Postado por Daniel Bruschi em 23/jul/2023 -
Ministério da Cultura, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Associação dos Amigos do Teatro Municipal e Petrobras, patrocinador oficial do Theatro Municipal, apresentam
Segunda parte da temporada 2023 continua em setembro com três concertos cênicos
Novidades da temporada até o fim do ano no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Com o patrocínio oficial Petrobras, os concertos cênicos de setembro trazem as óperas brasileiras O Caixeiro da Taverna, de Guilherme Bernstein, sob regência do próprio compositor, O Sonho de Edgard, A Invenção do Rádio, de Adriano Pinheiro (uma parceria com a EBC), com regência de Priscila Bomfim e a montagem de Pagliacci, de R. Leoncavalo, com Coro e Orquestra do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e solistas convidados. Os três espetáculos compõem oFestival Oficina da Ópera, pensado e elaborado com o objetivo de formar equipes criativas do setor no Rio de Janeiro, também dando ênfase ao trabalho de jovens diretores cênicos.
“De setembro até dezembro ainda tem muita coisa boa vindo por aí! O Theatro está muito contente em estar em plena atividade, com uma mescla entre espetáculos inéditos e alguns preferidos pelo público. No Festival Oficina da Ópera, Tanto Caixeiro da Taverna quanto Sonho de Edgard são parte do projeto Municipal ao Meio-Dia, com a primeira apresentação de cada espetáculo custando apenas R$ 2. Com o Municipal ao Meio-Dia, damos mais um passo rumo à democratização do TMRJ, trazendo um público ainda mais amplo para conhecer nossos espetáculos. Seja bem-vindo ao Theatro Municipal!”, explica Clara Paulino, Presidente da Fundação Teatro Municipal.
“Seguimos a todo vapor! Após um primeiro semestre repleto de atrações que lotaram nossa grande sala – balés, óperas e uma importante série de concertos que celebrou consagrados compositores da história – trazemos um festival voltado à formação de equipes de criação no Rio de Janeiro, no qual teremos duas obras brasileiras, uma delas, estreia mundial, e a montagem de Pagliacci. Os balés seguem no nosso radar, intercalando títulos de repertório e neoclássico, além disso, teremos a celebração do Dia Mundial da Ópera, em 25 de outubro e a montagem de La Traviata, para coroar o ano Verdi em nossa temporada oficial do Theatro Municipal do Rio de Janeiro”, explica o diretor artístico da Fundação Teatro Municipal, Eric Herrero.
Em outubro, será a vez do balé neoclássico Triple Bill que reunirá as obras Noite de Walpurgis (Charles Gonoud), com coreografia de Leonid Lavrovsky; Love Fear Loss (música adaptada por Nathaliya Chepurenko) e o Bolero, de Ravel, ambas coreografias na versão de Ricardo Amarantes. Como regente, o maestro titular da OSTM, Felipe Prazeres.
Ainda em outubro, a comemoração ao Dia Mundial da Ópera (25), realizado em parceria com a Cia. Ópera São Paulo, contará com uma programação especial nos dias 24 e 25, homenageando em uma Gala Lírica os centenários de quatro cantores emblemáticos do século passado: Maria Callas, Victoria de Los Angeles, Cesare Siepi e o brasileiro Paulo Fortes. O Concerto será com a Orquestra Sinfônica da casa, sob regência de Priscila Bomfim, com obras de Pietro Mascagni, Gaetano Donizetti, Giuseppe Verdi, Carlos Gomes, Georges Bizet e Vincenzo Bellini. Como solistas: Daniela Carvalho, Michele Menezes, Kismara Pezzati, Carla Rizzi, Daniel Umbelino, Ricardo Gaio, João Campello, Inácio de Nonno, Anderson Barbosa.
A ópera La Traviata, de Giuseppe Verdi, que não sobe ao palco da casa desde 2001, vai movimentar o mês de novembro, encerrando a temporada de ópera 2023 no Theatro Municipal. Baseada em ‘A Dama das Camélias’, romance e peça teatral de Alexandre Dumas Filho, narra a história de Violetta Valery, famosa cortesã parisiense que se apaixona por um jovem estudante. Uma das óperas mais queridas do público terá direção musical e regência de Luís Fernando Malheiro e concepção e direção cênica de André Heller-Lopes. Com a participação do Coro e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal, contará com os solistas Ludmilla Bauerfeldt, Laura Pisani, Matheus Pompeu, Ricardo Gaio, Licio Bruno, Vinicius Atique, Michele Menezes e Ivan Jorgensen.
