Postado por Allex Lourenço em 21/nov/2024 -

No próximo dia 28 de novembro, o Theatro Municipal recebe o show “Alice Serrano Canta Maysa”. O espetáculo vai retratar os grandes momentos da carreira da renomada artista brasileira dos anos 50, com foco em toda sua biografia musical e poética. O projeto tem à frente a cantora Alice Serrano, que subirá ao palco acompanhada do pianista Joabe Ferreira. “Relembrar Maysa é exaltar a musicalidade de uma personalidade esplêndida. Nosso show pretende que o público recorde ou conheça, no caso dos mais jovens, toda esta potência que Maysa representou”, celebrou Alice Serrano, que também é a produtora responsável pelo musical.
“Alice Serrano Canta Maysa” foi selecionado através do Edital de Ocupação Mário Tavares, que é uma das salas de concerto anexas ao Municipal. A iniciativa viabiliza a realização de shows neste espaço alternativo, com capacidade para um público de até 160 pessoas. Além disso, o projeto tem a possibilidade de receber recursos incentivados por parte de empresas. Para esta homenagem à Maysa, a Secretaria de Estado e de Economia Criativa do Rio de Janeiro autorizou a captação de até R$ 49 mil reais (publicação DOU 6/09/2024).
Sobre o espetáculo – Maysa protagonizou um período que percorreu desde o apogeu do Rádio até a consolidação da bossa nova, entre os anos 50 e 60. O gênero, que modernizou a música popular brasileira, introduziu elementos do jazz, do samba e cria um estilo próprio de canto. A versatilidade de Maysa permitia que ela fosse do samba-canção à bossa nova com perfeição.“Alice Serrano Canta Maysa” reaviva as canções mais representativas deste tempo, em repertório que também inclui artistas como Dolores Duran, Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Braguinha e Roberto Menescal, entre outros.
O espetáculo recorda os momentos da carreira da artista, que foi marcada não apenas pela música mas também pela poesia.
Sobre os artistas – A cantora, compositora e atriz Alice Serrano possui uma carreira de quase 40 anos. Atuou em novelas, produções televisivas e peças teatrais. Em 2005 fez a abertura do Show da cantora Leny Andrade e o show de abertura do evento “Encontros com a Palavra” no Teatro da UFF. Em 2009 cantou em Barcelona com o Grupo Laboratório do Samba. Em 2019 participou do Projeto “Niterói Além da Ponte”, com a apresentação do musical “Alice Serrano no País do samba”. Formada em Produção Cultural (UFF/2004), Alice já gravou dois CDs: “Movimentos” (2004) e “Alice Serrano no País do Samba (2016)”.
Joabe Figueiredo Ferreira, por sua vez, é formado em música sacra (Instituto Mackenzie), bacharel em regência orquestral e pós-graduado em regência simples (Conservatório Brasileiro de Música/RJ). Frequentou os cursos da Bach Academie (Stuttgart – Alemanha) e do Conservatório Frédéric Chopin (Cracóvia – Polônia) Em março de 2024 foi um dos maestros convidados da Orquestra Jovem de Zapopan, Guadalajara – México durante o 3° Festival de Direção Orquestral ” Encuentro de Los Mundos”. Fundou e dirige a companhia artística Cantate Diem. Atua como pianista, educador e regente de diversos corais.
Em 2020 Alice e Joabe firmaram parceria musical para a realização do Audiovisual “Alice Serrano canta Maysa” filmado no Solar do Jambeiro, em Niterói/RJ. E seguem juntos desde então.
Agenda:
Espetáculo “Alice Serrano canta Maysa”
Onde?
Sala Mário Tavares (Theatro Municipal, Avenida Almirante Barroso 14/16, Centro, Rio de Janeiro)
Quando?
28 de novembro, às 18:30 horas
Ingressos: R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia), adquiridos antecipadamente ou no horário do show nas bilheterias do Theatro Municipal.
Postado por Allex Lourenço em 29/out/2024 -
Dando continuidade à Série Territórios, a Orquestra Sinfônica Brasileira sobe ao palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro no dia 23 de novembro. Sob a batuta do maestro Felipe Prazeres e com a participação especial da violoncelista Marina Martins, a orquestra apresenta obras de Sigismund Von Neukomm, Joseph Haydn e Franz Schubert.
O concerto tem início com a Abertura para Grande Orquestra de Sigismund Von Neukomm. O austríaco, nascido em 1778, foi um dos discípulos favoritos de Haydn e desenvolveu uma carreira notável como compositor, maestro, pianista e crítico musical. A sua biografia é rica em eventos significativos e inclui um proveitoso período de residência no Rio de Janeiro entre 1816 e 1821, anos em que a cena musical carioca se viu agitada por sua inventividade e presença marcantes. Responsável por estrear em terras brasileiras diversas obras de seu grande mestre, o compositor produziu aqui um número significativo de composições, incluindo a Abertura que integra este concerto. Nela, o estilo vienense é potencializado por uma orquestração mais robusta e vigorosa, que garante à obra uma força exultante.
Sabe-se que Joseph Haydn escreveu o primoroso Concerto para Violoncelo em Dó Maior entre 1761 e 1765, nos primeiros anos de serviços para os Esterházy. Foi certamente nos nobres aposentos dessa família que a composição foi ouvida pela primeira vez antes de se perder e ser reencontrada em 1961. A longa ausência não prejudicou o frescor e a engenhosidade do concerto, que rapidamente se estabeleceu no cânone de peças para o instrumento. O modelo com que Haydn opera aqui é o do concerto barroco, mas sem deixar de expandir a forma através do uso de um rico material secundário. A influência duradoura de Haydn é verificada ainda na última obra do programa: a Sinfonia No.4 de Franz Schubert. Escrita quando o compositor tinha apenas 19 anos e chamada por ele mesmo de “Trágica”, a obra incorpora inovações formais que seu antecessor ajudou a estabelecer, mas sem deixar de indiciar a individualidade e o lirismo únicos do autor.
A ORQUESTRA SINFÔNICA BRASILEIRA:
Fundada em 1940, a Orquestra Sinfônica Brasileira é reconhecida como um dos conjuntos sinfônicos mais importantes do país. Em seus 84 anos de trajetória ininterrupta, a OSB já realizou mais de cinco mil concertos e é reconhecida pelo pioneirismo de suas ações, tendo sido a primeira orquestra a realizar turnês pelo Brasil e exterior, apresentações ao ar livre e projetos de formação de plateia.
Composta atualmente por mais de 70 músicos brasileiros e estrangeiros, a OSB contempla uma programação regular de concertos, apresentações especiais e ações educativas, além de um amplo projeto de responsabilidade social e democratização de acesso à cultura. Para viabilizar suas atividades, a Fundação conta com a Lei Federal de Incentivo à Cultura, tem o Instituto Cultural Vale como Mantenedor Amazônia, Shell como Patrocinador Cerrado, NTS – Nova Transportadora do Sudeste como Patrocinador Mata Atlântica, Itaú – Redecard e Volvo como Patrocinadores Caatinga, Brookfield e Sergio Bermudes Advogados como Patrocinadores Pampa, CYMI como Patrocinador Pantanal e Bradesco como Patrocinador da Série Mundo, além de um conjunto de apoiadores culturais e institucionais.
Saiba mais em
PROGRAMA:
SIGISMUND VON NEUKOMM – Abertura para grande orquestra
JOSEPH HAYDN – Concerto para violoncelo em dó maior
FRANZ SCHUBERT – Sinfonia nº 4 “Trágica”
SERVIÇO:
Série Territórios
Dia 23 de novembro (sábado), às 19h
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro
(Praça Floriano, s/nº – Centro, Rio de Janeiro)
Ingressos:
Frisa/Camarote 80,00 (R$40,00 meia)
Plateia/Balcão Nobre 80,00 (R$40,00 meia)
Balcão Superior 50,00 (R$25,00 meia)
Balcão Superior Lateral 40,00 (R$20,00 meia)
Galeria 30,00 (R$15,00 meia)
Galeria Lateral 20,00 (R$10,00 meia)
Ingressos à venda na bilheteria do TMRJ e no site Fever
MAIS INFORMAÇÕES PARA IMPRENSA:
Érica Avelar
(21) 98119-4559
Postado por Allex Lourenço em 05/nov/2024 -

