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Escola Estadual de Dança Maria Olenewa abre as inscrições para o processo seletivo de 2023

Postado por Allex Lourenço em 14/out/2022 -

Uma das instituições mais importantes do Brasil, a Escola Estadual de Dança Maria Olenewa (EEDMO) que fica no prédio anexo do Theatro Municipal do Rio de Janeiro vai abrir as inscrições, de 17 até 31 de outubro, para o processo seletivo de 2023. Quem deseja ser um profissional de dança e quiser investir no futuro, a hora é esta. A Escola oferece conteúdo prático e teórico no período de nove anos, até a formatura do aluno. Podem participar crianças e jovens, de 8 a 21 anos de idade. As inscrições para quem mora no Rio de Janeiro devem ser feitas, presencialmente, no endereço: Avenida Almirante Barroso, nº 14 – 3º andar, em horário comercial, de segunda a sexta, das 10h às 17h. Quem for de fora, poderá enviar a documentação através do correio.

Os selecionados precisarão passar pelo teste de aptidão que acontecerá em fevereiro de 2023. Após a segunda etapa, serão anunciados os novos alunos da Escola.

 “A Escola Estadual de Dança Maria Olenewa (EEDMO) tem uma importância fundamental na formação de jovens talentos, tanto artística, quanto técnica, preservando o legado deixado por Maria Olenewa de criar um celeiro de bailarinos, em especial, para atender ao Corpo de Baile do Theatro Municipal.” – ressalta o Diretor da EEDMO e Regente do Ballet do Theatro Municipal (BTM), Hélio Bejani.

Serviço:

AMADANÇA promove

INSCRIÇÕES PARA O PROCESSO SELETIVO EEDMO – 2023

De 17 a 31 de outubro

*Moças e rapazes com idade entre 8 e 21 anos.

*Horário de atendimento: Segunda a sexta-feira de 8h às 12h e 14h às 16h

Documentos necessários:

 2 fotos 3×4

 Certidão de nascimento (xerox)

 Atestado médico (original)

 Atestado de escolaridade (original)

 Comprovante de residência (xerox)

 Taxa de inscrição: R$ 50,00 (Pagamento da taxa de inscrição do preliminar ao pré-técnico).

Endereço para inscrições: Avenida Almirante Barroso, N°14 – 3° Andar (Prédio Anexo do Theatro Municipal) CEP: 20031000

Para quem é de fora da cidade do Rio de Janeiro, pode enviar a documentação através do correio.

O início do ano letivo será em março de 2023.

Mais informações, acesse o Instagram da EEDMO(@mariaolenewa).

Série Vozes – Concerto Halloween com Coro e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Postado por Allex Lourenço em 14/out/2022 -

No mês das bruxas, uma homenagem a importantes compositores com obras sobre o tema. O Concerto Halloween com o Coro e a Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro & Victor Hugo Toro será a próxima atração da Série Vozes, no domingo, dia 23 de outubro, às 17h, em única récita. No programa, “Dança Macabra” (Camille Saint-Saëns), e “A Primeira Noite de Walpurgis” (F.Mendelssohnn).

Com o patrocínio Ouro Petrobras e realização AATMRJ, a apresentação contará com a participação dos solistas: Andressa Inácio (mezzo-soprano), Eric Herrero (tenor) e Homero Velho (barítono).

Ingressos disponíveis aqui.

Sobre Dança Macabra de Camille Saint – Saëns

Dança Macabra é a obra orquestral mais executada de Camille Saint-Saëns. Não foi, no entanto, originalmente composta para orquestra. O compositor a adaptou de uma canção para voz e piano sobre um poema de Jean Lahor, pseudônimo de Henri Cazalis. O poema descreve uma lenda medieval segundo a qual, na noite de 31 de outubro (dia das bruxas), a Morte ou o Diabo tem o poder de tirar os defuntos de seus túmulos e fazê-los dançar até o amanhecer. É uma história de terror, mas Saint-Saëns lhe dá um tom leve, quase cômico.

A história começa com o relógio que bate à meia-noite – a harpa repete 12 vezes a mesma nota. O diabo afina então seu violino e começa a tocar uma valsa. Um segundo tema, no xilofone, evoca a trupe de esqueletos e fantasmas que dança (é possível ouvir os ossos batendo uns contra os outros). A festa fica cada vez mais animada até que, com o cantar do galo, todos se dispersam e desaparecem. O diabo se despede com uma melodia triste e volta para o inferno até o ano seguinte. Foi a primeira vez que um xilofone foi incorporado a uma orquestra sinfônica.

Sobre A primeira Noite de Walpurgis de Mendelsohnn

A primeira Noite de Walpurgis, Op. 60 (MWV D 3) é uma balada escrita em maio de 1799 por Johann Wolfgang von Goethe, musicada por Felix Mendelssohn Bartholdy na forma de uma cantata secular para solistas, coro e orquestra (1833). O enredo, muito diferente da cena de mesmo nome no poema dramático Fausto, gira em torno das tentativas dos druidas nas montanhas Harz de praticar seus rituais pagãos diante de novas e dominantes forças cristãs. Obra inédita no Rio de Janeiro.

Programa:

 “Dança Macabra” – Camile Saint-Saëns 

“A Primeira Noite de Walpurgis” – F.Mendelssohnn

Ficha Técnica:

Andressa Inácio (mezzo-soprano)

Eric Herrero (tenor)

Homero Velho (barítono)

Coro e Orquestra do Theatro Municipal do Rio de Janeiro & Victor Hugo Toro

Direção Artística: Eric Herrero

Serviço:

Série Vozes – Concerto Halloween

Com Coro e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Data: 23 de outubro – domingo

Horário: às 17h

Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Endereço: Praça Floriano, s/nº – Centro

Classificação: 12 anos

Duração: 55 minutos

Apoio: Livraria da Travessa, Rádio MEC, Rádio SulAmérica Paradiso, Rádio

Roquette Pinto – 94.1 FM

Patrocínio Ouro Petrobras

Lei de Incentivo à Cultura

Realização Institucional: Fundação Teatro Municipal, Associação dos Amigos do Teatro Municipal

Realização: Secretaria Especial da Cultura e Ministério do Turismo

Preços:

Ingressos disponíveis em https://theatromunicipalrj.eleventickets.com/#!/apresentacao/84c718f2663fc311bc8885e1f13967e8e638139d

Frisas e Camarotes – R$60,00 (ingresso individual)

Plateia e Balcão Nobre – R$40,00

Balcão Superior – R$30,00

Balcão Superior Lateral – R$30,00

Galeria – R$15,00

Galeria Lateral – R$15,00 

DIA 12/10 – HOMENAGEM AO DIA DA HISPANIDADE COM A ORQUESTRA SINFÔNICA JUVENIL CARIOCA

Postado por Allex Lourenço em 10/out/2022 -

Sucessos como “Besame Mucho”, “La Barca” e “Quizás, Quizás, Quizás”, além de clássicos de Manuel de Falla e Arturo Márquez, vão embalar o concerto que celebra o Dia da Hispanidade no Theatro Municipal do Rio de Janeiro na próxima quarta-feira, dia 12/10, 19h. Com a Orquestra Sinfônica Juvenil Carioca e ingressos a R$1. A apresentação é uma homenagem ao legado espanhol na América Latina, que demarca a chegada de Cristóvão Colombo às Américas e representa a união dos povos de língua espanhola.

