística & Idealização: André Heller-Lopes
Direção musical: Priscila Bomfim
Coordenação de produção: Maria Angela Menezes
Produção: Tema Eventos Culturais

Projeto contemplado no Edital Municipal em Cena 01-2021 da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Governo do Rio de Janeiro

Serviço:
Ópera: “O Vinho Encantado”, de Frank Martin
Local: Salão Assyrio – Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Data: 11 de dezembro de 2022, domingo
Horário: 17h
Classificação: livre para todos os públicos
Retirada de ingressos: http://theatromunicipal.rj.gov.br/ – a partir de quarta, 07/12
Entrada Franca

TMRJ realiza palestra gratuita sobre Don Quixote com Ana Botafogo e Nora Esteves

Postado por Marietta Trotta em 05/dez/2022 -

Para a temporada do ballet Don Quixote, o Theatro Municipal do Rio de Janeiro apresenta mais um ciclo de palestras gratuitas.

Hoje (14.12), às 18h, em nosso salão Assyrio, o bate-papo fica por conta das Primeiras Bailarinas do TMRJ – Ana Botafogo e Nora Esteves, com mediação de Paulo Melgaço – Professor e pesquisador da Escola Estadual de Dança Maria Olenewa. O tema da palestra será “Memórias do Ballet”.

O encontro, aberto ao público, contará com intérprete de Libras. Sujeito a lotação.

Ficha Técnica
Solistas: 14 e 22/12 – Márcia Jaqueline e Cícero Gomes
15 e 17/ 12 – Juliana Valadão e Alyson Trindade
16 e 20/12 – Marcella Borges e Filipe Moreira
18/12 – Manuela Roçado e Rodrigo Hermesmeyer
21 e 23/12 – Cláudia Mota e José Ailton
Concepção, remontagem e adaptação: Hélio Bejani e Jorge Texeira
Ensaiadores: Hélio Bejani, Jorge Texeira, Aurea Hammerli, Cristiane Quintan, Monica Barbosa e Priscila Albuquerque
Figurino: Tânia Agra e João Corrêa
Cenografia: Pará Produções, Glauco Bernardi e Manoel Puoci
Iluminação: Paulo Ornellas
Diretor Artístico BTM: Hélio Bejani
Maître convidado e ensaiador: Jorge Texeira
Ballet e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Regência Jésus Figueiredo
Diretor Artístico TMRJ: Eric Herrero

Serviço
Don Quixote – Ballet em 3 atos
Regência: Jésus Figueiredo
Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Endereço: Praça Floriano, S/N – Centro
Datas e Horários
13/12 – 19h – ensaio aberto
14, 15, 16, 17, 21, 22 e 23/12 – 19h
18/12 – 17h
20/12 – 14h (Projeto Escola)
Duração: 2h – com 15 minutos de intervalo
Classificação Livre
Lei de incentivo à cultura
Apoio: Livraria da Travessa, Rádio MEC, Rádio SulAmérica Paradiso, Rádio Roquette Pinto – 94.1 FM
Realização Institucional: Fundação Teatro Municipal, Associação dos Amigos do Teatro Municipal
Realização: Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal

Ingressos em nosso site e bilheteria do Theatro
Frisas e Camarotes – R$80,00 (ingresso individual)
Plateia e Balcão Nobre – R$60,00
Balcão Superior – R$40,00
Galeria – R$20,00

📷: @ebendinger
Design: @carlacampelomarins
Ilustrador: Ivan Coelho

Tributo a Elza Soares no Boulevard do TMRJ dia 07/12

Postado por Allex Lourenço em 05/dez/2022 -

No próximo dia 7 de dezembro, quarta-feira, às 17h, o boulevard o Theatro
Municipal do Rio de Janeiro ficará pequeno para a realização de um tributo a Elza Soares, protagonizado por músicos, bailarinos, coreógrafos, compositores e artistas em geral. Com produção executiva, curadoria e coordenação geral de Mariana Chew, direção musical de Muralhex, arranjos de Blas Rivera e direção de movimento de Danilo D’Alma a edição deste ano do Cello Dance promete uma robusta festa em memória à diva da música negra brasileira, com entrada franca.

