Postado por Allex Lourenço em 09/fev/2026 -

Mona Vilardo comanda uma viagem à época de ouro dos carnavais no Theatro Municipal do Rio. No dia 11 de fevereiro, quarta-feira, às 17h, a cantora e atriz desfilará clássicos dos bailes de gala imortalizados pelas Rainhas do Rádio no Espaço Assyrio.
Destaque na série Arcanjo Renegado, da Globoplay, e no elenco do espetáculo “Fafá de Belém, O Musical”, Mona sobe ao palco acompanhada por sete músicos para interpretar sucessos como “Bandeira Branca”, “Marcha do Remador”, “Lata d’água na cabeça” e “Máscara Negra”. A direção musical do show é de Marcelo Alonso Neves.
O último baile de carnaval no Municipal
“Só não permitiremos atentados ao pudor”, declarava um certo Dr. Façanha, Delegado de Costumes e Diversões do Rio de Janeiro, à revista Manchete pouco antes do carnaval de 1975, estabelecendo os limites daquele que seria o último Baile de Gala do Theatro Municipal.
O evento grandioso, que já na década de 1950 era chamado de “a maior festa do carnaval mundial”, terminava sua impressionante história de mais de quarenta anos acusado pela imprensa de estar mergulhado na mundanidade e de ter se tornado palco de brigas e selvageria (Diário de Notícias, 16 de fevereiro de 1975). Sucumbindo às liberdades do período marcado pela cultura hippie, o baile havia sido suplantado pela fama e imponência das escolas de samba cariocas, que assumiriam, a partir de então, o incontestável protagonismo da folia nacional. Ironia do acaso, a última decoração a enfeitar o salão onde acontecia o baile intitulava-se “Nostalgia dos Anos de Ouro”, tendo sido idealizada por dois dos maiores artistas criadores para as escolas de samba de todos os tempos: Fernando Pamplona e Arlindo Rodrigues. Aquele ato final, com o gosto amargo de uma Quarta-feira de Cinzas, acabaria por obscurecer uma história cheia de glamour, acompanhada avidamente pelos leitores das revistas ilustradas e pelas rádios e, mais tarde, pelos espectadores das transmissões de televisão. O Brasil inteiro comentava os desfiles de celebridades que compareciam ao baile, os famosos concursos de fantasias (cheios de dramas e controvérsias), as decorações que enfeitavam o grande salão e os excessos dos foliões que ocupavam cada espaço do Theatro Municipal que, com seu esplendor arquitetônico, foi fator preponderante para todo este sucesso. O costume de se realizarem festas à fantasia nos dias de carnaval no Rio de Janeiro é bastante antigo, remontando à década de 1840, com os bailes do Hotel Itália. Acreditava-se, então, que a importação dos bals costumes, que faziam sucesso na folia parisiense, seria a solução para conter os excessos das diversões populares que, já naquela época, ocupavam as ruas do Rio de Janeiro. A contenção não aconteceu, muito pelo contrário, e os ditos “excessos” continuaram cada vez mais fortes nas ruas. Mas os bailes tinham vindo para ficar e tornaram-se a diversão preferida da elite carioca nos dias de carnaval na segunda metade do século XIX. A complexa relação entre os bailes mascarados e as manifestações populares, marcadas pela presença dos zé pereiras, cucumbis e molhaças.
Mona Vilardo
Mona Vilardo iniciou seus estudos musicais aos oito anos de idade, é formada em canto lírico pela UNIRIO e já realizou turnês pela Europa e Estados Unidos. Como cantora, participou de novelas como “Órfãos da Terra”, “Deus Salve o Rei” – TV Globo e “Gênesis” – TV Record. Desde 2017 é idealizadora do projeto “Elas por Ela-As Rainhas do Rádio por Mona Vilardo”. Ganhou os seguintes editais: Retomada Cultural I, Cultura Presente nas Redes I e II, Fomento da cidade de Niterói, Edital Municipal em Cena (ficando em terceiro lugar na categoria de música), SESC PULSAR, entre outros. É integrante da Cia. Pequod de Teatro de Animação desde 2004, fazendo os seguintes espetáculos: “Noite Feliz”, “Peer Gynt”, “Marina – a Sereiazinha” e a opereta “Pinóquio. Em sua trajetória trabalhou com diretores como Diogo Vilela, Roberto Bomtempo, Bibi Ferreira, Miguel Vellinho, Cacá Mourthè e Tim Rescala. Em setembro de 2022, reuniu 2 mil pessoas no Theatro Municipal do Rio de Janeiro com o seu projeto “As Rainhas do Rádio em Concerto” – onde homenageou cinco cantoras do rádio acompanhada da Orquestra Sinfônica de Mulheres do Brasil. Em 2023, lançou o livro “Marlene – a voz que se fez escutar”, sobre Marlene, Rainha do Rádio de 1949. Em 2024, lançou o seu quarto livro, “No Compasso – Só eu sei o que elas passam”, pela editora Bloco Narrativo, com ilustração e edição de Bruno Drummond, sobre as histórias de muitas mulheres. Atualmente, é destaque na série Arcanjo Renegado, da Globoplay, e no elenco do espetáculo “Fafá de Belém, O Musical”, com produção da Fato Produções e direção de Gustavo Gasparani, em cartaz de quinta a domingo no Teatro Riachuelo.
Serviço:
Local: Theatro Municipal – Espaço Assyrio – Praça Floriano, S/N – subsolo – Centro, Rio de Janeiro – RJ
Dia e hora: 11 de fevereiro, quarta-feira, às 17h
Ingressos: R$ 100 (inteira) e R$ 50 (meia-entrada)
Mais informações: http://theatromunicipal.rj.gov.br/
Rede social: https://www.instagram.com/monavilardo/
Postado por Allex Lourenço em 11/fev/2026 -

