Arquivo de fevereiro 27America/Sao_Paulo 2026

Temporada 2026 do Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Postado por Allex Lourenço em 27/fev/2026 -

Theatro Municipal do Rio de Janeiro, um dos mais importantes equipamentos culturais do país e ponto de encontro dos amantes da ópera, do balé e da música de concerto, traz em 2026, uma programação que equilibra grandes títulos do repertório clássico e produções contemporâneas, ao mesmo tempo em que dialoga com novos públicos e linguagens. Com o Patrocínio Oficial Petrobras, a temporada inicia em março e termina no fim de dezembro com os corpos artísticos estáveis da casa — Orquestra Sinfônica, Coro e Ballet — que garantem alto nível artístico aos espetáculos. São 6 óperas, 4 balés e 3 concertos. Além da programação intensa no palco principal, outros projetos do Municipal oferecem mais opções ao público como o Ópera do Meio-Dia, o Boulevard de Portas Abertas, o Música no Assyrio, entre outros.

Mais do que um monumento histórico e arquitetônico, o Theatro é um espaço vivo, de encontros, emoções e descobertas. Com o apoio da Associação de Amigos do Theatro Municipal, a programação plural reforça o compromisso com a democratização do acesso à cultura e com a formação de plateias, consolidando a Fundação como referência cultural do Rio de Janeiro e do Brasil.

“É com grande orgulho que abrirmos o Theatro para a Temporada 2026. Com o patrocínio oficial da Petrobras, nosso palco receberá concertos, ballets e óperas realizados por nossos artistas em conjunto com as equipes operacionais e administrativa. O Ballet, o Coro, a Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro trazem sempre o que há de melhor para nosso público. Não fique de fora, esperamos você!”, afirma Clara Paulino, Presidente da Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro.

“Desenhar uma quinta Temporada Artística Oficial consecutiva no maior palco lírico do Brasil é uma honra e alegria imensas! Traremos programas de alta qualidade protagonizados pelos Corpos Artísticos da casa – Coro, Ballet e Orquestra – com grandes artistas convidados. O Theatro Municipal do Rio de Janeiro segue produzindo, revelando artistas, formando profissionais em diversas áreas do nosso setor, valorizando sua vocação, que são o Ballet, a Ópera e a Música de Concerto”, ressalta Eric Herrero, Diretor Artístico da Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro.

“Nesta temporada em que celebraremos os 270 anos de Mozart, o Theatro Municipal contará com umas das obras mais emblemáticas do seu repertório. A Grande Missa em Dó menor inspira profundidade e espiritualidade e representa um dos momentos mais marcantes do maior prodígio de todos os tempos. Viva Mozart e viva o nosso Theatro Municipal!”, celebra o maestro titular da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal, Felipe Prazeres.

Março

A temporada 2026 será oficialmente aberta no dia 13 de março, às 19h, com a Grande Missa em Dó Menor- K427, de Wolfgang Amadeus Mozart. A obra será interpretada pelo Coro e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro (OSTM), sob a regência do maestro titular, Felipe Prazeres, em homenagem aos 270 anos de nascimento do compositor austríaco.

Como tradição, a OSTM fará também um Concerto Didático, nos dias 21 e 22, às 16h, para mostrar ao público como funciona uma Orquestra. No repertório, Villa-Lobos, Vivaldi, Bach, Mozart, Beethoven, Rossini, Tchaikovsky e Oscar Lorenzo Fernández. Com texto de Eric Herrero, direção cênica de Daniel Salgado e regência de Anderson Alves, o Concerto Didático contará ainda com a participação especial da bailarina Liana Vasconcelos e do palhaço Marshmallow, interpretado por Ludoviko Vianna, ampliando o diálogo com públicos de todas as idades.

Abril

Após o grande sucesso em 2025, com sessões esgotadas, Carmina Burana, de Carl Orff, retorna ao palco do Theatro Municipal. A montagem, apresentada em formato de ópera-balé e marcada por estéticas contrastantes, aposta em uma leitura cênica contemporânea da obra. Com concepção e direção cênica de Bruno Fernandes e Mateus Dutra, o espetáculo terá direção musical e regência de Victor Hugo Toro. As apresentações acontecem nos dias 8, 9, 10 e 11, às 19h, e no dia 12, às 17h.

Maio

Um dos grandes balés do século XVIII retorna ao palco do TMRJ: La Fille Mal Gardée, com música de Ferdinand Hérold. Com Ballet e Orquestra Sinfônica da casa.  A versão original foi apresentada em julho de 1789, no Grand Théâtre de Bordeaux, na França. Entre os coreógrafos que recriaram esse balé, um deles foi Marius Petipa, em 1885, quando apresentou sua versão em São Petesburgo, na Rússia. Surgiram outras produções através do século XX e, em 2024, o espetáculo com concepção e coreografia do uruguaio Ricardo Alfonso, encenado pelo Ballet Nacional Sodre, de Montevidéu, foi apresentado com o Ballet e Orquestra Sinfônica do Municipal com grande repercussão. Agora, a produção retorna à programação, novamente com concepção e coreografia de Ricardo Alfonso. A regência será de Jésus Figueiredo. As apresentações acontecem nos dias 14, 15, 16, 20, 21, 22 e 23, às 19h, e nos dias 17 e 24, às 17h.