A Orquestra Sinfônica Juvenil Carioca é formada por alunos da rede pública do Rio de Janeiro e tem patrocínio do Santander. No palco do TMRJ, 55 estudantes que atuarão como coristas e instrumentistas e tocarão violino, viola, violoncelo, contrabaixo acústico, flauta transversal, oboé, clarineta, fagote, trompa, trompete, trombone, saxofone, tuba e percussão. Este concerto terá a participação especial do premiado cantor Marcio Gomes, que possui “marcantes recursos vocais”, como destacou o pesquisador Ricardo Cravo Albin.

Uma forte conexão com a Espanha já faz parte do roteiro da Orquestra Sinfônica Juvenil Carioca – um grupo de excelência formado por estudantes da rede pública, que integra um processo educacional gratuito para a formação cidadã. Com experiência em concertos nacionais e internacionais, o grupo tem um histórico importante na sua relação com o país europeu. Em 2019, a OSJC realizou uma turnê pela Espanha, na qual cerca de 60 alunos se apresentaram nas cidades de Madrid, Valência e Alicante. No mesmo ano, o concerto ‘Una noche en España’ (2019), apresentado na Cidade das Artes, teve participações do violonista espanhol David Eres Brun e de bailarinos de dança flamenca. No ano passado, realizou a Celebração Espanha-Brasil, no Theatro Municipal.

Em nosso país, os estudantes-músicos já se apresentaram em salas de concerto de grande visibilidade e dividiram o palco com convidados de peso, como João Bosco, Guilherme Arantes, Leila Pinheiro, Leoni, Maria Luiza Jobim, Elba Ramalho, Toquinho e Zélia Duncan. No Rio, se apresentaram em espaços como Teatro Imperator, Parque Lage, Casa França-Brasil, entre outros. A OSJC tem o patrocínio do Santander, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. O concerto terá transmissão ao vivo pelo canal do NOS do Brasil no YouTube – www.youtube.com/NOSdoBrasil

Neste ano, o concerto em celebração ao legado espanhol na América Latina – Dia da Hispanidade no Theatro Municipal terá regência de Carlos Sarria, que é graduado em Bacharelado em Música, Habilitação em Regência com experiência em liderança e regência de grupos orquestrais e corais, preparador orquestral e vocal, direção musical, instrumentista e professor. Márcio Gomes, que fará a participação especial, iniciou a carreira profissional em 1997, especializando-se em um repertório romântico, com enfoque na MPB, principalmente dos anos 50, 60 e 70. Já gravou 7 CDs e 2 DVDs. Ele já dividiu o palco com Agnaldo Rayol, Agnaldo Timóteo, Angela Maria, Cauby Peixoto, Claudette Soares, Fafá de Belém, João Carlos Assis Brasil, Maria Alcina, Moacyr Franco, entre outros.

*REPERTÓRIO*

PROGRAMA:

• España Cañi | Pascual Marquina Narro | Arranjo: Albert Wang

• Suspiros de España | Antonio Álvarez | Orquestração: José Ramón Hernández Bellido

• Suite Sinfonica Violeta Parra | Violeta Parra | Arranjo: Rodrigo Tapia Salfate

• El Amor Brujo | Manuel de Falla

                – Introducción y Escena

                – En la Cueva. La Noche.

                – El Círculo Mágico. Romance del Pescador.

                – A Media noche. Los Sortilegios.

                – Danza ritual del Fuego. (Para ahuyentar los malos espíritus)

• Compadre Pedro Juan | Luis Alberti | Arranjo: Amaury Sánchez

• Participação especial com o cantor Márcio Gomes

– Besame Mucho | Consuelo Velázques | Arranjo: André Vasconcellos & Bruno Santos

– La Barca | Roberto Cantoral García | Arranjo: Gustavo Fernandes

– Quizás, Quizás, Quizás | Osvaldo Farrés | Arranjo: Gustavo Fernandes

• Danzón No. 2 | Arturo Márquez

Obs – Para esse programa foram selecionadas obras compostas e arranjadas por compositores espanhóis e hispano-americanos. Dentro dos compositores hispano-americanos foram selecionados três setores da América Latina, que são: México, para representar América Central; República Dominicana, para representar o Caribe; e Chile, para representar a América do Sul. Três países hispanos com suas obras características e de compositores nacionais.

SERVIÇO

Concerto Dia da Hispanidade

Dia 12/10

19h

Com Orquestra Sinfônica Juvenil Carioca

55 componentes – instrumentos: violino, viola, violoncelo, contrabaixo acústico, flauta transversal, oboé, clarineta, fagote, trompa, trompete, trombone, saxofone, tuba e percussão

Patrocínio – Santander, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Apoio – Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro e Fundação Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Local – Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Praça Floriano, S/N – Centro

Tel – (21) 2332-9191

CAPACIDADE DO ESPAÇO – 2.361 lugares

Classificação Livre

Ingressos – R$1

Compras pelo link: https://theatromunicipalrj.eleventickets.com/#!/apresentacao/1e90e292fc0b74d2a3696d4123581a67493d5803

Ou diretamente nas bilheterias do Theatro Municipal

O concerto terá transmissão ao vivo pelo canal do NOS do Brasil no YouTube

www.youtube.com/NOSdoBrasil

Concerto Dia da Criança – O Carnaval dos Animais Com a OSTM e o UNICIRCO Marcos Frota

Postado por Allex Lourenço em 04/out/2022 -

A Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e o Instituto UNICIRCO Marcos Frota, estarão juntos homenageando as crianças, nos dias 7 e 8 de outubro, no palco do TMRJ. É o Theatro Municipal de Portas Abertas que com o patrocínio ouro Petrobras e realização AATM, oferece, de forma gratuita, “O Carnaval dos Animais”, de Camile Saint-Säens (1835-1921), obra escrita em 1886 como uma brincadeira para divertir os amigos do compositor na época do Carnaval. A versão do concerto mostrada no Municipal vai contar com texto de Carla Fonte e narração dos palhaços Piriquitovisk e Ratinha.

