Postado por Daniel Bruschi em 22/jul/2023 -
O pianista húngaro András Schiff subirá ao palco do Theatro Municipal no sábado, 16 de setembro, às 20h, como a sexta atração neste ano da Série O Globo/Dellarte Concertos Internacionais. Mundialmente aclamado, Sir András recebeu vários prêmios importantes, incluindo o Grammy, o Gramophone Award, a Medalha Mozart, e foi nomeado Cavalheiro Bacharel nas Honras de Aniversário de Rainha Elizabeth em 2014 por serviços prestados à música clássica.
A Série Concertos Internacionais é apresentada pelo Ministério da Cultura e Bradesco Seguros, e corealização da Stretto, Secretaria Especial de Cultura – Ministério da Cultura, Governo Federal, e tem apoio da PwC Brasil.
SIR ANDRÁS SCHIFF
Piano
Nascido em Budapeste em 1953, Sir András Schiff estudou piano na Academia Liszt Ferenc com Pál Kadosa, György Kurtág e Ferenc Rados; e em Londres, com George Malcolm. Tendo colaborado com as principais orquestras e maestros do mundo, ele agora se concentra principalmente em recitais solo, direção de peças e regência.
Desde 2004, Sir András executou as Sonatas para Piano de Beethoven completas em mais de vinte cidades, incluindo Zurique, onde o ciclo foi gravado ao vivo para a ECM. Outras gravações aclamadas para a gravadora incluem recitais solo de Schubert, Schumann e Janáček, ao lado de Partitas de J.S. Bach, Goldberg Variations e Well-Tempered Clavier.
Apresenta-se regularmente nos festivais de Verbier, Salzburgo e Baden-Baden, no Wigmore Hall, Musikverein e Philharmonie de Paris, em turnês pela América do Norte e Ásia, e em Vicenza, na Itália, onde é curador do festival no Teatro Olímpico.
Vicenza também é o lar da Cappella Andrea Barca – uma orquestra de câmara que Sir András fundou em 1999 composta por solistas internacionais, músicos de câmara e amigos. Juntos, eles se apresentaram no Carnegie Hall, Festival de Lucerna e Salzburg Mozartwoche.
Sir András tem uma relação estreita com a The Chamber Orchestra of Europe, Budapest Festival Orchestra e a Orchestra of the Age Enlightenment. Em 2018 aceitou a função de Artista Associado da OAE, complementando seu interesse em atuar em instrumentos de teclado de época.
Ele continua a apoiar novos talentos, principalmente através de sua série “Building Bridges”, que dá oportunidades de performance para jovens artistas promissores. Também leciona nas academias Barenboim-Said e Kronberg e dá palestras e masterclasses frequentes. Em 2017, seu livro “Music Comes from Silence”, ensaios e conversas com Martin Meyer, foi publicado pela Bärenreiter e Henschel.
As muitas honrarias de Sir András Schiff incluem a Medalha de Ouro da Fundação Mozarteum Internacional (2012), a Grande Cruz de Mérito com Estrela da Alemanha (2012), a Medalha de Ouro da Royal Philharmonic Society (2013), um Título de Cavaleiro por Serviços à Música (2014), um Doutorado do Royal College of Music (2018) e a Medalha Bach da Cidade de Leipzig (2022).
16 de setembro, sábado, às 20h.
ANDRÁS SCHIFF, piano
Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Desconto de 50% (eventos avulsos) Idoso, Estudante e Clube Sou + Rio O Globo.
Ingressos:
Frisas e Camarotes: R$ 3.000,00
Plateia/Balcão Nobre: R$ 500,00
Balcão Superior: R$ 200,00
Galeria: R$ 100,00 / R$ 50,00
Classificação livre
Acessibilidade garantida
Vendas em ingressos.dellarte.com.br ou tel.: (21) 3235-8500 / whatsapp (21) 98698-1103 / e-mail dellarte@dellarte.com.br
Horário de atendimento: de 2a. a 6a., de 9h às 17h.
MAIS INFORMAÇÕES:
Reg Murray – Assessoria de Imprensa
regmurray.jornalista@gmail.com
(21) 98892-1549 celular e whatsapp
(24) 2221-0987
Postado por Daniel Bruschi em 19/jul/2023 -
O Theatro Municipal do Rio de Janeiro está de volta com uma exposição itinerante que, a partir de 3 de agosto, leva ao público de Porciúncula, município da região noroeste fluminense, importantes momentos de sua história. É o projeto “Theatro Municipal em Turnê”, lançado em 2021 na Imprensa Oficial, em Niterói, e que já passou por Cambuci e São João da Barra em 2022, e outros municípios do estado do Rio neste ano. Neste circuito da exposição itinerante, são revelados momentos significativos de um dos maiores teatros do país: desde a construção e inauguração, em 1909, até os dias atuais.
Para a abertura da exposição no dia 3 de agosto, a partir das 17h30, está programada uma apresentação musical com o dueto de artistas do TMRJ, Fernanda Schleder e Frederico de Assis, e o pianista Calebe Faria. Eles também se apresentarão no dia seguinte, 4 de agosto.
“A Exposição Itinerante Theatro Municipal em Turnê permite com que o público se sinta ainda mais próximo do TMRJ. Nos painéis que compõem o circuito, temos contato com as grandes apresentações e artistas que já passaram pelo palco do Theatro, e também contamos um pouco sobre a história e como funciona o TMRJ atualmente”, ressalta a presidente da Fundação Teatro Municipal, Clara Paulino.
“Tem sido uma grande realização do CEDOC em poder levar um pouco da história do TMRJ para todo o estado, onde vemos o interesse por todo esse conteúdo se expandindo e trazendo novos públicos para o Theatro Municipal. Compartilhar um pouco de nossa trajetória tem sido enriquecedor!”, afirma Laura Ghelman, coordenadora do Centro de Documentação do TMRJ (CEDOC).