Junho

O projeto Música Brasileira em Foco celebra três importantes compositores da música de concerto nacional. A programação homenageia Francisco Mignone, pelos 40 anos de seu falecimento, com a obra Festa nas Igrejas; Radamés Gnattali, pelos 120 anos de nascimento, com a apresentação da Brasiliana nº 1; e César Guerra-Peixe, representado pelo Concertino para Violino e Orquestra.

O concerto será interpretado pela Orquestra Sinfônica do Theatro Municipaldo Rio de Janeiro, com destaque para o violinista Ricardo Amado. A regência ficará a cargo do maestro titular, Felipe Prazeres. Única apresentação, no dia 17, às 19h.

Julho

O Theatro Municipal do Rio de Janeiro celebra 117 anos com uma programação especial, que reafirma sua vocação lírica. O grande destaque é a ópera Salvator Rosa, de Antônio Carlos Gomes, em homenagem aos 190 anos de nascimento e aos 130 anos de morte do compositor. A obra retorna ao palco da casa após oito décadas sem ser apresentada.

A estreia acontece no dia 14 de julho, data do aniversário do Theatro, com o Coro e a OSTM. A montagem terá concepção e direção cênica de Julianna Santos, coreografia de Hélio Bejani, direção de movimento de Márcia Jaqueline e direção musical e regência de Luiz Fernando Malheiro. As récitas acontecem ainda nos dias 15,16,17 e 18, às 19h.

Agosto

O Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro traz um dos títulos mais vibrantes do repertório clássico: Don Quixote. Inspirado no romance de Miguelde Cervantes, o balé tem música de Ludwig Minkus, libreto e coreografia de Marius Petipa, com remontagem e adaptação de Jorge Teixeira. A regência será de Tobias Volkmann e a direção geral de Hélio Bejani. Ao todo, a temporada contará com dez récitas. As apresentações serão nos dias 20 (estreia), 21,22,26,27,28 e 29, às 19h. Dias 23 e 30, às 17h. E dia 25, às 14h, será a vez do Projeto Escola Arte Educação Petrobras.

Don Quixote teve sua estreia no palco do Teatro Bolshoi, em Moscou, no ano de 1869, com música do compositor austríaco Ludwig Minkus. Desde a sua primeira apresentação, o balé virou um grande sucesso. Com sua melodia brilhante e sabor espanhol, Don Quixote conquistou as plateias do mundo todo, tornando-se o carro-chefe do repertório de muitas companhias internacionais. A obra levou diversos bailarinos ao estrelato, com inesquecíveis e memoráveis interpretações.

Setembro

Festival Oficina da Ópera chega à sua quarta edição consecutiva reafirmando a vocação do Theatro Municipal do Rio de Janeiro como espaço de formação, experimentação e renovação artística. A proposta é clara: abrir oportunidades para jovens talentos e estimular a criação de novas equipes criativas no setor operístico do Rio de Janeiro, incluindo diretores cênicos em ascensão. Neste ano, haverá dois mentores: Pablo Maritano e Desirée Bastos. A programação reúne três títulos que ocupam diferentes espaços do Theatro ao longo do mês.

No palco principal, o destaque será Cavalleria Rusticana, de Pietro Mascagni, nos dias 11 e 12, às 19h, e 13, às 17h. A montagem contará com Coro e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal. A concepção e direção cênica são de Daniel Salgado, com direção musical e regência de Natalia Salinas.

O Salão Assyrio recebe dois títulos. O primeiro será Cenas da Coroação de Poppea, de Cláudio Monteverdi, nos dias 16 e 17, às 19h, com Ensemble OSTM e solistas. A concepção e direção cênica são de Ana Vanessa e a direção musical e regência ficam a cargo de Jésus Figueiredo.

Encerrando o festival, Il Campanello, de Gaetano Donizetti, também será apresentada no Salão Assyrio, com Ensemble OSTM e solistas. A concepção e direção cênica são de Pedro Rothe e a direção musical e regência de Felipe Prazeres. As apresentações acontecem nos dias 18, às 14h; 19, às 16h; e 20, às 11h.

Com repertório que atravessa séculos — do barroco ao verismo italiano — o Festival Oficina da Ópera consolida-se como uma plataforma de formação prática e visibilidade para a nova geração da ópera brasileira.

Outubro

Morador há mais de 20 anos da Europa, o bailarino e coreógrafo carioca Reginaldo Oliveira — que dirige o balé do Salzburger Landestheater, na Áustria — volta ao Municipal para montar Romeo e Julieta, de Serguei Prokofiev. No ano passado, sua criação contemporânea, Frida — um balé em homenagem à pintora mexicana Frida Kahlo, teve todas as sessões esgotadas — marcando sua estreia na América Latina e sendo recebida com entusiasmo pela plateia do Rio.