Ela se chama Pietra Rêgo. É carioca, tem 15 anos. Seu maior sonho? Ser uma bailarina profissional. Como diz o ditado: “bem começado, meio caminho andado!”. Pietra iniciou seus estudos de balé na quase centenária Escola Estadual de Dança Maria Olenewa, que fica no anexo do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Desde 2021, após ser aprovada no processo seletivo da EEDMO, a menina impressionou os professores pelo seu potencial físico, seriedade e vontade de trabalhar.
Todo o comprometimento da aluna levou a jovem bailarina a participar da Cia BEMO, Companhia profissionalizante da Escola Maria Olenewa. Lá, ela se destacou já como solista nos papéis de Princesa Florine (Bodas de Aurora), Pas de Trois de Paquita (dançando inclusive uma das variações que a fez brilhar no Prix de Lausenne) e Afrescos (do Ballet O Cavalinho Corcunda). Sua apresentação segura, sua técnica e potencial artístico chamaram a atenção de Hélio Bejani, diretor da EEDMO, que é também Diretor do Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Ele a convidou para estrelar o papel de Clara, na temporada de O Quebra-Nozes, em dezembro de 2025:
“Pietra, para além de seu talento técnico e artístico se destaca por sua disciplina dedicação e comprometimento com seus estudos na dança, qualidades indispensáveis para um caminho de sucesso nesta difícil, porém possível carreira” – ressalta Hélio Bejani.
Atualmente, Pietra está no 2º ano técnico da Escola e foi a única bailarina da América Latina finalista no Prix de Lausenne 2026, concurso mundial focado em jovens bailarinos de 15 a 18 anos, que reúne especialistas em dança de todo o planeta. E o seu reconhecimento vai além de bolsas de estudo e do mercado profissional que se abre daqui para frente. Ela foi aclamada com o prêmio de melhor bailarina da competição através do voto popular pela internet.
“Hoje, em 2026, Pietra está matriculada no segundo ano técnico da Escola Estadual de Dança Maria Olenewa e é um dos nossos grandes orgulhos. Ela é a prova de que um trabalho sério, consciente, realizado com competência e dedicação, professores qualificados, ao longo dos anos pode conduzir ao longe!!!” – completa o vice- diretor da EEDMO, Paulo Melgaço.



Assessoria de imprensa TMRJ:
Cláudia Tisato – tisato.cultura@gmail.com
Assessora Chefe de Comunicação TMRJ:
MariettaTrotta – mariettatrotta.tmrj@gmail.com
Postado por Allex Lourenço em 09/fev/2026 -

A Orquestra Filarmônica Metropolitana (OFM), um dos principais projetos do Instituto dos Sonhos, com origem na cidade de São Gonçalo, abre sua Temporada Artística de 2026 com um concerto especial no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. A apresentação acontece no dia 10 de fevereiro (terça-feira), às 19h, no Centro do Rio. Os ingressos terão o valor popular de R$2,00 (dois reais), reafirmando o compromisso da orquestra com a democratização do acesso à cultura.
Intitulada “Novos Horizontes”, a temporada 2026 nasce do desejo de reafirmar o papel da música como força de transformação e encontro. O concerto de abertura — assim como todo o ciclo que se seguirá ao longo do ano — propõe uma jornada que atravessa fronteiras estéticas, aproximando diferentes tempos, linguagens e públicos. O repertório foi cuidadosamente selecionado para simbolizar a expansão, o diálogo entre tradição e contemporaneidade e a abertura para novas experiências artísticas.
Gustavo Fernandes, Diretor Artístico e Regente Titular da OFM, destaca a importância da nova temporada. “Com ‘Novos Horizontes’, queremos convidar o público a descobrir novos caminhos de escuta, fortalecendo a relação da comunidade com a orquestra. É uma celebração da música como um espaço de construção de um futuro cultural mais plural, acessível e inspirador”, afirma o maestro, natural de Itaocara (RJ), com vasta trajetória nacional.
Rafael Vieira, fundador do Instituto dos Sonhos, complementa a visão ao reforçar o pilar social do projeto. “A Orquestra Filarmônica Metropolitana é a materialização do nosso sonho no Instituto. Cada concerto, especialmente com ingressos populares, é um passo firme para democratizar a cultura e provar que a arte de excelência pode e deve pertencer a todos”, declara.
Um dos pilares da temporada é a valorização da música brasileira e fluminense. Nascida em São Gonçalo, a OFM amplia sua atuação e assume o Rio de Janeiro como um de seus territórios criativos, promovendo o encontro entre obras de compositores históricos, criadores em atividade e novas vozes da cena musical contemporânea. A iniciativa busca fortalecer a cultura local, descentralizar a produção artística e preservar a memória musical do estado.
A Orquestra Filarmônica Metropolitana se destaca não apenas pela excelência artística, mas também por seu forte compromisso social. A política de ingressos a preços populares convida um público cada vez mais diverso a ocupar as salas de concerto e vivenciar a potência da música sinfônica.
O concerto de abertura no Theatro Municipal promete uma noite memorável, marcando o início de um ciclo que levará a mensagem de “Novos Horizontes” a diferentes palcos. A apresentação é uma oportunidade única para o público carioca se conectar com uma das mais vibrantes orquestras do cenário atual, em um dos palcos mais icônicos do país.
Sobre o Instituto dos Sonhos e a Orquestra Filarmônica Metropolitana
O Instituto dos Sonhos é uma Organização da Sociedade Civil fundada por Rafael Vieira, com mais de 20 anos de atuação, dedicada a transformar sonhos em realidade por meio de soluções sociais nas áreas de cultura, educação, esporte e sustentabilidade. Com a missão de ser um catalisador de transformação social no Brasil, o instituto desenvolve projetos que geram oportunidades e contribuem para a construção de uma sociedade mais justa e criativa.
A Orquestra Filarmônica Metropolitana (OFM), um de seus principais projetos culturais, alia excelência artística à democratização do acesso à música de concerto. Desenvolve uma programação vibrante e inovadora, com foco na valorização da música brasileira e na formação de novos públicos, em total alinhamento com os valores de sua instituição mantenedora.
SERVIÇO:
Concerto de Abertura da Temporada 2026 da Orquestra Filarmônica Metropolitana – “Novos Horizontes”
Data: 10 de fevereiro de 2026 (terça-feira), às 19h
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro (Praça Floriano, S/N – Centro, Rio de Janeiro – RJ)
Ingressos: R$ 2,00 (dois reais)
Classificação: Livre
Postado por Allex Lourenço em 15/dez/2025 -