Pelos painéis, o público vai poder ter contato com os projetos originais do Theatro, fruto do concurso finalizado em 1904, além das pinturas e esculturas que adornam o prédio, de artistas como Eliseu Visconti e Rodolfo Amoedo.
Clássicos como O Lago dos Cisnes e O Quebra-Nozes, de Tchaikovsky, II Trovatore, de Giuseppe Verdi e O Guarany, de Carlos Gomes também serão relembrados em textos e fotos.
Fazendo um paralelo com o contemporâneo, as reformas pelas quais o Theatro passou estão presentes – como a de 2008 – lembrando o quanto é importante à preservação desse rico patrimônio.
Os três corpos artísticos do TMRJ – o Corpo de Baile, o Coro e a Orquestra Sinfônica, todos foram criados na década de 1930 e também serão homenageados na exposição. Nomes como Francisco Braga, primeiro maestro titular da OSTM, passando pelas bailarinas Maria Olenewa, Ana Botafogo, entre tantas outras estrelas, marcaram a história do Municipal.
A duração do percurso da exposição leva em média 40 minutos e será um marco importante na trajetória do Municipal.
Serviço:
Theatro Municipal em Turnê
Local: Centro Cultural Dr. Edésio Barbosa da Silva
Endereço: Avenida José Tannus – Centro – RJ
Data: 3 de agosto a 9 de setembro
Abertura da exposição: 17h30
Horário de funcionamento: segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. Sábados, 8h às 13h.
Classificação: Livre
Entrada franca
Realização: Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Postado por Daniel Bruschi em 18/jul/2023 -

O concerto de 19 de setembro de 2023, às 19h, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, presta uma justa e merecida homenagem a um dos mais importantes maestros brasileiros do século XX, que foi Henrique Morelenbaum, falecido em 2022. No mês em que completaria 92 anos, a Orquestra Sinfônica da UFRJ, a Associação de Canto Coral e a Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro se juntam para homenagear o maestro que marcou sua trajetória artística nas três instituições. Morelenbaum foi aluno de violino, viola e regência da Escola de Música e posteriormente professor de Harmonia, Contraponto, Fuga e Composição. No Theatro Municipal do Rio de Janeiro foi maestro adjunto da Orquestra Sinfônica, tendo dirigido inúmeros espetáculos de ópera, balé e concertos, além de dirigir a instituição por duas vezes. Com a Associação de Canto Coral realizou vários concertos e gravações.
O concerto contará com a participação da soprano Flávia Fernandes, representando o Theatro Municipal, onde estreou como solista pelas mãos de Morelenbaum. O Coro Sinfônico da Associação de Canto Coral foi preparado pelo maestro Miguel Torres, sob a direção de Jésus Figueiredo. E para homenagear o pai, Jaques Morelenbaum, violoncelista e compositor, escreveu uma obra em homenagem ao pai quando ele fez 70 anos (Uma Noite em Laguev) e vai tocar no palco do Municipal.
No programa, ‘In Memoriam’, de Ernst Bloch, e ‘Pastoral’, de Ernani Aguiar remetem à cultura e religião judaicas de Morelenbaum, nascido na Polônia em 1931 e naturalizado brasileiro. Já ‘Psalmus’, de João Guilherme Ripper, e ‘Celebrare’, de Ronaldo Miranda, integram o programa como dupla homenagem ao professor por dois de seus mais destacados alunos de Composição: a obra de Ripper foi dedicada a Morelenbaum em 2002; a de Miranda por ele estreada em 2005. As obras de Villa-Lobos, recorrentes nos programas de concertos regidos por Morelenbaum, representam seus profundos conhecimentos de Contraponto e Fuga, através do Prelúdio da Bachianas Brasileiras no.4, como também sua dedicação à música brasileira, através das Quatro Canções de ‘Floresta do Amazonas’. A Orquestra Sinfônica da UFRJ se apresentará sob o comando de André Cardoso, outro ex-aluno de Morelenbaum.

Sobre a Associação de Canto Coral (ACC)
A fundadora e primeira diretora musical, Cleofe Person de Mattos, musicóloga e professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro, estudou e descobriu obras de compositores do nosso passado musical, especialmente as do Padre José Maurício Nunes Garcia. Desta pesquisa resultou o resgate e a difusão de grande número de obras do nosso passado colonial.
A Associação de Canto Coral atuou com grandes orquestras, sob a direção de maestros renomados internacionalmente como Igor Stravinsky, Karl Richter, Victor Tevah, Sir Colin Daves, Helmuth Rilling, Jacques Pernoo e diretores brasileiros de prestígio, como Villa-Lobos, Camargo Guarnieri, Francisco Mignone, Isaac Karabtchevsky, Alceo Bocchino, Benito Juarez, Henrique Morelenbaum, entre outros.

Flavia Fernandes – Soprano
Natural do Rio de Janeiro, iniciou seus estudos musicais ao piano aos 6 anos de idade. Mais tarde, começou a se dedicar ao canto lírico, graduando-se pela Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Reconhecida pela beleza e refinamento de seu timbre, o soprano passou pelas principais salas de concerto do Brasil, interpretando os papéis de Margherite (Faust, de Gounod), Micaela (Carmen, de Bizet), Liù (Turandot, de Puccini), Polly Peachum(The Threepenny Opera, de Kurt Weill), Marzelinne (Fidelio, de Beethoven),Nannetta (Falstaff, de Verdi), Ghita (O Anão, de Zemlinsky), Krista (O Caso Makropulos, de Janacek), Wellgunde (Götterdämmerung e Das Rheingold, de R.Wagner), Gontran de Boismassif (Une Education Manquée, de Chabrier), Karolka (Jenufa, de Janacek), Rosalia (Jupyra, de Francisco Braga), Helena (A Midsummer night’s dream, de Britten), entre outros. Seu repertório sinfônico também é abrangente, tendo executado obras como Floresta do Amazonas (Villa-Lobos), Nona Sinfonia (Beethoven), Stabat Mater e Petite Messe Solenelle (Rossini), Sinfonia n.2 e n.4 (Mahler), Requiem (Mozart), Te Deum (Bruckner) e Ein Deutsches Requiem (Brahms). Participou da estréia da ópera “O Caixeiro da Taverna”, de Guilherme Bernstein,como Deolinda, papel criado especialmente para ela pelo compositor. Também fez a estreia brasileira de “O Homem que Confundiu sua Mulher com um Chapéu”, de Michael Nyman, no Theatro São Pedro (SP). Participou como solista da gravação em CD da Missa de Santo Inácio, de Domenico Zipoli, e da obra Três Salmos (Pe. José Maurício), ao lado da Orquestra Unisinos, sob a regência do maestro Roberto Duarte. Gravou com a Orquestra Filarmônica de Goiás a obra “Canticum Naturale”, de Edino Krieger, para o selo Naxos, sob a regência do maestro Neil Thomson, com lançamento previsto para novembro deste ano.