A regência ficará a cargo do maestro titular Felipe Prazeres que, antes de iniciar o espetáculo, fará uma introdução ao público, explicando a família de cordas da Orquestra com o primeiro movimento da “Pequena Serenata Noturna”, de Mozart e também “Pizzicato Polka”, de Johann Strauss. O UNICIRCO de Marcos Frota também vai receber as crianças mais cedo, no Boulevard da Avenida Treze de Maio, fazendo a alegria da garotada. Além da OSTM, o concerto terá as participações dos pianistas Katia Balloussier e Murilo Emerenciano.

Neste mês de Outubro preparamos um espetáculo especial e gratuito para celebrar o Dia das Crianças com uma programação lúdica voltada para o público infantil, mantendo nossa meta de garantir a democratização do acesso e abrindo as portas do TMRJ para todas as faixas etárias” – ressalta a Presidente da Fundação Teatro Municipal, Clara Paulino..

Ficha Técnica:

Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro

UNICIRCO Marcos Frota

Regente titular: Felipe Prazeres

Narração: palhaços Piriquitovisk e Ratinha

Diretor Artístico do TMRJ: Eric Herrero

Serviço:

Theatro Municipal de Portas Abertas

Concerto Dia da Criança – O Carnaval dos Animais de Camille Sant-Säens

Datas e horários: 7 de outubro – sexta às 11h e 8 de outubro – sábado às 16h

Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Endereço: Praça Floriano, s/nº – Centro

Classificação: Livre

Duração do espetáculo: 60 minutos

Apoio: Livraria da Travessa, Rádio MEC, Rádio SulAmérica Paradiso, Rádio Roquette Pinto – 94.1 FM

Patrocínio Ouro Petrobras

Lei de Incentivo à Cultura

Realização Institucional: Fundação Teatro Municipal, Associação dos Amigos do Teatro Municipal

Realização: Secretaria Especial da Cultura e Ministério do Turismo

Entrada Franca

Será permitida a retirada de até 4 convites por cpf. Os ingressos para o Theatro Municipal de Portas Abertas estão disponíveis apenas em nosso site. – https://theatromunicipalrj.eleventickets.com/#!/evento/0c7429de54b937ca72f55d88b5268f652babd6c8

Série Concertos Internacionais – Pianista Ksenia Kogan e OSB

Postado por Allex Lourenço em 30/set/2022 -

Vencedora de importantes concursos internacionais e reconhecida como uma das pianistas mais brilhantes dos últimos anos, Ksenia Kogan se apresenta na segunda-feira, dia 3 de outubro, às 20h, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, acompanhada da Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB), sob regência do maestro americano Ira Levin, com produção da Dellarte. No programa, Edvard Grieg – Concerto para piano em Lá menor, op. 16; e Robert Schumann – Sinfonia Nº 4 em Ré menor, op. 120. 

A Série O Globo/Dellarte Concertos Internacionais, edição 2022 apresentará em 27 de outubroa presença revigorante do conjunto Interpreti Veneziani e, em 24 de novembro, o pianista britânico Benjamin Grosvenor

A Série Concertos Internacionais é apresentada pelo Ministério do Turismo e Bradesco Seguros, corealização da Stretto e Secretaria Especial de Cultura – Ministério do Turismo e apoio da Forship Engenharia.

Nascida e criada em uma família de músicos profissionais, Ksenia se viu cercada por grandes artistas desde a infância e teve a oportunidade de aprender com músicos de diferentes perfis: maestros, compositores, instrumentistas, cantores e músicos de jazz. 

Ksenia Kogan se formou com a mais alta distinção no lendário Conservatório Tchaikovsky da capital russa. Vencedora de importantes competições internacionais, a pianista Ksenia Kogan se apresenta nas salas de concerto mais prestigiadas do mundo e é convidada habitual de famosos festivais na Europa, onde apresenta seu vasto repertório, composto por obras de compositores de diferentes estilos e épocas, do Barroco à música contemporânea. Ela participa com frequência de concursos internacionais como membro do júri ou presidente da comissão.

Ela também é criadora de projetos onde música, literatura, teatro e dança se unem, como a performance “Report on the Blind”, em dupla com o ator americano John Malkovich.

Ksenia participa de projetos musicais para a Paz da UNESCO e dedica parte de seu tempo e atenção ao desenvolvimento de jovens músicos, cuidando da educação e carreira de crianças talentosas. Ela dá masterclass em várias cidades da Europa.

Fundada em 1940, a Orquestra Sinfônica Brasileira é considerada um dos conjuntos sinfônicos mais importantes do país. Em seus 81 anos de trajetória ininterrupta, a OSB já realizou mais de cinco mil concertos e é reconhecida pelo pioneirismo de suas ações, tendo sido a primeira orquestra a realizar turnês pelo Brasil e exterior, apresentações ao ar livre e projetos de formação de plateia. Em abril de 2021, a Orquestra Sinfônica Brasileira foi registrada como patrimônio cultural imaterial da cidade do Rio de Janeiro.

Composta atualmente por mais de 70 músicos brasileiros e estrangeiros, a OSB contempla uma programação regular de concertos, apresentações especiais e ações educativas, além de um amplo projeto de responsabilidade social e democratização de acesso à cultura. 

Internacionalmente conhecido pela grande versatilidade, Ira Levin regeu mais de 1200 récitas de 95 títulos de ópera, além de possuir um vasto repertório sinfônico. 

Trabalhou com renomados instrumentistas, cantores e diretores de todo o mundo, e regeu em importantes casas de ópera e salas de concerto na Europa e nas Américas. Ira Levin gravou discos com a Sinfônica de Londres, a Orquestra Nacional da Escócia, a Orquestra Estadual de Brandemburgo e a Orquestra Sinfônica de Norrland (Suécia). Publicou mais de 40 obras, incluindo transcrições para piano, além de sete grandes orquestrações.

Notável pianista, Ira Levin foi o primeiro vencedor do prêmio do Concurso Chopin Nacional Americano de 1980. Segue atuando em recitais e concertos, muitas vezes regendo concertos ao piano, incluindo obras de Bach, Mozart, Beethoven, Mendelssohn e Brahms. 