Pela primeira vez no palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, a ópera Rusalka, de Antonín Dvořák, com Coro e Orquestra Sinfônica da casa, estreia no dia 14 de novembro (quinta), com récitas também nos dias 16/11(sábado) e 22/11(sexta), às 19h e 24/11(domingo), às 17h. Haverá ainda em 13/11, às 14h, o Projeto Escola Arte Educação Petrobras. A montagem é uma coprodução com o Auditório de Tenerife, na Espanha, país onde esteve em cartaz em março deste ano e agora, chega ao Municipal. A concepção e direção cênica é de André Heller-Lopes e a direção musical e regência ficam a cargo de Luiz Fernando Malheiro. Com o Patrocínio Oficial Petrobras, Rusalka contará com um elenco convidado de peso como Ludmila Bauerfeldt e Paolla Soneghetti, Giovanni Tristacci, Eliane Coelho e Tati Helene, Licio Bruno e Murilo Neves, Denise de Freitas e Fernanda Schleder, alternando-se nos principais papéis. Os ingressos podem ser adquiridos através do site www.theatromunicipal.rj.gov.br ou na bilheteria do Theatro, a partir do dia 5 de novembro, às 14h.
“Trazer a ópera Rusalka ao palco do Municipal nos enche de alegria. A montagem conta com coprodução com o Auditório de Tenerife e patrocínio oficial da Petrobras, o que nos garante espetáculos ainda mais grandiosos e memoráveis. Esperamos que nosso público lote a casa, como é de costume, e saia encantado com a apresentação do Coro e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal. Não percam! – ressalta a Presidente da Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro, Clara Paulino.
“Rusalka chega com elencos repletos de estrelas da lírica nacional, além de debuts em nossa temporada oficial. Conta ainda com alguns dos melhores artistas da casa! O Coro e a OSTM estão sob a regência do maestro Luiz Fernando Malheiro, que retorna ao nosso palco, após o grande sucesso de La Traviata. Realmente, é imperdível essa linda produção!” – destaca o Diretor Artístico da Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro, Eric Herrero.
“Encenar Rusalka em pleno 2024 é como tentar encontrar uma “abertura”, uma passagem mística que reconecta nosso mundo duro e muitas vezes cruel com uma certa esperança mágica das lendas. Um clássico com um desvio inesperado, um sabor especial” – afirma o diretor cênico, André Heller-Lopes.