O coreógrafo carioca é reconhecido por trabalhos narrativos de forte carga emocional e por explorar figuras históricas e mitológicas em suas criações — como fez com Anne Frank e Medeia. Ele já criou versões de Romeo e Julieta em seu repertório internacional, incluindo trabalhos apresentados em Salzburgo e online durante a pandemia.

A remontagem e coreografia de Reginaldo Oliveira será apresentada pelo Ballet e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal, com regência de Tobias Volkmann e direção geral de Hélio Bejani. Dias 7, 8, 9,10, às 19h e 11, às 17h.

Novembro

Turandot, de Giacomo Puccini, chega ao Rio de Janeiro a partir do dia 13 de novembro, em montagem com Coro e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. É uma homenagem ao centenário da ópera de Puccini. A obra com direção cênica de André Heller-Lopes foi apresentada em 2018, no Theatro Municipal de São Paulo. É um drama ambientado em uma Pequim lendária e atemporal, onde amor e morte caminham lado a lado. O título estreou em 1926, no Teatro alla Scala, já após a morte do compositor, com final completado por Franco Alfano.  

O espetáculo será montado com os artistas da casa carioca e terá solistas convidados como a soprano Eiko Senda. Haverá sete récitas, nos dias 13,14,19,20 e 21, às 19h; 22, às 17h e 17, às 14h, pelo Projeto Escola Arte Educação Petrobras.

Dezembro

Para encerrar o ano, mais uma vez, o tradicional balé O Quebra-Nozes, de Tchaikovsky, com o Ballet, Coro Feminino e Orquestra do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. A regência será do maestro titular da OSTM, Felipe Prazeres.

Em todas as récitas da Temporada 2026 do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, antes de cada espetáculo, haverá uma palestra gratuita sobre a obra e suas curiosidades com a presença de um intérprete de libras. Durante o ano, a Petrobras também patrocina diversas atividades como masterclasses gratuitas e a área educativa com visitas guiadas, visitas temáticas e oficinas de desenho.

A programação completa estará no site (theatromunicipal.rj.gov.br) e nas plataformas digitais, à medida em que as produções forem realizadas.

Os ingressos para o Concerto de Abertura oficial da temporada começam a ser vendidos no dia 26 de fevereiro. No dia 5 de março, será a vez do Concerto Didático. Já no dia 16 de março, será liberado o primeiro lote de ingressos para os espetáculos que serão realizados até julho, mês de aniversário do Theatro.

Patrocinador Oficial Petrobras

Onde tem Patrocínio, tem Governo do Brasil.

Apoio: Livraria da Travessa, Rádio MEC, Rádio NOVA Paradiso, Fever

Realização Institucional: Fundação Teatro Municipal, Associação dos Amigos do Teatro Municipal 

Lei de Incentivo à Cultura

Realização: Ministério da Cultura e Governo do Brasil, do lado do povo brasileiro

Assessoria de imprensa TMRJ:

Cláudia Tisato – tisato.cultura@gmail.com

Assessoria de imprensa externa TMRJ:

Thaisa Barreto – vozesagenciacriativa@gmail.com

Assessora Chefe de Comunicação TMRJ:

Marietta Trotta – mariettatrotta.tmrj@gmail.com

Orquestra Petrobrás Sinfônica inicia sua Temporada 2026 no Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Postado por Gabriel Mendes em 19/fev/2026 -

No dia 14 de março, sábado, às 19h, a Orquestra Petrobras Sinfônica dá início à Temporada 2026 em grande estilo, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, sob a condução de seu diretor artístico e regente titular, Isaac Karabtchevsky — uma das figuras mais influentes da música clássica no Brasil e no mundo.

O concerto reúne duas obras emblemáticas do repertório romântico. Na primeira parte, o pianista Cristian Budu, reconhecido internacionalmente por sua sensibilidade e profundidade interpretativa, assume o palco como solista no Concerto para Piano nº 2 de Sergei Rachmaninoff, uma das peças mais emocionantes e populares da história da música.

Na sequência, a orquestra interpreta a vibrante Sinfonia nº 2 de Piotr Ilitch Tchaikovsky, conhecida como “Pequena Rússia”, obra marcada por melodias inspiradas no folclore eslavo e por uma energia contagiante. Uma noite que celebra tradição, virtuosismo e a força expressiva da música sinfônica.