Apresentando um programa que abrange diferentes fases da carreira da cantora, um naipe de músicos renomados se juntará, em sinergia, com um seleto grupo de bailarinos. Juntos, os violoncelistas David Chew e Thais Ferreira, o multi-instrumentista Muralhex, o violinista Thiago Teixeira, as cantoras Alma Thomas e Maria Ma, os saxofonistas Blas Rivera, Eduardo Barbosa e Felipe Barbosa, com o percussionista Murilo O’ Reilly, apresentarão alguns de seus clássicos, que ganharão movimento, solidez,
leveza e sensibilidade através dos bailarinos de Danilo D’ Alma, Elton Sacramento, Gabriela Luiz, Pamela Sobral.

“Elza é referência para muitas gerações de mulheres… ela é o poder da mulher negra brasileira, aquela que toma a direção da própria vida”, destaca a produtora Mariana Chew, que já conversava com a cantora antes da pandemia – Elza havia conhecido uma edição do Cello Dance, do qual já era entusiasta e abriu sua casa para o primeiro ensaio de um projeto iniciado dentro do Festival chamado Frequência Modulada. Muralhex, antes conhecido como DJ Muralha, além de participar há mais de dez anos do Cello Dance, dividiu o palco algumas vezes com a cantora, inclusive
participando de movimentos de criação com ela.

Ao longo dos últimos 15 anos, o Cello Dance vem agregando cada vez mais  público e artistas de forma natural e simbiótica. No Rio, foi vanguarda quando realizou  sua primeira mostra, reunindo dança e violoncelo, dentro do Festival Rio Cello, que já  acontece há 28 anos ininterruptos. Ao longo de todo esse tempo, obras foram criadas  e desenvolvidas por bailarinos, coreógrafos e compositores, possibilitando que outras  nacionalidades viessem participar e conhecer a cultura brasileira por meio deste  intercâmbio de linguagens. A cada ano, obras inéditas – musicais e coreográficas – são  criadas e adaptadas, muitas vezes tornando-se repertório das companhias e dos bailarinos, tendo como diferencial a união do corpo e do violoncelo. “O cello é um instrumento com imagem semelhante ao corpo de uma mulher, com timbre quase  humano, que denota total interação no palco, dissolvendo quaisquer fronteiras entre  músicos e bailarinos, aproximando as relações”, afirma Mariana. 

SERVIÇO:

7/12, quarta-feira – Cello Dance promove Tributo a Elza Soares

Local: Boulevard do Theatro Municipal do Rio de Janeiro 

Horário: 17h 

Endereço: Pça Floriano, s/n, Centro – Rio de Janeiro 

Entrada Franca



O Barbeiro de Sevilha em curta temporada no TMRJ

Postado por Allex Lourenço em 22/nov/2022 -

Em novembro, o Theatro Municipal do Rio de Janeiro vai apresentar O Barbeiro de Sevilha, de Gioachino Rossini, a ópera cômica que mais vezes subiu ao palco do Theatro ao longo de sua história: foram quase 40 temporadas! Com o patrocínio Ouro Petrobras e realização AATM, a ópera com melodias ágeis, ritmo frenético e situações hilariantes, tem agradado plateias do mundo todo por mais de dois séculos. As récitas acontecem nos dias 16 (ensaio aberto), 18, 20, 22 (fechado para escolas), 23 e 26 de novembro e todas terão uma palestra gratuita uma hora antes das apresentações.

Com concepção e direção cênica de Julianna Santos, O Barbeiro de Sevilha contará com os solistas Vinicius Atique (Figaro), Lara Cavalcanti (Rosina), Cintia Graton (Rosina – dia 22/11), Anibal Mancini (Almaviva), Saulo Javan (Don Bartolo), Murilo Neves (Don Basilio), Rose Provenzano-Páscoa (Berta), Leonardo Thieze (Fiorello) e FlávioMello (Oficial) com Coro e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal sob a direção musical e regência de Felipe Prazeres. A Direção Artística do TMRJ é de Eric Herrero.

Il barbiere di Siviglia (O Barbeiro de Sevilha) é uma ópera em dois atos de Gioachino Rossini com libreto de Cesare Sterbini baseado na peça homônima de Beaumarchais. O título original da obra era  Almaviva, o sia l’inutile precauzione (Almaviva, ou seja, a precaução inútil).

Antes de Rossini, Giovanni Paisiello compôs o seu Barbeiro de Sevilha em 1782 (dez anos antes do nascimento de Rossini). Com esse mesmo trabalho, Paisiello recebeu um dos maiores sucessos de sua carreira.

