Postado por Marietta Trotta em 05/nov/2021 -

No Dia Nacional da Cultura (5), o público presente no Centro do Rio terá uma uma programação cultural intensa, com apresentações gratuitas. Um palco será montado no Boulevard da Avenida Treze de Maio, na Cinelândia, com apresentações de orquestras, bandas, dança e uma série de homenagens a Pixinguinha no Theatro Municipal e no Museu da Imagem e do Som (MIS-RJ). A programação inicia às 10h e vai até às 16h30. O grande destaque desta comemoração será o lançamento do filme inédito “PIXINGUINHA – UM HOMEM CARINHOSO, um filme de Denise Sarraceni e produzido por Carlos Moletta, que faz uma exibição às 18h30, nas escadarias do Municipal e entrará em cartaz nos cinemas de todo o Brasil a partir de 11 de novembro.
A iniciativa é uma parceria da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, Fundação Teatro Municipal e Sesc RJ. O público poderá conferir orquestras do projeto Ação Social pela Música, a Orquestra e Coro Nova Sinfonia da Agência do Bem, a Orquestra Harmônicos de Conservatória, a Banda Sinfônica do Corpo de Fuzileiros Navais, entre outras atrações.
O Governador do Estado do Rio de Janeiro, Cláudio Castro está animado com a programação especial feita no Theatro Municipal:
“É uma honra para o Rio de Janeiro homenagear Pixinguinha no Dia Nacional da Cultura. Um dos maiores da música brasileira em todos os tempos, ele tem o nosso estado no DNA. Que todos possam aproveitar as atrações que programamos para este Dia da Cultura.”
Para a Secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, Danielle Barros, o Dia Nacional da Cultura com atrações gratuitas para a população reforça a nova fase que vive o estado do Rio.
“Estamos preparando este verdadeiro presente para o público, com uma série de ações culturais gratuitas. É o verdadeiro espírito da retomada das ações culturais, mais democrática e acessível para todo público”, ressaltou Danielle.
Dia Nacional da Cultura com homenagem a Pixinguinha
“PIXINGUINHA – UM HOMEM CARINHOSO, um longa metragem de ficção de Denise Sarraceni, produzido por Carlos Moletta, estrelado por Seu Jorge e Taís Araujo, será exibido pela primeira vez ao público e de graça, nas escadarias do Municipal.
– Decidimos falar de um homem negro, artista, humanamente grandioso e nascido poucos anos após a libertação da escravatura. Ainda hoje vivemos num país racista, talvez por isso tenha sido tão difícil conseguir apoio para contar esta história” – destaca a diretora do filme.
No mesmo dia, o MIS-RJ abre a exposição “Pixinguinha, eterno, carinhoso mestre”, no mezanino da sede Lapa, na rua Visconde de Maranguape, nº 15. Serão expostas de forma gratuita para a população músicas, documentos e depoimentos do grande mestre. Também será feita uma homenagem com o acendimento de luzes no muro de Pixinguinha, às 18h.

O Filme
“Pixinguinha – Um Homem Carinhoso” celebra a vida e obra do compositor que, hoje, é considerado um gênio e o pai da MPB: Alfredo da Rocha Vianna Filho. Dirigido por Denise Saraceni, à frente de seu primeiro longa-metragem, e Allan Fiterman, produzido por Carlos Moletta, e com roteiro de Manuela Dias, o filme retrata as antológicas performances do músico no início da carreira, a temporada em Paris com o grupo musical “Oito Batutas”, as inspirações e contextos para a composição de suas obras-primas, além do casamento com Albertina Nunes Pereira – Betí, para Pixinguinha – e os problemas da vida pessoal, como o alcoolismo. A trama também revela que seu caminho nem sempre foi de prestígio e reconhecimento e destaca a morte do artista, que se tornou um importante símbolo do carnaval carioca, com sua obra prima “Carinhoso” sendo lembrada todos os anos pela Banda de Ipanema. Além do brilhantismo musical, Pixinguinha sempre despertou admiração pela afetividade e bom humor que emanava. Para interpretá-lo, o ator, cantor, compositor e multi-instrumentista Seu Jorge foi o nome escolhido. Taís Araújo, como Betí, Danilo Ferreira, Agatha Moreira, Tuca Andrada, Klebber Toledo e Milton Gonçalves completam o elenco.
“Foram tantas as dificuldades deste filme, que, em muitos momentos, minhas únicas inspirações eram as músicas de Pixinguinha e o talento de tantos atores e músicos magistrais envolvidos neste projeto”, revela a diretora Denise Saraceni, referindo-se à dificuldade na captação de recursos.
“Me emociona muito ver o filme finalizado, não apenas pela sensação de trabalho concluído depois de tanto esforço, mas também por me impressionar com as potências sonoras e narrativas deste projeto. Lançar um filme como este, agora, em um momento tão difícil para as artes, é uma ousadia”, afirma o produtor Carlos Moletta, que idealizou e deu início ao projeto há 10 anos.