“Municipal Para Você” – O Quebra-Nozes
https://open.spotify.com/episode/2RTYCPhRtn7w2HaeZNYGkf?si=H2O6xVJQQOuv7zRiFeaxIQ
Conheça os convidados do novo episódio do nosso PodCast
O Theatro Municipal do Rio de Janeiro lançou o último episódio da quarta temporada do podcast “Municipal para você”, o tema desta edição foi o ballet ““O Quebra-Nozes”, de Tchaikovsky.
Eric Herrero, diretor artístico do Theatro Municipal, conversou nesse episódio com o maestro Felipe Prazeres e o diretor do BTM, Hélio Bejani.
Conheça cada um dos convidados:

HÉLIO BEJANI
Iniciou seus estudos de ballet em Campinas (SP), cursando o método da Royal Academy of Dancing, onde trabalhou no Corpo de Baile Lina Penteado sob a direção artística de Addy Addor e Cleusa Fernandes. Ingressou para o Corpo de Baile do Theatro Municipal do Rio de Janeiro em 1985, onde atuou como solista e bailarino principal nas suas principais montagens. Foi partner da bailarina Ana Botafogo e também coreografa para a mesma. Dançou e coreografou para os mais renomados grupos e escolas do Rio de Janeiro: Escola de Danças Maria Olenewa, Associação de Ballet do Rio de Janeiro, Stúdio 88, Escola de Dança Alice Arja, Escola de Danças Spinelli, Stúdio Bertha Rosanova, Cia Versátil de Dança, Rio Ballet, Ballet Dalal Achcar, Centro de Danças Johnny Franklin, Cia Brasileira de Danças, Ballet da Cidade de Niterói sendo premiado nos principais concursos e mostras de dança no Brasil. Dirigiu e coreografou o espetáculo Descobrimento do Brasil comemorativo aos 500 anos, na cidade de Fortaleza CE no Teatro José de Alencar. Com sua própria remontagem realizou os espetáculos A Bela Adormecida e Coppélia, no Teatro Sesi Rio. Coreografou e dirigiu o espetáculo, Made in Coração, realizado no Espaço Cultural FINEP e Teatro Cacilda Becker com participação dos bailarinos do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, que lhe valeu o Prêmio de Melhor Diretor de Grupo de 1999, outorgado pela revista “Você e a Dança” (SP). Remontou os ballets Giselle, O Lago dos Cisnes e Don Quixote para o Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e os ballets A Bela Adormecida, O Corsário, Giselle e O Quebra Nozes para Cia BEMO-TMRJ. Atualmente, é diretor do Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, da Escola Estadual de Dança Maria Olenewa do TMRJ e diretor da pós-graduação em Dança Clássica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

FELIPE PRAZERES
Maestro titular da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Atua também como spalla da Orquestra Sinfônica da UFRJ e da Orquestra Petrobras Sinfônica (OPES) desde 2001. Foi um dos criadores da Academia Juvenil, projeto educativo da OPES onde desenvolve um trabalho de orientação musical de cerca de 35 jovens músicos a cada ano, oriundos de projetos sociais. De 2014 a 2018, foi maestro assistente de Isaac Karabtchevsky. É diretor artístico e co-fundador da orquestra Johann Sebastian Rio, principal orquestra de câmara do Rio de Janeiro e uma das mais promissoras do país. Na função de regente, esteve à frente de orquestras como a World Youth Symphony, na Itália, Orquestra Petrobras Sinfônica, Orquestra Sinfônica da Bahia, Orquestra Sinfônica da UFRJ, Orquestra Sinfônica Nacional (OSN-UFF) e Camerata SESI. Seu repertório inclui a música barroca, grandes sinfonias e concertos clássicos, românticos e modernos, além de música popular. Foi o primeiro regente a dirigir uma obra de Mahler com a Orquestra Sinfônica da UFRJ, a Sinfonia nº 4. Em 2018 esteve à frente dessa mesma orquestra na ópera A Flauta Mágica, de Mozart.

ERIC HERRERO – DIRETOR ARTISTICO TMRJ
Um dos mais importantes cantores líricos do Brasil, o tenor tem em seu repertório quase 50 personagens interpretados na América do Sul e países da Europa. Eric Herrero assumiu a direção artística do TMRJ em fevereiro de 2020, desenvolvendo uma programação com grandes títulos da ópera e ballet de repertório, promovendo a volta do grande público ao maior teatro lírico do país, com casa lotada ao longo de todo o ano. Desenvolveu o projeto Municipal Para Você em parceria com a ASSCOM-TMRJ. Reconhecido no meio cultural, é Presidente do Conselho Estadual de Política Cultural e, recentemente, recebeu os títulos de Cidadão Honorário do Município do Rio de Janeiro e Embaixador do Turismo do Rio de Janeiro.
Podcast – Municipal Para Você
Episódio # 10 – Quarta Temporada – O Quebra-Nozes
Apresentação: Eric Herrero.
Participação: Hélio Bejani e Felipe Prazeres.
Gravação e Edição: Fábio Aquino, Davi Amorim, Renan Hubner e Uriel Curvelo.
Colaboração: Jayme Chaves e Eduardo Pereira.
Produção: Allex Lourenço.
Ficha técnica do Espetáculo: O Quebra-Nozes.
Elenco principal:
Fada Açucarada – Juliana Valadão / Márcia Jaqueline / Manuela Roçado / Marcela Borges / Tabata Salles.
Príncipe – Maynard Miranda / Cícero Gomes / Alyson Trindade / Rodrigo Hermesmeyer / Michael Willian
Sr. Drosselmeyer – Edifranc Alves / Romilton Santana / Rodolfo Saraiva.
Clara – Diovana Piredda / Katarina Santos / Pietra Rêgo.
Rainha das Neves – Isa Mattos / Manuela Roçado / Marcela Borges / Tabata Salles. Rei das Neves – Alyson Trindade / Owdrin Kaew / Michael Willian / Rodrigo Hermesmeyer.
Ficha Técnica:
Concepção e Adaptação: Hélio Bejani e Jorge Texeira a partir de Marius Petipa.
Ensaiadores: Jorge Texeira, Mônica Barbosa, Celeste Lima, Deborah Ribeiro, Filipe Moreira e Hélio Bejani.
Figurinos: Tania Agra.
Cenografia: Manoel Puoci.
Fotografia: Daniel Ebendinger.
Iluminação: Paulo Ornellas.
Regência: Felipe Prazeres.
Direção Geral: Hélio Bejani.
Direção Artística do TMRJ: Eric Herrero.
Presidente da Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro: Clara Paulino.
Serviço: O QUEBRA-NOZES – Tchaikovsky.
Ballet, Coro Feminino e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
Endereço: Praça Floriano, S/N – Centro.
Datas: 12/12 (ensaio geral), 13, 17, 18, 19, 20, 23, 26 e 27, às 19h. 14/12, 21 e 28, às 17h. 16/12 – 14h (Projeto Escola).
Duração: 1h40 + intervalo de 20 minutos.
Classificação: Livre.
Ingressos: ESGOTADOS
Acontecerá uma palestra gratuita no Salão Assyrio uma hora antes do início do espetáculo.
Patrocinador Oficial Petrobras
Apoio: Livraria da Travessa, Fever, Rádio MEC, Rádio Nova Paradiso, Amadança, Deeplab, Windsor Hotéis, Bloch, Gaynor Minden, @vult, @maballetshop, Fitting Ma Ballet.
Realização Institucional: Fundação Teatro Municipal, Associação dos Amigos do Teatro Municipal.
Lei de Incentivo à CulturaRealização: Ministério da Cultura e Governo do Brasil, do lado do povo brasileiro.
Assessoria de imprensa TMRJ: Cláudia Tisato – tisato.cultura@gmail.com
Assessoria externa TMRJ: Thaisa Barreto – vozesagenciacriativa@gmail.com
Assessora Chefe de Comunicação TMRJ: MariettaTrotta – mariettatrotta.tmrj@gmail.com
Postado por Allex Lourenço em 29/dez/2025 -