Sobre André Cardoso
Violista e regente graduado pela Escola de Música da UFRJ, com Mestrado e Doutorado em Musicologia pela UNIRIO. Recebeu, durante três anos, bolsa da Fundação Vitae para curso de aperfeiçoamento na Argentina, na Universidade de Cuyo (Mendoza) e no Teatro Colón de Buenos Aires. Em 1994, foi o vencedor do Concurso Nacional de Regência da Orquestra Sinfônica Nacional da UFF, passando a atuar à frente de conjuntos como as sinfônicas da Paraíba, de Minas Gerais, do Espírito Santo, de Campinas, do Teatro Nacional de Brasília, a Sinfônica Brasileira, a Petrobras Sinfônica e do Instituto Superior de Artes do Teatro Colón. No Theatro Municipal do Rio de Janeiro foi maestro assistente da Orquestra Sinfônica entre 2000 e 2007 e diretor artístico da instituição nas temporadas de 2015 e 2016. Como pesquisador publicou inúmeros artigos e dois livros. É professor de regência e prática de orquestra da Escola de Música da UFRJ, da qual foi diretor por dois mandatos consecutivos, entre 2007 e 2015. É membro da Academia Brasileira de Música, que presidiu entre 2014 e 2017.
Serviço:
Concerto em homenagem ao maestro Henrique Morelenbaum
Participação especial de Jaques Morelenbaum
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Endereço: Praça Floriano, S/N – Centro, Rio de Janeiro
Data: 19 de setembro – terça-feira
Horário:19h
Ingressos à venda:
Preços:
Frisas e Camarotes: R$50,00 (individual)
Plateia e Balcão Nobre: R$30,00
Balcão Superior: R$30,00
Galeria:R$20,00
Classificação: Livre
Assessoria de Imprensa TMRJ:
Cláudia Tisato
Assessor Chefe de Comunicação TMRJ
Felipe Gelani
Postado por Daniel Bruschi em 12/jun/2023 -
A Orquestra Parassinfônica de São Paulo – OPESP – primeira orquestra brasileira que dá protagonismo às pessoas com deficiência, fará um concerto especial no dia 28 de agosto, às 19h, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Após estrear a temporada 2023 no 53º Festival de Inverno de Campos do Jordão, o maior evento de música clássica da América Latina, a orquestra se apresentou em Ribeirão Preto, Tatuí, Campinas e agora se prepara para proporcionar momentos inesquecíveis ao público do Rio de Janeiro.
A OPESP estará sob regência do reconhecido maestro Marcos Arakaki e com a participação especial da soprano Caroline Brito. A orquestra, que percorre desde 2022 uma jornada em direção à inclusão social por meio da música clássica, após a apresentação no Rio de Janeiro, segue turnê para mais outros três concertos, passando pela capital paulista, Botucatu e Santos.
Para este concerto a OPESP trará um repertório diversificado que inclui obras de compositores como Mozart, Schubert, Tchaikovsky entre outros. O público terá a oportunidade de se maravilhar com performances memoráveis e mergulhar na magia da música clássica.
“A grande maioria dos músicos da OPESP vivenciou pela primeira vez na vida a experiência da rotina de uma orquestra sinfônica. Dadas todas as dificuldades impostas sobre as pessoas com deficiência, para elas chegava a ser difícil até mesmo encontrar escolas de música para estudar. Hoje serem protagonistas da OPESP e terem contato com um corpo técnico deste nível, é extremamente recompensador”, detalha Igor.
Sobre a OPESP
Promover inclusão social por meio da música clássica era o sonho do produtor cultural e mestre em atividades culturais e artísticas Igor Cayres. Com vivências pessoais e profissionais com cadeirantes no passado, em 2022 ele conseguiu captar patrocinadores, encontrar profissionais habilitados, selecionar e capacitar uma orquestra de mais de 30 pessoas e estrear a OPESP – a primeira orquestra parassinfônica de São Paulo – em nenhum lugar menos que a Sala São Paulo, mesmo palco por onde passam gigantes da música mundial.
O gigantesco esforço valeu a pena. No mesmo ano o projeto conquistou o Prêmio Governo do Estado de São Paulo para as Artes 2022 na categoria Inclusão, Diversidade e Acesso à Cultura e ganhou novo fôlego para seguir seu caminho.
O projeto envolve, além de ensaios e concertos, a preparação de todos os músicos por meio de aulas em um processo de crescimento e amadurecimento. A área pedagógica da orquestra está sob a coordenação da pianista e renomada professora Aída Machado, Mestre em Música ECA-USP.
A OPESP é uma realização da Associação Orquestra Parassinfônica do Estado de São Paulo – OPESP, apresentada pela Shell, John Deere e Ministério da Cultura, com apoio da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado do Rio de Janeiro, do Governo do Estado de São Paulo por meio da Secretaria de Cultura, Economia e Indústria Criativas, e patrocínio da Syngenta, Raia Drogasil, Liberty Seguros.