Restaurante Assyrio, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Os Batutas na fila de trás, Pixinguinha é o segundo à direita, com o saxofone. (MIS_S Cabral_103270 / Acervo Sérgio Cabral / MIS-RJ)
Serviço:
Dia Nacional da Cultura – homenagem a Pixinguinha
Programação artística especial no Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Data: 05 de novembro – sexta-feira
A partir das 10h no palco no Boulevard da Av. Treze de Maio
Exibição inédita do filme “PIXINGUINHA – UM HOMEM CARINHOSO, com direção de Denise Sarraceni nas escadarias do Municipal
Programação artística – 10h às 16h30
Classificação: Livre
Horário de exibição do filme: 18h30
Classificação do filme: 14 anos
Em caso de chuva, o evento será cancelado
Postado por Marietta Trotta em 05/nov/2021 -

A Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro está de aniversário e completa 90 anos em 2021. E para brindar junto ao público, no próximo sábado, 06 de novembro, a OSTM fará a sua primeira apresentação presencial, no Theatro Municipal, com entrada a preços populares. Os ingressos podem ser adquiridos na plataforma Ingresso Digital: https://www.ingressodigital.com/evento/3709/Orquestra_Sinfnica_do_Theatro_Municipal
Programa:
FARRENC, Louise
Noneto em mi bemol, Op.38
I Adagio – Allegro
II Andante con moto
III Scherzo, vivace
IV Adagio – Allegro
HAYDN, Joseph
Sinfonia n° 6 em ré maior “Le Matin”, HOB. 1/6
I Adagio – Allegro
II Adagio – Andante – Adagio
III Menuet e Trio
IV Finale: Allegro

Uma das mais importantes orquestras do país está de aniversário. Fundada há 90 anos, a Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro (OSTM) revela talentos, apresenta obras-primas de compositores nacionais e internacionais, consegue atrair plateias do mundo todo para ouvir e assistir a música de concerto neste templo cultural histórico do país.
Fundada em 02 de maio de 1931, a OSTM tem uma trajetória com muitas. curiosidades como o nome de Francisco Braga, o primeiro maestro titular do Theatro e autor do Hino da Bandeira. A Orquestra fez a primeira apresentação no dia 05 de setembro de 1931, às vésperas da data comemorativa da Independência do Brasil. O concerto de estreia da Orquestra Sinfônica contou com a participação de Tito Schipa, considerado um dos maiores tenores italianos da primeira metade do século 20, que gostava muito do Brasil, onde vinha com a Companhia Lírica da Itália.
Compositor, professor do Instituto Nacional de Música e criador da Sociedade de Concertos Sinfônicos, Braga foi aluno do compositor francês Jules Massenet e participou ativamente da história do Theatro Municipal, desde os primeiros anos. Ele comandou o espetáculo de inauguração do Theatro Municipal, em 14 de julho de 1909, ao lado do amigo e contemporâneo Alberto Nepomuceno. E foi o maestro que lançou, nos concertos, a música do talentoso compositor Heitor Villa-Lobos.
Francisco Braga foi um dos maiores responsáveis pelo Theatro ter, hoje em dia, o Coro e a Orquestra Sinfônica, porque participou da comissão criada nos anos de 1930 para estudar a implementação dos corpos estáveis do Municipal do Rio e transformar isso em lei. Foi então nomeado o primeiro maestro da OSTM, e acabou sendo o regente que mais realizou concertos no TMRJ, onde ficou até meados de 1935, quando se afastou por problemas de saúde. O maestro selecionou os primeiros 60 músicos da Orquestra que foram recrutados através de concurso público.
Depois de Braga, sucederam-se no comando da OSTM inúmeros regentes como Henrique Spedini, Mário Tavares, Henrique Morelenbaum, Silvio Barbato, Guilherme Bernstein Seixas, Roberto Minczuk, Silvio Viegas, Tobias Volkmann, Cláudio Cruz, Luiz Fernando Malheiro, e atualmente o americano Ira Levin, que também é Diretor Artístico.
Ao longo de toda a trajetória a OSTM dedicou- se ao repertório sinfônico, às composições líricas e aos balés. Os maiores nomes da regência mundial já estiveram à frente da Orquestra, como Ettore Panizza, Tullio Serafin, Gino Marinuzzi, Gennaro Papi, Albert Wolff, Fritz Bush, Erich Kleiber, Eugen Szenkar, Karl Elmendorff, Hans Swarowsky, Edoardo Di Guarnieri, Antonino Votto, Werner Janssen, Oliviero de Fabritiis, Jean Paul Morel, Francesco Molinari-Pradelli, Eleazar de Carvalho, Ettore Gracis, Jacques Pernoo, Antonio Tauriello, Anton Guadagno, Michelangelo Veltri, García Navarro, Romano Gandolfi, Mstislav Rostropovitch, Neeme Jarvi, Gabor Ötvos e Anton Nanut.
E compositores muito famosos como Igor Stravinsky, Paul Hindemith, e os brasileiros Heitor Villa-Lobos, Francisco Mignone, Oscar Lorenzo Fernandez, Radamés Gnatalli, José Siqueira, Camargo Guarnieri, Guerra-Peixe, Cláudio Santoro, entre outros.
A OSTM, além de se apresentar em casa, no palco do Municipal, circula em outros importantes espaços culturais: Sala Cecília Meireles, Teatro João Caetano e Museu de Arte Moderna, dentre outros. Desenvolve importante ação cultural apresentando-se para um público muito amplo e diversificado em diversas cidades do Estado do Rio de Janeiro, tendo participado também de eventos como os Festivais de Música da Guanabara, o Festival Villa-Lobos, a Bienal de Música Brasileira Contemporânea e o Projeto Aquarius.
Serviço:
Theatro Municipal de Portas Abertas
90 anos da OSTM
Datas: 06 de novembro (sábado)
Abertura do Theatro: 14h30
Horário: 16h
Endereço: Praça Floriano, s/nº – Centro
Fotos: Junior Barros
Abertura do Theatro: 14h30
Ingressos populares: R$20,00 (inteira) e R$10,00 (meia-entrada)
Site para compra de ingressos: https://www.ingressodigital.com/evento/3709/Orquestra_Sinfnica_do_Theatro_Municipal
De acordo com decreto municipal, o Theatro Municipal do Rio de Janeiro segue todos os protocolos de segurança de prevenção à covid-19 e para ingressar no espetáculo, será necessário apresentar o passaporte de vacinação.
Postado por Allex Lourenço em 05/nov/2021 -
O Theatro Municipal do Rio de Janeiro rompe as barreiras do seu prédio histórico no Centro da capital fluminense e leva um pouco da sua trajetória para todo o Estado. É o novo projeto “Theatro Municipal em turnê”, que começa na Imprensa Oficial, em Niterói. Neste circuito da exposição itinerante serão revelados diversos momentos de um dos maiores teatros do país: desde a construção e inauguração, em 1909, até os dias atuais.