PRIMEIRO ATO
No meio do bosque, de noite, três ninfas brincam e dançam na borda do lago com o Senhor das Águas. A ninfa Rusalka, que sofre por amor de um jovem que vem sempre ali para nadar, pede a ele conforto para sua melancolia. O Senhor tenta, de qualquer forma, dissuadi-la desse amor impossível, mas Rusalka está decidida a assumir feições humanas a qualquer custo. Visto a inutilidade de qualquer objeção, o Senhor lhe indica a choupana da bruxa, a única em condições de ajudá-la. Antes de fazer a transformação em mulher, Rusalka pede à lua que a sua decisão não afaste o afeto do Senhor, seu pai. A bruxa Jezibaba aceita em fazer a transformação mas lhe adverte que não será indolor: quando ela for um ser humano ficará completamente muda! E não é só: se ela tivesse que regressar do mundo dos homens, Rusalka seria amaldiçoada e condenada a matar o seu amado. Rusalka está disposta a tudo e a bruxa lhe dá a poção mágica. Ao amanhecer, precedido por uma canção de um caçador, acontece o desejado encontro. O jovem nadador, que é o Príncipe, chega e se apaixona à primeira vista pela bela silenciosa e a conduz consigo ao castelo para desposá-la.
SEGUNDO ATO
Enquanto no castelo se prepara o casamento de Rusalka e o Príncipe, o Guarda-caça e o Ajudante de cozinha comentam os últimos acontecimentos. A estranha noiva preocupa os habitantes e já se diz que o príncipe se interessou pela bela Princesa que acabou de chegar com os hóspedes. Interesse que faz sentido pois a beleza enigmática de Rusalka já empalideceu quando confrontada com a humaníssima paixão da princesa, que demonstra estar decidida a arrancá-lo da rival muda. Ao olhar paterno do Senhor das Águas não foge a infeliz situação de Rusalka que procura nele, ainda, conforto da amarga desilusão que aparece como sendo inevitável. Enquanto os dois jovens vão ao jardim confessar seus sentimentos, ocasionando uma indignada reação do Senhor, que ameaça o príncipe pela sua traição, a orgulhosa e despeitada Princesa abandona o Príncipe desmaiado, frente ao seu obscuro destino.
TERCEIRO ATO
Ao cair da noite a pálida Rusalka volta ao lago do bosque, desesperada, para pedir nova ajuda a Jezibaba. O sangue do Príncipe poderia resgatar a maldição, mas Rusalka prefere aceitar a solidão e recusa a faca que a bruxa lhe oferece. Não apenas Rusalka desaparece entre as ondas que chegam o Guarda-caça e o Ajudante. Também eles querem ajuda da bruxa para tirar o feitiço que atingiu seu o patrão doente de amor, mas fogem aterrorizados frente ao Senhor, que amaldiçoando o gênero humano, jura vingança. As ninfas voltam a brincar com o Senhor mas ele está preocupado com Rusalka que foi expulsa da água pelas irmãs. O Príncipe volta ao lago onde encontrou a bela ninfa cuja alma, agora perdida para sempre, o acusa, docemente, pela sua traição. O Príncipe implora seu perdão e pede que ela lhe dê a paz, que não encontrou mais depois que ela o mandou embora.. Ela o avisa que seu beijo, agora, é mortal, mas o Príncipe não pede mais do que morrer entre os seus braços para, assim, não se separar mais dela. Ela o beija, ele morre e Rusalka volta para as profundezas das águas. O amargo comentário do Senhor das Águas, a este trágico epílogo, está contido na sua pergunta, sem resposta: qual o sentido do sacrifício doloroso da sua filha?
(Por Bruno Furlanetto)

Sobre Luiz Fernando Malheiro
É um dos principais nomes da ópera no Brasil com mais de 60 títulos regidos. É Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Amazonas Filarmônica e do Festival Amazonas de Ópera. Foi diretor artístico do Teatro São Pedro de São Paulo e diretor de Ópera no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Regeu as principais orquestras brasileiras e também no Festival de Ópera de La Coruña, Sinfônica de Miami, Sinfônica de Bari, Filarmônica Marchigiana, Ópera Nacional de Sófia, Sinfônica de Porto Rico, Teatro de Bellas Artes do México, entre outros. É o único brasileiro a ter regido integralmente O Anel do Nibelungo de Wagner.