Tendo sido Paisiello um dos maiores representantes da ópera napolitana, o sucesso anterior de seu Barbeiro de Sevilha fez parecer inadmissível que um compositor de 23 anos, mesmo que tão talentoso, ousasse desafiá-lo. Só que Rossini não queria desafiar ninguém, pois que, na verdade, nem teve nenhuma responsabilidade pelo assunto.

O que aconteceu foi que a obra tinha sido escolhida pelo empresário do Teatro Argentino em Roma, o Duque Francesco Sforza Cesarini, que encomendou  a Rossini um trabalho para o próximo carnaval. E, naquela época, qualquer representação tinha que submeter-se à censura papal. Com isso, por precaução e estratégia o empresário propôs O Barbeiro de Sevilha como tema, que foi imediatamente aprovado pelos censores papais.

A primeira apresentação ocorreu em 20 de fevereiro de 1816 no Teatro Argentina em Roma e terminou em meio a assobios. O clima geral foi de boicote total, devido aos adeptos da versão da ópera de Paisiello, favorecida também pela morte súbita do empresário do Teatro Argentina. Contudo, já a partir da segunda apresentação, o público aclamou a obra de Rossini, levando-a a obscurecer a versão anterior de Paisiello e tornando-se uma das óperas mais representadas no mundo.

Enredo da obra:

Em Sevilha o Conde d’Almaviva apaixona-se pela bela Rosina, que no entanto vive praticamente prisioneira por causa do seu tutor, Dom Bartolo, que, por querer desposá-la, tem muitos ciúmes dela…porém com um interesse econômico muito maior do que por verdadeira afeição.

O Conde, apesar da estreita vigilância de Don Bartolo, ainda consegue comunicar seu amor a Rosina, mas não revela imediatamente sua identidade, por desejar que ela o ame por quem ele é e não por seu título. Assim, ele se apresenta a ela como Lindoro, um simples estudante. Rosina corresponde ao seu assédio, mas não sabe como fugir da vigilância de Dom Bartolo.

É neste momento que Figaro, um barbeiro inteligente e simpático, entra em cena para ajudar os dois amantes atuando como ‘mensageiro’: a seu conselho, o Conde, inicialmente consegue entrar na casa de Dom Bartolo sob a identidade falsa de um soldado em busca de hospitalidade; depois de um instrutor de música.Mas Don Bartolo, que é muito desconfiado, tem um assistente, Don Basilio, que lhe sugere inventar uma calúnia para desacreditar o Conde aos olhos de Rosina. No entanto, o Conde e Rosina espertamente, conseguem organizar- se para a fuga, graças à cumplicidade de Fígaro, que os ajuda distraindo Dom Bartolo com a desculpa de barbeá-lo.

Dom Bartolo e Dom Basilio seguem tentando desacreditar o Conde aos olhos de Rosina, dizendo-lhe que ele mentiu para ela e que ele não é nenhum estudante.

Aí Rosina, arrependida de ter confiado nele, está prestes a desistir de sua fuga e casar-se com Dom Bartolo por puro despeito. Só que, no final, o Conde esclarece tudo, revela sua verdadeira identidade e o motivo pelo qual se apresentou a ela como Lindoro.  Rosina, então, entende tudo o que se passou e concorda em casar-se com ele, jogando por terra os planos de Don Bartolo.

Solistas:

Figaro – Vinicius Atique (barítono)
Rosina – Lara Cavalcanti (mezzo-soprano)
                Cintia Graton (mezzo-soprano) – (22/11)
Almaviva – Anibal Mancini (tenor)
Don Bartolo – Saulo Javan (baixo)
Don Basilio – Murilo Neves (baixo)

Berta – Rose Provenzano-Páscoa (soprano)
Fiorello – Leonardo Thieze (baixo)
Oficial – Flávio Mello (barítono)

Ficha Técnica:

Música de Gioachino Rossini
Libreto de Cesare Sterbini

Direção musical e regência – Felipe Prazeres
Coro e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal (OSTM)
Regência do Coro – Priscila Bomfim
Concepção e direção cênica – Julianna Santos
Cenografia – Giorgia Massetani
Figurinos – Olintho Malaquias
Iluminação – Fabio Retti e Paulo Ornellas
Direção Artística do TMRJ – Eric Herrero

Récitas:
16/ 11 – 19h (ensaio aberto)
18/11 – 19h (estreia)
20/11 – 17h
22/11 – 14h (récita para escolas)
23/11 – 19h
26/11 – 19h