Pelos painéis, o público vai poder ter contato com os projetos originais do Theatro, fruto do concurso finalizado em 1904, além das pinturas e esculturas que adornam o prédio, de artistas como Eliseu Visconti e Rodolfo Amoedo.
Clássicos como O Lago dos Cisnes e O Quebra-Nozes, de Tchaikovsky, II Trovatore, de Giuseppe Verdi e O Guarany, de Carlos Gomes também são relembrados em textos e fotos.

Fazendo um paralelo com o contemporâneo, as reformas pelas quais o Theatro passou estão presentes – como a de 2008 – lembrando o quanto é importante a preservação desse rico patrimônio.

Os três corpos artísticos do TMRJ – o Corpo de Baile, o Coro e a Orquestra Sinfônica, todos foram criados na década de 1930 e também serão homenageados na exposição. Nomes como Francisco Braga, primeiro maestro titular da OSTM, passando pelas bailarinas Maria Olenewa, Ana Botafogo, entre tantas outras estrelas, marcaram a história do Municipal.
A duração do percurso da exposição leva em média 40 minutos e será um marco importante na trajetória do Municipal.
“A Exposição Itinerante Theatro Municipal em Turnê vai permitir que o público se sinta ainda mais próximo do TMRJ. Nos painéis que compõem o circuito, temos – além da própria história da instituição – contato com as grandes apresentações e artistas que já passaram pelo palco do Theatro, e também contamos um pouco sobre como funciona o TMRJ atualmente, ressalta a Presidente da Fundação Teatro Municipal, Clara Paulino”.
Cristina Batista, diretora-presidente da Imprensa Oficial do Estado do Rio de Janeiro revela a alegria de fazer parte deste projeto:
“Lisonjeados e honrados. É assim que nós da Imprensa Oficial recebemos na Sala de Cultura Leila Diniz uma mostra imperdível desse gigante da nossa cultura que é o Theatro Municipal do Rio de Janeiro.”
A Coordenadora do Centro de Documentação do TMRJ, Laura Ghelman acrescenta: “Colocamos o Theatro Municipal em turnê para que todos possam viajar conosco”.
A exposição itinerante inaugura no dia 04 de novembro e vai mostrar ao público uma parte da magnitude deste teatro tão importante do Brasil.