Mais informações: www.opesp.com.br
Sobre a OPESP
Promover inclusão social por meio da música clássica era o sonho do produtor cultural e mestre em atividades culturais e artísticas Igor Cayres. Com vivências pessoais e profissionais com cadeirantes no passado, em 2022 ele conseguiu captar patrocinadores, encontrar profissionais habilitados, selecionar e capacitar uma orquestra de mais de 30 pessoas e estrear a OPESP – a primeira orquestra parassinfônica de São Paulo – em nenhum lugar menos que a Sala São Paulo, mesmo palco por onde passam gigantes da música mundial.
O gigantesco esforço valeu a pena. No mesmo ano o projeto conquistou o Prêmio Governo do Estado de São Paulo para as Artes 2022 na categoria Inclusão, Diversidade e Acesso à Cultura e ganhou novo fôlego para seguir seu caminho.
O projeto envolve, além de ensaios e concertos, a preparação de todos os músicos por meio de aulas em um processo de crescimento e amadurecimento. A área pedagógica da orquestra está sob a coordenação da pianista e renomada professora Aída Machado, Mestre em Música ECA-USP. A OPESP é uma realização da Associação Orquestra Parassinfônica do Estado de São Paulo – OPESP, apresentada pela Shell, John Deere e Ministério da Cultura, com apoio da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado do Rio de Janeiro, do Governo do Estado de São Paulo por meio da Secretaria de Cultura, Economia e Indústria Criativas, e patrocínio da Syngenta, Raia Drogasil, Liberty Seguros.
OPESP – TEMPORADA DE CONCERTOS 2023
Rio de Janeiro – Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Dia: 28 de agosto
Horário: 19h
Endereço: Praça Floriano, S/N – Centro, Rio de Janeiro – RJ, 20031-050
Ingressos: R$ 20 em www.opesp.com.br
Botucatu – Teatro Municipal de Botucatu
Dia: 16 de setembro
Horário: 20h
Endereço: Praça Coronel Rafael de Moura Campos, 27 – Centro, Botucatu – SP, 18600-000
São Paulo – Sala São Paulo
Dia: 30 de setembro
Horário: 21h
Endereço: Praça Júlio Prestes, 16 – Campos Elíseos, São Paulo – SP, 01218-020
Santos – Teatro Municipal Braz Cubas
Dia: 14 de outubro
Horário: 20h
Endereço: Av. Senador Pinheiro Machado, 48 – Vila Mathias, Santos – SP, 11075-907
Informações à imprensa
AGÊNCIA PRIORIZA
Annete Morhy – (11) 98777.3377 – annete@prioriza.ag
Marlene Francisco – (11) 99619-0961 – marlene@prioriza.ag
William Bispo – (12) 981086633 – william@prioriza.ag
Postado por Daniel Bruschi em 12/jun/2023 -

A primeira vez que Anne Carrere esteve no Brasil foi em 2015, para comemorar o centenário de nascimento de Édith Piaf, interpretando a carreira de Piaf através de suas grandes canções, que fazem parte do patrimônio musical mundial.
Em agosto, Anne Carrere volta ao Brasil com o show “Piaf! Non, je ne regrette rien”. Maior intérprete de Piaf, a cantora francesa se apresentará em Belo Horizonte (MG), no dia 18 de agosto, no Palácio das Artes; São Paulo (SP), em 19 de agosto, no Espaço Unimed; Curitiba (PR), em 20 de agosto, no Teatro Positivo; Porto Alegre (RS), em 25 de agosto no Auditório Araújo Vianna; e no Rio de Janeiro, em 26 e 27 de agosto, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
Em cena, Carrere será acompanhada por quatro maestros, em um espetáculo que percorre a história de vida de Piaf desde os anos 30 quando, sem dinheiro, cantava nas ruas e nos bares de Paris para sobreviver, tempo da “La Mome” (La Vie En Rose), até 1961, quando se apresentou no palco do Olympia, um dos mais memoráveis concertos da vida de Piaf.
Com mais de 300 shows em 50 países, o grupo mergulha na vida de Édith Piaf, trazendo ao público durante 90 minutos uma experiência de tirar o fôlego. Os arranjos sublimes ficam a cargo de Guy Giuliano.
“A intenção do show não é simplesmente cantar ou trazer ao palco, mais uma vez, a canção de Piaf, mas sim colocar o tom na música e seguir em direção à sensibilidade para alcançar o íntimo e apresentar a mulher por trás da artista” diz Anne Carrere.
“Só houve uma e nunca haverá outra Édith Piaf, insubstituível e única, mas a voz de Anne é sua melhor representação em 50 anos!” – Germaine Ricord, cantora e amiga de Édith Piaf
“Anne Carrere pode milagrosamente capturar a alma de Piaf e habilmente reviver seu espírito…” –
The New York Times
“A voz e a personalidade de Anne Carrere nos remetem a Édith Piaf no topo de sua carreira” – Bernard Marchois, Presidente do Comitê PIAF e diretor do Museu Piaf de Paris
“Anne Carrere é a voz de Piaf no século XXI” – El Diario, Mexico
Um pouco sobre Anne Carrere
Nascida em Toulon, sul de França, em 15 de agosto de 1985, Anne Carrere começou cedo nas artes, cantando já com apenas 3 anos, em família. Na autobiografia, escreveu: “Apaixonada pela música, passei a minha infância a aprender dança clássica, jazz, piano, solfejo, flauta transversal, teatro, comédia musical e CANTO” – assim mesmo, em maiúsculas.
Foi isso que a levou a diversos palcos e programas de televisão, aprendendo jazz vocal com Michel Pettruciani, sendo apresentada por Michel Fugain no seu programa “Attention Mesdames et Messieurs” e conhecendo a cantora Germaine Ricord, que nos anos 1960 fizera primeiras partes dos concertos de Piaf e acabou por ser decisiva no seu caminho artístico posterior.
Mas, Piaf chegou ainda mais cedo. “Ela entrou na minha vida quando eu tinha 3 anos”, diz Carrere. “Não imaginava que um dia iria fazer Piaf, nem que iria desempenhar esse papel num musical tão importante. A minha avó ouvia Piaf em casa e foi com ela que conheci as suas maiores canções, embora ainda não as entendesse naquela idade”.