Serviço:
O Barbeiro de Sevilha
Récitas: 16/ 11 (ensaio aberto), 18/11, 23/11 e 26/11- às 19h, 20/11 às 17h.
22/11 às 14h (fechado para escolas)
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Endereço: Praça Floriano, s/nº – Centro
Classificação: livre

Apoio: Livraria da Travessa, Rádio SulAmérica Paradiso
Patrocínio Ouro Petrobras
Lei de Incentivo à Cultura
Realização Institucional: Fundação Teatro Municipal, Associação dos Amigos do Teatro Municipal
Realização: Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal
Os ingressos da ópera O Barbeiro de Sevilha estão à venda no site do Theatro Municipal (https://theatromunicipalrj.eleventickets.com/#!/evento/9302066507748c46d0971e94eddfbe60f81619b2/) e na bilheteria do Theatro. Antes de cada espetáculo, haverá uma palestra sobre a ópera e suas curiosidades.

Preços dos ingressos:
Frisas e Camarotes – R$80,00 (ingresso individual) ou R$480,00 (6 lugares)
Plateia e Balcão Nobre – R$60,00
Balcão Superior – R$40,00
Balcão Superior Lateral – R$40,00
Galeria Central – R$20,00
Galeria Lateral – R$20,00

TMRJ recebe apresentação única de ‘O boi e o burro no caminho de Belém’

Postado por Marietta Trotta em 22/nov/2022 -

“O boi e o burro no caminho de Belém”

Baseada na obra de Maria Clara Machado, ópera infantil

tem música e libreto de Tim Rescala

Com direção cênica de Cacá Mourthé e regência de Priscila Bomfim,

 as récitas serão na Escola de Música da UFRJ e no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, a partir de 25 de novembro, com entrada gratuita

Encenada pela primeira vez em 1953, “O boi e o burro no caminho de Belém” é uma das mais emblemáticas peças de Maria Clara Machado, o maior nome da dramaturgia para crianças no país, fundadora da renomada escola de artes cênicas O Tablado. Quase 70 anos após sua estreia, o texto agora ressurge como uma ópera infantil. Com música e libreto de Tim Rescala, direção cênica de Cacá Mourthé e regência da maestrina Priscila Bomfim, o espetáculo é um auto de Natal cheio de encanto, humor e brasilidade. “O boi e o burro no caminho de Belém” estreia em 25 de novembro na Escola de Música da UFRJ, onde fica em cartaz até 4 de dezembro. No dia 30 de novembro, o espetáculo tem única apresentação no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Toda a temporada é gratuita.

Num estábulo muito simples, mas acolhedor, o Boi e o Burro, figuras presentes no tradicional presépio de Natal, narram a história da noite do nascimento de Jesus Cristo. Com um olhar singelo e bem-humorado, os dois tentam entender o mistério da Estrela de Belém, que veio parar em cima do seu estábulo, e a presença de reis, pastores e anjos, além de Maria e José. “O boi e o burro no caminho de Belém” foi a primeira peça escrita por Maria Clara Machado. Inicialmente pensada para o teatro de bonecos, acabou sendo montada com atores. Desde a sua estreia, foi remontada inúmeras vezes.

“Maria Clara Machado costumava chamar de ‘farsa-mistério de natal’. É uma história singela, poética e atemporal; por isso agrada há tanto tempo crianças de todas as idades”, conta Cacá Mourthé. “O espetáculo é um programa para toda família, que nos leva a um Natal simbólico, com uma mensagem de renovação e esperança para o novo ano que está chegando. Há 2 mil festejamos o Natal repetidamente e, às vezes, esquecemos que o verdadeiro sentido da data é deixar pra trás as velhas ideias e os velhos hábitos cotidianos e nos abrir para o novo. Assim podemos renascer junto ao menino de Belém todos os anos e todos os dias. Feliz Natal!”, completa a diretora cênica da montagem.

No elenco principal da ópera “O boi e o burro no caminho de Belém” estão Flávio Melo/Johnny França (Boi), Ossiandro Brito (Burro) e Iago Cirino (Pastor) –acompanhados por outros cinco atores, mais o Coral Brasil Ensemble UFRJ (formado por 16 vozes) e uma orquestra sinfônica com 25 músicos. Diretor de arte da montagem, Ronald Teixeira criou um cenário que resgata a simplicidade de uma manjedoura com muita madeira e palha. Para os figurinos do Boi e do Burro, além de roupas que se assemelham à pele dos animais, foram confeccionadas duas máscaras pelo artista Eric Fuly.