Serviço:
Theatro Municipal em turnê
Local: Sala de Cultura Leila Diniz – Imprensa Oficial do Estado do Rio de Janeiro
Endereço: R. Prof. Heitor Carrilho, 81 – Centro, Niterói
Abertura oficial para convidados: 4/11 (quinta-feira) às 10h
Abertura para o público: 5/11 (sexta-feira) às 9h
Funcionamento da Sala de Cultura: de segunda a sexta, das 9h às 16h
Gratuito
Classificação: Livre
Realização: Theatro Municipal do Rio de Janeiro e Imprensa Oficial do Estado do Rio de Janeiro
Postado por Allex Lourenço em 26/out/2021 -

Depois de um ano e sete meses fechado ao público devido à pandemia, o Theatro Municipal do Rio de Janeiro reabre as portas a partir do dia 28 de outubro com espetáculo de balés de repertório
No dia 13 de março de 2020, as portas de um dos mais importantes e frequentados teatros do país foram fechadas. O perigo do contágio do coronavírus afastou o público e após decreto no Diário Oficial, a estreia da Série Grandes Vozes no Rio de Janeiro, que tinha como convidada o soprano norte-americano Sondra Radvanovsky, foi cancelada. Um ano e sete meses depois, o Theatro Municipal abre as cortinas para uma nova etapa, valorizando ainda mais os artistas da casa que não pararam neste período tão difícil. É o Theatro Municipal de Portas Abertas que, com o público reduzido, vai disponibilizar sessões gratuitas para a população.
“O Theatro Municipal é um patrimônio do estado do Rio de Janeiro. Esse período da pandemia foi difícil, então nada mais justo que os artistas do estado reinaugurem o teatro. Durante esse período, apoiamos a cultura fluminense com diversos editais, e recentemente lançamos o Pacto Cultural RJ, que vai injetar R$ 75 milhões ao fomento das artes até o final do ano”, disse o governador Cláudio Castro
Serão duas obras-primas do balé clássico: Paquita, com música de Ludwig Minkus e coreografia de Marius Petipa, do qual será apresentada uma abertura com as alunas da Escola Estadual de Dança Maria Olenewa do TMRJ, Des Enfants, e o famoso Grand Pas Classique; e Noite de Walpurgis, originalmente da ópera Fausto, com música de Charles Gounod e coreografia de Leonid Lavrovsky.
De acordo com a secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, Danielle Barros, a reabertura do Theatro Municipal é uma sinalização da retomada cultural em todo estado.
“O Estado do Rio avança na vacinação e para coroar este momento de retomada, reabrimos as portas do Theatro Municipal, que é a joia da coroa da cultura fluminense. Um verdadeiro presente para a população que poderá acompanhar lindas apresentações no nosso histórico palco, de forma gratuita”, afirmou Danielle Barros.
“É um orgulho muito grande poder compartilhar com a população fluminense esse momento tão importante para a cultura! Reabrir as portas do Theatro Municipal, ainda mais de forma gratuita e depois desse longo hiato, é um marco importantíssimo para nossa história. Contamos com a presença de todos!” – ressalta a Presidente da Fundação teatro Municipal do Rio de Janeiro, Clara Paulino.
O Diretor da EEDMO e Regente Interino do Ballet do TMRJ, Hélio Bejani fala da importância de investir nos talentos da casa: “Imprescindível retomarmos nossos espetáculos para, acima de tudo, preservarmos a possibilidade de nossos jovens talentos seguirem suas carreiras já bastante prejudicadas pelo momento de tantas incertezas que vivenciamos ”.
Durante o período em que o TMRJ não pode receber o público, também foi essencial manter a parceria como nossos Patrocinadores Ouro, Petrobras e Instituto Vale Cultural, que seguiram ao lado do Theatro Municipal do Rio de Janeiro ao longo de todos esses meses em que estivemos fechados.
“Nós temos uma alegria imensa de unirmos forças neste momento de retorno, para uma abertura festiva do nosso Theatro Municipal”, festeja Steffen Dauelsberg, vice-presidente da Dell’Arte, responsável pela coprodução do evento.

Paquita é um balé em dois atos produzido pela primeira vez em 1846 na Opéra de Paris (então sediada na Salle Le Peletier), com música de Édouard Deldevez e coreografia de Joseph Mazilier. Em 1847 foi montado no Bolshoi de São Petersburgo por Pierre Frédéric Malevergne e Marius Petipa, em sua estreia russa, na qual participou também como bailarino. Mas foi na remontagem de 1882 que Petipa, com o auxílio de Ludwig Minkus, criou as passagens mais famosas do balé: o Pas de Trois, a Mazurka des Enfants e o Grand Pas Classique.
Programa:
Des Enfants (abertura)
Alunas da Escola Estadual de Dança Maria Olenewa do TMRJ
Coreografia Original – Marius Petipa
Remontagem e adaptação – Paula Albuquerque
Ensaios – Cristiana Campello
Grand Pas Classique de Paquita
Companhia de Ballet da Escola Maria Olenewa / Cia BEMO
Música – Ludwig Minkus
Coreografia Original – Marius Petipa
Remontagem e adaptação – Jorge Texeira
Ensaios – Cristiane Quitan
Figurinos – Tânia Agra
Cenografia – Carlos Dalarmelino
Direção Geral – Hélio Bejani
Elenco Paquita:
Companhia de Ballet da Escola Maria Olenewa | Cia BEMO
Participação dos alunos do segundo básico e primeiro médio da EEDMO
Paquita e Lucien – Marcella Borges e Michael Willian
Pas de Trois – Ana Flavia Alvim, Diovana Piredda (ou Tabata Salles), Tiago Tonini (ou Luiz Paulo Martins)
Solistas:
1ª Var – Olivia Zucarino
2ª Var – Luiz Paulo Martins
3ª Var – Tabata Salles (ou Diovana Piredda)
4ª Var – Marcelli Tatagiba (ou Isa Mattos)
Corpo de Baile – Fernanda Lima, Isa Mattos, Luana Macedo, Manuela Roçado e Marina Tessarin