Sobre André Heller-Lopes
Ganhador por três vezes consecutivas o Prêmio Carlos Gomes, André Heller-Lopes, é dono de uma trajetória impar no Brasil. Professor da UFRJ, é PhD pelo Kings College London e especializou-se na Royal Opera House de Londres, na Ópera de São Francisco e o Metropolitan Opera.Dirigiu e produziu importantes trabalhos no Brasil e no exterior: Salome, Nabucco, Die Walküre, O Diário do Desaparecido, Savitri, Don Pasquale e Idomeneo (Theatro Municipal do Rio de Janeiro e CCBB-RJ); Die Walküre, Götterdämmerung, La Fille du Régiment, Falstaff, Samson et Dalila, Der Rosenkavalier, Adriana Lecouvreur e Andrea Chénier (Theatro Municipal de São Paulo, Teatro São Pedro e OSESP), Hanselund Gretel, Trouble in Tathiti, A Bela Adormecida, Nabucco (Lisboa); Tosca e Eugene Onegin (Salzburgo); Manon Lescaut, Rigoletto, Jenůfa e Don Pasquale (Buenos Aires); Tristan und Isolde e Médee (Manaus); Macbeth e Ariadne auf Naxos (Montevideo); Rigoletto e Lucia di Lammermoor (Belo Horizonte), A Midsummer’s Night Dream — indicado ao Opera Awards em 2014; La Finta Giardineira, Don Giovanni, Così fan tutte e Le Nozze di Figaro, na Polônia; Aïda de Verdi, na Alemanha; Faust, no Chile; La Zorrita Astuta, na Colômbia, A Viúva Alegre (Estônia), Anna Bolena (Manaus), A Raposinha Astuta (São Paulo) e La Traviata (Rio de Janeiro). Em 2024 estreou na Espanha com Rusalka, que será apresentada no Theatro Municipal do Rio de Janeiro; dentre seus projetos futuros destacam-se a estreia Latino-Americana de Friedenstag, de R Strauss, e o retorno a Espanha para encenar Romeo e Juliette, de Gounod.
Solistas:
Ludmila Bauerfeldt (dias 14, 16 e 24) e Paolla Soneghetti (dias 13 e 22) – Rusalka
Giovanni Tristacci – Príncipe
Eliane Coelho ((dias 14, 16 e 24) e Tati Helene (dias 13 e 22) – Princesa Estrangeira
Denise de Freitas (14, 16, 22 e 24) /Fernanda Schleder (dia 13) – Jezibaba
Licio Bruno (14, 16 e 24) e Murilo Neves (dias 13 e 22) – Vodnik
Carolina Morel, Mariana Gomes e Lara Cavalcanti – Três Ninfas
Geilson Santos – Vaňku
Hebert Campos – Jářku
Ficha Técnica:
Coro e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Cenografia: Renato Theobaldo
Iluminação: Gonzalo Córdoba
Figurinos: Marcelo Marques
Concepção e Direção Cênica: André Heller- Lopes
Direção Musical e Regência: Luiz Fernando Malheiro
Direção Artística TMRJ: Eric Herrero
Serviço:
Rusalka, de Antonín Dvořák
Coro e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Datas: 14/11 (estreia), 16/11 e 22/11 – 19h, 24/11 – 17h
Projeto Escola – 13/11 às 14h
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Endereço: Praça Floriano, s/n° – Centro
Duração: 2h30 + intervalo
Classificação: 12 anos
Ingressos:
Frisas e Camarotes – R$90,00 (ingresso individual)
Plateia e Balcão Nobre – R$80,00
Balcão Superior e Lateral – R$50,00
Galeria Central e Lateral– R$20,00
Ingressos através do site www.theatromunicipal.rj.gov.br ou na bilheteria do Theatro a partir do dia 5 de novembro, às 14h.
Haverá uma palestra gratuita no Salão Assyrio uma hora antes do início de cada espetáculo.
Patrocinador Oficial Petrobras
Apoio: Livraria da Travessa, Rádio MEC, Rádio Paradiso Rio, Fever, Consulado Geral da República Tcheca em São Paulo, Consulado Honorário da República Tcheca no Rio de Janeiro, Compatriotas e Amigos da Tchéquia no Rio de Janeiro
Realização Institucional: Associação dos Amigos do Teatro Municipal, Fundação Teatro Municipal, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa e Governo do Estado do Rio de Janeiro.
Lei de Incentivo à Cultura
Realização: Ministério da Cultura e Governo Federal, União e Reconstrução
Assessoria de imprensa TMRJ:
Cláudia Tisato – tisato.cultura@gmail.com
Estagiária Assessoria de Imprensa TMRJ:
Márcia Jaqueline – marciajaqueline.tmrj@icloud.com
Assessoria externa TMRJ:
Thaisa Barreto – vozesagenciacriativa@gmail.com
Assessora Chefe de Comunicação TMRJ:
MariettaTrotta – mariettatrotta.tmrj@gmail.com
Postado por Allex Lourenço em 22/nov/2024 -

O Música no Assyrio do próximo domingo, 24 de novembro, traz grandes nomes da música erudita ao Theatro Municipal do Rio de Janeiro. A partir das 11h, o Quarteto Atlas formado por Ricardo Amado (violino), Carlos Mendes (violino), José Ricardo Taboada (viola) e Ricardo Santoro (violoncelo) convida José Staneck (gaita) para uma super apresentação a preços populares: R$30,00 (inteira) e R$15,00 (meia-entrada).