Autor de óperas de sucesso, Tim Rescala destaca o respeito ao texto original na sua transposição. “Precisamos respeitar a espinha dorsal. Mas, por se tratar de uma outra linguagem, devemos propor algo novo. O desafio é transformar o texto de teatro em versos”, conta Tim, que repete a parceria com a diretora Cacá Mourthé, com quem fez a ópera infantil “O cavalinho azul”, também baseada na obra de Maria Clara Machado.

Tim Rescala – Estudou na Escola de Música da UFRJ e na Escola de Música Villa-Lobos. Com Hans-Joachim Koellreutter, estudou composição, contraponto e arranjo. Licenciou-se em música pela UNI-RIO. Autor de óperas, musicais, música de câmera e eletroacústica. Compositor e diretor musical de várias peças de teatro. É um dos mais premiados compositores brasileiros, tendo recebido diversos prêmios Mambembe, Shell, Coca-Cola, APTR e CBTIJ. Faz música para cinema, exposições e TV, tendo trabalhado para a TV Globo por 30 anos. Escreve e apresenta “Blim-blem-blom” na rádio MEC-FM desde 2011. Em 2021, compôs a ópera “O engenheiro” e o musical “Pinóquio”. Em 2022, vai estrear a ópera “O auto da compadecida” e regerá a Orquestra Sinfônica Nacional – UFF em concerto com suas obras na Sala Cecília Meireles, em comemoração aos seus 60 anos.

Cacá Mourthé – Professora de teatro há 45 anos, atualmente é diretora artística do Tablado e diretora do curso de improvisação d’O Tablado, ganhadora de vários prêmios, entre eles Mambembe e Coca-Cola, tem como seus mais recentes trabalhos em direção: “A menina e o vento” e “A viagem de Clarinha” (2012), “A bruxinha que era boa”, “Os saltimbancos” e “Pluft, o fantasminha” (2014). Escreveu o roteiro do filme “Pluft, o fantasminha” com José Lavigne e Rosane Svartman, que estreou em 2022. Em 2016, dirigiu a peça “TãoTão”, que teve 12 indicações ao 3º Prêmio CBTIJ de Teatro para Crianças, sendo uma delas de melhor direção. Em 2022, assinou a direção do espetáculo “O Cálice Sagrado”.

FICHA TÉCNICA

Baseado no texto de Maria Clara Machado


Músicas e Libreto: Tim Rescala
Direção Cênica: Cacá Mourthé

Regência: Priscila Bomfim


Elenco:

Boi: Flávio Melo / Johnny França

Burro: Ossiandro Brito

Pastor: Iago Cirino

José: José Beltrão

Maria / Pastora: Ágatha Marinho

Rainha Amarela / Coro: Ester Melo

Rainha Branca / Coro: Edilene Melo

Rainha Negra / Coro: Nicole Costa

Rei Amarelo / Coro: Bernardo Rulff

Rei Branco / Coro: Carlos Côrtes

Rei Negro / Coro: Lucas Aguiar

Guarda do Tesouro / Coro: Eduardo Barbosa

Anja da perna de pau: Alarisse Mattar

Anjas e Pastoras

Gabriela Ruppert

Mariana Campinho

Pastoras / Coro

Carla Garcia

Esther Santiago

Giovana Toscano

Luana Nascimento

Marcia Mendes

Pastores / Coro

André Cisco

Cristóbal Rioseco

JP Santiago

Moises Hills

Orquestra Sinfônica da UFRJ

Direção de Arte, Cenografia e Figurinos: Ronald Teixeira

Visagismo: Mona Magalhães

Iluminação: José Henrique Moreira

Máscaras: Eric Fuly

Desenho de som: João Gabriel Mattos

Regência do Coro: Maria José Chevitarese

Preparação vocal do coro: Juliana Melleiro

Pianistas ensaiadoras: Juliana Coelho e Leandra Vital

Assistente de Direção: Victor Hugo

Diretores de arte assistentes e figurinistas assistentes: Everthon Jose, Jovanna Souza e Ricardo Júnior

Cenógrafo assistente: George Bravo

Costura dos figurinos: Gabriel Leocádio

Produção de figurinos: Cris Chevriet

Costureira: Mônica Santos

Operação de som: João Gabriel Mattos

Diretor de Palco: Wellison Nogueira

Assessoria de imprensa: Catharina Rocha e Paula Catunda

Redes Sociais: Rafael Teixeira

Designer gráfico: Marcus Moraes

Produção: Pagu Produções Culturais

Direção de Produção: Bárbara Galvão, Carolina Bellardi e Fernanda Pascoal

Produção Executiva: Fernando Queiroz e Juliana Soares

Assistente de Produção: Miguel Angelo

Gestão Administrativa – Financeira: Natália Simonete – Estufa de Ideias

Assistente Financeiro: Pedro Henrique Cavalcante – Estufa de Ideias

SERVIÇO ESCOLA DE MÚSICA DA UFRJ

Espetáculo: “O Boi e o Burro no Caminho de Belém”

Temporada: de 25 de novembro a 04 de dezembro de 2022
Dias e horários:  

Novembro

25/11 (sexta), às 19h

26/11 (sábado), às 14h30 e 17h

27/11 (domingo), às 14h30 e 17h

Dezembro

03/12 (sábado), às 14h30 e 17h

04/12 (domingo), às 14h30 e 17h

Local: Salão Leopoldo Miguez – Escola de Música da UFRJ (Rua do Passeio, 98 – Centro)

Informações: (21) 2532-4649

Ingressos: Gratuitos (retirada 1 hora antes do início do espetáculo)

Classificação: Livre

Duração: 60 min.

SERVIÇO THEATRO MUNICIPAL

Espetáculo: “O Boi e o Burro no Caminho de Belém”

Apresentação: 30 de novembro (quarta), às 19h

Local: Teatro Municipal do Rio de Janeiro (Praça Floriano, S/N – Centro)

Informações: (21) 2332-9191

Ingressos: Gratuito. Retirada de ingressos somente pelo site do Theatro Municipal do Rio de Janeiro (https://theatromunicipalrj.eleventickets.com)

Classificação: Livre

Duração: 60 min.

Palco do TMRJ recebe no dia 24/11 o pianista britânico Benjamin Grosnevor

Postado por Allex Lourenço em 18/nov/2022 -

Pianista britânico internacionalmente reconhecido pelas suas apresentações eletrizantes e intensas, Benjamin Grosnevor se apresenta na quinta-feira, dia 24 de novembro, às 20h, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. O repertório terá obras de Bach, Liszt e Ravel. O recital encerra a Série Dellarte Concertos Internacionais 2022.

Celebrado pela crítica por sua técnica refinada e genial talento na produção de nuances sonoras, Grosvenor, segundo o The Independent, é renomado pela peculiar musicalidade descrita como poética e sensível, genial e ao mesmo tempo lúcida, inteligente e com toques de humor graças a um toque essencialmente claro e cantabile.

Grosvenor iniciou seus estudos aos seis anos e aos onze, em 2004, ganhou o BBC Young Musician Competition. Em 2011 foi convidado a tocar com a BBC Symphony Orchestra na primeira noite do BBC Proms, o que o projetou à fama internacional.

Em 2016, foi o primeiro vencedor do The Ronnie and Lawrence Ackman Classical Piano Prize com a Filarmônica de Nova Iorque, que possibilitou sua volta à cidade em abril de 2018 para executar o Concerto para piano n. 3 de Beethoven, com orquestra dirigida por Esa-Peka Salonen. Participou também de apresentações de música de câmera com membros da orquestra no Tish Center for the Arts e no 92nd Street Y.

Colabora atualmente com a Sinfônica de Boston, a Sinfônica de Chicago, as Orquestra da Filadelfia, Filarmônica de Nova Iorque, Orquestra Sinfônica da Rádio Finlandesa, Orquestra Gurzenich de Colônia, Orquestra Halle, Orquestra Nacional de Lyon, Orquestra Nacional da Espanha, Filarmônica do Scala, Orquestra Filarmônica de Londres, entre outras.

Em 2011, Benjamin assinou com a Decca Classics, tornando-se o músico inglês mais jovem de todos os tempos e o primeiro pianista britânico em quase 60 anos a assinar com a gravadora. O seu quarto CD pela Decca, Homages, de 2016, explora uma interessante seleção de obras onde grandes compositores homenageiam seus predecessores, como por exemplo a transcrição de Busoni da Chaconne de J. S. Bach, ou o tributo de Liszt às canções populares italianas com Venezia e Napoli. Este disco foi denominado “Gravação Instrumental do mês” pela Revista da BBC e recebeu um Prêmio Diapason d’or.