ORQUESTRA PETROBRAS SINFÔNICA
Isaac Karabtchevsky, regência
Cristian Budu, piano

SERVIÇO:
SERGEI VASILIEVICH RACHMANINOFF
Concerto para piano e orquestra nº 2, em dó menor, op. 18
I. Moderato
II. Adagio sostenuto
III. Allegro scherzando

PIOTR ILITCH TCHAIKOVSKY
Sinfonia nº 2, em dó menor, op. 17, “Pequena Rússia”
I. Andante sostenuto – Allegro vivo
II. Andantino marciale quase moderato
III. SCHERZO | Allegro molto vivace
IV. FINALE | Moderato assai – Allegro vivo

Orquestra Sinfônica Brasileira dá início à Temporada 2026 no Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Postado por Allex Lourenço em 09/fev/2026 -

A Orquestra Sinfônica Brasileira inaugura sua Temporada 2026, que conta com programas inspirados na literatura e nas artes visuais, dia 9 de março, no palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Sob regência do maestro José Soares, o programa é composto por dois grandes nomes da música brasileira: Edino Krieger e Heitor Villa-Lobos.

PROGRAMA:

EDINO KRIEGER – Abertura Brasileira (8’)

HEITOR VILLA-LOBOS – Sinfonia nº 2 (Ascensão) (50’)

I. Allegro non Troppo

II. Allegretto Scherzando

III. Andante Moderato

IV. Allegro

SERVIÇO:

Concertos Especiais | Abertura da Temporada

Dia 9 de março (segunda-feira), às 19h

Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro (Praça Floriano, S/N – Centro – Rio de Janeiro)

INGRESSOS:

Frisas e Camarotes R$100,00 (R$50,00 meia)

Plateia/Balcão Nobre R$100,00 (R$50,00 meia)

Balcão Superior R$80,00 (R$40,00 meia)

Balcão Superior Lateral R$60,00 (R$30,00 meia)

Galeria R$40,00 (R$20,00 meia)

Galeria Lateral R$20,00 (R$10,00 meia)

MAIS INFORMAÇÕES PARA IMPRENSA:

Érica Avelar – (21) 98119-4559

erica.avelar@osb.com.br 

25 anos da Focus Cia de Dança – Bodas – Estreia Nacional no TMRJ dia 6 de Março

Postado por Allex Lourenço em 11/fev/2026 -

Bodas marca os 25 anos da Focus Cia de Dança mergulhando nas infinitas possibilidades do corpo em estado de arte. Com patrocínio exclusivo da Petrobras, o coreógrafo e diretor artístico Alex Neoral recorta trechos dos 16 espetáculos em repertório, elabora novos movimentos e gestuais, alcançando a inédita composição que faz sua estreia nacional no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Conhecida pela excelência de seus bailarinos, a Focus vai do universo erudito ao popular em Bodas, montagem que reafirma os votos da companhia com a renovação da dança contemporânea.


FICHA TÉCNICA
Direção artística e coreografia: Alex Neoral
Direção de produção e gestão: Tatiana Garcias
Desenho de luz e Coordenação Técnica: Anderson Ratto
Figurinos: Lucas Pereira e Maria Osório
Visagismo: Maria Osório
Cenografia: Natalia Lana
Criação de vídeo: José Villaça
Design Gráfico: Barbara Lana
Fotos: Leo Aversa
Colaboração Trilha Sonora: Rodrigo Marçal
Assistente de Direção: Luisa Vilar
Ensaiadora: Karina Mendes

Coordenação de Produção: Giseli Ribeiro
Coordenação de Projeto: Taisa Diniz
Produção Executiva: Flávia Menezes e Náshara Silveira
Assistente de Produção: Lara Lunz
Assistente de Financeiro: Lethícia Cabral
Direção de Palco: Pedro Paulo Jr.
Técnico de Palco: Luiz Oliveira Jr e Paulo Barbeto.
Técnico de Som: Malcolm Reis

Assessoria de Redes Sociais | Gestão de Tráfego: GuiiuG Comunicação
Coordenação e planejamento de comunicação: Mônica Riani
Elenco: Afonso Gondin, Bianca Lopes, Bruno Feliciano, Carolina de Sá, Cosme Gregory, Morvan Teixeira, Olivia Pureza, Paloma Tauffer, Wesley Tavares e Yasmin Mattos.
Elenco: Afonso Gondin, Bianca Lopes, Bruno Feliciano, Carolina de Sá, Cosme Gregory, Morvan Teixeira, Olivia Pureza, Paloma Tauffer, Wesley Tavares e Yasmin Mattos.

Serviço:
Bodas – Focus Cia de Dança – Dir. Alex Neoral
Estreia dia 6 de março de 2026 às 19h
Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Praça Floriano, S/N – Centro, Rio de Janeiro, 20031-050
Classificação etária: 12 anos
Duração: 75 minutos | Lotação: 2100 lugares
Sessões também dia 7 de março, às 19h e 8 de março às 17h
Funcionamento da bilheteria
Seg a sexta – 10h às 18h*
Sábado – das 10h às 13h*
*Nos dias de espetáculo até o Início do Espetáculo
Vendas on-line: https://feverup.com/pt/rio-de-janeiro/theatro-municipal-do-rio