“Noite de Walpurgis” – ballet de um ato – é uma das cenas mais marcantes da ópera de Charles Gounod “Fausto”. Executada separadamente é considerada uma das obras–primas da dança mundial. Gounod criou uma música excepcionalmente colorida e rica para esta coreografia.
A cena da ópera “Noite de Walpurgis” é celebrada no Monte Broken, reino de Mefistófeles (Pan), quando ele procura desviar os pensamentos de Fausto e Marguerite, convidando-os a desfrutar de todos os benefícios da vida terrena.
Fausto vende a alma a Pan (diabo) em troca da imortalidade. Pan começa a mostrar a Fausto os prazeres da vida. Com esse intuito leva-o ao monte Broken, local onde é celebrado um culto à sensualidade e ao erotismo. Acontece por lá uma orgia, onde faunos e bacantes (mulheres adoradoras do Deus Bákkhos) dançam sensualmente. Ameniza o ambiente a presença das Três Graças, que simbolizam o amor espiritual, casto. E o ballet termina numa dança vertiginosa, um bacanal.
Noite de Walpurgis
Ballet do Theatro Municipal / BTM
Música – Charles Gounod
Coreografia Original – Leonid Lavrovsky
Remontagem e adaptação – Jorge Texeira
Ensaios – Cristiane Quintan
Figurinos – Tania Agra
Cenografia – Carlos Dalarmelino
Direção Geral – Hélio Bejani
Elenco Noite de Walpurgis:
Ballet do Theatro Municipal | BTM
Marguerite – Márcia Jaqueline ou Juliana Valadão
Fausto – Alef Albert ou Alyson Trindade
Pan – Filipe Moreira ou Rodrigo Hermesmeyer
Sátiros – Luiz Paulo Martins, Raffael Lima, Nycollas de Abreu e Tiago Tononi (ou Rodrigo Hermesmeyer)
Três Graças – Fernanda Martini (ou Olivia Zucarino), Rachel Ribeiro (ou Isa Mattos) e Liana Vasconcelos (ou Marcella Borges)
Bacantes – Ana Flavia Alvim, Diovana Piredda, Fernanda Lima, Isa Mattos, Luana Macedo, Manuela Roçado, Marcella Borges, Marcella Tatagiba, Marina Tessarin, Olivia Zucarino, Tabata Salles, Saulo Finelon, Alyson Trindade, Gabriel Feleciano, Marcelo Soares, Michael Willian, Miguel Alves, Moisses Pepe, Romilton Santana e Tiago Tononi.
BTM
A história do Corpo de Baile do Theatro Municipal do Rio de Janeiro começa em 1927, quando a bailarina Maria Olenewa funda a primeira escola de dança do Brasil sediada no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
Inicialmente, Corpo de Baile e Escola de Dança se fundiam numa única estrutura na apresentação de espetáculos, até que em 1936, foi oficialmente criado o Corpo de Baile com a separação definitiva entre escola e companhia profissional.
A partir de então, o Ballet do Theatro Municipal do Rio De Janeiro vem cultivando ao longo de sua existência a tradição na excelência de seu repertório, na escolha de grandes nomes para sua direção, e de contar com coreógrafos e bailarinos de prestígio internacional.
Atualmente o Ballet do Theatro Municipal/BTM se destaca no cenário nacional, principalmente, como a única companhia a manter a tradição do Ballet de Repertório Clássico.
Cia BEMO
A Cia BEMO – TMRJ (Cia de Ballet da Escola Maria Olenewa do Theatro Municipal do Rio de Janeiro) é uma companhia pré-profissional composta por alunos dos últimos anos de formação e alunos formados da Escola Estadual de Dança Maria Olenewa do Theatro Municipal do Rio de Janeiro (EEDMO), com a qual a renomada Companhia Brasileira de Ballet (CBB) se fundiu há dois anos.
O objetivo central da CIA. BEMO-TMRJ é propiciar aos seus integrantes experiências e amadurecimento profissional. Seus bailarinos têm a oportunidade de fazer estágio ou participar como profissionais contratados do Corpo de Baile do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, caminho natural para ingressar na principal companhia pública brasileira. A Cia BEMO – TMRJ vem cada vez mais se destacando no cenário da dança brasileira, pelo seu excelente nível de qualidade de trabalho desenvolvido com jovens de todas as classes sociais. Em apenas dois anos a companhia apresentou alguns dos mais importantes ballets do repertório clássico internacional, tais como: Giselle, Lago dos Cisnes, Don Quixote, A Flauta Mágica e O Quebra Nozes.
SulAmérica
A SulAmérica é uma companhia de 125 anos que se dedica a entregar Saúde Integral para seus mais de 7 milhões de clientes por meio de produtos e serviços de Saúde, Odonto, Vida, Previdência e Investimentos. A companhia tem como missão melhorar a vida das pessoas, oferecendo apoio, segurança e autonomia em cada momento e decisão de saúde física, emocional e financeira. Para isso, conta com colaboradores engajados e comprometidos, além de uma rede de distribuição com milhares de corretores de seguros em todo o Brasil. Em 2020, a companhia registrou receitas operacionais de R$ 20 bilhões, além de mais de R$ 45,9 bilhões sob gestão de sua asset. Para mais informações, acesse: www.sulamerica.com.br.
Circuito SulAmérica Música e Movimento
O Circuito SulAmérica Música e Movimento apoia 38 iniciativas em todo o país por meio das leis de incentivo à cultura e ao esporte. Desde 2008, mais de 2,8 milhões de brasileiros já foram impactados por projetos socioculturais e socioesportivos incentivados pela SulAmérica, como espetáculos que foram sucesso em todo o país, como Tim Maia – Vale Tudo, As Noviças Rebeldes, Cazuza – Pro Dia Nascer Feliz, Palavra Cantada, Turma da Mônica – O Show e muitos outros, além de evento, ações e iniciativas voltadas ao esporte em diversas cidades do Brasil, que buscam incentivar a Saúde Integral das novas gerações e o acesso a oportunidades, como o circuito Up Night Run e o projeto social Escolinha de Triathlon Formando Campeões.
Serviço:
Theatro Municipal de Portas Abertas
Des Enfants/ Paquita Grand Pas Classique/Noite de Walpurgis
Entrada Franca
Datas:
28/10 – 19h – Récita 1
29/10 – 19h – Récita 2
30/10 – 16h – Récita 3
31/10 – 16h – Récita 4
Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Praça Floriano, s/ nº – Cinelândia
Classificação: Livre
Redes Oficiais do TMRJ
http://theatromunicipal.rj.gov.br
https://www.youtube.com/c/theatromunicipaldoriodejaneiro
https://www.facebook.com/theatro.municipal.3
https://www.instagram.com/theatromunicipalrj/?hl=pt-br
Patrocínio Ouro Instituto Cultural Vale e Petrobras
Patrocínio SulAmérica
Apoio Livraria da Travessa, Rádio MEC, Rádio SulAmérica Paradiso, Rádio Roquette Pinto – 94.1 FM
Coprodução: Instituto Dell’Aarte
Realização: Interlúdio
Realização Institucional: Fundação Teatro Municipal, Associação dos Amigos do Teatro Municipal
De acordo com decreto municipal, o Theatro Municipal segue todos os protocolos de segurança de prevenção à covid-19 e para ingressar no espetáculo, será necessário apresentar o passaporte de vacinação.
Postado por Allex Lourenço em 24/set/2021 -
No mês em que a Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro completa 90 anos de sua primeira apresentação, que aconteceu em 05 de setembro de 1931 com o grande concerto Tito Schipa, uma série de quatro obras de Mozart será apresentada a partir desta sexta-feira (24) nas redes oficiais do TMRJ. A regência é do maestro titular Ira Levin.