PROGRAMA:

Abertura
(a ser anunciada)

Edvard Grieg
Concerto para piano em Lá menor, op. 16

Robert Schumann
Sinfonia Nº 4 em Ré menor, op. 120

PROGRAMAÇÃO DELLARTE 2022 – SUJEITA A ALTERAÇÕES

SÉRIE O GLOBO/DELLARTE CONCERTOS INTERNACIONAIS

03 de outubro, segunda-feira, às 20h

Orquestra Sinfônica Brasileira

Ira Levin, regente

Ksenia Kogan, piano

Ingressos:

Frisas e Camarotes: R$ 3.000,00

Plateia/Balcão Nobre: R$ 500,00

Balcão Superior: R$ 200,00

Galeria: R$ 100,00 / R$ 50,00

Classificação livre

Acessibilidade garantida

VENDAS EM:

dellarte.com.br/concertos ou 4002 0019 – de 2a. a 6a., das 9h às 16h.

https://www.facebook.com/DellarteSolucoes

http://www.dellarte.com.br/

instagram.com/dellartesolucoes

youtube.com/dellartesolucoes

PRÓXIMAS ATRAÇÕES SÉRIE CONCERTOS INTERNACIONAIS

Interpreti Veneziani

27 de outubro, quinta-feira, às 20h

Benjamin Grosvenor, piano

24 de novembro, quinta-feira, às 20h

Centenário da Semana de Arte Moderna – ‘De 22 a 22, Aonde vamos parar?’

Postado por Allex Lourenço em 23/set/2022 -

No Centenário da Semana de Arte Moderna o Theatro Municipal do Rio abre as portas  para um projeto inclusivo que reverbera e enaltece a arte e o ineditismo dos artistas  modernistas por meio da dança 

Dança, movimento dos corpos, além de um seleto repertório e muita história, para comemorar o Centenário da Semana de Arte Moderna de 1922 e tudo que esse  movimento icônico representou para a repercussão da arte e dos artistas nacionais.  Inspirada no movimento Modernista do início do século XX, a Semana de Arte Moderna  de São Paulo reuniu os mais importantes artistas da época, pintores, músicos, poetas,  arquitetos e visionários, mudou a arte, fez eclodir novas tendências e pluralidades, abriu  espaço para o novo, e influencia artistas até os dias de hoje. O espetáculo inédito e  inclusivo “De 22 a 22, Aonde Vamos Parar?”, idealizado pela dramaturga Paty Lopes,  estreia com única apresentação aberta ao público e gratuita, no Theatro Municipal do  Rio de Janeiro, no dia 11 de outubro, às 17 horas. 

Durante os cinco dias de apresentações, ocorridas entre 13 e 17 de fevereiro de 1922,  um único espetáculo de dança foi apresentado, por três dias, pela bailarina Yvonne  Daumerie, que vestida de libélula com asas enristadas nas costas saiu do palco  apavorada e chorando debaixo de vaias. Segundo Paty Lopes, idealizadora do projeto,  dessa vez será diferente. “Saudaremos Yvonne, que dançou ao lado da pianista Guiomar  Novaes e também outros artistas não tão conhecidos do grande público, que marcaram  presença e foram fundamentais para que essa manifestação artística, política e cultural  feita por jovens, irreverentes e contestadores artistas brasileiros, se tornasse um dos  marcos mais importantes na história cultural do Brasil”, afirma a produtora. 

No seleto repertório, músicas brasileiras de todos os tempos, que carregam as  referências desses artistas e de suas obras. Durante as coreografias, criadas pela  coreógrafa Rita Serpa, inspiradas em obras de arte e poesia, apresentadas por dez  bailarinos do Projeto Luar, serão enaltecidos alguns dos principais nomes do  movimento, como Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Tarsila do Amaral, Di  Cavalcanti, Candido Portinari, Anita Malfatti, Heitor Villa-Lobos, Estevão Silva entre  outros. Com o roteiro do espetáculo conectado à atualidade, uma “modernista”  representante do movimento LGBTQIA+, a drag queen Mikaella Mendy, recepcionará o  público e trará representativos estandartes durante o espetáculo. No corpo de dança, um bailarino portador de deficiência física (PDI), poderá representar todos os artistas,  que com algumas adaptações, não se permitem limitar, são capazes de expressar talento  e arte, como a própria pintora Anita Malfatti, também PDI. 

Esse projeto foi contemplado pelo edital “Municipal em Cena” da Secretaria de Cultura  do Estado do Rio de Janeiro e é uma realização da Arte Rede — Associação Cultural Rede  de Amigos para o Entretenimento, empresa sem fins lucrativos, que trabalha dando  acesso às pessoas a arte e a espaços culturais do Rio de Janeiro e de São Paulo e é  mantida com o apoio de amigos e colaboradores, que prestam serviços de forma  voluntária. 

“A idealização desse projeto nasceu de uma produtora cultural oriunda da formação de  plateia, o que reforça a importância de democratizar a Cultura e engrandece o trabalho  desenvolvido pela Arte Rede. E especialmente este ano, precisamosfestejar os cem anos  dessa semana tão representativa e importante para o país. Precisamos celebrar os  artistas e as suas obras, todos que não se calaram diante da história. Como também,  nós, promotores culturais, precisamos reconhecer e divulgar o trabalho desenvolvido há  anos, pela Arte Rede, que propaga Cultura, divulga e ocupa espaços culturais e  espetáculos de todos os gêneros e para todas as idades, contribui na formação de  plateia, trazendo benefícios às produções, ao público e a toda sociedade. Amplia as possibilidades, cria novas perspectivas, leva o público a lugares diferentes, fomenta pensamentos, ideias e opiniões e mesmo diante dos enfrentamentos vividos pela  Cultura e por toda classe artística, que passam por momentos difíceis, segue trabalhando firme e com fé”, conclui Paty Lopes. 

DEPOIMENTOS: 

“Um projeto lindo, linca perfeitamente com este edital, veio na hora certa!” Clara Paulino – Presidente do Theatro Municipal do Rio de Janeiro 

“Participar da Semana de Arte Moderna, considerada um divisor de águas na cultura  brasileira, é muito importante, pois manifestar a Cultura brasileira por meio da dança e  ainda contribuir com a construção de uma identidade genuinamente nacional, nos traz  a responsabilidade e a felicidade de mostrar ao povo brasileiro a riqueza de nossa  Cultura.” 

Carol Fidelis – bailarina 

“Um sonho inalcançável que me alcançou!” 

Maria Eduarda – bailarina 

“Ainda hoje, seguimos imersos nessa liberdade de cores, que grita e reverencia nossa  nacionalidade! A Semana de Arte Moderna continua refletida em pincéis, músicas, letras  e corpos que dançam.” Paty Lopes

SERVIÇO: 

De 22 a 22, Aonde Vamos Parar? 

Única apresentação 

Terça-feira, dia 11/10/2022, às 17 horas 

Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro (Boulevard) 

Ingressos gratuitos 

Espetáculo de Dança Moderna 

Classificação Livre 

Duração 90 minutos 

FICHA TÉCNICA: 

Idealização, produção, pesquisa e curadoria: Paty Lopes  

Cenário: Marcelo Aouila  

Figurinista: Mayra Barroso 

Assistente de produção: Mariana Rodriguez 

Fotografia: Okoto Produções 

Identidade visual: Ricardo Malize/Signus Design 

Som e iluminação: Leandro Mendes 

Caracterização: Gahbie Figueira, Ana Ladeira e Keila Santos

Apresentação e estandarte: Mikaella Mendy (representatividade LGBTQIA+) Assessoria de imprensa: Renata Couto 

Direção executiva: Arte Rede 

Corpo de dança Projeto Luar 

Coreógrafa: Rita Serpa 

Assistente de coreografia: Deco Baptista 

Elenco/bailarinos(as): Aloane de Assis, Carol Fidelis, Daiane da Silva, Renan Souza,  Kessen Horowitz, Wallace Martins, Maria Eduarda Assis, Luís Barreto, Gabriel Galdino e  Mel Oliveira 










MACUNAÍMA, estreia mundial no dia 22 de setembro

Postado por Allex Lourenço em 16/set/2022 -

Baseado no livro homônimo de Mário de Andrade, o balé
Macunaíma terá estreia mundial no dia 22 de setembro, no
palco do Municipal com Corpo de Baile e Orquestra
Sinfônica da casa. Com música especialmente composta
pelo premiado Ronaldo Miranda, coreografia inédita de
Carlos Laerte, concepção e roteiro de André Cardoso, o
espetáculo em um ato e quatro quadros terá como cenário
inicial a selva amazônica, na região do rio Uraricoera, a
terra natal de Macunaíma, onde vivem os índios
Tapanhumas.

A Presidente da Fundação Teatro Municipal ressalta o
ineditismo do espetáculo, que conta com realização
institucional da Associação de Amigos do Teatro
Municipal e Patrocínio Ouro Petrobras: “Macunaíma é um
dos pontos altos da nossa temporada artística de 2022 e
estamos muito felizes com a expectativa de entregar à
população uma obra tão importante para a cultura nacional,
feita em um formato jamais visto, que com certeza vai gerar
impacto ao público presente. ”

A temporada de Macunaíma é fruto da parceria entre o TMRJ, a Fundação Nacional de artes – Funarte e a Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ, por meio dos projetos Bossa Criativa – Arte de Toda Gente (que entre suas iniciativas, contempla a dança) e Sistema Nacional de Orquestras Sociais – Sinos (com foco na música), com curadoria de sua Escola de Música. A escolha da data não foi à toa, como explica André Cardoso, maestro, professor da UFRJ e coordenador do Projeto Sinos: “Macunaíma é o mais emblemático livro do modernismo brasileiro. No ano do centenário da Semana de Arte Moderna o personagem criado por Mário de Andrade sobe ao palco em um balé inédito, cuja produção se torna ainda mais relevante por ser decorrente de uma parceria entre três importantes instituições culturais brasileiras, a Funarte, a Universidade Federal do Rio de Janeiro e o Theatro Municipal. ”

Para celebrar os 100 anos da Semana de Arte Moderna de 22, algumas curiosidades: a maquiagem de Macunaíma será inspirada nos grandes pintores da história e suas cores como o amarelo de Anita Malfati, o azul cobalto de Portinari, o verde de Ismael Nery, o azul claro de John Graz, o laranja de Di Cavalcanti, o rosa de Milton da Costa e o vermelho de Tarsila do Amaral. O material utilizado em  cena, será praticamente todo reciclado pelo Coletivo Trouxinha da UFRJ que vai criar um lixão com sacolas plásticas e tecidos. O figurinista fará uma releitura de figurinos do acervo do TMRJ. Espelhos vão servir de cenário para a confecção de arte, trazendo a parte urbana ao palco por uma equipe de grafiteiros do Museu do Grafite. 

“É motivo de muita alegria a viabilização dessa parceria! É fundamental a encomenda de novas obras a compositores brasileiros e, em se tratando de uma obra composta por Ronaldo Miranda, especialmente para um grupo da importância e tradição do Balé do Theatro Municipal, num ano que marca o centenário da Semana de Arte Moderna, temos todos os ingredientes para algo histórico!” – afirma o Diretor Artístico do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Eric Herrero.

Os ensaios iniciaram em junho e estão a todo o vapor. São quase 50 bailarinos trabalhando com muito empenho e dedicação, num espetáculo multimídia de uma hora de duração, com direção de imagem e fotografia de Igor Correa e supervisão artística de Hélio Bejani e Jorge Texeira. 

“Macunaíma, obra inédita criada especialmente para o Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro vem consolidar todo um árduo trabalho que realizamos a partir de nossa retomada pós pandemia. Estamos, acima de tudo, comemorando a vitória da arte”, exalta Hélio Bejani , Diretor do Corpo de Baile do TMRJ.

A concepção coreográfica, de Carlos Laerte, dessa obra antológica, desconstrói os corpos dos bailarinos clássicos e traz a contemporaneidade da dança brasileira. Ele aguçou as características de cada bailarino em cima da identidade individual. Outra característica de Macunaíma é a narrativa contada através do audiovisual, já que os bailarinos contracenam com imagens e, em muitos momentos, eles entram e saem da tela, como se fosse o cotidiano deles. É uma conversa itinerante da peça. A tecnologia está o tempo inteiro falando com todos.

FICHA TÉCNICA:

Concepção: André Cardoso

Música especialmente composta: Ronaldo Miranda

Coreografia: Carlos Laerte

Regência: Jésus Figueiredo

Supervisão Artística: Hélio Bejani e Jorge Texeira

Direção de Imagem e Fotografia:  Igor Correa 

Com Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal e Ballet do Theatro Municipal

Direção Artística do TMRJ: Eric Herrero

Serviço:

MACUNAÍMA

Estreia mundial dia 22 de setembro – quinta-feira

Datas e horários: 22,23 e 24.09 – 19h

25.09 – 17h

Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Endereço: Praça Floriano, s/nº – Centro

Classificação: 14 anos

Patrocínio Ouro Petrobras

Realização Institucional: Fundação Teatro Municipal, Associação dos Amigos do Teatro Municipal

Promoção: Bossa Criativa, SINOS – Sistema Nacional de Orquestras Sociais e Arte de Toda Gente

Realização: UFRJ, Escola de Música da UFRJ, Fundação José Bonifácio, FUNARTE, Secretaria Especial da Cultura e Ministério do Turismo 

Ingressos: https://theatromunicipalrj.eleventickets.com/#!/evento/5cbb81f467a74130ba360b364ff5f2ac0366304d e na Bilheteria do TMRJ

Frisas e Camarotes – R$80,00 (ingresso individual)

Plateia e Balcão Nobre – R$60,00

Balcão Superior – R$40,00

Galeria – R$20,00




PIANÍSSIMO – UM MUSICAL DE TIM RESCALA

Postado por Allex Lourenço em 16/set/2022 -

A nova edição do projeto “A Escola vai à Ópera”, idealizado pela maestrina e
professora Maria José Chevitarese, traz um novo espetáculo voltado para o público infantil, “Pianíssimo – Um Musical de Tim Rescala”, na Sala Mário Tavares do Theatro Municipal do RJ. Contemplado no Edital Municipal Em Cena e com a realização da Ouro Verde Produções, “Pianíssimo” será encenado graças ao apoio institucional do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, do Governo do Estado do Rio de Janeiro e da UFRJ. “Pianíssimo” terá duas sessões no dia 24 de setembro, às 15h e às 17h30, na Sala Mário Tavares do Theatro Municipal, com entrada gratuita.

A escolha do musical escrito por Tim Rescala há 30 anos foi de Maria José
Chevitarese, idealizadora do projeto e coordenadora das ações de canto coral do projeto “Um novo olhar”, parceria entre a UFRJ e a Funarte. “A escola vai à ópera” já produziu dez óperas infantis, assistidas por mais de 25 mil crianças. Trabalhando há mais de 30 anos com o público infantil ela pôde perceber que as crianças são apaixonadas por óperas e musicais, mas, infelizmente, não têm acesso a esses tipos de espetáculos. A edição desse ano pretende contemplar esse público infantil com mais um bom espetáculo.

“Queria uma obra musical que fosse alegre, com uma linguagem dentro do
universo infantil, e que despertasse o interesse das crianças. ‘Pianíssimo’ é
perfeito para essa proposta. É divertido, tem texto atual e de alta qualidade, assim como as músicas compostas por Tim Rescala”, empolga-se Maria José.

O diferencial desta montagem para as anteriores é que sete c antores são
formandos em música e canto lírico pela Escola de Música da UFRJ. Apesar de cada montagem ser diferente da outra, o interessante é que o espetáculo – em que o piano é o protagonista, tem alma e fala – já atravessou várias gerações em três décadas, sempre encantando crianças e adultos.

“Fico muito feliz com cada remontagem de ‘Pianíssimo’ porque mostra que o musical pode agradar o público infantil de qualquer época. É ótimo quando encontro adultos que viram o espetáculo quando eram crianças e até hoje se lembram dele. Já conheci pessoas que viram 22 vezes o espetáculo”, conta Rescala.

“Pianíssimo” foi o primeiro musical de Tim Rescala, que partiu de uma peça de concerto, estudo para piano, em que a intérprete falava com seu instrumento. O sucesso dessa primeira experiência – que rendeu prêmios, disco e livro, também premiado – estimulou o autor a escrever mais óperas e musicais.

SINOPSE
O musical de Tim Rescala conta a história de Clara, uma menina de nove anos, e um piano encantado. A menina era obrigada a ir às aulas de piano, mesmo sem gostar. Até que tudo muda, quando ela ganha um piano verdadeiro, um Steinway, e, como mágica, ele passa a falar, cantar e conversar com ela, revelando que seu maior medo é não ser tocado e ficar empoeirado num canto da sala, sendo tratado como um móvel qualquer. Surge então uma grande amizade entre Clara e seu piano, que, por meio da música, faz despertar os melhores sentimentos, as vontades de aprender a tocar, cantar, dançar, a criatividade e traz alegria para todos que a apreciam.

FICHA TÉCNICA

Autor e Compositor (Música Original): Tim Rescala
Direção Geral e Musical: Maria José Chevitarese
Assistente de Produção Musical: Isaias Ferreira
Direção Cênica: José Henrique Moreira
Elenco: Carolina Morel (Clara) / Paulo Maria (Carregador) / Renata Vianna (Gema) / Edilene Melo (Euterpe) / Guilherme Moreira (Steinway) / Iago Cirino (Kri-Kri) / Julia Riera (Leilinha)
Participação: Isabele Barbiere Montanholi (Bailarina) / Bichos: Carolina Campos / Caterina Benedetto Scaini / Hosana Miguel dos Santos / Nicole Costa / Rebeca Aira Chagas
Direção de Movimento: Marcellus Ferreira
Tratamento de Áudio: Zeh Netto
Direção de Produção: Anacris Monteiro
Produção executiva: André Garcez
Assistente de Produção: Fernanda Capão, Luana Nascimento
Cenografia: Andrea Renck
Assistente de Cenografia: Sophia Chueke
Estagiárias de cenografia: Larissa Sousa, Luana Rodrigues, Bruna Cimbra
Cenotécnico: Humberto Silva JR. e equipe
Figurino e caracterização: Leo Jesus

Assistentes de figurino: Alice Araújo, Carla Teixeira e Carlos Almeida
Estagiários de Caracterização e Figurino: Beatriz Gandra, Ellen Mucci , Joaquim Sotero, Nícolas Rodrigues, Stephanie Guimarães, Taiane Araújo e Yuri Ramundo

Registro de Vídeo: Aurélio Oliosi
Fotografia: Marcos Monteiro
Operação de Luz: SUAT
Design Gráfico: Fernanda Esteves
Assessoria de Imprensa: Sheila Gomes
Coordenação de Projeto: Anacris Monteiro

Realização: OURO VERDE PRODUÇÕES
Apoio Institucional: UFRJ / ESCOLA DE MÚSICA DA UFRJ / FÓRUM DE CIÊNCIA E CULTURA UFRJ / PROART / ECO / EBA / SUAT / THEATRO MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO, SECRETARIA DE ESTADO DE CULTURA E ECONOMIA CRIATIVA E GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO.

SERVIÇO THEATRO MUNICIPAL DO RJ:
ÚNICO DIA – DUAS APRESENTAÇÕES
Dia: 24/09, sábado – às 15h e 17h30
SALA MÁRIO TAVARES – Theatro Municipal do Rio de Janeiro – RJ
Av. Alm. Barroso, 14/16 – Centro, Rio de Janeiro – RJ
INGRESSO GRATUITO – retirada pelo site .
Lotação: 160 lugares.
Classificação indicativa: Livre para todos os públicos
Duração: 60 minutos.

Exposição Intermezzo destaca Mercedes Baptista

Postado por Allex Lourenço em 13/set/2022 -


O Theatro Municipal do Rio de Janeiro apresenta de 12 de setembro a 31 de outubro, a exposição de arte contemporânea Intermezzo, do artista ítalo-brasileiro Lucio Salvatore. São 30 obras, a maioria inédita, e instalações que dialogam com a arquitetura e com uma das missões do Theatro que é a de oferecer a arte para o público desenvolver, cada vez mais, o senso crítico.

A Presidente da Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro, Clara Paulino e Salvatore, escolheram como ponto de partida, abrir uma discussão sobre a própria arquitetura do prédio. Desta forma, o novo trabalho do artista vai oferecer obras de arte nos andares mais altos do Theatro, designados para a população menos privilegiada e que agora, poderá usufruir bem de perto desta exposição. 

“Nosso prédio histórico, que já abriga tantas referências à arte e à cultura, recebe agora a exposição Intermezzo, trazendo para o público um olhar diferenciado através de obras que dialogam com a nossa estética.” – ressalta Clara Paulino.

“As obras apresentadas dialogam com os materiais e as técnicas decorativas usadas no prédio, mármores e mosaicos e também com o próprio propósito da instituição, trazendo fragmentos de teatro das ruas” – destaca o artista plástico.

Uma obra central é o mosaico realizado em homenagem à Mercedes Batista. Reconhecida como protagonista central do movimento afro-brasileiro de emancipação antirracista, a primeira bailarina afrodescendente a compor o Corpo de Baile do Theatro Municipal é homenageada na exposição.

Um dos destaques da exposição é uma série de obras intitulada Tolomeo, mosaicos decoloniais realizada com micro tesselas de papelão, pintada à mão com tinta a óleo, uma arte simbólica que ressignifica o material descartado com um próprio estilo ‘euro-africano’ de inspiração alto medieval.

Intermezzo fica em cartaz de 12 de setembro até dia 31 de outubro. Quem assistir as apresentações do Municipal ou participar das tradicionais visitas guiadas da instituição poderá completar o programa com essas obras de arte.

Sobre Lucio Salvatore

Lucio Salvatore (1975) vive e trabalha entre o Rio de Janeiro e Sant’Elia Fiumerapido, na Itália. Salvatore é um artista e economista ítalo-brasileiro que pesquisa sobre o processo de criação de expectativas a partir de narrativas que influenciam a perceção e formam as categorias mentais que Salvatore tenta deslocar para territórios mais incertos e abertos. As obras de Salvatore estão incluídas nas coleções públicas do Museu de Arte Moderna MAM Rio de Janeiro, do Museu de Arte Contemporânea MAC Niterói e do Museu Nacional de Belas Artes no Rio de Janeiro. Bio Criado em Sant’Elia Fiumerapido, no Sul da Itália, Salvatore se mudou para Milão, onde se formou em economia e estudou filosofia. Contrário a obrigatoriedade do serviço militar, em 1998 Salvatore se impôs um exílio voluntário em Caracas e, desde 1999 mudou-se para o Rio de Janeiro, a cidade que o adotou e que, juntamente com Nova York, esteve no centro de seu crescimento artístico. A partir da experiência de estrangeiro em contextos socioculturais complexos, com feridas abertas, surge uma reflexão sobre a natureza líquida, invasiva e transversal dos poderes que geram essas feridas, cujas historias são contadas através da arte, vivida como um caminho para a compreensão de si. Estudos Escola de Artes Visuais Parque Lage, Rio de Janeiro Laurea in economia, Universitá Bocconi, Milano Liceo Classico “G.Carducci’, Cassino Exposições individuais selecionadas 2022 Fluxo Gênico, Museu do Meio Ambiente, Jardim Botânico, Rio de Janeiro 2021 Artemide, Chiesa di Santa Maria Maggiore (Sec XII), Sant’Elia Fiumerapido Una Vetrina: Brasil!, Operativa Arte, Roma Campo, Museu Nacional de Belas Artes, MNBA, Rio de Janeiro 2020 Combustioni, Martha Pagy Gallery, Rio de Janeiro 2019 Combustioni, Galeria Rabieh, São Paulo Black Square, Space Gallery Soho, New York Linee, Martha Pagy Gallery, Rio de Janeiro 2018 Metaelementi, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, MAM Controvalori, Martha Pagy gallery, Rio de Janeiro 2017 Parque Lage, Palazzo Pamphilj, Roma 2016 Arte Capital, Centro Cultural Correios, Rio de Janeiro 2015 Fragmento, Centro Cultural Correios, Rio de Janeiro 2014 Redução Espacial, Centro Cultural Correios, Rio de Janeiro 2011 Untitled, Museu Brasileiro de Escultura, São Paulo 2010 Untitled, Centro Cultural Correios, Rio de Janeiro Eros = Physis, Galeria Arte em Dobro, Rio de Janeiro 2009 Studio, Openhouse Gallery, New York Untitled, Space SBH, Saint Barthelemy 2008 Dell’Origine, Superstudio, Milano Untitled, Teatro Romano, Cassino Inserzione Ambientale, Jardim Botanico, Rio de Janeiro 2007 Untitled, Space SBH, Saint Barthelemy Untitled, Grant Gallery, New York City 2006 Combustioni, To Be Art Gallery, Saint Barthelemy 2005 Untitled, Potzdamer Platz, Berlin Exposições coletivas selecionadas 2019 Winter Show, Space Gallery Soho, New York 2018 Videoarte agora videoarte, A Gentil Carioca, Rio de Janeiro 2015 Quinta Mostra, EAV Parque Lage, Rio de Janeiro 2014 Coletiva 2014, EAV Parque Lage, Rio de Janeiro 2011 Single Fare, Sloan Fine Art, New York 2009 Visonnaire, Fuorisalone, Milano 2008 Poiesis, Fabriano, Italy Mobjects+Art, Milano 2007 Bally, Fuorisalone, Milano Chelsea Art pool, New York City

 Fotos: Estúdio Lucio Salvatore

Serviço:

Intermezzo – exposição do artista ítalo-brasileiro Lucio Salvatore no TMRJ

Data: 12 de setembro a 31 de outubro

Horário: durante as visitas guiadas e espetáculos da casa

Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Endereço: Praça Floriano, s/nº – Centro

Classificação: Livre

“24 horas na vida de uma mulher” – Nos dias 17 e 18 de setembro

Postado por Allex Lourenço em 13/set/2022 -

Baseado no livro de Stefan Zweig, “24 horas na vida de uma mulher” é um espetáculo de dança e teatro que dialoga com o teatro, a literatura, a performance corporal e a música. O projeto é uma pesquisa do diretor Gabriel Bulcão sobre o corpo e a palavra, baseado nos espetáculos de dança-teatro criados pela atriz e bailarina Marilena Ansaldi.

Em um hotel em Monte Carlo, em meio a um grupo de ricos viajantes, o caso de uma mulher que trocou o marido por um sedutor domina a discussão. Uma das senhoras presentes acaba fazendo uma confissão sobre as 24 horas mais importantes da sua vida: um dia ocorrido décadas atrás, em que ela conheceu e se apaixonou por um jovem viciado em jogo.

O texto “24 horas na vida de uma mulher” de Stefan Zweig, narra a libertação da mulher. Um jovem garoto ouve uma mulher de 67 anos que estava guardando um “segredo” há décadas pelo simples fato de ser mulher. O texto fala sobre a coragem que todas as mulheres ainda precisam ter só por serem mulheres.

“Encenar ’24 horas na vida de uma mulher’ é um ato de coragem, pois nos coloca em contato direto com uma problemática milenar: a repressão à mulher. Contudo, o que me move é ter certeza de que o teatro é o melhor lugar para ousar espelhar a sociedade a ela mesma, este é o nosso ofício: perceber, investigar, criticar um ou vários aspectos da condição humana e oferecer ao público a possibilidade de uma mudança quando em contato consigo mesmo e suas próprias fragilidades e fortalezas”, comenta o diretor Gabriel Bulcão.

Biografia do elenco
Concepção Geral e Direção Artística Gabriel Bulcão é ator, diretor e produtor formado pela Faculdade CAL de Artes Cênicas e pós-graduado em Literatura e Arte pela PUC-Rio. Iniciou seus trabalhos profissionais em 2016, percorrendo pelo Teatro e pelo Cinema. Seu último trabalho foi a direção de “Maravilhoso Escândalo” adaptação da obra “Água Viva de
Clarice Lispector.

Atriz/Dançarina
Luciana Bicalho é dançarina formada pela Faculdade Angel Vianna e formada pelo Método Ivaldo Bertazzo. Pós-graduada em Terapia através do Movimento: corpo e subjetivação. Co-fundadora da Cia. AtoresBailarinos sob direção de Regina Miranda, em 1979, desde então sua principal pesquisa e trabalho é o Sistema LABAN/Bartenieff de Análise do Movimento.

.Assistente de direção, produção e figurino

A atriz Dayanna Maia é realizadora e produtora formada pela Faculdade CAL de Artes Cênicas. No cinema, trabalhou recentemente nos longas: “Níobe” com direção de Fernando Mamari – selecionado para o festival “Blood Window – Ventana Sur” na Argentina – dando vida a Cíntia, prostituta de luxo, ao lado de André Ramiro, Bárbara França, Roberto Pirillo, entre outros; e em “Enaldinho e o mistério da lagoa” com direção de Fábio Brasil (Netflix/2023), longa infanto-juvenil em que interpretou a blogueira Nina. No teatro o seu último trabalho foi o espetáculo “Maravilhoso Escândalo”, uma adaptação do romance “Água Viva” de Clarice Lispector, onde atuou, idealizou e produziu ao lado do diretor Gabriel Bulcão. Na TV trabalhou na novela Gênesis (Record) e Rock Story (Globo). Foi contemplada com o prêmio de melhor atriz no Festival de Teatro de Guaranésia (FETEG) – Minas Gerais por seu trabalho na peça “Efêmera” com direção de Rodrigo Lima.

Ficha técnica 

Texto: Stefan Zweig

Concepção Geral e Direção Artística: Gabriel Bulcão

Tradução e Adaptação: Ricardo Ventura

Atores/Dançarinos: Luciana Bicalho e Gabriel Bulcão

Direção assistente: Dayanna Maia

Coreografia: Luciana Bicalho

Direção de movimento e Supervisão Coreográfica: Bruna Fiuza

Preparação Corporal: Helena Matriciano (ballet) e Tatiana Pará (Gyrotonic®)

Figurino: Dayanna Maia e Gabriel Bulcão

Instalação Cênica: Gabriel Bulcão e Lucas Toledo

Iluminação: Leysa Vidal

Trilha sonora: Gabriel Bulcão

Videografismo e Identidade Visual: Lucas Toledo

Assessoria de Imprensa: Lead Comunicação – Flávia Tenório

Direção de Produção: Dayanna Maia e Gabriel Bulcão

Produção Executiva: Fernanda Guerreiro

Produtora Assistente: Manu Hashimoto

Controller: Sabrine Müller

Assessoria Jurídica: Luana Almeida

Produção: BULC Produções e AMAIA Produções

Sinopse 

Em um hotel em Monte Carlo, em meio a um grupo de ricos viajantes, o caso de uma mulher que trocou o marido por um sedutor domina a discussão. Uma das senhoras presentes acaba fazendo uma confissão sobre as 24 horas mais importantes da sua vida: um dia ocorrido décadas atrás, em que ela conheceu e se apaixonou por um jovem viciado em jogo.  O espetáculo reflete a libertação da mulher, mas principalmente a libertação dos instintos e impulsos femininos que até hoje continuam sendo reprimidos. “24 horas na vida de uma mulher” é um espetáculo de dança-teatro que busca dialogar com o teatro, a literatura, a performance corporal e a música.

Serviço 

“24 horas na vida de uma mulher” (dança-teatro)

Dias e horários: 17/9 – 19h e 18/09 – 16h 

Salão Assyrio do Theatro Municipal, Rio de Janeiro, 

Praça Floriano, S/N – Centro, Rio de Janeiro – RJ, 20031-050

Informação para imprensa

Flávia Tenório 

LEAD Comunicação – Rio de Janeiro | Brazil
(55 21) 99348-9189
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