Ingressos:
Plateia: 80,00 (inteira) /40,00 (meia)
Balcão nobre: 80,00 (inteira) /40,00 (meia)
Frisa e camarote: 80,00 (inteira) /40,00 (meia)
Balcão superior: 50,00 (inteira) /25,00 (meia)
Galeria central: 20,00 (inteira) /10,00 (meia)
Galeria Lateral: 10,00 (único)
Colaborador Petrobras tem 50% de desconto na compra de até 2 (dois) ingressos

Relacionamento com a imprensa:

Mônica Riani – 21 9 9698.5575 | monicariani@gmail.com

Orquestra Forte de Copacabana apresenta Festival da Primavera no Theatro Municipal

Postado por Gabriel Mendes em 10/fev/2026 -

Orquestra Forte de Copacabana. Foto: Bill Viana

Tradição celebrada há milênios na China, o Festival da Primavera marca o início do ano novo no país. Uma festa que une arte, esperança e que representa a renovação. Por aqui, no dia 25 de fevereiro de 2026, quarta-feira, às 19h30, o Theatro Municipal do Rio de Janeiro será palco do Festival da Primavera 2026, uma grande celebração da cultura chinesa realizada pela Orquestra Forte de Copacabana, com entrada gratuita.

Sob regência e arranjos do maestro Luiz Potter, a Orquestra Forte de Copacabana apresentará um repertório de MPB, além de canções chinesas clássicas e participações especiais de grande destaque: Armandinho Macêdo, lenda da guitarra baiana; a soprano Yu Xi; e a tradicional Dança do Leão e do Dragão, símbolo de prosperidade, renovação e boa sorte na cultura chinesa, que serão apresentadas no evento.

Com mais de 50 anos de carreira, Armandinho Macêdo é um dos ícones da guitarra baiana. Foi incluído na lista dos 30 maiores representantes brasileiros da guitarra e do violão pela revista Rolling Stone Brasil e é filho de Osmar Macêdo, pioneiro do trio elétrico no Brasil. Já a soprano chinesa Yu Xi apresentará canções tradicionais do país. Ainda acontecerão outras atividades culturais, em parceria com o Instituto Confucius da PUC-Rio, reforçando o caráter educativo e institucional da celebração.

Um dos momentos mais simbólicos da noite será a união dos três grupos artísticos do projeto da Orquestra Forte de Copacabana no mesmo palco: além do grupo principal (a big band), também se apresentam a Camerata Forte de Copacabana e a Orquestra de Câmara Forte de Copacabana, grupos recém-formados este ano, e que ampliaram o alcance do projeto que, atualmente, atende a 60 jovens, a maioria de áreas de vulnerabilidade da cidade.

“Reunir no mesmo palco a big band, a Camerata e a Orquestra de Câmara é um símbolo do que a Orquestra Forte de Copacabana se tornou: um projeto em expansão, que abre novas formações e novas possibilidades para 60 jovens ocuparem o Theatro Municipal com seu talento, homenageando a cultura chinesa e reafirmando a música como linguagem universal e instrumento de aproximação entre culturas”, completa Márcia Melchior.
Essa formação especial celebra o crescimento expressivo do projeto nos últimos anos, impulsionado por parcerias com instituições chinesas, que possibilitaram a duplicação do número de alunos ao longo de 2025. A Orquestra Forte de Copacabana também vem ampliando o seu número de concertos, tendo realizado uma apresentação em janeiro no Festival Jazz a la Calle, no Uruguai, e uma turnê pela China em 2025. O Festival da Primavera 2026 promete uma noite memorável, transformando o Theatro Municipal do Rio de Janeiro em um espaço de encontro entre Brasil e China, tradição e contemporaneidade, arte e diálogo cultural.

SERVIÇO:
Festival da Primavera 2026 com Orquestra Forte de Copacabana, Armandinho Macêdo e a soprano Yu Xi
Data: 25 de fevereiro de 2026, quarta-feira
Horário: 19h30
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Praça Floriano, S/N – Centro, RJ
Grátis. Livre.

Theatro Municipal recebe Brassens Brasil no Salão Assyrio

Postado por Gabriel Mendes em 23/fev/2026 -

Espetáculo idealizado pelo músico Dudu Flexor será exibido no dia 27 de fevereiro, às 19h, no Salão Assyrio.

Dudu Flexor é o idealizador e diretor artístico de Brassens Brasil, uma obra que nasce do encontro entre sua longa paixão pelos ritmos brasileiros e sua admiração profunda pela poesia de Georges Brassens. Músico amador e apaixonado por percussão, Flexor vive há muitos anos na França, onde construiu uma trajetória singular como ponte cultural entre dois universos musicais: o Brasil e a canção francesa. Ao longo de sua jornada, criou grupos de samba em território francês, difundindo o repertório brasileiro e aproximando novos públicosde suas sonoridades.

Com 81 anos, Dudu Flexor dedica-se integralmente ao projeto Brassens Brasil, um sonho artístico que concebe há mais de quatro décadas. Sua proposta consiste em imaginar, com lirismo e liberdade criativa, encontros possíveis entre Brassens e o Brasil, recriando suas canções em diálogo com ritmos como frevo, maracatu, baião, samba-reggae, jongo e bossa nova. O resultado é uma ficção musical vibrante, que respeita a essência do poeta francês ao mesmo tempo em que mergulha na riqueza rítmica e emocional da música brasileira. Flexor lançou o álbum Brassens/Brasil, no qual apresenta essas releituras cuidadosamente elaboradas, resultado de uma escuta atenta, de pesquisas profundas e do seu amor declarado por duas culturas. Conhecido também como “Dudu d’Aquarela”, ele segue ampliando sua presença artística nas redes e nos palcos, sempre com o desejo de celebrar a beleza dos encontros improváveis — aqueles que apenas a imaginação e a música podem proporcionar.

Ficha técnica
Músicos: Dilma Oliveira (voz), Camila Costa (voz), Dudu Flexor (voz), Marlon Mauser (violão 7 cordas), Diego Terra (Sax), Maurício Verde (cavaquinho), Rafael Mallmith (violão 6 cordas), Edgar Araujo (percussão), Milena Sá (percussão).
Coreógrafo: Anderson Dionisio.
Segundo solista do Corpo de baile do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, formado pela Escola Estadual de dança Maria Olenewa e pesquisador em Dança na UFRJ Fundão.
Figurinista dos bailarinos: Raquel dos Santos Silva
Bailarinos: Camila Moreira, Sofia Nocelli, Mariane Araújo, Samuel Franklin, Juliette Chapuis, Ana Beatriz, José Reis

Direção geral: Dudu Flexor.
Roteiro e arranjos: Abel Luiz
Direção musical: Rafael Mallmith
Direção de Produção: Paulo Cesar Figueiredo
Produtora associada: Juliana Grisolia

SERVIÇO:
BrassensBrasil. Uma ficção musical de Dudu Flexor no Assyrio Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Data: Sexta-Feira, 27 de Fevereiro de 2026
Horário: 19h
Duração: 1h e 15min
Local: Assyrio do Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Centro
Entrada pelo Boulevard da Av. Treze de Maio
Idade: Livre – sem restrição

Mona Vilardo celebra as Rainhas do Rádio no retorno dos carnavais de época ao Theatro Municipal

Postado por Allex Lourenço em 09/fev/2026 -

Mona Vilardo comanda uma viagem à época de ouro dos carnavais no Theatro Municipal do Rio. No dia 11 de fevereiro, quarta-feira, às 17h, a cantora e atriz desfilará clássicos dos bailes de gala imortalizados pelas Rainhas do Rádio no Espaço Assyrio. 

Destaque na série Arcanjo Renegado, da Globoplay, e no elenco do espetáculo “Fafá de Belém, O Musical”, Mona sobe ao palco acompanhada por sete músicos para interpretar sucessos como “Bandeira Branca”, “Marcha do Remador”, “Lata d’água na cabeça” e “Máscara Negra”. A direção musical do show é de Marcelo Alonso Neves.

O último baile de carnaval no Municipal

“Só não permitiremos atentados ao pudor”, declarava um certo Dr. Façanha, Delegado de Costumes e Diversões do Rio de Janeiro, à revista Manchete pouco antes do carnaval de 1975, estabelecendo os limites daquele que seria o último Baile de Gala do Theatro Municipal. 

O evento grandioso, que já na década de 1950 era chamado de “a maior festa do carnaval mundial”, terminava sua impressionante história de mais de quarenta anos acusado pela imprensa de estar mergulhado na mundanidade e de ter se tornado palco de brigas e selvageria (Diário de Notícias, 16 de fevereiro de 1975). Sucumbindo às liberdades do período marcado pela cultura hippie, o baile havia sido suplantado pela fama e imponência das escolas de samba cariocas, que assumiriam, a partir de então, o incontestável protagonismo da folia nacional. Ironia do acaso, a última decoração a enfeitar o salão onde acontecia o baile intitulava-se “Nostalgia dos Anos de Ouro”, tendo sido idealizada por dois dos maiores artistas criadores para as escolas de samba de todos os tempos: Fernando Pamplona e Arlindo Rodrigues. Aquele ato final, com o gosto amargo de uma Quarta-feira de Cinzas, acabaria por obscurecer uma história cheia de glamour, acompanhada avidamente pelos leitores das revistas ilustradas e pelas rádios e, mais tarde, pelos espectadores das transmissões de televisão. O Brasil inteiro comentava os desfiles de celebridades que compareciam ao baile, os famosos concursos de fantasias (cheios de dramas e controvérsias), as decorações que enfeitavam o grande salão e os excessos dos foliões que ocupavam cada espaço do Theatro Municipal que, com seu esplendor arquitetônico, foi fator preponderante para todo este sucesso. O costume de se realizarem festas à fantasia nos dias de carnaval no Rio de Janeiro é bastante antigo, remontando à década de 1840, com os bailes do Hotel Itália. Acreditava-se, então, que a importação dos bals costumes, que faziam sucesso na folia parisiense, seria a solução para conter os excessos das diversões populares que, já naquela época, ocupavam as ruas do Rio de Janeiro. A contenção não aconteceu, muito pelo contrário, e os ditos “excessos” continuaram cada vez mais fortes nas ruas. Mas os bailes tinham vindo para ficar e tornaram-se a diversão preferida da elite carioca nos dias de carnaval na segunda metade do século XIX. A complexa relação entre os bailes mascarados e as manifestações populares, marcadas pela presença dos zé pereiras, cucumbis e molhaças.