“O que mais me dá prazer nesse espetáculo é poder interpretar as canções de Édith Piaf, bem como a oportunidade de cantar como quero. Porque eu não sou Édith Piaf, nem posso cantar como ela. Canto com a minha alma, com o meu corpo, com o que me dá a minha voz, as minhas emoções e sentimentos. É por isso que gosto do espetáculo. É sobre Piaf, mas não é uma imitação, o que correria o risco de parecer uma caricatura”.
A importância de Piaf, segundo Anne Carrere, não se perderá com o tempo. “Ela teve um grande sucesso na sua época, porque representava verdadeiramente uma história de vida, com vários infortúnios, e muita gente a conhecia não apenas pela sua música, mas também por esses episódios que viveu. Mas, Piaf atravessou o século e as suas canções tornaram-se intemporais, as letras são histórias que nos contam as coisas da vida, as emoções, e as melodias fazem já parte da vida das pessoas. Quando falamos de Piaf, falamos da sua vida, sobretudo, e naturalmente da sua carreira”.
Em 2014, Carrere passou no teste para ser escalada em musicais, começando pelo que celebrava os 100 anos de Édith Pìaf, com apresentações agendadas ao redor do mundo – em países como o Brasil, a Grécia, a Polônia e os Estados Unidos.
Anne Carrere, é desde então, a intérprete de Édith Piaf mais ouvida nos últimos tempos.
O ingresso para os espetáculos estão disponíveis em nosso site e também nos links abaixo:
Dia 26/agosto/2023 – Theatro Municipal do Rio de Janeiro – 20h00 – https://www.ticket360.com.br/evento/27134/ingressos-para-piaf-por-anne-carrere
Dia 27/agosto/2023 – Theatro Municipal do Rio de Janeiro – 20h00 – https://www.ticket360.com.br/evento/27135/ingressos-para-piaf-por-anne-carrere
Postado por Daniel Bruschi em 11/jun/2023 -
A próxima atração da Série O Globo/Dellarte Concertos Internacionais apresenta a Lucerne Symphony Orchestra com regência de Michael Sanderling e o violoncelista Steven Isserlis na quinta-feira, dia 24 de agosto, às 20h, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
No programa, Egmont de Beethoven, seguida de Isserlis que tocará o concerto para violoncelo e orquestra de Schumann, Op. 129, uma obra-prima. A noite culmina com uma obra grandiosa de Beethoven, a Sinfonia No. 5 em dó menor, Op. 67, uma composição que transcende o tempo e a cultura, sendo uma verdadeira celebração da música clássica.
Orquestra sinfônica mais antiga da Suíça, a Lucerne Symphony Orchestra alcançou prestígio internacional e é considerada uma das principais orquestras suíças. O violoncelista britânico Steven Isserlis é aclamado mundialmente por sua profunda musicalidade e maestria técnica.
LUCERNE SYMPHONY ORCHESTRA
Lucerne Symphony Orchestra foi fundada em 1805/06, ao mesmo tempo em que Beethoven escrevia seu Concerto para Violino, sua Quarta Sinfonia e seu Quarto Concerto para Piano. Com seus 200 anos de história, a orquestra combina com tradição e inovação
Promove ativamente novas músicas através da encomenda de obras de compositores como Sofia Gubaidulina, Dieter Ammann, Rodion Shchedrin, Thomas Adès e Wolfgang Rihm. A série Rising Stars, concertos na hora do almoço e o Prêmio Arthur Waser sinalizam o compromisso da orquestra em promover jovens talentos. Tem sua própria academia de orquestra e um programa abrangente de divulgação, pelo qual recebeu o prêmio “Junge Ohren” em 2018.
A Lucerne Symphony Orchestra já se apresentou em mais de 30 países em 4 continentes, nas salas de concerto mais conhecidas do mundo, como Amsterdam Concertgebouw, Philharmonie de Paris, Barbican Hall de Londres, St. Petersburg Philharmonie, Salzburg Great Festival Hall, Vienna Musikverein, Sala de Concertos Tchaikovsky de Moscou, Centro de Artes de Seul e Suntory Hall em Tóquio. Michael Sanderling ocupa o cargo de Maestro Principal da orquestra desde a temporada 2021/22.
Michael Sanderling ocupou seu primeiro cargo principal na Kammerakademie Potsdam, detendo o título de Diretor Artístico de 2006 a 2011. De 2011 a 2019, Michael Sanderling foi Maestro Principal do Dresdner Philharmonie. Durante sua gestão, ele distinguiu a orquestra como um dos principais conjuntos da Alemanha, liderando os músicos em uma ampla variedade de formatos de concerto em Dresden e em inúmeras turnês internacionais. Junto com a orquestra gravou as sinfonias completas de Beethoven e Shostakovich para Sony Classical para documentar esta colaboração especial. Sua extensa discografia inclui gravações de importantes obras de Dvořák, Schumann, Prokofiev, Tchaikovsky, e as sinfonias completas de Beethoven e Shostakovich. Inclui também uma gravação de obras para violoncelo e orquestra de Bloch, Korngold, Bruch e Ravel com Edgar Moreau e a Orquestra Sinfônica de Lucerna, este último foi lançado recentemente pela Warner Classics.
Aclamado mundialmente por sua profunda musicalidade e maestria técnica, o violoncelista britânico Steven Isserlis desfruta de uma carreira única e distinta como solista, músico de câmara, educador, autor e radialista.
Como solista concertista, apresenta-se regularmente com as principais orquestras e maestros do mundo, incluindo a Filarmónica de Berlim, a Orquestra Sinfónica Nacional de Washington, a Filarmónica de Londres e as orquestras de Zurique Tonhalle. Ele dá recitais a cada temporada nos principais centros musicais e toca com muitas das principais orquestras de câmara do mundo, incluindo as orquestras de câmara australiana, Mahler, norueguesa, escocesa, Zurique e St Paul, bem como conjuntos de instrumentos de época, como a Orquestra de o Age of Enlightenment e a Philharmonia Baroque Orchestra.