E para fechar o ano, o balé de repertório de 3 atos e 5 cenas, “O Corsário”, de Adolphe Adam. Baseado no poema de Lord Byron, contará com coreografia de Marius Petipa. A regência será do maestro Jésus Figueiredo.
Informações sobre as obras:
Festival Oficina da Ópera:
Concertos Cênicos:
A comédia de Martins Pena narra a história de personagens que vivem em torno da taverna do título. Gerente, o português Manoel quer virar sócio de Angélica, dona do estabelecimento, mas ela quer, na verdade, casar-se com ele. O problema é que ele já se casou em segredo com a jovem costureira Deolinda. A obra de Martins Pena é um retrato da sociedade carioca do século XIX. Autor de diferentes comédias de costumes, ele abordou temas como a obsessão pela ópera, o desejo de ascensão social, a preocupação com dinheiro e a vida amorosa. Ao adaptar a peça O Caixeiro da Taverna, Bernstein respeitou o texto integral do dramaturgo, incluindo falas, diálogos e todas as situações.
Regência: Guilherme Bernstein
Direção Cênica: Daniel Salgado
Ensemble OSTM
Elenco: Homero Velho, Carolina Morel, Adalgisa Rosa, Murilo Neves, Geilson Santos e Ludoviko Vianna.
Datas/Horários:
11/9 – 12h (Municipal ao Meio- Dia) – Ingressos a R$2,00
12/9 – 19h
Classificação etária: livre
O Sonho de Edgard – A Invenção do Rádio é um espetáculo no qual a vida de Edgard Roquette Pinto e o surgimento da rádio MEC no Brasil se entrelaçam. Entrevistado por Almirante, Roquette revela histórias da Rádio MEC, antiga rádio Sociedade do Rio de Janeiro e narra sua carreira como antropólogo e defensor da rádio brasileira. Dentro da obra, o elenco vive o meta-teatro, rompendo a “quarta parede” e criando uma comunicação direta com o público presente, que se identifica com as reações de uma rádio ouvinte, escutando atentamente a estreia da opereta A Noiva do Condutor. A história mostra como a rádio MEC influenciou a sociedade carioca, seus costumes, tendências e modismos, disseminando conhecimento e cultura pelo Rio de Janeiro e Brasil.
Regência: Priscila Bomfim
Direção Cênica: Antônio Ventura
Ensemble OSTM
Elenco: Adriano Pinheiro, Murilo Neves, Carla Rizzi, Lara Cavalcanti, Calebe Faria, Fábio Belizallo e Rubens Camelo
Datas/Horários:
13/9 – 12h (Municipal ao Meio- Dia) – Ingressos a R$2,00
14/9 – 19h
Classificação etária: livre
Ruggero Leoncavallo é considerado um dos maiores expoentes do verismo italiano. Ele é autor de cerca de 20 óperas e operetas, sendo um dos compositores mais importantes do gênero. Composta por dois atos, a ópera “Pagliacci”, possui libreto do próprio Leoncavallo, que se baseou em uma história real ocorrida em 1880 na Calábria, província do extremo sul da Itália. Depois de mais de 120 anos, em sua estreia em Milão, no dia 21 de maio de 1892, “Pagliacci” ainda é uma das óperas mais apresentadas no meio operístico, sendo o maior sucesso de Leoncavallo. Apesar do nome “Pagliacci” (palhaços), a ópera possui uma essência dramática, com uso intenso da voz humana e de uma instrumentação trágica, como era o gosto dos compositores do Alto Romantismo.
Direção Musical e Regência: Victor Hugo Toro
Direção Cênica: Menelick de Carvalho
Coro e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal
Solistas: Enrique Bravo, Licio Bruno, Marianna Lima, Fernando Lorenzo, Guilherme Moreira, Calebe Faria e Gabriel Senra.