Mona Vilardo

Mona Vilardo iniciou seus estudos musicais aos oito anos de idade, é formada em canto lírico pela UNIRIO e já realizou turnês pela Europa e Estados Unidos. Como cantora, participou de novelas como “Órfãos da Terra”, “Deus Salve o Rei” – TV Globo e “Gênesis” – TV Record. Desde 2017 é idealizadora do projeto “Elas por Ela-As Rainhas do Rádio por Mona Vilardo”. Ganhou os seguintes editais: Retomada Cultural I, Cultura Presente nas Redes I e II, Fomento da cidade de Niterói, Edital Municipal em Cena (ficando em terceiro lugar na categoria de música), SESC PULSAR, entre outros. É integrante da Cia. Pequod de Teatro de Animação desde 2004, fazendo os seguintes espetáculos: “Noite Feliz”, “Peer Gynt”, “Marina – a Sereiazinha” e a opereta “Pinóquio. Em sua trajetória trabalhou com diretores como Diogo Vilela, Roberto Bomtempo, Bibi Ferreira, Miguel Vellinho, Cacá Mourthè e Tim Rescala. Em setembro de 2022, reuniu 2 mil pessoas no Theatro Municipal do Rio de Janeiro com o seu projeto “As Rainhas do Rádio em Concerto” – onde homenageou cinco cantoras do rádio acompanhada da Orquestra Sinfônica de Mulheres do Brasil. Em 2023, lançou o livro “Marlene – a voz que se fez escutar”, sobre Marlene, Rainha do Rádio de 1949. Em 2024, lançou o seu quarto livro, “No Compasso – Só eu sei o que elas passam”, pela editora Bloco Narrativo, com ilustração e edição de Bruno Drummond, sobre as histórias de muitas mulheres. Atualmente, é destaque na série Arcanjo Renegado, da Globoplay, e no elenco do espetáculo “Fafá de Belém, O Musical”, com produção da Fato Produções e direção de Gustavo Gasparani, em cartaz de quinta a domingo no Teatro Riachuelo.

Serviço:

Local: Theatro Municipal – Espaço Assyrio – Praça Floriano, S/N – subsolo – Centro, Rio de Janeiro – RJ

Dia e hora: 11 de fevereiro, quarta-feira, às 17h

Ingressos: R$ 100 (inteira) e R$ 50 (meia-entrada)

Mais informações: http://theatromunicipal.rj.gov.br/

Rede social: https://www.instagram.com/monavilardo/

Aluna da Escola Estadual de Dança Maria Olenewa, a carioca Pietra Rêgo, é a única bailarina da América Latina finalista do Prix de Lausanne 2026

Postado por Allex Lourenço em 11/fev/2026 -

Ela se chama Pietra Rêgo. É carioca, tem 15 anos. Seu maior sonho? Ser uma bailarina profissional. Como diz o ditado: “bem começado, meio caminho andado!”. Pietra iniciou seus estudos de balé na quase centenária Escola Estadual de Dança Maria Olenewa, que fica no anexo do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Desde 2021, após ser aprovada no processo seletivo da EEDMO, a menina impressionou os professores pelo seu potencial físico, seriedade e vontade de trabalhar.

Todo o comprometimento da aluna levou a jovem bailarina a participar da Cia BEMO, Companhia profissionalizante da Escola Maria Olenewa. Lá, ela se destacou já como solista nos papéis de Princesa Florine (Bodas de Aurora), Pas de Trois de Paquita (dançando inclusive uma das variações que a fez brilhar no Prix de Lausenne) e Afrescos (do Ballet O Cavalinho Corcunda). Sua apresentação segura, sua técnica e potencial artístico chamaram a atenção de Hélio Bejani, diretor da EEDMO, que é também Diretor do Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Ele a convidou para estrelar o papel de Clara, na temporada de O Quebra-Nozes, em dezembro de 2025:

“Pietra, para além de seu talento técnico e artístico se destaca por sua disciplina dedicação e comprometimento com seus estudos na dança, qualidades indispensáveis para um caminho de sucesso nesta difícil, porém possível carreira” – ressalta Hélio Bejani.

Atualmente, Pietra está no 2º ano técnico da Escola e foi a única bailarina da América Latina finalista no Prix de Lausenne 2026, concurso mundial focado em jovens bailarinos de 15 a 18 anos, que reúne especialistas em dança de todo o planeta. E o seu reconhecimento vai além de bolsas de estudo e do mercado profissional que se abre daqui para frente. Ela foi aclamada com o prêmio de melhor bailarina da competição através do voto popular pela internet.