No curso da sua jovem, mas sensacional carreira, Benjamin Grosvenor já venceu dois Gramophone Award – um como Jovem Artista do Ano e outro como Instrumental Award – um Classical Britts Award, prêmio da crítica e um Diapason d’or como Melhor Jovem Talento.

BENJAMIN GROSVENOR

As aparições em programas e documentários da BBC, BBC Breakfast, Andrew Marr Show e na série Human to Hero da CNN dão grande visibilidade a este artista midiático, pela excelência de sua formação e performance.

Grosvenor estudou na Royal Academy of Music com Christopher Elton e  Daniel-Ben Pienaar. Diplomou-se em 2012 recebendo o Queens Comendantion for Excellence, reconhecimento dado ao melhor artista do ano. Em 2016 foi nomeado acadêmico.

Engajado socialmente, Benjamin é igualmente Ambassador of Music Masters, uma organização empenhada por tornar a educação musical acessível a todas as crianças, a despeito de seu meio social, defendendo a diversidade e inclusão.

A programação da Série O Globo/Dellarte Concertos Internacionais, edição 2022 já apresentou o virtuosismo dos pianistas Nikolai Lugansky, Khatia Buniatishvili e Ksenia Kogan, a beleza do timbre de Piotr Beczala, o tenor-sensação do momento, a presença revigorante de conjuntos em acelerada ascensão, como os Interpreti Veneziani e a Camerata Bariloche, além de três orquestras: a nossa Sinfônica Brasileira, a Philharmonique de Liège e a canadense Symphonique de Longueuil.

A Série Concertos Internacionais é apresentada pelo Ministério do Turismo e Bradesco Seguros e correalização da Stretto e Secretaria Especial de Cultura – Ministério do Turismo e apoio da Forship Engenharia.

PROGRAMA:

Bach – Busoni – Chaconne

Liszt – Sonata para piano em si menor, S.178

Ravel – Tombeau de Couperin e La Valse

SERVIÇO:

Benjamin Grosvenor

Rio de Janeiro – quinta-feira, 24 de novembro, às 20h

Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Praça Floriano, S/N – Centro

Ingressos:

Frisas e Camarotes: R$ 3.000,00

Plateia/Balcão Nobre: R$ 500,00

Balcão Superior: R$ 200,00

Galeria: R$ 100,00 / R$ 50,00

Classificação livre

Acessibilidade garantida

VENDAS:

Central de atendimento Dellarte Soluções Culturais: callcenter@dellarte.com.br e dellarte.com.br/concertos ou 4002 0019 Horário de funcionamento: das 8h às 18h, nos dias úteis

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Duo Bosisio é o destaque de domingo no Música no Assyrio do TMRJ

Postado por Allex Lourenço em 16/nov/2022 -

O projeto Música no Assyrio está movimentando os domingos no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. De quinze em quinze dias, sempre às 11h, destacados nomes da música de concerto estão se apresentando num dos mais importantes espaços da história do Municipal: o Salão Assyrio. No próximo dia 13 de novembro, será a vez do aclamado Duo Bosisio, formado pelos dois spallas da Orquestra Sinfônica (OSTM): Carlos Mendes e Ricardo Amado.

O Duo foi criado no início da pandemia com a intenção de levar ao público a diferenciada interação entre os universos da música popular e de concerto, utilizando para isso adaptações de ícones do Rock, da MPB e também de grandes e celebradas músicas de concerto, feitas exclusivamente pelos dois músicos. O Duo Bosisio vem obtendo, desde o início, uma excelente receptividade do público, tanto leigo quanto especializado. Os ingressos já estão à venda através do site (theatromunicipal.rj.gov.br) ou na bilheteria do Theatro. Os preços são bem populares (R$10,00 – inteira) e (R$5,00 – meia-entrada). 

