”Orquestra Carioca de Flautas” – Dia 30 de julho na Sala Mário Tavares


A Orquestra Carioca de Flautas apresenta concerto de repertório de música brasileira e carioca. A Orquestra Carioca de Flautas, idealizada pelo flautista, professor e pesquisador Sérgio Barrenechea, teve a sua estreia no 1o Encontro Carioca de Flautas, em 2016. Desde então, tem se apresentado com regularidade em várias salas de concerto da cidade como a Sala Cecília Meireles, o Salão Assyrio do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, o Centro de Referência da Música Carioca, o Teatro do CCJF- RJ, o Museu da República, o Teatro Dulcina, o Auditório Vera Janacopulos, a Sala Villa-Lobos da UNIRIO, a Biblioteca Parque, além de ter produzido vários vídeos para os canais Flauta Carioca, MusicaUNIRIO e NIS-UNIRIO, no YouTube. É um grupo que prima por apresentar repertório novo na forma de composições e novos arranjos e adaptações, privilegiando a música carioca, para a formação de grupos de flautas, que incluem flautas mais graves, como as flautas em sol, flauta baixo e flauta contrabaixo. 


A Orquestra Carioca de Flautas (OCF) destaca-se no cenário musical ao utilizar toda a extensão da família do instrumento — do flautim às flautas graves (flauta em sol, flauta baixo e flauta contrabaixo) — formação esta que, no Brasil, possui apenas outros dois representantes estáveis. Este concerto apresenta repertório inovador, no qual o foco é a abundante e eclética produção brasileira, destacando nomes como Caymmi, Hermeto Pascoal, Lô Borges, Chiquinha Gonzaga, Villa-Lobos e Tim Maia. Explora-se as diversas facetas da flauta na cultura brasileira — do virtuosismo do choro ao suingue do samba e do soul — em uma roupagem moderna.


O grande diferencial da OCF reside na sua natureza de “laboratório criativo”. O grupo não se limita a interpretar o repertório clássico; sua missão principal é a difusão de obras inéditas e das possibilidades estéticas do instrumento em conjunto. Através de novos arranjos e composições de nomes como Léa Freire, David Ganc e artistas internacionais da Turquia e Bielorrússia, a orquestra expande os limites técnicos e expressivos do instrumento. Um pilar fundamental dessa produção é David Ganc, arranjador residente e pesquisador de pós-doutorado pela FAPERJ, que entre 2024 e 2025 produziu 18 novos arranjos, enriquecendo o patrimônio musical para essa formação.

 
A maturidade do conjunto, atualmente regido por Eduardo Lagreca Fan, é evidenciada por sua presença constante nas mais prestigiadas salas de concerto, como a Sala Cecília Meireles e o Salão Assyrio do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Para o ano de 2026, o grupo alcança um novo patamar de reconhecimento nacional ao ser convidado para a série Concertos Matinais na Sala São Paulo, com apresentação marcada para o dia 12 de setembro.

 
O espetáculo Harmonias Brasileiras da Orquestra Carioca de Flautas preenche uma lacuna significativa no cenário musical ao utilizar toda a extensão da família do instrumento — do flautim às flautas graves — formação ainda rara no Brasil. Os concertos apresentam repertório inovador, no qual o foco é a abundante e eclética produção brasileira, destacando nomes como Caymmi, Hermeto Pascoal, Lô Borges, Chiquinha Gonzaga, Villa-Lobos e Tim Maia. Explora-se as diversas facetas da flauta na cultura brasileira — do virtuosismo do choro ao suingue do samba e do soul — em uma roupagem moderna.