“Hoje, em 2026, Pietra está matriculada no segundo ano técnico da Escola Estadual de Dança Maria Olenewa e é um dos nossos grandes orgulhos. Ela é a prova de que um trabalho sério, consciente, realizado com competência e dedicação, professores qualificados, ao longo dos anos pode conduzir ao longe!!!” – completa o vice- diretor da EEDMO, Paulo Melgaço.

Assessoria de imprensa TMRJ:

Cláudia Tisato – tisato.cultura@gmail.com

Assessora Chefe de Comunicação TMRJ:

MariettaTrotta – mariettatrotta.tmrj@gmail.com

Orquestra Filarmônica Metropolitana abre temporada 2026 no TMRJ com ingressos a preços populares

Postado por Allex Lourenço em 09/fev/2026 -

A Orquestra Filarmônica Metropolitana (OFM), um dos principais projetos do Instituto dos Sonhos, com origem na cidade de São Gonçalo, abre sua Temporada Artística de 2026 com um concerto especial no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. A apresentação acontece no dia 10 de fevereiro (terça-feira), às 19h, no Centro do Rio. Os ingressos terão o valor popular de R$2,00 (dois reais), reafirmando o compromisso da orquestra com a democratização do acesso à cultura.


Intitulada “Novos Horizontes”, a temporada 2026 nasce do desejo de reafirmar o papel da música como força de transformação e encontro. O concerto de abertura — assim como todo o ciclo que se seguirá ao longo do ano — propõe uma jornada que atravessa fronteiras estéticas, aproximando diferentes tempos, linguagens e públicos. O repertório foi cuidadosamente selecionado para simbolizar a expansão, o diálogo entre tradição e contemporaneidade e a abertura para novas experiências artísticas.


Gustavo Fernandes, Diretor Artístico e Regente Titular da OFM, destaca a importância da nova temporada. “Com ‘Novos Horizontes’, queremos convidar o público a descobrir novos caminhos de escuta, fortalecendo a relação da comunidade com a orquestra. É uma celebração da música como um espaço de construção de um futuro cultural mais plural, acessível e inspirador”, afirma o maestro, natural de Itaocara (RJ), com vasta trajetória nacional.


Rafael Vieira, fundador do Instituto dos Sonhos, complementa a visão ao reforçar o pilar social do projeto. “A Orquestra Filarmônica Metropolitana é a materialização do nosso sonho no Instituto. Cada concerto, especialmente com ingressos populares, é um passo firme para democratizar a cultura e provar que a arte de excelência pode e deve pertencer a todos”, declara.

Um dos pilares da temporada é a valorização da música brasileira e fluminense. Nascida em São Gonçalo, a OFM amplia sua atuação e assume o Rio de Janeiro como um de seus territórios criativos, promovendo o encontro entre obras de compositores históricos, criadores em atividade e novas vozes da cena musical contemporânea. A iniciativa busca fortalecer a cultura local, descentralizar a produção artística e preservar a memória musical do estado.

A Orquestra Filarmônica Metropolitana se destaca não apenas pela excelência artística, mas também por seu forte compromisso social. A política de ingressos a preços populares convida um público cada vez mais diverso a ocupar as salas de concerto e vivenciar a potência da música sinfônica.

O concerto de abertura no Theatro Municipal promete uma noite memorável, marcando o início de um ciclo que levará a mensagem de “Novos Horizontes” a diferentes palcos. A apresentação é uma oportunidade única para o público carioca se conectar com uma das mais vibrantes orquestras do cenário atual, em um dos palcos mais icônicos do país.

Sobre o Instituto dos Sonhos e a Orquestra Filarmônica Metropolitana

O Instituto dos Sonhos é uma Organização da Sociedade Civil fundada por Rafael Vieira, com mais de 20 anos de atuação, dedicada a transformar sonhos em realidade por meio de soluções sociais nas áreas de cultura, educação, esporte e sustentabilidade. Com a missão de ser um catalisador de transformação social no Brasil, o instituto desenvolve projetos que geram oportunidades e contribuem para a construção de uma sociedade mais justa e criativa.


A Orquestra Filarmônica Metropolitana (OFM), um de seus principais projetos culturais, alia excelência artística à democratização do acesso à música de concerto. Desenvolve uma programação vibrante e inovadora, com foco na valorização da música brasileira e na formação de novos públicos, em total alinhamento com os valores de sua instituição mantenedora.

SERVIÇO:

Concerto de Abertura da Temporada 2026 da Orquestra Filarmônica Metropolitana – “Novos Horizontes”


Data: 10 de fevereiro de 2026 (terça-feira), às 19h
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro (Praça Floriano, S/N – Centro, Rio de Janeiro – RJ)
Ingressos: R$ 2,00 (dois reais)
Classificação: Livre