Pra dar início as comemorações, o Concerto para Trompa No3 em Mi Bemol Maior K447que tem como solista o premiado trompista Philip Doyle, da OSTM.

Sobre Philip Doyle
Radicado no Brasil desde 1977, começou seus estudos de trompa na Inglaterra com Adrian Leaper em 1973. No Rio de Janeiro, estudou com João Jeronimo Meneses e Zdenék Svab. Aulas com Norman Schweikert, Gregory Hustis, Roland Pandolfi, Hermann Baumann, Frank Lloyd e Vladimira Klanská aprimoraram seus estudos. Philip obteve seu Mestrado em Música pela Escola de Música da UFRJ, onde atualmente leciona. Trompista solista da Orquestra Petrobras Sinfônica e da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, também é membro do Quinteto Villa-Lobos desde 1987. Recebeu prêmios como: Prêmio BR-Rival em 2008 pelo CD “Quintetos de Sopro Brasileiros 1926-1974”; indicação ao Grammy Latino em 2011 pelo CD “Rasgando Seda”; Prêmio Carlos Gomes, promovido pelo Governo do Estado de São Paulo, como melhor grupo de câmara em 2001 e 2009. Foi condecorado em 2018, com a Ordem de Rio Branco por serviços culturais.
Desde 2010, é professor de trompa na Escola de Música da UFRJ, e leciona nos principais festivais de música do país.

