Postado por Allex Lourenço em 30/mar/2026 -

Após o grande sucesso em 2025, com sessões esgotadas, Carmina Burana, de Carl Orff, retorna ao palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro com o Coro e a Orquestra Sinfônica da casa, reunindo um elenco de mais de trezentos profissionais. São atores, bailarinos e artistas de diversas modalidades como Vogue, Burlesco, Pole Dance, Breakdance, Passinho, Arte Drag e até Passista, além de duzentos e trinta figurinos. A montagem, que abre a temporada lírica do Theatro, com Patrocínio Oficial da Petrobras, é apresentada em formato de ópera-balé e, marcada por estéticas contrastantes, aposta em uma leitura cênica contemporânea da obra. Com coreografias, concepção e direção cênica de Bruno Fernandes e Mateus Dutra, figurinos de Desirée Bastos, o espetáculo conta com direção musical e regência do maestro chileno Victor Hugo Toro. As apresentações acontecem nos dias 8, 9, 10 e 11, às 19h, e no dia 12, às 17h.

“Carmina Burana está de volta ao palco do Municipal na temporada de 2026, atendendo ao pedido do nosso público. Sair do óbvio foi a escolha mais acertada dos diretores cênicos, especialmente por colocar nos holofotes tanta diversidade em um único espetáculo. Com o patrocínio oficial da Petrobras, estamos com tudo pronto para recebê-los aqui”, destaca Clara Paulino, Presidente da Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro.
“Sendo Carmina Burana originalmente uma cantata cênica, mas normalmente apresentada em forma de concerto ou coreografada para balé, a nossa montagem apresenta características praticamente inéditas: foi construído um enredo que faz a ligação entre os diversos poemas que compõem a obra, formando um espetáculo de estrutura contínua, com participação cênica tanto do coro como dos solistas, além de bailarinos e artistas das mais diversas especialidades e procedências. Não seria inadequado dizer que estamos apresentando a Carmina Burana em formato de ópera-balé”, diz Eric Herrero, diretor artístico da Fundação Teatro Municipal.
“Eu estou muito feliz em retornar ao Theatro Municipal do Rio de Janeiro, não só porque eu tenho um belíssimo relacionamento artístico e profissional com os corpos artísticos, mas também, porque tenho esta oportunidade de remontar e apresentar novamente o espetáculo Carmina Burana. Lembro muito bem como estava lotada a casa, como o público foi ao delírio em cada uma das apresentações que fizemos no ano passado. E fico muito feliz em poder, novamente, apresentar este espetáculo com mais récitas do que em 2025. Tenho certeza que os ingressos vão esgotar e que será uma grande experiência artística”, celebra o maestro Victor Hugo Toro.
A primeira parte, “Primo Vere”, que celebra a chegada da primavera e o despertar da natureza, tem sua estética inspirada nos retábulos do flamengo primitivo, em especial na obra de Hieronymus Bosch, “O Jardim das Delícias”. A segunda metade do espetáculo, “In Taberna” e “Cours D’Amour”, transporta a ação para o cenário de uma boate contemporânea. Esta ambientação oferece uma visão satírica de um mundo hedonista e da frustração amorosa que acompanha suas relações. O ponto de maior destaque da produção, nesta parte, é a integração de diversas linguagens de movimento. Em cena, haverá também o uso da pintura do Museu Nacional de Belas Artes, de Pedro Américo: “A Noite”, acompanhada dos gênios do estudo e do amor (1883). E na versão de 2026, uma imagem da artista carioca Marcela Cantuária faz parte do projeto.

Sinopse Carmina Burana
A obra de Carl Orff é uma coleção de poemas que constituem um manuscrito do século XIII, encontrado no Mosteiro de Benediktbeuern, na Bavária. A cantata aborda temas como o amor, a fortuna, a natureza e a vida cotidiana, refletindo a cultura e as preocupações da época. Os autores desses poemas são desconhecidos e encontram-se escritos em latim medieval e em diversos vernáculos, incluindo o alemão, o inglês, o francês e o provençal.
Carmina Burana estreou no Theatro Municipal do Rio de Janeiro em dezembro de 1994, com o Coro e a Orquestra da casa, sob a regência do maestro David Machado. Em julho de 2000, o inglês Lionel Friend regeu a cantata, seguido pelo maestro André Cardoso. Em 2002, Cardoso e Sílvio Barbato comandaram a Orquestra e o Coro do Municipal. Em novembro de 2010, foi a vez do maestro Silvio Viegas. Em 2013, pela primeira vez, foi encenada com o Ballet do Theatro e coreografia de Mauricio Wainrot. Sua última apresentação foi em 15 de junho de 2017, com o regente Tobias Volkmann. Em 2025, uma nova versão foi apresentada no palco principal com Coro e Orquestra do Theatro, a participação do balé e artistas diversos.