Datas/Horários:
15/9 – 19h
17/9 – 17h
Classificação etária: 14 anos
Outubro:
-Ballet: Ballet Neoclássico (Triple Bill)
1.*Noite de Walpurgis- Charles Gonoud
““Noite de Walpurgis” – ballet de um ato – é uma das cenas mais marcantes da ópera de Charles Gounod “Fausto”. Executada separadamente, é considerada uma das obras–primas da dança mundial. A coreografia é de Leonid Lavrovsky.
2.*Love Fear Loss- Música adaptada por Nathaliya Chepurenko
Inspirada na comovente vida pessoal da cantora francesa Édith Piaf e sua música, Love FearLoss, do coreógrafo brasileiro Ricardo Amarante, revela a história de amor da falecida cantora por meio de seus trabalhos clássicos. A coreografia é de Ricardo Amarante.
3.* Bolero- Maurice Ravel-Coreografia: Ricardo Amarante
Joseph Maurice Ravel foi um compositor e pianista francês, conhecido sobretudo pela sutileza das suas melodias instrumentais e orquestrais, entre elas, o Bolero, que considerava trivial e descreveu como “uma peça para orquestra sem música”.
Ballet e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal
Regente: Felipe Prazeres
Datas/Horário:
10/10 – 19h (Pré-estreia)
11, 13 e 14/10 – 19h
15/10 – 17h
-Concerto: “Dia Mundial da Ópera”, parceria com Cia. Ópera São Paulo
Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal
Nos dias 24 e 25 de outubro o Theatro Municipal comemorará os centenários de quatro dos maiores cantores do século passado: Maria Callas, Victoria de Los Angeles, Cesare Siepi e o brasileiro Paulo Fortes com uma grande Gala Lírica. No programa obras de: Pietro Mascagni, Gaetano Donizetti, Giuseppe Verdi, Carlos Gomes, Georges Bizet e Vincenzo Bellini.
Regência: Priscila Bomfim
Solistas: Daniela Carvalho, Michele Menezes, Kismara Pezzati, Gabriele de Paula, Daniel Umbelino, Ricardo Gaio, João Campello, Inácio de Nonno, Anderson Barbosa.
Datas/Horários:
24/10 – 12h (Municipal ao Meio-Dia) – Ingressos a R$2,00
25/10- 19h
Ópera: G. Verdi– “La Traviata”
Como encerramento da temporada de ópera 2023, o Theatro Municipal apresenta ‘La Traviata’ de Giuseppe Verdi, que não sobe ao palco da casa desde 200. É uma das óperas mais queridas do público.
‘La Traviata’ é baseada em ‘A Dama das Camélias’, romance e peça teatral de Alexandre Dumas Filho, e narra a história de Violetta Valery, famosa cortesã parisiense que se apaixona por um jovem estudante.
Direção Musical e Regência: Luís Fernando Malheiro
Concepção e Direção Cênica: André Heller-Lopes
Coro e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal
Elenco: Ludmilla Bauerfeldt, Laura Pisani, Matheus Pompeu, Ricardo Gaio, Licio Bruno, Vinicius Atique, Michele Menezes, Ivan Jorgensen.
Datas/Horários:
17, 23, 24, 25/11 – 19h
19 e 26/11 – 17h
22/11 – 19h (récita exclusiva para Petrobras)
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DEZEMBRO
Ballet: Adolphe Adam “O Corsário”
Le Corsaire, conhecido em português como “O Corsário”, é um Ballet de Repertório, baseado no poema de Lord Byron, com música de Adolphe Adam (com peças adicionais) e coreografias de Marius Petipa. Ballet de 3 atos e 5 cenas.