Sobre Wolfgang Amadeus Mozart (1757-1791)
Johannes Chrysostomus Wolfgangus Theophilus Mozart nasceu em Salzburgo, Áustria. Aos três anos de idade, já fazia acordes no cravo, aos quatro tocava peças curtas, e aos cinco, compunha suas primeiras obras e se apresentava em Munique e na corte imperial de Viena. Aos sete anos viajou pelos principais centros musicais europeus, passando três anos se apresentando nas cortes, nas igrejas e para o público em geral. Suas primeiras sinfonias foram escritas aos dez anos de idade e sua primeira ópera, aos doze. De 1769 a 1773 o jovem Mozart viajou pela Itália, onde aprendeu a dominar com maestria todas as técnicas de composição operística. Em Roma, teria ouvido o Miserere de Gregorio Allegri cantado pelo coro da Capela Sistina e o copiado de memória. Após servir na corte de Salzburgo, viajou para Paris e depois estabeleceu-se em Viena em 1781, onde viveu e trabalhou até sua morte em 1791, aos 35 anos de idade. Mozart é amplamente reconhecido como um dos maiores compositores da história da música ocidental. Com Haydn e Beethoven, ele levou ao auge as conquistas da assim chamada Primeira Escola de Viena. Ao contrário de qualquer outro compositor na história da música, ele escreveu em todos os gêneros musicais de sua época. Ocioso seria tentar destacar algumas de suas obras dado o gigantismo de sua produção, mas podemos citar as óperas Le nozze di Figaro (1786), Don Giovanni (1786) – para alguns a maior de todas as óperas – Così fan tutte (1790) e Die Zauberflöte, (1791); suas quarenta e uma sinfonias; seus vinte e sete concertos para piano e orquestra, seus vinte e três quartetos de cordas e sua imensa produção de música sacra, na qual se destaca sua última obra, o Requiem.

Uma das mais importantes orquestras do país está de aniversário. Fundada há 90 anos, a Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro (OSTM) revela talentos, apresenta obras-primas de compositores nacionais e internacionais, consegue atrair plateias do mundo todo para ouvir e assistir a música de concerto neste templo cultural histórico do país.
Fundada em 02 de maio de 1931, a OSTM tem uma trajetória com muitas. curiosidades como o nome de Francisco Braga, o primeiro maestro titular do Theatro e autor do Hino da Bandeira. A Orquestra fez a primeira apresentação no dia 05 de setembro de 1931, às vésperas da data comemorativa da Independência do Brasil. O concerto de estreia da Orquestra Sinfônica contou com a participação de Tito Schipa, considerado um dos maiores tenores italianos da primeira metade do século 20, que gostava muito do Brasil, onde vinha com a Companhia Lírica da Itália.
Compositor, professor do Instituto Nacional de Música e criador da Sociedade de Concertos Sinfônicos, Braga foi aluno do compositor francês Jules Massenet e participou ativamente da história do Theatro Municipal, desde os primeiros anos. Ele comandou o espetáculo de inauguração do Theatro Municipal, em 14 de julho de 1909, ao lado do amigo e contemporâneo Alberto Nepomuceno. E foi o maestro que lançou, nos concertos, a música do talentoso compositor Heitor Villa-Lobos.
Francisco Braga foi um dos maiores responsáveis pelo Theatro ter, hoje em dia, o Coro e a Orquestra Sinfônica, porque participou da comissão criada nos anos de 1930 para estudar a implementação dos corpos estáveis do Municipal do Rio e transformar isso em lei. Foi então nomeado o primeiro maestro da OSTM, e acabou sendo o regente que mais realizou concertos no TMRJ, onde ficou até meados de 1935, quando se afastou por problemas de saúde. O maestro selecionou os primeiros 60 músicos da Orquestra que foram recrutados através de concurso público.
Depois de Braga, sucederam-se no comando da OSTM inúmeros regentes como Henrique Spedini, Mário Tavares, Henrique Morelenbaum, Silvio Barbato, Guilherme Bernstein Seixas, Roberto Minczuk, Silvio Viegas, Tobias Volkmann, Cláudio Cruz, Luiz Fernando Malheiro, e atualmente o americano Ira Levin, que também é Diretor Artístico.
Ao longo de toda a trajetória a OSTM dedicou- se ao repertório sinfônico, às composições líricas e aos balés. Os maiores nomes da regência mundial já estiveram à frente da Orquestra, como Ettore Panizza, Tullio Serafin, Gino Marinuzzi, Gennaro Papi, Albert Wolff, Fritz Bush, Erich Kleiber, Eugen Szenkar, Karl Elmendorff, Hans Swarowsky, Edoardo Di Guarnieri, Antonino Votto, Werner Janssen, Oliviero de Fabritiis, Jean Paul Morel, Francesco Molinari-Pradelli, Eleazar de Carvalho, Ettore Gracis, Jacques Pernoo, Antonio Tauriello, Anton Guadagno, Michelangelo Veltri, García Navarro, Romano Gandolfi, Mstislav Rostropovitch, Neeme Jarvi, Gabor Ötvos e Anton Nanut.
E compositores muito famosos como Igor Stravinsky, Paul Hindemith, e os brasileiros Heitor Villa-Lobos, Francisco Mignone, Oscar Lorenzo Fernandez, Radamés Gnatalli, José Siqueira, Camargo Guarnieri, Guerra-Peixe, Cláudio Santoro, entre outros.
A OSTM, além de se apresentar em casa, no palco do Municipal, circula em outros importantes espaços culturais: Sala Cecília Meireles, Teatro João Caetano e Museu de Arte Moderna, dentre outros. Desenvolve importante ação cultural apresentando-se para um público muito amplo e diversificado em diversas cidades do Estado do Rio de Janeiro, tendo participado também de eventos como os Festivais de Música da Guanabara, o Festival Villa-Lobos, a Bienal de Música Brasileira Contemporânea e o Projeto Aquarius.