Sobre Victor Hugo Toro
Nascido em Santiago do Chile, realizou estudos de regência orquestral e formou-se na Faculdade de Artes da Universidade do Chile. Foi vencedor do II Concurso Internacional de Regência Orquestral –Prêmio OSESP – Organizado pela Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo.
Em seus mais de 20 anos de carreira tem sido convidado a reger as maiores orquestras do Chile, a Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB), Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo, Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal de Rio de Janeiro, Amazonas Filarmônica, Camerata Antigua de Curitiba, Sinfônicas de Campinas, Paraná, Porto alegre, Bahía, Sergipe, Espirito Santo, Guarulhos, Orquestra do Teatro Massimo de Palermo e da Arena de Verona (Itália), Orquestra estável do Teatro Colón de Buenos Aires, Sinfônicas de Rosario (Argentina), do SODRE (Uruguai) e de Xalapa (México), além das filarmónicas de Montevidéu, Mendoza, Buenos Aires, Oltenia (Romênia), da Universidade Nacional Autônoma do México (OFUNAM) e de Xiamen (China), entre muitas outras. Além do seu importante trabalho com orquestras jovens de seu país e ter sido professor assistente no programa de regência orquestral da Faculdade de Artes da Universidade do Chile, Victor Hugo Toro é também compositor e suas obras têm sido interpretadas por diversos grupos sinfônicos e de câmara. Ele foi escolhido um dos 100 líderes jovens do Chile pelo jornal “El Mercúrio” e recebeu uma homenagem da Câmara Municipal de São Paulo pelo seu trabalho em prol da música, a sociedade paulistana e o acercamento cultural entre Chile e Brasil. Também foi Laureado pela Sociedade Brasileira de Artes Cultura e Ensino com a Ordem do Mérito Cultural “Carlos Gomes” no grau de comendador e recebeu de parte da Câmara Municipal de Campinas a medalha “Carlos Gomes” e a medalha “Samuel Lisman” de Artes, conferida pela Academia Campineira de Letras e Artes (ACLA) pelos relevantes serviços prestados à cidade. Notável por suas performances vibrantes em uma ampla diversidade de estilos musicais, Victor Hugo Toro foi regente assistente da OSESP, regente principal da Orquestra Sinfônica do SODRE, em Uruguai, regente residente da Companhia Brasileira de Opera, assessor da direção artística do Teatro Municipal de São Paulo e, por 10 anos, diretor artístico e regente titular da Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas, uma das maiores e mais tradicionais orquestras sinfônicas do Brasil. Atualmente é regente titular da Orquestra Sinfónica da Universidade de Talca, no Chile, e professor da escola superior de música da mesma universidade.
Elenco principal:
Dias 8, 9, 10, 11 de abril, às 19h / Dia 12 de abril, às 17h
A Noite – Michele Menezes – dias 8,10 e 12 de abril / Loren Vandal – dias 9 e 11 de abril
O Cisne – Guilherme Moreira – dias 8,10 e 12 de abril / Herbert Campos – dias 9 e 11 de abril
O Louco – Santiago Vilalba – dias 8,10 e 12 de abril/ Johnny França – dias 9 e 11 de abril
Ficha Técnica:
Carmina Burana – Cantata Cênica – Carl Orff (1895-1982)
Coro e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Solistas: Michele Menezes, Loren Vandal, Guilherme Moreira, Herbert Campos, Santiago Villalba e Johnny França
Cenografia: Bruno Fernandes e Matheus Simões
Figurinos: Desirée Bastos
Iluminação: Jonas Soares
Design Gráfico: Carla Marins
Atores e bailarinos convidados
Solistas: Tiago Tononi, Glayson Mendes, Manuela Roçado e Tabata Salles
Adereços: Renan Garcia, Taísa Magalhães e Penha Maria Lima, Raquel de Loiola, Lorena Couto, Nalanda Rodrigues, Jasmine Lara
Visagismo: Antônio Ulysses
Direção de Arte: Matheus Simões
Direção cênica, concepção e coreografias: Bruno Fernandes e Mateus Dutra
Direção Musical e Regência: Victor Hugo Toro
Diretor Artístico do TMRJ: Eric Herrero
Presidente da Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro: Clara Paulino
Serviço:
Carmina Burana, de Carl Orff
De 8 a 11/4, às 19h e 12/4, às 17h
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Endereço: Praça Floriano, S/N – Centro
Classificação: 16 anos
Ingressos:
Frisas e Camarotes – R$90 (ingresso individual)
Plateia e Balcão Nobre – R$80
Balcão Superior e Lateral – R$50
Galeria Central e Lateral – R$20
Ingressos através do site www.theatromunicipal.rj.gov.br ou na bilheteria do Theatro
Antes de cada espetáculo, haverá uma palestra gratuita sobre a obra e suas curiosidades com a presença de um intérprete de libras.
Patrocinador Oficial Petrobras
Onde tem Patrocínio, tem Governo do Brasil
Apoio: Livraria da Travessa, Rádio MEC, Rádio NOVA Paradiso e FEVER
Realização Institucional: Fundação Teatro Municipal, Associação dos Amigos do Teatro Municipal
Lei de Incentivo à Cultura
Realização: Ministério da Cultura e Governo do Brasil, do lado do povo brasileiro
Assessoria de imprensa TMRJ:
Cláudia Tisato – tisato.cultura@gmail.com
Assessoria de imprensa externa TMRJ:
Thaisa Barreto – vozesagenciacriativa@gmail.com
Assessora Chefe de Comunicação TMRJ:
Marietta Trotta – mariettatrotta.tmrj@gmail.com

Postado por Gabriel Mendes em 24/mar/2026 -

Uma experiência única onde o samba ocupa o Theatro Municipal do Rio de Janeiro, transformando um templo da arte em um grande terreiro de emoção.
Mais do que um espetáculo, será um encontro inesquecível: Nego Álvaro divide o palco com nomes como Diogo Nogueira, Moacyr Luz, Pretinho da Serrinha, Marina Íris, Althayr Veloso e Marcelle Motta, em uma celebração única que vai marcar a história do samba no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
Nego Álvaro reúne no mesmo palco artistas que marcaram gerações. Um espetáculo de encontros raros e emocionantes.
Serviço:
Nego Álvaro – Festa do Samba no Theatro Municipal
Data: 06/04/2026
Horário: 19h (abertura dos portões às 18h)
Duração: 1h30
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Praça Floriano, S/N – Centro, Rio de Janeiro
Classificação: Livre
Postado por Allex Lourenço em 30/mar/2026 -

A Fundação Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro realiza, no próximo dia 8 de abril de 2026, às 19h, a exibição especial do filme Copacabana Palace (1962), dirigido por Steno, em parceria com o Theatro Municipal do Rio de Janeiro e o Istituto Italiano di Cultura di Rio de Janeiro. A sessão acontece na Sala Mário Tavares e contará, após a exibição, com um debate com o cineasta Cavi Borges, com mediação de Felipe Haurelhuk, abordando temas como cinema, memória, preservação e a construção do imaginário do Rio de Janeiro.
“Exibir um filme como ‘Copacabana Palace’ é revisitar uma imagem do Rio que ajudou a construir a forma como a cidade é vista no mundo. Ao trazer essa obra para o público, a F.MIS reafirma seu compromisso com a preservação da memória audiovisual e com o acesso à cultura, promovendo encontros que ampliam o olhar sobre a nossa identidade”, destaca Cesar Miranda Ribeiro, presidente da Fundação.
Ambientado no Rio de Janeiro dos anos 1960, o longa apresenta imagens em Technicolor que capturam a atmosfera da cidade em um período emblemático de sua história. Cenários icônicos como o Aeroporto Santos Dumont e o próprio Copacabana Palace compõem a narrativa, que se desenrola durante o Carnaval carioca. A trilha sonora reúne grandes nomes da música brasileira como Antônio Carlos Jobim, João Gilberto e Luiz Bonfá, que interpretam a si mesmos no filme.
Entre os destaques, está a canção Samba do Avião, composta especialmente por Jobim para o longa e que se tornaria um dos grandes clássicos da bossa nova e da cultura carioca. A obra dialoga diretamente com a memória afetiva da cidade, reunindo música, paisagem e narrativa em uma representação singular do Rio de Janeiro.
Durante o Carnaval carioca, diferentes histórias se cruzam no hotel Copacabana Palace, três ladrões planejam roubar joias do cofre do hotel, enquanto três aeromoças tentam se aproximar de ídolos da bossa nova e um príncipe busca flagrar a infidelidade da esposa, compondo uma trama leve e dinâmica que mistura romance, humor e música. Produzido em 1962, o filme tem direção de Steno, duração de 83 minutos e classificação indicativa de 14 anos, contando com atuações de Sylva Koscina, Walter Chiari e Mylène Demongeot.
A exibição reforça o compromisso da F.MIS com a difusão do patrimônio audiovisual e com a promoção de experiências culturais acessíveis ao público. Ao ocupar um espaço simbólico como o Theatro Municipal, o evento amplia o diálogo entre instituições culturais e fortalece a circulação de obras que marcaram a história do cinema e da música brasileira.
A entrada é gratuita, com retirada antecipada de ingressos online.
SERVIÇO
Exibição do filme Copacabana Palace
Data: 8 de abril de 2026
Horário: 19h
Local: Sala Mário Tavares – Prédio Anexo do Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Av. Almirante Barroso, 14/16 – Centro – Rio de Janeiro
Entrada: Gratuita, retirada de ingresso online – http://theatromunicipal.rj.gov.br/
Contato: ascom@mis.rj.gov.br
Postado por Allex Lourenço em 20/mar/2026 -

No dia 14 de abril, terça, às 19h, a Orquestra Petrobras Sinfônica retorna ao Theatro Municipal para apresentar um concerto que explora diferentes caminhos da música do século XIX e XX, unindo tradição e modernidade.
Com regência do maestro Carlos Prazeres, o programa se inicia com as Bachianas brasileiras nº 9, de Heitor Villa-Lobos, obra que sintetiza a fusão entre a tradição clássica europeia e os elementos rítmicos e melódicos brasileiros. Na sequência, a premiada pianista Erika Ribeiro interpreta os solos da célebre Rhapsody in Blue, de George Gershwin, peça que incorpora elementos do jazz à linguagem sinfônica e se tornou um símbolo da música americana do século XX.
Encerrando a noite, a Sinfonia nº 7, de Ludwig van Beethoven, destaca-se por sua energia contagiante, sendo uma das obras mais vibrantes do repertório sinfônico e concluindo uma noite que atravessa estilos, épocas e linguagens.
ORQUESTRA PETROBRAS SINFÔNICA
Carlos Prazeres, regência
Erika Ribeiro, piano
HEITOR VILLA-LOBOS
Bachianas brasileiras nº 9, A449
I. Prelúdio
II. Fuga
GEORGE GERSHWIN
Rhapsody in Blue
LUDWIG VAN BEETHOVEN
Sinfonia nº 7, em Lá maior, op. 92
I. Poco sostenuto
II. Allegretto
III. Presto
IV. Allegro con brio
Postado por Allex Lourenço em 17/mar/2026 -

No dia 17 de abril, às 19h, a Sala Mário Tavares, no prédio anexo do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, recebe o concerto “Divas do Jazz”, espetáculo que celebra algumas das maiores vozes femininas da história da música. A apresentação reúne as cantoras Tallyta Braz e Thuany Schnaider em uma noite dedicada à elegância, à emoção e à força interpretativa do jazz.
O repertório do concerto destaca artistas que marcaram gerações e ajudaram a moldar a identidade do jazz e da música soul, como Ella Fitzgerald, Nina Simone, Etta James e Aretha Franklin, entre outras grandes intérpretes que se tornaram referências mundiais por suas vozes inconfundíveis e interpretações memoráveis.
Com arranjos especialmente preparados para a apresentação, o espetáculo propõe uma experiência intimista e sofisticada, explorando a riqueza melódica, a improvisação e a intensidade emocional que consagraram o jazz como um dos gêneros mais influentes da música mundial.
Ao longo da noite, Tallyta Braz e Thuany Schnaider conduzem o público por clássicos associados a essas artistas, revisitando canções que atravessaram décadas e continuam a inspirar diferentes gerações de músicos e ouvintes.
A realização do concerto conta com execução da Orquestra Filarmônica Fluminense (ORFF) e produção da JFRP Consultoria, com apoio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Governo do Rio de Janeiro.
Mais do que um espetáculo musical, “Divas do Jazz” celebra o legado das mulheres que transformaram a história do jazz e da música popular, em um encontro artístico que promete emocionar o público.
Divas do Jazz – Tributo às grandes vozes femininas do jazz
Com Tallyta Braz e Thuany Schnaider
Data – 17/04
Horario – 19h
Sala Mário Tavares – Prédio Anexo do Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Av. Almirante Barroso, 14/16 – Centro – Rio de Janeiro
Execução: Orquestra Filarmônica Fluminense (ORFF)
Produção: JFRP Consultoria
Postado por Allex Lourenço em 20/mar/2026 -

GALA OSIPOVA – NATALIA OSIPOVA em GISELLE e vencedores do PRIX OSIPOVA se unem no palco em uma noite épica que celebra a excelência da dança clássica e contemporânea e o surgimento de novos talentos.
O Conservatório Dança e Arte, em parceria com a bailarina Anna Koblova, traz ao palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro a grande estrela do ballet mundial Natalia Osipova, PRIMEIRA BAILARINA do The Royal Ballet, em sua primeira apresentação no Rio de Janeiro.
No PRIMEIRO ATO, apresentam-se os vencedores da etapa latino-americana do PRIX OSIPOVA — jovens talentos que seguem para a grande final em Londres.
No SEGUNDO ATO, Natalia Osipova interpreta uma emocionante Suíte do Segundo Ato do BALLET GISELLE, um de seus papéis icônicos, acompanhada por estrelas convidadas e bailarinas da Companhia Jovem do Conservatório Dança e Arte, formada por jovens talentos da ASSOCIAÇÃO CDA PARA TODOS.
Postado por Allex Lourenço em 10/mar/2026 -

O Theatro Municipal do Rio de Janeiro, um dos mais importantes equipamentos culturais do país e ponto de encontro dos amantes da ópera, do balé e da música de concerto, traz em 2026, uma programação que equilibra grandes títulos do repertório clássico e produções contemporâneas, ao mesmo tempo em que dialoga com novos públicos e linguagens. Com o Patrocínio Oficial Petrobras, a temporada inicia em março e termina no fim de dezembro com os corpos artísticos estáveis da casa — Orquestra Sinfônica, Coro e Ballet — que garantem alto nível artístico aos espetáculos. São 6 óperas, 4 balés e 3 concertos. Além da programação intensa no palco principal, outros projetos do Municipal oferecem mais opções ao público como o Ópera do Meio-Dia, o Boulevard de Portas Abertas, o Música no Assyrio, entre outros.
Mais do que um monumento histórico e arquitetônico, o Theatro é um espaço vivo, de encontros, emoções e descobertas. Com o apoio da Associação de Amigos do Theatro Municipal, a programação plural reforça o compromisso com a democratização do acesso à cultura e com a formação de plateias, consolidando a Fundação como referência cultural do Rio de Janeiro e do Brasil.
“É com grande orgulho que abrirmos o Theatro para a Temporada 2026. Com o patrocínio oficial da Petrobras, nosso palco receberá concertos, ballets e óperas realizados por nossos artistas em conjunto com as equipes operacionais e administrativa. O Ballet, o Coro, a Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro trazem sempre o que há de melhor para nosso público. Não fique de fora, esperamos você!”, afirma Clara Paulino, Presidente da Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro.
“Desenhar uma quinta Temporada Artística Oficial consecutiva no maior palco lírico do Brasil é uma honra e alegria imensas! Traremos programas de alta qualidade protagonizados pelos Corpos Artísticos da casa – Coro, Ballet e Orquestra – com grandes artistas convidados. O Theatro Municipal do Rio de Janeiro segue produzindo, revelando artistas, formando profissionais em diversas áreas do nosso setor, valorizando sua vocação, que são o Ballet, a Ópera e a Música de Concerto”, ressalta Eric Herrero, Diretor Artístico da Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro.
“Nesta temporada em que celebraremos os 270 anos de Mozart, o Theatro Municipal contará com umas das obras mais emblemáticas do seu repertório. A Grande Missa em Dó menor inspira profundidade e espiritualidade e representa um dos momentos mais marcantes do maior prodígio de todos os tempos. Viva Mozart e viva o nosso Theatro Municipal!”, celebra o maestro titular da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal, Felipe Prazeres.

Março
A temporada 2026 será oficialmente aberta no dia 13 de março, às 19h, com a Grande Missa em Dó Menor- K427, de Wolfgang Amadeus Mozart. A obra será interpretada pelo Coro e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro (OSTM), sob a regência do maestro titular, Felipe Prazeres, em homenagem aos 270 anos de nascimento do compositor austríaco.
Como tradição, a OSTM fará também um Concerto Didático, nos dias 21 e 22, às 16h, para mostrar ao público como funciona uma Orquestra. No repertório, Villa-Lobos, Vivaldi, Bach, Mozart, Beethoven, Rossini, Tchaikovsky e Oscar Lorenzo Fernández. Com texto de Eric Herrero, direção cênica de Daniel Salgado e regência de Anderson Alves, o Concerto Didático contará ainda com a participação especial da bailarina Liana Vasconcelos e do palhaço Marshmallow, interpretado por Ludoviko Vianna, ampliando o diálogo com públicos de todas as idades.

Abril
Após o grande sucesso em 2025, com sessões esgotadas, Carmina Burana, de Carl Orff, retorna ao palco do Theatro Municipal. A montagem, apresentada em formato de ópera-balé e marcada por estéticas contrastantes, aposta em uma leitura cênica contemporânea da obra. Com concepção e direção cênica de Bruno Fernandes e Mateus Dutra, o espetáculo terá direção musical e regência de Victor Hugo Toro. As apresentações acontecem nos dias 8, 9, 10 e 11, às 19h, e no dia 12, às 17h.

Maio
Um dos grandes balés do século XVIII retorna ao palco do TMRJ: La Fille Mal Gardée, com música de Ferdinand Hérold. Com Ballet e Orquestra Sinfônica da casa. A versão original foi apresentada em julho de 1789, no Grand Théâtre de Bordeaux, na França. Entre os coreógrafos que recriaram esse balé, um deles foi Marius Petipa, em 1885, quando apresentou sua versão em São Petesburgo, na Rússia. Surgiram outras produções através do século XX e, em 2024, o espetáculo com concepção e coreografia do uruguaio Ricardo Alfonso, encenado pelo Ballet Nacional Sodre, de Montevidéu, foi apresentado com o Ballet e Orquestra Sinfônica do Municipal com grande repercussão. Agora, a produção retorna à programação, novamente com concepção e coreografia de Ricardo Alfonso. A regência será de Jésus Figueiredo. As apresentações acontecem nos dias 14, 15, 16, 20, 21, 22 e 23, às 19h, e nos dias 17 e 24, às 17h.

Junho
O projeto Música Brasileira em Foco celebra três importantes compositores da música de concerto nacional. A programação homenageia Francisco Mignone, pelos 40 anos de seu falecimento, com a obra Festa nas Igrejas; Radamés Gnattali, pelos 120 anos de nascimento, com a apresentação da Brasiliana nº 1; e César Guerra-Peixe, representado pelo Concertino para Violino e Orquestra.
O concerto será interpretado pela Orquestra Sinfônica do Theatro Municipaldo Rio de Janeiro, com destaque para o violinista Ricardo Amado. A regência ficará a cargo do maestro titular, Felipe Prazeres. Única apresentação, no dia 17, às 19h.

Julho
O Theatro Municipal do Rio de Janeiro celebra 117 anos com uma programação especial, que reafirma sua vocação lírica. O grande destaque é a ópera Salvator Rosa, de Antônio Carlos Gomes, em homenagem aos 190 anos de nascimento e aos 130 anos de morte do compositor. A obra retorna ao palco da casa após oito décadas sem ser apresentada.
A estreia acontece no dia 14 de julho, data do aniversário do Theatro, com o Coro e a OSTM. A montagem terá concepção e direção cênica de Julianna Santos, coreografia de Hélio Bejani, direção de movimento de Márcia Jaqueline e direção musical e regência de Luiz Fernando Malheiro. As récitas acontecem ainda nos dias 15,16,17 e 18, às 19h.

Agosto
O Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro traz um dos títulos mais vibrantes do repertório clássico: Don Quixote. Inspirado no romance de Miguelde Cervantes, o balé tem música de Ludwig Minkus, libreto e coreografia de Marius Petipa, com remontagem e adaptação de Jorge Teixeira. A regência será de Tobias Volkmann e a direção geral de Hélio Bejani. Ao todo, a temporada contará com dez récitas. As apresentações serão nos dias 20 (estreia), 21,22,26,27,28 e 29, às 19h. Dias 23 e 30, às 17h. E dia 25, às 14h, será a vez do Projeto Escola Arte Educação Petrobras.
Don Quixote teve sua estreia no palco do Teatro Bolshoi, em Moscou, no ano de 1869, com música do compositor austríaco Ludwig Minkus. Desde a sua primeira apresentação, o balé virou um grande sucesso. Com sua melodia brilhante e sabor espanhol, Don Quixote conquistou as plateias do mundo todo, tornando-se o carro-chefe do repertório de muitas companhias internacionais. A obra levou diversos bailarinos ao estrelato, com inesquecíveis e memoráveis interpretações.

Setembro
O Festival Oficina da Ópera chega à sua quarta edição consecutiva reafirmando a vocação do Theatro Municipal do Rio de Janeiro como espaço de formação, experimentação e renovação artística. A proposta é clara: abrir oportunidades para jovens talentos e estimular a criação de novas equipes criativas no setor operístico do Rio de Janeiro, incluindo diretores cênicos em ascensão. Neste ano, haverá dois mentores: Pablo Maritano e Desirée Bastos. A programação reúne três títulos que ocupam diferentes espaços do Theatro ao longo do mês.
No palco principal, o destaque será Cavalleria Rusticana, de Pietro Mascagni, nos dias 11 e 12, às 19h, e 13, às 17h. A montagem contará com Coro e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal. A concepção e direção cênica são de Daniel Salgado, com direção musical e regência de Natalia Salinas.
O Salão Assyrio recebe dois títulos. O primeiro será Cenas da Coroação de Poppea, de Cláudio Monteverdi, nos dias 16 e 17, às 19h, com Ensemble OSTM e solistas. A concepção e direção cênica são de Ana Vanessa e a direção musical e regência ficam a cargo de Jésus Figueiredo.
Encerrando o festival, Il Campanello, de Gaetano Donizetti, também será apresentada no Salão Assyrio, com Ensemble OSTM e solistas. A concepção e direção cênica são de Pedro Rothe e a direção musical e regência de Felipe Prazeres. As apresentações acontecem nos dias 18, às 14h; 19, às 16h; e 20, às 11h.
Com repertório que atravessa séculos — do barroco ao verismo italiano — o Festival Oficina da Ópera consolida-se como uma plataforma de formação prática e visibilidade para a nova geração da ópera brasileira.
Outubro
Morador há mais de 20 anos da Europa, o bailarino e coreógrafo carioca Reginaldo Oliveira — que dirige o balé do Salzburger Landestheater, na Áustria — volta ao Municipal para montar Romeo e Julieta, de Serguei Prokofiev. No ano passado, sua criação contemporânea, Frida — um balé em homenagem à pintora mexicana Frida Kahlo, teve todas as sessões esgotadas — marcando sua estreia na América Latina e sendo recebida com entusiasmo pela plateia do Rio.
O coreógrafo carioca é reconhecido por trabalhos narrativos de forte carga emocional e por explorar figuras históricas e mitológicas em suas criações — como fez com Anne Frank e Medeia. Ele já criou versões de Romeo e Julieta em seu repertório internacional, incluindo trabalhos apresentados em Salzburgo e online durante a pandemia.
A remontagem e coreografia de Reginaldo Oliveira será apresentada pelo Ballet e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal, com regência de Tobias Volkmann e direção geral de Hélio Bejani. Dias 7, 8, 9,10, às 19h e 11, às 17h.
Novembro
Turandot, de Giacomo Puccini, chega ao Rio de Janeiro a partir do dia 13 de novembro, em montagem com Coro e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. É uma homenagem ao centenário da ópera de Puccini. A obra com direção cênica de André Heller-Lopes foi apresentada em 2018, no Theatro Municipal de São Paulo. É um drama ambientado em uma Pequim lendária e atemporal, onde amor e morte caminham lado a lado. O título estreou em 1926, no Teatro alla Scala, já após a morte do compositor, com final completado por Franco Alfano.
O espetáculo será montado com os artistas da casa carioca e terá solistas convidados como a soprano Eiko Senda. Haverá sete récitas, nos dias 13,14,19,20 e 21, às 19h; 22, às 17h e 17, às 14h, pelo Projeto Escola Arte Educação Petrobras.

Dezembro
Para encerrar o ano, mais uma vez, o tradicional balé O Quebra-Nozes, de Tchaikovsky, com o Ballet, Coro Feminino e Orquestra do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. A regência será do maestro titular da OSTM, Felipe Prazeres.
Em todas as récitas da Temporada 2026 do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, antes de cada espetáculo, haverá uma palestra gratuita sobre a obra e suas curiosidades com a presença de um intérprete de libras. Durante o ano, a Petrobras também patrocina diversas atividades como masterclasses gratuitas e a área educativa com visitas guiadas, visitas temáticas e oficinas de desenho.
A programação completa estará no site (theatromunicipal.rj.gov.br) e nas plataformas digitais, à medida em que as produções forem realizadas.
Os ingressos para o Concerto de Abertura oficial da temporada começam a ser vendidos no dia 26 de fevereiro. No dia 5 de março, será a vez do Concerto Didático. Já no dia 16 de março, será liberado o primeiro lote de ingressos para os espetáculos que serão realizados até julho, mês de aniversário do Theatro.

Patrocinador Oficial Petrobras
Onde tem Patrocínio, tem Governo do Brasil.
Apoio: Livraria da Travessa, Rádio MEC, Rádio NOVA Paradiso, Fever
Realização Institucional: Fundação Teatro Municipal, Associação dos Amigos do Teatro Municipal
Lei de Incentivo à Cultura
Realização: Ministério da Cultura e Governo do Brasil, do lado do povo brasileiro
Assessoria de imprensa TMRJ:
Cláudia Tisato – tisato.cultura@gmail.com
Assessoria de imprensa externa TMRJ:
Thaisa Barreto – vozesagenciacriativa@gmail.com
Assessora Chefe de Comunicação TMRJ:
Marietta Trotta – mariettatrotta.tmrj@gmail.com

Postado por Allex Lourenço em 06/mar/2026 -

O Theatro Municipal do Rio de Janeiro realiza, nos dias 21 e 22 de março o Concerto Didático “Uma Viagem Pela Orquestra Sinfônica”, com o patrocínio oficial Petrobras, o espetáculo foi concebido para ser o primeiro contato de crianças e jovens com as linguagens da música clássica, da ópera e do ballet.
Sob a regência do Maestro Anderson Alves, a Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal (OSTM) apresenta um repertório que funciona como uma “linha do tempo” da música ocidental e brasileira. Do brilho barroco de Vivaldi ao impacto da 5ª Sinfonia de Beethoven, cada peça é selecionada para ilustrar a versatilidade do conjunto sinfônico.
A partir de uma narrativa lúdica conduzida pelo palhaço Marshmallow, o público é convidado a decifrar os segredos da orquestra, conhecendo de perto os timbres e as famílias de instrumentos em uma jornada educativa e sensorial.
Com texto de Eric Herrero e direção cênica de Daniel Salgado, a iniciativa foca na renovação de público, transformando o rigor da música de concerto em um momento de encantamento. Tudo isso em meio ao esplendor e à imponência da arquitetura e do ambiente do Theatro Municipal.
“Trabalhamos na fidelização desta nova audiência; o maior retorno é ver que, após a experiência, os filhos pedem aos pais para voltarem ao Theatro Municipal”, destaca Herrero.

“É sempre uma alegria imensa abrir as portas do Theatro Municipal para receber o público do concerto didático. Eles são atentos, curiosos e muito animados. Com o patrocínio oficial da Petrobras, garantimos uma oportunidade incrível de formar nossa plateia do futuro”, celebra Clara Paulino, presidente da Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro.
Espetáculo-Aula
O espetáculo ganha vida com a presença de solistas de destaque como Mariana Gomes e o barítono Calebe Faria no canto; Ricardo Amado (violino) e Sofia Ceccato (flauta) nos instrumentos; e a bailarina Liana Vasconcelos (BTM) na dança. Tudo com a mediação de Ludoviko Vianna, que dá vida ao personagem Marshmallow, o guia desta expedição musical.
O programa encerra com uma forte exaltação à música brasileira, trazendo a genialidade de Heitor Villa-Lobos com “O Trenzinho do Caipira” e a energia rítmica de “Batuque”, de Oscar Lorenzo Fernandes, garantindo que o aprendizado termine em clima de festa e celebração cultural.

Ficha Técnica:
Regência: Anderson Alves
Solista: Mariana Gomes, Calebe Faria, Ricardo Amado e Sofia Ceccato
Participação especial: Liana Vasconcelos (bailarina) e Ludoviko Vianna (palhaço Marshmallow)
Design Gráfico: Carla Marins
Direção Artística do TMRJ: Eric Herrero
Presidente FTM: Clara Paulino
Serviço:
Concerto Didático
Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Data: 21 e 22/03, às 16h
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Endereço: Praça Floriano, s/n° – Centro Duração: 1h
Classificação: Livre
Ingressos:
Frisas e Camarotes – R$60,00 (ingresso individual)
Plateia e Balcão Nobre – R$40,00
Balcão Superior e Lateral – R$30,00
Galeria Central e Lateral– R$15,00
Patrocinador Oficial @Petrobras
Onde tem Patrocínio Petrobras, tem Governo do Brasil
Apoio: Livraria da Travessa, Rádio MEC, Rádio NOVA Paradiso, Fever
Realização Institucional: Fundação Teatro Municipal, Associação dos Amigos do Teatro Municipal
Lei de Incentivo à Cultura
Realização: Ministério da Cultura e Governo do Brasil, do lado do povo brasileiro
Assessoria de imprensa TMRJ:
Cláudia Tisato – tisato.cultura@gmail.com
Assessoria de imprensa externa TMRJ:
Thaisa Barreto – vozesagenciacriativa@gmail.com
Assessora Chefe de Comunicação TMRJ:
Marietta Trotta – mariettatrotta.tmrj@gmail.com
Postado por Allex Lourenço em 13/mar/2026 -
Com sua técnica impecável, veia lírica e interpretações de grande sensibilidade, o celebrado pianista norueguês Leif Ove Andsnes se apresenta no dia 17 de março, terça-feira, às 19h, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Leif Ove Andsnes ganhou inúmeros prêmios, como o Hindemith Prize Frankfurt, o Preis der Deutschen Schallplattenkritik e o Royal Philharmonic Society Music Awards. Paralelamente, ele se dedica a uma extensa discografia, com mais de 50 títulos – entre lançamentos solo, de câmara e concertos – e, muitas vezes, explorando preciosidades raramente gravadas.
Neste recital, Andnes oferece uma imersão na obra do polonês Frédéric Chopin e um passeio por uma trilha coberta de vegetação imaginada pelo tcheco Leoš Janáček. O programa se inicia com uma seleção de mazurcas de Chopin. O compositor se apropriou de um gênero de dança folclórica de origem polonesa e o fez transcender os salões de baile, explorando o contraponto e o cromatismo. Na sequência, “Por um Caminho Frondoso”, de Janáček, uma jornada intimista e melancólica pontuada por dez peças que evocam lembranças e imagens poéticas. A segunda parte do recital é dedicada a um universo ainda mais complexo de miniaturas musicais, os 24 prelúdios de Chopin, compostos entre 1835 e 1839.
Em decorrência de problemas de saúde que levaram ao cancelamento do recital em setembro passado, o pianista se apresenta este ano na série O Globo/Dellarte Concertos Internacionais 2025.
BIOGRAFIA
O New York Times chama Leif Ove Andsnes de “um pianista de elegância, força e sensibilidade magistrais”, e o Wall Street Journal o descreve como “um dos músicos mais talentosos de sua geração”. Com sua técnica imponente e interpretações profundas, o celebrado pianista norueguês é mundialmente consagrado, apresentando concertos e recitais nas principais salas e com as mais prestigiosas orquestras, ao mesmo tempo em que constrói uma discografia extensa e aclamada. Ávido praticante da música de câmara, ele é diretor fundador do Festival de Música de Câmara de Rosendal, foi co-diretor artístico do Festival de Música de Câmara de Risør por quase duas décadas e atuou como diretor musical do Festival de Música de Ojai, na Califórnia, em 2012. Ingressou no Hall da Fama da publicação britânica Gramophone, considerado o Olimpo da música clássica,em julho de 2013 e recebeu doutorados honoris causa das Universidades de Bergen e Oslo, na Noruega, e da Juilliard School, em Nova York.
Como primeiro parceiro artístico da Mahler Chamber Orchestra, Andsnes liderou o conjunto em grandes projetos. Em “Mozart Momentum 1785/86”, exploraram um dos períodos mais criativos da carreira do compositor austríaco, com apresentações ao vivo dos seus concertos para piano nº 20 a 24, em importantes palcos europeus e em gravações para a Sony Classical. Os discos receberam prêmios como o francês Diapason d’or de l’année de “Melhor Álbum de Concerto” e o Special Achievement Award da revista Gramophone. Esse trabalho seguiu-se ao sucesso de “The Beethoven Journey”, um projeto de quatro temporadas dedicado à música para piano e orquestra de Beethoven, que levou o norueguês a 108 cidades de 27 países para mais de 230 apresentações ao vivo.
A discografia de Andsnes ultrapassa 50 títulos — incluindo lançamentos solo, de música de câmara e de concerto, muitos deles best-sellers — com repertório do Barroco à atualidade. Ele já foi indicado a onze prêmios Grammy e recebeu inúmeros troféus internacionais, incluindo sete Gramophone Awards. Suas gravações para a EMI Classics da música de seu compatriota Edvard Grieg são particularmente celebradas: o New York Times elegeu sua gravação de 2004 do concerto para piano de Grieg, com Mariss Jansons e a Filarmônica de Berlim, como “Melhor CD do Ano”, o Penguin Guide concedeu-lhe a cobiçada “Rosette”, e tanto esse álbum quanto outro com as “Peças Líricas”, de Grieg, ganharam Gramophone Awards.
Andsnes detém a mais alta condecoração de seu país, a de Comendador da Ordem Real Norueguesa de Santo Olavo, além do prestigioso Prêmio Peer Gynt, concedido por membros do parlamento a noruegueses ilustres por realizações na política, nos esportes ou na cultura. Em 2004-2005, ele se tornou o músico mais jovem (e o primeiro escandinavo) a assumir a curadoria da série “Perspectives”, do Carnegie Hall e, em 2015-16, foi tema da série Artist Portrait, da Orquestra Sinfônica de Londres. Pianista residente da Filarmônica de Berlim em 2010-11, foi também artista residente da Filarmônica de Nova York, em 2017-18, e da Sinfônica de Gotemburgo, na Suécia, em 2019-20. Vencedor do Instrumentalist Award, da Royal Philharmonic Society, e do Gilmore Artist Award, ele figurou na lista “Melhores dos Melhores” da publicação Vanity Fair, em 2005.
Leif Ove Andsnes nasceu em Karmøy, Noruega, em 1970, e estudou no Conservatório de Música de Bergen com o renomado professor tcheco Jirí Hlinka. Também recebeu mentoria do professor belga Jacques de Tiège, que, assim como Hlinka, influenciou profundamente seu estilo e sua filosofia de interpretação. Atualmente, Andsnes vive com a esposa e os três filhos em Bergen. Nessa cidade, ele atua como conselheiro artístico da Academia de Piano Prof. Jirí Hlinka, ministrando anualmente uma masterclass para alunos participantes.
A 30ª Temporada da Série O Globo/Dellarte Concertos Internacionais é apresentada pelo Ministério da Cultura e Bradesco Seguros, com o apoio da Lei Rouanet -, CYMI Brasil e Rede Windsor Hotéis, parceria de mídia O Globo e o apoio institucional da Rádio MEC e Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Fundação Theatro Municipal do Rio de Janeiro. A produção é da Dell´Arte e a realização do Instituto Dell’Arte e Ministério da Cultura – Governo do Brasil do lado do povo brasileiro.
PROGRAMA:
FRÉDÉRIC CHOPIN (1810-1849)
Seleção de mazurcas
LEOŠ JANÁČEK (1854-1928)
Por um Caminho Frondoso (“On an Overgrown Path”), Livro I
1. Naše večery (“Our Evenings”)
2. Lístek odvanutý (“A Blown-Away Leaf”)
3. Pojďte s námi! (“Come With Us!”)
4. Frýdecká panna Maria (“The Madonna of Frydek”)
5. Štěbetaly jak laštovičky (“They Chattered Like Swallows”)
6. Nelze domluvit! (“Words Fail!”)
7. Dobrou noc! (“Good Night!”)
8. Tak neskonale úzko (“Unutterable Anguish”)
9. V pláči (“In Tears”)
10. Sýček neodletěl! (“The Barn Owl Has Not Flown Away!”)
FRÉDÉRIC CHOPIN (1810-1849)
24 prelúdios, op. 28
1. Agitato
2. Lento
3. Vivace
4. Largo
5. Molto allegro
6. Lento assai
7. Andantino
8. Molto agitato
9. Largo
10. Molto allegro
11. Vivace
12. Presto
13. Lento
14. Allegro
15. Sostenuto, “Pingo de chuva”
16. Presto con fuoco
17. Allegretto
18. Molto allegro
19. Vivace
20. Largo
21. Cantabile
22. Molto agitato
23. Moderato
24. Allegro appassionato
** Programa sujeito a alterações
SERVIÇO:
SÉRIE O GLOBO/DELLARTE CONCERTOS INTERNACIONAIS
Leif Ove Andsnes, piano
17 de março, terça-feira, 19h
Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Praça Floriano, s/n – Cinelândia – Centro
Classificação 10 anos
Valores:
Ingressos:
Frisas e Camarotes: R$ 3.600,00
Plateia/Balcão Nobre: R$ 600,00
Balcão Superior: R$ 250,00
Galeria: R$ 120,00
Promocional: R$ R$ 42,36 (limitado a 20% de ocupação)
Desconto de 50% (eventos avulsos) Idoso, Estudante e Clube O Globo
Vendas em ingresso.dellarte.com.br ou de 2a. a 6a., das 9h às 16h, no whatsapp (21) 98698-1103 ou no e-mail dellarte@dellarte.com.br
MAIS INFORMAÇÕES:
Reg Murray – Assessoria de Imprensa – 21 988921549
Postado por Gabriel Mendes em 13/mar/2026 -