Sobre o Quarteto Atlas
Formado por músicos premiados em diversos concursos nacionais e internacionais, o Quarteto Atlas é o resultado da união dos talentos de Ricardo Amado, Carlos Mendes, José Ricardo Taboada e Ricardo Santoro, todos músicos de destaque das orquestras Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Sinfônica Brasileira, Petrobras Sinfônica e Sinfônica da UFRJ, atuando também como recitalistas e solistas à frente dos principais conjuntos orquestrais da América do Sul. Embora tenha sido formado há apenas cinco anos, o Quarteto Atlas vem obtendo resultados expressivos em sua principal missão, que é a de demonstrar as várias possibilidades técnicas e timbrísticas de um quarteto de cordas, utilizando para isso a fusão da música popular mundial, como o rock e o tango, ao célebre e tradicional repertório internacional para esta riquíssima formação, valorizando ainda nossos grandes mestres brasileiros, como Villa-Lobos, Guerra-Peixe, Carlos Gomes e vários outros. Já se apresentaram nas principais salas de concertos do Brasil e, em 2019, fizeram a sua primeira turnê internacional, tocando na Itália e na Áustria, com grande sucesso de público e da crítica especializada.
Sobre José Staneck
Músico, concertista, Mestre em música, produtor e editorador, José Staneck faz de sua harmônica um instrumento de transformação. Chamado de David Oïstrakh da harmônica pelo crítico francês Olivier Bellamy e comparado aos músicos Andrés Segovia e Mstislav Rostropovich por sua atuação na divulgação do instrumento pelo crítico Luiz Paulo Horta, desenvolve um estilo próprio, onde elementos tanto da música de concerto quanto da música brasileira e do jazz se fundem numa sonoridade marcante. Estudou harmonia com Isidoro Kutno, análise com H. J. Koeullreutter e interpretação com Nailson Simões. Em 2007, obteve o título de Mestre pela UNIRIO. Desenvolve importante trabalho na área do ensino levando sua música para crianças em diversas localidades do Brasil. Atua com diferentes formações camerísticas, entre elas o Harmonitango, e já foi solista de diversas orquestras sinfônicas brasileiras e internacionais, incluindo a tournée aos Estados Unidos junto à Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo no icônico Carnegie Hall de Nova York, sob a regência da maestra Marin Alsop.
Serviço:
Música no Assyrio – Quarteto Atlas convida José Staneck
Data: 24 de novembro (domingo)
Horário: 11h
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Centro
Entrada pelo Boulevard da Treze de Maio
Preços populares: R$30,00 (inteira) e R$15,00 (meia – entrada)
no site ou na bilheteria do Theatro.
Classificação: Livre
Assessoria de imprensa TMRJ:
Cláudia Tisato – tisato.cultura@gmail.com
Estagiária Assessoria de Imprensa TMRJ:
Márcia Jaqueline – marciajaqueline.tmrj@icloud.com
Assessoria externa TMRJ:
Thaisa Barreto – vozesagenciacriativa@gmail.com
Assessora Chefe de Comunicação TMRJ:
Marietta Trotta – mariettatrotta.tmrj@gmail.com
Postado por Allex Lourenço em 07/nov/2024 -
Masterclass:
VIOLONCELO COM O PROFESSOR ALCEU REIS,
Dia: 21 de novembro
Horário: das 14 às 17h
Local: Sala Mário Tavares
Inscrições até o dia 15 de novembro
Número ilimitado de participantes
Não haverá seleção. É só se inscrever.
Postado por Allex Lourenço em 06/nov/2024 -

O Theatro Municipal do Rio de Janeiro, com o Patrocínio Oficial
Petrobras, oferece na quinta-feira, dia 14 de novembro, a masterclass gratuita ‘A Trajetória dos Castrati, com a gambista Kristina Augustin. A aula começará às 14h, na Sala Mário Tavares, anexo do Theatro Municipal. As inscrições estão abertas até o dia 13 de novembro através do e-mail master.tmrj@gmail.com
Sobre os Castrati
Os castrati (meninos castrados para fins musicais) foram o maior fenômeno vocal de todos os tempos. Exerceram um imensurável impacto na história da música vocal europeia e foram os responsáveis pela gênese do bel canto italiano. Desde o lançamento do filme Farinelli em 1994, indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro na edição de 1995, a temática dos castrati tornou-se relevante e atual, estimulando a reflexão e pesquisas sobre esse fenômeno musical que existiu por quase 500 anos. Na performance presenciamos o surgimento de uma geração de contratenores que vem encantando plateias com gravações, documentários e concertos difundindo esse repertório.
Na palestra A trajetória dos Castrati, fruto das pesquisas realizadas no doutorado na Universidade de Aveiro, Kristina Augustinbusca proporcionar um diálogo com o público abordando a história, mitos e tabus que foram criados sobre os castrati. Apresentando uma narrativa fundamentada na documentação histórica inédita, como livros de despesa do governo e correspondências da época, a palestra enfoca o percurso histórico dos castrati nas cortes europeias, principalmente em Lisboa e no Rio de Janeiro. A palestra contará com exibições de trechos de vídeos que ajudam a compreender as especificidades técnicas, timbrísticas e repertório desses cantores.

Sobre Kristina Augustin
Reconhecida pela sua ampla atuação como intérprete e divulgadora da viola da gamba no Brasil, Kristina Augustin tem o seu nome citado no dicionário Novo Aurélio (séc. XXI) nos verbetes “viola da gamba” e “gambista”. Recebeu a Moção Aplausos da Câmara Municipal de Niterói pelo trabalho de divulgação da Música Antiga. Doutora em Música pela Universidade de Aveiro e Mestre pela Unicamp, Kristina Augustin é diplomada pelo Birmingham Conservatoire (Inglaterra) e possui curso de especialização na Schola Cantorum Basiliensis (Suíça). No período em que viveu na Europa apresentou-se com várias formações camerísticas tocando na Basileia, Freiburg, Londres, Birmingham, Lackok, Lisboa, Porto e realizou uma turnê por seis cidades da Romênia com o conjunto Fiori Musicalli. No Brasil, destacou-se no cenário musical nacional como solista nos concertos de Telemann com o flautista David Castelo e a Orquestra Sinfônica Nacional – UFF sob a regência de Lígia Amadio (2003). Solou no Concerto Bradenburgo nº 6 (2010) e na Paixão Segundo São João de J. S. Bach, ambos na sala Cecília Meireles, sob a regência de Ricardo Rocha. Em 2016, a convite do maestro Marco Aurélio Lischtt, solou novamente na Paixão Segundo São João, desta vez com Os Canarinhos de Petrópolis. Entre os anos de 2009 e 2011 realizou vários concertos solo em São Paulo, João Pessoa, Florianópolis, Fortaleza, Araripe, Niterói e Rio de Janeiro. Como músico camerista foi integrante do Música Antiga da UFF durante vinte anos, participando de várias turnês pelo Brasil, sendo a que teve maior abrangência foi realizada pelo SESC no projeto Sonora Brasil. Em 2007, fundou o conjunto Quadro Antiquo com o qual realizou três turnês pelo Norte-Nordeste brasileiro (2007, 2009, 2010) em Minas Gerais (2008) e concertos na Europa (Lisboa, Santarém, Aveiro, Porto e Praga -2008) sob patrocínio do Música no Museu. Em 2015 apresentou-se com o trio Concerto a 3 no Palácio Foz (Lisboa), Cine Teatro Avenida (Castelo Branco) e na Biblioteca Joanina (Coimbra) através da aprovação do Edital Conexão Cultura Brasil – Intercâmbios do MINC. É autora de três livros e além vários artigos publicados. Sua discografia conta com nove discos.
Maiores informações https://kristinaaugustin.blogspot.com/p/curriculo.html
Serviço:
Masterclass A trajetória dos Castrati com Kristina Augustin
Data: 14 de novembro
Horário: 14h
Local: Sala Mário Tavares – anexo ao TMRJ
Endereço: Av. Alm. Barroso, 14/16 – Centro – Anexo do Theatro
Entrada franca
Os interessados deverão se inscrever pelo e-mail master.tmrj@gmail.com até o dia 13 de novembro.
Classificação: Livre
Patrocinador Oficial Petrobras
Realização Institucional: Fundação Teatro Municipal, Associação dos
Amigos do Teatro Municipal
Lei de Incentivo à Cultura
Realização: Ministério da Cultura e Governo Federal, União e
Reconstrução
Assessoria de imprensa TMRJ:
Cláudia Tisato – tisato.cultura@gmail.com
Estagiária Assessoria de Imprensa TMRJ:
Márcia Jaqueline – marciajaqueline.tmrj@icloud.com
Assessora Chefe de Comunicação TMRJ:
Marietta Trotta – mariettatrotta.tmrj@gmail.com
Assessoria externa TMRJ:
Thaisa Barreto – 22 99883-3022
Postado por Allex Lourenço em 04/nov/2024 -

Rio de Janeiro, outubro de 2024 – Um ato de reconhecimento e valorização da grande contribuição da cultura negra para a formação da identidade musical brasileira. Assim será o espetáculo “Raça – Homenagem a Milton Nascimento”, protagonizado por 35 integrantes da Orquestra Sinfônica Juvenil Carioca (OSJC), com participação especial de Isabel Fillardis, que terá apresentação única no Theatro Municipal do Rio de Janeiro no próximo dia 18/11, segunda-feira, às 19h. O público vai cantar e se emocionar com a releitura de clássicos do grande cantor e compositor homenageado, como “Fé cega, faca amolada”, “Canção da América”, “Travessia”, “Amor de índio”, “Caçador de mim”, “Clube da Esquina nº2”, “Nos bailes da vida”, entre outras. Os ingressos serão vendidos a preços populares.
“O repertório de “Raça” explorará canções fundamentais que marcam nossas raízes culturais e sociais. A homenagem a Milton Nascimento, um ícone da música brasileira, trará ao palco interpretações poderosas de suas canções, que há décadas inspiram gerações com suas letras e melodias repletas de alma e significado” – ressalta a diretora da orquestra, Moana Martins.
REPERTÓRIO
1ª parte
• “Bola de meia, bola de gude” – Milton Nascimento e Fernando Brant (Arranjo: Vinicius Louzada)
• “Fé cega, faca amolada” – Milton Nascimento e Ronaldo Bastos | Part.: Quarteto vocal (Arranjo: Vinicius Louzada)
• “Para Lennon e MacCartney” – Lô Borges, Mário Borges e Fernando Brant | Part.: Quarteto vocal (Arranjo: Vinicius Louzada)
• “Certas canções” – Milton Nascimento e Tunai | Part. Especial de Alcide Sodré e Quarteto Vocal (Arranjo: Vinicius Louzada)
• “Canção da América” – Milton Nascimento e Fernando Brant | Solo: André Salles (Arranjo: Mateus Araújo)
• “Travessia” – Milton Nascimento e Fernando Brant | Solo: Ana Neri (Arranjo: Mateus Araújo)
• “Amor de índio” – Beto Guedes e Ronaldo Bastos | Solo: Thalita Braz | Piano: Moana Martins (Arranjo: Moana Martins)
• “Raça” – Milton Nascimento e Fernando Brant | Part.: Alcides Sodré, Coro Juvenil do Rio de Janeiro e Quarteto Vocal (Arranjo: Vinicius Louzada)
• “Cio da terra” – Milton Nascimento e Chico Buarque | Part.: Coro Juvenil do Rio de Janeiro (Arranjo: Mateus Araújo)
• “Ponta de areia” – Milton Nascimento e Fernando Brant | Part.: Coro Juvenil do Rio de Janeiro (Arranjo: Sérgio Simões Menezes)
2ª parte – Participação Isabel Fillardis
• “Caçador de mim” – Sérgio Magrão e Luiz Carlos Sá (Arranjo: Mateus Araújo)
• “Nascente” – Flávio Venturinni e Murilo Antunes (Arranjo: Vinicius Louzada)
• “Clube da Esquina nº2” – Milton Nascimento, Lô Borges e Márcio Borges (Arranjo: Vinicius Louzada)
• “Encontros e despedidas” – Milton Nascimento e Fernando Brant (Arranjo: Vinicius Louzada)
• “Maria, Maria” – Milton Nascimento e Fernando Brant (Arranjo: Mateus Araújo)
• “Nos bailes da vida” – Milton Nascimento e Fernando Brant | part.: Coro Juvenil do Rio de Janeiro e quarteto vocal (Arranjo: Vinicius Louzada)
O espetáculo, com regência de Carlos Sarria, terá como solistas Alcides Sodré, Ana Neri, André Salles e Thalita Braz. Os 35 integrantes da Orquestra Sinfônica Juvenil Carioca tocarão instrumentos como violino, viola, violoncelo, contrabaixo acústico, flauta transversal, clarineta, trompete, trombone, trompa, fagote e percussão. O evento é apresentado pelo Santander Brasil, Zurich Santander e Instituto Cultural Vale, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e tem o apoio institucional da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro e do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
A Orquestra Sinfônica Juvenil Carioca (OSJC) é composta por alunos da rede pública de ensino, que passam por um amplo programa de educação e formação musical. Desde 2017, jovens estudantes de diversas regiões do Rio de Janeiro encontram na Orquestra meios para a construção de uma mudança social que possibilita resultados duradouros para os estudantes, suas famílias e toda a sociedade. Os músicos já se apresentaram em salas de concerto de grande visibilidade e dividiram o palco com diversos convidados especiais, como João Bosco, Guilherme Arantes, Leila Pinheiro, Leoni, Maria Luiza Jobim, Elba Ramalho, Toquinho, Zélia Duncan, Hamilton de Holanda, Maria Gadú, Lucy Alves e Isabel Fillardis. A OSJC também participou de intercâmbios internacionais na Espanha e nos Estados Unidos.
Postado por Allex Lourenço em 07/nov/2024 -

Música e contação de história. Esta é marca do Concerto de João à Pedro – Uma História Brasileira, que será apresentado no próximo dia 10 de novembro, na Série Música no Assyrio, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. O Quinteto Brasil estreia dentro do projeto que acontece de 15 em 15 dias, no domingo, no tradicional Salão Assyrio do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Sempre às 11h, com ingressos a preços populares: R$30,00 (inteira) e R$15,00 (meia-entrada).
Repertório:
Abertura com a Grande Fantasia Triunfal sobre o Hino Nacional Brasileiro de L.M. Gottschalk
Laudate Dominum – Mozart
Festa na Bahia – Francisco Mignone
Abaluaiê – Waldemar Henrique
Negra Fulô – Lorenzo Fernandez
Quem Sabe – Carlos Gomes
Jesus Alegria dos Homens – J.S. Bach
Valsa da Viúva Alegre – de Franz Lehár
Músicos:
Georgia Szpilman – voz
Maria Luisa Lundberg – piano
Nayara Tamarozi – violoncelo
Pedro Amaral – violino
Moises Santos – clarinete
Serviço:
Música no Assyrio – Quinteto Brasil
Data: 10 de novembro (domingo)
Horário: 11h
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Centro
Entrada pelo Boulevard da Treze de Maio
Preços populares: R$30,00 (inteira) e R$15,00 (meia – entrada)
no site ou na bilheteria do Theatro.
Classificação: Livre
Assessoria de imprensa TMRJ:
Cláudia Tisato – tisato.cultura@gmail.com
Estagiária Assessoria de Imprensa TMRJ:
Márcia Jaqueline – marciajaqueline.tmrj@icloud.com
Assessora Chefe de Comunicação TMRJ:
Marietta Trotta – mariettatrotta.tmrj@gmail.com
Postado por Allex Lourenço em 05/nov/2024 -

EU CONTO ESSA HISTÓRIA
É um sarau de histórias que vai acontecer no Salão Assyrio do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, nesta quinta-feira, dia 7 de novembro, às 19h, com entrada gratuita.
O espetáculo EU CONTO ESSA HISTÓRIA traz três histórias verídicas da imigração judaica para o Rio de Janeiro. As histórias são baseadas nas entrevistas feitas pela roteirista Daniela Chindler para o livro “Uma casa no mundo”, também de sua autoria.
Entre uma história e outra, serão apresentadas canções da tradição asquenaze e sefaradita, todas de domínio público e muitas do rito religioso judaico.
Serviço:
Horário: 19h – Abertura do Salão Assyrio às 18h
Ingresso: Entrada Gratuita
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Salão Assyrio
Endereço – Praça Floriano S/N – Centro
Postado por Allex Lourenço em 12/set/2024 -

A mais antiga instituição pública de ensino de Dança Clásssica do país, a tradicional Escola Estadual de Dança Maria Olenewa (EEDMO), vai abrir suas inscrições de novos alunos para o ano de 2025, no período de 14 a 30 de outubro deste ano. A Escola tem o ensino gratuito, e durante seus nove anos de curso, o aluno terá acesso a aulas práticas e teóricas, até a sua formação. Responsável por revelar grandes nomes da Dança, a EEDMO dá a oportunidade a esses jovens bailarinos de seguirem a carreira profissional, tanto ingressando em renomadas companhias, como a do Theatro Municipal do RJ, quanto seguirem a carreira acadêmica.
Durante o processo seletivo, a criança ou jovem serão avaliados por suas aptidões técnicas, físicas e artísticas, começando assim o grande sonho de se tornar um profissional da dança. Juliana Valadão, Primeira Bailarina do Theatro Municipal do Rio de Janeiro , formada pela EEDMO, fala da importância da Escola em sua vida:
-“Ser formada pela Escola Estadual de Dança Maria Olenewa é um grande privilégio. Tive professores maravilhosos, que me ensinaram tudo e me prepararam para entrar em qualquer companhia profissional do mundo. Aprendi sobre ballet, aprendi a ter disciplina, pontualidade, sobre agir com profissionalismo e respeito. Respeito aos profissionais e principalmente a arte! E a arte mudou a minha vida! ” – conclui Juliana Valadão.

Hélio Bejani, diretor da Escola Estadual de Dança Maria Olenewa, destaca: “A Escola Estadual de Dança Maria Olenewa é uma instituição quase centenária que vem, ao longo desses anos, aprimorando seus ensinamentos e acompanhando a evolução dos tempos. Sempre mantendo o pensamento e o propósito da Mestra Maria Olenewa em transformar a EEDMO num celeiro de bailarinos para atender, principalmente, ao Ballet do Theatro Municipal. Importante destacar que juntamente com um ensino de excelência em ballet clássico estamos, acima de tudo, preparando e formando novos cidadãos. Nossa equipe de educadores, extremamente capacitada, tem o compromisso de transformar vidas através da arte.”

Serviço:
AMADANÇA promove INSCRIÇÕES PARA O PROCESSO SELETIVO EEDMO – 2025
Período de inscrições:14 a 30 de outubro de 2024
Moças e rapazes com idade entre 8 e 21 anos
Documentos necessários:
2 fotos 3X4
Certidão de Nascimento (Xerox)
Atestado Médico (Original)
Atestado de Escolaridade (Original)
Comprovante de Residência ( Xerox)
Taxa de inscrição: R$50,00
(Pagamento da taxa de inscrição do preliminar ao pré-técnico via PIX – Associação dos Amigos da Escola de Dança Maria Olenewa
PIX – CNPJ: 29.411.618/0001-26)
Endereço: Avenida Almirante Barroso, nº 14/ 3º andar
Prédio Anexo do Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Atendimento de segunda a sexta, das 8h às 12h e das 14h às 16h
CEP:20031-000
Mais informações, acesse o Instagram da EEDMO(@mariaolenewa)
Assessoria de imprensa TMRJ:
Cláudia Tisato – tisato.cultura@gmail.com
Estagiária da Assessoria de Imprensa TMRJ:
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