Festival Rio Ciello chega ao TMRJ nos dias 18 e 20 de setembro


Após celebrar os 20 anos do Cello Dance e a estreia do Cello Kids na sua 32ª edição, em agosto, o Festival Rio Cello retornará em setembro para uma segunda etapa de concertos gratuitos pela cidade. Entre os dias 16 e 20 de setembro de 2026, cinco novas apresentações ocuparão igrejas, salas e espaços culturais, dentro da programação da Semana de Artes do Rio. 

Idealizado pelo cellista David Chew, há 32 anos, o Rio Cello já reuniu uma média de 300 artistas participantes e um público que já ultrapassa 500 mil pessoas ao vivo. Em mais de três décadas, o festival passou por cerca de 500 locais pelo Brasil, do Theatro Municipal do Rio de Janeiro ao Cristo Redentor, do Palácio Itamaraty às quadras da Mangueira e da Beija-Flor, sempre fiel à sua vocação de levar a música de concerto para onde ela nem sempre chega.

Fechar o ano com a Semana de Artes do Rio é uma alegria especial: depois de celebrar 32 anos de história em agosto, levamos o Rio Cello para dentro de igrejas históricas e salas de concerto, mostrando que a música clássica e popular conversam entre si e pertencem a todos os públicos, afirma David Chew, idealizador do festival.


Já na sexta, 18 de setembro, às 19h, a Sala Mário Tavares, do Theatro Municipal do Rio de Janeiro será palco de Cello Popular, encontro entre três nomes da música brasileira: Gilson Peranzzetta, ao piano; Mauro Senise, no saxofone; e David Chew, no violoncelo. O concerto parte da música de Bach e chega à obra de Tom Jobim, em um encontro que aproxima diferentes universos musicais.

A segunda etapa termina no domingo, 20 de setembro, às 17h, na Sala Mário Tavares, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, com Schumann a Villa-Lobos Música Latino Americana. O concerto reúne o Lindarte Piano Quartet, formado por Linda Bustani (piano), Michel Bessler (violino), Bernardo Fantini (viola) e David Chew (cello), em um programa que percorre diferentes tradições da música erudita e latino-americana.


O Rio Cello é patrocinado pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e pela Secretaria Municipal de Cultura, por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura – Lei do ISS.