A Orquestra de Sopros Nova Aurora (OSNA), da cidade de Macaé, abrirá sua temporada de concertos 2026 no Theatro Municipal do Rio de Janeiro com uma apresentação marcada para o dia 18 de março (quarta-feira), às 19h. A apresentação reforça a presença da orquestra em um dos palcos mais importantes da música no país.
Com direção artística do regente Hélio Rodrigues, o Concerto Sinfônico – Música para Sopros e Percussão terá repertório dedicado exclusivamente aos naipes de sopros e percussão, reunindo obras de compositores brasileiros, portugueses e espanhóis do século XXI. Desta vez, o protagonismo será totalmente da orquestra, sem a presença de cantores solistas, valorizando a força e a expressividade do conjunto instrumental.
O programa inclui obras de Gilson Santos, Daniel Martins, Vítor Resende (Portugal) e José Alberto Pina (Espanha). Entre os destaques está “1835 – A Revolta dos Malês”, de Gilson Santos, que faz referência ao levante de escravizados muçulmanos ocorrido na Bahia no século XIX.
Outro destaque é “Aurora”, uma composição autoral de Daniel Martins, integrante da OSNA. A obra narra musicalmente a trajetória centenária da Sociedade Musical Nova Aurora, conduzindo o público por diferentes fases da história da instituição, desde sua fundação até os momentos de resistência, superação e conquista.
A apresentação terá ainda a participação do trompista Tiago Carneiro, solista convidado da noite, que interpretará o Concertino para Trompa, de Gilson Santos. O músico integra a Orquestra Sinfônica da UFRJ e tem atuação destacada como convidado em importantes orquestras do país.
Esta será a terceira apresentação consecutiva da Orquestra de Sopros Nova Aurora no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. A primeira da série ocorreu em 2024, em um programa especial que contou com a participação de Flávio Venturini, consolidando desde então a presença do grupo no circuito dos grandes palcos nacionais.
O concerto é uma realização da Sociedade Musical Nova Aurora, com apoio institucional da Usina de Fomento Cultural, Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Instituto dos Sonhos e da Escola de Música da UFRJ, e apoio cultural da Comercial Troyka.
Sobre a Sociedade Musical Nova Aurora
Fundada em 8 de junho de 1873, a Sociedade Musical Nova Aurora é a instituição mantenedora da Orquestra de Sopros Nova Aurora e também atua como escola de música. Sua sede histórica, construída em 1891, está localizada na cidade de Macaé (RJ). Com mais de 150 anos de história, a instituição segue como referência na formação musical e na difusão cultural na região.
Serviço
Concerto Sinfônico – Música para Sopros e Percussão
Data: 18 de março (quarta-feira)
Horário: 19h
Duração: 65 minutos
Alysson Nogueira – Jornalista Assessoria de Imprensa