Sobre o maestro Francisco Braga
Compositor e professor do Instituto Nacional de Música, Francisco Braga foi aluno de Massenet, na França, e participou ativamente da história do Municipal desde os seus primeiros anos: foi o maestro que mais regeu concertos no Theatro. Comandou o espetáculo de estreia, em 14 de julho de 1909, e foi, juntamente com Nepomuceno, o maestro que lançou, em seus concertos, a música do compositor Heitor Villa-Lobos. Braga foi um dos maiores responsáveis por termos, hoje, o Coro e a Orquestra Sinfônica, pois participou da Comissão, nos anos 30, para o estudo da implementação dos Corpos Estáveis do Theatro. Como merecido reconhecimento, foi nomeado o 1º maestro da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, cargo que exerceu de 1931 a 1934, quando se afastou por problemas de saúde.

Sobre o maestro Ira Levin
Ira Levin é atualmente o diretor artístico da Fundação Teatro Municipal e maestro titular da Orquestra Sinfônica doTheatro Municipal do Rio de Janeiro. Ele foi o diretor artístico e musical do Theatro Municipal de São Paulo, bem como o principal maestro convidado do Teatro Colón em Buenos Aires, tornando-o o único maestro estrangeiro a ocupar posições de liderança em todas as maiores e mais importantes casas de ópera do Brasil e da Argentina. Conhecido internacionalmente pela grande versatilidade de suas atividades musicais, Ira já realizou mais de 1200 apresentações de 95 títulos de óperas e está igualmente à vontade em concertos, com um vasto repertório sinfônico. Trabalhou com muitos dos principais instrumentistas, compositores e diretores de palco e regeu em importantes casas de ópera e orquestras em todo o mundo. Ira estudou com o lendário pianista Jorge Bolet no Instituto Curtis, mais tarde se tornando seu assistente. Também em Curtis, obteve orientações de Felix Galimir, Mischa Schneider e Mieczyslaw Horszowski, além de tocar para Leonard Bernstein. Trabalhou por dois anos com Max Rudolf, um dos principais professores de regência do século 20, até ser contratado por Michael Gielen em 1985 para a
Ópera de Frankfurt. Ira Levin ocupou cargos como maestro assistente na Ópera de Frankfurt (1985-88), maestro principal da Ópera de Bremen (1988-1996) e na Deutsche Oper am Rhein, Düsseldorf-Duisburg (1996-2002) e como maestro convidado principal da Kassel Opera (1994-1998). Foi Diretor de Música e Diretor Artístico do Theatro Municipal em São Paulo (2002-2005) e do Teatro Nacional do Brasil em Brasília (2007-2010), trazendo reconhecimento internacional a ambas as organizações

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Programa:
24/09 (sexta- feira)
Concerto para Trompa No3 em Mi Bemol Maior K447- Solista: Philip Doyle (2 clarinetes, 2 fagotes, cordas)
01/10 (sexta- feira)
Concerto para Fagote em Si Bemol Maior K191 – Solista: Marcio Zen (2 oboés, 2 trompas, cordas)
08/10 (sexta- feira)
Concerto para Flauta No2 em Ré Maior K314 – Solista: Eugênio Ranevsky (2 oboés, 2 trompas, cordas)
15/10 (sexta- feira)
Concerto para Trompa No4 em Mi Bemol Maior K495 – Solista: Daniel Soares (2 oboés, 2 trompas, cordas)
Serviço:
Theatro Municipal de Portas Abertas On-line
90 anos da OSTM
Datas: 24 de setembro, 1º, 08 e 15 de outubro (sextas-feiras)
Horário: 18h
Concepção e Direção Artística – Ira Levin
Pesquisa de Texto: Jayme Chaves
Fotos: Junior Barros
http://theatromunicipal.rj.gov.br/
Canal do YouTube
https://www.youtube.com/c/theatromunicipaldoriodejaneiro
https://www.facebook.com/theatro.municipal.3
https://www.instagram.com/theatromunicipalrj/?hl=pt-br
Classificação: Livre
Apoio: Livraria da Travessa, Rádio MEC, Rádio SulAmérica Paradiso, Rádio Roquette Pinto – 94.1 FM
Patrocínio Ouro Petrobras e Instituto Vale Cultural
Lei de Incentivo à Cultura
Realização Institucional: Fundação Teatro Municipal, Associação dos Amigos do Teatro Municipal
Realização: Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal