Postado por Allex Lourenço em 01/dez/2025 -
A Sala Mário Tavares, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro
recebe, nos dias 7 e 14 de dezembro, em duas sessões às 14h e 17h, o monólogo “A Efêmera Beleza das Flores”, nova produção da Fermento Cultural contemplada pelo edital Fluxos Fluminenses (SECEC-RJ). Com texto de Cícero Nogueira, coautoria e atuação da artista Luellem de Castro, o espetáculo apresenta a história de Ayodele, mulher negra e periférica que enfrenta o luto pela perda de seus seis filhos.
A coautoria do texto, também assinada por Luellem, aprofunda ainda mais a perspectiva sensível que atravessa o espetáculo. Sua contribuição artística transforma Ayodele em uma presença pulsante, viva, ritualística. Uma mulher que, mesmo atravessada pelo luto, revela camadas de coragem, ironia, ancestralidade e luminosidade. A direção de Larissa Porto e Teddy Zany potencializa essa entrega, conduzindo a atriz a uma performance íntima, de respiração e corpo inteiros, em que cada pausa, cada gesto e cada palavra constroem uma narrativa de dor e renascimento.
“Ayodele me atravessou antes mesmo de eu entendê-la por completo. Adaptar esse texto foi um processo de devolver a ela — e a tantas mulheres negras que conheço — uma voz que é firme, terna e indestrutível. No palco, eu não interpreto apenas uma personagem: eu celebro as sobreviventes, as que seguem, as que lutam e as que florescem mesmo depois das tempestades”, explica Luellem.
Para Cícero Nogueira, que estreia como dramaturgo, a peça nasce da síntese das mulheres negras que encontrou ao longo de sua trajetória em projetos socioculturais e instituições públicas. “Ayodele não nasceu apenas da ficção. Ela é, de alguma forma, a síntese de todas as mulheres negras que conheci ao longo da minha caminhada, nas salas de aula, nos projetos socioculturais que coordenei, nas comunidades onde trabalhei e, principalmente, dentro do DEGASE, onde testemunhei histórias de coragem e silenciamento convivendo no mesmo corpo”, afirma o autor.
Cícero reúne mais de duas décadas de atuação na cultura como produtor, roteirista e gestor, e revela que o monólogo é resultado direto desse percurso. Ele cita duas referências centrais que orientaram sua escrita: o romance Hibisco Roxo, de Chimamanda Ngozi Adichie, e um artigo acadêmico que escreveu sobre juventude, raça e colonialidade. “Esses fundamentos estéticos e críticos atravessam o espetáculo e ajudam a construir uma narrativa que articula subjetividade e discurso social a partir de uma perspectiva feminina negra”, explica.
O espetáculo se passa no presente, ou em um passado muito recente como gosta de destacar o autor, reforçando seu diálogo com o cotidiano de milhares de mulheres brasileiras.
SERVIÇO
“A Efêmera Beleza das Flores”
Datas e Horários:
07/12 – 14h e 17h
14/12 – 14h e 17h
Local: Sala Mário Tavares – prédio anexo ao Theatro Municipal (Avenida Almirante Barroso, 14-16 – Centro, Rio de Janeiro)
Ingressos: gratuitos: retirada somente no site: http://theatromunicipal.rj.gov.br/
Lotação: 160 lugares
Duração: 60 minutos
Gênero: drama
Classificação: 16 anos
FICHA TÉCNICA
Dramaturgia: Cícero Nogueira
Coautoria: Luellem de Castro
Direção de Larissa Porto e Teddy Zany
Técnica de Luz: Vivian dos Santos Ferreira Lima
Produção Executiva: Luciana Meireles
Designer: Luciana Almeida
Intérprete de libras: Filipa Silveira
Designer: Luciana Almeida
Assessoria de Imprensa: Gamarc Comunicação
Postado por Allex Lourenço em 28/mar/2025 -

O Theatro Municipal do Rio de Janeiro, uma das mais tradicionais casas de ópera do Brasil, anuncia a temporada de espetáculos até o fim do ano. Com o Patrocínio Oficial Petrobras, a temporada 2025 traz uma programação diversificada que abrange óperas, balés e concertos, enriquecendo a experiência cultural do público. A proposta é, a cada ano, democratizar ainda mais o acesso à arte e à cultura, oferecendo produções de alta qualidade a preços acessíveis.

Em dezembro, para encerrar o ano, o tradicional O Quebra-Nozes, de Tchaikovsky, com Ballet, Coro e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Com concepção e adaptação de Hélio Bejani e Jorge Texeira, a partir de Marius Petipa, regência do maestro titular da OSTM, Felipe Prazeres, o ballet tem direção e mise-en-scène de Hélio Bejani, figurinos de Tânia Agra, cenografia de Manoel dos Santos e iluminação de Paulo Ornellas.
Em todas as récitas da Temporada 2025 do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, antes de cada espetáculo, haverá uma palestra gratuita sobre a obra e suas curiosidades com a presença de um intérprete de libras. Durante o ano, a Petrobras também patrocina diversas atividades como masterclasses gratuitas e a área educativa com visitas guiadas, visitas temáticas e oficinas de desenho.
“O Municipal é um símbolo da nossa riqueza cultural e do intenso trabalho de democratização do acesso à cultura para nosso povo. Recuperamos todos os teatros do RJ e levamos arte aos 92 municípios. Poder abrir mais uma temporada de apresentações diversas nesse que é um dos mais importantes palcos do País, só renova a certeza de que estamos fazendo um trabalho de excelência na gestão da cultura – celebra o governador Cláudio Castro.
“É uma alegria enorme divulgar a temporada de 2025. Repetir títulos que foram tão aclamados no último ano e trazer outros que, com toda certeza, serão sucesso. É muito importante garantir acesso à cultura e contar com o patrocínio oficial da Petrobras é fundamental. Esperamos Casa cheia, venham todos!”, destaca a presidente da FTM, Clara Paulino.
A programação completa estará no site (theatromunicipal.rj.gov.br) e nas plataformas virtuais, à medida em que as produções forem realizadas.
Patrocinador Oficial Petrobras
Apoio: Livraria da Travessa, Rádio MEC, Rádio Paradiso Rio, Rádio Roquette Pinto – 94.1 FM
Realização institucional: Associação dos Amigos do Teatro Municipal, Fundação Teatro Municipal, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa e Governo do Estado do Rio de Janeiro
Lei de Incentivo à Cultura
Realização: Ministério da Cultura e Governo Federal, União e Reconstrução
Assessoria de imprensa TMRJ:
Cláudia Tisato – tisato.cultura@gmail.com
Assessoria externa TMRJ:
Thaisa Barreto – vozesagenciacriativa@gmail.com
Assessora Chefe de Comunicação TMRJ:
MariettaTrotta – mariettatrotta.tmrj@gmail.com
Postado por Allex Lourenço em 12/dez/2024 -
PROGRAMAÇÃO DELLARTE 2025 RIO DE JANEIRO
* programação sujeita a alteração
1º. de novembro, sábado – Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Salzburg Chamber Soloists & Constanze Quartet
Lavard Skou Larsen, regente
A Salzburg Chamber Soloists, fundada em 1991, é composta por músicos de 13 países diferentes e com idades entre 25 e 35 anos, todos com formação acadêmica na universidade Mozarteum, na Áustria. Já no seu primeiro ano de existência, empreendeu uma turnê pelos Estados Unidos e Canadá. Uma década depois, foi premiada por sua gravação das “Oito Estações de Vivaldi/Piazzolla”. Em 2013, a orquestra chegou ao Metropolitan de Nova York e ganhou elogios do jornal “The New York Times”, pela maneira elegante como tocou Haydn pela interação atenta entre os músicos.
O maestro Lavard Skou-Larsen é gaúcho de Porto Alegre, filho de uma brasileira e de um dinamarquês, ambos violinistas, e vive na Áustria desde os quatro anos. Aos 14 anos, Larson foi admitido na Academia de Música e Artes Cênicas do Mozarteum, em Salzburgo, e recebeu um diploma de performance com distinção. Larsen é o fundador e diretor artístico da Salzburg Chamber Soloists e também professor de violino no Mozarteum de Salzburgo desde 1991.
O Constanze Quartet é formado por Emeline Pierre-Larsen, Sara Mayer e Hana Hobiger, nos violinos, e por Julia Ammerer-Simma, no violoncelo. Elas vêm de diferentes países e continentes: França, Austrália e Áustria, e encontraram em Salzburg uma linguagem musical em comum. As gravações pelo selo alemão CPO chamaram a atenção do público e da crítica, e o Constanze Quartet é regularmente convidado para se apresentar em festivais e turnês na Europa e nas Américas. O repertório do conjunto abrange todos os gêneros.
PROGRAMAÇÃO SÉRIE CONCERTOS INTERNACIONAIS RIO DE JANEIRO 2025
* programação sujeita a alteração
24/03 – Alessio Bax (Piano) & Ensemble
18/04 – Andreas Ottensamer (Clarinete) & Miloš Karadaglić (Violão)
01/06 – Festival Strings Lucerne & Nelson Goerner (Piano)
25/07 – Concertgebouw Chamber Orchestra Amsterdam & Antje Weithaas (Violino)
26/08 – Le Voci Del San Carlo Di Napoli
23/09 – Leif Ove Andsnes (Piano)
18/10 – Sheku Kanneh-Mason (Violoncelo) & Isata Kanneh-Mason (Piano)
01/11 – Salzburg Chamber Soloists & Constanze Quartet, Lavard Skou Larsen (Regente)
SERVIÇO:
Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Praça Floriano, s/n – Cinelândia – Centro
Classificação 10 anos
Assinaturas Dellarte — Oito concertos com 50% de desconto. Valores temporada:
Frisas e Camarotes: 14.400,00
Plateia/Balcão Nobre: R$ 2.400,00
Balcão Superior: R$ 1.000,00
Galeria: R$ 480,00
Valores avulsos: a definir
Desconto de 50% (eventos avulsos) Idoso, Estudante e Clube O Globo
Vendas em ingresso.dellarte.com.br ou 4002 0099 – de 2a. a 6a., das 9h às 16h, no whatsapp (21) 98698-1103 ou no e-mail dellarte@dellarte.com.br
MAIS INFORMAÇÕES:
Reg Murray – Assessoria de Imprensa – regmurray.jornalista@gmail.com
(21) 98892-1549 celular e whatsapp (24) 2221-0987
Postado por Allex Lourenço em 28/nov/2025 -

Devido ao grande sucesso, está de volta, dentro do Música no Assyrio do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, o espetáculo Kabarett ao Revés. Formado por integrantes da vanguarda do TMRJ, com direção, roteiro e coreografia de Roberto Lima, a apresentação reúne música, dança e teatro, rompendo paradigmas da idade ao trazer artistas de 60+.
A obra nasceu do desejo da bailarina Irene Orazem de festejar os seus 70 anos de carreira no Municipal do Rio e tornou-se uma celebração da longevidade, da criatividade e da resistência de artistas que dedicaram anos de suas vidas à arte.

A estreia foi em 19 de julho, no Salão Assyrio. A montagem conquistou o Troféu Regina Ribeiro e recebeu uma Moção de Louvor e Aplausos aprovada pela Câmara Municipal do Rio de Janeiro. Em agosto, Kabarett Revés também integrou a programação do XXXI Encontro Fluminense de Dança, no Teatro Popular Oscar Niemeyer, em Niterói.

O espetáculo acontecerá no dia 7 de dezembro, domingo, às 11h, com ingressos a preços populares, através do site theatromunicipal.rj.gov.br ou na bilheteria: R$40(inteira) e R$20 (meia-entrada).
Repertório:
La Vie em Rose (Edith Piaf) / What Keeps Mankind Alive (Tom Waits) / Overture Johnny’s Melody / Johnny Johnson Medley (Kurt Weill) / The Cannon Song (Kurt Weill)/ The Ballad of the Soldier’s Wife (Kurt Weill) / Youkali Tango (Kurt Weill) / Padam, Padam (Édith Piaf) / Milord (Édith Piaf) /Ballad of the Mac the Knife (Kurt Weill).

Serviço
Música no Assyrio / Kabarett ao Revés
Data: 7 de dezembro – domingo
Horário: 11h
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Centro
Entrada pelo Boulevard da Av. Treze de Maio
Preços populares: R$40 (inteira) e R$20 (meia-entrada)
na bilheteria do Theatro ou através do site www.theatromunicipal.rj.gov.br
Classificação: Livre
Assessoria de imprensa TMRJ:
Cláudia Tisato – tisato.cultura@gmail.com
Assessora Chefe de Comunicação TMRJ:
MariettaTrotta – mariettatrotta.tmrj@gmail.com
Postado por Allex Lourenço em 25/nov/2025 -

Municipal para Você – Madama Butterfly
O Theatro Municipal do Rio de Janeiro lançou o nono episódio da quarta
temporada do podcast “Municipal para você”, o tema desta edição foi a Ópera “Madama Butterfly”, de Giacomo Puccini, com Coro e Orquestra Sinfônica do TMRJ e um elenco com grandes vozes como Eiko Senda, Daniela Tabernig, Matheus Pompeu, Miguel Geraldi, Inácio de Nonno e Santiago Vilalba, concepção e direção cênica de Pedro Salazar e regência de Alessandro Sangiorgi.
Eric Herrero, diretor artístico do Theatro Municipal convidou para esse episódio as cantoras Eiko Senda e Daniela Tabernig, o diretor cênico Pedro Salazar e o maestro Alessandro Sangiorgi.
Conheça a seguir os convidados desse episódio:
Alessandro Sangiorgi
Nascido em Ferrara, Itália, formou-se em piano pelo Conservatório de Milão, e especializou-se em composição e regência. Além de Itália e Brasil, regeu em países como Bélgica, Bulgária, Croácia, Holanda, Israel, Japão, República Checa, Eslováquia, Rússia, Sérvia e Suíça.
No Brasil iniciou seus trabalhos em 1990, no Theatro Municipal de São Paulo, como maestro assistente e maestro residente realizando apresentações de óperas, concertos sinfônicos e balés. De 1995 a 1998 trabalhou como principal regente convidado da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, onde regeu várias apresentações de óperas e balés. Durante os anos de 2002/2010 foi regente titular e diretor artístico da Orquestra Sinfônica do Paraná (Curitiba/Paraná), executando amplo repertório sinfônico, estreias mundiais e montagens de óperas, como “La Bohème”, “Gianni Schicchi”, “La serva padrona”, “Don Giovanni”, “Rigoletto”, “La Traviata” e “Carmen”. No Brasil regeu também a Sinfônica do Estado de São Paulo, Sinfônica Brasileira, Sinfônica da USP, Sinfônica da Bahia, Experimental de Repertório, Sinfônica Municipal de Campinas, Sinfônica do Teatro da Paz (Belém), Sinfônica de Porto Alegre, a Orquestra Petrobras Sinfônica, Camerata Antiqua de Curitiba.
Entre as orquestras internacionais em que atuou estão a Jerusalem Symphony Orchestra (Israel), a Ópera Nacional de Sofia (Bulgária), onde foi Principal Guest Conductor com a qual realizou turnês no Japão, incluindo Bunka Kaikan Hall, em Tóquio. Realizou turnê pela Holanda e Bélgica com a ópera Nabucco, de Verdi. Também apresentou-se no prestigioso Teatro da Ópera de Roma (Itália) com o balé “La Sylphide”, regeu a Orquestra Sinfônica de Krasnoyarsk (Rússia), foi Guest Conductor no Teatro Nacional de Bratislava (Eslováquia), regendo “Cavalleria Rusticana” de Mascagni, “Pagliacci” de Leoncavallo e “Lucrezia Borgia” de Donizetti. De 2006 a 2009 foi Chief Visiting Conductor no Teatro Nacional de Belgrado (Sérvia), regendo as óperas “La Traviata”, “Un ballo in maschera” e “Il Trovatore”, “La Bohème”, “L’italiana in Algeri”, “Don Pasquale”. De 2006 a 2009 foi também Guest Conductor do Teatro Nacional da Moravia-Silesia (República Tcheca), realizando montagens de óperas e regendo temporadas com “Manon Lescaut” de Puccini, “Pagliacci” de Leoncavallo, “La Lupa” de Tutino e a estreia mundial de “Il soffio delle fate” de Filippo Zigante.
Recentemente estreou no Teatro São Pedro (São Paulo) com a ópera “Iphigenie en Tauride” de Gluck, voltou ao Teatro Municipal de São Paulo com a ópera “Pelleas et Melisande” de Debussy e ao Teatro Municipal do Rio de Janeiro com a ópera “Cavalleria Rusticana” de Mascagni.
Eiko Senda
Nascida no Japão, formou-se como cantora com A. Barandoni, que foi um dos poucos alunos de B. Gigli, e com Tamaki Sakamoto. Sua formação em pedagogia musical e “Ciencia e Arte de Canto” realizou-se na Universidade Mukogawa (Japão). Aperfeiçoou-se com E.Pleehn e especializou-se em Canções Alemãs em Dresden (Alemanha), também tendo trabalhado
repertório lírico italiano com Franco Iglesias (Nova York).
Canta nos principais teatros do país e da América do Sul, sob a batuta de grandes maestros, assumindo papéis como Cio-Cio-San de Madama Butterfly, Jenny de La Dame Blanche (Boieldieu) , Amelia em Un Ballo in Maschera (Verdi), Leonora em La Forza del Destino (Verdi), Desdemona em Otello (Verdi), Alice em Falstaff (Verdi), e Abigaille em Nabucco (Verdi).
Especializou-se nas óperas do compositor brasileiro Carlos Gomes; deste autor cantou Maria Tudor; Condor e Lo Schiavo Ilara. A partir de 2005 canta o repertório wagneriano, assumindo papéis protagonistas como Sieglinde em Die Walküre e Gutrune no Götterdämmerung, do ciclo
do Anel dos Nibelungos com Aiden Lang (Inglaterra), Senta em Der Fliegende Holländer com Christopr Schliegensief ( Alemanha ) e Isolda de Tristão e Isolda em Campinas. Sua carreira internacional inclui importantes teatros como o grande Teatro Colón (Buenos Aires), Teatro Solìs (Montevideo), Teatro Argentino de La Plata em papeis como Tosca, Madama Butterfly, Chysothemis em Elektra (Strauss), Turandot, Ariadne (Ariadne auf Naxos, Strauss), Salome, Violanta (Korngold), Lady MacBeth (MacBeth, Verdi), entre tantos outros.
Daniela Tabernig
Reconhecida pelo público e pela crítica pela expressividade de sua voz, ela tem uma notável carreira internacional. Foi premiada com o Prêmio de Melhor Cantora concedido pela Associação de Críticos Musicais da Argentina e recebeu o Diploma de Honra como uma das cinco melhores cantoras da década pela Fundação Konex (2019).
Ela se apresentou muitas vezes como protagonista nas produções no Teatro Colón da Argentina, além de ser convidada para produções no Uruguai, Chile, México, Colômbia, Brasil, Grécia e China. Daniela Tabernig cantou em concertos de grande envergadura, interpretando obras como a Petite Messe Solennelle e Stabat Mater de Gioacchino Rossini, o Requiem de John Rutter, Vier Letzte Lieder de Richard Strauss, Missa Solemnis de Ludwig van Beethoven, as Sinfonias Nº 2, 4 e 8 de Gustav Mahler, Die Jahersrzeiten de
Franz Joseph Haydn, o Requiem de Giuseppe Verdi e a Sinfonia Nº 14 de Shostakovich.
Graças à sua versatilidade vocal e atuação, ela interpretou os seguintes papéis em óperas: Madama Butterfly, Suor Angélica, Tosca. Minie em La Fanciulla del West e Mimì em La Bohème (G. Puccini), Magdalena em Andrea Chénier (U. Giordano), Nedda em Pagliacci (R. Leoncavallo), Micaela em Carmen (G. Bizet), Marguerite em Faust (Ch. Gounod),
Margarita em Mefistófeles (A. Boito), Desdemona em Otello (G. Verdi), Tatiana em Eugene Onegin (P. I. Tchaikovsky), Fiordiligi em Così fan tutte e Donna Anna em Don Giovanni (W.A. Mozart).
Além disso, ela foi protagonista de óperas dos séculos XX e XXI, como Rusalka em Rusalka (A. Dvořák), Jenufa em Jenufa (L. Janáček), Amanda em Le grand Macabre (G. Ligeti), Beatrix em Beatrix Cenci (A. Ginastera), Aricia na estreia mundial de Fedra (M. Perusso), Simona Fabien em Volo di notte (L. Dallapiccola) e Margaret Argyll na estreia latino-americana de Powder her Face (T. Adés).
Cantou sob a direção musical e cênica de nomes como Christian Badea, Andrés Orozco Estrada, Marc Piollet, Julian Kuerti, Srba Dinic, Carlos Vieu, Enrique Arturo Diemecke, Mario Perusso, Alejo Pérez, Cristian Baldini, Baldur Brönnimann, Carmen Morales, Emilio Sagi, José Cura, Marcelo Lombardero, Pablo Maritano, Rita Cosentino, André Heller-Lopes, Alejandro Tantanian e Rubén Szuchmacher.
Pedro Salazar
Diretor e produtor teatral de Bogotá, Colômbia, onde dirige desde 2007 a La Compañía Estable, companhia que coproduz e colabora com os principais teatros da Colômbia.
As suas produções mais recentes para o Teatro Mayor de Bogotá incluem Nabucco (Verdi), La coronación de Poppea (Monteverdi), La Traviata (Verdi), Tosca (Puccini) e Las bodas de Fígaro (Mozart).
Da mesma forma, em 2025, recebeu a encomenda do Centro Nacional de las Arte/Teatro Colón de Bogotá para produzir a estreia mundial da ópera La Vorágine, do compositor brasileiro João Guilherme Ripper, encomendada para o centenário da novela homónima do autor colombiano José Eustasio Rivera, que se passa na região amazónica durante o auge da borracha. Para a mesma sala, preparou também os títulos El Castillo de Barbazul (Bartok), Dido y Eneas (Purcell) e Florencia en el Amazonas (Catán).
Salazar colaborou com o Festival Amazonas de Ópera em Manaus, Brasil, com La Vorágine (Ripper), Florencia en el Amazonas (Catán) e com Peter Grimes (Britten), produção premiada pela revista Concerto como melhor produção de ópera do Brasil em 2022. No teatro, Salazar dirigiu Orestiada (Esquilo/Icke), Macbeth (Shakespeare), Otelo (Shakespeare); 53 domingos (Gay), Os vizinhos de cima (Gay), Entretelones (Michael Frayn), A forma das coisas (Neil Labute), Pedras nos bolsos de (Marie Jones), A verdade suspeita (Ruiz de Alarcón), The Pillowman (McDonagh) e A vida é sonho (Calderón de la Barca).
ERIC HERRERO – DIRETOR ARTISTICO TMRJ
Um dos mais importantes cantores líricos do Brasil, o tenor tem em seu repertório quase 50 personagens interpretados na América do Sul e países da Europa. Eric Herrero assumiu a direção artística do TMRJ em fevereiro de 2020, desenvolvendo uma programação com grandes títulos da ópera e ballet de repertório, promovendo a volta do grande público ao maior teatro lírico do país, com casa lotada ao longo de todo o ano. Desenvolveu o projeto Municipal Para Você em parceria com a ASSCOM-TMRJ. Reconhecido no meio cultural, é Conselheiro Estadual de Política Cultural e, recentemente, recebeu os títulos de Cidadão Honorário do Município do Rio de Janeiro e Embaixador do Turismo do Rio de Janeiro.
Podcast – Municipal Para Voçê
Episódio # 09 – Quarta Temporada – Madama Butterfly
Ficha Técnica:
Apresentação: Eric Herrero.
Participação: Eiko Senda, Daniela Tabernig, Pedro Salazar e Alessandro Sangiorgi.
Gravação e Edição: Fábio Aquino, Davi Amorim, Renan Rubner e Uriel Curvelo.
Colaboração: Jayme Chaves.
Produção: Allex Lourenço.
Ficha técnica do Espetáculo:
Cenografia: Renato Theobaldo.
Figurinos: Marcelo Marques.
Iluminação: Ángel Ancona.
Design Gráfico: Carla Marins.
Concepção e Direção Cênica: Pedro Salazar.
Direção Musical e Regência: Alessandro Sangiorgi.
Direção Artística TMRJ: Eric Herrero.
Serviço: Madama Butterfly – Giacomo Puccini. Com Coro e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
Endereço: Praça Marechal Floriano S/Nº – Centro.
Datas e horários: 19/11 (Ensaio Geral), 21, 27 e 29/11, às 19h / Dias 23 e 30/11, às 17h / Dia 25/11, às 14h (Projeto Escola).
Duração: 2h30 com intervalo.
Classificação: 12 anos.
Patrocinador Oficial Petrobras.
Apoio: Livraria da Travessa, Rádio MEC, Rádio NOVA Paradiso, Rádio Roquette Pinto – 94.1 FM, Fever.
Realização Institucional: Fundação Teatro Municipal, Associação dos Amigos do Teatro Municipal.
Lei de Incentivo à Cultura.
Realização: Ministério da Cultura e Governo do Brasil, do lado do povo brasileiro.
Assessoria de imprensa TMRJ:
Cláudia Tisato – tisato.cultura@gmail.com .
Assessoria externa TMRJ:
Thaisa Barreto – vozesagenciacriativa@gmail.com
Chefia ASCOM TMRJ:
MariettaTrotta – mariettatrotta.tmrj@gmail.com
Presidência FTM – Clara Paulino
Postado por Allex Lourenço em 12/nov/2025 -

Após onze anos de ausência, uma das óperas mais comoventes e aclamadas de todos os tempos retorna ao palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. A partir do dia 21 de novembro, com o Patrocínio Oficial Petrobras, o público será transportado ao universo trágico e apaixonante de Madama Butterfly, de Giacomo Puccini — uma história de amor, honra e destino que atravessa gerações. Com Coro e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal e uma ambientação inspirada na década de 1950, essa nova produção promete uma experiência inesquecível, na qual cada nota e cada gesto traduzem a força do drama e da beleza da música de Puccini. No elenco, grandes vozes como Eiko Senda, Daniela Tabernig, Matheus Pompeu, Miguel Geraldi, Inacio de Nonno e Santiago Villalba. Com cenografia de Renato Theobaldo, figurinos de Marcelo Marques e iluminação de Ángel Ancona, a ópera conta com a concepção e direção cênica de Pedro Salazar e a direção musical e regência de Alessandro Sangiorgi. As apresentações acontecem também nos dias 23, 27, 29 e 30 de novembro, ficando o dia 25 reservado para o Projeto Escola.
“Abrir as portas do Municipal para receber nosso público em mais uma ópera é motivo de grande orgulho para todos nós. Com o patrocínio da Petrobras, pudemos trazer artistas renomados. Garantia de muita emoção. Você não pode perder! “– ressalta Clara Paulino, Presidente da Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro.
“Seguimos firmes no nosso propósito de resgatar títulos que há muito não vão ao palco da grande sala em nossa Temporada Artística Oficial. Dessa vez, trazemos uma nova produção de Madama Butterfly, de Giacomo Puccini – obra que teve sua última apresentação há onze anos na casa -, com direção de Pedro Salazar e regência do Maestro Alessandro Sangiorgi. São dois elencos de primeira que trazem cantores de grande experiência e nomes que estão fazendo importantes carreiras na Europa, encabeçados por Eiko Senda e Daniela Tabernig, ao lado do Coro e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal”,destaca Eric Herrero, Diretor Artístico da Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro.
“É uma grande alegria estar de volta ao Theatro Municipal do Rio de Janeiro, templo das artes! O reencontro com orquestra e coro para montagem de Madama Butterfly, uma das óperas que mais amo, está sendo muito intenso e emocionante – revela o maestro e diretor musical da ópera, Alessandro Sangiorgi
Sinopse:
Situada no Japão do início do século XX, Madama Butterfly, de Giacomo Puccini, narra a trágica história de Cio-Cio-San, uma jovem japonesa que se casa com o tenente americano Pinkerton, acreditando viver um amor verdadeiro. Enquanto ele considera o casamento apenas temporário, Butterfly rompe com sua cultura e religião para se dedicar inteiramente ao marido. Abandonada após a partida de Pinkerton, ela o espera fielmente por três anos, criando sozinha o filho do casal e acreditando em seu retorno. Quando o oficial enfim volta ao Japão acompanhado de sua esposa americana para levar o menino, Butterfly compreende a extensão de sua desilusão e, num ato de honra e desespero, tira a própria vida.

Sobre Alessandro Sangiorgi
Nascido em Ferrara, Itália, formou-se em piano pelo Conservatório de Milão, e especializou-se em composição e regência. Além de Itália e Brasil, regeu em países como Bélgica, Bulgária, Croácia, Holanda, Israel, Japão, República Checa, Eslováquia, Rússia, Sérvia e Suíça. No Brasil iniciou seus trabalhos em 1990, no Theatro Municipal de São Paulo, como maestro assistente e maestro residente realizando apresentações de óperas, concertos sinfônicos e balés. De 1995 a 1998 trabalhou como principal regente convidado da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, onde regeu várias apresentações de óperas e balés. Durante os anos de 2002/2010 foi regente titular e diretor artístico da Orquestra Sinfônica do Paraná (Curitiba/Paraná), executando amplo repertório sinfônico, estreias mundiais e montagens de óperas, como “La Bohème”, “Gianni Schicchi”, “La serva padrona”, “Don Giovanni”, “Rigoletto”, “La Traviata” e “Carmen”. No Brasil regeu também a Sinfônica do Estado de São Paulo, Sinfônica Brasileira, Sinfônica da USP, Sinfônica da Bahia, Experimental de Repertório, Sinfônica Municipal de Campinas, Sinfônica do Teatro da Paz (Belém), Sinfônica de Porto Alegre, a Orquestra Petrobras Sinfônica, Camerata Antiqua de Curitiba. Entre as orquestras internacionais em que atuou estão a Jerusalem Symphony Orchestra (Israel), a Ópera Nacional de Sofia (Bulgária), onde foi Principal Guest Conductor com a qual realizou turnês no Japão, incluindo Bunka Kaikan Hall, em Tóquio. Realizou turnê pela Holanda e Bélgica com a ópera Nabucco, de Verdi. Também apresentou-se no prestigioso Teatro da Ópera de Roma (Itália) com o balé “La Sylphide”, regeu a Orquestra Sinfônica de Krasnoyarsk (Rússia), foi Guest Conductor no Teatro Nacional de Bratislava (Eslováquia), regendo “Cavalleria Rusticana” de Mascagni, “Pagliacci” de Leoncavallo e “Lucrezia Borgia” de Donizetti. De 2006 a 2009 foi Chief Visiting Conductor no Teatro Nacional de Belgrado (Sérvia), regendo as óperas “La Traviata”, “Un ballo in maschera” e “Il Trovatore”, “La Bohème”, “L’italiana in Algeri”, “Don Pasquale”. De 2006 a 2009 foi também Guest Conductor do Teatro Nacional da Moravia-Silesia (República Tcheca), realizando montagens de óperas e regendo temporadas com “Manon Lescaut” de Puccini, “Pagliacci” de Leoncavallo, “La Lupa” de Tutino e a estreia mundial de “Il soffio delle fate” de Filippo Zigante. Recentemente estreou no Teatro São Pedro (São Paulo) com a ópera “Iphigenie en Tauride” de Gluck, voltou ao Teatro Municipal de São Paulo com a ópera “Pelleas et Melisande” de Debussy e ao Teatro Municipal do Rio de Janeiro com a ópera “Cavalleria Rusticana” de Mascagni.

Sobre Pedro Salazar
Diretor e produtor teatral de Bogotá, Colômbia, onde dirige desde 2007 a La Compañía Estable, companhia que coproduz e colabora com os principais teatros da Colômbia. As suas produções mais recentes para o Teatro Mayor de Bogotá incluem Nabucco (Verdi), La coronación de Poppea (Monteverdi), La Traviata (Verdi), Tosca (Puccini) e Las bodas de Fígaro (Mozart). Da mesma forma, em 2025, recebeu a encomenda do Centro Nacional de las Arte/Teatro Colón de Bogotá para produzir a estreia mundial da ópera La Vorágine, do compositor brasileiro João Guilherme Ripper, encomendada para o centenário da novela homónima do autor colombiano José Eustasio Rivera, que se passa na região amazónica durante o auge da borracha. Para a mesma sala, preparou também os títulos El Castillo de Barbazul (Bartok), Dido y Eneas (Purcell) e Florencia en el Amazonas (Catán). Salazar colaborou com o Festival Amazonas de Ópera em Manaus, Brasil, com La Vorágine (Ripper), Florencia en el Amazonas (Catán) e com Peter Grimes (Britten), produção premiada pela revista Concerto como melhor produção de ópera do Brasil em 2022. No teatro, Salazar dirigiu Orestiada (Esquilo/Icke), Macbeth (Shakespeare), Otelo (Shakespeare); 53 domingos (Gay), Os vizinhos de cima (Gay), Entretelones (Michael Frayn), A forma das coisas (Neil Labute), Pedras nos bolsos de (Marie Jones), A verdade suspeita (Ruiz de Alarcón), The Pillowman (McDonagh) e A vida é sonho (Calderón de la Barca).
Datas, horários e elencos:
Cio Cio San – Eiko Senda (21, 25, 29)/Daniela Tabernig (23, 27, 30)
Pinkerton – Matheus Pompeu (21, 23, 25, 29)/Miguel Geraldi (27, 30)
Sharpless – Inácio de Nonno (21, 25, 29)/Santiago Villalba (23, 27, 30)
Suzuki – Luciana Bueno (21, 25, 29)/Lara Cavalcanti (23, 27, 30)
Goro – Geilson Santos (21, 23, 25, 29)/João Campelo (27, 30)
Bonzo – Murilo Neves (21, 25, 29)/Pedro Olivero (23, 27, 30)
Yamadori – Fernando Lorenzo (21, 25, 29)/Flavio Mello (23, 27, 30)
Kate Pinkerton – Mariana Gomes (21, 25, 29)/Carla Rizzi (23, 27, 30)
Comissário – Flavio Mello (21, 25, 29)/Fernando Lorenzo (23, 27, 30)
Ficha Técnica:
Cenografia: Renato Theobaldo
Figurinos: Marcelo Marques
Iluminação: Ángel Ancona
Design Gráfico: Carla Marins
Concepção e Direção Cênica: Pedro Salazar
Direção Musical e Regência: Alessandro Sangiorgi
Direção Artística Temporada 2025: Eric Herrero
Presidente FTM: Clara Paulino
Serviço:
Madama Butterfly – Giacomo Puccini
Com Coro e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Endereço: Praça Marechal Floriano S/Nº – Centro
Datas e horários: 19/11 (Ensaio Geral), 21, 27 e 29/11, às 19h / Dias 23 e 30/11, às 17h / Dia 25/11, às 14h (Projeto Escola)
Duração: 2h30 com intervalo
Classificação: 12 anos
Ingressos:
Frisas e Camarotes – R$90 (ingresso individual)
Plateia e Balcão Nobre – R$80
Balcão Superior e Lateral – R$50
Galeria Central e Lateral – R$20
Ingressos através do site www.theatromunicipal.rj.gov.br ou na bilheteria do Theatro.
Acessibilidade
Palestras gratuitas antes dos espetáculos
Patrocinador Oficial Petrobras
Apoio: Livraria da Travessa, Rádio MEC, Rádio NOVA Paradiso, Rádio Roquette Pinto – 94.1 FM, Fever
Realização Institucional: Fundação Teatro Municipal, Associação dos Amigos do Teatro Municipal
Lei de Incentivo à Cultura
Realização: Ministério da Cultura e Governo do Brasil, do lado do povo brasileiro
Assessoria de imprensa TMRJ:
Cláudia Tisato – tisato.cultura@gmail.com
Assessoria externa TMRJ:
Thaisa Barreto – vozesagenciacriativa@gmail.com
Assessora Chefe de Comunicação TMRJ:
Marietta Trotta – mariettatrotta.tmrj@gmail.com
Postado por Allex Lourenço em 26/nov/2025 -

A Orquestra Sinfônica Jovem do Rio de Janeiro (OSJRJ), grupo oriundo da Ação Social pela Música do Brasil (ASMB) e orquestra residente da PUC-Rio, encerrará a sua Temporada 2025 com um concerto grandioso no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, dia 28 de novembro, às 19h, sob a regência do jovem maestro Matheus Carneiro. O programa será inteiramente dedicado à obra do compositor russo Tchaikovsky, em uma noite que celebra o romantismo, a expressividade e o virtuosismo do repertório sinfônico. Os ingressos custam apenas R$20 (inteira) e R$10 (meia-entrada).
“Tivemos um ano intenso, com grandes desafios e novidades. A orquestra vem se consolidando como uma das maiores orquestras jovens do Brasil, com brilho, carisma e personalidade”, afirma Fiorella Solares, diretora artística da OSJRJ e fundadora da ASMB.
O programa reúne três obras emblemáticas do compositor russo, conduzindo o público por uma jornada de intensa emoção e lirismo. A noite começa com a “Abertura da Ópera A Dama de Espadas”, seguida pela “Abertura-Fantasia Romeu e Julieta”, uma das obras mais populares do compositor, reconhecida por sua beleza e dramaticidade. Após o intervalo, o concerto será dedicado à “Sinfonia nº 1 em Sol menor, Op. 13 – Sonhos de Inverno”, considerada o primeiro grande passo de Tchaikovsky no universo sinfônico.
“É um repertório muito tradicional, de grandes salas de concerto, que os jovens adoram tocar. “Romeu e Julieta” é uma obra desafiadora, com brilho e paixão, e a “Sinfonia nº1” é uma peça pouco executada, e emocionalmente complexa, sendo a primeira tentativa de Tchaikovsky no gênero sinfônico, e já mostra a profundidade do seu talento”, explica Fiorella Solares.
Formada por 55 jovens músicos oriundos de áreas de vulnerabilidade do Rio de Janeiro, a OSJRJ é fruto do trabalho da Ação Social pela Música do Brasil (ASMB), projeto que há 30 anos promove a inclusão social por meio do ensino da música clássica.
Jovens regentes e novos caminhos
Com apenas 27 anos, o maestro Matheus Carneiro representa a nova geração da regência sinfônica brasileira. Natural de São Paulo e egresso de um projeto social de Heliópolis, Carneiro foi o vencedor do 1º Concurso de Regência Maestro Isaac Karabtchevsky (2025) e do 1º Concurso Jovens Solistas e Regentes Basileu França (2022) e já regeu orquestras como a Petrobras Sinfônica e a Orquestra do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
“Fico muito feliz de ver a Orquestra Jovem sendo conduzida por novos maestros. O Matheus veio ao Rio pela primeira vez para ensaiar a OSJRJ, e desde então já regeu dois programas conosco. Ele é um talento extraordinário, sensível e técnico, e ver sua trajetória crescer é motivo de grande orgulho”, comenta Fiorella.
Além de Carneiro, a Temporada 2025 contou também com regentes convidados como Fabrícia Medeiros – que inaugurou a temporada – e José Soares, maestro premiado e reconhecido como um dos principais nomes de sua geração. Para Fiorella, a presença desses jovens talentos reforça o compromisso da OSJRJ com a formação e a renovação artística.
“Nossa missão é formar não apenas músicos, mas abrir caminhos para novos maestros e artistas. É uma alegria ver a OSJRJ se tornando um espaço de oportunidades e descobertas”, conclui.
PROGRAMA:
Piotr Ilitch Tchaikovsky (1840–1893)
Abertura da ópera “A Dama de Espadas”
Romeu e Julieta (Abertura-Fantasia)
INTERVALO
Sinfonia nº 1 em Sol menor, Op. 13 – “Sonhos de Inverno”
I. Allegro tranquillo
II. Adagio cantabile, ma non tanto
III. Scherzo — Allegro scherzando giocoso
IV. Finale — Andante lugubre – Allegro moderato
SERVIÇO:
Orquestra Sinfônica Jovem do Rio de Janeiro – Concerto de Encerramento da Temporada 2025
Regente: Matheus Carneiro
Data: 28 de novembro de 2025 (sexta-feira)
Horário: 19h
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Ingressos:
Plateia – R$40 (inteira) / R$20 (meia)
Balcão Nobre – R$40 (inteira) / R$20 (meia)
Frisas e Camarotes – R$40 (inteira) / R$20 (meia)
Balcão Superior – R$30 (inteira) / R$15 (meia)
Galeria – R$20 (inteira) / R$10 (meia)
Link de vendas: feverup.com/m/460030
Classificação: Livre | Duração: 90 minutos
SOBRE A OSJRJ:
A Orquestra Sinfônica Jovem do Rio de Janeiro (OSJRJ), orquestra residente da PUC-Rio, é fruto do programa Ação Social pela Música do Brasil (ASMB). É composta por 55 jovens de grande talento e dedicação, com idades entre 18 e 28 anos e, em sua maioria, residentes em áreas de vulnerabilidade do Rio de Janeiro. Criada em 2014, já realizou apresentações no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Cidade das Artes, Sala Cecília Meireles, Sala da Filarmônica de Minas Gerais e PUC-Rio, com importantes convidados e amplo repertório em suas temporadas anuais. Alguns de seus músicos já se apresentaram em concertos na Alemanha, Holanda, Suíça e Estados Unidos.
ASSESSORIA DE IMPRENSA:
Mario Camelo
Prisma Colab
mario@prismacolab.com.br
mariocamelo@gmail.com
+55 21 99992.3644
Postado por Allex Lourenço em 17/nov/2025 -

Spirituals, concertocom o Coro e Músicos do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, terá única apresentação no dia 22 de novembro, sábado, às 17h, pela primeira vez no palco principal. O espetáculo foi apresentado em 2023 na escadaria interna do Theatro e no ano passado, no Salão Assyrio. Com o Patrocínio Oficial Petrobras, a proposta é levar os cantores e instrumentistas do Theatro Municipal, sob direção musical e regência de Cyrano Sales, para mostrar o gênero musical que surgiu nos Estados Unidos e foi interpretado, inicialmente, por escravizados negros.
“O sucesso do espetáculo foi tanto que, em 2025, resolvemos ampliá-lo e levá-lo ao palco principal, em novembro, exatamente no mês em comemoração à Consciência Negra, para que um público ainda maior tenha a oportunidade de assistir aos grandes talentos do Coro e da Orquestra do Theatro Municipal patrocinado pela Petrobras” – afirma Clara Paulino, Presidente da Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro.
“É uma alegria ver este espetáculo chegar ao maior palco lírico do Brasil. Quando planejamos “Spirituals” em 2023, tinha certeza do sucesso, não só pelo gênero em si, que tem obras arrebatadoras, mas também pela alta qualidade de nossos músicos. Os cantores envolveram-se diretamente na escolha das peças que mais os tocam, de forma a transmitir ao público toda a emblemática verdade e potência que será presenciada e vivida por todos!” – diz Eric Herrero, Diretor Artístico da Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro.
“Para mim, é muito marcante ver o Theatro Municipal dar protagonismo à Semana da Consciência Negra com um programa inteiramente dedicado aos Spirituals, interpretados por solistas maravilhosos do nosso Coro. Ver esses artistas no palco principal traz muita força para esse programa que é muito especial para mim, pois marca a minha estreia como diretor musical e maestro no palco principal da Casa onde trabalho há pouco mais de um ano, ao lado de músicos da nossa Orquestra, do nosso pianista e dos diretores da Casa que entregarão ao público um concerto de extrema importância e significado. Será uma noite de muito orgulho e emoção e eu não poderia estar mais feliz”, ressalta Cyrano Sales, Maestro Titular do Coro do TMRJ.

Ingressos:
Frisas e Camarotes – R$60,00
Plateia e Balcão Nobre – R$40,00
Balcão Superior e Lateral – R$30,00
Galeria – R$20,00
Ingressos podem ser adquiridos através do site theatromunicipal.rj.gov.br ou na bilheteria do Theatro.
Classificação: Livre
Acessibilidade
Palestras gratuitas antes dos espetáculos
Patrocinador Oficial: Petrobras
Apoio: Livraria da Travessa, Rádio MEC, Rádio NOVA Paradiso, Rádio Roquette Pinto – 94.1 FM
Realização Institucional: Fundação Teatro Municipal, Associação dos Amigos do Teatro Municipal
Lei de Incentivo à Cultura
Realização: Ministério da Cultura e Governo do Brasil, do lado do povo brasileiro
Assessoria de imprensa TMRJ:
Cláudia Tisato – tisato.cultura@gmail.com
Assessoria externa TMRJ:
Thaisa Barreto – vozesagenciacriativa@gmail.com
Assessora Chefe de Comunicação TMRJ:
Marietta Trotta – mariettatrotta.tmrj@gmail.com
Postado por Allex Lourenço em 17/nov/2025 -

A cantora Sandra Sá é a convidada especial do concerto Soul Mais Eu – Exaltação ao Dia da Consciência Negra, que a Orquestra Sinfônica Juvenil Chiquinha Gonzaga apresentará no dia 24 de novembro no Theatro Municipal do Rio de Janeiro para celebrar a resistência e luta do povo negro por uma sociedade igualitária. O projeto tem patrocínio master da Petrogal Brasil, joint-venture Galp/Sinopec e patrocínio da Zurich Santander, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, além do apoio do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio.
Formada exclusivamente por meninas, estudantes da rede pública de ensino do Rio de Janeiro, a maioria negras, as jovens instrumentistas da OSJ Chiquinha Gonzaga não escondem a alegria de compartilhar o palco com Sandra Sá, cantora de personalidade marcante e timbre de voz singular. Para a maestra Vilane Trindade, dividir o palco com uma referência da música como Sandra, em um concerto que celebra a cultura, a luta e história afro-brasileiras, fortalece a identidade das jovens instrumentistas da orquestra e as inspira em suas jornadas musicais.
“Ter Sandra de Sá como convidada é mais do que especial. Além do talento inegável, ela é uma mulher negra que lutou muito para chegar onde está e abriu caminho para a nova geração. Ela passou por situações de discriminação, que inclusive transformou em música, que são próximas à realidade das Chiquinhas”, acredita a regente.
Além de Sandra de Sá, a OSJ Chiquinha Gonzaga convida, também, a cantora Kelly Faé para o concerto, com sua voz potente e ao mesmo tempo delicada. O repertório traz também outras canções de artistas brasileiros como Alceu Valença, Caetano Veloso, Djavan, Dorival Caymmi, Baden Powell e Vinicius de Moraes, Milton Nascimento, Manoel Ferreira Limam, além de Chiquinha Gonzaga, é claro.
Sobre a Orquestra Sinfônica Juvenil Chiquinha Gonzaga
Criada em 2021 com o intuito de ampliar a representatividade de meninas na música orquestral, a OSJ Chiquinha Gonzaga é uma formação exclusivamente feminina. Sob a regência de Priscila Bomfim, primeira maestra a reger uma ópera no Theatro Municipal, a orquestra leva o nome da primeira maestra do Brasil, simbolizando uma herança de luta, liberdade e protagonismo feminino. O grupo já se apresentou em palcos renomados no Brasil, Estados Unidos, Espanha, França, Portugal e Suíça, dividindo a cena com artistas como Alexandre Nero, Elba Ramalho, Maria Gadú, Mônica Salmaso, Toni Garrido, Wanderléa, entre outros.
A Orquestra Sinfônica Juvenil Chiquinha Gonzaga, assim como o concerto, conta com o patrocínio master da Petrogal Brasil, Joint Venture Galp/Sinopec e patrocínio da Zurich Santander, ambos por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.
Redes sociais
www.instagram.com/osjchiquinha
Programa:
Concerto Soul Mais Eu – Exaltação ao Dia da Consciência Negra
Orquestra Sinfônica Juvenil Chiquinha Gonzaga
Vilane Trindade, regência
Sandra de Sá, cantora
Kelly Faé, cantora
1ª parte
Anunciação – Alceu Valença
O que é que a baiana tem – Dorival Caymmi
Diana no frevo – Manuel Ferreira Lima
Sou você – Caetano Veloso
2ª parte – Participação especial de Kelly Faé
Berimbau – Baden Powell e Vinicius de Moraes
Incompatibilidade de Gênios – Aldir Blanc e João Bosco
Drão – Gilberto Gil
Azul – Djavan
Maria Maria – Milton Nascimento
3ª parte – Participação especial de Sandra Sá
Olhos coloridos – Macau
Bye bye tristeza – Marcos Valle / Carlos Colla
Solidão – Chico Roque / Carlos Colla
Joga fora – Michael Sullivan e Paulo Massadas
Serviço:
Soul Mais Eu – Exaltação ao Dia da Consciência Negra – OSJ Chiquinha Gonzaga
Data: 24 de novembro (terça-feira), às 19h de setembro
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro (Praça Floriano, S/N – Centro)
Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada).
Classificação etária: Livre
Patrocínio master Petrogal Brasil, Joint Venture Galp/Sinopec, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura
Patrocínio: Zurich Santander, por meio da Lei Federal de Incentivo à CulturaApoio: Theatro Municipal do Rio de Janeiro e Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro
Assessoria de imprensa
Orquestra Sinfônica Juvenil Chiquinha Gonzaga
Catharina Rocha
(21) 99205-8856 – catharocha@gmail.com
Paula Catunda
(21) 98795-6583 – paula.catunda@gmail.com
Postado por Allex Lourenço em 10/nov/2025 -

A Série Música no Assyrio traz, mais uma vez ao Theatro Municipal do Rio de Janeiro, o Quarteto Atlântico. O repertório do grupo é focado na pesquisa e execução de obras de compositores brasileiros e latino-americanos, inclusive estreando e gravando peças de compositores atuais. Além disso, os músicos também trabalham e interpretam um tradicional repertório para quartetos de cordas. A apresentação acontece no próximo domingo, dia 23 de novembro, às 11h, no Salão Assyrio, um dos mais importantes espaços do Municipal do Rio. Os ingressos a preços populares já estão disponíveis através do site theatromunicipal.rj.gov.br ou na bilheteria do Theatro.
Músicos:
Ivan Scheinvar – violino
Thiago Teixeira – violino
Luiz Felipe Ferreira – viola
Bruno Valente – cello

Sobre o Quarteto Atlântico
Completando já 12 anos de existência em 2025, o quarteto apresenta uma grande afinidade artístico-musical entre os integrantes que, por sua vez, individualmente também se destacam no cenário musical, com extensa experiência em recitais individuais, outros pequenos grupos, nas principais orquestras do estado e inclusive como solistas a nível nacional.
O grupo conta, em seu currículo, com premiações importantes em competições destacadas no Brasil, tais como: Vencedor do Concurso de Música de Câmara da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro; Menção Honrosa no Concurso Internacional de Música de Câmara do Festival Villa Lobos e Vencedor da categoria “Jovens Talentos” do edital BNDES.
O Quarteto Atlântico tem se apresentado nas principais salas de concerto do Rio de Janeiro, dentre as quais podemos destacar: Theatro Municipal do Rio de Janeiro; Cidade das Artes; Espaço Cultural BNDES; Centro Cultural da Justiça Federal, dentre tantas outras. Além disso, se apresentou em outras cidades e estados do país e, por fim, o mais importante: no começo de 2023 foi convidado para integrar a programação de um projeto em Berlim, Alemanha, tocando em uma das principais salas de concerto do mundo, a Sala Filarmônica de Berlim.
Assessoria de imprensa TMRJ:
Cláudia Tisato – tisato.cultura@gmail.com
Assessora Chefe de Comunicação TMRJ:
Marietta Trotta – mariettatrotta.tmrj@gmail.com