Ballet e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal
Regência: Jésus Figueiredo
Datas/Horários:
13, 14, 15, 16, 20, 21, 22, 23/12 – 19h
17/12 – 17h
19/12 – 14h (récita exclusiva para escolas e projetos sociais)
12/12 – 19h (Pré-estreia exclusiva para Petrobras) – data a ser confirmada pelo patrocinador
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Serviço:
Festival Oficina da Ópera
1 – Ópera de Câmara O Caixeiro da Taverna, de Guilherme Bernstein
Com Ensemble OSTM
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Endereço: Praça Floriano, s/ nº – Centro
Classificação: Livre
Datas/Horários:
11/09 – 12h (Municipal ao Meio- Dia) – Ingressos a R$2,00
12/09 – 19h – Preços
Frisas e Camarotes – R$60,00 (ingresso individual)
Plateia e Balcão Nobre – R$40,00
Balcão Superior – R$30,00
Galeria – R$15,00
2 – Opereta Radiofônica O Sonho de Edgard – A Invenção da Rádio (estreia mundial), de Adriano Pinheiro
Parceria entre TMRJ e EBC
Com Ensemble OSTM
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Endereço: Praça Floriano, s/ nº – Centro
Classificação: Livre
Datas/Horários:
13/09 – 12h (Municipal ao Meio- Dia) – Ingressos a R$2,00
14/09 – 19h – Preços
Frisas e Camarotes – R$60,00 (ingresso individual)
Plateia e Balcão Nobre – R$40,00
Balcão Superior – R$30,00
Galeria – R$15,00
3 – Ópera Completa Pagliacci
Com Coro e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Endereço: Praça Floriano, s/ nº – Centro
Classificação: 14 anos
Datas/Horários:
15/09 – 19h
17/09 – 17h
Preços nas duas datas:
Frisas e Camarotes – R$80,00 (ingresso individual)
Plateia e Balcão Nobre – R$60,00
Balcão Superior – R$40,00
Galeria – R$20,00
Os ingressos podem ser adquiridos através do site theatromunicipal.rj.gov.br ou na bilheteria do Theatro, a partir das 14h de segunda-feira, 4 de setembro de 2023.
Patrocinador Oficial Petrobras
Apoio: Livraria da Travessa, Rádio MEC, Rádio SulAmérica Paradiso, Rádio Roquette Pinto – 94.1 FM
Realização Institucional: Fundação Teatro Municipal, Associação dos Amigos do Teatro Municipal
Lei de Incentivo à Cultura
Realização: Ministério da Cultura e Governo Federal, União e Reconstrução.
Postado por Daniel Bruschi em 22/jul/2023 -
O pianista húngaro András Schiff subirá ao palco do Theatro Municipal no sábado, 16 de setembro, às 20h, como a sexta atração neste ano da Série O Globo/Dellarte Concertos Internacionais. Mundialmente aclamado, Sir András recebeu vários prêmios importantes, incluindo o Grammy, o Gramophone Award, a Medalha Mozart, e foi nomeado Cavalheiro Bacharel nas Honras de Aniversário de Rainha Elizabeth em 2014 por serviços prestados à música clássica.
A Série Concertos Internacionais é apresentada pelo Ministério da Cultura e Bradesco Seguros, e corealização da Stretto, Secretaria Especial de Cultura – Ministério da Cultura, Governo Federal, e tem apoio da PwC Brasil.
SIR ANDRÁS SCHIFF
Piano
Nascido em Budapeste em 1953, Sir András Schiff estudou piano na Academia Liszt Ferenc com Pál Kadosa, György Kurtág e Ferenc Rados; e em Londres, com George Malcolm. Tendo colaborado com as principais orquestras e maestros do mundo, ele agora se concentra principalmente em recitais solo, direção de peças e regência.
Desde 2004, Sir András executou as Sonatas para Piano de Beethoven completas em mais de vinte cidades, incluindo Zurique, onde o ciclo foi gravado ao vivo para a ECM. Outras gravações aclamadas para a gravadora incluem recitais solo de Schubert, Schumann e Janáček, ao lado de Partitas de J.S. Bach, Goldberg Variations e Well-Tempered Clavier.
Apresenta-se regularmente nos festivais de Verbier, Salzburgo e Baden-Baden, no Wigmore Hall, Musikverein e Philharmonie de Paris, em turnês pela América do Norte e Ásia, e em Vicenza, na Itália, onde é curador do festival no Teatro Olímpico.
Vicenza também é o lar da Cappella Andrea Barca – uma orquestra de câmara que Sir András fundou em 1999 composta por solistas internacionais, músicos de câmara e amigos. Juntos, eles se apresentaram no Carnegie Hall, Festival de Lucerna e Salzburg Mozartwoche.