Escrever e brincar para crianças é outro grande entusiasmo. Ele escreveu o texto de três histórias musicais para crianças – Little Red Violin, Goldiepegs and the Three Cellos e Cindercella – com música da compositora vencedora do Oscar Anne Dudley; estes são publicados pela Universal Edition em Viena. Ele também deu muitos concertos para crianças, apresentando por vários anos uma série regular em Nova York.
Como escritor e locutor, ele contribui regularmente para publicações como Gramophone, The Daily Telegraph e The Guardian, foi editor convidado da revista The Strad e faz aparições regulares na Rádio BBC.
Seus diversos interesses se refletem em uma extensa e premiada discografia. Sua gravação da Solo Cello Suites completa de JS Bach para Hyperion recebeu a maior aclamação da crítica e foi o Álbum Instrumental do Ano da Gramophone e a Escolha da Crítica no Classic BRITS.
A Série Concertos Internacionais é apresentada pelo Ministério da Cultura e Bradesco Seguros, e corealização da Stretto, Secretaria Especial de Cultura – Ministério da Cultura, Governo Federal, e tem apoio da PwC Brasil.
Programa:
Ludwig van Beethoven (1770-1827)
Abertura Egmont, Op. 84
Robert Schumann (1810-1856)
Concerto para violoncelo e orquestra, Op. 129
Ludwig van Beethoven (1770-1827)
Sinfonia No. 5 em dó menor, Op. 67
24 de agosto, quinta-feira, às 20h
Lucerne Symphony Orchestra
Michael Sanderling, regente
Steven Isserlis, violoncelo
Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Desconto de 50% (eventos avulsos) Idoso, Estudante e Clube Sou + Rio O Globo.
Ingressos:
Frisas e Camarotes: R$ 3.000,00
Plateia/Balcão Nobre: R$ 500,00
Balcão Superior: R$ 200,00
Galeria: R$ 100,00 / R$ 50,00
Classificação livre
Acessibilidade garantida
Vendas em ingressos.dellarte.com.br ou tel.: (21) 3235-8500 / whatsapp (21) 98698-1103 / e-mail dellarte@dellarte.com.br
Horário de atendimento: de 2a. a 6a., de 9h às 17h.
PRÓXIMOS CONCERTOS SÉRIE O GLOBO/DELLARTE
16 de setembro, sábado, às 20h.
ANDRÁS SCHIFF, piano
23 de outubro, segunda-feira, às 20h
MARIA JOÃO PIRES, piano
18 de novembro, sábado, às 20h
KRISTINE OPOLAIS, soprano
Agnese Eglina, piano
MAIS INFORMAÇÕES:
Reg Murray – Assessoria de Imprensa
regmurray.jornalista@gmail.com
(21) 98892-1549 celular e
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Postado por Daniel Bruschi em 11/jun/2023 -

Os jovens bailarinos da Cia BEMO TMRJ estarão à cargo dos ballets “Bodas de Aurora (de A Bela Adormecida), IM Wald (In the Forest), Animated Frescoes e Capricho Espanhol, espetáculo criado especialmente para a companhia pela AMADANÇA nos dias 17, 18 e 19/08 19h e 20/08 17h. Participe e viva conosco este lindo espetáculo que estreia na próxima semana no Theatro Municipal do Rio de Janeiro!
A Cia Ballet da Escola Maria Olenewa do Theatro Municipal do Rio de Janeiro — Cia BEMO — é uma companhia de dança formada por bailarinos nos últimos anos de estudo e profissionais, em sua maioria formados pela Escola Estadual de Dança Maria Olenewa – EEDMO TMRJ. Fundada em 2018, a Cia BEMO TMRJ proporciona a seus membros uma experiência da rotina profissional em ballets clássicos de repertório.
Compre seu ingresso neste link. Ingessos disponíveis também na bilheteria e no site do Theatro.
Adaptação e remontagem Jorge Texeira
Remontador convidado Alysson Rocha
Ensaiadores Jorge Texeira, Déborah Ribeiro,
Monica Barbosa e Hélio Bejani
Figurino Tânia Agra e Ursula Felix
Iluminação Paulo Ornellas
Fotografia Daniel Ebendinger
Design Carla Marins
Direção Geral
Hélio Bejani
Realização da AMADANÇA com o apoio do Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
Ingressos promocionais:
Camarote [ingresso individual] R$30
Plateia e Balcão Nobre R$30
Balcão R$20
Galeria R$10
O espetáculo inicia pontualmente no horário e possui um intervalo de 20 minutos.
Os ballets:
Bodas de Aurora
Concepção e adaptação Hélio Bejani e Jorge Texeira d’après Marius Petipa
Música Pyotr Ilyich Tchaikovsky
“Bodas de Aurora”, Ato III do ballet ‘A Bela Adormecida’ é a grande realização da carreira do coreógrafo Marius Petipa. Com música de Tchaikovsky, no auge do estilo clássico conta histórias do universo infantil, dos contos de fadas do famoso escritor Charles Perrault. Cattalabute, o mestre de cerimônias, abre as portas do salão do palácio, que foi preparado para o casamento da princesa Aurora e do príncipe Desiré. O Rei e a Rainha com sua corte recebem a Fada Lilás, que convidou todos os personagens encantados de contos de fadas infantis: Príncipe Florestan e as Pedras Preciosas, Gato de Botas e Gata Branca, Pássaro Azul e a Princesa Florine, Chapeuzinho Vermelho e o Lobo Mau, Cinderela e o Príncipe para participarem da comemoração. Todos dançam alegremente. A princesa casa-se com o príncipe.
Aurora
Marcella Borges e Alyson Trindade, Manuela Roçado e Rodrigo hermesmeyer ou Isa Mattos e Michael Willian
Fada Lilás
Olivia Zucarino ou Stephanie Vanira
Gato de Botas
Gabriela Branco e Miguel Alves
Tálita Araújo e Gabriel Araújo
Pássaro Azul
Diovana Piredda e Luiz Paulo Martins
Ana Luiza Azer e Raffa Lima
Chapeuzinho e o Lobo
Barbara Ricciotti e Romilton Santana
Sophia Zucarino
Emerson Mateus
Cinderela
Tabata Salles e Romilton Santana
Julia Xavier e Moises Pepe
Pedras Preciosas
Manuela Xavier
Letícia Hernandes
Ana Leticia Fonseca
Gabriela Del Pino
Júlia Xavier
Michael Willian
José Ailton
Ana Luiza Azer
Valsa
Maria Eduarda Coelho
Stephanie Vanira
Helena Lima
Sophia Zucarino
Augusto Nardy
Ananda Pascoal
Ana Carolina Mendes
Bia Favaron
Thiago de Souza
Fernando Stassen
Barbara Ricciotti
Igor de Lucas
Fernanda Lima
Beatriz Bastos
Marina Tessarin
Gabriel Araújo
Emerson Mateus
Miguel Alves
Cauanny Santos
Moises Pepe
Marco Bispo
Três ballets de diferentes estilos, o contemporâneo Im Wald (In the Forest), o neoclássico Animated Frescoes e o Clássico Capricho Espanhol com participação de bailarinos convidados contratados do Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
[Duração 35 minutos]
Capricho Espanhol
Coreografia Jorge Texeira d’après Jorge Garcia
Música Jules Massenet
Bailarinos:
Gabriela Cidade
Raffa Lima
Marcella Borges
Alyson Trindade
Michael Willian
Ana Flávia Alvim
Diovana Piredda
Isa Mattos
Manuela Roçado
José Ailton
Emerson Mateus
Tabata Salles
Luiz Paulo Martins
Romilton Santana
Ana Luiza Azer
Moises Pepe
Animated Frescoes
Coreografia Alexander Gorsky
Remontagem Jorge Texeira
Música Cesare Pugni
Bailarinos:
Animated Frescoes
Gabriela Branco
Manuela Xavier
Letícia Hernandes
Ana Leticia Fonseca
Gabriela Del Pino
Diovana Piredda
Tálita Araújo
Ana Luiza Azer
IM Wald (In the Forest)
Coreografia Xin Peng Wang
Música Camile Pépin
Remontagem Alysson Rocha
O casamento da música e da dança atua como um motor para impulsionar a criatividade de um novo trabalho. A peça «Im Wald» de Xin Pen Wang de 2019, criada para sete homens, utiliza a partitura orquestral «Vajrayӑna» do compositor Camile Pépin para explorar conceitos da filosofia oriental e da metafísica.
Bailarinos:
Rodrigo Hermesmeyer
Michael Willian
José Ailton
Luiz Paulo Martins
Michael Willian
Rodolfo Saraiva
Glayson Mendes
Raffa Lima
Design: Carla Marins
Fotografia: Daniel Ebendinger
• Adaptação e Remontagem: Jorge Texeira
• Remontador Convidado: Alysson Rocha
• Ensaiadores: Jorge Texeira, Déborah Ribeiro, Monica Barbosa e Hélio Bejani
• Direção Geral: Hélio Bejani
Postado por Daniel Bruschi em 10/jun/2023 -

O cantor e compositor João Bosco sobe ao palco do Theatro Municipal em única apresentação para o show: “João Bosco In Concert”.
Acompanhado de uma orquestra no estilo “Jazz sinfônico”, João Bosco apresenta seu brilhante e inesquecível repertório consagrado em temas de novelas e em nossas memórias afetivas, repleto de sucessos que o acompanham ao longo de mais de 50 anos.
Serviço:
Nome do espetáculo: João Bosco In Concert
Duração: 2h
Data: 08/08/2023
Horário: 19:30h
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Sala: Sala de Espetáculos
Endereço: Praça Floriano, s/nº – Centro
Classificação: Livre
Ingressos disponíveis na bilheteria do Theatro ou através do site.
Frisas – valor R$300,00
Camarotes – valor R$300,00
Plateia – valor R$ 300,00
Balcão Nobre – valor R$300,00
Balcão Superior – valor R$250,00
Balcão superior lateral- valor R$220,00
Galeria – valor R$200,00
Galeria lateral – R$180,00
Postado por Daniel Bruschi em 10/jun/2023 -
A versatilidade e a ampla gama de expressões dos instrumentos das famílias dos metais e da percussão estão no coração do concerto que a Orquestra Sinfônica Brasileira leva ao Theatro Municipal do Rio de Janeiro no dia 24 de julho. Passeando por fanfarras triunfantes, melodias introspectivas, danças e canções, o espetáculo explora todo o brilhantismo desse poderoso agrupamento orquestral. No programa estão joias da música renascentista, mas também obras contemporâneas e clássicos do cancioneiro popular brasileiro. Assume a regência o maestro Wagner Polistchuk.
A noite começa com a vivaz Canzon Septimi Toni, do compositor renascentista Giovanni Gabrieli. A obra integra uma coleção de música para metais que o veneziano escreveu para fins religiosos e foi publicada no ano de 1597, sob o título Sacrae Symphoniae. Na Canzon, o material musical é brilhantemente explorado de maneira dialógica, propiciando uma espécie de conversa sonora entre os instrumentos. O programa segue com mais uma obra quinhentista, agora do compositor Tielman Susato. A fascinante Suíte de Danças Renascentistas de nome “Danserye”, veio a público em 1551 e engloba uma série de danças populares do tempo do compositor. Neste concerto, serão ouvidas seis delas: “La Mourisque”, inspirada nas batalhas medievais entre mouros e cristãos; “Bransle Quatre Bransles”, serena e reiterativa; “Ronde”, de seções contrastantes, mas com um insistente retorno ao tema de abertura; “Ronde – Mon Amy”, espécie de canção de amor chorosa e melancólica; e, por fim, a divertida “Basse Danse Bergeret”, que evoca a imagem de pés dançantes.