Sobre Carlos Mendes

Iniciou seus estudos de música aos oito anos de idade no “Instituto Meninos Cantores de Petrópolis” (Canarinhos). Aos dez anos começou a estudar violino com o professor Carlos Eduardo Moreno nesta mesma instituição e já aos quatorze anos passou aos cuidados do mestre Paulo Bosisio. Aos vinte anos ingressou na UniRio (Universidade do Rio de Janeiro), onde tornou-se bacharel em violino na classe do seu já citado mestre. Dentre vários outros cursos de extensão em performance e didática do violino, destaca-se o convite como bolsista feito pela Académie Européenne de Musique de Tournon (França) por dois anos consecutivos para participar da Orchestre Philharmonique Rhodanien, isto nos anos de 1996, onde teve participação como spalla da orquestra, e também 1997. Ocupa o cargo de spalla da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro desde o ano de 2004, integrando ainda a Orquestra Petrobras Sinfônica, onde também vem assumindo importantes cargos, administrativos e artísticos (2008 a 2013 – Conselho Diretor e 2014 até 2019 – Direção Artística). Na música de câmara é integrante do Quarteto Bosisio, do Quarteto Atlas, com o qual apresentou-se em excursão pela Europa no ano de 2018, obtendo grande sucesso de público e de crítica, e ainda do Duo de Violinos Paulo Bosisio. Na área didática, atuou na coordenação das cordas da Fundação CSN, em Volta Redonda, tendo feito parte ainda do quadro de professores de importantes festivais, como, Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga (Juiz de Fora – MG) e Festival de Verão dos Canarinhos de Petrópolis (Petrópolis – RJ). Faz parte ainda do corpo fixo de júri do renomado Concurso de Cordas Paulo Bosisio, além de ter sido convidado como júri de bancas de concursos da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, da Orquestra Petrobras Sinfônica e do Teatro Colón, na Argentina. Como solista tem atuado à frente de diversas orquestras brasileiras, tais como: Orquestra Sinfônica da Bahia – BA, Orquestra Sinfônica do Espírito Santo – ES, Camerata Sesi – ES, Orquestra Petrobras Sinfônica-RJ, Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro-RJ.

Sobre Ricardo Amado

Ricardo Amado é Natural de Uberlândia MG, iniciou seus estudos com os professores Micheli Virno, Klemes César Pires e Jurandy Poty Maurício. Posteriormente graduou-se em Licenciatura em Música na UnB – Universidade de Brasília, e paralelamente, continuou seus estudos com o Prof. Nicolas Merat. A partir de 1987 foi aceito e é aluno do Prof. Paulo Bosisio, concluindo o Bacharelado com o Prof. Paulo Bosisio na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO. Em 1989, foi vencedor do Concurso Nacional de Piracicaba e ainda no mesmo ano, obteve o primeiro prêmio e a designação de “Melhor Intérprete de Música Brasileira”, no Concurso Nacional para Instrumentistas de Cordas de Juiz de Fora. Conquistou também o primeiro prêmio no concurso “W.A.Mozart”, realizado pela Orquestra de Câmara da USP, em 1991. Já se apresentou como solista de diversas orquestras, dentre elas, a Orquestra Sinfônica Brasileira e a Orquestra Sinfônica Nacional, Orquestra Filarmônica do Espírito Santo, Orquestra Experimental de Ouro Preto, Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro com os maestros : Isaac Karabtchevsky, Carlos Moreno, Felipe Prazeres, David Machado, Roberto Duarte, Nelson Nilo Hack, Sílvio Viegas, Rodrigo Toffolo, Sílvio Barbato, Helder Trefzger, Carlos Prazeres , dentre outros grandes maestros. É spalla da Orquestra Petrobras Sinfônica desde junho de 2013, onde foi aprovado em concurso público em 2011, também é spalla do Theatro Municipal do Rio de Janeiro desde 2002, vem desenvolvendo um trabalho na divulgação da música de câmara brasileira como a gravação da integral das sonatas de Villa-Lobos junto ao pianista Flávio Augusto lançada pela Academia Brasileira de Música, com o Trio Aquarius, juntos desde 1991 e também em turnê com o quarteto Atlas em julho de 2018 pelas salas de concerto da Itália e Áustria, sempre divulgando a música brasileira juntamente com outros grandes compositores.

Serviço:

Música no Assyrio / Duo Bosisio

Data: 13 de novembro – domingo

Horário: 11h

Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Centro

Entrada pelo Boulevard da Treze de Maio

Preços populares: R$10,00 (inteira) e R$5,00 (meia – entrada)

Ingressos na bilheteria do Theatro ou através do site www.theatromunicipal.rj.gov.br

Link de vendas:

https://theatromunicipalrj.eleventickets.com/#!/apresentacao/441fb2deb926b86af3e0c17f6e467f658d216c4e

Classificação: Livre