Sir András tem uma relação estreita com a The Chamber Orchestra of Europe, Budapest Festival Orchestra e a Orchestra of the Age Enlightenment. Em 2018 aceitou a função de Artista Associado da OAE, complementando seu interesse em atuar em instrumentos de teclado de época.
Ele continua a apoiar novos talentos, principalmente através de sua série “Building Bridges”, que dá oportunidades de performance para jovens artistas promissores. Também leciona nas academias Barenboim-Said e Kronberg e dá palestras e masterclasses frequentes. Em 2017, seu livro “Music Comes from Silence”, ensaios e conversas com Martin Meyer, foi publicado pela Bärenreiter e Henschel.
As muitas honrarias de Sir András Schiff incluem a Medalha de Ouro da Fundação Mozarteum Internacional (2012), a Grande Cruz de Mérito com Estrela da Alemanha (2012), a Medalha de Ouro da Royal Philharmonic Society (2013), um Título de Cavaleiro por Serviços à Música (2014), um Doutorado do Royal College of Music (2018) e a Medalha Bach da Cidade de Leipzig (2022).
16 de setembro, sábado, às 20h.
ANDRÁS SCHIFF, piano
Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Desconto de 50% (eventos avulsos) Idoso, Estudante e Clube Sou + Rio O Globo.
Ingressos:
Frisas e Camarotes: R$ 3.000,00
Plateia/Balcão Nobre: R$ 500,00
Balcão Superior: R$ 200,00
Galeria: R$ 100,00 / R$ 50,00
Classificação livre
Acessibilidade garantida
Vendas em ingressos.dellarte.com.br ou tel.: (21) 3235-8500 / whatsapp (21) 98698-1103 / e-mail dellarte@dellarte.com.br
Horário de atendimento: de 2a. a 6a., de 9h às 17h.
MAIS INFORMAÇÕES:
Reg Murray – Assessoria de Imprensa
regmurray.jornalista@gmail.com
(21) 98892-1549 celular e whatsapp
(24) 2221-0987
Postado por Daniel Bruschi em 19/jul/2023 -
O Theatro Municipal do Rio de Janeiro está de volta com uma exposição itinerante que, a partir de 3 de agosto, leva ao público de Porciúncula, município da região noroeste fluminense, importantes momentos de sua história. É o projeto “Theatro Municipal em Turnê”, lançado em 2021 na Imprensa Oficial, em Niterói, e que já passou por Cambuci e São João da Barra em 2022, e outros municípios do estado do Rio neste ano. Neste circuito da exposição itinerante, são revelados momentos significativos de um dos maiores teatros do país: desde a construção e inauguração, em 1909, até os dias atuais.
Para a abertura da exposição no dia 3 de agosto, a partir das 17h30, está programada uma apresentação musical com o dueto de artistas do TMRJ, Fernanda Schleder e Frederico de Assis, e o pianista Calebe Faria. Eles também se apresentarão no dia seguinte, 4 de agosto.
“A Exposição Itinerante Theatro Municipal em Turnê permite com que o público se sinta ainda mais próximo do TMRJ. Nos painéis que compõem o circuito, temos contato com as grandes apresentações e artistas que já passaram pelo palco do Theatro, e também contamos um pouco sobre a história e como funciona o TMRJ atualmente”, ressalta a presidente da Fundação Teatro Municipal, Clara Paulino.
“Tem sido uma grande realização do CEDOC em poder levar um pouco da história do TMRJ para todo o estado, onde vemos o interesse por todo esse conteúdo se expandindo e trazendo novos públicos para o Theatro Municipal. Compartilhar um pouco de nossa trajetória tem sido enriquecedor!”, afirma Laura Ghelman, coordenadora do Centro de Documentação do TMRJ (CEDOC).
Pelos painéis, o público vai poder ter contato com os projetos originais do Theatro, fruto do concurso finalizado em 1904, além das pinturas e esculturas que adornam o prédio, de artistas como Eliseu Visconti e Rodolfo Amoedo.
Clássicos como O Lago dos Cisnes e O Quebra-Nozes, de Tchaikovsky, II Trovatore, de Giuseppe Verdi e O Guarany, de Carlos Gomes também serão relembrados em textos e fotos.
Fazendo um paralelo com o contemporâneo, as reformas pelas quais o Theatro passou estão presentes – como a de 2008 – lembrando o quanto é importante à preservação desse rico patrimônio.
Os três corpos artísticos do TMRJ – o Corpo de Baile, o Coro e a Orquestra Sinfônica, todos foram criados na década de 1930 e também serão homenageados na exposição. Nomes como Francisco Braga, primeiro maestro titular da OSTM, passando pelas bailarinas Maria Olenewa, Ana Botafogo, entre tantas outras estrelas, marcaram a história do Municipal.
A duração do percurso da exposição leva em média 40 minutos e será um marco importante na trajetória do Municipal.
Serviço:
Theatro Municipal em Turnê
Local: Centro Cultural Dr. Edésio Barbosa da Silva
Endereço: Avenida José Tannus – Centro – RJ
Data: 3 de agosto a 9 de setembro
Abertura da exposição: 17h30
Horário de funcionamento: segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. Sábados, 8h às 13h.
Classificação: Livre
Entrada franca
Realização: Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Postado por Daniel Bruschi em 18/jul/2023 -

O concerto de 19 de setembro de 2023, às 19h, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, presta uma justa e merecida homenagem a um dos mais importantes maestros brasileiros do século XX, que foi Henrique Morelenbaum, falecido em 2022. No mês em que completaria 92 anos, a Orquestra Sinfônica da UFRJ, a Associação de Canto Coral e a Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro se juntam para homenagear o maestro que marcou sua trajetória artística nas três instituições. Morelenbaum foi aluno de violino, viola e regência da Escola de Música e posteriormente professor de Harmonia, Contraponto, Fuga e Composição. No Theatro Municipal do Rio de Janeiro foi maestro adjunto da Orquestra Sinfônica, tendo dirigido inúmeros espetáculos de ópera, balé e concertos, além de dirigir a instituição por duas vezes. Com a Associação de Canto Coral realizou vários concertos e gravações.
O concerto contará com a participação da soprano Flávia Fernandes, representando o Theatro Municipal, onde estreou como solista pelas mãos de Morelenbaum. O Coro Sinfônico da Associação de Canto Coral foi preparado pelo maestro Miguel Torres, sob a direção de Jésus Figueiredo. E para homenagear o pai, Jaques Morelenbaum, violoncelista e compositor, escreveu uma obra em homenagem ao pai quando ele fez 70 anos (Uma Noite em Laguev) e vai tocar no palco do Municipal.
No programa, ‘In Memoriam’, de Ernst Bloch, e ‘Pastoral’, de Ernani Aguiar remetem à cultura e religião judaicas de Morelenbaum, nascido na Polônia em 1931 e naturalizado brasileiro. Já ‘Psalmus’, de João Guilherme Ripper, e ‘Celebrare’, de Ronaldo Miranda, integram o programa como dupla homenagem ao professor por dois de seus mais destacados alunos de Composição: a obra de Ripper foi dedicada a Morelenbaum em 2002; a de Miranda por ele estreada em 2005. As obras de Villa-Lobos, recorrentes nos programas de concertos regidos por Morelenbaum, representam seus profundos conhecimentos de Contraponto e Fuga, através do Prelúdio da Bachianas Brasileiras no.4, como também sua dedicação à música brasileira, através das Quatro Canções de ‘Floresta do Amazonas’. A Orquestra Sinfônica da UFRJ se apresentará sob o comando de André Cardoso, outro ex-aluno de Morelenbaum.

Sobre a Associação de Canto Coral (ACC)
A fundadora e primeira diretora musical, Cleofe Person de Mattos, musicóloga e professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro, estudou e descobriu obras de compositores do nosso passado musical, especialmente as do Padre José Maurício Nunes Garcia. Desta pesquisa resultou o resgate e a difusão de grande número de obras do nosso passado colonial.
A Associação de Canto Coral atuou com grandes orquestras, sob a direção de maestros renomados internacionalmente como Igor Stravinsky, Karl Richter, Victor Tevah, Sir Colin Daves, Helmuth Rilling, Jacques Pernoo e diretores brasileiros de prestígio, como Villa-Lobos, Camargo Guarnieri, Francisco Mignone, Isaac Karabtchevsky, Alceo Bocchino, Benito Juarez, Henrique Morelenbaum, entre outros.

Flavia Fernandes – Soprano
Natural do Rio de Janeiro, iniciou seus estudos musicais ao piano aos 6 anos de idade. Mais tarde, começou a se dedicar ao canto lírico, graduando-se pela Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Reconhecida pela beleza e refinamento de seu timbre, o soprano passou pelas principais salas de concerto do Brasil, interpretando os papéis de Margherite (Faust, de Gounod), Micaela (Carmen, de Bizet), Liù (Turandot, de Puccini), Polly Peachum(The Threepenny Opera, de Kurt Weill), Marzelinne (Fidelio, de Beethoven),Nannetta (Falstaff, de Verdi), Ghita (O Anão, de Zemlinsky), Krista (O Caso Makropulos, de Janacek), Wellgunde (Götterdämmerung e Das Rheingold, de R.Wagner), Gontran de Boismassif (Une Education Manquée, de Chabrier), Karolka (Jenufa, de Janacek), Rosalia (Jupyra, de Francisco Braga), Helena (A Midsummer night’s dream, de Britten), entre outros. Seu repertório sinfônico também é abrangente, tendo executado obras como Floresta do Amazonas (Villa-Lobos), Nona Sinfonia (Beethoven), Stabat Mater e Petite Messe Solenelle (Rossini), Sinfonia n.2 e n.4 (Mahler), Requiem (Mozart), Te Deum (Bruckner) e Ein Deutsches Requiem (Brahms). Participou da estréia da ópera “O Caixeiro da Taverna”, de Guilherme Bernstein,como Deolinda, papel criado especialmente para ela pelo compositor. Também fez a estreia brasileira de “O Homem que Confundiu sua Mulher com um Chapéu”, de Michael Nyman, no Theatro São Pedro (SP). Participou como solista da gravação em CD da Missa de Santo Inácio, de Domenico Zipoli, e da obra Três Salmos (Pe. José Maurício), ao lado da Orquestra Unisinos, sob a regência do maestro Roberto Duarte. Gravou com a Orquestra Filarmônica de Goiás a obra “Canticum Naturale”, de Edino Krieger, para o selo Naxos, sob a regência do maestro Neil Thomson, com lançamento previsto para novembro deste ano.

Sobre André Cardoso
Violista e regente graduado pela Escola de Música da UFRJ, com Mestrado e Doutorado em Musicologia pela UNIRIO. Recebeu, durante três anos, bolsa da Fundação Vitae para curso de aperfeiçoamento na Argentina, na Universidade de Cuyo (Mendoza) e no Teatro Colón de Buenos Aires. Em 1994, foi o vencedor do Concurso Nacional de Regência da Orquestra Sinfônica Nacional da UFF, passando a atuar à frente de conjuntos como as sinfônicas da Paraíba, de Minas Gerais, do Espírito Santo, de Campinas, do Teatro Nacional de Brasília, a Sinfônica Brasileira, a Petrobras Sinfônica e do Instituto Superior de Artes do Teatro Colón. No Theatro Municipal do Rio de Janeiro foi maestro assistente da Orquestra Sinfônica entre 2000 e 2007 e diretor artístico da instituição nas temporadas de 2015 e 2016. Como pesquisador publicou inúmeros artigos e dois livros. É professor de regência e prática de orquestra da Escola de Música da UFRJ, da qual foi diretor por dois mandatos consecutivos, entre 2007 e 2015. É membro da Academia Brasileira de Música, que presidiu entre 2014 e 2017.
Serviço:
Concerto em homenagem ao maestro Henrique Morelenbaum
Participação especial de Jaques Morelenbaum
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Endereço: Praça Floriano, S/N – Centro, Rio de Janeiro
Data: 19 de setembro – terça-feira
Horário:19h
Ingressos à venda:
Preços:
Frisas e Camarotes: R$50,00 (individual)
Plateia e Balcão Nobre: R$30,00
Balcão Superior: R$30,00
Galeria:R$20,00
Classificação: Livre
Assessoria de Imprensa TMRJ:
Cláudia Tisato
Assessor Chefe de Comunicação TMRJ
Felipe Gelani