Do século XVI o concerto avança para o século XX, com as Fanfarres Liturgiques, do compositor francês Henri Tomasi. Originalmente escritas como parte de sua ópera Don Juan de Mañara, esse conjunto de peças forma um poderoso arco, assumindo uma configuração que o faz parecer uma verdadeira sinfonia para metais e percussão. Em seguida, será ouvida a fantástica obra “Introdução e Allegro”, do compositor americano Robert Beadell. Premiada com o Thor Johnson Award em 1950, essa composição deslumbrante foi o primeiro grande trabalho do americano e revela a inventividade pulsante que o então jovem compositor já apresentava ao escrever para os metais.
Uma trinca especial encerra a noite com chave de ouro: Lamento Sertanejo – o clássico de Dominguinhos com letra de Gilberto Gil – será ouvido em um arranjo vibrante assinado por Nilson Lopes; em seguida, entra em cena a divertida Às Quarentonas, de Gilson Santos, que explora o vigor dançante do zouk. Fechando o programa, será ouvida a antológica “Asa Branca”, de Luiz Gonzaga, em arranjo poderoso de Jessé Sadoc para metais e percussão.
A ORQUESTRA SINFÔNICA BRASILEIRA:
Fundada em 1940, a Orquestra Sinfônica Brasileira é reconhecida como um dos conjuntos sinfônicos mais importantes do país. Em seus 82 anos de trajetória ininterrupta, a OSB já realizou mais de cinco mil concertos e é reconhecida pelo pioneirismo de suas ações, tendo sido a primeira orquestra a realizar turnês pelo Brasil e exterior, apresentações ao ar livre e projetos de formação de plateia.
Composta atualmente por mais de 70 músicos brasileiros e estrangeiros, a OSB contempla uma programação regular de concertos, apresentações especiais e ações educativas, além de um amplo projeto de responsabilidade social e democratização de acesso à cultura.
Para viabilizar suas atividades, a Fundação conta com a Lei Federal de Incentivo à Cultura, tem o Instituto Cultural Vale como mantenedor, a Shell e a NTS – Nova Transportadora do Sudeste como patrocinadores master, Brookfield e Eletrobras Furnas como patrocinadores, Sergio Bermudes Advogados e SulAmérica como copatrocinadores, além de um conjunto de apoiadores culturais e institucionais.
Saiba mais em:
PROGRAMA:
GIOVANNI GABRIELI – Canzon Septimi Toni
TIELMAN SUSATO – Suíte de Danças Renascentistas
I. La Mourisque
II. Bransle Quatre Bransles
III. Ronde
IV. Ronde-Mon
V. Basse Danse Bergeret
HENRI TOMASI – Fanfares Liturgiques
I. Anunciação
II. Evangelho
III. Apocalipse
IV. Procissão do Santo Vendredi
ROBERT BEADELL – Introduction and Allegro
DOMINGUINHOS | GILBERTO GIL – Lamento Sertanejo (arranjo Nilson Lopes)
GILSON SANTOS – Às Quarentonas
LUIZ GONZAGA | HUMBERTO TEIXEIRA – Asa Branca (arranjo Jessé Sadoc)
SERVIÇO:
Dia 24 de julho (segunda-feira), às 19h
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro (Praça Floriano, s/nº – Centro, Rio de Janeiro)
Ingressos à venda na bilheteria do TMRJ e no site Eleven Tickets
Ingressos:
Frisa/Camarote 80,00 (R$40,00 meia)
Plateia/Balcão Nobre 80,00 (R$40,00 meia)
Balcão Superior 50,00 (R$25,00 meia)
Balcão Superior Lateral 40,00 (R$20,00 meia)
Galeria 30,00 (R$15,00 meia)
Galeria Lateral 20,00 (R$10,00 meia)
MAIS INFORMAÇÕES PARA IMPRENSA:
Érica Avelar
erica.avelar@osb.com.br
(21) 98119-4559
Postado por Daniel Bruschi em 10/jun/2023 -

Adentre o fascinante mundo da música clássica indiana enquanto Shubhendra Rao, discípulo do lendário Ravi Shankar, traz a tradição milenar para plateias ao redor do globo. Deixe-se encantar por sua maestria no sitar e embarque em uma viagem sonora única!
No dia 07 de agosto de 2023, não perca o imperdível Concerto de Sitar com Shubhendra Rao e o percussionista Shubh Maharaj, numa celebração dos 75 anos de Independência da Índia!
Essa será uma apresentação exclusiva no Rio de Janeiro, trazendo para nossa cidade toda a riqueza e virtuosismo de um dos maiores músicos de sitar da Índia. Shubhendra Rao é reconhecido internacionalmente por sua dedicação à preservação e divulgação da música clássica indiana, sendo um dos principais expoentes desse gênero musical. Sua habilidade excepcional no sitar, combinada com sua profunda compreensão da tradição, proporcionará uma experiência musical inesquecível.
Não perca essa oportunidade única de vivenciar a magia da música indiana no palco do Theatro Municipal. Os ingressos estão à venda e a procura é intensa, portanto, garanta o seu lugar antecipadamente. Prepare-se para ser transportado para um universo sonoro fascinante, onde os sons do sitar e da percussão se entrelaçam em harmonia, criando uma atmosfera de beleza e contemplação.
Celebre conosco os 75 anos de Independência da Índia e mergulhe na cultura desse país tão rico em tradições musicais. A apresentação de Shubhendra Rao e Shubh Maharaj promete ser um marco na história musical da cidade, uma experiência enriquecedora para os amantes da música e uma oportunidade única de testemunhar a genialidade de um mestre do sitar.
Adquira seus ingressos agora e prepare-se para uma noite mágica de música clássica indiana no Theatro Municipal. Essa é uma experiência imperdível para todos que apreciam a música de qualidade e desejam vivenciar a grandiosidade da tradição milenar da Índia.
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