As Vozes que Ecoam na História
O palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro é feito de mármore, veludo e bronze, mas sua verdadeira sustentação é humana. Ao longo de décadas, as paredes deste teatro absorveram as harmonias de homens e mulheres que fizeram do canto não apenas uma profissão, mas um sacerdócio.
Na série Interações, o projeto “Gigantes do Municipal” abre as cortinas para quem, muitas vezes, foi o alicerce de produções monumentais. Neste recital, celebramos especificamente os artistas do nosso Coro. São cantores que emprestaram sua técnica e emoção para dar corpo às massas sonoras de Verdi, Puccini e Villa-Lobos, garantindo que a tradição lírica brasileira permaneça vibrante.
Serviço: Série Interações
Local: – Salão Assyrio – TMRJ
Datas: 04, 11, 18 e 25/01
Horário: 11h
Ingressos: http://theatromunicipal.rj.gov.br/
Postado por Allex Lourenço em 15/dez/2025 -
Dirigido por Luciana Paes, montagem já percorreu 33 cidades brasileiras e portuguesas
Espetáculo é uma comédia sobre a presença quase invisível da poesia no cotidiano
Gregorio Duvivier venceu o Prêmio Bibi Ferreira de Melhor Ator pelo trabalho

Quem tem medo de poesia? Gregório Duvivier não faz parte deste grupo e, como um apaixonado, faz de tudo para persuadir os outros das qualidades do seu objeto de encanto – até mesmo criar um espetáculo sobre o assunto. No monólogo cômico “O Céu da Língua”, o artista usa o seu discurso sedutor para convencer o público de que tropeçamos diariamente na poesia e o assunto é prazeroso e divertido.
O espetáculo estreou em Portugal em 2024, chegou do Brasil em fevereiro de 2025, onde cumpriu uma extensa turnê que já acumula mais de 170 mil espectadores em 178 sessões por 33 cidades do Brasil e de Portugal. O trabalho rendeu a Gregorio o troféu de Melhor Ator na última edição do Prêmio Bibi Ferreira.
Para comemorar o sucesso, de 5 a 8 de fevereiro de 2026, ‘O Céu da Língua’ estará de volta ao Rio de Janeiro para sessões especiais no Theatro Municipal.
“A poesia é uma fonte de humor involuntário, motivo de chacota”, reconhece o ator, que cursou a faculdade de Letras na PUC do Rio de Janeiro e publicou três livros sobre o gênero literário. “Escrevi uma peça que pode ajudar alguém a enxergar melhor o que os poetas querem dizer e, para isso, a gente precisa trocar os óculos de leitura”.
A direção é da atriz Luciana Paes, parceira de Gregório nos improvisos do espetáculo Portátil. No palco, com cenografia de Dina Salem Levy, o instrumentista Pedro Aune cria ambientação musical com o seu contrabaixo, e a designer Theodora Duvivier, irmã do comediante, manipula as projeções exibidas ao fundo da cena. O resto é só o comediante e sua lábia desafiadora:
“Acredito que o Gregório tem ideias para jogar no mundo e, com essa crença, a coisa me move independentemente de qualquer rótulo”, diz Luciana, uma das fundadoras da celebrada Cia. Hiato, que estreia na função de diretora teatral.
“O Céu da Língua” não é um recital e tampouco o artista declama Castro Alves, Fernando Pessoa ou Carlos Drummond de Andrade. Por outro lado, garante Luciana, a dramaturgia de Gregório não deixa de ser poética neste “stand-up comedy pegadinha”, como ela bem define.
“O Gregório simpático e engraçado está no palco ao lado do Gregório intelectual com seu fluxo de pensamento ininterrupto e imagino que, por isso, a plateia deve embarcar na proposta”, aposta a diretora. “Ele, graças aos seus recursos de ator, pega o público distraído e ninguém resiste quando é surpreendido por alguém apaixonado.”
Toda linguagem é um acordo e, se você entende, tudo bem. Gregório, desde a infância, carrega uma obsessão pela palavra, pela comunicação verbal, pela língua portuguesa. Assim o protagonista, por exemplo, brinca com códigos, como aqueles que, em sua maioria, só são decifrados por pais e filhos ou casais enamorados.
As reformas ortográficas que tiram letras de circulação e derrubam acentos capazes de alterar o sentido das palavras inspiram o artista em tiradas bem-humoradas. O mesmo acontece quando ele comenta a ressurreição de palavras esquecidas, como “irado”, “sinistro” e “brutal”, que voltaram ressignificadas ao vocabulário dos jovens. E aquelas que só de ouvi-las geram sensações estranhas, a exemplo de afta, íngua, seborreia, ou outras, inventadas, repetidas à exaustão, como “atravessamento”, “namorido” ou “almojanta”? Até destas Gregório extrai humor.
Para o artista, a língua é algo que nos une, nos move, mas raramente damos atenção a ela. É só pensar nas metáforas usadas no cotidiano – “batata da perna”, “céu da boca”, “pisando em ovos”. Nesta hora, usamos a poesia e nem percebemos. Para provar que a poesia é popular, Gregório chama atenção para os grandes letristas da música brasileira, como Orestes Barbosa e Caetano Veloso, citados em “O Céu da Língua” através das canções “Chão de Estrelas” (1937) e “Livros” (1997). “Os nossos compositores conseguiram realizar o sonho de Oswald de Andrade de levar poesia para as massas”, festeja o ator.
Nesta cumplicidade com a plateia, Gregório mostra gradativamente que a poesia não tem nada de hermética e, claro, homenageia Portugal, o país que emprestou ao Brasil a sua língua para que todos se comunicassem. Além de Fernando Pessoa, o ator evoca o poeta Eugênio de Andrade e lembra de que a origem de “O Céu da Língua” está relacionada ao espetáculo “Um Português e Um Brasileiro Entram no Bar”. O divertido intercâmbio linguístico colocou no mesmo palco Gregório e o humorista luso Ricardo Araújo Pereira em improvisações sobre o idioma que os une.
O CÉU DA LÍNGUA
Texto: Gregorio Duvivier e Luciana Paes
Interpretação: Gregorio Duvivier
Direção: Luciana Paes
Direção musical e execução da trilha: Pedro Aune
Assistente de direção e projeções: Theodora Duvivier
Iluminação: Ana Luzia de Simoni
Cenografia: Dina Salem Levy
Assistente de cenografia: Alice Cruz
Figurinos: Elisa Faulhaber e Brunella Provvidente
Visagismo: Vanessa Andrea
Designer gráfico publicação: Estúdio M-CAU – Maria Cau Levy e Ana David
Identidade visual divulgação: Laercio Lopo
Comunicação: Raquel Murano
Marketing digital: Renato Passos
Assessoria de Comunicação: Pedro Neves
Fotos: Demian Jacob, Priscila Prade, Joana Calejo Pires e Raquel Pelicano
Diretor técnico: Lelê Siqueira
Diretor de palco: Reynaldo Thomaz
Técnico de som: Dugg Mont
Assistente de palco: Daniela Mattos
Gerente de Projetos: Andréia Porto
Assistente de produção: João Byington de Faria
Produção executiva: Lucas Lentini
Direção de produção: Clarissa Rockenbach e Fernando Padilha
Produção: Pad Rok
SERVIÇO
Theatro Municipal do Rio de Janeiro
De 5 a 8 de fevereiro de 2026
Vendas abertas pela Fever – https://feverup.com/m/460035
Classificação indicativa: 12 anos
Duração: 70 minutos
Postado por Allex Lourenço em 03/nov/2025 -

A Escola Estadual de Dança Maria Olenewa (EEDMO), primeira escola pública de dança do Brasil e referência nacional na formação de bailarinos e bailarinas, está com inscrições abertas para o Processo Seletivo 2026 e o prazo foi prorrogado até 14 de novembro. Com quase um século de história, a escola, anexa ao Theatro Municipal do Rio de Janeiro, oferece formação sólida, artística e técnica, para crianças e jovens que desejam seguir o caminho da dança.
As inscrições serão presenciais, de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 14h às 17h, na sede da Escola, localizada na Avenida Almirante Barroso, nº 14 – 3º andar (prédio anexo ao Theatro Municipal do Rio de Janeiro), CEP: 20031-000.
Podem se inscrever meninos e meninas entre 8 e 21 anos. Os níveis vão do Preliminar (a partir de 8 anos) ao Curso Técnico (a partir de 16 anos), conforme o ano de nascimento.
O valor da taxa de inscrição é de R$ 50,00 (isenta para candidatos do sexo masculino), com pagamento via PIX (CNPJ: 29.411.618/0001-26) em nome da Associação dos Amigos da Escola de Dança Maria Olenewa.
Candidatos de outras cidades e estados podem enviar a documentação completa, comprovante de pagamento e contatos por e-mail, no mesmo endereço postal.

Documentos necessários:
• 2 fotos 3×4
• Certidão de nascimento (xerox)
• Atestado médico (original)
• Atestado de escolaridade (original)
• Comprovante de residência (xerox)
• Comprovante de pagamento da taxa (quando aplicável)
“A Escola de Dança tem como proposta oferecer um ensino de excelência e oportunizar aos alunos experiências únicas em suas vidas, como dançar no palco do Theatro Municipal, bem próximos aos artistas da casa” – ressalta Hélio Bejani, Diretor da Escola Estadual de Dança Maria Olenewa (EEDMO).
“É um enorme prazer abrir as inscrições de seleção da primeira e uma das principais escolas de dança do Brasil. É importante destacar que por essa escola passaram as primeiras bailarinas daqui da casa — Cláudia Mota, Márcia Jaqueline, Juliana Valadão e Cícero Gomes. A escola vem a cada ano buscando oferecer um ensino de excelência e qualidade. Os alunos que se interessarem em ingressar na escola vão ter o convívio com professores de alto nível e a oportunidade de dançar no palco do Theatro Municipal.” – afirma Paulo Melgaço, vice-diretor e professor da EEDMO.
A segunda etapa será realizada em fevereiro de 2026 com um teste de aptidão. Quem for aprovado, poderá estudar o balé clássico gratuitamente por 9 anos e ao final, sairá com um diploma profissional, apto para ingressar no mercado, seja como bailarino(a) profissional ou professor(a) de dança.
Serviço:
AMADANÇA promove
INSCRIÇÕES PARA O PROCESSO SELETIVO EEDMO – 2026
Até 14 de novembro de 2025
Meninas e meninos com idade entre 8 e 21 anos.
Enviar todos os documentos, telefone de contato, e-mail e comprovante de pagamento para Avenida Almirante Barroso, nº 14 – 3º andar ( prédio anexo do Theatro Municipal) – cep: 20031-000
Mais informações, acesse o Instagram da EEDMO(@mariaolenewa).
Atendimento presencial de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 14h às 17h.
Assessoria de imprensa TMRJ:
Cláudia Tisato – tisato.cultura@gmail.com
Assessora Chefe de Comunicação TMRJ:
Marietta Trotta – mariettatrotta.tmrj@gmail.com
Postado por Allex Lourenço em 09/dez/2025 -

Dezembro marca a retomada de O Quebra-Nozes, de Tchaikovsky, ao Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Após o sucesso das apresentações de 2024, com ingressos esgotados, o balé volta ao palco pelo segundo ano seguido, com Patrocínio Oficial Petrobras. A produção reúne o Ballet, o Coro Feminino e a Orquestra Sinfônica do TMRJ. A concepção e adaptação são de Hélio Bejani e Jorge Texeira, a partir da versão de Marius Petipa. A regência ficará a cargo do maestro titular da OSTM, Felipe Prazeres. A direção geral é de Hélio Bejani. As récitas acontecerão nos dias 12 (ensaio geral), 13, 17, 18, 19, 20, 23, 26 e 27, às 19h, e nos dias 14, 21 e 28, às 17h. No dia 16, às 14h, será a vez do espetáculo para o Projeto Escola Arte Educação Petrobras.
O Quebra-Nozes teve sua estreia em 1892, na Rússia. A primeira apresentação no ocidente só aconteceu em 1934, no Sadler’s Wells Theatre, em Londres. Desde então, tornou-se um dos balés mais montados em todo o mundo.
“É com imensa alegria que atendemos ao pedido do nosso público e trouxemos de volta ao palco do Theatro Municipal o ballet “O Quebra-Nozes”. Com o Patrocínio Oficial Petrobras, garantimos a magia desse espetáculo de Tchaikovsky para encerrar a temporada 2025. Somos gratos a todos que estiveram presente durante todo o ano lotando a Casa. Contamos com a sua presença também no encerramento!”, destaca Clara Paulino – Presidente da Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro.
“Esta nossa versão foi pensada e elaborada para encantar, proporcionando momentos de paz, alegria e amor fazendo com que nosso público deslize de sua própria realidade e vivencie toda a emoção e magia que a época do natal nos traz” – afirma Hélio Bejani, Diretor do Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
“‘O Quebra-Nozes’ carrega uma tradição centenária, mas cada apresentação é nova. No Theatro Municipal, esse encontro entre música, dança e imaginação ganha uma energia especial. É uma obra que emociona crianças, adultos e toda a cadeia de artistas envolvidos” – ressalta Felipe Prazeres, Maestro Titular da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

Sinopse
A narrativa se passa em Nuremberg, na Alemanha, no final do século XIX e conta a história de Drosselmeyer, um misterioso fabricante de relógios e brinquedos. Drosselmeyer trabalhava no palácio Real, onde inventou uma armadilha que exterminou a metade dos ratos do reino. Para se vingar, o Rei dos Ratos decidiu raptar o sobrinho de Drosselmeyer e o enfeitiçou fazendo com que seu tio não mais o reconhecesse, deixando-o no orfanato para meninos. O menino também se transformaria em um boneco Quebra-Nozes nas noites de Natal. A única maneira para que Drosselmeyer voltasse a reconhecer seu sobrinho, seria o boneco Quebra-Nozes lutar com o Rei dos Ratos e derrotá-lo. É véspera de Natal. O médico e Prefeito da Cidade, Jans Stahlbaum e sua esposa, atendendo ao pedido de sua generosa filha Clara e imbuídos pelo espírito natalino, convidam os meninos do orfanato para sua linda festa que oferecem todo ano para seus parentes e amigos. A tradicional celebração é esperada com ansiedade pelos filhos do casal, Clara, Fritz e Louise, pois nesta noite eles terão a oportunidade de fazerem novos amigos. Para Clara este será um Natal ainda mais especial!

PRIMEIRO ATO
Cena I – Orfanato
Em um pequeno orfanato na Alemanha, viviam meninos que sonhavam com um Natal mágico. Entre eles estava Claus, um menino de coração puro e cheio de esperança. O orfanato era um lugar simples, mas cheio de amor e amizade.
Na mesma cidade, vivia Clara, uma menina rica que morava em uma casa luxuosa com sua família, os Stahlbaum. Clara sempre teve tudo o que queria, mas sentia que algo faltava em sua vida. Ela desejava compartilhar a alegria do Natal com aqueles que não tinham tanto quanto ela.
Sendo assim, Clara, pede aos seus pais para convidarem os meninos do orfanato para uma noite de Natal especial em sua casa.
A governanta do orfanato recebe o convite da família Stahlbaum e mostra aos meninos que ficam radiantes de alegria, mal podem esperar pela grande noite!

Cena II – Na casa dos Stahlbaum
Na véspera de Natal, a casa de Clara estava decorada com luzes brilhantes e uma linda árvore. Clara e seus irmãos, Louise e Fritz, chegam arrumados para a grande noite e se juntam aos seus pais para receberem todos os convidados.
A festa começa e a alegria das danças dá o tom da noite! Clara se encanta por Klaus, um dos meninos do orfanato.
Entre os convidados está o padrinho de Clara, Drosselmeyer, um mágico misterioso e encantador. Drosselmeyer entretêm todos com seus bonecos dançantes de aparência humana. Clara recebe de presente do seu padrinho um lindo quebra-nozes em forma de soldado. Seu irmão Fritz com ciúmes, disputa o quebra-nozes com Clara e acaba quebrando seu presente especial. Clara fica triste e desapontada. Drosselmeyer conserta o brinquedo e nota no menino do orfanato, Klaus, algo familiar que o faz lembrar-se de seu sobrinho. Com o quebra-nozes consertado, o menino o entrega a Clara, que agradece e dá um beijo no novo amigo.
A noite foi cheia de risos, danças e canções. As crianças do orfanato nunca tinham experimentado um Natal tão maravilhoso.
Após a festa, quando Clara já estava em seu quarto, ela volta à sala para buscar seu quebra-nozes, escuta um ruído, se assusta e adormece. Um clima de magia e mistério toma conta do ambiente, quando surge Drosselmeyer, se utilizando de seus dotes mágicos, para conduzi-la a um mundo de sonho e fantasia.
Nesse momento, acontece uma batalha épica entre ratos gigantes e soldadinhos de brinquedo. No meio da batalha, o quebra-nozes ganha vida, lidera os soldadinhos e enfrenta o Rei dos Ratos com coragem e determinação.
O quebra-nozes com a ajuda de Clara vence o Rei dos Ratos! Exausto o boneco desmaia e Clara desesperada se põe a chorar por achar que o quebra-nozes que tanto ama está morto. Drosselmeyer reaparece, se aproxima do quebra-nozes e, para sua surpresa, percebe que o feitiço lançado pelo Rei dos Ratos foi quebrado. Com isso, Drosselmeyer enfim, reconhece seu sobrinho Klaus que estava no orfanato.

Cena III – Reino das Neves
Drosselmeyer leva Clara e Claus em uma mágica viagem para o Reino das Neves, onde encontram o Rei e a Rainha das Neves. Flocos de neve dançam pelo ar e tudo brilha como cristais. As crianças ficam maravilhadas com a beleza do lugar.
SEGUNDO ATO
Reino dos Doces
Seguindo viagem, eles chegam ao Reino dos Doces, onde tudo é feito de guloseimas deliciosas. São recebidos pela Rainha, uma personagem mágica e poderosa, que assume a forma da mãe de Clara para protegê-la e guiá-la durante sua jornada.
A Rainha apresenta Clara e Claus para a Fada Açucarada e seu Príncipe. Clara pede a Klaus que conte a eles como conseguiram derrotar o Rei dos Ratos. Em honra aos visitantes, a Fada e o Príncipe convocam todo o povo do Reino para um grande espetáculo.
Inicia-se então uma grande festa com muitas danças, transmitindo a magia e beleza daquele mundo encantado. Madame Bombom, com sua alegria, transborda doçura contagiando a todos no reino.
Eis que todos sentem um agradável perfume de flores no ar, anunciando a chegada da “Valsa das Flores”. Para encerrar a grande celebração, a Fada Açucarada e seu Príncipe dançam de forma encantadora e memorável.
Clara e Claus se divertiram imensamente, explorando os reinos mágicos e provando todas as delícias. Eles estavam radiantes de felicidade, sentindo que aquele era o Natal mais mágico da vida!
A viagem chega ao fim e todos se despedem de Clara e Claus, quando Drosselmeyer reaparece e, enfim, leva o seu sobrinho e Clara de volta para casa.
E assim, aquele Natal tornou-se inesquecível. Clara e Claus prometeram manter a amizade e continuar a espalhar a magia do Natal para todos ao seu redor.

Sobre Felipe Prazeres
Um dos mais conceituados músicos de sua geração, Felipe Prazeres é maestro titular da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e maestro associado da Orquestra Petrobras Sinfônica. Na Petrobras Sinfônica foi maestro assistente de Isaac Karabtchevsky, entre 2014 e 2018. É um dos fundadores da Academia Juvenil, projeto socioeducativo que oferece formação gratuita para jovens entre 15 e 20 anos, oriundos de escolas de música e orquestras comunitárias. No Theatro Municipal do Rio de Janeiro, onde é titular desde 2022, participou como regente e diretor musical das óperas O Barbeiro de Sevilha, de Rossini, Carmen, de Bizet, e O Elixir do Amor, de Donizetti e Le Ville, de Puccini, além de ter atuado como regente nas três últimas Aberturas de Temporada. Em 2023 regeu a Sinfônica do Theatro Municipal e OSB juntas em umconcerto dedicado a Berlioz e Wagner.É diretor artístico e fundador da orquestra Johann Sebastian Rio, uma das mais importantes orquestras de câmara do país. Neste grupo de câmara dirige concertos com repertório de todas as épocas, mas com especial atenção à música barroca e à música brasileira. Com a Johann Sebastian Rio gravou em 2023 o álbum Sambach, com o premiado violinista alemão Linus Roth e se apresentou em agosto de 2024 no renomado Rheingau Musik Festival, na Alemanha. E maio de 2025 fez uma turnê pela Europa passando pela Alemanha, Suíça e Polônia. Em outubro, regeu o Concerto Bizet e seus Contemporâneos, com a Ópera de Paris e a Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Em dezembro, estará à frente da OSTM em O Quebra-Nozes com o Ballet e Coro do TMRJ.

Elenco principal:
Fada Açucarada – Juliana Valadão / Márcia Jaqueline / Manuela Roçado / Marcela Borges / Tabata Salles
Príncipe – Maynard Miranda / Cícero Gomes / Alyson Trindade / Rodrigo Hermesmeyer / Michael Willian
Sr. Drosselmeyer – Edifranc Alves / Romilton Santana / Rodolfo Saraiva
Clara – Diovana Piredda / Katarina Santos / Pietra Rêgo
Rainha das Neves – Isa Mattos / Manuela Roçado / Marcela Borges / Tabata Salles
Rei das Neves – Alyson Trindade / Owdrin Kaew / Michael Willian / Rodrigo Hermesmeyer
Datas elenco principal:
12/12 – Sexta-feira – Marcela Borges e Alyson Trindade (ensaio geral)
13/12- Sábado – 1ª Récita – Márcia Jaqueline e Rodrigo Hermesmeyer
14/12 – Domingo – 2ª Récita – Márcia Jaqueline e Rodrigo Hermesmeyer
16/12 – Terça-feira – 3ª Récita – Projeto Escola – Tabata Salles e Michael Willian
17/12 – Quarta-feira – 4ª Récita – Márcia Jaqueline e Rodrigo Hermesmeyer
18/12 – Quinta-feira – 5ª Récita – Marcela Borges e Alyson Trindade
19/12 – Sexta-feira – 6ª Récita – Manuela Roçado e Rodrigo Hermesmeyer
20/12 – Sábado – 7ª Récita – Marcela Borges e Alyson Trindade
21/12 – Domingo – 8ª Récita – Manuela Roçado e Rodrigo Hermesmeyer
23/12 – Terça-feira – 9ª Récita – Manuela Roçado e Rodrigo Hermesmeyer
26/12 – Sexta-feira – 10ª Récita – Juliana Valadão e Cícero Gomes
27/12 – Sábado – 11ª Récita – Juliana Valadão e Cícero Gomes
28/12 – Domingo – 12ª Récita – Juliana Valadão e Cícero Gomes
Ficha Técnica:
Concepção e Adaptação: Hélio Bejani e Jorge Texeira a partir de Marius Petipa
Ensaiadores: Jorge Texeira, Mônica Barbosa, Celeste Lima, Deborah Ribeiro, Filipe Moreira e Hélio Bejani
Figurinos: Tania Agra
Cenografia: Manoel Puoci
Fotografia: Daniel Ebendinger
Iluminação: Paulo Ornellas
Regência: Felipe Prazeres
Direção Geral: Hélio Bejani
Direção Artística do TMRJ: Eric Herrero
Presidente da Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro: Clara Paulino
Serviço:
O QUEBRA-NOZES – Tchaikovsky
Ballet, Coro Feminino e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Endereço: Praça Floriano, S/N – Centro
Datas: 12/12 (ensaio geral), 13, 17, 18, 19, 20, 23, 26 e 27, às 19h
14/12, 21 e 28, às 17h
16/12 – 14h (Projeto Escola)
Duração: 1h40 + intervalo de 20 minutos
Classificação: Livre
Ingressos: ESGOTADOS
Acontecerá uma palestra gratuita no Salão Assyrio uma hora antes do início do espetáculo.
Patrocinador Oficial Petrobras
Apoio: Livraria da Travessa, Fever, Rádio MEC, Rádio Nova Paradiso, Amadança, Deeplab, Windsor Hotéis, Bloch, Gaynor Minden, @vult , @maballetshop , Fitting Ma Ballet
Realização Institucional: Fundação Teatro Municipal, Associação dos Amigos do Teatro Municipal
Lei de Incentivo à Cultura
Realização: Ministério da Cultura e Governo do Brasil, do lado do povo brasileiro
Assessoria de imprensa TMRJ:
Cláudia Tisato – tisato.cultura@gmail.com
Assessoria de imprensa externa TMRJ:
Thaisa Barreto – vozesagenciacriativa@gmail.com
Assessora Chefe de Comunicação TMRJ:
MariettaTrotta – mariettatrotta.tmrj@gmail.com
Postado por Allex Lourenço em 15/dez/2025 -
Coro Juvenil do Rio de Janeiro apresenta concerto natalino gratuito no
Boulevard do Theatro Municipal do Rio de Janeiro no dia 17 de dezembro

Para celebrar as festas de fim de ano, o Boulevard do Theatro Municipal do Rio de Janeiro recebe, no dia 17 de dezembro (quarta-feira, às 17h), o Coro Juvenil do Rio de Janeiro para o concerto gratuito Natal de Luz.
Iniciativa do Instituto Brasileiro de Música e Educação (IBME), o grupo convida o público a celebrar a chegada do Natal com um repertório temático repleto de canções que embalam esta época do ano como “White Christmas”, “We wish you a merry Christmas”, “All I Want for Christmas is You” e “Oh, Happy Day”.
Sob a regência do maestro Douglas França, o Coro Juvenil do Rio de Janeiro é uma formação artística que reúne 30 jovens entre 12 e 19 anos, todos estudantes da rede pública de ensino. Muito além da música, o grupo se destaca por unir o canto coral à expressividade corporal, criando performances potentes, sensíveis e marcadas pelo vigor da juventude.
A apresentação, com entrada gratuita, começa às 17h e integra a programação do Boulevard de Portas Abertas, iniciativa promovida pelo próprio Theatro Municipal que tem como objetivo aproximar o público das expressões artísticas que compõem a identidade cultural do país.
Natal de Luz
Boulevard do Theatro Municipal do Rio de Janeiro
17/12: Coro Juvenil do Rio de Janeiro
Horário: 17h
Endereço: Av. 13 de Maio – Centro do Rio de Janeiro
Entrada gratuita
17/12, às 17h
Coro Juvenil do Rio de Janeiro
Douglas França, regente
A Joyful Song
White Christmas
We Wish You a Merry Christmas
All I Want for Christmas is You
Santa Claus is Coming to Town
Oh, Happy Day
Patrocínio: Nova Transportadora do Sudeste – NTS, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, CAIXA e Governo Federal
Apoio: Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Assessoria de imprensa
Catharina Rocha
(21) 99205-8856
Paula Catunda
(21) 98795-6583
Postado por Allex Lourenço em 09/dez/2025 -
A história da música de concerto para cordas desenha um arco que conecta o barroco italiano às expressões nacionalistas e modernistas do século XX. No centro dessa jornada, encontramos o Concerto para dois violinos em Lá menor, RV 522 de Antonio Vivaldi. Publicado em L’Estro Armonico (Op. 3, No. 8), ele é um modelo canônico do concerto grosso barroco, onde um pequeno grupo solista (o concertino) dialoga com a orquestra (oripieno). Sua forma clara, a energia rítmica e o uso do contraponto definiram a linguagem instrumental que influenciaria gerações.
Saltando séculos, o Mini concerto grosso para cordas de Cláudio Santoro evoca Vivaldi já no nome. Santoro, um modernista brasileiro, faz aqui uma referência formal explícita à estrutura barroca. No entanto, ele a preenche com uma linguagem harmônica dissonante e rítmica tensa, transformando o conceito de diálogo entre grupos.
O nacionalismo e o folclore brasileiro entram em cena com Mourão de César Guerra-Peixe e os Quatro Momentos no. 3 de Ernani Aguiar. Guerra-Peixe, compositor e musicólogo, buscou nas raízes populares a essência de sua obra. Mourão, com sua melodia marcante e sabor regional, é uma homenagem à música popular nordestina. Aguiar, por sua vez, também utiliza o folclore como alicerce, tecendo um lirismo brasileiro em seus momentos.
Fechando o círculo, o Andante Festivo de Jean Sibelius, apesar de não ser um concerto grosso, é um hino solene e elegante, adaptado para orquestra de cordas. Ele compartilha com os compositores brasileiros o uso da orquestra de cordas para evocar uma profunda expressão nacional e lirismo.
Assim, o diálogo rítmico de Vivaldi se transforma na revisitação formal de Santoro, na alma folclórica de Guerra-Peixe e Aguiar, e na dignidade nacional de Sibelius, provando
a versatilidade e a atemporalidade do conjunto de cordas.